Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

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11 de agosto de 2012

Coluna: E se... fosse eletrônico?

65 comentários

A capacidade de inovar, de amadurecer, e também de manter a qualidade do som, são atributos que qualquer banda que queira ter seu trabalho reconhecido e recompensado deve possuir. 


EXPECTATIVAS PARA O FUTURO
Vislumbrando os possíveis direcionamentos

O Evanescence é considerado um dos maiores nomes do rock mundial desde a década de 2000 graças ao atendimento a esses requisitos. 

Contudo, ao conceber seu último trabalho, muitos afirmaram que já não é o bastante para o conjunto simplesmente crescer dentro dos limites da proposta de seu som, é preciso romper esses limites, pois o cenário do rock está decaído nos dias atuais.



NOVOS HORIZONTES
Seria essa a intenção de Amy Lee com o álbum eletrônico de 2010?

Muitos fãs fazem essa pergunta e muitos também automaticamente dão a resposta “sim” a ela. Porém, as coisas não são tão redutíveis assim. A própria Amy Lee admitiu estar dando uma direção que nada tinha a ver com tudo que a banda já fez, e isso poderia gerar consequências não muito positivas para ambos os lados: para a gravadora, que fornece suporte financeiro e de divulgação para eles, e para o Evanescence em si, que poderia perder o público que vinha cativando, além de incorrer em críticas que poderiam abalar sua reputação no cenário musical, o que seria um desastre, ainda mais depois de tanto tempo sem material novo lançado. Toda banda tem um núcleo sonoro, uma essência, que mesmo diante das mudanças em alguns elementos do som, se mantêm inalterados.

No caso do Evanescence, esse núcleo, essa essência, é o rock. O que Amy vinha fazendo nas sessões de gravação com Steve Lillywhite foi atestado como sendo para uma carreira solo não só por ela e pela gravadora, mas também pelos outros integrantes. Pelos trechos disponibilizados, já dava para ouvir que não havia rock naquelas músicas. Ela mesma já havia avisado que haveria menos guitarra, ou seja, isso não era uma mudança, rompimento de limites do som, mas deturpação do núcleo do som! É como se de repente, o Metallica dissesse que gravaria um álbum de pop rock, ou seja, é acabar com a proposta do projeto musical!


INFLUÊNCIAS
Músicas que registram o novo caminho

As influências que Amy Lee dizia ter naquela época em muito pouco ou em praticamente nada se ligam ao som do Evanescence: Portishead, Massive Attack, MGMT, Depeche Mode, M.I.A, etc. Não que seja dubitável a qualidade da obra vindoura naquele tempo (até porque não ouvimos nada além de trechos), mas sim de compatibilidade com o propósito da banda.

Tudo bem, temos Evanescence hoje, que não deixa de ser uma evolução, mas nada a ponto de romper limites, mas prestemos atenção: ali podem estar os prenúncios do que pode vir! Amy ainda se sente impulsionada a dar vazão a seu desejo latente de compor um som mais sintético. Nos concertos do grupo, Made of Stone e Sick tiveram acrescidas introduções eletrônicas com sonoridade atmosférica e envolvente, ambas trabalhadas no sintetizador e teclado, se encaixando perfeitamente às guitarras mais fortes das faixas. Outra é Oceans, que ao vivo toma uma potência incrível, cheia de sintetizadores fundidos às notas de guitarra que remetem ao rock/metal industrial.

OCEANS- EVANESCENCE

CONCLUSÃO

E em várias músicas do último trabalho há uma carga bem explícita de elementos eletrônicos. Partindo dessas pistas que o terceiro álbum nos dá, podemos imaginar uma linha de som menos orgânica que não distorceria o núcleo sonoro do Evanescence. Talvez algumas linhas vocais que remetam ao new age em algumas faixas (Amy já disse ser fã de Enya, e a introdução do show do festival Maquinária de 2009 soa bem entoada nesse estilo.


Guitarras eletrônicas fundidas às guitarras normais tão ou mais trabalhadas que as em Evanescence; baixo mais pronunciado (esse ainda é um ponto fraco na banda); bateria eletrônica alternada com a bateria na mesma qualidade e com a mesma presença de agora; e muitas ambientações sintéticas com diferentes elementos eletrônicos, que dariam um clima inebriante de prazer sonoro ao ouvir tudo isso reunido. Isso romperia os limites da proposta do conjunto, definitivamente.

Ante o exposto, para aqueles que gostaram da ideia de se fazer um álbum com instrumentação menos orgânica em 2010, eu finalizo este dossiê compartilhando algumas músicas da banda Alphaville, dona de uma carreira de sucesso nos anos 80 e 90 com hits como Forever Young, Big In Japan, Sounds Like a Melody e outras, e que é uma das poucas bandas que acho que sabem explorar muito bem esse lado, pois muito antes dos conjuntos hodiernos tentarem "brincar" com o sintetizador, ela já fazia um som super bem trabalhado e orientado para o futuro, isso em plena década de 80.


MYSTERION
Aborda a utopia do homem em desvendar os mistérios do universo, a morada do Ser Superior:

CRAZYSHOW
Bem obscura, aborda a vida como "um show louco ":

MONTEGO BAY
Também obscura, fala sobre uma rota de navegação perdida na neblina, cujos navegantes sonhavam em chegar à baía de Montego (Jamaica):

JERUSALEM
Um dos maiores clássicos do Alphaville, é bem futurista (mesmo tendo sido composta nos anos 80), aborda o lance da "Terra Prometida" da Bíblia, mas numa perspectiva futura:

SAVE TEMPELHOF
Toda trabalhada no sintetizador, super futurista, é a mais atual:

Cosmopolitician
Fala sobre alguém capaz de atravessar vários mundos, ver várias épocas, um cosmopolita universal, sem religião, sem bandeira, nem anjo nem demônio:

I DIE FOR YOU TODAY
Essa é a mais pop de todas essas, foi um estouro nas rádios europeias no final de 2010 e início de 2011, tem até videoclipe, mas por questões de disputa com a Universal Music, o vídeo foi embargado:


O que seria se o Evanescence seguisse a linha de atmosferização dessas canções e a fundisse ao rock?

Rafael Cevidanes, 26 anos, reside na cidade de Ipatinga, Região Metropolitana do Vale do Aço, leste de Minas Gerais. Exerce a função de Técnico de suporte administrativo na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais - JUCEMG e é acadêmico de Bacharel em Direito.
(Todos os direitos reservados aos autores e EvRockBrasil)


15 de dezembro de 2011

Seis razões pelas quais gostamos da Amy Lee

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Apesar do Evanescence e sua vocalista, Amy Lee, continuarem a desfrutar do grande sucesso comercial (o seu último álbum alcançou as primeiras posições das paradas quando foi lançado em Outubro), eles são uma banda que é amaldiçoada assim como outras bandas de rock pesado brilhantes como Creed e Nickelback, mesmo não se sabendo ao certo o porquê. Sem dúvida, os seguidores do estilo gótico desprezam o estilo pseudo-gótico de Amy Lee e seus companheiros por sua música ser bastante comercial para ser banda de rock pesado, mas isso não importa.

Vamos pensar que há espaço para todos.

Então, em homenagem ao seu importante aniversário de trinta anos, nós compilamos uma lista de seis razões pelas quais nós gostamos da Amy Lee. Feliz aniversário, menina!

6. Ela pode cantar.
As pessoas reclamam que as únicas mulheres na música são Mariah Careys wannabes como a Christina Aguilera ou vadias do pop como Katy Perry e Ke$ha.
É por isso que muitos têm recebido de braços abertos cantores como Adele e Amy Winehouse. Amy Lee, sem dúvida, faz parte dessa classe. Estamos surpresos que ela ainda não participou em qualquer musical, visto o seu talento vocal. Aposto que alguém gostaria de colocá-la em "O Fantasma da Ópera".

5. O metal em "My Immortal".

A primeira vez que ouvi essa música não estava particularmente interessado. É uma boa balada ao piano, no entanto, demasiado melodramática (embora, quando foi lançado "Someone Like You", da Adele, até mesmo o Evanescence disse "Tá exagerando, Adele!"), mas nós bocejamos até a bateria começar. Até que somos imediatamente transportado de volta aos anos 80, quando as baladas poderosas comandavam. Pena que essa versão foi castrada e a parte de metal removida.

4. Ela parou de trabalhar com Ben Moody.

O cara deu a impressão de ser um idiota e tornou-se o "Sr. American Idol" por trabalhar com Kelly Clarkson, Bo Bice e Chris Daughtry. Ele também colaborou com Lindsay Lohan e, Deus nos ajude, com Celine Dion. Se você acha que Amy Lee é uma versão pobre do verdadeiro gótico, então o que diabos seria ele?

3. Refrões excelentes.

O mundo da música está saturado de artistas que atribuem maior importância ao som do que a música em si. A arte de compor grandes músicas é algo que muitas vezes não se ouve na música rock e os artistas que fazem isso deliberadamente, Coldplay, por exemplo, são muitas vezes ridicularizados por sua extrema simplicidade. Se escrever ótimos refrões fosse fácil, todo mundo teria feito. Amy faz isso e isso é uma raridade.

2. É uma mulher de sucesso no mundo dominado pelos homens.

No mundo da música pop e country, os artistas do sexo feminino (nem sempre músicos) crescem em árvores. No rock, no entanto, o número é muito menor. Se for falar de musica pesada então, você pode contar nos dedos de uma mão. Dizer que este gênero é dominado por homens é como dizer que Ann Coulter* é bastante conservador. Amy Lee conquistou um lugar importante neste mundo e merece ser reconhecida.

1. É sexy.

Provavelmente, não seja uma coisa boa colocar isso em primeiro lugar, ainda mais depois do poderoso discurso feito acima do tipo "você é uma mulher, deixe-me ouvi-la rugir", mas como um amigo nosso costumava dizer: "A verdade seja dita."


26 de novembro de 2011

Amy: "Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno"

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A seguir, scans e tradução da entrevista feita com Amy Lee à revista Rock Sounds. Na entrevista, processo de gravação do novo álbum e o retorno da banda da banda são os assuntos mais enfatizados. Confira:
O retorno da rainha

Amy Lee e Evanescence estão de volta – Passaram-se anos desde seu auge mas, como músicas de rock são descobertas, o futuro parece brilhante novamente.

Em 2007, o Evanescence era mais que uma banda – eles eram uma força imparável. Tendo vendido mais de 20 milhões de álbuns ao redor do mundo, sobrevivido à partida de um dos membros fundadores no auge de sua fama (o guitarrista e compositor Ben Moody, que saiu de repente em 2003 no meio de uma turnê em Berlim) e percorrido o mundo várias vezes ao longo de shows lotados, o mundo era deles por assim dizer.

Mas tudo o que a vocalista Amy Lee queria era se esconder. Quando seu guitarrista e baterista saíram no mesmo ano – seguindo a partida do baixista Will Boyd em 2006 – Lee decidiu que bastava. Evanescence, uma das bandas de rock mais bem sucedidas da última década estava oficialmente em um hiato.

“Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno”

“Para ser honesta, eu fugi por um tempo.” Amy diz, “Eu amo música e amo essa coisa que criamos, e isso era realmente uma parte enorme da minha vida, mas eu precisava me afastar para lembrar o motivo de eu amar isso em primeiro lugar. No final da turnê eu estava farta disso. Eu só queria ir para casa. E eu não queria me sentir assim em relação a isso...”

Quatro anos depois, e o ânimo de Amy não poderia estar mais diferente. Ela é amigável, tagarela, otimista e cheia de um entusiasmo contagiante e, o mais importante, ela mal pode esperar para voltar à estrada. “Eu estava fazendo uma lista ontem de todos os países que ainda não visitamos,” ela sorri, “então eu posso enviá-los para nossa agência de reservas e fazer deles uma prioridade!” A outra prioridade é se reconectar com a base de fãs que não perderam a oportunidade de deixá-la sabendo o quanto o Evanescence significa para eles.

“Nós somos tão gratos por eles,” ela suspira “No último ano e meio que viemos falando com os fãs sobre o nosso retorno, temos visto mais e mais deles vindo. E a presença deles depois desse intervalo tem sido uma bênção, um presente.”

Os fãs, pelo que parece, têm sido extremamente pacientes. E por uma boa razão, porque o quinteto – composta pelo ex-guitarrista do Cold Terry Balsamo, pelo baixista Tim McCord, guitarrista Troy McLawhorn e o ex-baterista do Black Label Society Will Hunt – estão de volta ao trabalho. Como você sabe até agora, o auto-intitulado terceiro álbum do Evanescence é um desafio, com todo o épico e extenso alcance que fez de Fallen (de 2003) e The Open Door (de 2006) um sucesso tão grande.

“Muito da minha inspiração dessa vez foi me apaixonar de novo pelo Evanescence, e uma parte disso é pensar no fato de que os fãs ainda estarão lá e ouvindo que isso ainda é importante para as outras pessoas da mesma maneira que é para nós”, Amy explica “Há um sentimento positivo de nos reunirmos com cada um [da banda] e com nossos fãs e eu sinto que isso se reflete completamente no registro. “

“Esse sentimento,” ela continua, “é como se fosse a primeira vez para a gente, quando estávamos fazendo música pela primeira vez, desejando conseguir um contrato com uma gravadora, escrevendo o melhor que podíamos e fazendo o possível para conseguirmos com que esse sonho impossível se tornasse realidade. Em The Open Door nós sabíamos que tínhamos permissão para fazer qualquer coisa que queríamos e simplesmente fizemos assim, porque estávamos apenas sucedendo o Fallen. Dessa vez, “ela observa, “passou tanto tempo e tivemos meio que um começo difícil. Então sentimos que tínhamos que lutar um pouco pelo nosso retorno de vez em quando”

A História

Amy conta sobre como o Evanescence voltou a sua existência fazendo seu som soar um pouco como uma superação. Depois de anunciar o hiato em 2007, a exausta vocalista voltou para sua casa em Nova York – um dos únicos lugares do mundo onde ela pode se sentir uma anônima – para seu novo marido.

Ela imediatamente abraçou o que ela chama de “apenas ser humano” – ela cozinhou, decorou seu apartamento, bebeu vinho com os amigos, e finalmente cumprindo um desejo de muito tempo, aprendeu a tocar harpa. Ela também levou algum tempo necessário para apreciar a música do outro lado da “barreira”. "Eu fui e vi a música em vez de ser o indivíduo no palco. Eu tenho que ser a garota no meio do grupo", diz ela. Mas ao mesmo tempo que estava fazendo o que ela chama de coisas normais, algo extraordinário começou a acontecer, Amy começou a compor música em casa – ‘cambaleando(?)’ ela diz – e num primeiro momento, ela estava apenas escrevendo para si mesma. Experimentando e permitindo a música vinda "a partir de um monte de lugares diferentes". Às vezes, se ela estava na maré de sorte particular, canções viriam duas de cada vez. "Eu faço isso." Amy explica de seu processo de composição. "Eu deito na cama com meus fones de ouvido, me caso com a música, no amor com a música. Minha vida é essa demonstração por um tempo. E uma vez que começou a acontecer comigo de novo era uma obsessão. É como uma droga - eu preciso de mais do que sentimento. Assim, a composição tornou-se minha vida diária...

E então aconteceu. "Eu comecei mais e mais a ter esse sentimento". Amy continua, "como um sentimento nostálgico, faltava a banda e percebi que havia tantas peças do Evanescence que continuavam naquilo [a música que eu estava escrevendo]. É realmente como uma parte de mim, não apenas uma parte que eu estava tocando”.

“Eu sempre lembro”, enfatiza Amy, “que eu nunca vou querer lançar algo ate eu estar completamente maravilhada e orgulhosa, para o ponto em que eu não queira lançar algo que não tenha chances de ser melhor do que qualquer outra coisa que já fizemos”

“Fizemos um grande esforço para que todas as coisas se encaixassem na maneira correta. Eu demorei mais de um ano após o falso início da banda para retornar ao estúdio, porém, isso eventualmente aconteceu finalmente”. Entre março e julho deste ano, Evanescence gravou seu terceiro album em Nashville no Bluebird Studios com Nick Rasckulinecz na cadeira de produção. Nick ja trabalhou com Foo Fighters, Deftones, Alice in Chains e Marlyn Manson, mas a Amy queria trabalhar com ele logo que o conheceu, porque ele tinha uma grande energia. Agora o ‘’Evanescence’’ está completo, Amy acredita que o contratempo que ocorreu no início das gravações foi realmente uma benção.

Através da luta e do pouco de mágoa (coracão partido), tivemos que passar a fazer tudo isso, nós criamos a profundidade que estava faltando em algumas das canções. Eu senti como se eu tivesse batido lá no fundo por um minuto, mas a partir daquele momento eu escrevi algumas das minhas músicas favoritas no álbum - como "Lost in Paradise". Lembro-me de escrever aquela música e pensar "Eu não sei se eu posso fazer isso 'e apenas estar, simplesmente sozinha, quebrada e tocando piano, cantando palavras que saíram da minha boca sem nada realmente censurá-las".

Ela fez uma pequena pausa. "Eu só estava fazendo isso por mim e sozinha, chorando. E eu me lembro de ter pensado. 'Wow, isso é muito cru". Letras e músicas são minhas tomadas, são a minha saída - é sempre assim, desse jeito. Mas agora há um pouco de angústia, desafio e dor no album. É definitivamente um pedaço de profundidade".

Perguntei a Amy o que ela quer as pessoas tirem como licãoo desse album? E, sua resposta é simples, mas profunda.

“Eu só espero que eles sintam o que eu sinto”, ela diz. “Sempre sou realmente profunda nas músicas, elas significam muito para mim pessoalmente (para a minha personalidade). Mas a coisa legal que eu tenho experimentado é que quando você está compartilhando isso e você sai em turnê e você está em algum país realmente longe a um milhão de milhas de distância, onde eles não falam Inglês, e eles estão cantando de volta para você, que isso e importante pra eles tanto quanto e para nós. Você pode ver em seus olhos que sentem o que você sente, que isto esta além da linguagem. Que é tão incrível. "Amy para brevemente e sorri. "E quando eu realmente sinto, 'Hey - missão cumprida".


Créditos: @EvShadow

24 de novembro de 2011

Evanescence na Music and Musicians Magazine

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Matéria especial com Evanescence na revista Music and Musicians Magazine.
Amy Lee queria ir sozinha - mas precisava de sua banda para trazer a dor

Depois da formação em Arkansas, em meados da década de 1990, os membros do Evanescence assistiram com espanto, em 2003, seu álbum de estréia, Fallen, vender 17 cópias em todo o mundo com a força de hits como "Bring Me To Life" e "My Immortal" . Três anos depois, o próximo, The Open Door, acumulou outros 5 milhões. Após tal um turbilhão, a líder da banda, Amy Lee, precisava de um momento para fazer um ‘balanço’. "Eu queria fazer minha própria coisa por um tempo", diz Lee. "Eu queria romper com Evanescence e encontrar-me como adulta. Eu tinha sido consumida por ser "a garota do Evanescence" por um longo tempo ".

Eventualmente, ela retomou a escrever canções e foi para o estúdio, mas logo percebeu que algo estava faltando: o resto do Evanescence. "No começo foi muito de mim e um monte coisas que eu vinha trabalhando sozinha", Lee diz. "Mas eu tenho até um ponto onde eu senti que este precisava ser um esforço da banda, que precisávamos martelar nisso juntos." Lee reuniu os guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn, o baixista Tim McCord e o baterista Will Hunt, e juntos o quinteto fez algo que o Evanescence nunca tinha feito antes: Eles escreveram juntos como um grupo. Foi potencialmente intimidante para um compositor que estava acostumado a trabalhar por conta própria, mas a colaboração correu bem e é um grande motivo para o álbum resultante ser chamado simplesmente, diz ela. "Foi o meu amor pela banda, o que significa para mim e para a luta que às vezes é. Eu não posso escapar.”

Por que a banda entrou em hiato?


Em 2007, me casei e voltei direto para a turnê de The Open Door. Quando terminamos a turnê, eu queria experimentar algo novo. Eu definitivamente precisava de uma pausa. Eu estava morando em Nova York e comecei a tocar harpa, cozinhar para amigos, fazer amigos que não estavam envolvidos no meu trabalho – isso me manteve sã e fundamentada. Mas escrever música é uma parte verdadeira de quem eu sou, e comecei de novo, embora não necessariamente para o Evanescence. Lentamente, se transformou neste álbum, que é completamente Evanescence. Ter a chance de se afastar por um minuto, me deixar explorar algumas direções novas e trazer isso em nosso novo som.

Como soava sem a banda?

Não estava certo. Eu estava a meio caminho para descobrir o que eu queria que o álbum fosse, e eu tinha um monte de música e estava muito animada. Era mais etérea, cheia de programação, mais sintético e legal – um monte de elementos que ainda é uma grande parte desse novo álbum. Mas desmoronou. As coisas não estavam soando certo, eu não sabia porquê e foi muito difícil para mim. Agora que estou mais de um ano longe disso, posso olhar para trás e falar “Estou tão feliz que aconteceu.” Continuamos trabalhando e ter alguma clareza sobre o que eu queria fazer, que era fazer com que a banda se envolvesse. Eu me senti muito perdida, mas eu sabia que estávamos fazendo a coisa certa, porque continuava melhorando.

O que tinha faltado?

A música estava sentindo falta da dor. Voltar e trabalhar mais era difícil. Não havia uma grande luta naquele ponto, então, finalmente havia algo para eu lamentar. Essas músicas no álbum são emotivas, mais profundas e mais pesadas. Isso foi uma grande parte do que preencheu o álbum e foi bem e foi significativo para todos nós. Parecia que tínhamos que passar por algo, para superar algo.

A dor é necessária no processo?


Eu quero dizer que não. Quero acreditar que posso fazer música em minha vida toda e ser feliz e não precisar de experiências ruins para escrever ótimas canções. Mas ao mesmo tempo, em cada álbum do Evanescence que já fiz, tinha que ter algo difícil acontecendo para aquelas músicas mais profundas acontecerem. Não quero que isso seja verdade, mas é.

Como foi escrever com a banda?

Melhor do que esperava. O jeito que eu normalmente escrevo é muito íntimo. Eu escrevo muto sozinha, ou é eu e outra pessoa criando de um jeito muito íntimo. Ter todos em seus instrumentos, é como, ‘Ok, vamos lá!’. Tem muita pressão. É muito assustador, porque todo mundo ouve você errando. Mas você passa por isso rapidamente. É uma sensação legal qunado todos começam tocar juntos e trabalhar em algo e começa a crescer. Funcionou muito bem, porque os músicos nessa banda são muito talentosos. É muito difícil quando tem alguém que não consegue acompanahar ou não pega a música que estamos tentando fazer, mas nós tivemos uma visão parecida do que queríamos que o Evanescence fosse.

E o que é?

Sempre foi paixão, é claro, e no lado escuro na maior parte do tempo. Mas agora que temos uma história, você pode ouvir como a banda cresceu. Mesmo entre Falllen e The Open Door havia influências diferentes, coisas diferentes sobre a banda e sobre mim que vieram ao longo dos anos. Agora é sobre estar com medo de fazer o que eu quero fazer, mesmo que seja um prazer culposo.

Por exemplo?

[O primeiro single] “What You Want” é um bom exemplo. O estilo dos vocais no verso é engraçado. Anos atrás eu nunca teria sido confiante o suficiente para fazer isso. Eu teria pensado, “Isso é besta”. É mais pesado do que um monte de nossas músicas, mas os vocais são divertidos e mal-humorados e isso dá uma dinâmica legal. Então, parte dessa nova direção é confiando em mim e não ficar com medo de se divertir com coisas assim no nível musical. A profundidade da nossa música é uma parte grande do que Evanescence é, mas agora existem momentos de clareza e de luz. Não é tudo dark em um jeito triste. Acho que “What You Want” soa legal, mas eu não ouvi e sinto aquelas emoções em “Bring Me to Life”, por exemplo, onde estou morrendo por dentro. Há definitivamente muito disso no álbum, mas o melhor que Evanescence é para mim é a paixão, a profundidade, o significado. O que estamos adicionando de novo é a maturidade criativa e musical.

O que explica essa maturidade?


Sou mais velha agora. Todos nós somos. Eu me lembro de ser jovem e escrever o Fallen, e durante aquele tempo, eu estava tentando descobrir quem eu era e como era o nosso som. Tenho quase 30 agora. Nós estávamos escrevendo músicas como “Bring Me to Life” e “My Immortal” quando eu tinha 15 a 18 anos. Eu estive tocando música desde então, e eu só fiquei mais confiante e esperançosamente melhor. Eu costumava colocar todos os tipos de restrições sobre mim: Eu não cantava com muito vibato, porque pensava que não era legal. Eu tinha medo de cantar fora da sintonia e tudo tinha que ser difícil o tempo todo. Agora há mais criatividade e diversão acontecendo. Não estou muito assustada.


Créditos: @EvShadow

27 de outubro de 2011

Amy Lee: "Evanescence está em um ótimo ponto"

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Em entrevista da Amy Lee ao site Press of Atlantic City, de Atlanta. Na entrevista, Amy Lee fala sobre diversos assuntos que envolvem Ben Moody, processo de gravação do novo álbum, hiato da banda e sua participação em projetos da Disney. Confira:
A essência de uma Banda: Evanescence chega ao estúdio com uma paixão para produzir terceiro álbum

Turbilhão, jangle propulsivo de "What You Want", o primeiro single do terceiro álbum do Evanescence, dá o tom para o estado musical atual da banda com energia elevada.

O registro auto-intitulado em grande parte se concentrou no estúdio, diz a vocalista e co-fundadora, Amy Lee.

"Nós começamos realmente a trabalhar como uma banda - tocando juntos, tocamos e escrevemos no local", lembra Lee, que se apresenta domingo, 30 de outubro, no House of Blues em Showboat Casino Hotel em Atlantic City.

"Foi um suspiro de ar fresco para fazer algo fora da minha zona de conforto e assisti-lo como trabalho. Acho que fui conduzida para encontrar uma nova energia, tocando e compondo com o baterista ali mesmo, mantendo para cima o ritmo."

"É feito para um registro que tem um ímpeto de verdade."

O álbum também seguido de um hiato de vários anos de Lee e da banda, que começou em 1995.

Evanescence fez sua estréia na grande gravadora Wind Up Records em 2003 com o álbum hit, "Fallen", que ganhou Grammys de "Melhor Artista Revelação" e "Melhor Performance Hard Rock".

Após o lançamento do segundo álbum da banda, "The Open Door", Lee estava pronta para fazer uma pausa.

"Este tem sido o centro da minha vida desde que eu era adolescente", diz ela. "Em 2007, eu queria algum tempo para ser apenas eu e viver a vida. Casei nesse ano e saí por Nova York e vivi a vida sem um plano, apenas."

Um ano mais tarde, Lee começou a escrever novamente para se divertir. As reflexões se transformaram em colaborações com Tim McCord, o baixista da banda, e o baterista Will Hunt, que desde então se juntou ao Evanescence em tempo integral. Algumas dessas canções, eventualmente, fizeram o corte final, mas o processo não foi sem alguns solavancos.

Primeiro produtor da banda não muito gel, mas, em seguida, Lee encontrou o encaixe "perfeito" para o grupo gótico influenciado pelo pop-metal em Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Alice in Chains, Rush).

"Nick é um fã de rock verdadeiro apaixonado e produtor de rock", Lee diz. "Ele realmente empurrou a banda para a frente."

Para obter todos preparativos para a gravação, Raskulinecz convocou uma espécie de "acampamentos de banda" por seis meses, durante o qual ele instruiu Lee e seus companheiros para tocar.

"Era só nós e os nossos instrumentos", diz ela. "Começamos o som muito bem, e isso nos deu a confiança para fazer o álbum."

O som da banda continua a evoluir desde os seus primeiros dias, quando Lee conheceu o co-fundador do Evanescence, Ben Moody, na sexta série. Ela estava simploriamente em torno do piano com uma versão do Meat Loaf "I'd Do Anything for Love (But I Won't Do That)".

Mas não é como se Meat Loaf sempre figurasse tanto quanto sua musa. "Na sexta série, era um riff de piano muito legal", Lee diz. "Eu estava tocando Beethoven e Mozart, antes disso, mas Meat Loaf foi (provavelmente) a única coisa que Ben reconheceu."

Acontece que a combinação incomum de Mozart e o Rei do Pop realizou uma maior influência sobre a jovem Lee.

"Eu lembro de ter visto o filme, 'Amadeus', e ter ficado extremamente inspirada", diz ela. "Eu amei Michael Jackson por toda a minha infância e adolescência."

No entanto, sua descoberta de atos grunges como Nine Inch Nails e Soundgarden realmente transformaram sua escrita.

"Havia tanta música excelente. A maneira que eu estava tocando e escrevendo foi alterada. A combinação de grave e o dark de músicas clássicas com esta agressão alternativa moderna é a única coisa que começou se formando sobre o Evanescence na minha cabeça."

Quase duas décadas mais tarde - e não mais colaborada por Moody, que deixou o grupo em 2003, devido a diferenças criativas - Lee é menos provável em dizer "Rock Me Amadeus".

"Eu não ouço mais tantos clássicos", diz ela. "Nós desenvolvemos o nosso próprio som. Ele vem do meu coração. São todas as coisas que eu amo sobre todos os tipos de música. Há um pouco de pitadas de todos os gêneros no que fazemos."

Onde Moody está embaraçado, Lee também mudou.

"Estamos definitivamente melhores em caminhos separados", diz ela. "(Evanescence) está em um ótimo ponto. Estou muito feliz onde nós estamos como uma banda."

Conexão da Disney

Embora você não possa associar o estilo gótico da vocalista do Evanescence, Amy Lee, com a marca Disney de puro pop, a cantora e compositora tem desfrutado de colaborar com a Mouse Factory.

Para um projeto, Lee conseguiu se reunir com um ídolo pessoal, o compositor premiado com Oscar Danny Elfman. Ela, então, cobriu "Sally's Song" para o "Nightmare Revisited", uma coleção inspirada na trilha sonora de "The Nightmare Before Christmas".

Para este ano é o "Muppets: The Green Album", ela contribuiu com sua pegada sobre o Robin de "Halfway Down the Stairs" do sapo.

"Eu gostei muito da oportunidade de fazer algo fora do comum", Lee diz. "Não foi Evanescence - foi me envolvendo. Foi divertido ouvir o que os outros artistas fizeram. Todos fizeram sua parte, eu acho que artistas com oportunidades de fazer algo diferente."

"Sempre me atraiu quaisquer oportunidades de fazer algo estranho e diferente."

Lembrando: Evanescence estará em Atlanta no dia 30/10 no House of blues, confira esta e outras datas acessando nossa página com a Turnê completa desta nova Era, Evanescence.

Matéria Original: Press of Atlantic City

16 de outubro de 2011

NPR: Guitarras trash e vocais angelicais

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Matéria publicada no site da rádio NPR Music. Veja a tradução a baixo:
Guitarras trash e vocais angelicais

Metal gótico sempre foi um gênero de nicho, mas com o passar dos anos, alguns artistas encontraram o caminho de dar a ele o apelo do Top 40. Evanescence conseguiu isso com 2 álbuns multiplatinados: Fallen em 2004 e The Open Door em 2006, ambos com volume alto, guitarras pesadas e baterias combinadas com a voz etérea da cantora Amy Lee.

Inspirada por música clássica - especialmente na escola, e metal, ambos – “Eu me lembro de que eles eram similares. É apenas uma instrumentação diferente" Lee conta a Scott Simon (Weekend Edition Saturday). "Amo a agressividade das guitarras contra a fragilidade que, não importa qual, existe na voz feminina".

Evanescence literalmente fez a conexão do clássico com o metal em The Open Door, que incluiu uma canção baseada em uma obra de réquiem de Mozart. Essa semana a banda lançou o autointitulado terceiro álbum, o qual inclui até Amy tocando harpa, em "Secret Door".

"Se você ouvir algum de nossos álbuns, especialmente os dois últimos, verá que existe um grande espectro de sentimentos", diz Lee. "Há canções que são grandes, épicas canções de rock, mas, há momentos em que são tranquilas e frágeis."

Matéria Original: NPR Music Via: @i_essence

13 de outubro de 2011

[Scans] Evanescence: Revista Metal Maniac

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A seguir, scans da matéria feita sobre o Evanescence na revista italiana Metal Maniac. Confira:

12 de outubro de 2011

[MTVNews] Evanescence: Valores de Família

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Matéria escrita pelo jornalista James Montgomery, da MTVNews, com suas conclusões sobre os laços de amizade e companheirismo presente nesta nova formação do Evanescence, mais do que isso, valores que vão além da amizade e que se pode considerar até familiar. Confira:
Evanescence: Os valores da família!

Com o lançamento do seu novo álbum, o Evanescence tem uma tempestade e surgiu como uma família verdadeira, maior do que o som.

Há alguns meses atrás, eu estava sentado em um bar em Nashville assistindo Amy Lee jogar ping-pong. Esta situação foi incrível por diversas razões, menos que o fato dela ser realmente muito boa nisso.

Porque, enquanto a imagem de Lee - freqüentemente a princesa dark do hard rock - segurando uma raquete pequena certamente me enlaçou, era uma ação em torno dela que realmente me impressionou. Seus companheiros de banda estavam sentados em uma mesa próxima, fazendo piadas com a equipe de estrada, torcendo sempre que ela errasse um retorno do volei (ping-pong) sobre a rede ou fosse pega no canto da mesa com um arremesso de bola alta. Lee estava rindo e zombando do adversário dela, que só então passou a ser seu marido, que não podia fazer nada além de sorrir e tomar um gole de cerveja. Todo mundo parecia estar feliz, se divertindo, aproveitando bastante seus montes particulares da vida.

E isso foi importante, porque, basicamente, voou em face de tudo o que eu achava que sabia sobre o Evanescence, uma banda para que o drama era tão comum como uma afinação Drop D.

Os fãs já conhecem a história de fundo: a saída abrupta e amarga do co-fundador Ben Moody e diversas outras mudanças de formação (demissões, etc) que se seguiram; Lee dá cutucadas ao ex-namorado Shaun Morgan, "Call Me When Você 're Sober"; e o hiato demorado que chegou à conclusão da turnê de 2006, The Open Door. Mesmo o mais casual dos fãs de música estava provavelmente ciente da reputação de Lee como difícil (ou, se não fosse, seu ex-companheiros eram mais do que felizes em falar sobre isso).

Em suma, estar no Evanescence não parece ser um monte de diversão. E quando eu falava com Lee no início deste ano, assim como a banda estava dando os retoques finais em seu terceiro álbum, ela admitiu que todos os Sturm und Drang (Tempestade e estresse) de frente para a banda haviam custado um preço para ela - tanto que ela pensou em desistir completamente.

"Houve drama. ... Há sempre drama", ela disse. "Então nós terminamos [Tour The Open Door], e eu estava tipo, 'Pessoal, eu não sei sobre isso. Preciso de um descanso'. Eu só queria ser normal, eu não quero pensar sobre a próxima coisa, como sempre foi".

Mas depois de se reunir com seus ex-companheiros para uma galera em 2009, algo mudou. Lee me disse que ela se apaixonou pelo "Evanescence", que era parte de sua personalidade e, recarregada, ela e a banda se enfurnaram em Nashville para gravar o que seria, uma vez revelado, o seu álbum auto-intitulado. Foi lançado na segunda-feira, pondo fim a uma seca de cinco anos, e é muito mais um registro da banda, com créditos de partilha de Lee, que escreveu 11 das 12 canções. É, como ela me disse que em junho: "É sobre a banda... sobre se apaixonar novamente por esta coisa, pelo Evanescence, com o que eu mais sou obcecada há uma década, mais do que isso"

Claro, eu acenei com a cabeça. Mas eu não tinha certeza se acreditava nela. Afinal, este era o Evanescence. E que a dúvida só aumentou a cada tiragem subsequente: Em Nashville, Blackbird Studios, onde Lee - e o produtor Nick Raskulinecz (e nenhum de seus companheiros de banda) - tocaram para mim músicas do novo álbum. Em uma gravação de vídeo sufocante no Brooklyn, onde, apesar de ter sido cercado pelo resto da banda, Lee fez mais do que falar. E, finalmente, de volta em Nashville, foi quando Evanescence estreou seu single de retorno, "What You Want".

Mas foi nessa segunda viagem a Nashville, onde comecei a notar algo sobre o Evanescence de 2011. Ou seja, eles realmente parecem gostar um do outro - um lote inteiro. Claro, em entrevistas, Lee responde a maioria das perguntas, mas isso é só porque os outros caras da banda não estão exatamente pulando para ter chance de fazer isso (exceto o baixista Tim McCord, ele é um cara engraçado). O "homem da montanha", o guitarrista Terry Balsamo, prefere deixar suas cordas trovejando do que se fazer falar, mas nos bastidores, ele acenderá se você mencionar seus amados jacarés da Flórida. Troy McLawhorn, que deixou a banda para se juntar ao ex-Lee no Seether (mas foi recebido de braços abertos durante a gravação do novo álbum do Ev), as crianças ao redor e fala longamente sobre sua esposa e filho. E o baterista Will Hunt é, como todos os bateristas bons devem ser, um pouco de um homem selvagem, um cara que gosta de nada mais do que tocar alto e rápido (e vivência da mesma maneira).


Que cada um desempenha um papel, e eles o fazem de boa vontade, com prazer, mesmo. Eles riem e contam piadas (como aquela de McCord, um alarme de incêndio e um hotel de Nova York - pergunte a ele sobre isso algum dia), eles protegem uns aos outros, e eles mantém a máquina funcionando, porque eles realmente se preocupam uns com os outros e sua banda.

Em muitas maneiras, através de todas as provações e tribulações, o Evanescence se tornou mais do que uma banda, eles se tornaram uma família, uma coleção de indivíduos tão diferentes como podem ser, mas unidos por um amor comum para o outro. Seu novo álbum - e a estrada longa que levaram à sua criação - é um testemunho desse fato. E naquela noite no bar, com mãos à tona, Lee chicotiando e seus companheiros de banda aplaudindo-a, era a prova. Pelo menos para mim. Era o tipo de camaradagem que não pode ser forçado, deve ser forjado. Evanescence definitivamente atravessou a sua quota de endurecimento. Agora, finalmente, eles podem desfrutar não apenas de ser uma banda, mas de um funcionamento (embora não tradicionais) de unidade familiar. Na melhor das hipóteses, os dois são normais.

Matéria Original: MTV News / James Montgomery

Amy: "Somos o Evanescence, não apenas a Amy"

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Matéria publicada no site do jornal carioca, O DIA. Na matéria, dissertam um pouco sobre o novo Evanescence que renasce com o novo álbum, Evanescence, utilizando trechos da Amy Lee. Confira:
O Evanescence além de Amy Lee

Única integrante original da banda, a vocalista garante que o novo CD, lançado hoje, tem um pouco de cada um do grupo

Rio - Normalmente uma banda lança o disco e depois sai em turnê, certo? No caso do Evanescence, as coisas aconteceram ao contrário. O terceiro CD do grupo tem lançamento mundial hoje, mas o primeiro show da nova turnê aconteceu na semana passada, no Rock in Rio.

"Temos muitos fãs brasileiros e eles são especiais. Esse álbum é importante porque é o primeiro CD nosso que tem um pouco de cada integrante nas músicas”, analisa Amy Lee, vocalista e única componente original do Evanescence.

Apesar da saída do guitarrista Ben Moody, em 2003, com quem Amy dividia os vocais, a líder do Evanescence não parece se sentir solitária por ser a única remanescente da formação original.

"Somos uma banda melhor com pessoas novas. Somos o Evanescence, não apenas a Amy. Temos que estar dispostos a crescer e mudar. Ninguém canta no lugar do Ben, mas minha voz é baixa e, às vezes, parece um homem cantando", brinca.

A primeira música do CD, ‘What You Want’, já foi lançada e estava na ponta da língua do público na Cidade do Rock. “Agora temos muito material e não precisamos mais fazer covers para encher um show”, revela Amy.

OS SEGREDOS DE AMY LEE

Amy Lee garante que o novo disco é uma obra feita em conjunto, por isso é o primeiro que leva o nome da banda. Apesar disso, as letras continuam sendo exclusivamente suas. “O que eu canto nas minhas músicas é mais pessoal do que muitas conversas que já tive. Eu não posso mentir para a música. Isso é muito estranho porque eu sou uma pessoa muito fechada”, entrega a vocalista.

Amy ainda contou que, apesar de já ter tido decepções amorosas, a canção ‘My Heart is Broken’ foi baseada em uma ONG que defende mulheres do tráfico. “Na música podemos expulsar nossos sentimentos mais profundos e, mesmo sem falar a mesma língua, todo mundo entende e sente as mesmas coisas. Por isso a música é universal”, acredita a cantora, que não descarta uma carreira solo. “Tenho muito material que acho que não tem a cara do Evanescence”, revela.

Matéria Original: O DIA ONLINE

Crítica: Evanescence no Rock in Rio 2011

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N

o dia 02 de Outubro, Evanescence tocou em um dos maiores festivais de entretenimento de música rock e pop - o Rock in Rio 2011. Realizado em nosso país, cerca 100 mil pessoas que estavam presentes na Cidade do Rock, assistiram calados Amy Lee e a sua reformulada banda se arriscando nas músicas novas e tão poucos se empolgaram nas músicas de sucesso. Foi entre erros e acertos que Evanescence realizou o primeiro e maior festival da turnê, de sua nova era.

O Rock in Rio
O evento realmente foi um sucesso. Fazendo a alegria de muitos que estavam na cidade e, até mesmo, aqueles que assistiram pela televisão ou internet. Entretanto, devemos ressaltar aqui que a qualidade do som não foi nada boa. O que pode ter desfavorecido algumas bandas, assim como o Evanescence.

A banda
Com Tim McCord (Baixo), Troy McLawhorn (Guitarra), Terry Balsamo (Guitarra), Will Hunt (Baterista) e Amy Lee (Vocal), Evanescence retorna aos palcos dos grandes festivais de músicas. Após ficar hospedado em um hotel, tomarem uma caipirinha, receberem visitas de fãs e ainda encararem entrevistas realizadas pela mídia brasileira, o grupo ainda estava para encontrar algo ainda mais impactante - voltar a tocar para um público de fãs de diversas bandas, uma tarefa nada fácil!


Dando início ao show às 21:40, Evanescence entra no palco mundo para colocar o seu rock em dia com a música single What You Whant. A guitarra, dada em mãos, para Terry Balsamo estava completamente desafinada. Talvez, muita gente não tenha reparado nesse erro, já que a música era exclusiva para a maioria e nem se importara com o instrumento, mas para Amy e Terry, o fato foi considerado como ter entrado com pé esquerdo no palco.

Para você ter uma ideia, o guitarrista fiel da banda não escondeu a sua frustração diante do ocorrido. Afinal, a culpa não foi dele e, sim, erro da equipe do Rock in Rio, que não afinou adequadamente o instrumento. Confira abaixo o que ele postou sobre o fato:
"Gostaria de poder acordar e refazer o dia de hoje! Não há nada pior do que um técnico de guitarra lhe dar o instrumento desafinado na frente de centenas de milhares de pessoas na primeira música!!! Droga!", disse Terry no seu perfil do Twitter.

O primeiro erro na banda apareceu justamente na primeira música de abertura. Um fato que talvez parecesse previsível para a cantora Amy, onde em uma entrevista exclusiva feita para o portal G1.com, a co-fundadora da banda disse que iriam cometer erros, mas que no final iria dar tudo certo. Será que algum ser divino passou por ali e disse: "Amém"?


What You Want

Going Under

The Other Side

Weight of the World

Made of Stone

My Immortal

My Heart is Broken

Your Star

Sick

The Change

Sober

Imaginary

Bring Me to Life


Set List
Dando a continuidade nas músicas, a banda resolve tocar a segunda canção do seu grande hit chamado: Going Under. Segundo single de sucesso do álbum 'Fallen'. A partir dessa hora, o público presente começa a se familiarizar com o retorno do grupo, cantando junto o refrão da música de sucesso. O que, para os telespectadores, foi possível pressentir que fãs da banda estavam por ali, dividindo o grande momento com o grupo de rock que parecia se acertar com uma música conhecida.

Entre a terceira e novíssima música The Other Side, Evanescence parecia calar novamente a galera na cidade do Rock. Seria um outro erro acontecendo na banda? Após a nova música do terceiro álbum, a banda prosseguiu com as músicas Weight of the World e Made Of Stone, prorrogando um pouco mais a atenção muda da cidade voltada para o Evanescence, mas que logo foi quebrada com a chegada de outro single de sucesso da era Fallen, a música My Immortal. Todos vibrarão... E se calaram novamente, porque as canções inéditas e desconhecidas My Heart Is Broken, Your Star, Sick, The Change tomaram em seguida, mais 15 minutos de atenção diante do palco novamente. Call Me When You're Sober, Imaginary e a inesquecível canção Bring Me To Life conseguiram fechar a lista de músicas levantando a moral com a galera no festival, e assim, dando o fim da atração Evanescence no Rock in Rio 2011.

Com um setlist de 13 músicas, Evanescence deveria ter completado 14. A música Never Go Back, inspirada na pior tragédia natural da história do Japão, foi cancelada sem motivo aparente. Mas, pode ter ocorrido devido à demora entre a entrada de uma música e outra, tomando um tempo programado pelo evento em disponibilizar o palco para a próxima atração que foi a banda System of a Down.

Amy Lee e Troy Mclawhorn
Com uma saia customizada de azul e roxo, e uma regata prateada na parte superior, Amy Lee entrou em cena pronta para mostrar que eles queriam retornar com tudo, mas com o nervosísmo quase à mil, a cantora chegou a errar, desafinar e ficar perdida entre uma passagem e outra de algumas músicas, o que para nós fãs seria até aceitável, porém, pode ter causado uma má impressão para os visitantes do Rock in Rio, que assistiam o retorno da banda.

Mas deixando os defeitos de lado, a vocalista soube bem improvisar em algumas notas, mostrar presença de palco e demonstrar simpatia com o público, dizendo que a banda estava tocando ali suas inéditas músicas de trabalho e ainda falando algumas palavras em português. E por falar em atenção... Troy McLawhorn, quem diria? O guitarrista récem integrado a banda, mostrou mesmo que veio para tocar no festival. O americano era o único que se demonstrava empolgado no palco mundo. Ele jogava suas madeixas para todos os lados, se contorcia com a sua guitarra e chegava até se apresentava num ponto mais próximo do palco com a galera. Isso sim foi empolgação.


Recomeço
E assim, parte dos fãs brasileiros da banda pôde assistir de perto o retorno do Evanescence nas terras brasileiras. Um retorno que não só marca o registro do quanto a banda gosta do Brasil, mas também o retorno do grupo, começando a viver uma nova Era. Todos observaram que o começo foi difícil e que não foi muito forte a sua repercussão diante dos sites e jornais sobre a sua apresentação ao todo. Mas o Evanescence está disposto a retomar aquilo foi deixado há mais de quatro anos atrás, o seu reconhecimento e sucesso perante o mundo todo, que de ínicio, resolveu apostar nas músicas novas para divulgação de seu retorno que está mais rock e contagiante.

Galeria

8 de outubro de 2011

Whiplash: Comentários sobre o último dia do RiR

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Matéria escrita pela colunista Fernanda Lira, do site Whiplash, sobre o último dia do Rock in Rio. Na matéria, ela não deixa de comentar sobre a apresentação do Evanescence. Lembramos que se trata de pontos de vista pessoais de quem escreveu, sem vínculo algum com o site.
Rock in Rio (Cidade do Rock, RJ, 02/10/11)

Em seguida, e com certo atraso, vinha uma das atrações que me deixava bastante curiosa sobre o show. OEvanescence já havia vindo ao Brasil há um bom tempo atrás e depois disso, raramente fiquei sabendo de alguma notícia sobre a banda - para falar a verdade, nem sabia que eles ainda estavam na ativa. Não sou fã, mas assumo que simpatizo com a banda, porque gosto de música que tenha o mínimo de qualidade. A voz de Amy Lee me agrada e as intervenções com piano também me demonstram uma preocupação a mais com que a música seja diferenciada do que tem por aí hoje em dia.

Vendo depois os vídeos da apresentação da banda no YouTube, fiquei impressionada como soou diferente para quem estava lá, vendo ao vivo. No vídeo, ela parecia ter muitas falhas quanto a constância da potência de sua voz, o que ao vivo foi quase imperceptível. Aliás, a garota merece muitos elogios por seu modo de cantar, pois agüentar um show relativamente longo alcançando notas altas não é nada fácil sem desgastar a voz e ela o fez com muita maestria. O show foi bom, mas o público só agitava mesmo quando sons como My Immortal, Going Under de Bring me to Life (mais conhecidas) eram executadas, já que a banda infelizmente optou por tocar muitas músicas de seu álbum vindouro, que ainda nem foi lançado no Brasil. Além disso, achei que Amy Lee foi perdendo um pouco de sua interação com os f
ãs ao longo da apresentação, mas nada que apagasse o brilho da sua performance bem satisfatória.

Matéria Original: Whiplash

[Nzherald] Evanescence: Fim de uma longa jornada

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Matéria publicada no site nzherald, da Nova Zelândia, sobre o retorno da banda e o lançamento do novo álbum.
Evanescence: Fim de uma longa jornada


O novo álbum do Evanescence levou três anos na fabricação e vem uma longa cinco anos depois de oferecer o duplo premiado da banda, The Open Door. É um longo tempo para a besta e volátil indústria - e vocalista Amy Lee sabe disso.

Mas se houve uma coisa que a perfeccionista confesso, não ia fazer, era desmoronar à pressão e lançar um álbum antes que ela estivesse pronta. Agora que o tempo está certo, a 30 anos de idade não se pode esperar para que o registro, simbolicamente auto-intitulado, seja lançado.

"Experimentamos um monte de caminhos diferentes e terminamos com esta sopa incrível que está cheia de tantas coisas diferentes. Qualquer coisa que não tenha funcionou bem, não está lá. Algumas coisas são inesperadas e eu adoro isso."

"Tem sido uma longa jornada e eu estou tão pronta para que as pessoas ouçam."

Lee é o único membro original remanescente da banda de rock vencedora do Grammy, que já vendeu mais de 20 milhões de álbuns em todo o mundo, desde que foi formada em Arkansas, em 1995.

Com o novo line-up, incluindo Terry Balsamo na guitarra e Tim McCord no baixo, Lee diz que sente uma sensação de liberdade que ela nunca tinha experimentado. E, no entanto, ao mesmo tempo, ela também se encontra dependente de seus companheiros de banda mais do que nunca.


"Este processo tornou-se mais sobre como trabalhar como um grupo. Em ambos os outros registos, era só eu com uma outra pessoa escrevendo músicas, estar na frente do Pro Tools e mais tarde trazendo a banda - Era menos um esforço de grupo."

Apesar da revolta, Lee está confiante de que fizeram um álbum que permanece fiel às raízes da banda de rock, mas com alguns ajustes.

"Ele soa como um registro do Evanescence, com certeza, ele ainda tem essa profundidade, a paixão e todos os elementos que sempre tivemos musicalmente, mas com algumas adições e crescimento."

"Foi como se apaixonar por essa coisa, mas é a nova versão."

O novo álbum auto-intitulado do Evanescence será lançado amanhã.

Matéria Original: Nzherald

3 de outubro de 2011

IG: Empolga quando banda toca músicas antigas

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Matéria publicada no site Último Segundo, do IG:
Show do Evanescence só empolga quando banda toca músicas antigas
Excesso de músicas de disco inédito prejudica apresentação da banda de Amy Lee

Assim como aconteceu com o Coldplay na noite anterior, o Evanescence baseou sua apresentação no Rock in Rio num disco inédito. Mas, enquanto os fãs da banda de Chris Martin já conheciam as canções de "Mylo Xyloto" (que só sai no final de outubro) e até cantaram o refrão de algumas músicas (caso de "Paradise"), o mesmo não aconteceu com o Evanescence. Quando o grupo tocava alguma música do álbum novo, poucos reagiam.

"Vamos tocar várias músicas inéditas", afirmou a vocalista Amy Lee logo no início da apresentação, como se pedisse desculpas. E foi assim: das 14 canções do show, sete vieram de "Evanescence", que chega às lojas na semana que vem. Dizer que o público não gostou das novidades é exagero, até porque elas não diferem muito do que o Evanescence fez em seus trabalhos anteriores. As pessoas apenas não conseguiram se empolgar com o que não conheciam.

Em compensação, a plateia vibrou com as canções que já estava familiarizada. A primeira foi "Going Under", a segunda do show. Na balada "My Immortal", que Amy Lee cantou sentada ao piano, os aplausos foram ainda mais entusiasmados. A inédita que veio em seguida, "My Heart Is Broken", foi a que mais agradou entre as novas. Nela, a combinação do vocal dramático de Amy com o peso das guitarras funcionou bem.

Os momentos em que o público mais vibrou se concentraram no final da apresentação. O primeiro deles foi "Call Me When You're Sober", sucesso do disco "The Open Door", de 2006. O segundo - e também última música do show - foi "Bring Me To Life", faixa que revelou o Evanescence em 2003. Nessas duas canções, a banda justificou sua escalação para o palco principal do Rock in Rio.
Matéria Original: Último Segundo / IG

G1: Evanescence alterna músicas novas e velhas

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Matéria publicada no site G1 sobre a apresentação do Evanescence:
Com Amy Lee tímida, Evanescence alterna músicas novas e velhas

Banda tocou por uma hora e dez minutos no Palco Mundo neste domingo.
Grupo apresentou seis faixas do terceiro disco, que sai no dia 11 deste mês.

Como o Coldplay na noite anterior do festival, o Evanescence também escolheu ter seu ainda não lançado disco como base do show deste domingo no Palco Mundo, antes de Guns N' Roses e System of a Down.
Em uma hora e dez minutos, a vocalista Amy Lee e seus companheiros tocaram 13 canções, sendo seis de "Evanescence", terceiro CD do quinteto que será lançado no dia 11 deste mês.

Na maior parte da apresentação, a banda americana alternou músicas novas e as dos dois primeiros discos, "Fallen" (2003) e "The open door" (2006), que tiveram 20 milhões de cópias vendidas em todo mundo.
Amy passa o show inteiro com a boca escancarada e não decepciona nos vocais. "Bring me to life", última canção do show, foi o ponto alto da interação com os fãs. Sem o ex-guitarrista John LeCompt para dividir os refrões com ela, a plateia entoou as partes cantadas pelo músico, que saiu da banda.

A terceira vinda do Evanescence ao Brasil mostrou novas candidatas a hits como as agitadas "What you want", que abriu a apresentação, e "Sick", as duas na linha de "Going under", hit cantado sem tanto entusiasmo pelos fãs. Tocada logo após a balada "My immortal", a emotiva "My heart is broken" tem boas frases de piano. Na próxima turnê do Evanescence, talvez a recepção seja um pouco mais acalorada.

Matéria Original: G1 / Rock in Rio

22 de setembro de 2011

Amy Lee: "Me expressar de maneiras diferentes"

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Evanescence também estará em destaque na revista britânica Metal Hammer. Na sua última edição, a revista fará uma matéria sobre o retorno do Evanescence, novo vídeo clipe e as novidades que virão com o próximo álbum. Tudo a partir de uma entrevista feita com Amy Lee. Confira imagem da revista:


Eu tive que experimentar algumas coisas e me expressar de maneiras diferentes.

Fonte: Metal Hammer Créditos: @EvShadow

Entrevista: Amy Lee à revista Orkus

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Evanescence estará na próxima edição da revista alemã Orkus com uma entrevista feita com Amy Lee à revista. Confira um trecho da matéria:

O mundo já tinha se esquecido da banda EVANESCENCE. Agora, mostram como isso foi prematuro, e faz do seu álbum de retorno - com o próprio nome da banda - auto-confiante e furioso. Nós nos encontramos com a vocalista Amy Lee em Nova York para falar em detalhes sobre a fase escura após o "The Open Door", suas dúvidas e sua redescoberta à paixão pela música.
Matéria Original: Orkus Créditos: @EvShadow

21 de setembro de 2011

Rolling Stone: EV divulga tracklist de novo álbum

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Nota publicada no site da revista Rolling Stone Brasil sobre a divulgação da tracklist do álbum Evanescence, pelo próprio site oficial da banda.
Evanescence divulga tracklist de novo álbum
Disco homônimo conta com doze faixas e chega às lojas em 11 de outubro; assista ao clipe de "What You Want"

Foi divulgada nesta quarta, 21, a tracklist do novo disco do Evanescence, que não lançava material inédito desde The Open Door, de 2006. O disco, homônimo, será lançado no dia 11 de outubro, pela Wind-Up Records.

"'What You Want', o primeiro single, fala sobre como, se você está infeliz, precisa mudar sua vida, porque só se tem uma", contou a vocalista Amy Lee à Rolling Stone Brasil na edição de setembro.

Muito do disco é sobre a minha relação obsessiva com o próprio Evanescence e como, para me encontrar, tive que me afastar disso. No fim, liberdade não é liberdade se você é escravo de fugir de seus problemas."Assista abaixo ao clipe de "What You Want" e veja a tracklist de Evanescence:


1 - "What You Want"
2 - "Made of Stone"
3 - "The Change"
4 - "My Heart Is Broken"
5 - "The Other Side"
6 - "Erase This"
7 - "Lost in Paradise"
8 - "Sick"
9 - "End of the Dream"
10 - "Oceans"
11 - "Never Go Back"
12 - "Swimming Home"

Matéria Original: Rolling Stone Brasil Créditos: @Augusto_ev

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