Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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30 de agosto de 2012

“Envolveu muito sangue, suor e lágrimas” — Amy

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“Something that took a lot of blood, sweat and tears”
“Continuarei a levar todo o tempo que for preciso para fazer algo que eu ache que seja novo, especial e valha a pena ouvir” — Amy Lee em entrevista ao site ctpost.com.
Evanescence explodiu no cenário musical com seu grande álbum de estréia em 2003, "Fallen". Os poderosos vocais de Amy Lee o direcionaram ao estrelato internacional com mais de 17 milhões de cópias vendidas.

Mesmo depois de significativas alterações em sua formação, a banda continuou a prosperar, com o sucessor, "The Open Door" de 2006, ficando no topo das paradas de vários países ao redor do mundo incluindo os Estados Unidos — onde, novamente, conseguiu vender aos milhões.

Mas quando o ciclo de turnê do "The Open Door" terminou, em 2007, o Evanescence saiu dos holofotes, não lançando nenhuma música nova — até que o grupo lançar um disco auto-intitulado no outono passado.

Lee disse que a razão para o hiato da banda foi simples: "Eu queria ser normal. Amo o que faço, mas senti uma séria necessidade de simplesmente conhecer a Amy novamente — antes de sair, estar no palco e trabalhar a todo o tempo", disse ela durante uma recente teleconferência. "Muitas coisas acontecem nos bastidores. Há muito trabalho envolvido que os fãs não vêem. E eu me casei, precisei de um tempo de pausa antes de começar a escrever para este álbum".

"Eu levei algum (tempo) para me achar... e isso me fez ficar inspirada a fazer outro álbum do Evanescence... O que nós terminamos envolveu muito sangue, suor e lágrimas — entretanto, foi algo que nós investimos muito e estamos completamente orgulhosos".

Com o sucesso [do álbum] anterior do grupo, Lee não sentiu a pressão de fazer mais um sucesso de mercado. Em vez disso, ela tomou seu tempo para criar algo que ela sentisse que estaria ombro a ombro com os outros álbuns de sucesso da banda.

"Um disco do Evanescence é uma grande produção e eu sempre gastei muito tempo e dinheiro que no que pensei ser necessário para torná-los grandiosos e perfeitos, para serem, no meu coração, a melhor coisa que já tínhamos feito", ela disse. "É uma espécie de definição de alto padrão. Às vezes, pode ser enlouquecedor para mim e para as pessoas ao meu redor.

"Mas sempre quero estar crescendo e mostrando sinais de mudança. Eu acho que isso leva um certo tempo... Não há regras. Todo mundo trabalha a seu próprio ritmo, da sua própria maneira... por isso, continuarei a levar todo o tempo que for preciso para fazer algo que eu ache que seja novo, especial e que valha a pena ouvir".

(...)

"Estamos na Carnival (of Madness) e, depois, acho que teremos três semanas de folga, ou algo assim, o que é legal. Logo em seguida, temos uma grande turnê sul-americana", disse Lee sobre os planos de seu grupo. "E isso será mais uma daquelas coisas sobre irmos a um monte de lugares onde nunca estivemos e sentimos falta [por não ter ido]. Estamos tentando ir à Colômbia e alguns outros lugares legais. Também tocaremos por quatro datas no Reino Unido, e acredito que seja somente isso para nós este ano.

"Temos feito disso uma meta: ir a lugares que nunca fomos antes. Estamos em turnê há uma década... e nós estivemos por diversos lugares, mas há sempre aqueles poucos que não davam certo, como Marrocos... e ainda não fomos à Polônia... e a todos esses países aleatórios onde nunca tínhamos ido.

"Tem sido muito gratificante ir a novos lugares e ter essa sensação de 'primeira vez'. Quando você está tocando pela primeira vez na frente de um grupo de fãs, isso é incrivelmente revigorante. Mas estamos fazendo isso há um tempo. É muito legal voltar e, não só ver novos fãs, mas também os que ainda estão lá, à sua espera".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
ENGLISH
Evanescence exploded on the music scene with its 2003 major-label debut, "Fallen," riding Amy Lee's powerful vocals to international stardom with more than 17 million copies sold.

Even after some significant lineup changes, the band continued to prosper, as its 2006 follow-up, "The Open Door," topped the album charts in countries around the world -- including the United States -- and again sold in the millions.

But when the touring cycle for "The Open Door" ended in 2007, Evanescence dropped out of the spotlight, not putting out any new music until the group released a self-titled record last fall.

Lee said the reason for the band's hiatus was simple: "I wanted to be normal.

"I love what I do, but I felt like in a way I seriously needed to get to just know Amy again before going out and putting myself out there, and being on stage, and working all the time," she said during a recent teleconference. "There is a lot that goes on behind the scenes. There is a lot of work involved that fans don't see. And I did get married and take some real time off before we started the writing for this record.

"I did spend some (time) finding myself ... and it made me get inspired to make another Evanescence album. ... What we ended up with was something that took a lot of blood, sweat and tears, but something that we were so invested in and completely proud of."

With the group's previous success, Lee felt no pressure to rush another Evanescence record into the marketplace. Instead, she took her time to create something that she felt stood shoulder-to-shoulder with the band's hit albums.

"An Evanescence record's a big production and I've always taken all the time and money that I thought that it needed to be great; to be perfect; to be, in my heart, the best thing we've ever done," she said. "It's sort of a high standard to set and sometimes it can be maddening for me and the people around me.

"But I always want to be growing and showing signs of change and I think it takes time. ... There are no rules. Everybody works at their own pace in their own way, ... so I'm going to continue to take all the time it takes to make something that I think is new, and special, and worth hearing."

Evanescence has been back on the road promoting the new record and is a headliner on the Carnival of Madness tour with Chevelle, Halestorm, Cavo and New Medicine. The tour will stop at the Mohegan Sun Arena on Thursday, Aug. 30.

"We have Carnival (of Madness) and then I think we have three weeks off or something, which is cool, and then we have a big South American tour," Lee said of her group's plans. "And that will be another one of those things where we are going to a lot of those place we haven't been to and we keep missing. We are trying to go to Colombia and some other cool places. And then we play like four dates in the (United Kingdom) and I think that will be it for this year for us.

"We've been making it a point to get to places that we've never been to before. We've been touring for a decade now ... and we've been all over the place, but there are always those few places that didn't work out, like Morocco and ... we still haven't been to Poland ... and all of these random places that we just hadn't been to.

"It's been really fulfilling to go to places and have that first-time feeling. When you are playing for the first time in front of a group of fans, it is incredibly invigorating.

"But we've been doing this for a while (and) it's really cool to come back and not only see new fans, but also the ones that are still there and that have been waiting."

VEVO: “The Other Side” (Lyric Video)

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Canal VEVO disponibilizou o Lyric Video do quarto single (promocional) do álbum “Evanescence”, a canção “The Other Side”.
No entanto, ainda há mais por vir do "Evanescence". As faixas "The Other Side" e "Lost in Paradise" estão sendo trabalhadas como singles, com um vídeo previsto para o final da Carnival of Madness Tour.

"Tudo isso está muito confuso para mim", Lee observa. "Em alguns países eles estão indo com um single, nos Estados Unidos com outro e blá, blá, blá... Quando é apenas um single para rádio, você não faz um vídeo e eu meio que perco o interesse. E, para mim, há muito menos [divulgação em] rádio do que jamais teve. Sinto que o rádio é não a força motriz que faz as pessoas comprarem música. Então, o que é um single? Single é apenas a música favorita de alguém".
— Amy Lee em entrevista à Billboard (Leia mais!)

Music video by Evanescence performing The Other Side (Lyric Video). (C) 2012 Wind-up Records, LLC / Eggwhites, LLC.

The Other Side

Make me whole again
Open your eyes
Taunted by the shadows of your light
Cold and far away
Like you're not even mine
Undo everything and take me
Higher

Never believing what they say cause I'm...

Counting the days to meet you on the other side
I will always be waiting
Until the day that I see you on the other side
Come and take me home

I'm not giving you
I want you back
Holding together by the shards of our past
Stole my heart away
I can't let you go
Break these chains and let me fly to you

High above the world below
Over and over In my mind

Counting the days to meet you on the other side
I will always be waiting
Until the day that I see you on the other side
Come and take me...
Home

I am so lost without my place inside your heart
I won't survive I need to know you hear me
Awake and release my love

Counting the days to meet you on the other side
I will always be waiting
Until the day that I see you on the other side
Come and take me

Counting the days to meet you on the other side
I will always be waiting
Until the day that I see you on the other side
Come and take me home
O Outro Lado

Faça-me completa novamente
Abra seus olhos
Iludida pelas sombras de sua luz
Frio e muito distante
Como se nem fosse meu
Desfaça tudo e me leve
Mais alto

Nunca acredito no que dizem pois eu...

Estou contando os dias para encontrá-lo do outro lado
Eu sempre esperarei
Até o dia em que te encontrarei do outro lado
Venha e me leve para casa

Eu não vou desistir de você
Eu quero você de volta
Me mantendo inteira pelos cacos do nosso passado
Roubou meu coração
Não posso te deixar ir
Quebre essas correntes e me deixe voar pra você

Bem no alto acima do mundo
Mais e mais na minha mente

Estou contando os dias para encontrá-lo do outro lado
Eu sempre esperarei
Até o dia em que te encontrarei do outro lado
Venha e me leve...
Para casa

Estou tão perdida sem meu lugar dentro do seu coração
Eu não vou sobreviver, eu preciso saber que você me ouve
Desperte e liberte meu amor

Estou contando os dias para encontrá-lo do outro lado
Eu sempre esperarei
Até o dia em que te encontrarei do outro lado
Venha e me leve

Estou contando os dias para encontrá-lo do outro lado
Eu sempre esperarei
Até o dia em que te encontrarei do outro lado
Venha e me leve para casa

23 de agosto de 2012

Álbum de sucesso, sobras de músicas e idéias

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“(creative) mode when I'm home”
“Tenho um monte de músicas, idéias e coisas que não foram compartilhadas ainda, e eu ainda acredito nelas” — Amy Lee sobre material da pré-produção do álbum “Evanescence”, ainda com o produtor Steve Lillywhite. Segundo matéria da Billboard, este trabalho descartado pode oferecer um ponto de partida para o que virá em seguida.

Amy Lee do Evanescence sobre álbum de sucesso, sobras de músicas e idéias

Amy Lee sabe que os fãs do Evanescence esperam por algo menor do que uma espera de cinco anos até o próximo álbum do grupo. De qualquer modo, ela não está fazendo promessas.

"Eu só entro nesse modo (criativo) quando estou em casa e, finalmente, separada do caos da vida pública", disse Lee, que atualmente está liderando com o Evanescence a Carnival of Madness Tour deste ano. No entanto, há um bocado de material que ela trabalhou nos estágios iniciais do álbum mais recente do grupo, "Evanescence" de 2011, e que foram desfeitos quando ela mudou de produtor (de Steve Lillywhite para Nick Raskulinecz), mas que podem oferecer um ponto de partida para o que virá em seguida.

"Definitivamente tenho um monte de músicas, idéias e coisas que não foram compartilhadas ainda, e eu ainda acredito nelas", Lee diz. "Sempre que temos uma música, idéia ou qualquer coisa, seja Evanescence ou seja Evanescence... isso pode se tornar alguma coisa. Só espero que fique bom e que eu tenha a oportunidade de compartilhar isso com todos. Então, vamos ver; você ainda pode ter a chance de ouvir tudo isso".

Enquanto isso, o Evanescence está desfrutando sua corrida com a Carnival of Madness. Essa [turnê] é algo sobre o retorno vitorioso do "Evanescence", o tão esperado sucessor do "The Open Door", de 2006. Lee diz que o álbum, que estreou como número 1 na Billboard 200 em outubro passado, foi algo "muito positivo em minha vida. Tem sido muito sobre sair, ver coisas novas e ser capaz de ter alguma nova inspiração. Assim que a escrita virá, [mas]  não estou preocupada com isso".

Evanescence encerra Carnival of Madness Tour em 02 de setembro e terá um pequeno balanço pelo Reino Unido, previsto para novembro. Algumas outras datas poderão ser adicionadas ao calendário, mas Lee pretende interromper o ciclo de turnê por causas férias. "A primeira ordem dos negócios será arrumar um bom tempo para a família", diz ela. "Estou ficando mais velha, não apenas sobre ter os meus filhos, mas passar um tempo com a minha família. Isso é algo que, realmente, sinto muita falta quando estou na estrada. Simplesmente passar um tempo em casa, com meu marido, meus pais, avós, primos, casamentos, funerais, reuniões de família. Você perde um monte de coisas quando está na estrada, e isso está começando a ficar como: 'Oh, eu não poderei ter isso de volta... "

No entanto, ainda há mais por vir do "Evanescence". As faixas "The Other Side" e "Lost in Paradise" estão sendo trabalhadas como singles, com um vídeo previsto para o final da Carnival of Madness Tour.

"Tudo isso está muito confuso para mim", Lee observa. "Em alguns países eles estão indo com um single, nos Estados Unidos com outro e blá, blá, blá... Quando é apenas um single para rádio,  você não faz um vídeo e eu meio que perco o interesse. E, para mim, há muito menos [divulgação em] rádio do que jamais teve. Sinto que o rádio é não a força motriz  que faz as pessoas comprarem música. Então, o que é um single? Single é apenas a música favorita de alguém".

english
Evanescence's Lee on 2011 Album Success, Leftover 'Songs and Ideas'

Amy Lee knows that Evanescence fans hope for something shorter than a five-year wait for the group's next album. But she's not making promises either way.

"I only get into that (creative) mode when I'm home and finally separated from the chaos of public life," Lee, who's currently out with Evanescence headlining this summer's Carnival of Madness tour, tells Billboard.com. Lee does, however, have a batch of material that she worked on in the initial stages of the group's latest album, 2011's "Evanescence," which was scrapped when she changed producers (from Steve Lillywhite to Nick Raskulinecz) but may offer a starting point for what comes next.

"I definitely have a lot of songs and ideas and things we haven't shared yet, and I still believe in them," Lee says. "Whenever we have a song or an idea or anything, whether it's Evanescence or whether it's not Evanescence...it can be anything, I just hope that if it's good I have an opportunity to share it with everybody. So we'll see; you may still get your chance to hear all this stuff."

Meanwhile, Evanescence is enjoying its Carnival of Madness run. It's something of a victory lap for "Evanescence," the long-awaited follow-up to 2006's "The Open Door," and Lee says the album, which debuted at No. 1 on the Billboard 200 last October, is "a really positive thing in my life. This has been a lot of going out there and seeing new things and being able to have some new inspiration. So the writing will come. I'm not worried about that."

Evanescence wraps up the Carnival of Madness tour on Sept. 2 and has a short U.K. swing planned for November. Some other dates may be added to the schedule, but Lee intends to have the touring cycle wrapped up by the holidays. "The first order of business is going to be to soak up some good family time," she says. "The older I get, it's not just about kids of my own but just spending time with my living family. That's something I really end up missing a lot on the road, just down-home family time with my husband and my parents and my grandparents, cousins, weddings, funerals, family gathering. You miss a lot of that stuff when you're on the road, and it's starting to hit me that, 'Oh, I can't get that back...' "

Nevertheless, there's still more to come from "Evanescence." The tracks "The Other Side" and "Lost in Paradise" are both being worked as singles, with a video planned for the latter after Carnival of Madness wraps.

"That whole thing has gotten confusing to me," Lee notes. "In some countries they're going with one single at one time and another one in America and blah, blah, blah...When it's just a radio single and you're not making a video, I kind of lose interest, anyway. And, for me, it's really less about radio than it ever has been. I don't feel like radio is the driving force of what makes people buy music anymore. So what is a single, then? A single is just somebody's favorite song."

19 de abril de 2012

"Fallen" retorna ao chart Billboard 2012

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Evanescence encontra-se com dois álbuns no chart da Billboard 200: Fallen e Evanescence. Posições 181 e 188, respectivamente. (Via: EvShadow)

Fallen foi um sucesso comercial, vendendo mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo, desde o seu lançamento em 2003. Na Billboard 200, onde o álbum estreou no número 7 com mais de 141.000 cópias vendidas em sua primeira semana; nos Estados Unidos, vendeu mais de 7,6 milhões de cópias. Fallen foi o oitavo álbum mais vendido de 2004 e o décimo nono melhor álbum da década de 2000. A partir de outubro de 2011, passou 106 semanas na Billboard 200, com 58 semanas no top 20.

29 de janeiro de 2012

Billoboard 200: Semana de 4 de Fevereiro

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Semanalmente, a Billboard atualiza seu chart com a projeção dos 200 álbuns que serão os mais vendidos nos Estados Unidos durante a dada semana, a Billboard 200.

Na semana referente ao dia 4 de Fevereiro, Evanescence encontra-se na posição #74, sendo esta a sua décima quinta semana no chart. Na semana anterior, o álbum esteve em #67.
  • Outros charts onde o álbum se encontra:
Rock Albums: #21
Alternative Albums: #14
Hard Rock Albums: #6

18 de janeiro de 2012

Evanescence ganha Disco de Ouro - Canadá

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Recentemente, o álbum Evanescence ganhou Disco de Ouro no Canadá com a vendagem de 40.000 unidades, segundo o site Music Canada.

Via: @Ev_Up

13 de janeiro de 2012

Billboard 200: Evanescence sobe mais uma vez

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No chart da Billboard 200 referente à semana do dia 14, o álbum Evanescence encontrava-se em 39ª posição, um salto de 48 posição diante da sua colocação anterior (87ª). No novo chart divulgado esta semana, referente a semana do dia 21 de janeiro, o álbum subiu mais nove posição e encontra-se em #30.
  • Outros charts onde o álbum se encontra:
Rock Albums: #9
Alternative Albums: #7 (subiu uma colocação)
Hard Rock Albums: #2
Digital álbuns: #19 (novo)

Esta é a décima terceira semana do álbum na Billboard 200 e sua estréia foi em primeiro lugar.

8 de janeiro de 2012

Vendas mundiais do álbum 'Evanescence'

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Confira o desempenho mundial das vendas do álbum Evanescence de acordo com cada semana, do lançamento até a semana em que estamos. Contabilizado pelo site mediatraffic:
Semana 01 - 215,000
Semana 02 - 101,000
Semana 03 - 66,000
Semana 04 - 54,000
Semana 05 - 42,000
Semana 06 - 34,000
Semana 07 - 42,000
Semana 08 - 32,000
Semana 09 - 34,000
Semana 10 - 31,000
Semana 11 - 36,000
Semana 12- 16,000 (apenas nesta semana, número correspondente aos Estados Unidos, somente)

TOTAL: 703,000


Lembramos que nesta semana o álbum saltou 48 posições no chart da Billboard 200. Passando da colocação #87 para #39.


7 de janeiro de 2012

'Evanescence' entre os mais vendidos nos EUA

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O álbum Evanescence encontra-se na listagem dos 50 álbuns de rock mais vendidos nos Estados Unidos no ano de 2011. Com 304.158 mil cópias vendidas, o álbum encontra-se na décima quarta posição. Lançado em outubro, o álbum estreou em primeiro lugar no chart da Billboard 200.
Conheça os 50 álbuns de rock mais vendidos nos Estados Unidos em 2011

De acordo com a Nielsen Soundscan, o disco de rock mais vendido nos Estados Unidos, no ano de 2011, foi "Sigh No More" do Mumford & Sons, com exatas 1.401.186 cópias. "Mylo Xyloto" do Coldplay e "Wasting Light" do Foo Fighters pegaram, respectivamente, o segundo e o terceiro lugar com menos de 1 milhão de cópias cada. O disco do Coldplay, possivelmente, teria conquistado um maior número de vendas caso tivesse sido lançado antes do segundo semestre. A lista ainda conta com Foster The People, Red Hot Chili Peppers, Nickelback e Black Keys. Detalhe, o Black Keys lançou seu álbum "El Camino" no mês de dezembro e mesmo assim alcançou a oitava posição. Confira abaixo o top 50 completo:


Fonte: Rockline MTV | Agradecimento: @Augusto_ev

6 de janeiro de 2012

Billboard 200: Segunda semana de Janeiro

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No primeiro chart divulgado pela Billboard 200 do ano de 2012, referente a semana do dia 14 de janeiro, Evanescence e seu álbum homônimo encontram-se na trigésima nona posição (#39).

A última posição do álbum (já neste ano, semana de 7 de janeiro) foi #87. O álbum já chegou a posição #101. Lembrando que a banda debutou em #1, na semana de lançamento do álbum.

O álbum também se encontra nos seguintes Charts:

Rock Albums: #9
Alternative Albums: #8
Hard Rock Albums: #2

29 de dezembro de 2011

Top 10 dos Álbuns de Rock da Gibson.com

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Evanescence aparece na quinta posição dos melhores álbuns de rock lançados em 2011, pelo site da marca britânica de guitarras - Gibson Guitar. Confira:
5. Evanescence, Evanescence

Os góticos inspirados pela estrelinha Amy Lee e sua banda de rock, Evanescence, levaram cinco anos entre seu segundo álbum, "The Open Door", e o seu terceiro CD de estúdio, auto-intitulado.

Em um ponto, houve até uma pergunta à Sra. Lee: Seguiria sozinha e se aposentaria o Evanescence para o bem? Em vez disso, ela decidiu ir à rota do grupo, sentou-se com os membros da banda e escreveu um álbum completo, música por música, todo unificado.

O conjunto traz graça e consistência, do mal-humorado, rock alternativo sombrio de "The Change" para o pulsante, levando a música pesada do primeiro single, "What You Want", tornando este a imagem perfeita do terceiro álbum da trupe de Arkansas.

20 de dezembro de 2011

Evanescence é ‘Disco de Prata’ no Reino Unido

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Em matéria publicada no site brasileiro Rock em Geral, noticia-se a conquista do Disco de Prata pelo Evanescence no Reino Unido. Confira:
Evanescence é ‘Disco de Prata’ no Reino Unido
Novo álbum do grupo supera 60 mil cópias em vendas

O álbum “Evanescence”, do Evanescence, lançado este ano, superou a marca de 60 mil cópias vendidas no Reino Unido, o que dá ao grupo o “Disco de Prata”. Já nos Estados Unidos, o disco vendeu 127 mil cópias na semana do lançamento, e entrou direto no topo da parada da Billboard.

É aguardado, ainda para este ano, o lançamento do novo videoclipe, para a música “My Heart Is Broken”. O vídeo está sendo dirigido por Dean Karr, que já assinou trabalhos para Iron Maiden e Ozzy Osbourne.

11 de dezembro de 2011

Evanescence gostaria de agradecer...

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Para quem está com o novo álbum da banda, pode notar que possui depoimentos e agradecimento de cada integrante do grupo, assim como o anterior, The Open Door. Nós do Evanescence Rock Brasil traduzimos e agora compartilhamos com vocês o que realmente eles dizem. Uma matéria exclusiva que não pode deixar de ser lida. Aproveite:

Amy gostaria de agradecer:

Eu quero agradecer a todos da Blackbird Studios em Nashville por nos deixar usar o seu incrível espaço para criar, e por nos fazer sentir como parte da família. Agradecimentos especiais a John e Martina McBride (pelo incrível funcionamento do estúdio, e pelo BBQ [churrasco]!), Nathan Yarborough - o melhor e mais doce assistente de engenharia de qualquer lugar e a todos os estagiários que me deram o caminho para casa. Também, obrigada a todos os nossos amigos da S.I.R Nash - vocês foram uma parte muito importante do trabalho. Da escrita e pré-produção aos ensaios e performaces, tudo aconteceu na grande sala no final do corredor! Obrigada por serem tão bons conosco. Grande amor à Nick Raskulinecz, o homem com o projeto. Obrigado por acreditar em mim, pelo empurrão, por me fazer mais forte, por me rachar e saber quando dizer HELL YEAH!! Obrigada, Paulo Figueroa: Extraordinário engenheiro, cozinheiro mestre e campeão de boliche! Obrigada, Terry, Tim, Will e Troy por estarem a minha volta, por trazerem idéias criativas à mesa e, acima de tudo, por torná-lo BARULHENTO! Muito obrigada, David Campbell, Dave Eggar e todos os músicos de cordas. Obrigada, Chris Vrenna, você é demais! Obrigada, Will B. Hunt pela inspiração, os bons tempos e a música muito especial que fizemos juntos. Obrigada, John Nicholson, uma das minhas novas pessoas favoritas! Também, obrigada a Phyllis Sparks e Mike Simmons. Obrigada, Dave Fortman, por seus conselhos, apoio e amizade ao longo da minha carreira. Obrigada, Diana Meltzer por descobrir-me e sempre me apoiar! Obrigada, Josh, por apoiar e incentivar-me a ser corajosa e lembrar-se do amor, acima de tudo. Obrigada, Mãe, Pai, Carrie, Lori e Robby por serem meus maiores fãs e sempre me apoiarem, me fazendo sentir segura quando a vida fica difícil e por me levar a Disney World, não importa quantos anos eu tenha! Amor a todos da minha maravilhosa família - Eu sou muito abençoada. Tenho que dar um grito para a minha garota, Beth! Obrigada por ser alguém que eu possa sempre contar. Eu não posso esperar para rir pelo mundo todo com você mais uma vez! Obrigada, Zach e Stacy Williams, por sua amizade e sua inspiração. Obrigada, Eddie "Muscles" Mapp (por ser impressionante). Obrigada a todos da Wind-Up Records por trabalharem tão duro por nós e lançarem este álbum. Obrigada, Andy Lurie por todo seu duro trabalho e apoio. Obrigada, Igoe Chrissy e todo o restante da 110 Management. Obrigada, Gary Haber e Patty Wicker por tudo o que você faz por mim! Obrigada, Ken Ewing, Sheryl Rowling e Steve Baron. Um agradecimento muito especial aos nossos fãs, por ouvirem a nossa música, por deixá-la pegar um lugar em vossos corações, por compartilhar suas vidas com a gente e por fazer tudo isso possível.

Terry gostaria de agradecer:

Minha melhor amiga e amor Codi, Mãe & Chuck, família Alvarez, família Balsamo, MJ Denton, Adams Família, Amy, Will, Tim, Troy, Andy Lurie & Christina Igoe @ 110 Management, Josh Hartzler, Chris Vrenna, Laurie Soriano, Nick Raskulinecz, Paul Fig, Nathan Yarborough, Warren Riker, Kevin “Chief” Zaruk, Scotty Wrecked, Tony Higbee, Blackbird Studio, SIR Nashville, Rivers Fria Sam, Franko Carino, John Otto, Chris Flores, Mike Magners , Richie Surrency, Jason Lowe, Mike Vegas, Gregg W. & Ed V. @ Windup, Diana Meltzer Jonar & Steph, DJ Jenny, Martin Connors, Mark Currie, Jay N., Ibanez, Mesa Boogie, Gibson e Amy, tem sido um caminho desgraçado, mas aqui estamos novamente e sente-se muito bem, te amo!

Tim gostaria de agradecer:

Ashley Dunlop (pelo apoio, amor e profunda inspiração constante), minha mãe Susan McCord e meu pai Charles Robert "Bass Bob" McCord, pois sem eles eu não existiria. Mãe, por ser a mais doce mulher do mundo! E pai, por colocar a minha primeira guitarra em minhas mãos. Meu irmão mais velho, Matt McCord, por ser minha primeira influência musical e um maravilhoso irmão. Meu avô e herói Harry "Bud" Latchford. Um enorme obrigado a Amy, Terry, Will e Troy pela experiência verdadeiramente de honra por ser capaz de criar com tais músicos incríveis e talentosos. Andy Lurie e a família Lurie. Obrigado a Nick Raskulinecz - whaaaaaaaaaat? Paul Figueroa, Nathan Yarborough e Mike Simmons. John, Martina McBride e todos do Blackbird Studios em SIR Nashville, Wind-up Records, Beth Wilson, Eddie Mapp, Todd Wilber, a família Wilber, Aram Deradoorian e a tripulação NYC: Andrew Pettit, Robert Medkeff, Benny "Burrito" Quesnall e Nikko Nomikos. Recém-nascido Gabriel, Tim "T2" Nansel, Kevin Anderson, Shawn Carrano e The Artery Foundation, David e Tammy Lasich, Sara Dunlop, Brett Sublett e Rubicon Brewing Co. Sacramento, Ca. Derek Brooks em Ernie Ball, Steve Dochraedon, SF Papalote e o San Francisco Giants. Por último, mas não menos importante, os fãs! ... Muito obrigado pelos anos de dedicado apoio, é incrível saber que temos a melhor base de fãs do mundo!

Will gostaria de agradecer:

Minha Linda esposa Danielle e minha filha Laila por me amarem de verdade e por serem as estrelas mais brilhantes da minha vida; Deus, por me dar força e ser meu guia, Mamãe, George, Dr. Bill, Ann, e minha família inteira!!!; Todos os meus amigos; meus parceiros do Evanescence; Eu toco bateria da Pearl, chimbais Zildjian, peles da Remo, bato nelas com baquetas Vater, e levo tudo isso em estojos clássicos porque eu quero o melhor. Muito, muito obrigado Mike F, Kevin B, Sarah M, Chad B, e Paul, e Nathan por ajudarem nessa gravação ÉPICA! Andy e Chrissy no 110; os fanáticos por Evanescence, S.I.R. Nashville; todas as bandas que eu tive sorte de estar em turnê, tocar e gravar nos últimos 4 anos (e seus fãs e público); todo mundo que me levantou quando eu precisei – agradecer não é o suficiente! Deus os abençoe!!! Gostaria de dedicar minha performance neste álbum para meu falecido amigo Scott Schnitzer.

Troy gostaria de agradecer:

Aqui estamos nós novamente. Outra lista de agradecimento. Alguns de vocês pode não entender o quão difícil pode ser fazê-la. Então, farei-a curta e doce. Eu gostaria de agradecer minha linda esposa, Amy, e meu incrível filho Michael, por serem pacientes e por me amarem mesmo quando eu esqueço algumas coisas importantes... Vocês dois me fazem querer ser uma pessoa melhor. Também, gostaria de agradecer Amy Lee, Terry, Tim e Will. Minha mãe e meu pai, Teresa e Brian, Mandy, Zach Porter, Lucky e o GG, John, Michelle, Ian e Evan, Dave Perez, Ray e Janet Colon-Lopez. Todos da Wind-up records, Andy Lurie e todos do 110 Management, Nick Rasculinez, Paul Fig & Nathan Yarborough, Randy Staub, John & Martina McBride, todos da Blackbird studio’s, Ray Gonzalez, Paul Reed Smith, Winn Krozack, Grover Duvall, Beverly Fowler e Len Johnson da Paul Reed Smith Guitars, Andy Fuchs, Annette Fuchs and Debra Muller da Fuchs Amplification, Scott Uchida and John Ferrante da Dunlop, David Lienhard da Dean Markley Strings, O USO e todos das nossas Forças Armadas, Tony Higbee da Guitar Center em Nashville, O Road Crew, O EvClub e todos os fãs fantásticos que fazem tudo isso valer à pena. Vocês são todos muito apreciados. Eu sei que há muita gente fora da lista, mas vocês não me ajudaram a fazer esse album, ha-ha. Eu ainda amo vocês.

8 de dezembro de 2011

'Evanescence' entre os mais vendidos de 2011

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Na lista feita pelo site americano Perez Hilton com os melhores desempenhos em venda do ano de 2011, o álbum Evanescence (outubro) ficou na décima sexta posição. Ao que tudo indica, o número de vendas refletem o mercado norte-americano. Confira:
Adele "21" … 4,673,000
Justin Bieber "My World 2.0" … 2,970,000
Demi Lovato "Unbroken" … 195,000
Coldplay "Mylo Xyloto" … 755,000
Justin Bieber "Underneath the Mistletoe" … 533,000
Maroon 5 "Hands All Over" … 796,000
Lady GaGa "Born This Way" … 1,948,000
Taylor Swift "Speak Now" … 3,776,000
Nicki Minaj "Pink Friday" … 1,663,000
Rihanna "LOUD" … 1,547,000
Beyonce "4" … 940,000
Bruno Mars "Doo-Wops & Hooligans" … 1,340,000
Britney Spears "Femme Fatale" … 713,000
J. Lo "Love?" … 287,000
Pitbull "Planet Pit" … 265,000
Evanescence "Evanescence" … 249,000

2 de dezembro de 2011

Baterista escolhe três faixas favoritas

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O baterista Will Hunt respondeu a uma pegunta do site MusicRadar sobre quais músicas do Evanescence não devem faltar quando estão palco. Leia abaixo o que ele respondeu:
Made of Stone: "Eu realmente adoro tocar 'Made of Stone', é música foda para tocar. Ela começou como algo completamente diferente e tornou-se algo muito pesado, escuro e grande sonoridade"

Never Go Back: "Realmente amo tocar 'Never Go Back', é música de brutamontes, realmente para mandar ver. Essa é uma música que Amy Lee (vocalista) e Tim McCord (baixo) foram comer e Terry Balsamo (guitarra) e eu ficamos para trás e, quando eles voltaram, tivemos a maior parte dessa música pronta. É uma das mais pesada e certamente uma das mais aceleradas músicas do álbum"

Going Under: "Eu ainda gosto de tocar essa canção mais antiga. Eu gosto de tocá-la como a segunda música do nosso set"

1 de dezembro de 2011

[Enquente] Billboard: Melhores e Piores de 2011

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O site da Bilboard está com uma enquente para que os leitores escolham os melhores e piores de 2011. Evanescence se encontra em duas dessas categorias: "Álbum Favorito no Número #1 da Billboard 200" (álbum Evanescence) e "Melhor Retorno". Para computar seu voto, você deve selecionar seus escolhidos, seguir até a segunda página e clicar em Submit. A enquete irá até a meia-noite do dia 8 de dezembro e os nomes vencedores no dia 12 do mesmo mês.

29 de novembro de 2011

Top 10 dos álbuns de rock de 2011

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O álbum Evanescence ficou em segundo lugar no ranking dos melhores álbuns de rock lançados em 2011, pelo site Loudwire.
Há um bom tempo desde que ouvimos sobre Evanescence, e eles voltam em grande estilo em 2011. Seu terceiro álbum auto-intitulado chegou ao topo do chart da Billboard 200, quando estreou em outubro, e já produziu o hit de rock pesado "What You Want". O disco mostra que a voz da cantora Amy Lee está tão hipnótica como de costume, ao mesmo tempo mostrando as habilidades de diversas música do resto da banda.

Fonte: Loudwire | Obrigado, @Augusto_ev

27 de novembro de 2011

Imagem: 'Evanescence Deluxe Japan Edition'

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Imagem da versão japonese do álbum Evanescence, sua versão deluxe, Evanescence Deluxe Japan Edition CD + DVD.

26 de novembro de 2011

Amy: "Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno"

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A seguir, scans e tradução da entrevista feita com Amy Lee à revista Rock Sounds. Na entrevista, processo de gravação do novo álbum e o retorno da banda da banda são os assuntos mais enfatizados. Confira:
O retorno da rainha

Amy Lee e Evanescence estão de volta – Passaram-se anos desde seu auge mas, como músicas de rock são descobertas, o futuro parece brilhante novamente.

Em 2007, o Evanescence era mais que uma banda – eles eram uma força imparável. Tendo vendido mais de 20 milhões de álbuns ao redor do mundo, sobrevivido à partida de um dos membros fundadores no auge de sua fama (o guitarrista e compositor Ben Moody, que saiu de repente em 2003 no meio de uma turnê em Berlim) e percorrido o mundo várias vezes ao longo de shows lotados, o mundo era deles por assim dizer.

Mas tudo o que a vocalista Amy Lee queria era se esconder. Quando seu guitarrista e baterista saíram no mesmo ano – seguindo a partida do baixista Will Boyd em 2006 – Lee decidiu que bastava. Evanescence, uma das bandas de rock mais bem sucedidas da última década estava oficialmente em um hiato.

“Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno”

“Para ser honesta, eu fugi por um tempo.” Amy diz, “Eu amo música e amo essa coisa que criamos, e isso era realmente uma parte enorme da minha vida, mas eu precisava me afastar para lembrar o motivo de eu amar isso em primeiro lugar. No final da turnê eu estava farta disso. Eu só queria ir para casa. E eu não queria me sentir assim em relação a isso...”

Quatro anos depois, e o ânimo de Amy não poderia estar mais diferente. Ela é amigável, tagarela, otimista e cheia de um entusiasmo contagiante e, o mais importante, ela mal pode esperar para voltar à estrada. “Eu estava fazendo uma lista ontem de todos os países que ainda não visitamos,” ela sorri, “então eu posso enviá-los para nossa agência de reservas e fazer deles uma prioridade!” A outra prioridade é se reconectar com a base de fãs que não perderam a oportunidade de deixá-la sabendo o quanto o Evanescence significa para eles.

“Nós somos tão gratos por eles,” ela suspira “No último ano e meio que viemos falando com os fãs sobre o nosso retorno, temos visto mais e mais deles vindo. E a presença deles depois desse intervalo tem sido uma bênção, um presente.”

Os fãs, pelo que parece, têm sido extremamente pacientes. E por uma boa razão, porque o quinteto – composta pelo ex-guitarrista do Cold Terry Balsamo, pelo baixista Tim McCord, guitarrista Troy McLawhorn e o ex-baterista do Black Label Society Will Hunt – estão de volta ao trabalho. Como você sabe até agora, o auto-intitulado terceiro álbum do Evanescence é um desafio, com todo o épico e extenso alcance que fez de Fallen (de 2003) e The Open Door (de 2006) um sucesso tão grande.

“Muito da minha inspiração dessa vez foi me apaixonar de novo pelo Evanescence, e uma parte disso é pensar no fato de que os fãs ainda estarão lá e ouvindo que isso ainda é importante para as outras pessoas da mesma maneira que é para nós”, Amy explica “Há um sentimento positivo de nos reunirmos com cada um [da banda] e com nossos fãs e eu sinto que isso se reflete completamente no registro. “

“Esse sentimento,” ela continua, “é como se fosse a primeira vez para a gente, quando estávamos fazendo música pela primeira vez, desejando conseguir um contrato com uma gravadora, escrevendo o melhor que podíamos e fazendo o possível para conseguirmos com que esse sonho impossível se tornasse realidade. Em The Open Door nós sabíamos que tínhamos permissão para fazer qualquer coisa que queríamos e simplesmente fizemos assim, porque estávamos apenas sucedendo o Fallen. Dessa vez, “ela observa, “passou tanto tempo e tivemos meio que um começo difícil. Então sentimos que tínhamos que lutar um pouco pelo nosso retorno de vez em quando”

A História

Amy conta sobre como o Evanescence voltou a sua existência fazendo seu som soar um pouco como uma superação. Depois de anunciar o hiato em 2007, a exausta vocalista voltou para sua casa em Nova York – um dos únicos lugares do mundo onde ela pode se sentir uma anônima – para seu novo marido.

Ela imediatamente abraçou o que ela chama de “apenas ser humano” – ela cozinhou, decorou seu apartamento, bebeu vinho com os amigos, e finalmente cumprindo um desejo de muito tempo, aprendeu a tocar harpa. Ela também levou algum tempo necessário para apreciar a música do outro lado da “barreira”. "Eu fui e vi a música em vez de ser o indivíduo no palco. Eu tenho que ser a garota no meio do grupo", diz ela. Mas ao mesmo tempo que estava fazendo o que ela chama de coisas normais, algo extraordinário começou a acontecer, Amy começou a compor música em casa – ‘cambaleando(?)’ ela diz – e num primeiro momento, ela estava apenas escrevendo para si mesma. Experimentando e permitindo a música vinda "a partir de um monte de lugares diferentes". Às vezes, se ela estava na maré de sorte particular, canções viriam duas de cada vez. "Eu faço isso." Amy explica de seu processo de composição. "Eu deito na cama com meus fones de ouvido, me caso com a música, no amor com a música. Minha vida é essa demonstração por um tempo. E uma vez que começou a acontecer comigo de novo era uma obsessão. É como uma droga - eu preciso de mais do que sentimento. Assim, a composição tornou-se minha vida diária...

E então aconteceu. "Eu comecei mais e mais a ter esse sentimento". Amy continua, "como um sentimento nostálgico, faltava a banda e percebi que havia tantas peças do Evanescence que continuavam naquilo [a música que eu estava escrevendo]. É realmente como uma parte de mim, não apenas uma parte que eu estava tocando”.

“Eu sempre lembro”, enfatiza Amy, “que eu nunca vou querer lançar algo ate eu estar completamente maravilhada e orgulhosa, para o ponto em que eu não queira lançar algo que não tenha chances de ser melhor do que qualquer outra coisa que já fizemos”

“Fizemos um grande esforço para que todas as coisas se encaixassem na maneira correta. Eu demorei mais de um ano após o falso início da banda para retornar ao estúdio, porém, isso eventualmente aconteceu finalmente”. Entre março e julho deste ano, Evanescence gravou seu terceiro album em Nashville no Bluebird Studios com Nick Rasckulinecz na cadeira de produção. Nick ja trabalhou com Foo Fighters, Deftones, Alice in Chains e Marlyn Manson, mas a Amy queria trabalhar com ele logo que o conheceu, porque ele tinha uma grande energia. Agora o ‘’Evanescence’’ está completo, Amy acredita que o contratempo que ocorreu no início das gravações foi realmente uma benção.

Através da luta e do pouco de mágoa (coracão partido), tivemos que passar a fazer tudo isso, nós criamos a profundidade que estava faltando em algumas das canções. Eu senti como se eu tivesse batido lá no fundo por um minuto, mas a partir daquele momento eu escrevi algumas das minhas músicas favoritas no álbum - como "Lost in Paradise". Lembro-me de escrever aquela música e pensar "Eu não sei se eu posso fazer isso 'e apenas estar, simplesmente sozinha, quebrada e tocando piano, cantando palavras que saíram da minha boca sem nada realmente censurá-las".

Ela fez uma pequena pausa. "Eu só estava fazendo isso por mim e sozinha, chorando. E eu me lembro de ter pensado. 'Wow, isso é muito cru". Letras e músicas são minhas tomadas, são a minha saída - é sempre assim, desse jeito. Mas agora há um pouco de angústia, desafio e dor no album. É definitivamente um pedaço de profundidade".

Perguntei a Amy o que ela quer as pessoas tirem como licãoo desse album? E, sua resposta é simples, mas profunda.

“Eu só espero que eles sintam o que eu sinto”, ela diz. “Sempre sou realmente profunda nas músicas, elas significam muito para mim pessoalmente (para a minha personalidade). Mas a coisa legal que eu tenho experimentado é que quando você está compartilhando isso e você sai em turnê e você está em algum país realmente longe a um milhão de milhas de distância, onde eles não falam Inglês, e eles estão cantando de volta para você, que isso e importante pra eles tanto quanto e para nós. Você pode ver em seus olhos que sentem o que você sente, que isto esta além da linguagem. Que é tão incrível. "Amy para brevemente e sorri. "E quando eu realmente sinto, 'Hey - missão cumprida".


Créditos: @EvShadow

25 de novembro de 2011

Amy Lee: "Me desculpe, eu sou humana"

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Scans da revista Grita Mexico que trouxe uma matéria especial com o Evanescence, através de uma entrevista concedida por Amy Lee. Na entrevista, Amy Lee fala sobre o processo de gravação composição do novo álbum, turnê, planos para ter filhos e sobre duas músicas emblemáticas: Lost In Paradise e Your Love.

As melhores coisas não são fáceis e este terceiro álbum não foi fácil, com a entrada e saída dos integrantes em sua formação e após uma turnê cansativa, Amy decidiu que era melhor ter tempo para saber o sucessor de The Open Door.

Grita: A última vez que conversamos foi há quatro anos. Como você se sente no México novamente?

Amy: Temos um ótimo relacionamento com os nossos fãs no México e me sinto ótima estar de volta e recapturar esse sentimento, estou obviamente feliz com o lançamento do novo álbum e é muito bom retomar um contato com eles.

G: Que sentimentos o levaram a, finalmente, ser este álbum?

É um grande alívio, estávamos trabalhando há muito tempo, escrevendo, é bom fazer e receber tudo isso. Estou morrendo de vontade de compartilhá-lo em toda parte.

G: Como começou a história do álbum Evanescence?

Quando eu terminei a turnê, eu não faria nada, não sei se eu queria fazer um disco ou não. Desde minha adolescência, eu passei muitos anos sendo consumida pelo Evanescence, então eu precisava saber quem eu era sem a banda, a razão pela qual eu fiz todos esses álbuns, porque é certamente muito importante para mim, algo honesto. Eu cresci e eu não estou exatamente a mesma pessoa quando eu escrevi o Fallen (2003), mas ainda existem algumas músicas que estão dentro de mim. Então eu deixei tudo para trás, e voltou naturalmente, eu era capaz de apreciar tudo isso muito mais do que antes. Definitivamente tentei várias coisas diferentes e era inevitável, quanto mais eu trabalhava, mais animada e louca eu pensava no Evanescence. Eu ainda amo essa banda, então eu comecei a escrever material com Tim e com os caras e era bom estar de volta. Totalmente concluí mais uma vez, embora tenha demorado bastante tempo.

G: Você definiria fácil ou difícil o processo de criação desse álbum?

Difícil. Era como trabalhar, trabalhar, você vai, pensa em outra coisa e volta para o que estava fazendo. Eu não estou falando sobre ser perfeccionista, mas se eu tiver em mente uma idéia forte do que eu quero, leva tempo para chegar a isso e foi ótimo encontrar o som de muitas dessas canções. Uma música poderia ter umas três versões em um dia, olhando se todos os elementos estavam no lugar certo. Embora houvesse momentos em que era muito simples, tinha diversão, nos divertindo trabalhando juntos, tocando juntos, mas geralmente não é assim como fazemos.

G: Foi um desafio?

Normalmente eu não estou escrevendo com a banda. Antes era eu e Terry ou eu e Tim, é como eu me sinto mais segura, não compartilhar muito. Então eu disse, eu tenho que ser corajosa e eu posso, eu sou músico bom o suficiente para se sentar e fazer um estudo, especialmente quando todos estão oferecendo suas idéias. Fui mais fundo na música: guitarras, baixo, piano, bateria, tudo ao mesmo tempo criando, misturados na hora certa. Eu precisava que esse álbum fosse uma energia ao vivo e, obviamente, nós adicionamos orquestras, sintetizadores, e todos os cronogramas de produção, que resultou em algo especial. Depois, passei todas as fases, a última foi com a banda e eu estou mais animada, fizemos um disco mais pesado.

G: No início, nós sabíamos que seria um álbum com uma abordagem mais eletrônica, de onde veio isso?

Começamos com a idéia de fazer um álbum mais eletrônico com programação e sintetizadores, mas sempre foi uma parte importante do Evanescence e ainda está em algumas canções.

G: Amy Lee é uma figura e nós sabemos que às vezes não tem sido fácil para você lidar com a fama, como você se sente?

É intimidador ao mesmo tempo e eu tenho experiência para não sentir tanto medo. Obviamente, eu preciso de uma pausa e é estúpido todo mundo querer me criticar. Às vezes, você diz coisas estúpidas, mas quando você é famoso é um ataque cardíaco, me desculpe, eu sou humana, não pensava muito no que eu dizia na época. Eu costumava ter mais medo sobre isso, mas agora estou corajosa.

G: Atualmente você vive em Nova York, lá você pode passar despercebida?

Sim, é ótimo. Lá se pode, a atitude é legal e não louca. Você pode se reconhecido, eles dizem: ‘eu amo sua música’ e continuam andando, é incrível. Também me fez sentir muito bem gastando o tempo com minha família, porque quando você está nessa turnê, você perde muitas coisas… ser uma boa filha, irmã, neta.

G: Muitos de seus fãs estão se perguntando se você gostaria de ser mãe em breve.

Não agora, porque estou em turnê, mas eu adoro crianças e com certeza gostaria de ter um bebê. Faz parte do meu sonho, mas agora eu estou vivendo esta fase do álbum primeiro.

G: Que lição que você deixou esse álbum?

Foi a humildade. Entendi que não estou certa o tempo todo, eu percebi que estava errada e que estava tudo bem para tentar novamente e, às vezes não tomar a melhor decisão pode ser difícil, mas o melhor para você.

G: Vamos ver o Evanescence ao vivo em breve?

Estávamos no Rock In Rio, estamos também indo primeira vez em Porto Rico, em seguida, voltamos para os EUA, então a Europa e teremos um descanso para o Natal. Então, em janeiro iremos para o Japão e Austrália. México poderia ser para a Primavera. Nós definitivamente queremos voltar aqui, é sempre bom fazer um show no México e os fãs são tão apaixonados e bonitos, nós os amamos.

G: Com tanto material que você tem por aí, há uma possibilidade de lançar um álbum solo?

Algum dia, especialmente agora que eu escrevi músicas que eram mais para um álbum solo do que para o Evanescence. Poderia ser incrível lançar essas músicas em algum momento. É possível. Eu sempre dizia não, porque era esperado que a vocalista fizesse um álbum solo, mas eu não me importo com o que as pessoas dizem. Em algum momento eu vou fazer um álbum solo.

G: O que você gostaria de dizer aos seus fãs mexicanos?

Já estou ansiosa para vê-los novamente, definitivamente voltar para a turnê, obrigado por lembrar-se de nós e nos amar depois de todo esse tempo e nos apoiar sempre.

Músicas emblemáticas:

Lost in Paradise: “É uma das minhas músicas favoritas, porque é diferente, é a mais íntima, mais próxima ao meu coração, as letras são muito especiais para mim, é muito difícil, foi difícil gravá-la, eu passei muito tempo a escrevendo, mas também sugere a idéia inicial muito rápido. Era difícil cantá-la por aquilo que ela diz, mas é ótimo.”

Your Love: “É uma música que não foi gravada profissionalmente. Tenho uma demo em casa, mas não gravamos para o álbum, porque é algo diferente, tem um sentimento diferente que eu não colocaria para este álbum. É uma grande música e definitivamente vou gravá-la algum dia.”

Via: @NewsEvans

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