Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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14 de outubro de 2012

Em Fortaleza, 25 mil se despedem do Evanescence

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Maior público da turnê brasileira, que passou por cinco capitais, e agora segue pela América Latina
Rock em Geral destaca despedida do Brasil em Fortaleza (Ceará Music), com público de 25 mil pessoas. Turnê latino-americana prossegue com shows no Paraguai, Argentina, Chile, Peru, Colômbica, Panamá e Costa Rica.  
Em Fortaleza, 25 mil se despedem do Evanescence
Grupo tem o maior público da turnê brasileira, que passou por cinco capitais, e agora segue pela América Latina.

Um público estimado em 25 mil pessoas se despediu da turnê brasileira do Evanescence, ontem, em Fortaleza. O grupo foi a atração principal da noite de encerramento do Ceará Music, na Arena do Hotel Marina Park, e recebeu a maior plateia em toda a turnê pelo Brasil. Foi também a primeira vez de Amy Lee e seus acólitos na cidade, e a segunda no Nordeste; na quinta, o grupo tocou no Recife (veja como foi).

No show, a surpresa veio no bis, com a inclusão da música “Your Star”, do segundo álbum do grupo, “The Open Door”, fora do repertório desde 2007. Em compensação, a canção “If You Don’t Mind”, uma das sobras desse mesmo álbum, preparada para essa turnê, ficou de fora. No total, o grupo tocou uma música a menos (16, e não 17), em relação aos outros shows da turnê brasileira.

Na mesma noite ainda se apresentaram, no Palco Nações - o principal - Agridoce, Simple Plan e O Rappa, antes do Evanescence, e The Used e Biquini Cavadão, depois. As atrações foram apresentadas pelo ator global Caio Castro. As informações são do diário “O Povo” e do “Ego”.

A turnê do Evanescence começou em Porto Alegre, no dia 4 (saiba mais), passou pelo Rio, no sábado, dia 6 (resenha aqui) e São paulo, no domingo, dia 7 (veja como foi).

Os shows pelo Brasil estão entre os últimos da turnê do álbum “Evanescence”, o terceiro do grupo americano, lançado no ano passado, e que marca o retorno com uma nova formação. Além da cantora Amy Lee, líder do grupo, estão na atual formação Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria). Agora, o grupo tem outras sete datas na América Latina, incluindo países como Argentina, Chile e Peru, e mais quatro no Reino Unido, até o início de novembro.

Esta pode ter sido a última oportunidade para os fãs brasileiros verem o Evanescence tocando ao vivo, uma vez que a líder da banda, Amy Lee, disse recentemente que a banda pode entrar em um recesso no final dessa turnê. “Eu realmente não tenho certeza do que faremos em seguida”, disse a cantora (leia matéria aqui).

Amy também sugeriu que pode se aventurar por uma carreira solo, segundo ela, com músicas “não guiadas por guitarras em volume alto” (saiba mais aqui). Curiosamente, o Evanescence, antes do lançamento do novo álbum, passou por uma parada de cinco anos, no qual o grupo foi todo reformulado.

O Evanescence foi uma das atrações do Rock In Rio, realizado no Rio, há pouco mais de um ano (veja como foi), quando mostrou boa parte do novo repertório - 13 músicas. Durante o festival, Amy Lee concedeu uma entrevista a este Rock em Geral; leia aqui. Antes, Amy Lee e acólitos vieram ao Brasil em 2009, em show atemporal em São Paulo, no Festival Maquinaria, e em 2007, quando tocou no Rio (veja como foi) e na capital paulista.

Veja abaixo a lista com as músicas tocadas ontem, em Fortaleza:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- Call Me When You’re Sober
13- Imaginary
14- Bring Me to Life
Bis
15- Your Star
16- My Immortal

11 de outubro de 2012

Evanescence inclui música obscura no show de SP

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Amy Lee aponta a apresentação como a ‘favorita em todos os tempos’
“Evanescence voltou a surpreender o público, com a inclusão de “Disappear”, música que aparece na versão “deluxe” do mais recente álbum, que leva o nome da banda” — Review Rock em Geral, São Paulo.

Evanescence inclui música obscura no show de São Paulo
Amy Lee aponta a apresentação como a ‘favorita em todos os tempos’; turnê continua no Recife e em Fortaleza. Foto (show do Rio): Luciano Oliveira.

No terceiro show da atual turnê pelo Brasil, o Evanescence voltou a surpreender o público, com a inclusão de “Disappear”, música que aparece na versão “deluxe” do mais recente álbum, que leva o nome da banda. O grupo também voltou a tocar a canção “If You Don’t Mind”, uma das sobras do álbum “The Open Door”, de 2006, como fez nos shows de Porto Alegre, pela primeira vez na história (saiba mais), e do Rio (resenha aqui). O número foi preparado especialmente para os fã brasileiros.

O show aconteceu neste domingo (7/10), no Espaço das Américas e, como é hábito no Brasil, foi marcado pela emoção. A apresentação foi apontada pela líder da banda, Amy Lee, como uma das melhores da banda. “Foi um dos meus shows favoritos em todos os tempos. Só me arrependo de não ter filmado”, disse a cantora, após a apresentação, no twitter. A abertura foi do grupo The Used.

Agora, a turnê passa pelo Recife, que recebe o grupo na quinta, dia 11, no Chevrolet Hall; e Fortaleza, como atração do Ceará Music, no sábado, dia 13. Ainda há ingressos para todos os shows.

Os shows pelo Brasil estão entre os últimos da turnê do álbum “Evanescence”, o terceiro do grupo americano, lançado no ano passado, e que marca o retorno com uma nova formação. Além da cantora Amy Lee, líder do grupo, estão na atual formação Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria). Depois do trecho brasileiro, o grupo tem outras sete datas na América Latina, incluindo países como Argentina, Chile e Peru, e mais quatro no Reino Unido, até o início de novembro.

Esta pode ser a última oportunidade para os fãs brasileiros verem o Evanescence tocando ao vivo, uma vez que a líder da banda, Amy Lee, disse recentemente que a banda pode entrar em um recesso no final dessa turnê. “Eu realmente não tenho certeza do que faremos em seguida”, disse a cantora (leia matéria aqui).

Amy também sugeriu que pode se aventurar por uma carreira solo, segundo ela, com músicas “não guiadas por guitarras em volume alto” (saiba mais aqui). Curiosamente, o Evanescence, antes do lançamento do novo álbum, passou por uma parada de cinco anos, no qual o grupo foi todo reformulado.

O Evanescence foi uma das atrações do Rock In Rio, realizado no Rio, há pouco mais de um ano (veja como foi), quando mostrou boa parte do novo repertório - 13 músicas. Durante o festival, Amy Lee concedeu uma entrevista a este Rock em Geral; leia aqui. Antes, Amy Lee e acólitos vieram ao Brasil em 2009, em show atemporal em São Paulo, no Festival Maquinaria, e em 2007, quando tocou no Rio(veja como foi) e na capital paulista.

Veja abaixo o set list tocado ontem, em São paulo, e, em seguida, o serviço de cada cidade:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- If You Don’t Mind
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life

Bis

16- Disappear
17- My Immortal

Serviço
Recife
Chevrolet Hall: Rua Agamenon Magalhães, s/n – Complexo de Salgadinho – Olinda
Dia 11/10, quinta
Preços: R$ 180 (1o lote), R$ 200 (2o lote) ou R$ 220 (3o lote)
Infromações e vendas: www.ingressorapido.com.br (a partir de 16 de agosto)

Fortaleza
Ceará Music: Marina Park Hotel
Data: 13/10, sábado
Preços: R$ 198 (Brazuca Pista) ou R$ 360 (Brazuca Frontstage Burn)
Informações e vendas: www.cearamusic.com.br 

RG: Muita emoção e boa performance vocal

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Amy Lee: muita emoção e boa performance vocal, nas partes mais arrojadas e nas mais suaves
“A diferença entre o show do Rock In Rio, um dos primeiros da turnê, há um ano, e o desta sexta, é brutal. A banda insegura, com vocalista hesitante ao mostrar as novas músicas se foi, e deu lugar a um grupo coeso que teve uma evolução monstruosa, daquelas que só o palco e a estrada podem dar” — Review Rock em Geral, Rio de Janeiro.
Despedida
Em fim de turnê, Evanescence mostra grande forma e emociona plateia, antes de entrar em anunciado recesso. Fotos: Luciano Oliveira.

Uma imagem tocante. Amy Lee se senta para tocar piano bem na frente do palco e faz o pedido especial para que todos cantem junto – “sei que vocês vão cantar de uma forma ou de outra” – o sucesso “My Immortal”. Uma chuva de papel picado cai sobre a plateia, que aos berros, é tomada pela emoção, quando a banda toda entra, no gás. Era o fim da apresentação do Evanescence, ontem, na cheia HSBC Arena, no Rio. Mais que isso, o tom era de despedida, dadas as últimas notícias (leia aqui) que apontam para um novo e indeterminado recesso da banda.

Uma pena. Porque no show de ontem é que esse novo Evanescence, cuja formação se configurou para o lançamento do terceiro álbum e se consolidou durante a turnê, mostrou que está realmente afiado. A diferença entre o show do Rock In Rio, um dos primeiros da turnê, há um ano, e o desta sexta, é brutal. A banda insegura, com vocalista hesitante ao mostrar as novas músicas se foi, e deu lugar a um grupo coeso que teve uma evolução monstruosa, daquelas que só o palco e a estrada podem dar. “Rodamos o mundo todo desde que estivemos aqui, no ano passado. É muito bom estar de volta em casa”, disse a animada Amy Lee, antes de mandar “The Other Side”. A música recebe um renovado trabalho de guitarras de Troy Mclawhorn e revela uma cozinha pesadíssima, capitaneada, sobretudo, pelo batera Will Hunt, em grande forma.

O repertório do show foi o mesmo da apresentação de Porto Alegre (veja aqui), que marcou o início dessa turnê pelo Brasil, com a ordem das músicas sendo alterada. O roteiro prevê, no primeiro terço do show, a colocação do piano no meio do palco, quando se destaca a dobradinha “Lost In Paradise”/“My Heart Is Broken”. A primeira, omitida da última vez, supera o limiar do brega e realça a performance vocal de Amy Lee; é de impressionar como a mocinha mantém a afinação, tanto nas partes mais arrojadas quanto nas mais suaves. Na segunda, de refrão pegajoso, é o público quem aparece, erguendo balões vermelhos em forma de coração que são estourados após o término da música. Em cada braço da vocalista uma bandeira, uma do Brasil e outra da Argentina, fichinha perto da saia com bandeiras de vários países, como se fosse o pátio da ONU.

Sete músicas do novo álbum (resenha aqui) foram incluídas no set, com a troca de “Sick” por “Oceans”, em relação ao show do Rock In Rio (veja como foi). O que não precisaria ser feito, caso o show se estendesse um pouco mais; convenhamos que uma hora e 20 minutos é pouco para quem tem uma carreira de sucesso como a do Evanescence. A compensação do vem com a intensidade com que as músicas são apresentadas. A prova disso está na própria “Oceans”, cuja evolução instrumental é grandiosa, causando surpresa até para fãs de longa data, que não se furtaram e cantar cada verso da letra, mesmo sob o peso cavalar imposto pela banda. A base pesada do guitarrista Terry Balsamo, escorado pelo baixista Tim McCord marcou a apresentação, graças à boa qualidade do som, uma constante, aliás, nos shows da Arena.

A tal música nova, “If You Don’t Mind”, uma das sobras do álbum “The Open Door”, de 2006, mal encaixada no bis, era para ser o destaque, mas pense: se nunca foi tocada, não deve ser lá grande coisa. Valeu a intenção de trazer algo inédito para o Brasil, mas a canção passou batida e poderia tranquilamente dar lugar a outra. Há sempre aquelas que fazem falta, ainda mais quando a banda tem a mania e fazer shows curtos; em 2007, no Rio Centro, também foi assim (relembre). Não dava para pensar nesse tipo de coisa, no entanto, com a porrada em que se transformou “Going Under”, a segunda da noite”; no refrão de “Whisper”, outra renovada pelo grande momento da banda; ou ainda no blockbuster “Bring Me to Life”, cantada a plenos pulmões, já no encerramento. Nem a melancolia do bis, em tom de adeus, maculou um noite para ser anotada no caderninho.

Set list completo
1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- Lacrymosa
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life
Bis
16- If You Don’t Mind
17- My Immortal

13 de janeiro de 2012

Rock em Geral comenta teaser de 'MHIB'

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O site brasileiro Rock em Geral publicou uma pequena nota sobre o teaser do vídeoclipe de My Heart Is Broken:
Evanescence: assista ao trailer de ‘My Heart Is Broken’
Vídeo estreia dia 24

Um curtíssimo trailer, com apenas 20 segundos de duração do novo clipe do Evanescence, para música “My Heart Is Broken”, está disponívelnesse endereço. O vídeo, dirigido por Dean Karr (Iron Maiden, Ozzy Osbourne), estreia no próximo dia 24, no Vevo, e na página do grupo no Facebook, somente durante a tarde. Como o Vevo não atua no Brasil, espera-se que o clipe seja publicado também no youtube. “My Heart Is Broken” é o segundo single do álbum“Evanescence”, lançado em outubro.

20 de dezembro de 2011

Evanescence é ‘Disco de Prata’ no Reino Unido

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Em matéria publicada no site brasileiro Rock em Geral, noticia-se a conquista do Disco de Prata pelo Evanescence no Reino Unido. Confira:
Evanescence é ‘Disco de Prata’ no Reino Unido
Novo álbum do grupo supera 60 mil cópias em vendas

O álbum “Evanescence”, do Evanescence, lançado este ano, superou a marca de 60 mil cópias vendidas no Reino Unido, o que dá ao grupo o “Disco de Prata”. Já nos Estados Unidos, o disco vendeu 127 mil cópias na semana do lançamento, e entrou direto no topo da parada da Billboard.

É aguardado, ainda para este ano, o lançamento do novo videoclipe, para a música “My Heart Is Broken”. O vídeo está sendo dirigido por Dean Karr, que já assinou trabalhos para Iron Maiden e Ozzy Osbourne.

6 de dezembro de 2011

ReG: Novo videoclipe do Evanescence a caminho

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Site Rock em Geral noticia novo clipe do Evanescence, My Heart Is Broken, com o diretor Dean Karr. Confira:
Novo videoclipe do Evanescence a caminho
Diretor que já trabalhou com o Iron Maiden está no comando

O novo videoclipe do Evanescence, para a música “My Heart Is Broken”, deve estrear ainda este mês. O vídeo está sendo dirigido por Dean Karr, que já assinou trabalhos para Iron Maiden e Ozzy Osbourne. A escolha da música como segundo single do álbum “Evanescence” foi revelada em primeira mão por este Rock em Geral, em entrevista feita durante a passagem da banda pelo Rock In Rio - leia a íntegra aqui. Na época, a vocalista Amy Lee foi perguntada sobre a direção do clipe, mas a escolha de Karr ainda não havia sido feita.

ReG: Versão deluxe do novo CD está confirmada

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Em nota publicada no site Rock em Geral, confirma-se a distribuição da versão deluxe do álbum Evanescence no Brasil, divulgado pela EMI MUSIC BRASIL.
Evanescence: versão deluxe do novo CD está confirmada
Lançamento sofreu atraso

A versão deluxe do novo álbum do Evanescence, “Evanescence”, será lançada no Brasil. O CD chega às lojas até o próximo dia 10. De acordo com a assessoria de imprensa da EMI, gravadora da banda no Brasil, num comunicado oficial, o lançamento não foi cancelado. “Houve apenas um atraso e o produto chegará às lojas até o dia de 10 dezembro”, diz a nota. “Todos aqueles que adquiriram o produto em pré-venda receberão tão logo as lojas sejam abastecidas”.

22 de novembro de 2011

[Rock em Geral] Review: 'Evanescence'

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Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Rock em Geral. Confira:
Parecia que não ia dar certo, mas Amy Lee conseguiu. Das cinzas de uma banda praticamente acabada, a vocalista remontou oEvanescence e conseguiu fazer um disco de banda. Ou, por outra, de uma banda comandada por quem sabe exatamente aonde quer chegar, com integrantes que sabem que têm um papel definido: cada um na sua labuta. O resultado é um disco de rock redondo, que foge dos clichês que se criaram nos subgêneros do heavy metal, desde que se descobriu que ter mulher cantando é legal - e lá se vão vinte e tantos anos. Sim, “Evanescence” flerta fortemente com o gothic metal (“Made Of Stone” que o diga), mas é, essencialmente, um disco de rock.

Começa com um single de rock – “What You Want” -, cuja introdução de bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas. Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas. “The Change”, por exemplo, não esconde a tensão típica de outras fases do grupo, mas logo deságua para um refrão impulsionado por um cantarolar marcante. Difícil não sair por aí assoviando a melodia ou mandando um “embromation” qualquer. A vocalista não economizou no drama que costuma impingir na música do Evanescence e foi muito feliz nos arranjos vocais, que, em outras oportunidades, passavam do ponto. Acontece aqui também, mas bem menos, talvez pela intromissão sadia do produtor Nick Raskulinecz, experiente com grupos de rock.

O tempo que ficou fora de cena (cinco anos sem gravar) seguramente ajudou a moça a beber em outras fontes, como o pós punk dos anos 80, de onde saiu a boa “Erase This”. Um belo trabalho de guitarras é trançado com um tecladinho colante, antes de a música crescer no maior estilo grandiloquente de Amy Lee cantar; quase que ela passa do ponto, mas quando a música volta do refrão, vê-se que ficou bem arranjada. “Lost In Paradise”, em seguida, se anuncia como uma daquelas baladaças chatas, no imite do cafona, mas, na meíuca, um elaborado trabalho de guitarras mostra outra face, mais pop e convincente. Não salva a música, mas ajuda no desafogo, em um arremate grandioso de Amy Lee, num de seus momentos mais emocionantes nesse disco.

Escondida no meio do CD, “Sick”, só pelo refrão, poderia ser o single principal no disco. Música pesada que consegue ter veia pop na medida certa, seria um belo cartão de visitas. Outra que traz o peso como característica principal é “Never Go Back”, com uma introdução cheia de guitarras. A ponte para o refrão faz qualquer sujeito bater cabeça sem perceber, até que a intermediação dos teclados amenize as coisas, numa outra boa sacada da produção. A música, assim como outras do disco, é cheia de barulhinhos ocultos, discretos até, que contribuem para o bojo das canções.

A melhor coisa do disco está numa regularidade quase plena, que inexiste nos álbuns anteriores do grupo. Não há, aqui, aquela montanha russa de músicas tão distintas que, por vezes, nem pareciam ser da mesma banda. “Evanescence” é um disco de verdade, com faixas vizinhas e que dialogam entre si, mais um mérito – repita-se - da coesão do grupo. Está longe de ser o disco do ano, mas é um recomeço e tanto para um grupo que se viu à beira do abismo. Que seja, então, bem-vindo de volta.

Review Original: Rock em Geral

11 de novembro de 2011

Promoção: CD 'Evanescence' pelo Rock em Geral

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O site brasileiro especializado em artistas/bandas de rock, Rock em Geral, lançou esta semana uma promoção a qual você poderá ganhar o novo álbum do Evanescence, de mesmo nome. A seguir, saiba como você deverá proceder para participar!
Promoção: ganhe CDs do Evanescence

Três exemplares do novo álbum serão sorteados

O Rock em Geral e EMI vão sortear três CDs “Evanescence”, do Evanescence. Para participar é preciso seguir o nosso twitter (@rockemgeral) e o twitter da EMI (@EMIMUSICBR) - atenção: é preciso seguir os dois! Depois, envie um e-mail para contato@rockemgeral.com.br, respondendo a seguinte pergunta:

Qual será o segundo single do álbum “Evanescence”?

O título do e-mail deve ser “Promoção Evanescence”, e no interior do e-mail deve ter o nome completo, com o número da carteira de identidade e o endereço do twitter do remetente. O resultado do sorteio será publicado aqui no site na quinta, dia 24 de novembro. Participem! Boa sorte a todos!


Fonte: Rock em Geral

27 de outubro de 2011

ReG: Ex-guitarrista diz que gostou do novo álbum

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Matéria publicada no site brasileiro Rock em Geral sobre o vídeo gravado por Ben Moody sobre o novo álbum do Evanescence. Confira:
Evanescence: ex-guitarrista diz que gostou do novo álbum Desafeto, Ben Moody posta vídeo comentando o disco

O ex-guitarrista e membro fundador do Evanescence, Ben Moody, postou um vídeo na internet fazendo comentários sobre o novo álbum do grupo. Moody diz que gostou mais desse disco do que de “The Open Door”, o anterior. “Eu adoro o novo Evanescence”, disse Moody, enquanto dirige um carro, com o single “What You Want” rolando ao fundo. “Gosto mais desse disco do que do ‘The Open Door’. Acho incrível. Acho que Amy e os rapazes fizeram um bom trabalho… E provavelmente vai teazer boas coisas, tanto dentro quano fora do palco”. Para assistir ao vídeo (em inglês), clique aqui.

Já vocalista do Evanescence, Amy Lee, não parece interessada na existência do We Are The Fallen, banda formada Ben Moody. Questionada por este Rock em Geral durante o Rock In Rio, a cantora quase perde o humor ao falar do assunto. “Não ouvi, não”, respondeu. “Não, nenhum comentário”, finalizou, na insistência do repórter. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista.

Além de Moody, o We Are The Falen é formado por John LeCompt (guitarras) e Rocky Gray (bateria), ambos ex-Evanescence, com a participante do “American Idol” (espécie de “Ídolos” americano) Carly Smithson (vocais). O disco de estreia, “Tear The World Down”, foi lançado em maio de 2010, em meio ao recesso do Evanescence, o que causou confusão entre uma e outra banda. Boatos davam conta que Amy Lee teria deixado o Evanescence, e dado lugar à Carly Smithson.

Matéria Original: Rock em Geral

25 de outubro de 2011

Amy Lee, do Evanescence: ‘Eu adoro a Adele’

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Nota publicada no site brasileiro Rock em Geral, diante da entrevista fornecida por Amy Lee ao site. No trecho a seguir, ela comenta sobre a cantora britânica Adele e a ausência de músicas de qualidade nas rádios.
Amy Lee, do Evanescence: ‘eu adoro a Adele’
Vocalista vê na cantora britânica a esperança de a rádios tocarem boa música

A vocalista do Evanescence, Amy Lee, está o preocupada com a ausência de música boa nas rádios americanas, mas acha que artistas como a cantora britânica Adele quebram a mesmice da programação. “Mais e mais a indústria musical vem perdendo dinheiro, e ficam mais e mais com medo de arriscar com algo que não se encaixe na idéia que eles tem de fazer um hit”, disse a cantora, em entrevista a este Rock em Geral, durante o Rock In Rio. “Eu adoro a Adele, é uma das coisas legais que está quebrando essa mesmice, isso me faz muito feliz, é sinal de que ainda há esperança. Tem muita coisa boa rolando que em algum momento vai aparecer”, completa Amy Lee.

Nota Original: Rock em Geral

22 de outubro de 2011

Amy Lee não quer falar sobre "We are the Fallen"

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Em entrevista ao Rock em Geral, Amy Lee demonstra sua indiferença para com We Are The Fallen.
A vocalista do Evanescence, Amy Lee, parece não se importar com a existêcia do We Are The Fallen, banda formada por ex-integrantes do grupo. Simpática, a cantora quase perde o humor ao falar do assunto. “Não ouvi, não”, respondeu, ao ser questionada por este Rock em Geral, numa entrevista realizada durante o Rock In Rio. “Não, nenhum comentário”, finalizou, na insistência do repórter.

O We Are The Falen é formado pelos ex-integrantes do Evanescence Ben Moody, John LeCompt (guitarras) e Rocky Gray (bateria), com a participante do “American Idol” (espécie de “Ídolos” americano) Carly Smithson (vocais). O disco de estreia, “Tear The World Down”, foi lançado em maio de 2010, em meio ao recesso do Evanescence, o que causou confusão entre uma e outra banda. Boatos davam conta que Amy Lee teria deixado o Evanescence, e dado lugar à Carly Smithson.

Matéria Original: Rock em Geral / Via: @rockemgeral

19 de outubro de 2011

Entrevista: Amy Lee ao Rock em Geral

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Entrevista realizada com a Amy Lee durante sua passagem no Rio de Janeiro (Rock in Rio) ao site Rock em Geral. Confira:
Envolvida
A vocalista do Evanescence, Amy Lee, conta como encerrou um longo recesso e reuniu os integrantes certos para gravar o novo álbum, espécie de recomeço na carreira.

Sentada numa sala reservada dentro do restaurante de um hotel no Rio, a vocalista do Evanescence, Amy Lee, falava sem parar. Também, pudera. A gravadora do grupo reuniu a imprensa de vários países da América Latina para sabatinar a moça, aproveitando o lançamento do novo álbum, depois de um longo recesso, e a apresentação que o grupo faria no dia seguinte, na noite de encerramento do Rock In Rio. Em pleno sabadão ensolarado, certamente ela preferia continuar mergulhando ali, pertinho de Copacabana. “A água estava muito boa”, disse Amy, em off, enquanto recebia mais um retoque de maquiagem na tez claríssima.

A vocalista recebeu a reportagem deste Rock em Geral junto com outros três jornalistas, colombianos e argentinos, e o papo se concentrou – claro – no show do Rock In Rio e na feitura de “Evanescence”, o novo disco, mas também na situação da mídia e na participação de Amy em outros projetos. O show do grupo, o segundo no Rio, marcou a estreia de nada menos que seis músicas do novo CD, comprovando que o Evanescence vive mesmo um renascimento, depois de tantas mudanças, incluindo o aparecimento de um clone montado por ex-integrantes, único assunto que não apeteceu a nossa simpática tagarela.

“Evanescence”, o álbum, estreou em quarto lugar na parada britânica, e foi produzido pelo cascudo Nick Raskulinecz, produtor de bandas como Alice In Chains, Rush e Foo Fighters. A formação atual do grupo conta com Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria), além, claro, de Amy Lee. Confira abaixo a íntegra da entrevista minicoletiva (as perguntas não identificadas foram feitas pelos colegas colombianos e argentinos):

Foi um intervalo grande entre o último disco e este, vocês devem ter feito muitas músicas. Foi difícil selecionar as que estão no disco?

Amy Lee: Foi difícil, sim, gravamos e compomos muitas músicas, por muito tempo. Eu nunca faria um disco se não achasse que ele é melhor do que tudo que já fizemos. Havia muitas expectativas, porque fizemos dois discos dos quais nos orgulhamos e adoramos. Então continuamos compondo e havia muitas músicas. Tínhamos um grande produtor que nos ajudou a tomar decisões difíceis, o Nick. Ele foi incrível, nos ajudou a encarar os fatos e a fazer um disco fechado. Mas ainda assim nós gravamos 16 músicas, então fizemos o disco padrão, com 12 faixas, mas há outras quatro sem as quais não podíamos viver, que colocamos como extras na edição deluxe.

Quanto tempo vocês levaram para fazer todo o disco?

Amy: Eu andei compondo durante dois anos. Diria que ficamos realmente focados nesse disco diariamente por dois anos, o que é muito. Íamos ficando mais e mais obcecados pelo disco, e as gravações duraram uns três meses. Houve uma pré-produção de seis semanas antes disso, quando trabalhamos as músicas como banda, desenvolvemos várias partes e juntamos as coisas com Nick, ele é um grande produtor de rock.

Como funcionou no estúdio? Ele colocava vocês para tocarem juntos ou fazia tudo separado?

Amy: As duas coisas. Na pré-produção, todos sentávamos em círculo e trabalhávamos nas músicas, fazendo arranjos, guiados um pouco pelo Nick, o que foi incrível. Todos colocavam ideias sobre a mesa, e até compomos muitas músicas. Tocávamos todas as músicas ao vivo, sem nada de produção, de estúdio. Assim que entramos para gravar no estúdio, já tocamos as músicas ao vivo, e fomos aperfeiçoando cada parte ao máximo. A bateria foi primeira, depois juntamos guitarras, voz e assim por diante.

Há uma frase sua, publicada na mídia, segundo a qual você só faria um novo álbum se ficasse emocionalmente envolvida de novo. Por que você não se sentiu envolvida antes?

Amy: Porque isso veio cedo na minha vida (compor), desde que eu era uma adolescente. É um presente impressionante estar apta para fazer isso, ter vocês aqui, interessados naquilo que eu tenho a dizer, e ter pessoas comprando os nossos discos. Mas quando é todos os dias, o tempo todo, é difícil. Mentalmente dá até medo. Eu também quero conversar com outras pessoas sobre o que elas têm a dizer, tanto quanto sobre a minha vida. Então eu sinto que eu sou mais do que só uma cantora e preciso viver. E me casei também, tenho marido e tudo que isso envolve. Voltar a se envolver com a banda é estar um passo longe disso, mas é também uma parte grande de mim.

Voltar a gravar com paixão resultou em títulos pessoais para algumas músicas…

Amy: É sempre uma jornada de autodescoberta, o tempo todo, sem saber onde vai dar. Compor é algo muito próximo do meu coração, é pessoal, num nível profundo no que eu estou sentindo em determinadas situações. É sobre minhas relações, mas ao mesmo tempo é sobre outras experiências na minha vida. Acho que é por isso que há músicas mais agressivas, outras músicas vulneráveis, outras… sei lá… Eu não previa como as músicas iriam soar, pode ter certeza.

REG: Você falou que em muitos momentos todos tocavam juntos ao vivo, de onde se conclui que o entrosamento da banda cresceu. Você acha que agora finalmente o Evanescence vai ter uma formação de verdade?

Amy: Bem, nos temos que acreditar nas pessoas com as quais trabalhamos. Eu tenho uma grande banda, nós experimentamos uns aos outros tocando juntos, como uma banda ao vivo. Essa é exatamente a formação que eu queria, cada um desses caras é incrível, o que faz da banda algo bem dinâmico. Acho que tive sorte, essa vez houve uma interação entre todos, as coisas não ficaram concentradas em poucas pessoas. Dessa vez cada um cuidou de partes diferentes, acho que no final isso resultou num disco mais dinâmico, profundo.

Por que você decidiu chamar o disco de “Evanescence”?

Amy: Exatamente por isso, tem a ver com isso tudo que eu falei, a volta a esse processo apaixonadamente. Eu no meu lugar e o Evanescence como era antes.

Foi uma decisão tomada antes?

Amy: Levou um tempo para o título do disco aparecer. Todos concordamos que isso era o Evanescence, o que fazíamos era muito verdadeiro. Isso tudo é o que eu tenho feito em toda a minha vida e me vejo num grande lugar agora, como um novo começo em vários sentidos. Quando se está numa banda como essa, ela é parte de você.

REG: Você já tem algo sobre o próximo single e o próximo vídeo?

Amy: O próximo single é “My Heart is Broken”, mas ainda não pensamos no vídeo. Decidimos muito cedo que essa música seria um single e já está na hora de pensar no vídeo.

REG: Já temos um diretor?

Amy: Ainda não sabemos. Primeiro temos que ter a ideia do vídeo e depois escolhemos o diretor.

REG: Sobre o grupo formado pelo Ben Moody, o We Are The Fallen, você ouviu o disco deles?

Amy: Não ouvi, não.

REG: Gostaria de falar sobre?

Amy: Não, nenhum comentário.

Como você vê as mudanças no mundo da música? Em uma grande gravadora você se considera um pouco “fora do lugar”?

Amy: Não vivo pensando nisso como pensava antes. As coisas são diferentes, estamos no meio da indústria musical e tentamos nos posicionar. As coisas têm mudado rapidamente nesse meio, mas eu não estou preocupada, porque todos precisamos de música, sempre vai acontecer. Eu sinto que nunca ficaremos sem espaço. Acho que nós nunca nos encaixamos na indústria, nunca fomos os “queridinhos”. Não somos o tipo de banda que deveria estar na capa da Rolling Stone, embora eu ache ótimo. Eu nunca tive essas expectativas, sempre fomos mais underground, é mais sobre nós e os fãs. Nunca é porque a mídia esta nos expondo, não somos os “cool” da vez. Mas eu adoro, não reclamo, eu não era a garota “cool” no colégio, quero ser “cool” agora… (risos).

Há noticias de rádios rock fechando com muita frequência nos Estados Unidos. Isso te preocupa?

Amy: Sim, isso é um saco. Mais e mais a indústria musical vem perdendo dinheiro, e ficam mais e mais com medo de arriscar com algo que não se encaixe na idéia que eles tem de fazer um hit, uma música de sucesso. E isso afeta todas as rádios, todas elas acabam soando como uma coisa só. Eu adro a Adele (cantora britânica), é uma das coisas legais que está quebrando essa mesmice, isso me faz muito feliz, é sinal de que ainda há esperança. Tem muita coisa boa rolando que em algum momento vai aparecer. Hoje os meus discos favoritos eu não ouço nas rádios, fico só no i-Pod. É a maioria das pessoas está fazendo. É uma questão de tecnologia também.

O que você acha quando dizem que você tem olhos bonitos?

Amy: (Envergonhada) Já ouvi muito dizerem que tenho os olhos mais bonitos do rock’n’roll, as pessoas gostam, mas não me importo com isso. Tenho visto pessoas com olhos muito bonitos nesse meio. O Chris Cornell (vocalista do Soundgarden) tem olhos bonitos.

Como foi a experiência der participar do disco “Nightmare Revisited” (coletânea de covers das músicas do filme “The Nightmare Before Christmas”, no Brasil “O Estranho Mundo de Jack”)?

Amy: Conhecemos o Danny Elfman (autor das músicas e ex-líder do Oingo Boingo) de longa data, ele fez muita música que me inspirou e inspirou o Evanescence, honestamente, muito antes de isso tudo acontecer. A ideia de fazer rock, mas com a paixão dos cinemas, isso sempre foi uma grande influência. Foi incrível fazer isso, visitei o estúdio onde a músicas foi mixada, e cantei na TV, o que não é muito comum.

Você também gravou no disco dos “Muppets” (disco tributo à série de animação)…

Amy: Tem a ver com a gravação do “Nightmare”. Depois de fazer, disseram que fui bem e me chamaram para fazer o disco dos “Muppets”. Eu não sabia se me encaixaria, mas por quer não? Mais uma desculpa para fazer algo sem tanta pressão de gravar um disco. Eu gosto de todo o tipo de música, e decidimos fazer uma que eu já conhecia desde que era criança. Foi divertido.

Matéria Original: Rock em Geral Via: @Augusto_ev

17 de outubro de 2011

EV 'decepciona' com quarto lugar na Inglaterra

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Nota publicada no site Rock em Geral sobre a quarta posição obtida pelo álbum Evanescence, uma vez que, a expectativa da mídia seria o primeiro lugar no chart britânico. Confira:
Evanescence ‘decepciona’ com quarto lugar na Inglaterra.
Expectativa era de o grupo entrar no topo.

O novo álbum do Evanescence, que leva o nome do grupo, entrou no quarto lugar da parada britânica. A colocação joga por terra a expectativa segundo a qual o grupo retornaria ao top 10 da Inglaterra no primeiro lugar, mas não deixa de ser uma posição de destaque. “Evanescence”, lançado no dia 11, marca o retorno do grupo, depois de um ausência de cinco anos. O disco foi produzido por Nick Raskulinecz (Rush, Foo Fighters) e a formação atual conta com Amy Lee (vocal), Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria). Confira abaixo a lista de músicas para as versões “standard” e “deluxe” do CD.

CD Standard

1- What You Want
2- Made of Stone
3- The Change
4- My Heart is Broken
5- The Other Side
6- Erase This
7- Lost in Paradise
8- Sick
9- End of the Dream
10- Oceans
11- Never Go Back
12- Swimming Home

CD Deluxe + DVD

1- What You Want
2- Made of Stone
3- The Change
4- My heart is Broken
5- The Other Side
6- Erase This
7- Lost in Paradise
8- Sick
9- End of the Dream
10- Oceans
11- Never Go Back
12- Swimming Home
13- A New Way to Bleed
14- Secret Door
15- Disappear
16- Say You Will

Matéria Original: Rock em Geral

4 de outubro de 2011

Rock em Geral: Senhora coragem

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Matéria publicada no site Rock em Geral sobre a apresentação do Evanescence no Rock in Rio. Confira:
Senhora coragem

Ousado, Evanescence apresenta seis músicas novas no show do Rock In Rio e público de divide entre aplausos e pedidos pela banda seguinte.

Amy Lee sofre com o calor no início do show, mas logo encontra a emoção vocal que lhe é peculiar

A entrada da vocalista Amy Lee no Palco Mundo, no Rock In Rio, no último domingo (2/10), ao som da introdução do novo single, “What You Want”, foi até discreta, se compararmos com a pompa da última vez em que o Evanescenceesteve no Rio, em 2007 (veja como foi). Explica-se que a banda, uma das que mais vende discos no mundo, estava no fim da turnê do segundo álbum, “The Open Door”, e iniciava um processo de transformações que incluiu um grande recesso e mudanças na formação. Agora, de volta com um novo disco, “Evanescence”, a ser lançado dia 11, o quinteto está com tudo para reconquistar espaço, sem pompa nem circunstância.

Ousada, Amy Lee, que sofre com o calor da primavera carioca e termina “What You Want” esbaforida, inclui sete músicas, em princípio, no repertório do show, sendo três delas executadas ao vivo pela primeira vez. Uma acabou suprimida do show, que durou pouco menos que os 60 minutos a que o grupo tinha direito. Entre as novas, “Made Of Stone” é que melhor se sai ao vivo, em que pese o fato de ter sido a quinta a ser tocada, quando som já estava bem ajustado. Amy assume os teclados que dão um clima soturno à canção, antes de ela desaguar num refrão daqueles. A banda parece bem entrosada, para quem está prestes a sair em turnê pela primeira vez. O baterista Will Hunt, rodado no Black Label Society, fornece um peso cavalar ao grupo.

“My Heart Is Broken” é outra das novas que se sai bem ao vivo, graça a um riff distorcido que conduz a canção com muito peso, realçando o contraste com a voz feminina. Ela explica, de certa forma, o sucesso de bandas de metal que vêm atuando com mulheres vocalistas desde o final da década de 90, sobretudo no prolífico mercado europeu. Durante o show, Amy conversa o tempo todo, ente uma música e outra, com gente de sua equipe, como se alguma coisa não estivesse legal. Talvez por isso, “Never Go Back”, outra das novas, tenha sido suprimida da noite. “Sick”, do refrão “sick of it all”, o melhor do novo disco, levanta o público com Amy esbanjando fôlego e modulação vocal. “The Change”, também do novo CD, traz um refrão cantarolado, interpretado com emoção por Amy Lee, que mantém o pique do show. A dobradinha acaba sendo o melhor momento do Evanescence no festival.

Mas não foi assim o tempo todo. A baladaça “My Immortal” (“tenho certeza que vocês conhecem essa”, diz Amy), o início acústico, ao piano, longo, esfria a apresentação, mas acaba fazendo a platéia gritar o nome da vocalista em coro, no final. “Your Star” é outra que arrefece a plateia, e gritos de “System! System!”, dos fãs do System Of A Down, que tocaria em seguida, começam a ser ouvidos. Isso antes do encerramento, quando o blockbuster “Bring Me To Life” levanta a massa sem distinção. Um bom recomeço para uma banda que, do despedaço, se reinventa. Ao que parece, sem medo de ousar.

Set list completo:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- My Immortal
7- My Heart Is Broken
8- Your Star
9- Sick
10- The Change
11- Call Me When You’re Sober
12- Imaginary
13- Bring Me To Life

Matéria Original: Rock em Geral


1 de outubro de 2011

Amy Lee: "É uma honra participar desse festival"

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Entrevista feita com Amy Lee sobre a apresentação da banda amanhã no Rock in Rio. Na entrevista, Amy diz que tocará músicas como My Heart Is Broken e Made Of Stone, além das outras. Também se diz honrada em poder participar do festival.
Amy Lee, do Evanescence: ‘É uma honra participar desse festival’
Grupo se apresenta neste domingo no Rock In Rio; vocalista fala sobre as músicas que serão tocadas.
Amy Lee, teu nome é empolgação. A vocalista do Evanescence está de bobeira no Rio de Janeiro e já até deu um mergulho na praia. “Não foi em Copacabana, mas foi perto, a água estava muito boa”, disse Amy, em off, enquanto a conversa com os jornalistas não começava. Isso porque hoje (1/10) o descanso acabou e ela recebeu, no hotel em que está hospedada, jornalistas de toda a América Latina para bate-papos curtos, com quatro de cada vez. Escalado com um grupo com colombianos e argentinos, o Rock em Geral conseguiu tirar da vocalista detalhes do show que o grupo faz amanhã, na noite de encerramento do Rock In Rio. Confira abaixo só um trecho da entrevista, cuja íntegra será publicada depois do final do festival:

Rock em Geral: Quais músicas vocês vão tocar no show do Rock In Rio, amanhã?

Amy Lee: Bem, eu não tenho o set list de cabeça, temos uma hora e estamos muito empolgados com o novo álbum. Acabamos de fazer este disco agorinha mesmo, então vamos tocar muitas músicas novas, mas, claro, vamos tocar coisas antigas também.
REG: Você pode adiantar o nome de algumas músicas que estão no repertório do show?

Amy: Entre as novas, temos recebido muitos pedidos para “Made of Stone”, e nós vamos tocá-la. “What You Want”, é claro… Vamos tocar “My Heart is Broken” e, lógico, “Bring me to Life” também.

REG: Você parece bastante empolga por estar aqui…
Amy: E estou mesmo… (suspiro) São 100 mil pessoas, e é um dos primeiros shows depois que nós começamos a ensaiar para a turnê. Então espero que tudo dê certo. Estou muito animada, muito orgulhosa em participar disso, depois de ficar fora da minha vida por anos e agora volta e dividir o palco com o bandas como o Guns N’Roses. Ontem foi incrível, tanta gente reunida…

REG: Você estava lá na Cidade do Rock?

Amy: Eu não estava, mas vi pela TV, é uma honra para nós participar desse festival, acho que temos muita sorte e esperamos ter muitos fãs próximos do palco.
REG: Você acha que agora finalmete o Evanescence vai ter uma formação de verdade?

Amy: Bem, nos temos que acreditar nas pessoas com as quais trabalhamos. Eu tenho uma grande banda, nós experimentamos uns aos outros tocando juntos, como uma banda ao vivo. Essa é examatente a formação que eu queria, cada um desses caras é incrivel, o que faz da banda algo bem dinâmico.

REG: Sobre a grupo formado pelo Ben Moody, o We Are The Fallen, vocês ouviu o disco deles, gostaria de falar sobre?

Amy: Não, nenhum comentário.

Matéria Original: Rock em Geral

9 de setembro de 2011

RockEmGeral: Novo disco do Evanescence vaza

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Nota do site Rock em Geral:
Novo disco do Evanescence vaza; veja a lista de músicas
Clipe de “What You Want” será lançado na terça

A íntegra do novo álbum do Evanescence, que leva o nome do grupo, vazou e já circula em sites de compartilhamento de arquivos. O disco será lançado, oficialmente, no dia 11 de outubro. A produção ficou por conta de Nick Raskulinecz (Rush, Foo Fighters) e a formação atual conta com Amy Lee (vocal), Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria). Confira no final do texto a lista de músicas para as versões “standard” e “deluxe” do CD.
Na próxima terça, dia 12, será lançado o videoclipe para a música “What You Want”, cujo “teaser” pode ser assistido nesse endereço. Conforme noticiado antes, o clipe foi gravado no sábado, dia 31 de julho, e a direção do vídeo ficou à cargo de Meiert Avis, afamado por trabalhos com artistas consagrados como Bruce Springsteen e Bob Dylan. As gravações foram acompanhadas pela reportagem da MTV americana, cuja matéria pode ser assistida nesse endereço. Para Amy Lee, “o vídeo é tipo a história da banda”.
Veja abaixo a lista das músicas:

CD Standard

1- What You Want
2- Made of Stone
3- The Change
4- My Heart is Broken
5- The Other Side
6- Erase This
7- Lost in Paradise
8- Sick
9- End of the Dream
10- Oceans
11- Never Go Back
12- Swimming Home
CD Deluxe + DVD
1- What You Want
2- Made of Stone
3- The Change
4- My heart is Broken
5- The Other Side
6- Erase This
7- Lost in Paradise
8- Sick
9- End of the Dream
10- Oceans
11- Never Go Back
12- Swimming Home
13- A New Way to Bleed
14- Secret Door
15- Disappear
16- Say You Will

O Evanescence é uma das atrações do Rock In Rio. O grupo se apresenta no domingo, dia 2 de outubro, junto com Guns N’Roses, System Of A Down, Pitty e Detonautas (Palco Mundo); e The Monomes + David Fonseca; Mutantes + Tom Zé; Titãs + Xutos & Pontapés; e Marcelo Camelo + The Growlers (Palco Sunset). Clique aqui para ver a programação completa do festival

Matéria Original: Rock em Geral

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