Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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12 de fevereiro de 2012

The Runner: Novo álbum "muito esquecível"

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A revista eletrônica canadense The Runner fez uma pequena review sobre o terceiro álbum do Evanescence. Usando argumentos, ressalta o crescimento da banda, junto com críticas alegando que grande parte das músicas parecem remix de outros álbuns. Leia logo abaixo a matéria:
Já se passaram cinco anos desde a última vez que ouvimos Amy Lee e o Evanescence, e tem sido nove anos desde seu álbum de estréia que os colocou no topo das rádios. Desde o Fallen, o Evanescence se tornou cada vez mais uma banda de sucesso.

Aqueles que se lembram deles fazendo sucesso por conta de seu single "Bring Me to Life", que foi apresentado em Demolidor (2003). O último álbum, apesar de ter vendido bem, o sucesso não esteve musicalmente e é, francamente, muito esquecível.

Em terceiro álbum da banda, Evanescence voltou para o estilo musical que o tornou famoso: "Gótico Suave", ou como gosto de chamar: "Letras sombrias e com tons de "pop-rock" vestido de gótico". Amy Lee cantando de forma requintada.

O primeiro single é "What You Want" - não é uma má maneira de começar um álbum, soa como um hino. As guitarras com ritmo acelerado e de balanço bombeado. Mas é também como as faixas de abertura dos dois álbuns anteriores.

Concedido, outras bandas, por vezes, abriram seus álbuns com canções que soam semelhantes, mas este soa como um clone ou remixagem das músicas de abertura dos preciosos singles ("Going Under", "Call Me When you're sober" e "Sweet Sacrifice").

O resto do álbum tem tudo o que se poderia esperar de um álbum do Evanescence - desgosto e revolta, trevas e empoderamento. É um bom álbum, mas sua semelhança com trabalhos anteriores da banda não ajuda. Os fãs apreciam o crescimento do Evanescence.

E se você não achar que isso soa muito similar, então, pelo menos mostra como eles estão trabalhando duro. Se este álbum escapou do seu noticiário - lançado em outubro - e você quer algo um pouco nostálgico, este é um disco para se comprar.

Fonte: The Runner

28 de dezembro de 2011

Evanescence agrada fãs, mas não inova

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[...] Continua cantando muito bem, não que seja a melhor vocalista de rock da atualidade - Em resenha publicada no site brasileiro Leitura Musical sobre o novo álbum do Evanescence, auto-intitulado, você encontrará citações curiosas sobre a banda e seu mais recente trabalho, como a já explicitada anteriormente.
Evanescence agrada fãs, mas não inova em novo disco

O Evanescence não passou por mudanças sonoras desde de seu primeiro álbum, fato. A música What You Want foi escolhida corretamente para abrir o novo disco e também como primeiro single, com refrão “grudento” e boas linhas de guitarra e bateria a música sem dúvida alavancou o novo trabalho da banda, que estreou em 1º lugar na parada americana.

A banda já divulgou que o próximo single será My Heart is Broken, música esta que começa de forma tranquila com um piano, que segue por toda a canção e Amy Lee cantando de forma suave. A faixa seguinte, The Order Side é um pouco mais pesada que a anterior, alternando com trechos calmos, uma boa música, sem novidades.

Na faixa Lost In Paradise, apenas com Amy Lee e seu piano, já característico em sua carreira, tende a ser a nova My Immortal e em determinada parte da música a banda entra com seus instrumentos. A música Sick certamente é uma das melhores do álbum e candidata a single. Começa “devagar” e aos poucos vai ganhando corpo, com apoio de backin’ vocals e alternâncias na voz da vocalista, algo frequente nesse disco, é uma boa música.

Destaque para a penúltima música do disco, Never Go Back é uma das mais pesadas, senão a mais pesada desse trabalho, com boas passagens de guitarra e um baixo constantemente forte, mais do que o normal no trabalho do Evanescence, conta também com um bom refrão e para não perder o costume, piano.

Em resumo o novo disco do Evanescence, apesar de não ter mudado muita coisa em relação aos anteriores da banda, é o melhor feito por Amy Lee e Cia. De certa forma a banda evoluiu musicalmente e poderia ter inovado em algo nesse trabalho mas preferiu ficar em um “lugar seguro” e certamente agradará seus fãs. Mesmos as trocas de integrantes desde seu último disco não afetaram a sonoridade da banda.

Amy Lee, além de comandar a banda “a ferro e fogo”, continua cantando muito bem, não que seja a melhor vocalista de rock da atualidade mas mantém sua voz de acordo com a proposta da banda.

Foi um dos discos mais aguardados de 2011 e não decepcionou, apesar de não sair do lugar comum. A banda apresentou a nova turnê na edição 2011 do Rock In Rio e fez um bom show, prometendo voltar ao Brasil em 2012. Agora é ver como a banda se comporta, sendo ela, a atração principal.
Matéria Original: Leitura Musical

22 de novembro de 2011

[Rock em Geral] Review: 'Evanescence'

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Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Rock em Geral. Confira:
Parecia que não ia dar certo, mas Amy Lee conseguiu. Das cinzas de uma banda praticamente acabada, a vocalista remontou oEvanescence e conseguiu fazer um disco de banda. Ou, por outra, de uma banda comandada por quem sabe exatamente aonde quer chegar, com integrantes que sabem que têm um papel definido: cada um na sua labuta. O resultado é um disco de rock redondo, que foge dos clichês que se criaram nos subgêneros do heavy metal, desde que se descobriu que ter mulher cantando é legal - e lá se vão vinte e tantos anos. Sim, “Evanescence” flerta fortemente com o gothic metal (“Made Of Stone” que o diga), mas é, essencialmente, um disco de rock.

Começa com um single de rock – “What You Want” -, cuja introdução de bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas. Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas. “The Change”, por exemplo, não esconde a tensão típica de outras fases do grupo, mas logo deságua para um refrão impulsionado por um cantarolar marcante. Difícil não sair por aí assoviando a melodia ou mandando um “embromation” qualquer. A vocalista não economizou no drama que costuma impingir na música do Evanescence e foi muito feliz nos arranjos vocais, que, em outras oportunidades, passavam do ponto. Acontece aqui também, mas bem menos, talvez pela intromissão sadia do produtor Nick Raskulinecz, experiente com grupos de rock.

O tempo que ficou fora de cena (cinco anos sem gravar) seguramente ajudou a moça a beber em outras fontes, como o pós punk dos anos 80, de onde saiu a boa “Erase This”. Um belo trabalho de guitarras é trançado com um tecladinho colante, antes de a música crescer no maior estilo grandiloquente de Amy Lee cantar; quase que ela passa do ponto, mas quando a música volta do refrão, vê-se que ficou bem arranjada. “Lost In Paradise”, em seguida, se anuncia como uma daquelas baladaças chatas, no imite do cafona, mas, na meíuca, um elaborado trabalho de guitarras mostra outra face, mais pop e convincente. Não salva a música, mas ajuda no desafogo, em um arremate grandioso de Amy Lee, num de seus momentos mais emocionantes nesse disco.

Escondida no meio do CD, “Sick”, só pelo refrão, poderia ser o single principal no disco. Música pesada que consegue ter veia pop na medida certa, seria um belo cartão de visitas. Outra que traz o peso como característica principal é “Never Go Back”, com uma introdução cheia de guitarras. A ponte para o refrão faz qualquer sujeito bater cabeça sem perceber, até que a intermediação dos teclados amenize as coisas, numa outra boa sacada da produção. A música, assim como outras do disco, é cheia de barulhinhos ocultos, discretos até, que contribuem para o bojo das canções.

A melhor coisa do disco está numa regularidade quase plena, que inexiste nos álbuns anteriores do grupo. Não há, aqui, aquela montanha russa de músicas tão distintas que, por vezes, nem pareciam ser da mesma banda. “Evanescence” é um disco de verdade, com faixas vizinhas e que dialogam entre si, mais um mérito – repita-se - da coesão do grupo. Está longe de ser o disco do ano, mas é um recomeço e tanto para um grupo que se viu à beira do abismo. Que seja, então, bem-vindo de volta.

Review Original: Rock em Geral

20 de novembro de 2011

Em Düsseldorf: "Nos veremos no próximo ano"

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Pequena review publicada no site alemão General Anzeiger sobre o show realizado ontem no Mitsubishi Electric Halle, em Düsseldorf (Alemanha). Na review, o site finaliza dizendo que Amy Lee prometeu retornar ao país no próximo ano. Provavelmente, para mais um show em promoção ao novo álbum ou para uma possível apresentação no maior festival de rock europeu, o Rock am Ring, que ocorre na Alemanha.
Evanescence em Düsseldorf: "Ótimo voltar!"

Há alguns anos, críticos dos EUA previam um fim precoce para os roqueiros. Evanescence demonstrou recentemente nesta noite: Certamente, Evanescence não é esta banda.

Depois de quase quatro anos de hiato, o casamento e um intenso trabalho de estúdio, Evanescence está de volta! Este foi o show no Mitsubishi Electric Halle, em Düsseldorf.

Coincidindo com a abertura "What You Want", que ainda estava claro - o novo álbum, neste concerto, esteve em primeiro plano. Mas foi este que, sem dúvida, que a cantora Amy Lee mostrou qualidades, por exemplo, com "The Other Side" e "Oceans", graças à sua voz marcante e versátil.

No couro assimétrico, que varreu como um furacão o palco e o fez de maneira, aparentemente sem esforço, entre o piano, teclado, microfone, para frente e para trás.

Claro, a banda mostrou clássicos. Os primeiros sons de "Bring Me to Life" foram tão entusiasmados como o pesado "Lithium". Não menos importante, quando adicionado ao piano, a balada "My Immortal" fez todo o salão cantar, embora não totalmente ocupados, com entusiasmo.

Evanescence - usualmente usa um brutal e enérgico rock. Mesmo com um concerto com cerca de 60 minutos, mais dois encores que foram muito breves e uma promessa de espera: "Nos veremos no próximo ano".

14 de novembro de 2011

[Review] Zoiks Online: Melhor trabalho da banda

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Review do álbum Evanescence feita pelo site Zoiks! Online. Em uma listagem com os melhores álbuns de 2011 que dariam ótimos presentes de Natal, o mesmo se encontra presente!
Álbum auto-intitulado do Evanescence é o melhor trabalho da banda - Album Review

Amy Lee e Evanescence estão de volta com o álbum de estúdio da banda, o primeiro em cinco anos. O trabalho auto-intitulado, lançado 11 outubro de 2011, mostra a voz operática de Lee que se tornou popular em canções como "Bring Me To Life" e "My Immortal".

O álbum já bateu o número um em quatro paradas da Billboard, incluindo o Rock Albums, Alternative e Digital Albums. E há uma razão para isso - é impressionante. Sobre o single, "What You Want", Lee canta "Hello, hello, it’s only me infecting everything you love; somewhere beyond the pain there must be a way to believe". O que a cantora está enfatizando é que nesta edição, o Evanescence representa um novo começo e eles querem os fãs de volta.

E tem sido evidenciado pela Billboard. Apoiadores da banda conhecem a história do Evanescence e suas portas giratórias, alterações de membros e formação. Agora, parece que eles encontraram o ajuste certo em Terry Balsamo, guitarra; Troy McLawhorn, guitarra rítmica, Tim McCord, baixo e Will Hunt, bateria.

"Evanescence" ainda é rock industrial e Lee ainda traz um olhar gótico, mas neste álbum atual parece que a banda está realmente se divertindo, um feito pra lá de atitude. As músicas são campier e cabem melhor ao longo da linha de um álbum de rock ou metal, e não o rótulo gótico que estave presente em álbuns do passado.

Outros hits em potencial em "Evanescence" incluem "The Change", "The Other Side" e "End Of The Dream". Citando Lee em "What You Want", "Do what you what you want, if you have a dream for better". Para Lee, este novo álbum é o sonho para melhor.

Review Original: Zoiks! Online

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