Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

Ultimas Fotos & Videos


example2 Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket
Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

Ultimas Noticias

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARQUIVOS DO BLOG - Acesse outras notícias do blog

VOTE

Mostrando postagens com marcador Review 2011. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Review 2011. Mostrar todas as postagens

20 de dezembro de 2011

Evanescence traz Trinidad e Tobago à vida

Autor do post
0 comentários
Matéria publicada no site do jornal Guardian de Trinidad e Tobago logo após o show do Evanescence no país, no último sábado.

Lifehouse, [banda] local brilhou, mas Evanescence traz T&T à vida

O momento que os fãs mais aguardavam - ocorreu quando a vocalista do Evanescence, Amy Lee, saltou no palco sem nenhum aviso prévio juntamente com sua banda. A banda mundialmente popular tocou para um público grato de T&T no auge de seu terceiro álbum. O álbum foi direto para a primeira posição dos charts da Billboard após o seu lançamento em Outubro.

Vestida de preto, com destaque para um tutu roxo com babados e botas de motociclista, Lee apresentou quatro de suas canções tocando um piano Baldwin ao qual ela cobriu com uma bandeira de T&T. Durante o set ela disse à platéia que completou 30 anos há algumas semanas atrás.

O Evanescence apresentou uma mescla bagagem de seus já bem conhecidos sucessos e algumas do último CD autointitulado. Os fãs vibraram com Going Under, Lithium, Call Me When You’re Sober e muitos outros ao lado de composições mais recentes de Lee. Ela deixou um de seus mais conhecidos sucesso para o final, fechando o show com 'Bring Me To Life', que lançou o Evanescence. O público exigiu um encore e Lee e a banda se entregaram até às 1 da manhã.

Via: @i_essence

22 de novembro de 2011

Review: Show em Offenbach (AL), 17/11/2011

Autor do post
0 comentários
Review do show realizado no Stadthalle, em Offenbach. Escrita pelo blog do festival alemão Rock am Ring, o qual a banda já participou por três vezes (2003, 2004 e 2007).
E que uma mulher poderosa! O meu último concerto do Evanescence foi há mais de quatro anos atrás. Então, mesmo assim eu pensei: "Uau.. o antigo deve vir bonito". Assim também foi desta vez. Introdução muito, muito legal. E como esperado, "What You Want" foi o abre-alas do concerto.

Então, o baterista e Amy são todos provenientes de humor... Perfeito e a multidão vai à loucura! As músicas que eram tocadas foram realmente muito bem escolhidas. Então, no meio houve mais 3 músicas com a presença do piano, que também ficou muito legal. [...]

Não como de costume, ficamos na primeira fila, mas centrados em colunas atrás do homem do som. As imagens não ficaram tão boas, mas o som realmente era uma beleza. Só posso dizer que esqueça o CD! Ao vivo é realmente melhor do que o álbum, que já é muito bom! Amy tem uma voz incrível ao vivo e soa perfeita para mim - minha impressão de 2007, foi assim confirmada.

Review Original: Rock am Ring Blog | Obrigado, @Augusto_ev

[Rock em Geral] Review: 'Evanescence'

Autor do post
0 comentários
Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Rock em Geral. Confira:
Parecia que não ia dar certo, mas Amy Lee conseguiu. Das cinzas de uma banda praticamente acabada, a vocalista remontou oEvanescence e conseguiu fazer um disco de banda. Ou, por outra, de uma banda comandada por quem sabe exatamente aonde quer chegar, com integrantes que sabem que têm um papel definido: cada um na sua labuta. O resultado é um disco de rock redondo, que foge dos clichês que se criaram nos subgêneros do heavy metal, desde que se descobriu que ter mulher cantando é legal - e lá se vão vinte e tantos anos. Sim, “Evanescence” flerta fortemente com o gothic metal (“Made Of Stone” que o diga), mas é, essencialmente, um disco de rock.

Começa com um single de rock – “What You Want” -, cuja introdução de bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas. Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas. “The Change”, por exemplo, não esconde a tensão típica de outras fases do grupo, mas logo deságua para um refrão impulsionado por um cantarolar marcante. Difícil não sair por aí assoviando a melodia ou mandando um “embromation” qualquer. A vocalista não economizou no drama que costuma impingir na música do Evanescence e foi muito feliz nos arranjos vocais, que, em outras oportunidades, passavam do ponto. Acontece aqui também, mas bem menos, talvez pela intromissão sadia do produtor Nick Raskulinecz, experiente com grupos de rock.

O tempo que ficou fora de cena (cinco anos sem gravar) seguramente ajudou a moça a beber em outras fontes, como o pós punk dos anos 80, de onde saiu a boa “Erase This”. Um belo trabalho de guitarras é trançado com um tecladinho colante, antes de a música crescer no maior estilo grandiloquente de Amy Lee cantar; quase que ela passa do ponto, mas quando a música volta do refrão, vê-se que ficou bem arranjada. “Lost In Paradise”, em seguida, se anuncia como uma daquelas baladaças chatas, no imite do cafona, mas, na meíuca, um elaborado trabalho de guitarras mostra outra face, mais pop e convincente. Não salva a música, mas ajuda no desafogo, em um arremate grandioso de Amy Lee, num de seus momentos mais emocionantes nesse disco.

Escondida no meio do CD, “Sick”, só pelo refrão, poderia ser o single principal no disco. Música pesada que consegue ter veia pop na medida certa, seria um belo cartão de visitas. Outra que traz o peso como característica principal é “Never Go Back”, com uma introdução cheia de guitarras. A ponte para o refrão faz qualquer sujeito bater cabeça sem perceber, até que a intermediação dos teclados amenize as coisas, numa outra boa sacada da produção. A música, assim como outras do disco, é cheia de barulhinhos ocultos, discretos até, que contribuem para o bojo das canções.

A melhor coisa do disco está numa regularidade quase plena, que inexiste nos álbuns anteriores do grupo. Não há, aqui, aquela montanha russa de músicas tão distintas que, por vezes, nem pareciam ser da mesma banda. “Evanescence” é um disco de verdade, com faixas vizinhas e que dialogam entre si, mais um mérito – repita-se - da coesão do grupo. Está longe de ser o disco do ano, mas é um recomeço e tanto para um grupo que se viu à beira do abismo. Que seja, então, bem-vindo de volta.

Review Original: Rock em Geral

21 de novembro de 2011

Review: Show em Berlin (Alemanha), 20/11/2011

Autor do post
1 Comentário
Review do show realizado ontem no Cloumbiahalle, em Berlin (Alemanha), feita pelo site BZ News aus Berlin. Confira a tradução:
Rock Grandioso com Evanescence
3.500 fãs entusiasmados enfureceram-se com o show da banda de rock Evanescence, em Cloumbiahalle.

Perfeito. Simplesmente perfeito. Caso contrário, não seria uma apresentação do Evanescence, banda de rock americana, que nos chamaria no domingo à noite ao Columbiahalle. Impulsionado pelo metal gótico, soou grandioso e mais poderoso do que nunca. A cantora Amy Lee dominou as canções religiosas e com um vocal bombástico.

O primeiro single de seu novo álbum, "What You Want", começou seu set e as cinco metaleiras [músicas] seguintes rasgaram os 3.500 fãs de uma vez só. A metada deliberadamente foi um pouco mais calma, onde Lee foi capaz de demonstrar suas habilidades musicais ao piano e ,no final do show, "Bring Me To Life" fez o público enlouquecer. Após, a banda voltar para quatro encores depois de 75 minutos, cantou seu maior hino, "My Immortal". Cantou feliz com todo o salão acompanhando.
Review Original: BZ News aus Berlin

15 de novembro de 2011

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

Autor do post
0 comentários
Review do show realizado no último dia 13 em Birmingham (Reino Unido), feita pelo site britânico Alt Sounds.
'Fallen', o primeiro álbum do Evanescence, vendeu mais de 17 milhões de cópias, nada fácil para uma estréia e gerou uma enxurrada de Gótico/Metal/Bandas do estilo Sinfônico que gostam de Within Temptation, Nightwish e After Forever. Após o dificultado segundo álbum e as constantes alterações na sua formação, a banda está de volta, após um hiato de cinco anos, com o Evanescence auto-intitulado.

A Academy está abarrotado, principalmente, de meninas adolescentes velhos góticos. Nova música "What You Want" abre o show, esta é uma dos nove novas canções para serem tocadas esta noite. Vocais de Amy Lee poderiam descascar a pintura das paredes. Sem esforço, bate qualquer nota que precise, com poder e precisão.

A multidão irrompe nos riffs de "Going Under", antes de Amy apresentar outra nova música "The Other Side". Uma coisa está aparente até agora, o som. Está muito baixo e na ocasião, diminui o resto dos instrumentos com a ressonância do baixo. Também, a iluminação estava irritante com holofotes enormes iluminado que está na parte de trás do palco para a platéia. Às vezes, era como olhar para o sol, você simplesmente não podia ver a banda. Obviamente, para dissuadir qualquer um que pudesse ser cineasta de video no show (mais sobre isso mais tarde). Não era apenas a música ímpar, ou parte dela, era constante que eu tive que sair da linha de fogo.

O alívio da luz veio quando o piano de Amy foi levado ao palco balada. Poderosa balada "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken" e terminando com "Lithium". Amy deu espaço para respirar e nos deixou ouvir a clareza de sua voz sem ter que competir com o P.A. "Sick and Oceans" trazem o nível da energia de volta, em seguida, Amy volta ao teclado com "Call Me When You're Sober" terminando o set de hora de duração com "Bring Me To Life". Se não pudesse ter ficado melhor o retorno da banda com mais 3 músicas, um passeio raro com "Never Go Back", "Your Star" e a assombrosa "My Immortal".

Evanescence tocou um set impecável e Amy Lee deu uma lição de desempenho vocal. Minhas críticas apenas seriam o som em alguns lugares e a iluminação. Também com três longos álbuns poderiam facilmente ter sido mais longos. Mas, parece ser a norma hoje em dia. Lembro-me de um tempo em que se a banda não tocasse por 2 horas, seria vaiada. Além disso, foi uma vergonha para os fãs que estavam na fila desde 09:00 daquela manhã para chegar para chegar no primeiro lugar da fila e foram impedidos de tirarem fotos. A regra que foi imposta pelo regimento de segurança das bandas. Afinal de contas.. quem paga seus salários?

14 de novembro de 2011

[Review] Zoiks Online: Melhor trabalho da banda

Autor do post
0 comentários
Review do álbum Evanescence feita pelo site Zoiks! Online. Em uma listagem com os melhores álbuns de 2011 que dariam ótimos presentes de Natal, o mesmo se encontra presente!
Álbum auto-intitulado do Evanescence é o melhor trabalho da banda - Album Review

Amy Lee e Evanescence estão de volta com o álbum de estúdio da banda, o primeiro em cinco anos. O trabalho auto-intitulado, lançado 11 outubro de 2011, mostra a voz operática de Lee que se tornou popular em canções como "Bring Me To Life" e "My Immortal".

O álbum já bateu o número um em quatro paradas da Billboard, incluindo o Rock Albums, Alternative e Digital Albums. E há uma razão para isso - é impressionante. Sobre o single, "What You Want", Lee canta "Hello, hello, it’s only me infecting everything you love; somewhere beyond the pain there must be a way to believe". O que a cantora está enfatizando é que nesta edição, o Evanescence representa um novo começo e eles querem os fãs de volta.

E tem sido evidenciado pela Billboard. Apoiadores da banda conhecem a história do Evanescence e suas portas giratórias, alterações de membros e formação. Agora, parece que eles encontraram o ajuste certo em Terry Balsamo, guitarra; Troy McLawhorn, guitarra rítmica, Tim McCord, baixo e Will Hunt, bateria.

"Evanescence" ainda é rock industrial e Lee ainda traz um olhar gótico, mas neste álbum atual parece que a banda está realmente se divertindo, um feito pra lá de atitude. As músicas são campier e cabem melhor ao longo da linha de um álbum de rock ou metal, e não o rótulo gótico que estave presente em álbuns do passado.

Outros hits em potencial em "Evanescence" incluem "The Change", "The Other Side" e "End Of The Dream". Citando Lee em "What You Want", "Do what you what you want, if you have a dream for better". Para Lee, este novo álbum é o sonho para melhor.

Review Original: Zoiks! Online

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

Autor do post
0 comentários
Mais uma review do show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham. Desta vez, feita pelo site Purple Revolver. Confira a tradução e algumas imagens divulgadas pelo site:
Foi uma noite extraordinária de feminino liderando o rock pesado, como os vencedores de prêmios Grammy, Evanescence, rolando pela cidade.

Evanescence começou seu set com "What You Want", a primeira faixa a ser liberada a partir do seu novo álbum auto-intitulado.

Desde o início, ficou claro que eles estavam indo para garantir a última noite da turnê britânica, que seria uma para lembrar e, Amy Lee limitada pelo palco, cantou vocais como se sua vida dependesse disso.

Evanescence fez um mix excelente de músicas antigas e novas em todo o seu set de 90 minutos. A produção de palco era impressionante, sem sombra do talento musical incrível desta banda e tudo mais em consideração, é surpreendente encontrá-los tocando ainda em academias, quando todos os sinais apontam para serem capazes de encher arenas facilmente.

A parte principal do conjunto foi celebrado com o épico "Bring Me To Life", antes de uma pequena pausa e um bis fenomenal com "Never Go Back", "Your Star" e "My Immortal".


Imagens: Purple Revolver

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

Autor do post
0 comentários
Review feita pelo site britânico Express& Star sobre o show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham (Reino Unido).
Concert review: Evanescence, O2 Academy, Birmingham

Tem sido cinco anos longos para os fãs do Evanescence, mas valeu a pena esperar [para ver] como os roqueiros góticos invadiram o O2 Academy de Birmingham, na última noite de sua turnê pelo Reino Unido. Alguns podem ter pensado que a banda tinha vivido até a definição de seu nome, "desvanecimento, gradual desaparecimento de vista", depois de estar fora dos holofotes por muito tempo. Porém, eles voltaram como se estivessem prontos para provar um ponto.

"What You Want", a faixa de abertura do recém lançado terceiro álbum banda, foi uma declaração de pura intenção, todas baterias tribais e guitarras crocantes tinham a multidão pulando desde o início. A cantora Amy Lee, sem dúvida, a líder da banda, foi totalmente hipnotizante do modo que levou o Evanescence através de um set-list de aproximadamente 90 minutos. Bem equilibrado entre o novo, o álbum auto-intitulado e seus antecessores de vendas milhonárias, "Fallen" e "The Open Door".

Foi uma performance construída sobre o uso da sua assinatura de luz e sombra. No piscar de piano, Lee deu caminho para o ataque total dos guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn em grandes sucessos como "Bring Me To Life" e "My Immortal".
O efeito foi arrebatador, dramático e quase operístico. A voz de Lee subiu acima da tempestade que rugia fora do palco, como se o próprio futuro do planeta dependesse disso e a multidão de Birmingham respondeu na mesma moeda, cantando junto.

12 de novembro de 2011

Sputnik Music: "Evanescence" mostra maturidade

Autor do post
0 comentários
Review do álbum Evanescence feita pelo site especializado no assunto, Sputnik Music. Na review, há elogios destacando ser o melhor álbum da banda até o momento. Em contraste, há críticas quando a musicalidade e as composições de suas letras. Confira:
Um álbum surpreendente, auto-intitulado "Evanescence" mostra maturidade e acaba sendo mais atraente do que os registros anteriores por uma margem enorme, mas algo está faltando.
"Todo mundo conhece o nosso som, mas isso é só um alicerce e nós dançamos em cima disso! Ainda é muito pesado e obscuro, mas nós estamos nos divertindo com isso"

Evanescence tomou a cena por volta de uma tempestade em 2003, com seu álbum goth-rock/nu-metal de estréia, "Fallen". De repente, suas músicas estavam em toda parte e receberam quantidades gigantescas de sucesso comercial, sendo comercializado em filme (Daredevil), televisão (Moonlight), e chegando às paradas de dez países por todo o mundo. No mesmo ano, também foram oferecidas cinco indicações ao Grammy - dois dos quais acabaram por ser vencidos. Sua marca foi deixada e sua presença foi reconhecida: um grupo cuja liderança extravagante de estrela fez emergir a imagem obscura, o que apelou aos pseudo-góticos e fãs de nu-metal em toda parte. Aqui está a coisa, porém: para alguém que esteja se sentindo nostálgico, "Fallen" é um álbum para colocar por perto ao escutar dias antes - é agradável em pequenas doses e cativante, no entanto, sem sentimentalismo anexado, ele pode ser muito irritante e sair como amador e doentiamente sob medida para o jogo de rádio. O elementar - embora engachante e principalmente inofensivo - faixas como o rap-rock "Bring Me to Life" e a de nu-metal aclamada pela multidão "Going Under" eram divertidas, mas poderia, obviamente, ser melhoradas. Infelizmente, a banda improvisou o sucessor, "The Open Door", fez quase nada para expandir a fórmula encontrada no "Fallen", mas ainda foi amado por muitos. O cheesiness transbordante e se recusou a evoluir musicalmente e liricamente. Foi frustrante dado pela proeza óbvia do vocal de Amy Lee, porém, também é mais do que seus fãs queriam: músicas curtas com refrões descaradamente infecciosos. Cinco anos mais tarde e aqui temos o seu álbum auto-intitulado, um registro que - ao contrário de seus antecessores, frouxamente amarrados - é consistentemente agradável e ocasionalmente brilhante, graças às influências de que deriva.

Evanescence canaliza a energia dos álbuns anteriores, mas também mostra uma evolução musical da banda. Um que é aparentemente direito desde o começo como um dos seus melhores singles até agora, "What You Want". Riffs e percussão otimista em um coro piano levado, onde Amy canta: "Hello, hello - remember me? / I’m everything you can’t control / Somewhere beyond the pain there must be a way to believe we can break through". A percussão e o sintetizador dançante lançam luz sobre um diferente Evanescence, com sondagem menos danificada e com a banda inteira tocando o seu potencial. Aqui eles retiram sua angústia e cantam o otimismo, um tema que muitas vezes não é prevalente em sua música. Até agora, Amy Lee tem sido para o Evanescence o que Hayley Williams é para o Paramore: o rosto da banda. Companheiros de banda de Amy são anônimos para a maioria, na maioria das vezes de pé em photoshoots, quase todos vestidos de negro, contrastando com seu guarda-roupa da moda. Além de ser uma estratégia de marketing óbvio para usar a estética para promover a banda, é também um pouco curioso que a força esteja mais proeminente em todas as músicas, em comparação com álbuns anteriores, "Fallen" e "The Open Door". Felizmente, em "Evanescence" sente-se as músicas como um trabalho coletivo, mostrando as melhores características de cada membro com nenhum querendo ultrapassar o outro. Dito isto, a voz de Amy ainda é uma das qualidades mais atraentes - ela nunca soou tão convicta como ela soa em "The Change", quando ela grita: "You've been dreaming if you're thinking that I still belong to you / I've been dying 'cause I'm lying to myself". Embora o conteúdo lírico seja um pouco clichê e juvenil em certos pontos, é verdadeiramente sentida, através da linda vocalização que Amy transmite, independência e esperança, aqui e ali onde se conta.

É óbvio ao ouvir os sintetizadores e a produção que o Evanescence está clamando por influências de artistas citados que variam de MGMT a Bjork. "Lost in Paradise" é uma homenagem a este último, começando com acordes de piano suave, evoluindo para um pedaço rico da música com cordas e um clímax emocionante grandioso. "Home Swimming" é a canção electro-pop do álbum - ele rola junto com a produção exuberante, bate liso e um kit de bateria suave, mostrando o lado eletronicamente consciente da banda. Variância e musicalidade aqui são o que mantém o Evanescence sendo apenas mais um passeio de nu-metal/goth, e suas influências dão um novo som ao seu apelo, mas não se enganem: essa ainda é a mesma banda com temas obscuros, riffs abundantes e teatralidade de sua música, que acabou superado sua incapacidade de escrever um álbum consistente e fluido.

Ainda assim, todo esses elogios podem ser um pouco equivocados. Enquanto "Evanescence" é uma versão surpreendentemente grandiosa, ao contrário de uma forma média para uma boa banda. Ainda não roubarão o coração de 2011, ou até mesmo causará problemas aos álbuns dos usuários do topo das listas. Seus defeitos são que algumas das canções parecem sem rumo e prejudicam o fluxo do álbum, como "Made of Stone" e "The Other Side", o "enchimento" do álbum, se você preferir. Não está necessariamente mau, mas parece sem rumo. Também impedindo o sucesso do álbum, são as letras um pouco simplistas e sem imaginação, encontrado em canções como "Lost in Paradise". Apesar de ser uma música linda, evocando o estilo de Bjork, frio cerebral, as letras - escondida sob o disfarce de beleza - são um pouco brega e típica: "LTake it all away / Shadows of you / ‘Cause they won’t let me go, so I have nothing left / And all I feel is this cruel wanting / We’ve been falling for all this time / And now I’m lost in paradise".

De qualquer forma, Amy e co.mpanhia criaram o seu primeiro álbum focado e é melhor do que qualquer coisa que eles já fizeram (EP ou não), por uma margem grande. Evanescence está começando a se afastar da adolescência que nos trouxe o "Fallen", mas ainda há muito espaço para aperfeiçoamento. Se eles continuarem neste caminho e experimentarem mais, talvez eles ainda sejam capazes de fazer algo digno, diante ao teste do tempo. Mesmo assim, o "Evanescence" é um passo ousado na direção certa.

Review Original: Sputnik Music

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

 

Evanescence Rock Brasil é um blog criado por fãs da banda em retribuição
a outros fãs de Evanescence | Design by Insight © 2011