Durante a semana de Páscoa, Will Hunt postou dois vídeos em sua página no facebook: (1) apresentação de “The Other Side” na Nation Indoor Arena de Birmingham, no Reino Unido, com ênfase para a sua performance; e outro vídeo (2) em que mostra os equipamentos utilizados por ele na produção do álbum “Evanescence” em 2011.
No dia 08 de Novembro, Evanescence tocou na casa de shows da cidade Birmingham, em Reino Unido, e terminar o penúltimo dia de apresentação marcada na agenda. Os ingleses puderam acompanhar as 18 músicas, incluindo a canção 'Swimming Home', que ia e voltava da setlist. A cantora Amy Lee mencionou sobre o final da turnê e ainda agradeceu os integrantes da banda. Confira mais informações abaixo:
SetList
What You Want
Going Under
The Other Side
Weight of the World
Made of Stone
Lithium
Lost in Paradise
My Heart Is Broken
Whisper
The Change
Oceans
Your Star
Swimming Home
Call Me When You're Sober
Imaginary
Bring Me to Life
Após exatos doze meses, Evanescence retornará ao Reino Unido para um conjunto de quatro shows, todos em Arenas. Em novembro do ano passado, a banda realizou uma série de sete apresentações na regiões e seus ingressos se esgotaram em aproximadamente duas semanas.
Assim como na turnê sul-americana, a banda de abertura será o grupo The Used.
Evanescence is coming to the UK! Tickets for all four shows on sale Friday at 9AM GMT
Review do show realizado no último dia 13 em Birmingham (Reino Unido), feita pelo site britânico Alt Sounds.
'Fallen', o primeiro álbum do Evanescence, vendeu mais de 17 milhões de cópias, nada fácil para uma estréia e gerou uma enxurrada de Gótico/Metal/Bandas do estilo Sinfônico que gostam de Within Temptation, Nightwish e After Forever. Após o dificultado segundo álbum e as constantes alterações na sua formação, a banda está de volta, após um hiato de cinco anos, com o Evanescence auto-intitulado.
A Academy está abarrotado, principalmente, de meninas adolescentes velhos góticos. Nova música "What You Want" abre o show, esta é uma dos nove novas canções para serem tocadas esta noite. Vocais de Amy Lee poderiam descascar a pintura das paredes. Sem esforço, bate qualquer nota que precise, com poder e precisão.
A multidão irrompe nos riffs de "Going Under", antes de Amy apresentar outra nova música "The Other Side". Uma coisa está aparente até agora, o som. Está muito baixo e na ocasião, diminui o resto dos instrumentos com a ressonância do baixo. Também, a iluminação estava irritante com holofotes enormes iluminado que está na parte de trás do palco para a platéia. Às vezes, era como olhar para o sol, você simplesmente não podia ver a banda. Obviamente, para dissuadir qualquer um que pudesse ser cineasta de video no show (mais sobre isso mais tarde). Não era apenas a música ímpar, ou parte dela, era constante que eu tive que sair da linha de fogo.
O alívio da luz veio quando o piano de Amy foi levado ao palco balada. Poderosa balada "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken" e terminando com "Lithium". Amy deu espaço para respirar e nos deixou ouvir a clareza de sua voz sem ter que competir com o P.A. "Sick and Oceans" trazem o nível da energia de volta, em seguida, Amy volta ao teclado com "Call Me When You're Sober" terminando o set de hora de duração com "Bring Me To Life". Se não pudesse ter ficado melhor o retorno da banda com mais 3 músicas, um passeio raro com "Never Go Back", "Your Star" e a assombrosa "My Immortal".
Evanescence tocou um set impecável e Amy Lee deu uma lição de desempenho vocal. Minhas críticas apenas seriam o som em alguns lugares e a iluminação. Também com três longos álbuns poderiam facilmente ter sido mais longos. Mas, parece ser a norma hoje em dia. Lembro-me de um tempo em que se a banda não tocasse por 2 horas, seria vaiada. Além disso, foi uma vergonha para os fãs que estavam na fila desde 09:00 daquela manhã para chegar para chegar no primeiro lugar da fila e foram impedidos de tirarem fotos. A regra que foi imposta pelo regimento de segurança das bandas. Afinal de contas.. quem paga seus salários?
Mais uma review do show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham. Desta vez, feita pelo site Purple Revolver. Confira a tradução e algumas imagens divulgadas pelo site:
Foi uma noite extraordinária de feminino liderando o rock pesado, como os vencedores de prêmios Grammy, Evanescence, rolando pela cidade.
Evanescence começou seu set com "What You Want", a primeira faixa a ser liberada a partir do seu novo álbum auto-intitulado.
Desde o início, ficou claro que eles estavam indo para garantir a última noite da turnê britânica, que seria uma para lembrar e, Amy Lee limitada pelo palco, cantou vocais como se sua vida dependesse disso.
Evanescence fez um mix excelente de músicas antigas e novas em todo o seu set de 90 minutos. A produção de palco era impressionante, sem sombra do talento musical incrível desta banda e tudo mais em consideração, é surpreendente encontrá-los tocando ainda em academias, quando todos os sinais apontam para serem capazes de encher arenas facilmente.
A parte principal do conjunto foi celebrado com o épico "Bring Me To Life", antes de uma pequena pausa e um bis fenomenal com "Never Go Back", "Your Star" e "My Immortal".
Tem sido cinco anos longos para os fãs do Evanescence, mas valeu a pena esperar [para ver] como os roqueiros góticos invadiram o O2 Academy de Birmingham, na última noite de sua turnê pelo Reino Unido. Alguns podem ter pensado que a banda tinha vivido até a definição de seu nome, "desvanecimento, gradual desaparecimento de vista", depois de estar fora dos holofotes por muito tempo. Porém, eles voltaram como se estivessem prontos para provar um ponto.
"What You Want", a faixa de abertura do recém lançado terceiro álbum banda, foi uma declaração de pura intenção, todas baterias tribais e guitarras crocantes tinham a multidão pulando desde o início. A cantora Amy Lee, sem dúvida, a líder da banda, foi totalmente hipnotizante do modo que levou o Evanescence através de um set-list de aproximadamente 90 minutos. Bem equilibrado entre o novo, o álbum auto-intitulado e seus antecessores de vendas milhonárias, "Fallen" e "The Open Door".
Foi uma performance construída sobre o uso da sua assinatura de luz e sombra. No piscar de piano, Lee deu caminho para o ataque total dos guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn em grandes sucessos como "Bring Me To Life" e "My Immortal". O efeito foi arrebatador, dramático e quase operístico. A voz de Lee subiu acima da tempestade que rugia fora do palco, como se o próprio futuro do planeta dependesse disso e a multidão de Birmingham respondeu na mesma moeda, cantando junto.
A seguir, algumas imagens e vídeos do show realizado ontem no O2 Academy, na cidade de Birmingham (Reino Unido). Birmingham é uma cidade e distrito metropolitano do condado de Midlands Ocidentais, na Inglaterra. É a segunda maior e mais importante cidade do Reino Unido, atrás apenas da capital Londres.
Matéria publicada no site do jornal britânico Birmingham Mail sobre o retorno do Evanescence, a partir de uma entrevista com Amy Lee.
Amy Lee está efervescente com o Evanescence
Contra todas as probabilidades, os roqueiros americanos do Evanescence estão de volta com um novo álbum e uma turnê que passará pelo O2 Academy Birmingham, no domingo.
Co-fundadora e vocalista, Amy Lee, diz que foi inspirado trabalhar novamente com a banda depois de ficar um período por fora de tudo.
"Nos afastamos de maneira tão grande que eu não tinha certeza se iríamos fazer outro álbum do Evanescence'', diz a californiana de 29 anos de idade. ''Eu estive em uma sessão de auto-descoberta e estou feliz comigo mesma, sem ser a vocalista do Evanescence. Porém, percebi que é uma grande parte de quem eu sou. Sou eu e estou muito orgulhosa disso".
Formada em 1995 por Amy e o guitarrista Ben Moody, o Evanescence atingiu o seu grande momento em 2003 com seu álbum de estréia, Fallen, que vendeu 17 milhões de cópias.
Houve várias mudanças na formação, incluindo a saída de Moody, antes do segundo álbum de estúdio, "The Open Door", de 2006.
"Se eu pudesse ter uma conversa comigo mesmo quando eu tinha 21 anos, estaria como uma pessoa completamente diferente'', Amy admite. ''Meu coração é o mesmo, mas eu tenho crescido muito. A loucura da minha juventude e o "Fallen" foram tão rápidos, tão grandes e incomuns, que levou um momento para processar tudo isso".
Com mais membros para finalizar o "The Open Door" [Tour], Amy colocou a banda em espera e considerou uma carreira solo. Mas a tentação de trabalhar com outros músicos provou ser demasiadamente forte e ela se juntou com os guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn, Tim McCord, o baixista, e o baterista Will Hunt para o terceiro álbum de estúdio da banda, Evanescence.
"É um álbum conduzido pela banda, é o primeiro registro com esta colaboração, todo mundo fez sua parte de martelá-lo e escrever suas próprias partes", diz Amy. "Nos conhecemos e sabemos como tocar cada outros instrumentos, estilos e as obras de criatividade. Posso dizer com total confiança de que ele é o melhor que já fizemos e foi adequado dar a este álbum um auto-título".
Mas ela ainda está insegura sobre como a banda vai ser recebida pelos fãs, especialmente porque tem quatro anos desde a última turnê. "Esta é a segunda lua de mel com a banda, bem, pela terceiro vez na verdade. Eu sei que nós estivemos longes por um tempo muito longo, mas durante os últimos anos têm havido tantas pessoas saindo da toca que ainda sabem quem somos e estamos muito gratos a eles!"
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