Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

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12 de dezembro de 2011

Meet&Greet Evanescence na Alemanha

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Cartaz de divulgação do show



Olá pessoal, meu nome é Jonas Coelho e vou contar minha experiência no Meet&Greet no peúltimo domingo de Novembro desse ano, dia 20. Eu cheguei ao Columbiahalle, em Berlin, às 15:00 (o Meet&Greet estava marcado para as 15:30). Os seguranças vieram com uma lista depois de quinze minutos de atraso, eu era o segundo da lista. Entramos no estacionamento e haviam pelo menos três seguranças tomando conta da gente e mais dois organizadores, uma distribuia adesivos/cartões/posters e o outro dava as instruções.

Primeiro ele falou que poderíamos tirar fotos com nossas câmeras, mas depois negaram :( De fora já se escutava os sons dos intrumentos. Sentia um frio na barriga imenso! Entramos depois de uns 5 minutos e fomos pro salão principal do Columbiahalle, a banda já estava no palco e parecia que já estavam ensaiando há algum tempo. Não tem como explicar como me senti naquele momento... foi f***! Os seguranças mandaram ficarmos afastados uns 15 metros do palco e assistiam a gente, nos iluminando com lanternas.



Teve uma hora que um mandou a menina guardar a câmera. Não era permitido gravar, nem tirar fotos em nenhum momento do M&G. Amy conversava com as pessoas no palco e estava MUITO rouca. Ela nos comprimentou, em seguida, tocaram What You Want. A voz dela estava surpreendentemente PERFEITA, como sempre! Fiquei espantado! Em seguida tocaram My Heart Is Broken e Amy perguntou se estava tudo certo, logo em seguida sairam do palco.

Os seguranças mandaram se enfileirar na frente da grade e não ultrapassar a parte de metal. Eu estava exatamente no meio da fila e estava ansioso pra ve-los tão de perto e falar com eles, principalmente com a Amy. Estava permitido pegar autógrafos em no maximo dois itens, minha meta eram três itens. Quando a Amy veio e falou "Hello!", parecia que eu tava sonhando.. pedi pra ela assinar o violão do meu amigo, o poster e depois perguntei se ela se lembrava da bandeira brasileira no show de Londres. Ela confirmou e agradeceu por eu ter ido, em seguida eu pedi pra ela assinar a bandeira e ela, muito simpática, aceitou. Quando Tim veio, foi bem legal e me senti mais à vontade pra falar com ele, perguntei da bandeira e ele falou que se lembrava também e daí, o lembrei que pedi a palheta em Londres durante o show. Ele perguntou se eu tinha conseguido pegar quando ele jogou, eu disse que não. Ele falou que iria tentar jogar denovo pra mim, mas em seguida falou "oh! wait!" e tirou uma palheta do bolso (verde) e me deu.


Depois de agradecer tentei puxar mais um papo, perguntei se ele lembrava de uma palavra que meus amigos no Brasil o ensinaram ... ele parecia não se lembrar, então falei "Por**!" e ele então se lembrou e ficou repetindo o palavrão por algumas vezes .

Troy, Will e Terry passaram bem rápido e eu não conversei mt com eles. Will se enrolou um pouco enquanto estava assinando minha bandeira - ficou bem borrado parece ter sido escrito por uma criança (hahhaha) até que o manager veio ajudá-lo a segurar a bandeira. Depois da sessão de autografos, fomos de um em um tirar foto com a banda. Eu estava meio chateado pois não podia usar minha câmera e o fotógrafo tinha uma câmera bem simples :( Quando fui tirar a foto, Amy disse sorrindo "Helloo!" - Tim estava fazendo a famosa pose com o rosto virado, um pouco atrás de mim - coloquei a mão nas costas dele e puxei pra mais perto :P Depois da foto fui pegar minhas coisas e os seguranças me impediram - tive que esperar num canto até que uma amiga me trouxe.


Em seguida fomos levados pra fora - Beth passou por nós e eu a chamei, ela virou e eu falei: "Happy Birthday!", ela agradeceu :D (O aniversário dela tinha sido 2 dias antes. Perguntei ao Manager sobre as fotos e ele não sabia responder como iríamos recebê-las, fiquei um pouco preocupado, porém MEGA feliz pelo encontro - foi a realização de um sonho! Fui para fora com alguns amigos do EvClub, meu namorado e amigos. Fiquei meio chocado pois não havia fila, as pessoas estavam todas paradas aleatoriamente na frente do portão. Na hora da entrada foi um pouco complicado, mas não houve confusão. Dentro do Columbiahalle, as pessoas não estavam apertadas e respeitavam os espaços das outras. Não houve empurra-empurra! (O que eu mega estranhei pra um show do Evanescence - Rio Centro, Maquinária e até em Londres, que foi sufocante!) Mesmo com a voz debilitada, Amy não poupou suas cordas vocais e arrasou! Algumas vezes sua voz falhava, mas não deixava de arrancar suspiros, assovios e aplausos.


No fim do show, Troy arremessou palhetas e eu dei um "mortal" e apanhei uma. Meu dia estava completo! No dia seguinte li algumas reviews nos sites alemães e todas eram positivas. Fiquei satisfeito e orgulhoso de ser fã do Evanescence! A banda mais querida do mundo! ;D

22 de novembro de 2011

[Rock em Geral] Review: 'Evanescence'

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Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Rock em Geral. Confira:
Parecia que não ia dar certo, mas Amy Lee conseguiu. Das cinzas de uma banda praticamente acabada, a vocalista remontou oEvanescence e conseguiu fazer um disco de banda. Ou, por outra, de uma banda comandada por quem sabe exatamente aonde quer chegar, com integrantes que sabem que têm um papel definido: cada um na sua labuta. O resultado é um disco de rock redondo, que foge dos clichês que se criaram nos subgêneros do heavy metal, desde que se descobriu que ter mulher cantando é legal - e lá se vão vinte e tantos anos. Sim, “Evanescence” flerta fortemente com o gothic metal (“Made Of Stone” que o diga), mas é, essencialmente, um disco de rock.

Começa com um single de rock – “What You Want” -, cuja introdução de bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas. Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas. “The Change”, por exemplo, não esconde a tensão típica de outras fases do grupo, mas logo deságua para um refrão impulsionado por um cantarolar marcante. Difícil não sair por aí assoviando a melodia ou mandando um “embromation” qualquer. A vocalista não economizou no drama que costuma impingir na música do Evanescence e foi muito feliz nos arranjos vocais, que, em outras oportunidades, passavam do ponto. Acontece aqui também, mas bem menos, talvez pela intromissão sadia do produtor Nick Raskulinecz, experiente com grupos de rock.

O tempo que ficou fora de cena (cinco anos sem gravar) seguramente ajudou a moça a beber em outras fontes, como o pós punk dos anos 80, de onde saiu a boa “Erase This”. Um belo trabalho de guitarras é trançado com um tecladinho colante, antes de a música crescer no maior estilo grandiloquente de Amy Lee cantar; quase que ela passa do ponto, mas quando a música volta do refrão, vê-se que ficou bem arranjada. “Lost In Paradise”, em seguida, se anuncia como uma daquelas baladaças chatas, no imite do cafona, mas, na meíuca, um elaborado trabalho de guitarras mostra outra face, mais pop e convincente. Não salva a música, mas ajuda no desafogo, em um arremate grandioso de Amy Lee, num de seus momentos mais emocionantes nesse disco.

Escondida no meio do CD, “Sick”, só pelo refrão, poderia ser o single principal no disco. Música pesada que consegue ter veia pop na medida certa, seria um belo cartão de visitas. Outra que traz o peso como característica principal é “Never Go Back”, com uma introdução cheia de guitarras. A ponte para o refrão faz qualquer sujeito bater cabeça sem perceber, até que a intermediação dos teclados amenize as coisas, numa outra boa sacada da produção. A música, assim como outras do disco, é cheia de barulhinhos ocultos, discretos até, que contribuem para o bojo das canções.

A melhor coisa do disco está numa regularidade quase plena, que inexiste nos álbuns anteriores do grupo. Não há, aqui, aquela montanha russa de músicas tão distintas que, por vezes, nem pareciam ser da mesma banda. “Evanescence” é um disco de verdade, com faixas vizinhas e que dialogam entre si, mais um mérito – repita-se - da coesão do grupo. Está longe de ser o disco do ano, mas é um recomeço e tanto para um grupo que se viu à beira do abismo. Que seja, então, bem-vindo de volta.

Review Original: Rock em Geral

21 de novembro de 2011

[+] Review: Show em Berlin (AL), 20/11/2011

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Pequena review do show realizado ontem no Columbiahalle de Berlin, na Alemanha, feita pelo site Regioactive. Confira:
Evanescence atualmente está presente em palcos alemães. Congratulamo-nos com o seu feedback.

Evanescence é um dos maiores fenômenos da cena rock norte-americana da última década. Desde o início, são os fãs da pianista, cantora e compositora Amy Lee e seus associados estão aos seus pés. Dois prêmios Grammy, mais de 21 milhões de álbuns vendidos e sucesso em todo o mundo. Singles explicam seu sucesso mundial. Atualmente, Evanescence está presente em palcos alemães. Incluído no pacote, o novo álbum intitulado com o nome da banda. Vindo de Offenbach e Dusseldorf, a banda sacudiu em 20 de Novembro, o Berlin Columbiahalle. As primeiras vozes que pego no Twitter soam muito felizes.
Review Original: Regioactive

Review: Show em Berlin (Alemanha), 20/11/2011

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Review do show realizado ontem no Cloumbiahalle, em Berlin (Alemanha), feita pelo site BZ News aus Berlin. Confira a tradução:
Rock Grandioso com Evanescence
3.500 fãs entusiasmados enfureceram-se com o show da banda de rock Evanescence, em Cloumbiahalle.

Perfeito. Simplesmente perfeito. Caso contrário, não seria uma apresentação do Evanescence, banda de rock americana, que nos chamaria no domingo à noite ao Columbiahalle. Impulsionado pelo metal gótico, soou grandioso e mais poderoso do que nunca. A cantora Amy Lee dominou as canções religiosas e com um vocal bombástico.

O primeiro single de seu novo álbum, "What You Want", começou seu set e as cinco metaleiras [músicas] seguintes rasgaram os 3.500 fãs de uma vez só. A metada deliberadamente foi um pouco mais calma, onde Lee foi capaz de demonstrar suas habilidades musicais ao piano e ,no final do show, "Bring Me To Life" fez o público enlouquecer. Após, a banda voltar para quatro encores depois de 75 minutos, cantou seu maior hino, "My Immortal". Cantou feliz com todo o salão acompanhando.
Review Original: BZ News aus Berlin

20 de novembro de 2011

Em Düsseldorf: "Nos veremos no próximo ano"

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Pequena review publicada no site alemão General Anzeiger sobre o show realizado ontem no Mitsubishi Electric Halle, em Düsseldorf (Alemanha). Na review, o site finaliza dizendo que Amy Lee prometeu retornar ao país no próximo ano. Provavelmente, para mais um show em promoção ao novo álbum ou para uma possível apresentação no maior festival de rock europeu, o Rock am Ring, que ocorre na Alemanha.
Evanescence em Düsseldorf: "Ótimo voltar!"

Há alguns anos, críticos dos EUA previam um fim precoce para os roqueiros. Evanescence demonstrou recentemente nesta noite: Certamente, Evanescence não é esta banda.

Depois de quase quatro anos de hiato, o casamento e um intenso trabalho de estúdio, Evanescence está de volta! Este foi o show no Mitsubishi Electric Halle, em Düsseldorf.

Coincidindo com a abertura "What You Want", que ainda estava claro - o novo álbum, neste concerto, esteve em primeiro plano. Mas foi este que, sem dúvida, que a cantora Amy Lee mostrou qualidades, por exemplo, com "The Other Side" e "Oceans", graças à sua voz marcante e versátil.

No couro assimétrico, que varreu como um furacão o palco e o fez de maneira, aparentemente sem esforço, entre o piano, teclado, microfone, para frente e para trás.

Claro, a banda mostrou clássicos. Os primeiros sons de "Bring Me to Life" foram tão entusiasmados como o pesado "Lithium". Não menos importante, quando adicionado ao piano, a balada "My Immortal" fez todo o salão cantar, embora não totalmente ocupados, com entusiasmo.

Evanescence - usualmente usa um brutal e enérgico rock. Mesmo com um concerto com cerca de 60 minutos, mais dois encores que foram muito breves e uma promessa de espera: "Nos veremos no próximo ano".

17 de novembro de 2011

[Review] Show em Leeds (UK) 12/11/2011

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Review do show realizado no O2 Academy, em Leeds (Reino Unido) no dia 12 de novembro, feita pelo site Evening Post.

"WHAT YOU WANT" é
apenas o que a multidão quer ouvir do Evanescence e, assim, a recepção é imediatamente explosiva.

Em seguida, o quinteto mergulha em "Going Under". É um som agradavelmente apertado com vocal de Amy Lee ainda mais forte e impressionante ao vivo. Balsamo brilha em seu curto solo de guitarra e Hunt na bateria. O baixo de mcCord é pesado e gratificante e o guitarra McLawhorn conduz o ritmo das músicas para a frente.

Em nova canção, "The Other Side", a voz de Lee soa. Batendo todas as notas entre os olhos. E ainda assim, ela consegue tirar tons profundos da alma no minuto seguinte.

Para nova canção "Lost in Paradise", seu vocal é profundo e sincero, e quando bateria e guitarra dão o ponta-pé, o efeito é agridoce e transfixante.

"Bring Me To Life" entra no show na hora certa, mas infelizmente falta um ingrediente vital - o vocal masculino! Foi estranho ver e ouvir uma outra versão da forma perfeita, sem qualquer um dos ícones "Wake me up... Eu não consigo acordar ... I can’t wake up... Save me", linhas que Paul McCoy trouxe à vida e que ajudaram a tornar a música um hit.

Uma breve pausa breve para retornarem com "Your Star" e "My Immortal", que envolvam, elevam e mostaram a habilidade de Lee no piano.

"Evanescence" pode se traduzir em "desaparecimento", mas esta banda está brilhante e potente esta noite.

Review Original: Evening Post

15 de novembro de 2011

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Review do show realizado no último dia 13 em Birmingham (Reino Unido), feita pelo site britânico Alt Sounds.
'Fallen', o primeiro álbum do Evanescence, vendeu mais de 17 milhões de cópias, nada fácil para uma estréia e gerou uma enxurrada de Gótico/Metal/Bandas do estilo Sinfônico que gostam de Within Temptation, Nightwish e After Forever. Após o dificultado segundo álbum e as constantes alterações na sua formação, a banda está de volta, após um hiato de cinco anos, com o Evanescence auto-intitulado.

A Academy está abarrotado, principalmente, de meninas adolescentes velhos góticos. Nova música "What You Want" abre o show, esta é uma dos nove novas canções para serem tocadas esta noite. Vocais de Amy Lee poderiam descascar a pintura das paredes. Sem esforço, bate qualquer nota que precise, com poder e precisão.

A multidão irrompe nos riffs de "Going Under", antes de Amy apresentar outra nova música "The Other Side". Uma coisa está aparente até agora, o som. Está muito baixo e na ocasião, diminui o resto dos instrumentos com a ressonância do baixo. Também, a iluminação estava irritante com holofotes enormes iluminado que está na parte de trás do palco para a platéia. Às vezes, era como olhar para o sol, você simplesmente não podia ver a banda. Obviamente, para dissuadir qualquer um que pudesse ser cineasta de video no show (mais sobre isso mais tarde). Não era apenas a música ímpar, ou parte dela, era constante que eu tive que sair da linha de fogo.

O alívio da luz veio quando o piano de Amy foi levado ao palco balada. Poderosa balada "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken" e terminando com "Lithium". Amy deu espaço para respirar e nos deixou ouvir a clareza de sua voz sem ter que competir com o P.A. "Sick and Oceans" trazem o nível da energia de volta, em seguida, Amy volta ao teclado com "Call Me When You're Sober" terminando o set de hora de duração com "Bring Me To Life". Se não pudesse ter ficado melhor o retorno da banda com mais 3 músicas, um passeio raro com "Never Go Back", "Your Star" e a assombrosa "My Immortal".

Evanescence tocou um set impecável e Amy Lee deu uma lição de desempenho vocal. Minhas críticas apenas seriam o som em alguns lugares e a iluminação. Também com três longos álbuns poderiam facilmente ter sido mais longos. Mas, parece ser a norma hoje em dia. Lembro-me de um tempo em que se a banda não tocasse por 2 horas, seria vaiada. Além disso, foi uma vergonha para os fãs que estavam na fila desde 09:00 daquela manhã para chegar para chegar no primeiro lugar da fila e foram impedidos de tirarem fotos. A regra que foi imposta pelo regimento de segurança das bandas. Afinal de contas.. quem paga seus salários?

14 de novembro de 2011

[Review] Zoiks Online: Melhor trabalho da banda

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Review do álbum Evanescence feita pelo site Zoiks! Online. Em uma listagem com os melhores álbuns de 2011 que dariam ótimos presentes de Natal, o mesmo se encontra presente!
Álbum auto-intitulado do Evanescence é o melhor trabalho da banda - Album Review

Amy Lee e Evanescence estão de volta com o álbum de estúdio da banda, o primeiro em cinco anos. O trabalho auto-intitulado, lançado 11 outubro de 2011, mostra a voz operática de Lee que se tornou popular em canções como "Bring Me To Life" e "My Immortal".

O álbum já bateu o número um em quatro paradas da Billboard, incluindo o Rock Albums, Alternative e Digital Albums. E há uma razão para isso - é impressionante. Sobre o single, "What You Want", Lee canta "Hello, hello, it’s only me infecting everything you love; somewhere beyond the pain there must be a way to believe". O que a cantora está enfatizando é que nesta edição, o Evanescence representa um novo começo e eles querem os fãs de volta.

E tem sido evidenciado pela Billboard. Apoiadores da banda conhecem a história do Evanescence e suas portas giratórias, alterações de membros e formação. Agora, parece que eles encontraram o ajuste certo em Terry Balsamo, guitarra; Troy McLawhorn, guitarra rítmica, Tim McCord, baixo e Will Hunt, bateria.

"Evanescence" ainda é rock industrial e Lee ainda traz um olhar gótico, mas neste álbum atual parece que a banda está realmente se divertindo, um feito pra lá de atitude. As músicas são campier e cabem melhor ao longo da linha de um álbum de rock ou metal, e não o rótulo gótico que estave presente em álbuns do passado.

Outros hits em potencial em "Evanescence" incluem "The Change", "The Other Side" e "End Of The Dream". Citando Lee em "What You Want", "Do what you what you want, if you have a dream for better". Para Lee, este novo álbum é o sonho para melhor.

Review Original: Zoiks! Online

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Mais uma review do show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham. Desta vez, feita pelo site Purple Revolver. Confira a tradução e algumas imagens divulgadas pelo site:
Foi uma noite extraordinária de feminino liderando o rock pesado, como os vencedores de prêmios Grammy, Evanescence, rolando pela cidade.

Evanescence começou seu set com "What You Want", a primeira faixa a ser liberada a partir do seu novo álbum auto-intitulado.

Desde o início, ficou claro que eles estavam indo para garantir a última noite da turnê britânica, que seria uma para lembrar e, Amy Lee limitada pelo palco, cantou vocais como se sua vida dependesse disso.

Evanescence fez um mix excelente de músicas antigas e novas em todo o seu set de 90 minutos. A produção de palco era impressionante, sem sombra do talento musical incrível desta banda e tudo mais em consideração, é surpreendente encontrá-los tocando ainda em academias, quando todos os sinais apontam para serem capazes de encher arenas facilmente.

A parte principal do conjunto foi celebrado com o épico "Bring Me To Life", antes de uma pequena pausa e um bis fenomenal com "Never Go Back", "Your Star" e "My Immortal".


Imagens: Purple Revolver

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Review feita pelo site britânico Express& Star sobre o show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham (Reino Unido).
Concert review: Evanescence, O2 Academy, Birmingham

Tem sido cinco anos longos para os fãs do Evanescence, mas valeu a pena esperar [para ver] como os roqueiros góticos invadiram o O2 Academy de Birmingham, na última noite de sua turnê pelo Reino Unido. Alguns podem ter pensado que a banda tinha vivido até a definição de seu nome, "desvanecimento, gradual desaparecimento de vista", depois de estar fora dos holofotes por muito tempo. Porém, eles voltaram como se estivessem prontos para provar um ponto.

"What You Want", a faixa de abertura do recém lançado terceiro álbum banda, foi uma declaração de pura intenção, todas baterias tribais e guitarras crocantes tinham a multidão pulando desde o início. A cantora Amy Lee, sem dúvida, a líder da banda, foi totalmente hipnotizante do modo que levou o Evanescence através de um set-list de aproximadamente 90 minutos. Bem equilibrado entre o novo, o álbum auto-intitulado e seus antecessores de vendas milhonárias, "Fallen" e "The Open Door".

Foi uma performance construída sobre o uso da sua assinatura de luz e sombra. No piscar de piano, Lee deu caminho para o ataque total dos guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn em grandes sucessos como "Bring Me To Life" e "My Immortal".
O efeito foi arrebatador, dramático e quase operístico. A voz de Lee subiu acima da tempestade que rugia fora do palco, como se o próprio futuro do planeta dependesse disso e a multidão de Birmingham respondeu na mesma moeda, cantando junto.

12 de novembro de 2011

Sputnik Music: "Evanescence" mostra maturidade

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Review do álbum Evanescence feita pelo site especializado no assunto, Sputnik Music. Na review, há elogios destacando ser o melhor álbum da banda até o momento. Em contraste, há críticas quando a musicalidade e as composições de suas letras. Confira:
Um álbum surpreendente, auto-intitulado "Evanescence" mostra maturidade e acaba sendo mais atraente do que os registros anteriores por uma margem enorme, mas algo está faltando.
"Todo mundo conhece o nosso som, mas isso é só um alicerce e nós dançamos em cima disso! Ainda é muito pesado e obscuro, mas nós estamos nos divertindo com isso"

Evanescence tomou a cena por volta de uma tempestade em 2003, com seu álbum goth-rock/nu-metal de estréia, "Fallen". De repente, suas músicas estavam em toda parte e receberam quantidades gigantescas de sucesso comercial, sendo comercializado em filme (Daredevil), televisão (Moonlight), e chegando às paradas de dez países por todo o mundo. No mesmo ano, também foram oferecidas cinco indicações ao Grammy - dois dos quais acabaram por ser vencidos. Sua marca foi deixada e sua presença foi reconhecida: um grupo cuja liderança extravagante de estrela fez emergir a imagem obscura, o que apelou aos pseudo-góticos e fãs de nu-metal em toda parte. Aqui está a coisa, porém: para alguém que esteja se sentindo nostálgico, "Fallen" é um álbum para colocar por perto ao escutar dias antes - é agradável em pequenas doses e cativante, no entanto, sem sentimentalismo anexado, ele pode ser muito irritante e sair como amador e doentiamente sob medida para o jogo de rádio. O elementar - embora engachante e principalmente inofensivo - faixas como o rap-rock "Bring Me to Life" e a de nu-metal aclamada pela multidão "Going Under" eram divertidas, mas poderia, obviamente, ser melhoradas. Infelizmente, a banda improvisou o sucessor, "The Open Door", fez quase nada para expandir a fórmula encontrada no "Fallen", mas ainda foi amado por muitos. O cheesiness transbordante e se recusou a evoluir musicalmente e liricamente. Foi frustrante dado pela proeza óbvia do vocal de Amy Lee, porém, também é mais do que seus fãs queriam: músicas curtas com refrões descaradamente infecciosos. Cinco anos mais tarde e aqui temos o seu álbum auto-intitulado, um registro que - ao contrário de seus antecessores, frouxamente amarrados - é consistentemente agradável e ocasionalmente brilhante, graças às influências de que deriva.

Evanescence canaliza a energia dos álbuns anteriores, mas também mostra uma evolução musical da banda. Um que é aparentemente direito desde o começo como um dos seus melhores singles até agora, "What You Want". Riffs e percussão otimista em um coro piano levado, onde Amy canta: "Hello, hello - remember me? / I’m everything you can’t control / Somewhere beyond the pain there must be a way to believe we can break through". A percussão e o sintetizador dançante lançam luz sobre um diferente Evanescence, com sondagem menos danificada e com a banda inteira tocando o seu potencial. Aqui eles retiram sua angústia e cantam o otimismo, um tema que muitas vezes não é prevalente em sua música. Até agora, Amy Lee tem sido para o Evanescence o que Hayley Williams é para o Paramore: o rosto da banda. Companheiros de banda de Amy são anônimos para a maioria, na maioria das vezes de pé em photoshoots, quase todos vestidos de negro, contrastando com seu guarda-roupa da moda. Além de ser uma estratégia de marketing óbvio para usar a estética para promover a banda, é também um pouco curioso que a força esteja mais proeminente em todas as músicas, em comparação com álbuns anteriores, "Fallen" e "The Open Door". Felizmente, em "Evanescence" sente-se as músicas como um trabalho coletivo, mostrando as melhores características de cada membro com nenhum querendo ultrapassar o outro. Dito isto, a voz de Amy ainda é uma das qualidades mais atraentes - ela nunca soou tão convicta como ela soa em "The Change", quando ela grita: "You've been dreaming if you're thinking that I still belong to you / I've been dying 'cause I'm lying to myself". Embora o conteúdo lírico seja um pouco clichê e juvenil em certos pontos, é verdadeiramente sentida, através da linda vocalização que Amy transmite, independência e esperança, aqui e ali onde se conta.

É óbvio ao ouvir os sintetizadores e a produção que o Evanescence está clamando por influências de artistas citados que variam de MGMT a Bjork. "Lost in Paradise" é uma homenagem a este último, começando com acordes de piano suave, evoluindo para um pedaço rico da música com cordas e um clímax emocionante grandioso. "Home Swimming" é a canção electro-pop do álbum - ele rola junto com a produção exuberante, bate liso e um kit de bateria suave, mostrando o lado eletronicamente consciente da banda. Variância e musicalidade aqui são o que mantém o Evanescence sendo apenas mais um passeio de nu-metal/goth, e suas influências dão um novo som ao seu apelo, mas não se enganem: essa ainda é a mesma banda com temas obscuros, riffs abundantes e teatralidade de sua música, que acabou superado sua incapacidade de escrever um álbum consistente e fluido.

Ainda assim, todo esses elogios podem ser um pouco equivocados. Enquanto "Evanescence" é uma versão surpreendentemente grandiosa, ao contrário de uma forma média para uma boa banda. Ainda não roubarão o coração de 2011, ou até mesmo causará problemas aos álbuns dos usuários do topo das listas. Seus defeitos são que algumas das canções parecem sem rumo e prejudicam o fluxo do álbum, como "Made of Stone" e "The Other Side", o "enchimento" do álbum, se você preferir. Não está necessariamente mau, mas parece sem rumo. Também impedindo o sucesso do álbum, são as letras um pouco simplistas e sem imaginação, encontrado em canções como "Lost in Paradise". Apesar de ser uma música linda, evocando o estilo de Bjork, frio cerebral, as letras - escondida sob o disfarce de beleza - são um pouco brega e típica: "LTake it all away / Shadows of you / ‘Cause they won’t let me go, so I have nothing left / And all I feel is this cruel wanting / We’ve been falling for all this time / And now I’m lost in paradise".

De qualquer forma, Amy e co.mpanhia criaram o seu primeiro álbum focado e é melhor do que qualquer coisa que eles já fizeram (EP ou não), por uma margem grande. Evanescence está começando a se afastar da adolescência que nos trouxe o "Fallen", mas ainda há muito espaço para aperfeiçoamento. Se eles continuarem neste caminho e experimentarem mais, talvez eles ainda sejam capazes de fazer algo digno, diante ao teste do tempo. Mesmo assim, o "Evanescence" é um passo ousado na direção certa.

Review Original: Sputnik Music

11 de novembro de 2011

[+] Review: Show em Londres (UK), 05/11/2011

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Imagem: Cristiano Maia
Review feita pelo fã italiano Frederico Doni, da equipe do EvanescenceVille, sobre os dois shows realizados pelo Evanescence no HMV Hammersmith Apollo, em Londres.
Após anos de espera, os fãs europeus finalmente tiveram a chance de ver a banda americana ao vivo. Um mês após o lançamento do terceiro álbum auto-intitulado, o Evanescence está de volta! Apesar do fato de eu ser um grande fã da banda, eu vou tentar ser o mais imparcial possível durante minha review sobre os dois shows.

The Pretty Reckless, a banda de abertura dessa parte da turnê, também merece uma pequena review. A jovem Taylor Momsen não deixou nada para trás durante ambas as performances. Ela fez o seu melhor em cada música, especialmente quando tocou "Just Tonight", "Miss Nothing" e "Zombie". Esses caras realmente sabem como levar o público pelo som. Eles estavam soltos e selvagens, com um desejo inegável de entreter a eles mesmos e ao público também. O show deles durou pouco menos de 1h, mas foi o suficiente para agradar as pessoas na arena, algo que é muito incomum quando estamos falando de bandas de abertura.

Evanescence: Setlist


What You Want, Going Under, The Other Site, Made Of Stone, The Change, Weight Of The World, Lost In Paradise, My Heart is Broken, Lithium, Call Me When Your Sober, Imaginary, Bring me to Life, Oceans, Never Go back, Your Star, My Immortal (não tenho muito certeza sobre a ordem das músicas tocadas, estava muito ocupado me divertindo nos shows que acabei não escrevendo a ordem das canções! )

"What You Want" abre o show. Will Hunt começa a tocar sua bateria sozinho no palco seguido por seus colegas de banda, deixando o Hammersmith Apollo em chamas. "Going Under" arranca uma enxurrada de aplausos quando o primeiro riff de guitarra é tocado por Troy, uma faixa cantada com paixão e com a participação dos fãs.

"The Other Side" é tocada perfeitamente e "The Change" é uma das músicas que tem mais impacto no público. É extraordinariamente tocada ao vivo, tanto instrumental quanto vocalmente.

É, também, a única faixa apresentada por Amy com o microfone no pedestal. Vocalmente ela cresceu bastante desde o "Fallen". Na música "The Change" e durante a apresentação de "My Heart Is Broken" também, fica claro que a voz dela está em ótima forma. "Lost In Paradise" é agraciada com gritos fortes pelo público inglês, fato indiscutível de que os fãs se apaixonaram por essa pura balada rock ao estilo Evanescence.

A desafiante "My Heart Is Broken" talvez tenha superado todas as minhas expectativas (sem querer defender ninguém , mas tente cantar o refrão sentado num banco). Os riffs da guitarra são um som incrível que Will sabe como acentuar com a bateria. "Lithium" fecha eprfeitamente a primeira parte das faixas ao piano tocadas no palco.

Durante "Made Of Stone" eles usam a mesma introdução vista e ouvida antes em outros shows, mas ouvi-la ao vivo dá um impacto musical enorme. "Call Me When You’re Sober" e "Imaginary" evocam os dois álbuns anteriores. Amy usa o teclado para tocá-las mas elas não representam o suficiente a beleza das partes de piano dessas duas faixas.

"Bring Me To Life" faz toda a arena Apollo Hammersmith cantar junto, até mesmo três senhoras de 50 anos atrás de mim, que estavam no show com seus netos.

A banda deixa o palco agradecendo ao público, e então eles voltam quando os fãs chamam por eles aos gritos e o piano de Amy é posto no palco novamente.

O show termina com uma performance de tirar o fôlego de "Never Go Back", a amada "Your Star" e "My Immortal" com o público todo cantando junto. Eu queria deixar "Oceans" para o final dessa review porque acho que essa é a música que melhor representa o novo Evanescence, junto com "The Change". Em ambas as apresentações ao vivo, ela libera uma energia capaz de preencher a arena inteira; uma música impressionante, que soa melhor tocada ao vivo do que na versão de estúdio.

O Evanescence está de volta, no estilo! Após oito anos assistindo a shows no mundo todo, eu posso dizer que esses caras trabalham em sinergia e eles têm uma energia que eu nunca vi antes em mais de uma dúzia de shows que vi na Europa.

Um Will incansável e cenográfico; Troy parece fazer parte dessa banda desde o começo enquanto gira ao redor de sua guitarra... Essas são coisas que fazem um show com falhas técnicas ser deixado para trás, mas é definitivamente um grande passo em relação às formações anteriores da banda.

Durante os shows, eles dão o melhor deles, com todo o seu coração, e quando uma banda toca dessa forma não há por que se perguntar como você vê bandeiras brasileiras na primeira fileira, fãs espanhois que eu encontrei nos portões na turnê de The Open Door, outros fãs italianos muito empolgados e pessoas de todas as partes do mundo.

Obrigado, @i_essence

5 de novembro de 2011

[Review] Whiplash: Álbum 'Evanescence'

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Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Whiplash Net. Escrita por Marcelo Vieira.
Antes tarde do que nunca. Seis anos após The Open Door, Amy Lee quebra o silêncio e coloca o Evanescence de volta aos trilhos com este álbum, auto-intitulado, com lançamento oficial previsto para o dia 11 de outubro. A formação responsável pela gravação – e que deve ser a mesma a se apresentar no dia 2 de outubro no Rock in Rio – conta com os guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn, o baixista Tim McCord e o baterista Will Hunt, além, é claro, de Amy no piano e vocais, ou como eu prefiro dizer, cantando e encantando.


Em primeiro lugar, é fundamental desvincular o Evanescence do rótulo de banda adolescente que conquistou quando deu as caras na mídia – muito mais pela figura de Amy Lee do que pela postura musical da banda em si –, caso contrário, vai ser difícil desfrutar do CD da forma adequada. Em segundo lugar, não ouçam esperando que a banda vá render ao vivo como em estúdio. Já ficou provado, inclusive na passagem pelo Brasil em 2007, que no palco o nível é outro.
O álbum começa com “What You Want”, que traz exatamente o que se espera em uma faixa de abertura; coisa simples de assimilar e refrão pra cantar a plenos pulmões. Já “The Change” apresenta formato mais elaborado, com orquestração latente e forte apelo emotivo. O piano vem com tudo nas conduções de “My Heart is Broken”, cuja letra é um desespero só, e “Erase This”, onde o vigor está no refrão desacelerado em relação ao restante da música.

A grandiosa “Lost in Paradise” traz a melhor performance de Amy em todo o trabalho. O que a cidadã canta nesta aqui não é brincadeira não. Acompanhada apenas por seu piano e um arranjo de cordas, a baixinha (1m64) dá o melhor de si. As frases de guitarra em “Oceans” e “Never Go Back” consistem nos únicos momentos de preponderância das seis cordas no CD. Aliás, levando em conta que são dois guitarristas, o instrumento poderia – e deveria – ter sido colocado mais em evidência, conferindo um peso diferencial ao trabalho.

Maior equívoco de Evanescence, “Swimming Home” é um encerramento atípico, com levada de bateria programada e uma mistureba de efeitos desnecessária. Bastaria piano e voz para que a música, que tem uma letra ótima, encerrasse com chave de ouro este álbum que foi tão aguardado e finalmente está em vias de sair. Não sei se merece vaga entre os melhores do ano, mas confesso que gostei mais do que muitos outros lançamentos de 2011. Sem contar que é de longe o melhor CD da banda. Vale a conferida.

Tracklist:

01 – What You Want
02 – Made of Stone
03 – The Change
04 – My Heart is Broken
05 – The Other Side
06 – Erase This
07 – Lost in Paradise
08 – Sick
09 – End of the Dream
10 – Oceans
11 – Never Go Back
12 – Swimming Home

Review Original: Whiplash Net

Review: Show em Londres (UK), 04/11/2011

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A seguir, você poderá conferir mais uma review feita a partir de um concerto desta nova Turnê do Evanescence. Desta vez, feita pelo site Indulge Sound do show realizado ontem no HMV Hammersmith Apollo, em Londres (UK).
Review: Evanescence - 4 de Novembro

A última vez que o grandioso Evanescence tocou neste mesmo lugar, seu retorno em 2006. Com um intervalo de 5 anos, não há nenhuma maravilha que a demanda por eles fosse tão grande, a ponto deles terem que voltar atrás e liberarem mais duas datas para satisfazerem os seus fãs. Tocando tanto no dia 4 e 5 de novembro, eu me dirigi até o primeiro show desta turnê no Reino Unido para verificar toda agitação que estava a cerca disso.

Antes que pudéssemos chegar ao evento principal, o Evanescence trouxe com eles duas bandas de apoio para esta tour. Primeiro foi uma banda chamada Me. Agora é sempre difícil ser o primeiro quando ninguém sabe quem é você, e você sendo uma banda de rock onde todos são homens e estão aquecendo [o público] para duas bandas que são lideradas por duas das mulheres mais sexy da música rock. Não exatamente para o meu gosto, eles fizeram um trabalho OK para começar a noite, o salão ainda estava enchendo para o show [de ingressos] esgotados. O entusiasmo e a participação da multidão não era exatamente de alto padrão, mas até o final de seu set parecia que tinham ganhado mais algumas do salão.

Em seguida, o principal suporte para esta noite estava vindo, The Pretty Reckless, banda liderada por Taylor Momsen, uma atriz/modelo americana que virou deusa do rock. Com apenas 18 anos já se tornou uma das mulheres mais admiradas da frente rock. Tendo tocado em locais de Londres como o O2 Islington Academy e o Shepherds Bush Empire, o The Pretty Reckless deve estar acostumado com as multidões de Londres até agora. Fresco de uma performance no palco principal do Download Festival deste ano, parece que Taylor e a sua banda estão continuamente em alta!

Assim que as luzes se apagaram, os gritos da multidão poderia facilmente ter sido para uma banda principal, isso enfatiza o quão poderoso essa banda tornou-se em um curto espaço de anos que estão juntos. Tendo lançado seu primeiro álbum "Light Me Up", em agosto de 2010, seu set era obviamente dominado por muitas faixas desse álbum. Arrebantaram com músicas como "Since You're Gone", "Zombie" e "My Medicine", bem como os singles bem conhecidos, "Miss Nothing", "Just Tonight" e "Make Me Wanna Die". A multidão presente claramente não estava apenas aqui para a banda principal como as pessoas estavam cantando de volta toda as letras, palavra por palavra. Eles ainda nos agradaram com um cover clássico de "Seven Nation Army" do White Stripes; uma cobertura fantástica para isso! Taylor pode ser jovem, mas ela sabe como trabalhar uma multidão; impressionando todos com sua voz e ter o privilégio de parecer tão deslumbrante como ela consegue, ela tinha todos comendo na palma da sua mão.

Graças ao conjunto brilhante de The Pretty Reckless, estávamos todos prontos para o Evanescence. Sem nunca ter os visto antes, isso era algo que eu estava me deixando muito ansioso. Depois de ouvir mistas críticas de sua performance ao vivo, era algo que eu queria ver por mim mesmo, o que eu não sabia era o quanto surpreendido eu estava indo ser. Com uma longa espera angustiante para entrarem, o momento chegou e foi uma atmosfera que nos enviou calafrios na espinha. As luzes estavam apagadas, a batida da bateria tocando, e a voz angelical de Amy Lee enchendo o ar. Dando início à noite com seu mais recente single, "What You Want" do seu recente auto-intitulado álbum. Evanescence estava de volta com um estrondo todo-poderoso.

Com um set dominado principalmente por faixas do seu novo álbum, em destaques para mim, incluo "Made Of Stone", "Sick" e "Oceans". Não teria sido um show do Evanescence sem alguns dos clássicos; "Going Under", "Call Me When You're Sober" e, claro, "Bring Me To Life" fez o público enlouquecer. Amy Lee agradecendo a todos repetidamente, com os bons espíritos que atravessam a faixa, você poderia dizer que eles estavam felizes por estar de volta.

Quebrando partes do set vi um piano sobre rodas andando pelo palco, algo que todos nós sabemos que acompanha Amy em algumas de suas canções mais bonitas e emblemáticas. Mostrando os seus talentos vocais, eles apresentaram as músicas de piano como "My Heart Is Broken", um favorito pessoal de seu último álbum, "Lithium" para agradar e a balada impressionante "Good Enough", uma canção que ela dedicou ao marido para o seu aniversário, na mesma noite. Ela alegou que "não tinha ensaiado ou praticados por várias semanas". Se fosse esse o caso, então, wow, uma vez que foi definitivamente uma das coisas mais bonitas que eu já ouvi ao vivo. Encerrando inteiramente a noite, com o que tem que ser a minha música favorita de todos os tempo do Evanescence, "My Immortal". Eu estava apaixonado. Amy e a banda só me conquistaram com uma noite cheia de rock bonito.

Sim, eles deixaram de fora outras faixas bem conhecidas que eu teria amado ter visto executarem, mas a turnê está em associação com o seu novo álbum, um álbum que você precisa ter em sua coleção. Evanescence está de volta, maior e mais forte do que nunca. Se você não teve a chance de vê-los desta vez, estaje alerta para sua próxima viagem ao Reino Unido, pois este é um show ao vivo que você não vai quer perder.

Review Original: Indulge Sound

  • Hoje à noite o Evanescence realizou outro show no HMV Hammersmith Apollo, em face ao rápido esgotamento dos ingressos. Isso acontece em todos os outros locais por onde a banda passará no Reino Unido, porém, sem o acréscimo de shows extras.

4 de novembro de 2011

Amy Lee em review sobre Florence + the Machine

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Em uma review feita pelo site canadense The Globe And Mail sobre o novo álbum da cantora inglesa Florence and the Machine, Ceremonials, citam Amy Lee e Evanescence. Fazendo comparações com as composições de suas músicas, diz que as do Evanescence são mais sólidas, corajoso e resistente. Confira:
Para Florence, maior nem sempre é melhor

Água e ar são elementos simbólicos de Welch, como terra e fogo pertencem a uma outra cantora atual com enormes influência e uma vasta gama romântica: Amy Lee do Evanescence, cujo recente álbum auto-intitulado, tem uma espécie de solidez titanic quando definida junto ao [álbum] "Ceremonials". O espírito gótico americano de Lee é mais corajoso do que o ethos diáfano de Welch, e suas composições geralmente são mais resistentes. Nada em "Ceremonials" pode oferecer o soco de "What You Want", o primeiro single do Evanescence.

Matéria Original: The Globe And Mail

Florence and the Machine ou Florence + the Machine é o nome artístico da cantora inglesa Florence Welch em colaboração com outros músicos. O som da banda tem sido descrito como uma combinação de vários gêneros, incluindo rock, indie, folk e soul. The Machine (A Máquina) é o nome atribuído à banda de apoio de Florence, composta essencialmente de músicos instrumentistas, que variam dependendo das necessidades sonoras das performances realizadas. No entanto esse apelido surgiu de sua relação de amizade com Isabella "Machine" Summers. Florence e Isabella se apresentavam juntas com os nomes de Florence Robot/Isa Machine. Mais tarde isso foi abreviado para Florence and the Machine por parecer menos complicado. Florence continuou usando esse nome para sua banda mesmo quando Isabella Summers deixou de fazer parte da banda por um tempo, mais tarde Summers voltou a banda e se tornou a tecladista permanente da mesma. Florence e Isabella também montaram uma dupla chamada Florrible & Misrabella.

Como muitas cantoras solo, Florence conta com um grupo de músicos permanentes para fazer parte dos seus shows. A lista de músicos inclui Robert Ackroyd (guitarra e voz de fundo), Chris Hayden (bateria e percurssão), Isabella Summers (teclado e voz de fundo), Mark Saunders (baixo) e Tom Monger (harpa). Florence enaltece sua banda por entender seu processo criativo, dizendo: " Eu trabalho com muitos deles há muito tempo e eles conhecem meu estilo, sabem o jeito que eu componho, eles sabem o que eu quero." A banda tem recebido muitos elogios do meio musical, especialmente da BBC, antes eles só tinham reconhecimento no circuito alternativo.

3 de novembro de 2011

The Ithacan: Banda gótica mantém estilo

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Mais uma review do álbum Evanescence, desta vez, feita pelo site The Ithacan. Confira:
'Evanescence': banda gótica mantém estilo

Após uma pausa de cinco anos desde sua última gravação, Evanescence retorna com uma coleção bem estruturada que permanece fiel ao som original da banda gótica.

Apesar da cantora Amy Lee ser o único membro original do grupo, a atenção do Evanescence está nos agarramentos de bateria e vocais poderosos de Lee na primeira faixa do álbum, "What You Want", reconstrói o Rock dark como a banda é conhecida.

As primeiras músicas do álbum auto-intitulado são cobertas com vocais cantandos por Lee, mas as transições do álbum levam a um humor suave, como as faixas sétimo e oitavo, "Lost in Paradise" e "Sick". As músicas mais silenciosas proporcionam um equilíbrio necessário depois do início do álbum hard-rock e dão à coleção uma intensidade de nuances e mais tolerável.

Lee nos mostra seu talento vocal nas letras das faixas de rock pesado e se harmoniza com os outros cantos para dar às melodias mais suaves uma sensação mais reconfortante. Apesar desse sucesso musical, guitarra de Terry Balsamo e bateria de Will Hunt são muito altas para complementar o som de uma outra forma suave. Enquanto os vocais fortes e instrumentais pesados ​​são elementos comuns em trabalhos anteriores da banda, como visto em "Everybody's Fool" e "Whisper", do álbum de estréia da banda. A música autoritária nesta nova versão diminui a habilidade vocal de Lee.

Ao contrário dos trabalhos anteriores, como "The Open Door", que contou com o single hit de 2005 "Call Me When You're Sober", 'Evanescence' não fornece uma batida clara. "My Heart is Broken", lançada como single promocional do álbum, é simplesmente uma pista agradável, mas não tem o apelo imediato visto no passado com canções como "Bring Me to Life".

Recuperando-se de uma perda quase total de seus membros fundadores, o novo álbum do Evanescence mostra que a banda se recusa a desaparecer.

Review Original: The Ithacan

New York Time: Em cada nota, as dores do coração

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Matéria publicada no site do jornal novaiorquino The New Yor Time sobre o show que a banda realizou nesta terça-feira no Terminal 5 (Nova York) e, principalmente, sobre o retorno da banda. Confira também, uma foto do público que lá estava.
Em cada nota, as dores do Coração

Toda emoção é maior do que a vida nas músicas do Evanescence, banda se apresentou no Terminal 5, na noite de terça-feira com seu primeiro álbum de estúdio desde 2006, "Evanescence" (Wind-up), que chegou ao No. 1 na parada da Billboard há uma semana. A morte de um ente querido, o rompimento de um romance ou uma crise de insegurança são enviados ao máximo da voz de Amy Lee, a chorar com o drama desenfreado, enquanto sua banda agita e ruge. "I’m everything you can’t control/Somewhere beyond the pain there must be a way to believe", ela cantou com set de abertura em "What You Want", o primeiro single do novo álbum.

Dor, tanto como uma palavra e uma condição, é um grampo de suas letras, assim são os sonhos, medos, gritos, a escuridão, o coração e todas as coisas aquosa, de chuva para oceanos. Cedo ou tarde - geralmente mais cedo - suas canções prosperaram e aí continuam.

A banda tem dois álbuns anteriores de estúdio, "Fallen" de 2003 e "The Open Door" de 2006, são vendedores multimilionários. Cada um dos álbuns da banda tem contido uma formação diferente por trás da Senhora Lee, a única constante. Mas o som tem sido bastante consistente. A astúcia e habilidade do Evanescence exploram o rock alternativo dos anos 1990, é uma banda da década de 1990 do Festival Lollapalooza, desenho diretamente ligado ao grunge, Nine Inch Nails e Metallica. E quando a Sra. Lee senta-se ao piano de rodas, dentro e fora dos palcos, ela causa tremor com sua voz e promove homenagens a figuras como Tori Amos.

Com 21 do século, a habilidade comercial do Evanescence usa o que aprendeu com baixo indo a fundo, atirando guitarras e duplas fibrilações de bateria colocam o músico hard-rock que fica por trás do que são realmente, compondo canção pop-estruturas. A música torna-se um delineador do coro, e a (brevemente bonita) ponte, e repete-se em nome da pegadas. Elemento mais distintivo da banda é a voz de Sr. Lee: alta, forte e sustentada perpetuamente, estendendo cada nota de suas linhas melódicas longas. É o oposto do hard rock gutural, e o epítome de controle da respiração. No palco, bombeando seu punho e lançando seus longos cabelos escuros, ela desvia para dentro e fora da sintonia, mas seu poder de pulmão nunca vacilou.

Foi um concerto de virtuosismo, exultando na determinação de tristeza, e o impacto estrondoso. Foi também um desgastante, como cada música rapidamente atingiu o seu pico e só manteve a vibração distância. O estilo de produção para rádios rock e pop é agora inabalável, mixagem, ataque mais alto do que o alto. Evanescence transportou-se para o palco, onde não pode haver margem de manobra muito e com dinâmica.

Sr. Lee começou a arrebentar com o encore de encerramento, com o hit de 2003 do Evanescence, "My Immortal". Sozinha ao piano, com a partilha de sentimentos como "This pain is just too real/There’s just too much that time cannot erase" com o coro de vozes femininas da plateia, verso após verso. Mas o Evanescence não conseguiria deixar o momento subjugar-se por si só, tinha que vir arrassar por uma última vez.


Matéria Original: The New York Time

The Mirror: Forte retorno com novo álbum

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Review do álbum Evanescence feita pelo site The Mirror. Confira:
Evanescence realiza forte retorno com novo álbum

Mais novo ábum do Evanescence, auto-intitulado, foi libertado depois do hiato da banda de cinco anos desde o seu álbum de 2006, "The Open Door". Depois de ouvir o álbum, tudo que eu poderia fazer era deixar escapar um suspiro prolongado de "wow".

Embora Evanescence possa ser comumente estereotipado como uma banda de letras "emo" e "deprimente", o poder do som da banda combinados com a voz assombrada de Amy Lee evocam à excelência pura.

Todas as 16 faixas têm a sua própria paixão e única mensagem, tocando a emoção através da bateria vigorosa e preenchimentos de violino e guitarras elétricas.

Temas das canções incluem coração partido, confusão, tristeza, arrependimento dos amores do passado e descobrimento do que é a auto-capacitação que reside em todos nós. O single "What You Want" é um hino otimista incentivando as pessoas a fazerem as mudanças necessárias para melhorem suas vidas e realizarem seus sonhos terminais.

"Lost in Paradise", a segunda faixa mais popular do álbum, poeticamente, descreve a desesperança e medo que podem ser acompanhamentos do amor. A harmonia das guitarras e violinos derramar as palavras belíssima, a música começa e termina bem, como o seu meio é preenchido com sensações sonoro de drama e saudade.

Baladas de rock: "My Heart Is Broken e "End of the Dream" são repletas de desejo e emoção que não podem ser repetidas por qualquer voz de outros artistas.

Quando Amy canta, suas palavras fluem tão facilmente e, naturalmente, com a música - ela põe seu coração inteiro nisso. Assim que você ouvir a primeira palavra, você sabe que é Amy, ela tem uma voz que nenhuma outra mulher neste planeta tem. Se a perfeição pudesse ser mais precisamente definida, seria através do novo álbum do Evanescence, com concentração nos vocais de Amy.

Em comparação com álbuns anteriores do Evanescence, o seu mais recente mostra definitivamente crescimento e evolução como banda. Embora, conhecidos hits como "Bring Me to Life", "My Immortal" e "Going Under" sejam canções indiscutivelmente incrível, o novo álbum leva esse som semelhante e energia amado por fãs do Evanescence e multiplica por mil. Se você está procurando um som de rock alternativo de uma banda extremamente versátil, confira e ouça este novo álbum "Evanescence" irá "trazê-lo de volta à vida".

Matéria Original: The Mirror

1 de novembro de 2011

[Whiplash] Review: Evanescence - 'Evanescence'

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A seguir uma review do novo álbum do Evanescence, auto-intitulado, publicada no site Whiplash. Confira a seguir o texto escrito por Paulo Cavalcanti.
Evanescence - Evanescence

Banda marcada por algumas irregularidades em sua carreira, o Evanescence parecia estar próximo do fim, tanto pelas novas mudanças em sua formação, quanto pela demora na gravação do novo trabalho. Para a alegria dos fãs, a vocalista Amy Lee manteve sua banda firme e forte, e conseguiu finalizar o tão aguardado álbum em questão, intitulado "Evanescence" (2011).

Relembrando as irregularidades do Evanescence, podemos citar a falta de uma sonoridade mais "solta" em seus dois primeiros álbuns, problema este que foi corrigido com maestria no seu novo disco. Para quem não entendeu, basta lembrar dos exageros pseudo-épicos e da quase total falta de "grooves", que costumavam deixar a maioria das suas músicas com um ar muito sério, fechado... e careta!

A excelente faixa "What You Want", que abre este novo álbum, é uma boa prova de como a banda funciona bem quando investe em algo que leve o ouvinte a balançar um pouco o traseiro... O mesmo vale para a igualmente dançante "Erase This" e para a sensacional "Never Go Back", que soa como um Muse mais "suingado".

As boas e velhas faixas de refrãos bem sacados continuam marcando presença, como podemos notar em "Made of Stone", "The Change" e "The Other Side", as quais recuperam um pouco mais da essência ini
cial do grupo, embora não abram mão da sua nova - e energética - pegada.

A banda acertou a mão também nas duas baladas do álbum: a arrepiante "Lost in Paradise", que lembra alguns dos seus singles anteriores, e a bonitinha "Swimming Home", que traz um sutil arranjo mais eletrônicoe puxado para o trip hop.

Para quem curte o lado mais "dramático" do grupo, as faixas "My Heart Is Broken", "End of the Dream" e "Oceans" são um prato cheio! O único ponto fraco do disco fica por conta de "Sick", uma faixa pouco inspirada e até meio forçada...

No final das contas, o Evenescence conseguiu lançar um disco coerente e bem produzido, uma obra que é um passo à frente para a banda, em todos os sentidos! Pena que, em uma realidade musical que fornece apenas 15 minutos de fama para qualquer artista, a "turma" de Amy Lee já se encontra jogada no limbo do esquecimento. É uma pena...

Review Original: Whiplash Net

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