Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

Ultimas Fotos & Videos


example2 Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket Photobucket
Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

Ultimas Noticias

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARQUIVOS DO BLOG - Acesse outras notícias do blog

VOTE

Mostrando postagens com marcador The New York Times. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador The New York Times. Mostrar todas as postagens

15 de novembro de 2011

MSN Brasil: O novo Evanescence

Autor do post
0 comentários
Uma super matéria publicada no portal brasileiro MSN, em companhia ao jornal americano The New York Times, sobre o retorno do Evanescence. Confira abaixo uma parte desta matéria que possui seis páginas.
O novo Evanescence

O Evanescence levou tempo para voltar, mas seus fãs, sem dúvida, acham que valeu a pena esperar.

O terceiro álbum dessa banda de rock com jeitão gótico, o primeiro desde "The Open Door", de 2006, estreou em outubro no topo da Billboard 200; é a segunda vez que a banda consegue tal façanha. Para a vocalista Amy Lee, única integrante da formação original, a recepção compensa o longo tempo entre um trabalho e outro, além de sua decisão de rejeitar as primeiras tentativas de fazer o disco.

Ela, porém, confessa que estava mais que preparada para reconquistar o público se por acaso ele tivesse se desencantado durante os cinco anos de silêncio.

"Eu simplesmente deixei de pensar (na banda) durante um bom tempo", diz Amy por telefone, falando de Nashville. "Eu me afastei completamente do Evanescence. Estava disposta a desencanar. Na minha cabeça, eu já tinha decidido, tipo, mesmo que levasse dez anos para eu me sentir inspirada de novo e fazer outro álbum, seria melhor esperar e fazer um trabalho bom _ mesmo que isso significasse não ter mais fãs, o que é algo muito possível; tudo bem se o povo se esquecesse da gente. Se a música fosse boa mesmo, a gente conseguiria recomeçar e estourar de novo".

"Há essa ideia de que todo mundo agora tem memória curta e que, se você não se apressar e lançar alguma coisa, não tem mais futuro na música", Amy conclui, "mas eu não acho que isso se aplique aos nossos fãs. Essa volta está sendo muito legal, principalmente depois de tanto tempo… ver o pessoal saindo da toca, aos poucos, no mundo inteiro. Sem dúvida, é muito bom, incrível mesmo, perceber que ainda tem tanta gente que curte nosso trabalho".

Esse foi o caso do Evanescence desde o início, é claro.

A californiana Amy Lee e o compositor Ben Moody fundaram o Evanescence em Little Rock, no Arkansas, em 1995, depois de se conhecerem num acampamento religioso para jovens. Baseado no sucesso local de três EPs e uma coleção de demos, o grupo assinou um contrato nacional e lançou o primeiro álbum, "Fallen", em 2003. Impulsionado pelo single "Bring Me to Life", vendeu mais de 17 milhões de cópias no mundo inteiro e ainda faturou dois prêmios Grammy.

Porém, a trajetória não foi fácil. Moody saiu quando a banda estava em turnê e foi seguido pelos outros integrantes nos anos seguintes _ aliás, Moody, John LeCompt e Rocky Gray voltaram a se reunir, em 2009, para montar um grupo muito parecido com o Evanescence chamado We Are the Fallen, que tinha Carly Smithson, a finalista do "American Idol", nos vocais.

"Aquilo não teve nada a ver comigo ou com o Evanescence", Amy desabafa. "A única coisa que me incomoda nisso tudo, de verdade, é ter que ouvir falar... 'dos integrantes originais'. Acontece que os únicos membros originais do Evanescence somos eu e o Ben. John e Rocky chegaram depois que já tínhamos gravado 'Fallen', ou seja, muitos anos depois... essa expressão só inclui o Ben e eu. Tirando esse detalhe, não tenho nenhuma opinião a dar ou comentário a fazer".

Amy não se abateu; recrutou novos músicos e viu "The Open Door" ser lançado e emplacar o topo da parada em 2006 _ mas o conflito e a pressão a desgastaram e, quando se casou com Josh Hartzler, em 2007, já estava mais que preparada para uma pausa longa.

"Eu só queria dar uma parada", ela relembra. "Eu sentia que se tivesse engatado direto outro trabalho depois da turnê de 'The Open Door', nunca teria dado conta. Na verdade, eu não sabia o que eu queria, então deixei a coisa rolar".

"Adoro a normalidade", ela prossegue. "Adoro meu marido, amo ser normal, ir ao supermercado, comprar minhas verduras, meus presentes, sair com os amigos, sem tentar fazer com que a visão que o público tem de mim seja a coisa mais importante, porque não é mesmo. Foi por isso que eu meio que larguei mão do Evanescence e fiquei sem saber se voltaria ou não".
Matéria Completa: MSN Brasil | Agradecimento: @Augusto_ev

3 de novembro de 2011

New York Time: Em cada nota, as dores do coração

Autor do post
1 Comentário

Matéria publicada no site do jornal novaiorquino The New Yor Time sobre o show que a banda realizou nesta terça-feira no Terminal 5 (Nova York) e, principalmente, sobre o retorno da banda. Confira também, uma foto do público que lá estava.
Em cada nota, as dores do Coração

Toda emoção é maior do que a vida nas músicas do Evanescence, banda se apresentou no Terminal 5, na noite de terça-feira com seu primeiro álbum de estúdio desde 2006, "Evanescence" (Wind-up), que chegou ao No. 1 na parada da Billboard há uma semana. A morte de um ente querido, o rompimento de um romance ou uma crise de insegurança são enviados ao máximo da voz de Amy Lee, a chorar com o drama desenfreado, enquanto sua banda agita e ruge. "I’m everything you can’t control/Somewhere beyond the pain there must be a way to believe", ela cantou com set de abertura em "What You Want", o primeiro single do novo álbum.

Dor, tanto como uma palavra e uma condição, é um grampo de suas letras, assim são os sonhos, medos, gritos, a escuridão, o coração e todas as coisas aquosa, de chuva para oceanos. Cedo ou tarde - geralmente mais cedo - suas canções prosperaram e aí continuam.

A banda tem dois álbuns anteriores de estúdio, "Fallen" de 2003 e "The Open Door" de 2006, são vendedores multimilionários. Cada um dos álbuns da banda tem contido uma formação diferente por trás da Senhora Lee, a única constante. Mas o som tem sido bastante consistente. A astúcia e habilidade do Evanescence exploram o rock alternativo dos anos 1990, é uma banda da década de 1990 do Festival Lollapalooza, desenho diretamente ligado ao grunge, Nine Inch Nails e Metallica. E quando a Sra. Lee senta-se ao piano de rodas, dentro e fora dos palcos, ela causa tremor com sua voz e promove homenagens a figuras como Tori Amos.

Com 21 do século, a habilidade comercial do Evanescence usa o que aprendeu com baixo indo a fundo, atirando guitarras e duplas fibrilações de bateria colocam o músico hard-rock que fica por trás do que são realmente, compondo canção pop-estruturas. A música torna-se um delineador do coro, e a (brevemente bonita) ponte, e repete-se em nome da pegadas. Elemento mais distintivo da banda é a voz de Sr. Lee: alta, forte e sustentada perpetuamente, estendendo cada nota de suas linhas melódicas longas. É o oposto do hard rock gutural, e o epítome de controle da respiração. No palco, bombeando seu punho e lançando seus longos cabelos escuros, ela desvia para dentro e fora da sintonia, mas seu poder de pulmão nunca vacilou.

Foi um concerto de virtuosismo, exultando na determinação de tristeza, e o impacto estrondoso. Foi também um desgastante, como cada música rapidamente atingiu o seu pico e só manteve a vibração distância. O estilo de produção para rádios rock e pop é agora inabalável, mixagem, ataque mais alto do que o alto. Evanescence transportou-se para o palco, onde não pode haver margem de manobra muito e com dinâmica.

Sr. Lee começou a arrebentar com o encore de encerramento, com o hit de 2003 do Evanescence, "My Immortal". Sozinha ao piano, com a partilha de sentimentos como "This pain is just too real/There’s just too much that time cannot erase" com o coro de vozes femininas da plateia, verso após verso. Mas o Evanescence não conseguiria deixar o momento subjugar-se por si só, tinha que vir arrassar por uma última vez.


Matéria Original: The New York Time

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

 

Evanescence Rock Brasil é um blog criado por fãs da banda em retribuição
a outros fãs de Evanescence | Design by Insight © 2011