Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
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16 de outubro de 2012

Rock: 100 discos mais vendidos de todos os tempos

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Evanescence, "Fallen" (2003)
Whiplash lista os 100 discos de Rock mais vendidos de todos os tempos, tendo os dados da RIAA como parâmetro. Evanescence encontra-se na lista com seu álbum de estréia, "Fallen". Mais uma vez, banda é destaque por ser a única de vocal feminino em um hall repleto de vozes masculinos. (Veja mais: as 66 bandas de rock mais bem sucedidas no Facebook)
Baseado nos dados da RIAA - Recording Industry Association of America, instituto que coleta os números sobre a venda no maior mercado musical do mundo, os Estados Unidos, listei abaixo os 100 álbuns de rock mais vendidos de todos os tempos.

Rock: os 100 discos mais vendidos de todos os tempos

Algumas observações: a força e o impacto do mercado fonográfico norte-americano são fundamentais na carreira de qualquer artista. Ao estourar nos Estados Unidos, consequentemente estoura-se em todo o mundo. Ou seja, os dados da RIAA, apesar de focados no mercado americano, refletem as tendências de todo o planeta, e são comumente utilizados como parâmetro para esse tipo de lista.

Coletâneas, trilhas sonoras, discos ao vivo e acústicos não entraram, apenas gravações originais. E, por “rock”, entenda-se qualquer gênero que contenha em suas características elementos do estilo, indo, portanto, desde o hard de nomes como Led Zeppelin até o pop de grupos como Beatles, passando pelo caminho por bandas como Limp Bizkit e Nickelback.

1. Pink Floyd - The Wall (1979)
2. Led Zeppelin - Led Zeppelin IV (1971)
3. AC/DC - Back in Black (1980)
4. The Beatles - The Beatles (1968)
5. Fleetwood Mac - Rumours (1977)
6. Guns N’ Roses - Appetite for Destruction (1987)
7. Boston - Boston (1976)
8. Hootie & The Blowfish - Cracked Rear View (1994)
9. Eagles - Hotel California (1976)
10. Led Zeppelin - Physical Graffiti (975)
11. Santana - Supernatural (1999)
12. Metallica - Metallica (1991)
13. Bruce Springsteen - Born in the USA (1984)
14. Pink Floyd - The Dark Side of the Moon (1973)
15. Meat Loaf - Bat Out of Hell (1977)
16. Pearl Jam - Ten (1991)
17. Def Leppard - Hysteria (1987)
18. Bon Jovi - Slippery When Wet (1986)
19. Led Zeppelin - Led Zeppelin II (1969)
20. The Beatles - Abbey Road (1969)
21. Matchbox Twenty - Yourself or Someone Like You (1996)
22. Led Zeppelin - Houses of the Holy (1973)
23. The Beatles - Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)
24. Creed - Human Clay (1999)
25. Green Day - Dookie (1994)
26. The Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995)
27. Billy Joel - The Stranger (1977)
28. Def Leppard - Pyromania (1983)
29. Linkin Park - Hybrid Theory (2000)
30. Led Zeppelin - Led Zeppelin (1969)
31. Van Halen - 1984 (1984)
32. Van Halen - Van Halen (1978)
33. Nirvana - Nevermind (1991)
34. U2 - The Joshua Tree (1987)
35. Elvis Presley - Elvis’ Christmas Album (1957)
36. ZZ Top - Eliminator (1983)
37. Dire Straits - Brothers in Arms (1985)
38. REO Speedwagon - Hi Infidelity (1980)
39. Journey - Escape (1981)
40. Stone Temple Pilots - Core (1992)
41. Aerosmith - Toys in the Attic (1975)
42. The Police - Synchronicity (1983)
43. U2 - Achtung Baby (1991)
44. Metallica - ... And Justice for All (1988)
45. Nickelback - All the Right Reasons (2005)
46. Led Zeppelin - Led Zeppelin (1969)
47. Live - Throwing Copper (1994)
48. Whitesnake - Whitesnake (1987)
49. Red Hot Chili Peppers - Blood Sugar Sex Magik (1991)
50. Limp Bizkit - Significant Other (1999)
51. Huey Lewis & The News - Sports (1983)
52. Elton John - Goodbye Yellow Brick Road (1973)
53. Billy Joel - 52nd Street (1978)
54. Billy Joel - Glass Houses (1980)
55. Billy Joel - An Innocent Man (1983)
56. Dave Matthews Band - Crash (1996)
57. Pearl Jam - Vs. (1993)
58. Eagles - Long Road Out of Eden (2007)
59. Eagles - The long Run (1979)
60. Evanescence - Fallen (2003)
61. Foreigner - Double Vision (1978)
62. Counting Crows - August & Everything After (1993)
63. Crosby, Stills, Nash & Young - Déjà Vu (1970)
64. Bon Jovi - New Jersey (1988)
65. Boston - Don’t Look Back (1978)
66. Aerosmith - Get a Grip (1993)
67. Aerosmith - Pump (1989)
68. Guns N’ Roses - Use Your Illusion I (1991)
69. AC/DC - Highway to Hell (1979)
70. Guns N’ Roses - Use Your Illusion II (1991)
71. The Cars - The Cars (1978)
72. AC/DC - Dirty Deeds Done Dirt Cheap (1976)
73. Third Eye Blind - Third Eye Blind (1997)
74. Dave Matthews Band - Under the Table and Dreaming (1994)
75. The Beatles - Rubber Soul (1965)
76. Quiet Riot - Metal Health (1983)
77. 3 Doors Down - The Better Life (2000)
78. Nickelback - Silver Side Up (2001)
79. Van Halen - 5150 (1986)
80. The Offspring - Smash (1994)
81. Bob Seger & The Silver Bullet Band - Night Moves (1976)
82. Bob Seger & The Silver Bullet Band - Stranger in Town (1978)
83. Bush - Sixteen Stone (1994)
84. Mötley Crüe - Dr. Feelgood (1989)
85. The Beatles - Magical Mystery Tour (1967)
86. The Rolling Stones - Some Girls (1978)
87. Pink Floyd - Wish You Were Here (1975)
88. Blues Traveler - Four (1994)
89. Foreigner - 4 (1981)
90. Stone Temple Pilots - Purple (1994)
91. Journey - Frontiers (1983)
92. Bruce Spingsteen - Born to Run (1975)
93. INXS - Kick (1987)
94. George Harrison - All Things Must Pass (1970)
95. Led Zeppelin - In Through the Out Door (1979)
96. Led Zeppelin - Led Zeppelin III (1970)
97. Metallica - Master of Puppets (1986)
98. Creed - Weathered (2001)
99. Creed - My Own Prison (1997)
100. Limp Bizkit - Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water (2000)

12 de outubro de 2012

Whiplash: Review — E. das Américas, São Paulo

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Fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado
“Amy Lee e seu grupo despediram-se de São Paulo com a esplendida “My Immortal”, deixando os fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado, uma ótima produção da XYZ Live” — Review Whiplash, Espaço das Américas — São Paulo (7).
Evanescence (Espaço das Américas, São Paulo, 07/10/12)

Após apresentação no festival ROCK IN RIO, o EVANESCENCE retornou ao Brasil depois de um ano para uma série de cinco shows, sendo o terceiro deles em São Paulo. Formado em meados de 1995 por Amy Lee, a banda trouxe em sua bagagem a divulgação do álbum intitulado “Evanescence”, lançado no final do ano passado e trouxeram também, os norte-americanos do THE USED como banda de abertura.

Pontualmente às 20h o THE USED subiu ao palco e foi bem recebido pelo público, público este que permaneceu pouco animado até o sucesso “Put Me Out” dar início, momento em que foram à loucura e permaneceram agitados até o final do show. No repertório, ainda foram executados petardos de sua carreira como “The Taste of Ink” de seu álbum debut de 2002 e “Blood on My Hands” do famoso ‘Artwork’ de 2009. Após uma introdução da famosa “Smells Like Teen Spirit” do Nirvana, fecharam sua participação nesta incrível noite com o grande sucesso “A Box Full of Sharp Objects”, momento que grande parte do público cantou e ovacionou a banda.

Às 21h15min, a banda formada pela bela Amy Lee nos vocais, os competentes Terry Balsamo e Troy McLawhorn nas guitarras, Tim McCord no baixo e o excelente baterista Will Hunt iniciou sua noite aclamados pelo grande público, que lotava o Espaço das Américas. A primeira canção da noite foi a nova “What You Want” seguida pelo hit “Going Under” levando o público à loucura. Voltando ao seu recente álbum, a boa “The Other Side” foi tocada, com Amy sempre sorridente e batendo cabeça junto ao seu teclado, até mesmo na parte calma da música. Em “Weight Of The World”, ouvia-se o coro da plateia altamente entusiasmada, mas não mais animada que em “Made of Stone”, em que os gritos do público equiparavam-se ao som da banda.

Com um piano entrando à frente do palco, Amy sentou-se e deu início a clássica “Lithium”, faixa tida como a melhor do CD ”The Open Door”, 2006. Ainda neste piano, foram executadas “Lost In Paradise” e “My Heart Is Broken”, sendo as duas últimas de seu ultimo álbum. Com Amy levantando do piano, a banda iniciou a sombria e pesada “Whisper”, a bela “Oceans” em que o destaque foi para o baterista Will Hunt que exacerbava técnica ‘espancando’ sua bateria e também a ótima “The Change”. Para surpresa do público, Amy Lee anunciou “If You Don't Mind”, música inédita da banda que foi tocada pela primeira vez em Porto Alegre. Percebendo a agitação de seus fãs, a banda ainda executou grandes sucessos como “Call Me When You're Sober”, uma versão estendida de “Imaginary” e antes de se retirar do palco para o famoso bis, tocaram seu primeiro e maior hit, “Bring Me To Life”, com o público cantando em uníssono do início ao final da canção.

Voltando ao palco, a banda continuou muito comunicativa com os fãs e com a bateria de Hunt iniciou-se “Disappear”, outra surpresa da noite por se tratar de uma música bônus do álbum “Evanescence”. Com o piano retornando ao palco e com uma chuva de papeis a sorridente Amy Lee e seu grupo despediram-se de São Paulo com a esplendida “My Immortal”, deixando os fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado, uma ótima produção da XYZ Live.

Set List EVANESCENCE

1.What You Want
2.Going Under
3.The Other Side
4.Weight Of The World
5.Made Of Stone
6.Lithium
7.Lost In Paradise
8.My Heart Is Broken
9.Whisper
10.Oceans
11.The Change
12.If You Don't Mind
13.Call Me When You're Sober
14.Imaginary
15.Bring Me To Life

Encore:
16.Disappear
17.My Immortal

Set List THE USED

1.Take It Away
2.The Bird and the Worm
3.Listening
4.Put Me Out
5.I Caught Fire
6.The Taste of Ink
7.All That I've Got
8.Blood on My Hands
9.Pretty Handsome Awkward
10.A Box Full of Sharp Objects

11 de outubro de 2012

Whiplash: Review — HSBC Arena, Rio de Janeiro

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"Obrigada, Brasil", diz Amy no Rio de Janeiro
“A vibe era tão contagiante entre os fãs que ali estavam que nenhum deles poderia reclamar do curto tempo de apresentação. Talvez eles tenham atentado para esse fato quando chegaram em casa, com o senso de realidade recuperado” — Review Whiplash, HSBC Arena — Rio de Janeiro (6).
Evanescence (HSBC Arena, Rio de Janeiro, 06/10/12)

Exatamente um ano depois de sua última vinda ao Brasil, o Evanescence retornou ao solo carioca na noite deste último sábado (6). Numa apresentação bem mais interessante do que a testemunhada na edição de 2011 do Rock in Rio, Amy Lee e cia reuniram um bom número de fãs na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, que demonstraram toda a sua paixão pela vocalista e consequentemente pelo restante da banda.

Acompanhada por Terry Balsamo (guitarra), Tim McCord (baixo), Troy McLawhorn (guitarra) e Will Hunt (bateria), Amy dominou o palco e concentrou toda a atenção de seus fãs. Com um figurino, digamos, diplomático, sua saia trazia a bandeira de diversos países, e cada braço exibia uma bandeira do Brasil e outra da Argentina (essa última seria facilmente dispensada por nós brasileiros), a vocalista agraciou os presentes com sua afinação e potência vocal ininterruptas.

Mas a noite começou mais cedo, às 20h30, quando o The Used, grupo responsável pela abertura, iniciou seu show. Tendo que driblar a hostilidade de boa parte dos fãs de Evanescence, a banda cumpriu o seu papel e fez um show vibrante na HSBC Arena. Embora o público tenha pouco reagido à maioria das canções, o quarteto americano se esforçou para atingir a plateia com singles animados como “I Caught Fire”, “The Taste of Ink” e “A Box Full of Sharp Objects”, que teve intro com “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana.

Ao final da apresentação, por volta de 21h10, Bert McCracken agradeceu ao público e disse que o The Used voltaria ao país em uma próxima oportunidade. A última apresentação da banda no Rio de Janeiro havia acontecido em 2007, no extinto Canecão.

Mais tarde, depois de cerca de 15 minutos de atraso, o show estava previsto para começar às 21h30, Amy Lee deu o ar de sua graça e surgiu no palco junto com os outros integrantes do Evanescence. A primeira música do set list foi novamente “What You Want”, do álbum homônimo da banda, lançado no ano passado. Em seguida, o grupo emendou em “Going Under”, que marcou o primeiro momento de grande comoção por parte dos fãs. Com seu refrão potente, a canção foi cantada aos berros pelo público presente na HSBC Arena.

Ânimos acalmados, Amy se dirigiu à plateia pela primeira vez na noite e revelou sua satisfação em voltar mais uma vez ao Brasil, país que ela classificou como “casa”. "Nós viajamos o mundo inteiro desde a última vez que nos vimos ano passado. É muito bom estar de volta em casa. Obrigada, Brasil", disse a vocalista, recompensada com muitos aplausos e gritos dos fãs cariocas. O repertório continuou seguindo o cronograma de faixas da turnê atual.

Vieram músicas mais recentes como “The Other Side” e “Made of Stone”, e também “Weight of the World”, presente no segundo disco da banda, “The Open Door” (2006). Depois, a apresentação ganhou um tom um tanto intimista quando o piano de Amy entrou no palco e ela cantou com muita sensibilidade faixas mais introspectivas como “Lithium”, “Lost in Paradise” e “My Heart is Broken”, com direito à bolas de encher vermelhas que foram erguidas pelos fãs e depois estouradas no fim da execução da música.

Já antes de “The Change”, a vocalista anunciou que aquela era sua canção preferida do novo álbum. Em “Call Me When You’re Sober” o público novamente enlouqueceu e cantou junto com Amy cada verso do single. A aclamação só não foi maior do que na hora do maior hit do Evanescence: “Bring Me to Life”. Sendo a última canção antes do bis, a faixa arrebatou os fãs e o grupo deixou o palco com a plateia totalmente extasiada.

Na volta, a banda mais uma vez atestou o seu carinho pelo público brasileiro e contou que, assim como ocorreu em Porto Alegre na quinta-feira (4), a próxima canção do set, no caso “If You Don’t Mind”, precisava ser apresentada pela primeira vez em um país querido como o Brasil. Para fechar, depois de quase uma hora e vinte de show, o Evanescence tocou “My Immortal”, com Amy de volta ao piano.

Enquanto os fãs se emocionavam com a melancolia transmitida pela letra e melodia, o Evanescence encerrava, logo depois de o relógio marcar 23h, o seu segundo show em terra tupiniquim neste ano. A vibe era tão contagiante entre os fãs que ali estavam que nenhum deles poderia reclamar do curto tempo de apresentação. Talvez eles tenham atentado para esse fato quando chegaram em casa, com o senso de realidade recuperado.

Set list:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- Lacrymosa
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life

Bis:

16- If You Don’t Mind
17- My Immortal

14 de agosto de 2012

Whiplash: Amy Lee rasgando elogios a Lzzy Hale

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“Não acho que nos encaixemos. Eu acho que nunca nos encaixamos, e gosto disso”, diz Amy ao ser questionada em qual grupo musical o Evanescence se encaixa.
Evanescence: Amy Lee rasgando elogios a Lzzy Hale

O EVANESCENCE subiu ao estrelato bem no começo da carreira, mas com o lançamento de seu último álbum, a fundadora AMY LEE considera que sua banda tenha mais sucesso no underground. Enquanto a banda começa a turnê ‘Carnival of Madness’, Lee sentou-se com o site estadunidense FYSE para falar sobre excursionar com o HALESTORM, o processo de composição da banda e o porquê dela achar que o Evanescence não se encaixa em rótulo algum.

Quando perguntada sobre onde a banda dela se encaixa, Lee respondeu rapidamente, apenas afirmando: “Eu não acho que nos encaixemos. Eu acho que jamais tenhamos nos encaixado, e gosto disso.” Ela ainda falou sobre a eternamente mutante cena musical, explicando, “o rock está ficando underground de novo, em vários aspectos. Há muitas coisas que são fabulosas que as pessoas estão ouvindo e que são underground por causa do jeito que as coisas funcionam e a internet, tudo gira em torno de achar aquela coisa em específico que você adora.” Contudo, ela é grata pelo sucesso da banda desde o começo, admitindo, “Fico feliz que estejamos nesse ponto da carreira agora depois de termos criado a loucura de sucesso do mercado principal que tivemos e termos desenvolvido aquele séquito de fãs porque eles estão conosco, mas é como se tivéssemos um segredo. É como se fosse uma comunidade underground que é maior do que você pensa.”

Quando o assunto é dividir o palco da ‘Carnival Of Madness’ com o Halestorm e sua vocalista LZZY HALE, Lee não poderia estar mais feliz. “Tocamos com o Halestorm, eu fui pro lado do palco apenas para ouvi-la cantar e ela estava incrível, surreal, como uma daquelas vozes clássicas do rock e eu pensava, ‘wow, ela é ótima’” disse Lee. Claro, não que essa seja a única razão. É legal ter outra mulher na turnê”, disse Lee. “Não só porque isso me inspira musicalmente – porque inspira sim – mas me faz sentir esse tipo de orgulho e ‘sim, manda ver’ quando eu vejo uma moça arrebentando. Além disso, ela é bem humilde. Espero ansiosamente para poder conhecê-la melhor e passar um tempo com ela.”

Fonte: whiplash.net

12 de fevereiro de 2012

Amy Lee comenta apresentação no Nobel da Paz

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O site Whiplash publicou o link de uma entrevista em que Amy comenta ao site The Star Online sobre a felicidade de tocar no show do prêmio Nobel da Paz, em Oslo, Noruega. Amy também comenta sobre shows e sobre o retorno aos palcos.
Em entrevista ao site Star Online, Amy Lee, vocalista do Evanescence, comentou sua reação ao tocar no Nobel da Paz em Oslo - Noruega no dia 11 de dezembro de 2011. "Eles nos chamaram! Eu sei que isso é loucura!" Comentou a vocalista sobre o ilustre convite. "Eles nos chamavam e eu me perguntava como isso aconteceu! Foi uma grande coisa e nós apenas nos sentíamos completamente humildes. Me senti muito mais importantes do que em nossos shows normais, é sobre as pessoas que estão mudando o mundo e nós nos sentimos completamente horados em fazer parte disso, então foi importante e simplesmente aconteceu.

Fonte: Whiplash

2 de fevereiro de 2012

Melhor vocalista feminina internacional de 2011

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Em votação do site brasileiro Whiplash, destinado ao público fã de rock, os internautas puderam escolher quais, em sua opinião, foram os melhores do ano de 2011 - em diversas categorias. Amy Lee esteve presente na de melhor vocalista feminina internacional, e venceu com 19,39% dos votos.
Durante janeiro de 2012 os usuários do Whiplash.Net votaram em seus favoritos do ano de 2011. Na primeira e segunda semanas de janeiro os usuários escolheram livremente os concorrentes que participaram da segunda etapa definitiva, que ocorreu na segunda e terceira semana de janeiro.


QUAL A MELHOR VOCALISTA FEMININA INTERNACIONAL DE 2011?

1.AMY LEE (EVANESCENCE) 19,39%

2.TARJA TURUNEN 19,06%
3.SIMONE SIMONS (EPICA) 14,35%
4.ANGELA GOSSOW (ARCH ENEMY) 10,34%
5.ANETTE OLZON (NIGHTWISH) 07,30%
6.AMANDA SOMERVILLE 05,93%
7.SHARON DEN ADEL (WITHIN TEMPTATION) 05,71%
8.CRISTINA SCABBIA (LACUNA COIL) 04,97%
9.FLOOR JANSEN (REVAMP) 02,70%

28 de dezembro de 2011

Evanescence na trilha sonora do filme "Anjos da Noite 4"

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De acordo com o site da Sony Pictures, Ministry, Lacuna Coil, Evanescence e Linkin Park são as bandas escolhidas para fazer parte da trilha sonora do filme "Anjos da Noite 4 - Despertar" (Underworld Awakening).
Lembrando que essa é a segunda vez que o Evanescence participa da trilha sonora da franquia Anjos da Noite. Na trilha sonora do primeiro filme, Amy Lee participou dos vocais de 4 músicas junto com Danny Lohner(Renholdër) e também compôs algumas músicas:


Naquela ocasião, infelizmente as músicas tiveram que ser editadas e serviram apenas como "pequenas introduções" pras outras músicas pois a voz da Amy não poderia aparecer por problemas legais entre as gravadoras, uma pena.

Mas desta vez o Evanescence (numa versão remixada pelo próprio Renholdër) vai fazer parte da trilha sonora, como música de abertura da trilha (nos resta torcer para que a música toque também durante o filme):

O filme é protagonizado por Kate Beckinsale, que vive a vampira Selena; também são parte do elenco Michael Ealy, Sandrine Holt e Robert Lawrenson. O enredo retrata Selena acordando de um coma depois de 15 anos, para então descobrir que tem uma filha de 14 anos, que é metade vampira, metade lobisomem. A produção fica por conta de Tom Rosenberg e Gary Lucchesi. O filme estréia no Brasil 02 de março de 2012

Abaixo, faixas que farão parte da trilha sonora:

01. EVANESCENCE - "Made Of Stone" (Renholdër Remix)
02. LACEY STURM (FLYLEAF) - "Heavy Prey" (feat. ex-Filter guitarist Geno Lenardo)
03. LINKIN PARK - "Blackout" (Renholdër Remix)
04. THE CURE - "Apart" (Renholdër Remix)
05. STELLA KATSOUDAS (SISTER SOLEIL) - "Killer & A Queen" (feat. ex-Filter guitarist Geno Lenardo)
06. MINISTRY - "Watch Yourself" (Renholdër Remix)
07. LACUNA COIL - "Trip The Darkness" (Ben Weinman Remix)
08. THE NAKED AND FAMOUS - "Young Blood" (Renholdër Remix)
09. BLACK LIGHT BURNS - "It Rapes All In Its Path“
10. WILLIAM CONTROL - "The Posthumous Letter“
11. CIVIL TWILIGHT - "How'm I Supposed To Die“
12. & SONS - "Consolation Prize“
13. 8MM - "Liar" (Revenant mix by 8mm)
14. RYAN T.HOPE (THE LIFELINE) - "You Won't See The Light (feat. ex-Filter guitarist Geno Lenardo)
15. COMBICHRIST - "Bottle Of Pain“
16. COLLIDE - "Intruder“
17. JUSTIN LASSEN - "Exit Wounds" (Justin Lassen Remix) (feat. Silent Fury)
Fonte: Whiplash

9 de dezembro de 2011

Whiplash: Evanescence no Prêmio Nobel da Paz

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Publicação do site Whiplash sobre a apresentação que o Evanescence fará na próxima edição do Prêmio Nobel da Paz, que ocorrerá no dia 11 de dezembro (domingo próximo).
O EVANESCENCE irá se apresentar, ainda este, no Prêmio Nobel da Paz em Oslo, na Noruega, no dia 11 de dezembro no Oslo Spektrum. O show será realizado um dia depois da prestigiada cerimônia de premiação, cujos homenageados incluem a presidente Ellen Johnson Sirleaf e a ativista pelos direitos das mulheres, Leymah Gbowee, ambas provenientes da Libéria, além da ativista Tawakkul Karman do Yemen.

O Evanescence se juntará a uma série de outros artistas convidados, incluindo o cantor e compositor David Gray, a vocalista Jill Scott, a dupla Jennifer Nettles e Kristian Bush do SUGARLAND e Matthew Morrison de "Glee". O show será transmitido para o mundo todo, mais de 130 países, incluindo Europa, Oriente Médio, África, Ásia, e AmériCa do Sul, América Central e América do Norte. O evento também será transmitido ao vivo na CNN Internacional as 08:00 no dia 11 de dezembro.

Fonte: Whiplash | Obrigado, Gustavo

6 de novembro de 2011

Evanescence no evento como banda principal

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Mais uma vez, o site brasileiro Whiplash faz uma citação ao Evanescence quando se refere ao festival argentino Quilmes Rock. Antes, haviam dito que havia rumores de que a banda participaria (como em 2007). Desta vez, afirmam que a banda é uma das cogitadas para ser atração principal. Porém, a mais cotada é o Foo Fighters.
Quilmes Rock Fest: Foo Fighters pode ser atração principal

O Quilmes Rock Festival, maior festival de rock da Argentina, possivelmente terá sua edição em 2012 entre março e abril. O festival acontece desde 2003, porém foi a partir de 2007 que o festival teve uma mudança em termos de organização e bandas no cast do festival: Evanescence (2007), Aerosmith (2007), Velved Revolver (2007), Ozzy Osbourne (2008), Black Label Society (2008), Korn (2008), Iron Maiden (2009), Sepultura (2009), Radiohead (2009) e Kiss (2009), Metallica (2010).

Na edição de 2012 há rumores de que o FOO FIGHTERS seja a banda principal. Mas cogita-se também outras bandas como o EVANESCENCE. Os Argentinos fazem apelos nas redes sociais para que a banda EMINEM venha se apresentar nesta edição também. Não há nenhuma informação confirmada quanto as bandas que irão se apresentar, mas levando em conta que o FOO FIGHTERS se apresentará no final de março no Lollapalooza do Chile e no início de abril no Lollapalooza do Brasil, tudo leva que o FOO FIGHTERS será a banda a se apresentar no Quilmes Rock 2012.
Matéria Original: Whiplash /News

  • O mais válido que podemos tirar disso, caso se concretize, é o período em que eles virão. Ou seja, como prometido pela Amy Lee o retorno, uma apresentação da banda na América do Sul já se traduziria em sua turnê por aqui, logo, saberíamos que muito provavelmente nesse período poderá ser a passagem da banda pelo Brasil.
  • Pelo facebook oficial do festival, os fãs de outras bandas realizam suas campanhas. Entre e ajudem não só os fãs argentinos, como também a banda, tenha visto a grande visibilidade do evento.

5 de novembro de 2011

[Review] Whiplash: Álbum 'Evanescence'

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Review do álbum Evanescence feita pelo site brasileiro Whiplash Net. Escrita por Marcelo Vieira.
Antes tarde do que nunca. Seis anos após The Open Door, Amy Lee quebra o silêncio e coloca o Evanescence de volta aos trilhos com este álbum, auto-intitulado, com lançamento oficial previsto para o dia 11 de outubro. A formação responsável pela gravação – e que deve ser a mesma a se apresentar no dia 2 de outubro no Rock in Rio – conta com os guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn, o baixista Tim McCord e o baterista Will Hunt, além, é claro, de Amy no piano e vocais, ou como eu prefiro dizer, cantando e encantando.


Em primeiro lugar, é fundamental desvincular o Evanescence do rótulo de banda adolescente que conquistou quando deu as caras na mídia – muito mais pela figura de Amy Lee do que pela postura musical da banda em si –, caso contrário, vai ser difícil desfrutar do CD da forma adequada. Em segundo lugar, não ouçam esperando que a banda vá render ao vivo como em estúdio. Já ficou provado, inclusive na passagem pelo Brasil em 2007, que no palco o nível é outro.
O álbum começa com “What You Want”, que traz exatamente o que se espera em uma faixa de abertura; coisa simples de assimilar e refrão pra cantar a plenos pulmões. Já “The Change” apresenta formato mais elaborado, com orquestração latente e forte apelo emotivo. O piano vem com tudo nas conduções de “My Heart is Broken”, cuja letra é um desespero só, e “Erase This”, onde o vigor está no refrão desacelerado em relação ao restante da música.

A grandiosa “Lost in Paradise” traz a melhor performance de Amy em todo o trabalho. O que a cidadã canta nesta aqui não é brincadeira não. Acompanhada apenas por seu piano e um arranjo de cordas, a baixinha (1m64) dá o melhor de si. As frases de guitarra em “Oceans” e “Never Go Back” consistem nos únicos momentos de preponderância das seis cordas no CD. Aliás, levando em conta que são dois guitarristas, o instrumento poderia – e deveria – ter sido colocado mais em evidência, conferindo um peso diferencial ao trabalho.

Maior equívoco de Evanescence, “Swimming Home” é um encerramento atípico, com levada de bateria programada e uma mistureba de efeitos desnecessária. Bastaria piano e voz para que a música, que tem uma letra ótima, encerrasse com chave de ouro este álbum que foi tão aguardado e finalmente está em vias de sair. Não sei se merece vaga entre os melhores do ano, mas confesso que gostei mais do que muitos outros lançamentos de 2011. Sem contar que é de longe o melhor CD da banda. Vale a conferida.

Tracklist:

01 – What You Want
02 – Made of Stone
03 – The Change
04 – My Heart is Broken
05 – The Other Side
06 – Erase This
07 – Lost in Paradise
08 – Sick
09 – End of the Dream
10 – Oceans
11 – Never Go Back
12 – Swimming Home

Review Original: Whiplash Net

Quilmes Rock Festival 2012: Evanescence cogitado

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Segundo o site brasileiro Whiplash, Evanescence está entre as bandas cogitadas para participarem do festival argentino Quilmes Rock Festival, considerado o maior festival de rock da Argentina.
Quilmes Rock 2012: edição do festival deve ser em março

Ao que consta, a nova edição do Quilmes Rock Festival, maior festival de rock da Argentina, que acontece desde 2003, mas que nas suas últimas edições trouxe grandes bandas como Ozzy Osbourne, Korn, Iron Maiden, Sepultura, será realizada entre março e abril e há rumores de que Evanescence, Foo Fighters, Arcade Fire e The Cure seriam as bandas cogitadas.

Matéria Original: Whiplash Brasil
  • No dia 15 de abril de 2007, Evanescence participou do Quilmes Rock Festival, sendo a primeira apresentação da banda no país. Logo após, a banda se apresentou em Porto Alegre, também pela primeira vez no Brasil.
Confira o vídeo de Weight Of The World Live at Quilmes Rock Festival 2007:

1 de novembro de 2011

[Whiplash] Review: Evanescence - 'Evanescence'

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A seguir uma review do novo álbum do Evanescence, auto-intitulado, publicada no site Whiplash. Confira a seguir o texto escrito por Paulo Cavalcanti.
Evanescence - Evanescence

Banda marcada por algumas irregularidades em sua carreira, o Evanescence parecia estar próximo do fim, tanto pelas novas mudanças em sua formação, quanto pela demora na gravação do novo trabalho. Para a alegria dos fãs, a vocalista Amy Lee manteve sua banda firme e forte, e conseguiu finalizar o tão aguardado álbum em questão, intitulado "Evanescence" (2011).

Relembrando as irregularidades do Evanescence, podemos citar a falta de uma sonoridade mais "solta" em seus dois primeiros álbuns, problema este que foi corrigido com maestria no seu novo disco. Para quem não entendeu, basta lembrar dos exageros pseudo-épicos e da quase total falta de "grooves", que costumavam deixar a maioria das suas músicas com um ar muito sério, fechado... e careta!

A excelente faixa "What You Want", que abre este novo álbum, é uma boa prova de como a banda funciona bem quando investe em algo que leve o ouvinte a balançar um pouco o traseiro... O mesmo vale para a igualmente dançante "Erase This" e para a sensacional "Never Go Back", que soa como um Muse mais "suingado".

As boas e velhas faixas de refrãos bem sacados continuam marcando presença, como podemos notar em "Made of Stone", "The Change" e "The Other Side", as quais recuperam um pouco mais da essência ini
cial do grupo, embora não abram mão da sua nova - e energética - pegada.

A banda acertou a mão também nas duas baladas do álbum: a arrepiante "Lost in Paradise", que lembra alguns dos seus singles anteriores, e a bonitinha "Swimming Home", que traz um sutil arranjo mais eletrônicoe puxado para o trip hop.

Para quem curte o lado mais "dramático" do grupo, as faixas "My Heart Is Broken", "End of the Dream" e "Oceans" são um prato cheio! O único ponto fraco do disco fica por conta de "Sick", uma faixa pouco inspirada e até meio forçada...

No final das contas, o Evenescence conseguiu lançar um disco coerente e bem produzido, uma obra que é um passo à frente para a banda, em todos os sentidos! Pena que, em uma realidade musical que fornece apenas 15 minutos de fama para qualquer artista, a "turma" de Amy Lee já se encontra jogada no limbo do esquecimento. É uma pena...

Review Original: Whiplash Net

12 de outubro de 2011

Rock in Rio: A noite que encerrou o evento

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Texto publicado no site Whiplash sobre o último dia de shows do Rock in Rio 2011. Nele, fizeram um pequeno comentário sobre o show do Evanescence. Confira:
Rock In Rio (Cidade do Rock, 02/10/2011)

Muita coisa aconteceu desde que as portas da Cidade do Rock se fecharam sob forte chuva na manhã do último dia 3, mas o assunto está longe de ser datado visto que a repercussão – mais negativa que positiva – segue firme e forte e não restrita à mídia especializada. A noite que encerrou o Rock in Rio era das mais aguardadas; todo mundo a espera de um grand finale, protagonizado por Evanescence, System of a Down e, principalmente, Guns N’ Roses. Surpresas boas e ruins ditaram as horas finais do Palco Mundo.

Abrir um show com uma música nova de um álbum que sequer foi lançado é arriscado. Mas o Evanescencearriscou e acertou. Não foi só isso: mais da metade do repertório da banda da belíssima Amy Lee foi baseado no vindouro trabalho, que deve sair ainda em outubro. O material novo foi bem recebido e havia gente que, por conta do vazamento das músicas na Internet, sabia algumas letras e soltou a voz em alguns refrães. Amy surpreendeu ao longo da apresentação. Depois de algumas derrapadas nas primeiras músicas – favorecidas e elucidadas pelo som horroroso –, a cantora finalmente se achou e caprichou nas já clássicas “My Immortal” e “Bring Me To Life”. Dos hits, faltaram “Everybody’s Fool” e “Lithium” apenas. “Thank you, Brazil” e a promessa da volta no ano que vem. Aguardemos...

Matéria Original: Whiplash Net

8 de outubro de 2011

Whiplash: Comentários sobre o último dia do RiR

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Matéria escrita pela colunista Fernanda Lira, do site Whiplash, sobre o último dia do Rock in Rio. Na matéria, ela não deixa de comentar sobre a apresentação do Evanescence. Lembramos que se trata de pontos de vista pessoais de quem escreveu, sem vínculo algum com o site.
Rock in Rio (Cidade do Rock, RJ, 02/10/11)

Em seguida, e com certo atraso, vinha uma das atrações que me deixava bastante curiosa sobre o show. OEvanescence já havia vindo ao Brasil há um bom tempo atrás e depois disso, raramente fiquei sabendo de alguma notícia sobre a banda - para falar a verdade, nem sabia que eles ainda estavam na ativa. Não sou fã, mas assumo que simpatizo com a banda, porque gosto de música que tenha o mínimo de qualidade. A voz de Amy Lee me agrada e as intervenções com piano também me demonstram uma preocupação a mais com que a música seja diferenciada do que tem por aí hoje em dia.

Vendo depois os vídeos da apresentação da banda no YouTube, fiquei impressionada como soou diferente para quem estava lá, vendo ao vivo. No vídeo, ela parecia ter muitas falhas quanto a constância da potência de sua voz, o que ao vivo foi quase imperceptível. Aliás, a garota merece muitos elogios por seu modo de cantar, pois agüentar um show relativamente longo alcançando notas altas não é nada fácil sem desgastar a voz e ela o fez com muita maestria. O show foi bom, mas o público só agitava mesmo quando sons como My Immortal, Going Under de Bring me to Life (mais conhecidas) eram executadas, já que a banda infelizmente optou por tocar muitas músicas de seu álbum vindouro, que ainda nem foi lançado no Brasil. Além disso, achei que Amy Lee foi perdendo um pouco de sua interação com os f
ãs ao longo da apresentação, mas nada que apagasse o brilho da sua performance bem satisfatória.

Matéria Original: Whiplash

2 de outubro de 2011

Whiplash: Resenha do álbum 'Origin'

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Resenha do álbum Origin feita por Erik Edilson, do site Whiplash. Erik faz pequenos comentários sobre cada faixa do álbum e afirma que o talento e a qualidade do trabalho é incontestável. Além disso, ele diz que sem dúvida Amy Lee é uma das melhores vocalistas do mundo. Confira a resenha na íntegra.

Origin - Evanescence

"Em 2003, o EVANESCENCE lançou seu álbum de estréia em estúdio, o Fallen, vendendo quase 20 milhões de discos no mundo. Guiados pelos hits "Going Under", "My Immortal" e principalmente "Bring Me To Life", a banda liderada do Amy Lee conseguiu em 2003 se tornar uma das mais conhecidas no planeta. Mas antes disso, 3 anos antes (em 2000 mais precisamente), a banda vendia seu primeiro álbum (que não foi feito em estúdio), Origin. O disco é considerado por Amy Lee como uma coletânea das melhores gravações caseiras da banda, e não um álbum propriamente dito."

Nota: 8

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

Por mais que o EVANESCENCE seja pré-julgado pelo sucesso comercial que teve e ter sido "modinha" por tanto tempo, a banda não deve ser comparada com outras bandas como o LINKIN PARK, 30 SECONDS TO MARS, LIMP BIZKIT ou PARAMORE, que são bem inferiores. A vocalista Amy Lee tem uma voz de botar inveja em muita gente. É aquilo que a gente chama de talento de verdade.


Esse CD vendeu 2500 unidades durante seus shows ao vivo e hoje é uma raridade encontrar o CD à venda. Na internet, é possível comprar o CD, mas com valores altíssimos e sem a garantia de se tratar do CD original, e não somente uma cópia. Na época em que a banda ficou famosa e a procura pelo CD aumentou, a própria Amy Lee aconselhou aos fãs baixarem o disco pela internet.

O EVANESCENCE é definitivamente marcado pela vocalista Amy Lee. Foi sua voz de nível soprano que conseguiu tantos fãs pelo mundo. Desde sempre, o restante da banda sempre serviu mais para acompanhá-la do que qualquer outra coisa, tirando aparentemente o novo CD que será lançado após o Rock In Rio, mas isso não é assunto pra agora. O instrumental do EVANESCENCE não impressiona mas é satisfatório. O que acabaram se destacando principalmente foram as partes de teclado/piano e de bateria. Soa como se Lee fosse artista solo, o que definitivamente não é algo ruim.

Nesse disco, a proposta é bem diferente do que os fãs da fase de sucesso da banda estão acostumados à ouvir. As músicas tem um ritmo menos acelerado, alguns pequenos corais durante as músicas, a voz de Amy soa um pouco mais obscura aqui. Mas uma coisa indispensável de destacar são as partes eletrônicas no disco. Não, não espere nada de Satisfaction para poder sair dançando por ai. São toques que aparecem na maioria das músicas que criam uma atmosfera única. Os acordes de algumas músicas também deixam um clima um pouco acústico.

Uma coisa que é inegável é sua profundidade. Talvez Lee sempre jogar suas emoções em sua música tenham causado isso, ainda com o apoio de Ben Moody, que segue a mesma linha de direção musical da vocalista. As letras podem mexer com as pessoas mais emotivas ou que passam por algum momento difícil. Apesar de não ser músicas boas para serem escutadas por pessoas assim, são elas que fazem boa parte dos fãs. Nessa época em que o guitarrista Ben Moody ainda estava banda, há algumas influências religiosas nas músicas, nada muito significativa, mas estão lá.

A primeira faixa é a que dá título ao disco, "Origin". Ela é apenas um introdução com alguns barulhos que criam uma boa atmosfera para a segunda música, "Whisper". Essa versão é diferente da do Fallen em certos aspectos. O uso eletrônico dá um clima mais sombrio para a voz de Amy, como para a música também. Aqui a música é mais lenta que a versão do Fallen e bateria tem mais destaque (coisa normal em gravações caseiras). A música é boa, tem um refrão legal e tem um belo solo (coisa que não é normal de se ver no EVANESCENCE). A terceira faixa é tocada nos shows ao vivo até hoje, "Imaginary". Ela começa com o piano e a voz tranquila de Lee, até que a banda entra dando certo peso a música. Aqui, Lee eleva sua voz em vários momentos. Destaque para o pequeno coral durante o solo. Mais uma boa música, que acabou ficando mais dinâmica no Fallen.

Toda banda que se preze que tenha algum sucesso, tem 2 ou 3 músicas que sempre são pedidas e são a cara da banda. Posso citar alguns exemplos como "Enter Sandman", "Master Of Puppets" e "One" do METALLICA, "Welcome To The Jungle", "November Rain" e "Sweet Child O Mine" do GUNS N ROSES e "The Number Of The Beast", "2 Minutes To Midnight" e "The Trooper" do IRON MAIDEN. São músicas que marcam e provavelmente serão as únicas conhecidas de quem não é fã de tal banda. No caso do EVANESCENCE, uma dessas músicas é a quarta faixa, "My Immortal". Nessa versão, utilizam apenas do piano em toda a música. Apesar de ser considerada demasiadamente "manjada" após tanto esses anos, é inegável a beleza da faixa. Essa versão somente com o piano deixa essa balada mais bela ainda.

A quinta faixa é "Where Will You Go?", uma das melhores do disco, que poderia ter entrado no Fallen. Aqui os tais toques eletrônicos estão disfarçadamente em toda a música. Os backing vocals de David Hodges consegue ajudar a passar ainda melhor a música. O refrão é muito pegajoso, apesar de não parecer ser proposital. A mistura bateria/guitarra/piano é muito bem executada aqui. A sexta faixa é outra que está entre as melhores do disco, "Fields Of Innocence". Os acordes aqui são excentes e muito atrativos, assim como a voz de Lee. Talvez seja aqui que a voz da bela vocalista mais soe atrativa. Mais uma vez, os pequenos corais elevam a música. Excelente faixa.

A sétima faixa é "Even In Death". Apesar de não ser tão boa se comparada com as anteriores, continua sendo uma boa música. De todo CD, é a segunda com mais presença de elementos eletrônicos que aparecem constatemente em toda a música. A faixa não é muito atrativa na primeira audição, mas conforme vai escutando-a, isso muda. Isso é basicamente o EVANESCENCE nesse CD, muito menos atrativo comercialmente, mas mantendo qualidade e pode ficar até viciante após um certo tempo.

A oitava faixa é "Anywhere", que sem dúvidas também é uma das melhores do disco. Ela começa calma e vai crescendo cada vez mais, até chegar no refrão, que vicia. Isso vai se repetindo pela música várias vezes, é uma bela música. A bateria ajuda na climatização da música e Hodges vai muito bem nos backing vocals. A próxima é a mais "pesada" do disco, a nona faixa, "Lies". A música começa com Amy elevando sua voz até a bateria começar, os outros intrumentos entram mas a bateria é que continua com mais destaque. A presença de Hodges nos vocais é muito mais sentida aqui, principalmente no depois do meio da música, aonde ele deixa seu lado calmo de lado e simplesmente começa a urrar (e muito bem). Mais outra música muito boa.

A décima faixa é "Away From Me". Mais uma vez, o início tem toques eletrônicos. Nessa música, Amy Lee consegue cativar ainda mais. A voz dela é simplesmente incrível e muito natural. É mais uma música cativante, e sem dúvidas o destaque aqui é a vocalista, mais que o normal. A última faixa (décima primeira) é a instrumental "Eternal". O único motivo de "Even In Death" não ser a música com mais toques eletrônicos é ela. Na primeira parte da música, não tem nada que se destaque, pois a banda mistura bem vários elementos para criar algo audivelmente agradável. A segunda parte começa com uma chuva por algum tempo, alguns acordes, e vem uma bela parte que mistura o piano com o som da chuva. Na terceira parte, um clima mais sombrio pra fechar com chave de ouro o CD.

A qualidade desse CD é incontestável. O grupo conseguiu colocar muita coisa eletrônica e sair com um resultado excelente. O CD tem uma proposta de músicas mais bonitas do que em seus sucessores de estúdio, mas de mesma qualidade. Sem duvida Amy Lee é uma das melhores vocalistas que o mundo já viu.

Se você é fã de metal e não consegue ouvir mulher cantando sem ser algo como o ARCH ENEMY, não é esse CD que mudará algo. Mas pra quem é fã da bandas como o NIGHTISH e WITHIN TEMPTATION, ou que simplesmente quer ouvir boas músicas bonitas, podem dar uma chance ao disco. O importante é escutar sem preconceitos e desfrutar.

Faixas:

1 - Origin - 0:35
2 - Whisper - 3:56
3 - Imaginary - 3:32
4 - My Immortal - 4:26
5 - Where Will You Go - 3:47
6 - Field of Innocence - 5:13
7 - Even in Death - 4:09
8 - Anywhere - 6:02
9 - Lies - 3:50
10 - Away from Me - 3:30
11 - Eternal - 7:22

Nesse CD, EVANESCENCE era:

Amy Lee - Vocal e piano
David Hodges - Vocal e teclado
Ben Moody - Guitarra, baixo e bateria

Matéria Original: Whiplash Net / Matérias

17 de setembro de 2011

EV: "Primeira tentativa de novo álbum foi precoce"

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Tradução da matéria feita pelo site Blabbermouth e traduzida pelo site brasileiro Whiplash Net. A matéria foi feita com base na entrevista dada à The Pulse Of The Radio, a qual Amy comenta o porque do atraso do novo álbum. Confira:
Evanescence: "primeira tentativa de novo álbum foi precoce"
A banda norte-americana EVANESCENCE vai lançar seu terceiro álbum, auto-intitulado, no dia 11 de outubro, cinco anos após o último trabalho, "The Open Door" de 2006. Mas uma das razões para o álbum demorar tanto tempo para ficar pronto deve ao fato da vocalista Amy Lee ter começado a trabalhar em uma versão dele ano passado, da qual acabou desistindo. O The Pulse Of The Radio perguntou a Amy por que esta primeira tentativa de gravação não deu certo:

"Eu acho que realmente era um caso de termos ido para o estúdio muito cedo", disse ela. "Acho que as pessoas muitas vezes sentem-se pressionadas a andar rápido, especialmente nessa idade e no nosso tempo - vocês sabem, o público tem uma abrangência de atenção muito curta, então é sobre derrubar tudo enquanto o ferro ainda está quente. Eu não acredito nisso. Eu acredito na boa música. Se esse será nosso grande álbum de volta do EVANESCENCE, ainda não estávamos lá. Então continuamos trabalhando. Nós acabamos de encerrar uma gravação que simplesmente é minha favorita até agora. Estamos realmente muito orgulhosos disso".

O primeiro single da nova gravação do EVANESCENCE chama-se "What You Want". A banda vai lançar um vídeo para a faixa ainda essa semana.

Matéria Original: Whiplash Net

9 de setembro de 2011

Whiplash: Amy Lee responde perguntas bizarras

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Nota publicada pelo site Whiplash! sobre a entrevista feita com Amy Lee pela Metal Hammer. Para ver o vídeo da entrevista, clique aqui!
Evanescence: Amy Lee responde perguntas bizarras dos fãs

Como os fãs já sabem, o novo álbum auto-intitulado do EVANESCENCE está marcado para sair no dia 11 de outubro via Wind-Up Records. A vocalista Amy Lee, respondeu algumas perguntas bem estranhas que foram enviadas por fãs, confira no video logo abaixo.

No vídeo, Amy Lee teve que responder cada pergunta sem sentido como por exemplo: "O que você preferia ter no lugar de suas mãos, colheres de pau ou patas de lagostas?". E outras como: "Você consegue derrubar um cavalo com um soco?"

Esta última questão, Lee respondeu: "Não... os cavalos são muito fortes. Eu acho que um cavalo, provavelmente, daria um coice em minha bunda, se ele quisesse".

Ela também respondeu algumas questões sérias, como por exemplo qual a sensação de servir de inspiração para vocalistas que estão começando agora?: "É realmente muito legal", respondeu Lee. "É realmente muito legal ser capaz de tocar essas pessoas. Isso é muito satisfatório para mim e para qualquer artista, é legal sentir o que as pessoas sentem e entender isso além de apenas palavras".

O Evanescence vai embarcar em uma turnê norte-americana que começará em Oakland, Califórnia, no dia 10 de outubro

Matéria Original: Whiplash News

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