Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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11 de agosto de 2012

Coluna: E se... fosse eletrônico?

65 comentários

A capacidade de inovar, de amadurecer, e também de manter a qualidade do som, são atributos que qualquer banda que queira ter seu trabalho reconhecido e recompensado deve possuir. 


EXPECTATIVAS PARA O FUTURO
Vislumbrando os possíveis direcionamentos

O Evanescence é considerado um dos maiores nomes do rock mundial desde a década de 2000 graças ao atendimento a esses requisitos. 

Contudo, ao conceber seu último trabalho, muitos afirmaram que já não é o bastante para o conjunto simplesmente crescer dentro dos limites da proposta de seu som, é preciso romper esses limites, pois o cenário do rock está decaído nos dias atuais.



NOVOS HORIZONTES
Seria essa a intenção de Amy Lee com o álbum eletrônico de 2010?

Muitos fãs fazem essa pergunta e muitos também automaticamente dão a resposta “sim” a ela. Porém, as coisas não são tão redutíveis assim. A própria Amy Lee admitiu estar dando uma direção que nada tinha a ver com tudo que a banda já fez, e isso poderia gerar consequências não muito positivas para ambos os lados: para a gravadora, que fornece suporte financeiro e de divulgação para eles, e para o Evanescence em si, que poderia perder o público que vinha cativando, além de incorrer em críticas que poderiam abalar sua reputação no cenário musical, o que seria um desastre, ainda mais depois de tanto tempo sem material novo lançado. Toda banda tem um núcleo sonoro, uma essência, que mesmo diante das mudanças em alguns elementos do som, se mantêm inalterados.

No caso do Evanescence, esse núcleo, essa essência, é o rock. O que Amy vinha fazendo nas sessões de gravação com Steve Lillywhite foi atestado como sendo para uma carreira solo não só por ela e pela gravadora, mas também pelos outros integrantes. Pelos trechos disponibilizados, já dava para ouvir que não havia rock naquelas músicas. Ela mesma já havia avisado que haveria menos guitarra, ou seja, isso não era uma mudança, rompimento de limites do som, mas deturpação do núcleo do som! É como se de repente, o Metallica dissesse que gravaria um álbum de pop rock, ou seja, é acabar com a proposta do projeto musical!


INFLUÊNCIAS
Músicas que registram o novo caminho

As influências que Amy Lee dizia ter naquela época em muito pouco ou em praticamente nada se ligam ao som do Evanescence: Portishead, Massive Attack, MGMT, Depeche Mode, M.I.A, etc. Não que seja dubitável a qualidade da obra vindoura naquele tempo (até porque não ouvimos nada além de trechos), mas sim de compatibilidade com o propósito da banda.

Tudo bem, temos Evanescence hoje, que não deixa de ser uma evolução, mas nada a ponto de romper limites, mas prestemos atenção: ali podem estar os prenúncios do que pode vir! Amy ainda se sente impulsionada a dar vazão a seu desejo latente de compor um som mais sintético. Nos concertos do grupo, Made of Stone e Sick tiveram acrescidas introduções eletrônicas com sonoridade atmosférica e envolvente, ambas trabalhadas no sintetizador e teclado, se encaixando perfeitamente às guitarras mais fortes das faixas. Outra é Oceans, que ao vivo toma uma potência incrível, cheia de sintetizadores fundidos às notas de guitarra que remetem ao rock/metal industrial.

OCEANS- EVANESCENCE

CONCLUSÃO

E em várias músicas do último trabalho há uma carga bem explícita de elementos eletrônicos. Partindo dessas pistas que o terceiro álbum nos dá, podemos imaginar uma linha de som menos orgânica que não distorceria o núcleo sonoro do Evanescence. Talvez algumas linhas vocais que remetam ao new age em algumas faixas (Amy já disse ser fã de Enya, e a introdução do show do festival Maquinária de 2009 soa bem entoada nesse estilo.


Guitarras eletrônicas fundidas às guitarras normais tão ou mais trabalhadas que as em Evanescence; baixo mais pronunciado (esse ainda é um ponto fraco na banda); bateria eletrônica alternada com a bateria na mesma qualidade e com a mesma presença de agora; e muitas ambientações sintéticas com diferentes elementos eletrônicos, que dariam um clima inebriante de prazer sonoro ao ouvir tudo isso reunido. Isso romperia os limites da proposta do conjunto, definitivamente.

Ante o exposto, para aqueles que gostaram da ideia de se fazer um álbum com instrumentação menos orgânica em 2010, eu finalizo este dossiê compartilhando algumas músicas da banda Alphaville, dona de uma carreira de sucesso nos anos 80 e 90 com hits como Forever Young, Big In Japan, Sounds Like a Melody e outras, e que é uma das poucas bandas que acho que sabem explorar muito bem esse lado, pois muito antes dos conjuntos hodiernos tentarem "brincar" com o sintetizador, ela já fazia um som super bem trabalhado e orientado para o futuro, isso em plena década de 80.


MYSTERION
Aborda a utopia do homem em desvendar os mistérios do universo, a morada do Ser Superior:

CRAZYSHOW
Bem obscura, aborda a vida como "um show louco ":

MONTEGO BAY
Também obscura, fala sobre uma rota de navegação perdida na neblina, cujos navegantes sonhavam em chegar à baía de Montego (Jamaica):

JERUSALEM
Um dos maiores clássicos do Alphaville, é bem futurista (mesmo tendo sido composta nos anos 80), aborda o lance da "Terra Prometida" da Bíblia, mas numa perspectiva futura:

SAVE TEMPELHOF
Toda trabalhada no sintetizador, super futurista, é a mais atual:

Cosmopolitician
Fala sobre alguém capaz de atravessar vários mundos, ver várias épocas, um cosmopolita universal, sem religião, sem bandeira, nem anjo nem demônio:

I DIE FOR YOU TODAY
Essa é a mais pop de todas essas, foi um estouro nas rádios europeias no final de 2010 e início de 2011, tem até videoclipe, mas por questões de disputa com a Universal Music, o vídeo foi embargado:


O que seria se o Evanescence seguisse a linha de atmosferização dessas canções e a fundisse ao rock?

Rafael Cevidanes, 26 anos, reside na cidade de Ipatinga, Região Metropolitana do Vale do Aço, leste de Minas Gerais. Exerce a função de Técnico de suporte administrativo na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais - JUCEMG e é acadêmico de Bacharel em Direito.
(Todos os direitos reservados aos autores e EvRockBrasil)


4 de fevereiro de 2012

Review de fã no show do Evanescence em Orlando

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Olá, galera que visita o nosso blog. Estamos postando aqui mais uma história de um grande fã que passou uma temporada em outro país e aproveitou para assistir ao show do Evanescence na cidade local, Orlando - no Estado da Flórida. Vale a pena ler e acompanhar as aventuras e até mesmo as críticas deste fã. Acompanhe abaixo:


Me chamo Arthur, sou de Florianópolis e estudo química na Federal de Santa Catarina. Após 3 anos puxados de faculdade, resolvi dar uma quebrada na minha rotina fazendo um intercâmbio de férias para os Estados Unidos, pra trabalhar durante a já conhecida aqui "brazilian season" e por isso acabei vindo para Orlando, uma das cidades que mais tem brasileiro. Cidade onde fica a Disney World.


A Luta


Uma das primeiras coisas que eu tive em mente em relação ao meu intercâmbio é que eu deveria aproveitar algo que sempre tem nos EUA que não tem no Brasil: shows de artistas americanos. Lembro perfeitamente de antes de ter vindo pra cá ter feito uma listinha dos meus artistas favoritos que estavam em tour e pesquisar pelas datas das turnês no google para ver se algum deles faria show em Orlando.
Acontece que na época o Evanescence estava em tour na Europa, com shows marcados até dezembro. E aparentemente não anunciariam a turnê norte americana tão cedo.Logo, perdi minha fé de que iria acabar vendo um show deles. Deu que arranjar um ingresso para os shows do Red Hot Chilli Peppers foi o suficiente.


Dois meses se passaram, comecei a trabalhar aqui e conhecer a cidade. Minha rotina estava muito agitada e quase não parava em casa. Até que duas semanas atrás, no dia 13 de janeiro, eu recebi duas notícias super desagradáveis: a primeira é que o show dos Red Hot Chilli Peppers havia sido adiado pro dia 31 de março - data em que eu já estarei de volta ao Brasil - e que o Evanescence faria show em Orlando no dia 18 de janeiro e todos os ingressos já estavam vendidos.


Como fã acabei me desesperando. Vi o show deles em Curitiba em 2007 e foi uma das melhores experiencias de minha vida... Precisava repetir essa experiencia! Logo, fiz de tudo para arranjar um ingresso para o show do Evanescence: procurei na internet, fui na própria House Of Blues implorar por ingresso, tentei encontrar algum cambista vendendo ingresso a um preço acessível e... nada. Mas não desisti. Fui pra entrada do House Of Blues dia 18 de fevereiro uma hora antes da abetura dos portões e vi que tinha uma fila enorme na bilheteria do House Of Blues e fui até lá na esperança de que eles tivessem liberado um lote extra de ingressos pro dia do show. Mas pra minha infelicidade não era nada disso... As pessoas que haviam comprado ingresso pela internet estavam retirando seus ingressos.


Saí da bilheteria com os olhos lacrimejando, quase chorando, não me conformando que iria perder o show. E foi aí que surgiu um anjo na minha vida: uma americana me abordou e perguntou se eu gostava da banda. Expliquei toda a minha história pra ela e ela me contou que havia ganhado 4 ingressos de uma promoção de uma rádio e ela tinha um ingresso sobrando.

Ela me disse que no regulamento da promoção dizia que ela não poderia vender os ingressos, mas que se eu guardasse segredo, ela me venderia um pelo preço padrão. Obviamente acabei comprando o ingresso, né? (Não contem para ela que eu contei isso pra vocês. hehe)






O momento esperado

Após tanto sofrimento, finalmente pude aproveitar o show. A House Of Blues é uma casa de shows pequena, com capacidade para 3000 pessoas: 1800 no andar de baixo, 1200 no andar de cima. Resultado: fiquei a dois metros de distância do palco. Estava super animado e por vários momentos eu achei que teria um ataque do coração antes do show começar.

Exatamente as 8 horas da noite o show da primeira banda de abetura começou. A sonoridade do Electric Touch era bem legal, os definiria como uma banda de pop/rock com um toque de música eletrônica. Eles cantaram apenas 6 músicas, mas já foi o bastante para deixar a galera empolgada. As 8:30 eles já haviam saído do palco e em 15 minutos o show da banda Rival Sons já havia começado. Eu diria que se não fosse pelo mercado do rock estar tão restrito hoje em dia, os Rival Sons teriam de tudo pra ser uma ameaça pro Evanescence. Eles fazem um som pesado e o vocalista lembra demais o Steven Tyler do Aerosmith: um vocal monstruoso e uma presença de palco imensa. Não foi a toa que o show deles foi mais longo - durou uma hora, o dobro do Electric Touch.

E por fim... As 10 horas da noite, o show iria começar. As luzes se apagaram e o público foi ao delírio quando Will entrou sozinho no palco. Ele sorriu pra platéia e começou o solo de bateria da introdução de What You Want. Segundos depois o restante da banda entrou no palco e, por fim, Amy Lee deu o ar de sua graça. Apesar da música ter sido muito bem executada e ter agradado demais o público, não achei a música apropriada pra abrir o show, já que What You Want é uma canção constante. Em 2007 Sweet Sacrifice foi uma abertura muito mais eficiente por ter uma introdução mais impactante.

Mas logo a banda soube como corrigir isso e emendaram com um dos maiores hits da banda: Going Under. O público cantou junto, Amy foi impecável nos vocais e o solo de  guitarra do Troy foi simplesmente f*da!


Nas músicas seguintes, do novo álbum de inéditas - The Other Side e The Change - ficou muito clara a sintonia da banda nessa era nova, o que ficou mais explícito ainda porque no meio dessas músicas a banda performou Weight Of The World, música do The Open Door, onde Amy Lee facilmente ofuscou o restante da banda.


Quando chegou a hora que a banda performou Made Of Stone eu percebi que não havia piano no palco e comecei a me perguntar como eles fariam para performar algumas das melhores músicas da banda. 




Afinal, havia apenas um pequeno teclado no canto do palco que com certeza não daria conta de algumas músicas que dependem demais de piano, como My Immortal. Mas logo veio a resposta: depois de Made Of Stone as luzes se apagaram, a banda se retirou do palco por um momento e quando acenderam as luzes... Ta-da! Lá estava a banda de volta, com Amy Lee num piano!

De fato as músicas da banda com o piano como base são o ponto forte do show. A performance de Lost In Paradise foi simplesmente incrível, era possível sentir a emoção de Amy em cada palavra da música. Cheguei a sentir arrepios com tamanha perfeição!


O mesmo se repetiu com a performance de My Heart Is Broken - que na minha opinião tinha que ter sido o primeiro single do álbum - e Lithium, que aliás, o público cantou junto. Depois do bloco calmo do show, retiraram o piano do palco e mostraram o lado mais pesado do álbum novo cantando as incríveis Erase This e Sick. Nesse ponto do show era explicíto que Amy estava começando a desmonstrar sinais de que estava ficando cansada, dando a impressão que o show estava perto do fim.


Essa impressão ficou ainda mais forte quando a banda começou a cantar seus clássicos em sequencia: Call Me When You're Sober, Imaginary e por fim, o hino Bring Me To Life. A banda se retirou do palco e as luzes se apagaram. Algumas pessoas se retiraram com a certeza que o show tinha acabado, mas o público insistia em aplaudir e  chamar pelo nome da banda, afinal a grande maioria sabia que haveria um Encore.


Novamente, as luzes se acenderam e lá estava a banda de volta, com o piano no palco. Amy Lee disse que ficou contente com a aceitação que os fãs tiveram do álbum novo e que estava fazendo o seu melhor para tocar o máximo de músicas novas do álbum novo no show. Dito e feito: tocou Never Go Back, que aparentemente deve ser a favorita dos fãs americanos, pois foi a música do terceiro álbum em que o público mais se empolgou.

Após Never Go Back, Amy voltou a conversar com o público e falou que um de seus sonhos é se tornar compositora de filmes e disse que já gravou várias músicas pra vários filmes e que a música seguinte era uma dessas, porém que foi rejeitada do filme e reaproveitada pro álbum. Se tratava se Swimming Home, que foi perfomada apenas pela Amy Lee no piano, sem a banda. Eu já amava a versão estúdio da música, que tem uma vibe completamente diferente do CD e ao vivo funcionou super bem.



Continuando a sessão piano, mas agora um pouco mais agitada, a banda performou minha música favorita do The Open Door: Your Star. O instrumental pesado e o piano juntos são uma combinação perfeita.


E, infelizmente, uma hora tinha que chegar o final do show. A canção de encerramento foi o maior clássico da banda, My Immortal. Não preciso nem dizer que, como de costume, o público cantou junto e haviam lágrimas por todos os lados. Por fim, a banda agradeceu e se retirou do palco.


Só faltou fãs brasileiros

Foi questão de tempo vir aquela sensação de vazio e depressão pós-show. Num geral, posso afirmar que a banda está mais forte e unida do que nunca, a sintonia deles no show é imensa e garanto que nesse tempo de "folga" da banda, Amy evoluiu muito como performer. Levou o show inteiro numa boa, praticamente não desafinou. E os membros novos da banda foram ótimas aquisições, principalmente Will na bateria, que sempre ficava fazendo gracinhas com as baquetas, jogando elas pro alto e girando-as.

O ponto mais fraco do show na verdade foi o próprio público americano, que é muito contido. Por isso mesmo mal posso esperar para voltar ao Brasil para ver o meu terceiro show da banda - tenho certeza que é questão de tempo para marcarem datas em terras tupiniquins! Espero me encontrar com vocês lá. :)

Escrito - com exclusividade ao Evanescence Rock Brasil - por Arthur Goulart

28 de dezembro de 2011

Evanescence na lista "Notórios flops de 2011"

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Em lista feita pelo site espanhol Jenesais Pop com os mais notórios "flops" (fracassos/decepções) de 2011, Evanescence encontra-se em sexta posição. Na lista, artistas e bandas consagrados como Metallica, Björk, Avril Lavigne, Beyoncé, Lady Gaga e Radiohead.
Notórios flops de 2011
Nós revisamos algumas das grandes decepções comerciais de 2011.

O álbum auto-intitulado de Amy Lee é apenas o terceiro de sua carreira. Nestes cinco anos de espera, são muitos os fãs que ficaram pelo caminho. Se "Fallen" vendeu 17 milhões de cópias e "The Open Door" 5 milhões, este novo álbum havia vendido umas 600.000 unidades, de acordo Mediatraffic.


12 de novembro de 2011

'My Heart is Broken' como próximo single?

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P

repare-se para a mudança, abra seus olhos para a luz. Não tema, não estará vagando sem sentido até o fim dos tempos, pois Amy Lee e sua trupe estão de volta. Com tão pouco tempo de trabalho no novo CD, intitulado de Evanescence, eles preparam-se para lançar a segunda música de trabalho: My Heart is Broken. Se antes os vocais estridentes de Lee perguntava o que tanto nós, fãs, queríamos, agora ela define qual será o seu mais próximo alvo: os corações partidos.

SAIBA MAIS


Seja pelo medo de nunca encontrar a maneira para curar a alma ou algo que te fez chorar 50 mil lágrimas, a vocalista mais comentada dos últimos meses afirma que esta é uma das músicas preferidas da banda e, portanto, não fará feio.


Encabeçando uma lista em que constam nomes como Lithium, Going Under, Bring me To Life e Sweet Sacrifice, o novo single agora tem uma grande responsabilidade em suas mãos: conseguir que o novo álbum do Evanescence permaneça nos altos índices de aceitação por toda a América do Norte e Europa. E mais: conseguir com que as músicas emplaquem o âmbito mundial. A proposta não é fácil de ser alcançado, até então apenas My Immortal conseguiu alcançar o posto de single mais tocado do Evanescence em todo o mundo: seja aqui no Brasil ou lá nas mais profundas terras do Oriente Médio. Será possível bater esse recorde?
A proposta, que parece bem difícil de ser alcançada, ganhou recentemente o mais empolgante de suas alianças: o de um certo vampiro e um lobisomem que lutam pelo amor de uma mortal. De acordo com um boato da internet a música estaria presente no próximo filme da saga Twilight, que há pouco foi alvo de comentários empolgantes por parte de Amy e Tim. Com grande aceitação pela maioria dos jovens ao redor do planeta esta seria mais uma possibilidade de que o Evanescence retorne ao posto das músicas mais ouvidas
em todo o mundo, incluindo o Brasil, e talvez chegue perto da emocionante My Immortal. Contudo, felizmente ou não, as músicas que estarão presentes no filme já foram anunciadas e nada de Evanescence consta na lista.

Apesar da pressa para confirmar o novo single (que foi anunciado pouco antes do show da banda no Rock In Rio), Lee já avisou que o processo será longo e que a banda ainda nem pensou a respeito do vídeo e muito menos no diretor, o que deve consumir ainda alguns meses de preparação da banda, que segue em turnê massiva pela América.

Os vídeos são um caso a parte. Quem se lembra dos ilustres, insanos e perturbadores vídeos de Lithium e Sweet Sacrifice? Obviamente teme por algumas escolhas de Lee. Mas, ao mesmo tempo, percebe que em What You Want a mão dos clipes intrigantes e eletrizantes como Bring Me To Life e Going Under estão ali, prontos para serem colocados em prática novamente. No geral os vídeos desse cd vieram para ressaltar uma temática já bastante notada neste álbum: o Evanescence finalmente se reencontrou e, como nunca antes, está sendo ele mesmo sem o medo de se reinventar e mostrar paixão naquilo que faz.

    Então, se seu coração está partido esperando a próxima novidade de Lee e sua banda, saiba que há um motivo para sorrir e aguardar por mais novidades. A partir desta data você poderá dormir docemente, meu anjo negro, My Heart is Broken está a caminho com a promessa de tudo aquilo que nós queremos – e amamos.




Meu coração está partido.

Eu me afasto para enfrentar a dor.
Eu fecho meus olhos e me afasto.
Do medo de que eu nunca vou encontrar
A maneira de curar a minha alma.
E eu vou vagar até o fim dos tempos
Arrancada para longe de você.

Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos de permanecer na tristeza
Ou do meu coração endurecido

Eu não posso continuar vivendo dessa maneira
E eu não posso voltar do jeito que eu vim
Envergonhado desse medo de que eu nunca vou encontrar
A maneira de curar a minha alma
E eu vou vagar até o fim dos tempos
Meia vida sem você

Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos

Mudança -abra seus olhos para a luz
Eu neguei tudo isso por tanto tempo, oh tanto tempo
Diga adeus, adeus

Meu coração está partido
Me liberte, eu não posso continuar
Livrai-nos
Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos
Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos de permanecer na tristeza

27 de outubro de 2011

Ben Moody elogia terceiro álbum do Evanescence

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Após ironizar Amy Lee diante de sua aparição na revista americana Revolver, Ben Moody (Ex-integrante) novamente apareceu na web para elogiar, agora, o terceiro álbum do Evanescence e comentar sobre o logo da banda, que ele criou há oito anos atrás. Acompanhe abaixo o vídeo e tradução:

Ben: Sim, eu escutei o novo ‘Evanescence’. Eu na verdade gostei muito e não estou dizendo isso para ser politicamente correto,porque Jasmine irá confirmar. Eu odeio não deixar as pessoas desconfortáveis... Hnnn pergunte à América do Sul. Na realidade eu realmente estou pouco me fuden** sobre ser politicamente correto... Hnnn, todo aquele pequeno fiasco com ‘Going Under’ no ‘We Are The Fallen’...

[O vídeo parece ter sido editado nesse ponto e a frase termina apenas com o nome do WATF, e então recomeça o assunto sobre o novo álbum do Evanescence] Vocês gostaram? Eu acho que é melhor do que o ‘The Open Door’. Eu gosto de algumas partes do ‘The Open Door”, talvez teria gostado mais, sei lá, eu estou em um lugar melhor agora. Abri o Itunes e boom! Vi o Evanescence – o qual o logo ainda parece ótimo. Eu sei porque totalmente fui o cara que disse ‘nós devemos usar esse logo’, há oito anos atrás. Então, estou assumindo TODO O CRÉDITO. E, hnnn, derrubaram a Adele do número 1#, algo que não tem sido tão ápto para se fazer nesses últimos tempos e isso foi incrível! Então parabéns à Amy e Terry e... Eu não tenho a menor ideia quem aqueles outros caras sejam, mas vamos ser honestos...

Jasmine: O nome de um deles é Tim.

Ben: Tim? Tim ou Tom, você provavelmente deve ser um cara bacana de verdade. E um de vocês se parece com o cara do ‘Maroon 5’ com cabelo comprido, então isso somente irá te ajudar porque na verdade é legal se parecer com o ‘Maroon 5’ e talvez será legal parecer com você. Sei lá, não é legal parecer comigo...

Para quem não sabe, Ben Moody foi co-fundador e integrante da banda Evanescence. Porém, após a banda ser reconhecida pelo mundo, largou Amy Lee e o restante do grupo em plena turnê de 2003. Após isso, a cantora nunca mais falou com ele, apesar de compor uma música exclusiva sobre esse caso.


Créditos: Immortal Essence Gif: sweetsoundofsilence

19 de outubro de 2011

Crítica severa

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Uma crítica que chamou a atenção da nossa equipe nessa quarta-feira foi a matéria escrita pela Editora-chefe da Fallout Magazine, Dane Prokofiev, no site de reviews “PopMatters”. A jornalista iniciou sua AMARGA crítica com um título polêmico e exaltando o sucesso do single “Bring me to Life” (2003):
Amy Lee, sua voz merece mais!

#1: “Eu era apenas uma garotinha que usava a maior parte do tempo pra jogar StarCraft e Diablo II, pensava que o Linkin Park era a banda mais pesada que existia e ainda fazia parte do grupo dos idiotas que não tinham ouvido Evanescence e seu tão conhecido single ‘Bring Me to Life’.” Dane afirma que o Evanescence ainda não lançou seu “hit-maravilha”. Deixou bem claro que “The Open Door” foi muito pior que “Fallen”, comentou a aparente satisfação comercial da banda em relação ao rumo comercial que estão tomando e criticou a falta de criatividade, dizendo que a falta do mesmo, no grupo, deveria ter limites.

#2: “Amy Lee não faz parte do Evanescence. Amy Lee é o Evanescence”. “A voz angelical da Amy é a única salvação da banda, porque os outros integrantes aparentam ser tão ‘facilmente substituíveis’”.

#3: Além de criticar os “acordes de iniciante” usados nas guitarras, deixou claro que o baterista parece chateado, como se estivesse lá pela simples obrigação de manter o ritmo da banda. "Imagine se Amy Lee fosse a vocalista da Abrahadabra? Minhas entranhas estremecem de excitação quando me vem à cabeça esse pensamento"

#4: No quarto parágrafo, a autora destaca suas opiniões sobre álbuns auto-intitulados afirmando que apenas bandas em início de carreira ou grupos que estão entrando em um período de falta de criatividade musical usam essa estratégia de marketing. Disse pensar que “experiências difíceis de vida”, “onde eles estão na vida agora” ou “alguma tragédia na vida deles” foram fatores que, misturados, acabaram nesse novo álbum lançado dia 11.

#5: Dane Prokofiev elogiou os vocais, pianos, e o som sedoso dos instrumentos de corda. Pelo menos isso, né? Além de destacar as faixas orquestrais: “[...]se o Evanescence tiver que tocar um dia sem a orquestra contratada, não vai conseguir”.

#6: Erase This”, “Lost in Paradise” e “Swimming Home” foram destacadas pela autora. Dane afirma que, se você é um grande fã da banda, não fique na “estratégia do mais barato”. Das quatro faixas bonus, “New Way to Bleed”, “Say You Will”, “Disappear” e “Secret Door”, a primeira e a última parecem a mesma canção, com nomes diferentes, enquanto as outras são as mais “Metal” da edição deluxe.

#7: Depois de algumas comparações que não me chamaram muito a atenção, Prokofiev finalizou dizendo ser uma pena o fato de que o Evanescence ainda vai ser lembrado como a banda que ficou famosa pelas mãos do filme Daredevil e também que é uma pena maior ainda “Bring me to life” continuar sendo o hit com a melhor pegada da história do Evanescence.
Via: @Augusto_ev

12 de outubro de 2011

Rock in Rio: A noite que encerrou o evento

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Texto publicado no site Whiplash sobre o último dia de shows do Rock in Rio 2011. Nele, fizeram um pequeno comentário sobre o show do Evanescence. Confira:
Rock In Rio (Cidade do Rock, 02/10/2011)

Muita coisa aconteceu desde que as portas da Cidade do Rock se fecharam sob forte chuva na manhã do último dia 3, mas o assunto está longe de ser datado visto que a repercussão – mais negativa que positiva – segue firme e forte e não restrita à mídia especializada. A noite que encerrou o Rock in Rio era das mais aguardadas; todo mundo a espera de um grand finale, protagonizado por Evanescence, System of a Down e, principalmente, Guns N’ Roses. Surpresas boas e ruins ditaram as horas finais do Palco Mundo.

Abrir um show com uma música nova de um álbum que sequer foi lançado é arriscado. Mas o Evanescencearriscou e acertou. Não foi só isso: mais da metade do repertório da banda da belíssima Amy Lee foi baseado no vindouro trabalho, que deve sair ainda em outubro. O material novo foi bem recebido e havia gente que, por conta do vazamento das músicas na Internet, sabia algumas letras e soltou a voz em alguns refrães. Amy surpreendeu ao longo da apresentação. Depois de algumas derrapadas nas primeiras músicas – favorecidas e elucidadas pelo som horroroso –, a cantora finalmente se achou e caprichou nas já clássicas “My Immortal” e “Bring Me To Life”. Dos hits, faltaram “Everybody’s Fool” e “Lithium” apenas. “Thank you, Brazil” e a promessa da volta no ano que vem. Aguardemos...

Matéria Original: Whiplash Net

Crítica: Evanescence no Rock in Rio 2011

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o dia 02 de Outubro, Evanescence tocou em um dos maiores festivais de entretenimento de música rock e pop - o Rock in Rio 2011. Realizado em nosso país, cerca 100 mil pessoas que estavam presentes na Cidade do Rock, assistiram calados Amy Lee e a sua reformulada banda se arriscando nas músicas novas e tão poucos se empolgaram nas músicas de sucesso. Foi entre erros e acertos que Evanescence realizou o primeiro e maior festival da turnê, de sua nova era.

O Rock in Rio
O evento realmente foi um sucesso. Fazendo a alegria de muitos que estavam na cidade e, até mesmo, aqueles que assistiram pela televisão ou internet. Entretanto, devemos ressaltar aqui que a qualidade do som não foi nada boa. O que pode ter desfavorecido algumas bandas, assim como o Evanescence.

A banda
Com Tim McCord (Baixo), Troy McLawhorn (Guitarra), Terry Balsamo (Guitarra), Will Hunt (Baterista) e Amy Lee (Vocal), Evanescence retorna aos palcos dos grandes festivais de músicas. Após ficar hospedado em um hotel, tomarem uma caipirinha, receberem visitas de fãs e ainda encararem entrevistas realizadas pela mídia brasileira, o grupo ainda estava para encontrar algo ainda mais impactante - voltar a tocar para um público de fãs de diversas bandas, uma tarefa nada fácil!


Dando início ao show às 21:40, Evanescence entra no palco mundo para colocar o seu rock em dia com a música single What You Whant. A guitarra, dada em mãos, para Terry Balsamo estava completamente desafinada. Talvez, muita gente não tenha reparado nesse erro, já que a música era exclusiva para a maioria e nem se importara com o instrumento, mas para Amy e Terry, o fato foi considerado como ter entrado com pé esquerdo no palco.

Para você ter uma ideia, o guitarrista fiel da banda não escondeu a sua frustração diante do ocorrido. Afinal, a culpa não foi dele e, sim, erro da equipe do Rock in Rio, que não afinou adequadamente o instrumento. Confira abaixo o que ele postou sobre o fato:
"Gostaria de poder acordar e refazer o dia de hoje! Não há nada pior do que um técnico de guitarra lhe dar o instrumento desafinado na frente de centenas de milhares de pessoas na primeira música!!! Droga!", disse Terry no seu perfil do Twitter.

O primeiro erro na banda apareceu justamente na primeira música de abertura. Um fato que talvez parecesse previsível para a cantora Amy, onde em uma entrevista exclusiva feita para o portal G1.com, a co-fundadora da banda disse que iriam cometer erros, mas que no final iria dar tudo certo. Será que algum ser divino passou por ali e disse: "Amém"?


What You Want

Going Under

The Other Side

Weight of the World

Made of Stone

My Immortal

My Heart is Broken

Your Star

Sick

The Change

Sober

Imaginary

Bring Me to Life


Set List
Dando a continuidade nas músicas, a banda resolve tocar a segunda canção do seu grande hit chamado: Going Under. Segundo single de sucesso do álbum 'Fallen'. A partir dessa hora, o público presente começa a se familiarizar com o retorno do grupo, cantando junto o refrão da música de sucesso. O que, para os telespectadores, foi possível pressentir que fãs da banda estavam por ali, dividindo o grande momento com o grupo de rock que parecia se acertar com uma música conhecida.

Entre a terceira e novíssima música The Other Side, Evanescence parecia calar novamente a galera na cidade do Rock. Seria um outro erro acontecendo na banda? Após a nova música do terceiro álbum, a banda prosseguiu com as músicas Weight of the World e Made Of Stone, prorrogando um pouco mais a atenção muda da cidade voltada para o Evanescence, mas que logo foi quebrada com a chegada de outro single de sucesso da era Fallen, a música My Immortal. Todos vibrarão... E se calaram novamente, porque as canções inéditas e desconhecidas My Heart Is Broken, Your Star, Sick, The Change tomaram em seguida, mais 15 minutos de atenção diante do palco novamente. Call Me When You're Sober, Imaginary e a inesquecível canção Bring Me To Life conseguiram fechar a lista de músicas levantando a moral com a galera no festival, e assim, dando o fim da atração Evanescence no Rock in Rio 2011.

Com um setlist de 13 músicas, Evanescence deveria ter completado 14. A música Never Go Back, inspirada na pior tragédia natural da história do Japão, foi cancelada sem motivo aparente. Mas, pode ter ocorrido devido à demora entre a entrada de uma música e outra, tomando um tempo programado pelo evento em disponibilizar o palco para a próxima atração que foi a banda System of a Down.

Amy Lee e Troy Mclawhorn
Com uma saia customizada de azul e roxo, e uma regata prateada na parte superior, Amy Lee entrou em cena pronta para mostrar que eles queriam retornar com tudo, mas com o nervosísmo quase à mil, a cantora chegou a errar, desafinar e ficar perdida entre uma passagem e outra de algumas músicas, o que para nós fãs seria até aceitável, porém, pode ter causado uma má impressão para os visitantes do Rock in Rio, que assistiam o retorno da banda.

Mas deixando os defeitos de lado, a vocalista soube bem improvisar em algumas notas, mostrar presença de palco e demonstrar simpatia com o público, dizendo que a banda estava tocando ali suas inéditas músicas de trabalho e ainda falando algumas palavras em português. E por falar em atenção... Troy McLawhorn, quem diria? O guitarrista récem integrado a banda, mostrou mesmo que veio para tocar no festival. O americano era o único que se demonstrava empolgado no palco mundo. Ele jogava suas madeixas para todos os lados, se contorcia com a sua guitarra e chegava até se apresentava num ponto mais próximo do palco com a galera. Isso sim foi empolgação.


Recomeço
E assim, parte dos fãs brasileiros da banda pôde assistir de perto o retorno do Evanescence nas terras brasileiras. Um retorno que não só marca o registro do quanto a banda gosta do Brasil, mas também o retorno do grupo, começando a viver uma nova Era. Todos observaram que o começo foi difícil e que não foi muito forte a sua repercussão diante dos sites e jornais sobre a sua apresentação ao todo. Mas o Evanescence está disposto a retomar aquilo foi deixado há mais de quatro anos atrás, o seu reconhecimento e sucesso perante o mundo todo, que de ínicio, resolveu apostar nas músicas novas para divulgação de seu retorno que está mais rock e contagiante.

Galeria

10 de outubro de 2011

[REVIEW] Loudwire: Evanescence, 'Evanescence'

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Review feita pelo site de música Loudwire. Confira a tradução:
EVANESCENCE, ‘EVANESCENCE’ – ALBUM REVIEW

“Hello, hello, remember me? / I’m everything you can’t control.” Do primeiro de muitos coros de 'What You Want', o single de lançamento do novo Evanescence auto-intitulado, o tom é definido.

Há muito poucas mulheres no gênero rock que podem competir com a forte, angelical e enérgica nos vocais Amy Lee, mas ela é mais do que uma cantora, você tem que cavar bem fundo para descobrir tudo o que Lee tem a oferecer. Junto com sua banda em constante mudança, ela criou algumas das músicas de rock mais dinâmica dos últimos 10 anos.

Seu conteúdo lírico disseca a tênue linha entre amor e ódio, angustiante, saudade, desespero verdadeiro e combina-os com guitarras crocantes, etéreo sotaques de orquestras e, claro, sua sonoridade com piano sedutor. As canções do Evanescence são inegavelmente próprias e possuem um som e estilo que os fãs sentem fome.

O novo disco, "Evanescence", oferece todos os acima mencionados, e enquanto Lee e companhia exploraram alguns elementos novos, o som tem a assinatura do Evanescence completamente. Lee tem aperfeiçoado a arte de construir meticulosamente um tijolo por tijolo. Canção harmoniosa do começo ao fim, acrescentando texturas, tons, emoção e deixá-lo florescer por toda parte. No final, cada música foi transformada em uma verdadeira obra de arte.

Com "The Change", os vocais começam suave e doce e, como a banda constrói a melodia por trás dela como mestres artesãos musicais. Vocais amplificados, assim, bem a tempo de levá-los de volta ao básico durante o refrão. É essa versatilidade que faz com que Lee seja tão boa no que faz.

"My Heart Is Broken" começa com Amy Lee girando uma introdução assombrosa no piano, logo antes de sua voz entrar e suavizar o som, “I will wander ’til the end of time, torn away from you”. Em uma peculiar forma, é dentro deste desespero onde Lee encontra seus pontos fortes. Em seguida, a música entra em cena com o resto da banda, mas continua a ser conduzida pelo piano, um lugar onde Lee parece mais se sentir em casa. A justaposição entre o doce, arrebatador, piano batendo em uma parede de tijolos de guitarras e bateria crocante parecem conduzir ironicamente ao sentido na construção global da música.

"Erase This" é outra música roqueiro na veia de "What You Want", ambas músicas fortes que, sem dúvida, encontram o seu melhor ajuste em um palco ao vivo, onde a banda pode realmente libertar o poder que se sente um pouco em segredo quando chegam através de fones de ouvido. Não quer dizer que essas músicas são fracas por nenhum estiramento da imaginação, elas são apenas preparadas e prontas para um cenário vivo.

"Lost in Paradise" é uma daquelas músicas que se você fechar os olhos, você será transportado para outro lugar e tempo, se houvesse tal coisa como uma canção de ninar rock 'n' roll, seria essa. Vocais exuberantes acompanhado por um belo arranjo de cordas, é uma harpa o que ouvimos, senhorira Lee? (Nós ouvimos que ela aprendeu a tocar harpa em seu tempo ocioso!) Vulnerabilidade muito grande de Amy está na vanguarda dessa música e sua habilidade para puxar o ouvinte em suas canções é uma força inegável que poucos realmente dominam ainda. Lee parece fazer com facilidade .

Canções como "Sick", "End of the Dream" e "Never Go Back" são onde a banda por trás da senhorita Lee realmente começa a mostrar as suas costeletas, através de paisagens sonoras disparadas. Riffs de guitarra explosivas, linhas de baixo bombástica, e a bateria batendo, esculpindo o caminho para os vocais de Lee atravessar e realmente se sente como a música está tomando a liderança e sua voz icónica simplesmente segue o caminho menos seguido, já que apenas Amy Lee (e talvez Robert Frost) fariam.

"Swimming Home" é provavelmente a mais próxima de uma linha reta até música pop que Evanescence ficará. Há uma antecipação para a banda entre no espaço da música, mas isso nunca acontece, deixando mais espaço para os vocais exuberantes Lee preencherem o vazio. Os coros suaves projetam a sensação celestial de saltar de uma nuvem para outra, cercado por apenas o brilho quente da voz de Lee.

Evanescence tem a capacidade inata de oferecer canções que deixam até mesmo o mais humilde dos ouvintes achando que a canção foi escrita só para nós. Estas emoções compartilhadas durante as músicas nos fazem lembrar de como estamos todos conectados, mesmo no menor dos caminhos e, às vezes, é a simples conexão que sempre estivemos procurando.

Críticos continuarão a lutar com o que chamam de som geral do Evanescence, e isso faz parte da beleza da banda. Quanto duro como as pessoas tentam pintá-los em um canto, eles se recusam a ficar em um lugar. A baronesa barroca do rock e seu público fiel não precisam colocar um rótulo no Evanescence, eles só deixam a música falar. Fãs do Evanescence esperaram muito tempo para um presente e achamos que valeu a pena esperar.

Nota: 4.5 / 5.0

Matéria Original: Loudwire



4 de outubro de 2011

Rock em Geral: Senhora coragem

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Matéria publicada no site Rock em Geral sobre a apresentação do Evanescence no Rock in Rio. Confira:
Senhora coragem

Ousado, Evanescence apresenta seis músicas novas no show do Rock In Rio e público de divide entre aplausos e pedidos pela banda seguinte.

Amy Lee sofre com o calor no início do show, mas logo encontra a emoção vocal que lhe é peculiar

A entrada da vocalista Amy Lee no Palco Mundo, no Rock In Rio, no último domingo (2/10), ao som da introdução do novo single, “What You Want”, foi até discreta, se compararmos com a pompa da última vez em que o Evanescenceesteve no Rio, em 2007 (veja como foi). Explica-se que a banda, uma das que mais vende discos no mundo, estava no fim da turnê do segundo álbum, “The Open Door”, e iniciava um processo de transformações que incluiu um grande recesso e mudanças na formação. Agora, de volta com um novo disco, “Evanescence”, a ser lançado dia 11, o quinteto está com tudo para reconquistar espaço, sem pompa nem circunstância.

Ousada, Amy Lee, que sofre com o calor da primavera carioca e termina “What You Want” esbaforida, inclui sete músicas, em princípio, no repertório do show, sendo três delas executadas ao vivo pela primeira vez. Uma acabou suprimida do show, que durou pouco menos que os 60 minutos a que o grupo tinha direito. Entre as novas, “Made Of Stone” é que melhor se sai ao vivo, em que pese o fato de ter sido a quinta a ser tocada, quando som já estava bem ajustado. Amy assume os teclados que dão um clima soturno à canção, antes de ela desaguar num refrão daqueles. A banda parece bem entrosada, para quem está prestes a sair em turnê pela primeira vez. O baterista Will Hunt, rodado no Black Label Society, fornece um peso cavalar ao grupo.

“My Heart Is Broken” é outra das novas que se sai bem ao vivo, graça a um riff distorcido que conduz a canção com muito peso, realçando o contraste com a voz feminina. Ela explica, de certa forma, o sucesso de bandas de metal que vêm atuando com mulheres vocalistas desde o final da década de 90, sobretudo no prolífico mercado europeu. Durante o show, Amy conversa o tempo todo, ente uma música e outra, com gente de sua equipe, como se alguma coisa não estivesse legal. Talvez por isso, “Never Go Back”, outra das novas, tenha sido suprimida da noite. “Sick”, do refrão “sick of it all”, o melhor do novo disco, levanta o público com Amy esbanjando fôlego e modulação vocal. “The Change”, também do novo CD, traz um refrão cantarolado, interpretado com emoção por Amy Lee, que mantém o pique do show. A dobradinha acaba sendo o melhor momento do Evanescence no festival.

Mas não foi assim o tempo todo. A baladaça “My Immortal” (“tenho certeza que vocês conhecem essa”, diz Amy), o início acústico, ao piano, longo, esfria a apresentação, mas acaba fazendo a platéia gritar o nome da vocalista em coro, no final. “Your Star” é outra que arrefece a plateia, e gritos de “System! System!”, dos fãs do System Of A Down, que tocaria em seguida, começam a ser ouvidos. Isso antes do encerramento, quando o blockbuster “Bring Me To Life” levanta a massa sem distinção. Um bom recomeço para uma banda que, do despedaço, se reinventa. Ao que parece, sem medo de ousar.

Set list completo:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- My Immortal
7- My Heart Is Broken
8- Your Star
9- Sick
10- The Change
11- Call Me When You’re Sober
12- Imaginary
13- Bring Me To Life

Matéria Original: Rock em Geral


3 de outubro de 2011

Folha: Banda aproveita plateia aquecida por Pitty

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O site do Jornal Folha, faz uma pequena matéria positiva sobre a performance de Evanescence, realizada ontem no último dia do festival do Rock in Rio. Confira abaixo a matéria na integra:

Voltando ao Brasil dois anos após show em São Paulo, o Evanescence aproveitou bem a plateia aquecida por Pitty. Duas roqueiras muito branquinhas que caíram nas graças dos fãs que esperavam System of a Down e Guns N' Roses para fechar o Rock in Rio 2011.

Das 14 músicas apresentadas, seis eram do disco novo, "Evanescence", o terceiro da banda, que será lançado na próxima segunda-feira. Seria arriscado um show com quase metade dos números de canções inéditas, mas, como o Evanescence não fez nenhuma mudança radical de estilo, tudo encaixou bem.

Entre as novas, a que mais poderia causar estranheza, por sua percussão mais chacoalhada, é justamente a que abriu o show, "What You Want". Na hora, o público estava tão preocupado em acompanhar a figura pálida de Amy pelo palco que nem ligou. A segunda música foi "Going Under", do multiplatinado álbum de estreia, "Fallen", de 2003. A partir daí a combinação da voz poderosa e límpida de Amy com guitarras ultrapesadas garantiu a conectividade com a plateia.

Quando Amy sentou ao piano para cantar o megahit "My Immortal", a canção ganhou ar de clássico roqueiro. Braços erguidos, a plateia entrou em transe. Muita gente chorou.
Os músicos não são virtuosos, mas seguram bem a moldura pesada para os vocais de Amy, entre delicados e vigorosos.

No final, com outro hit mundial, "Bring Me to Life", a aprovação do público foi clara.

25 de setembro de 2011

Teen360: Internautas chamam festival de Pop in Rio

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Matéria publicada no site Teen360 sobre algumas críticas feitas por internautas ao festival Rock in Rio. Tal motivo está no fato de haver bandas que fogem do padrão "rock" e possuem padrão "pop". Dentre as bandas que mais agradam o público fã de metal, Evanescence. Confira:
Rock in Rio: Internautas chamam festival de Pop in Rio

O Rock in Rio está pronto para começar! Os portões da Cidade do Rock foram abertos às 14 horas e muitos fãs já estão no local para acompanhar as primeiras atrações do line-up. Mas parece que nem todo mundo está feliz. No Twitter, a moda é chamar o festival musical de “Pop in Rio”. Aliás, o nome chegou ao topo dos Trending Topics nacional, que é a lista dos assuntos mais comentados do microblog.

“Rock in Rio deveria se chamar Pop in Rio ou então micareta, porque com Claudia Leitte e Ivete Sangalo fica a cara do Carnaval de Salvador!” e “E o Pop in Rio começa hoje. Rock lá é o que menos tem” foram alguns dos posts dos usuários da rede social.

De fato, muitos artistas de pop vão se apresentar no evento, como Katy Perry e Rihanna, que abrem os trabalhos nesta sexta (23). Mas bandas com som pesado também agradam os metaleiros por aí. Metallica, System of a Down, Gloria, Slipknot e Evanescence são algumas dessas atrações.

Matéria Original: Teen 360 Notícias

15 de setembro de 2011

NME: "What You Want" Vídeo - Sucesso ou Erro?

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Matéria escrita por Laurie Tuffrey e publicada no site da revista britânica NME, especializada em música, sobre o retorno da banda, novo single seu vídeo clipe. Na matéria, o colunista lembra que cinco shows do Evanescence marcados para novembro no Reino Unido já estão esgotados! Confira:

Evanescence, "What You Want" Vídeo - Sucesso ou Erro?

Evanescence está de volta - Se lembra de 'Bring Me To Life'? - Com seu terceiro novo álbum auto-intitulado, previsto para lançamento em 11 de Outubro.

Eles ainda são grandiosos - eles já esgotaram cinco datas da sua turnê pelo Reino Unido, em novembro.

Dirigido por Meiert Avis, cujos créditos anteriores incluem divulgações para Bruce Springsteen e Bob Dylan, a cantora Amy Lee disse à MTV News que ele [vídeo] reflete a história da banda, 'simulando velhos shows que costumavam fazer no começo" e é também "espécie de como escapar de Nova York e... se voltar para o mundo."

continuação ...

"What You Want" é uma passagem gothic-pop bastante normal, cheio de rápidas quebradeiras de bateria, faixa difusa de riffs e um coro cativante, cantante e amigável.

É muito difícil dizer sobre o que a música fala, com muitas referências ao 'desconhecido' e à 'dor', e confusamente alternada entre sugestões de que as pessoas "façam o que quiserem, o que quiserem, se vocês tiverem um sonho para melhor" no primeiro verso e o refrão decididamente arrastante no final, onde aparentemente Lee recebe um ex-amante em frente do ventilador, só para lhes dizer "Olá, olá, apenas eu, infectando tudo o que você ama".

O vídeo é igualmente inspirador, alternando entre a banda de rock de um armazém do Brooklyn lotado de fãs e imagens CCTV com sequência deles andando em torno de Nova York. Lee corre pela Ponte do Brooklyn e vai toda Twilight em nossas bundas, saltando para o litoral, fervendo, fazendo caras e bocas enquanto, presumivelmente, à procura de um pouco de amor para infectar.

O vídeo termina com poucos pedaços CCTV da banda entrando no mar, que nos traz mais perguntas do que respostas. O que fará a banda nessa turnê? E, talvez mais urgente, têm começado a instalação de câmeras de segurança nas praias do Estado de Nova York? Honestamente, ninguém confia em ninguém em 2011.


Matéria Original: The Metal Blog/NME

13 de setembro de 2011

MTV News: Imagens sujas e cenas dramáticas

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Matéria publicado por James Montgomery no site da MTV News. Uma análise sobre o vídeo de What You Want e a história da banda. Confira:
Evanescence se pressiona para frente, olhando para trás no vídeo de 'What You Want'
Mistura de imagens sujas e desempenho com cenas dramáticas de New York ilustram a história da banda e seu futuro.

No final de julho, Evanescence - e fãs - estavam amontoados em um sufocante armazém no Brooklyn para bater o martelo do vídeo de "What You Want", o primeiro single fora de seu novo álbum muito aguardado (e, por qualquer maneira, se manter em casa em seu primeiro vídeo em quase quatro anos).

Entre as tomadas, a vocalista Amy Lee disse à MTV News que o clipe, dirigido pelo velho Meiert Avis (do U2 - "Where the Streets Have No Name"), tinha a intenção de mostrar "a história da banda." Eles queriam evocar os tempos em que Evanescence usava um "clube, arenoso e sujo" do Vino para tocar em Little Rock, bem como o hiato da banda, recentemente, se viu Lee e o baixista Tim McCord se mudarem para New York City.

Na terça-feira (13 de setembro), finalmente conseguimos ver o produto final, como "What You Want" estreou na web. E o menino, foi Amy em seu lugar , em sua análise.

"Want" é definitivamente uma coisa histórica, capturando primeiros dias do Evanescence, arrebentando nos clubes suados. Ele também lembra os dias tranquilos de vídeos de grande bilheteria de rock, cheio de fotos aéreas e panorâmicas de New York, uma cena dramática em que Lee parece saltar da ponte de Brooklyn e alguns claustrofóbico, performance catártica. Ele ainda tem um final surpreendente, em que Lee e seus companheiros de banda desapareceem o afundando no Coney Island, com a quebra do sol sobre o horizonte.

Lee disse muitas vezes que "What You Want" é uma partida definitiva para Evanescence, e que é válido para ambos a música e o vídeo. A música definitivamente rosna mais que a maioria de seu catálogo, e o vídeo parece muito com um clipe de banda de verdade, é artisticamente autobiográfica e, talvez principalmente, características de todos os Evanescence.

Assim, "Want" é notável por várias razões, pelo menos, entre eles o fato de que ele traz oficialmente ao fim o seu hiato do mundo dos vídeos musicais. É também importante perceber que, talvez pela primeira vez em sua história tumultuada, eles são unificados e pressionados em direção ao futuro. Ao olhar para trás.

Matéria Original: MTV News

9 de setembro de 2011

Moody e Hodges: os homens da vida de Lee

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S

e contássemos as músicas que Amy Lee cantou para seus ex-namorados ou sobre seus antigos relacionamentos sem sucesso, teríamos – pelo menos – um álbum especial de “Love Songs” disponível. Desde pessoas que ligam para ela apenas quando estão bêbadas* até aqueles que gritam que querem que ela morra**, Lee sempre esteve rodeado de homens em sua vida. E, obviamente, isso não se resume apenas a sua vida amorosa, mas também à sua carreira musical.
Em uma história pouco conhecida – ou seja, onde até meu cachorro consegue contar de trás para frente – Amy Lee encontrou em um acampamento seu primeiro e grande amigo, Ben Moody. Juntos eles descobriram a paixão pela música e encontraram um lugar onde toda a vontade de gritar pudesse ser liberada: uma banda. Não muito tempo depois, David Hodge, amigo de Ben, foi convidado a entrar para banda e então, juntos, criaram o Evanescence.

Muito tempo se passou desde a criação da banda – e muitos homens também, John, Rocky, Will e tantos outros que fizeram, e ainda fazem, história – mas apenas uma mulher seguiu comandando e mostrando o caminho que o Evanescence deveria seguir: Amy Lee.

A pequena e frágil garota que sofre em vocais ardentes de Hello, também é forte o bastante e mostra que pode perder o controle*** se for necessário – afinal, quem não se lembra da demissão de John por telefone em meados da turnê do The Open Door?

A força e a dominação de Lee são, obviamente, apenas uma parte de seu envolvimento artístico, pessoal e profissional com os homens que a cercam e, embora muito tempo se passe, é impossível se esquecer do trio que fundou o Evanescence, sendo sem dúvida alguma Ben e David os homens mais importantes da vida da cantora.

Ben e Amy ainda continuaram a nutrir uma relação de amor e ódio.

Ben, como todos bem sabem, não teve um desligamento muito amigável da banda – fato que ainda nutre comentários acirrados entre fãs que gostam e outros que odeiam o músico. Já com David a história é outra e, por incrível que pareça, a desistência de David veio primeiro que a de Ben. Em uma forma suave e compreensiva aos olhos Lee.

No Evanescence desde meados de 1999, David criou, produziu, compôs e gravou todo material do Evanescence até o primeiro álbum lançado por uma gravadora, o Fallen. Porém, antes de saírem em turnê pelo mundo inteiro, David desligou-se da banda afirmando que tinha outros projetos para tocar e que confiava em Ben e Amy para continuarem com a banda e o merecido sucesso. O reconhecimento não demorou a ocorrer e, em 2004, Amy e Ben subiram ao palco do Grammy para receber prêmios merecidos pela obra musical denominada Fallen. Mas em meio a uma turnê conturbada, o início do sucesso internacional da banda e ainda sem a presença de David, Ben Moody abandona seus amigos para produzir musicas com outros artistas.

Lee ficou perdida. Era a primeira vez que ela se tornara a líder única do Evanescence e toda a pressão cairia sobre ela. Era a vez dela se envolver e dar corpo ao conjunto da obra, segurar as pontas, fazer uma ótima turnê e fazer com que o trabalho de anos de sua vida desse certo. Lee provavelmente lembrou de uma passagem que a tempos dominava a sua mente: que apenas o amor pode te guiar para casa****, e então uniu forças e deixou o amor dominar seu coração, seguindo com perfeição no comando do Evanescence e nos álbuns que seguiram.

Apesar da distância, Ben e Amy ainda continuaram a nutrir uma relação de amor e ódio – muito desta invocada pelos fãs – e músicas surgiram desta relação desgastada. Por se tratar de um trio de amigos, não foi surpresa ao perceber que David e Ben prosseguiram com a amizade e trabalharam juntos na produção do primeiro álbum de Kelly Clarksson, que havia acabado de ganhar o American Idol e procurava uma orientação para o seu sucesso.

Mais tarde também não foi surpresa ao ver que David e Lee trabalharam juntos em músicas para o projeto do cantor. Lee, como era de se esperar, emprestou sua doce voz e seu talento acima do normal aos pianos para compor músicas ao lado de seu eterno amigo, ao qual até hoje tece uma lista imensa de elogios.

Convidado especial e escrito por:
Diego Piovesan | @dihego do site EvShadow
Tudo isso só nós diz uma coisa: não importa quantas vezes Amy diga que não gastará mais músicas com os homens de sua vida, pois ela estará mentindo. Estes são, com certeza absoluta, parte de seu passado, presente e futuro e fazem com que ela seja o que é, querendo ou não.

Vida longa à rainha e prosperidade aos cavaleiros que lhe cercam. E assim segue com segurança o reino do Evanescence.
* Call me When U’re Sober - Evanescence
** The Last Song I'm Wasting On You – Evanescence
*** Lose Control – Evanescence
**** What Yo Want - Evanescence

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