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Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
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20 de setembro de 2012

“Eu gostaria de fazer algo com menos guitarras”

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“Amaria tentar outras coisas”
“Eu gostaria de fazer algo que não seja impulsionado por guitarras altas, embora ame a agressividade que elas trazem. Mas amaria tentar outras coisas” — Amy Lee em entrevista ao site britânico NME.
Amy Lee: "Eu gostaria de fazer algo com menos guitarras"

Amy Lee falou sobre sua ambição de fazer música fora do Evanescence, revelando que ela gostaria de fazer algo "não conduzido por guitarras altas" e que ela está ativamente escrevendo canções folk. Os roqueiros do Arkansas lançaram seu último álbum de estúdio, "Evanescence", em outubro do ano passado. Após os shows na América do Sul em outubro e no Reino Unido em novembro, a banda pretende dar uma pausa indeterminada.

Amy Lee revelou que passou por uma fase de querer fazer música ambient, ao estilo do Portishead e Massive Attack. "Eu gosto de todos os tipos de música. O Evanescence é tudo o que eu amo, mas às vezes me sentia presa por não poder expressar algumas ideias que não cabem na banda. Eu percebo isso agora. Há muito mais coisas em mim do que cabe no Evanescence."

Ela continuou: "Eu amo folk, que é uma grande parte do meu passado. É muito mais simples e mais acústico. Também sou apaixonada por sons mais dançantes, como Massive Attack e Portishead. Eu gostaria de fazer algo que não seja impulsionado por guitarras altas, embora ame a agressividade que elas trazem. Mas amaria tentar outras coisas."

Mesmo com a possibilidade de tentar novos sons, Amy Lee descarta trabalhar em algo ligado ao dubstep, como muitas bandas vem fazendo. "Eu deveria ter feito isso quando ainda era novidade. Não quero soar repetitiva e decepcionar as pessoas com um trabalho não tão legal. Gosto de surpreender."
english version
Evanescence's Amy Lee: 'I'd like to do something not driven by loud guitars'

The singer speaks about her hopes for making music outside of Evanescence
Evanescence singer Amy Lee has spoken about her ambition to make music outside of the band, revealing that she'd like to do something "not driven by loud guitars" and that she is actively writing folk songs.

The Arkansas rockers released their self-titled third studio album in October last year and Lee told NME yesterday that they will be taking a lengthy break after their UK arena tour in November.

Then asked if she had any musical ambitions outside of the band, Lee confirmed that she did and also revealed that she went through a phase of wanting to make dance music in the vein of Portishead and Massive Attack.

She said of this: "I like all types of music. I feel like Evanescence is a great outlet for what I love, I've never felt like I had to hold myself back. I have written with other people before and come up with ideas that don't work for Evanescence, I realize that now. There's more to me than what's in Evanescence."

She continued: "I love folk, that's a big part of my background. I've written music that's a lot simpler and more acoustic and I got into a moment where I'm obsessed with dance music, things like Massive Attack and Portishead. I'd like to do something that's not driven by loud guitars, I love the aggression they bring, but I'd like to try something out."

Lee then said that she'd ruled out any dubstep experimentation as there were too many bands doing that already.

She said when asked if she'd consider experimenting with dubstep: "I should have done it when it was first around, I can't do it now! I don't like doing what people expect, I'm not a bandwagon jumper."
Before they go on a break, Evanescence will play a UK arena tour in early November, playing four shows.
Source: www.nme.com

17 de fevereiro de 2012

[Vídeo] NME: Walk Onstage With Evanescence

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Hammersmith Apollo - 4 de novembro, 2011
O site britânico NME divulgou um pequeno vídeo sobre os bastidores da turnê pelo Reino Unido do Evanescence, que ocorreu em novembro do ano passado. Com trechos do primeiro show da banda no Hammersmith Apollo, em Londres, e no O2 Academy em Glasgow, na Escócia. 

31 de janeiro de 2012

[Votação] NME: 100 Maiores Mulheres na Música

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A revista britânica NME está com uma votação em seu site para eleger as maiores artistas de todos os tempos em diversos gêneros musicais. Amy Lee está em duas das seis disponíveis: Who is the Greatest Female ROCK Artist e Who is the Greatest Female Artist of ALL TIME? - Maior artista de Rock e maior Artista de todos os tempos, respctivamente.

Quando der o seu voto, este poderá ser compartilhados em redes sociais como Twitter e Facebook.

9 de dezembro de 2011

Amy Lee na lista dos piores cantores

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O jornalista Priya Elan (revista britânica NME) divulgou recentemente uma lista com os dez piores cantores de todos os tempos. E pasmem, Amy Lee está presente na décima colocação. Confira a matéria publicada no site UOL Entretenimento:
Bob Dylan, Michael Jackson e Amy Lee entram em lista dos piores cantores de todos os tempos

Bob Dylan, Michael Jackson e Amy Lee estão entre os “10 piores cantores de todos os tempos”. Você não leu errado. Esta é opinião do jornalista Priya Elan, divulgada recentemente no blog da redação da revista musical britânica “NME”, em um post intitulado “Listomania – The 10 Worst Singers Ever”.

Praticamente intocável no panteão dos ídolos pop, o cantor e compositor Bob Dylan encabeça a lista. “Se o aspirador de pó dos Teletubbies sofresse com problemas de respiração, soaria como ele”, decreta Elan. “Claro que ele não chiou sempre assim durante suas músicas, mas a última metade de sua carreira tem visto aquela voz de sapo se sobrepor a tudo.”
O jornalista também não poupa Michael Jackson, segundo colocado na lista, que tem sua voz descrita como a de “um garotinho assustado descendo lentamente as escadas com as luzes apagadas”.

Também fazem parte da idiossincrática lista da “NME” Dexter Holland, cantor da banda Offspring (3º), a cantora Duffy (5º), Mark Knopfler (6º), vocalista do Dire Straits, o líder dos Smashing Pumpkins, Billy Corgan (7º), e a musa gótica Amy Lee, do Evanescence (10º).

Em tempo: elaborada em tom de brincadeira, a seleção do jornalista não tem obviamente nenhum caráter científico. Numa tentativa de explicar a diferença entre um bom e um mau cantor, Elan afirma: “Os melhores fazem com que você se sinta vivo enquanto a personalidade do cantor irradia a partir de cada sílaba pronuciada. Os piores? Bem, os piores fazem com que você sinta que prefere sair correndo e bater a orelha contra bueiro de rua mais próximo”.

No site, o jornalista faz a seguinte comparação:
É como se Beverly Craven [1] tivesse caído em uma loja de roupas góticas e tenha decidido juntar-se a uma banda de metal. Sua voz é tão "cara séria".

[1] Beverly Craven é uma cantora britânica de muito sucesso nos anos 90.


30 de novembro de 2011

NME: As mulheres mais quentes da música

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O site britânico NME está com uma votação para eleger a mulher mais quente do mundo da música atual. Na lista, juntamente com Amy Lee, concorrentes de peso como Ladyhawke, Beyonce, Rihanna, Hayley Williams e Lady Gaga. Seu voto pode variar entre "ducha fria", "médio" e "sexo em chamas". Clique aqui ou no banner abaixo para dar seu voto à Amy Lee:


Fonte: NME

14 de outubro de 2011

Amy Lee: Top 10 álbuns dos últimos 15 anos

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No blog do colunista Tim Chester, da revista britânica MNE, há um post com o TOP 10 dos álbuns marcantes para vários artistas dos últimos 15 anos. Dentre eles, Amy Lee. Confira:
Bandas revelam seus Top 10 álbuns dos últimos 15 anos

Amy Lee, Evanescence:

Bjork é meu ídolo. Quando eu a conheci, mal consegui falar, foi bastante constrangedor. Eu fico sempre espantada pelo resto do mundo não ter sido capaz de reconhecer o quanto surpreendente é o 'Vespertine'. Sua arte tem me inspirado muito.

2. Adele – ‘21’
3. Deftones – ‘Around The Fur’
4. Tool – ‘Aenima’
5. Nine Inch Nails – ‘The Fragile’
6. Tori Amos – ‘Boys For Pele’
7. Portishead – ‘Portishead’
8. Tron Soundtrack - ‘Daft Punk’
9. John Mayer – ‘Continuum’
10. Garbage – ‘Garbage’

Matéria Original: MNE / Blogs

30 de setembro de 2011

Amy Lee responde perguntas feitas por fãs

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Durante sua passagem pelo Reino Unido, no começo deste mês, Amy gravou um vídeo para o site NME Music respondendo perguntas feitas por fãs da banda. Confira o vídeo:

29 de setembro de 2011

NME: Evanescence faixa a faixa

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Segunda parte da entrevista feita com Amy Lee no estúdio da Gibson Guitar e disponibilisado pelo site britânico NME Music. Nesta parte da entrevista, Amy Lee tece pequenos comentários e fornece informações sobre cada canção presente no álbum Evanescence, com data prevista de lançamento para o dia 2 de outubro. Confira:
Evanescence faixa por faixa


1. What You Want

Certo, What You Want. O que eu posso dizer sobre essa? Foi uma experiência de composição legal. Tim, Terry e eu foram para a minha casa por um mês. Ficamos só passando um tempo na minha sala, eu estava no piano e eles trabalhavam nos riffs e nos versos instrumentais. Eu só comecei a tocar e meio que aconteceu tudo rápido, sabíamos que estávamos compondo algo legal e estávamos muito empolgados. Foi engraçado: estávamos em dois estúdios, um na sala e outro no sótão, então eu podia ficar trabalhando nas letras enquanto eles escreviam a música, e então nós nos visitávamos e tocávamos. Eu me lembro de ter ficado um pouco envergonhada quandro escrevi a frase... A letra e a melodia, ou só a melodia ainda, de "Do what you what you want". Eu fiquei tipo "cara, vão rir de mim, vão pensar que sou a Janet Jackson, mas que se dane, vou mostrar de qualquer jeito." E eles disseram "Não, está legal!" Fiquei muito feliz de eles terem achado isso porque é muito divertido de cantar isso.

2. Made Of Stone

Essa é uma das músicas mais velhas, é da fase mais eletrônica que passamos uns anos atrás. Eu adoro essa música. Sinto que é forte, desafiadora, malvada, e ficou ainda melhor quando a banda começou a se envolver na composição da guitarra e tudo o mais. Acho que ela saiu de um jeito grandioso quando os caras se envolveram, mas eu sempre amei essa música. Acho que ela tem uma qualidade realmente legal, sombria e sexy.

3. The Change

Essa música foi chamada de Purple por um bom tempo, então eu ainda estou me acostumando a chamá-la de The Change. Essa música veio quando eu e a banda estávamos na pré-produção. Compondo como uma banda mesmo (essa é uma história legal), nós estávamos morando em dois apartamentos em Nashville enquanto fazíamos o álbum, por seis meses, porque estávamos compondo e gravando etc. Tim e eu estávamos em um apartamento; Will, Troy e Terry estavam no outro. Nós queríamos trabalhar algumas ideias, os dois grupos separadamente, e pela manhã iríamos colocar tudo à mesa para escrever uma nova música. E eu falei "vamos usar a mesma afinação da guitarra!" Então se saíssem ideias legais, alguma coisa poderia rolar, quem sabe. Pelo menos estaríamos no mesmo tom. Tim e eu trabalhamos em algo bem legal, algo bem forte e diverso e eu vim com a melodia do refrão. No dia seguinte, os outros caras vieram com a parte das guitarras também muito fortes, e por mais estranho que pareça, a guitarra que eles fizeram e o verso que compusemos funcionaram perfeitamente juntos, as duas partes fortes e contrastantes. Mudamos um pouquinho para se encaixar, mas foi um acidente feliz!

4. My Heart Is Broken

Essa é outra dos tempos em que estávamos fazendo WYW. Na verdade, essa é a primeira música que estávamos improvisando, Tim, Terry e eu. Eu estava tocando a parte do piano na harpa e era bem mais devagar e mais fácil. E na pré-produção começou a ficar mais e mais rápida. Quando fomos gravar, eu pensei "legal" e peguei a harpa e vi "não, não é mais possível, a música já está rápida demais." Então virou uma parte de piano. Na verdade, eu acho que soa melhor com o piano. Fica mais proeminente. É um instrumento mais forte então você ouve mais. Eu amo essa música, é definitivamente uma das mais apaixonadas do álbum. Acho que será o segundo single, espero que sim.

5. The Other Side

Essa é uma que recuperamos com o tempo também. Começamos numa sessão alguns meses antes mas não foi finalizada. Então trabalhamos com a banda e realmente foi se estruturando. Essa é uma música legal que todos nós realmente gostamos. Como grupo, essa é uma de nossas favoritas no álbum e de tocar também. É uma música muito divertida de tocar. É sobre perda, mas não tanto sobre luto. É sobre se comprometer em estar junto de alguém de novo em uma nova vida.

6. Erase This

Costumava se chamar Vanilla. Também estou me acostumando com esse nome. Essa é uma das últimas mesmo que foram finalizadas. Eu estava escrevendo letras durante o processo de gravação. Eu sempre tinha tema de casa: trabalhávamos no estúdio e eu ia para casa para terminar as letras para as músicas antes de chegar lá. O que foi muito louco: eu não faço isso. Sempre tem um pouco de composição no estúdio, mas eu geralmente tenho as músicas bem elaboradas na minha cabeça vocalmente antes. Mas como escrevemos muita coisa na pré-produção, eu ainda tinha que compor as letras. Elas me consumiram bastante tempo. Havia a música e a melodia, mas tinha que passar por um momento profundo sozinha.

7. Lost In Paradise

Eu diria que essa é a música mais intimista do álbum. Ela veio daquele período difícil em 2010 quando eu estive perdida, senti que tinha perdido o foco por um momento. E é legal porque a música é quase uma desculpa aos fãs por estar longe. É como se "aqui está porque eu precisei fugir, mas eu sinto saudade disso tudo." É difícil e é doloroso às vezes, é essa coisa enorme, mas sou eu e meu coração. É também nossa relação. Eu quero isso de volta.

8. Sick

Essa foi a primeira que escrevemos quando fizemos uma sessão de improviso com a banda mesmo, cerca de um ano atrás. Eu estava muito empolgada para escrever. às vezes você está numa sala com um grupo de pessoas e tenta compor uma música com todos juntos, mas não funciona. Quanto mais cabeças estiverem pensando, às vezes mais sem união a coisa fica com direções aleatórias. Esse foi um momento muito legal porque senti descobrimos que estávamos no mesmo momento e que essa banda toda poderia escrever junta. Isso foi muito bom para mim porque, novamente, não era o que eu estava acostumada a fazer e não foi o que eu fiz durante boa parte da minha vida. Nessa banda, as coisas sempre foram bem particulares, um a um mesmo, sozinhos. Na verdade, a maioria das vezes eu estou com alguém; não escrevo as partes das guitarras. De qualquer forma, quando escrevemos Sick, foi uma experiência que não sabíamos se iria dar certo, e eu me lembro que todos ficaram muito empolgados no final porque amamos essa música. Mas para mim foi o momento em que pensei "sim, nós podemos fazer isso, vai ser divertido."

9. End Of The Dream

É sobre a vida. O fim do sonho é a morte, sabe. É sobre a jornada e é sobre, de novo o ponto recorrente, não ter medo e viver bem a sua vida porque ela não durará para sempre. Acho que é algo que aparece bastante em nossa música porque é algo que realmente sinto. É engraçado porque estou sempre dizendo isso para mim mesma. Não é como se você aprendesse alguma coisa e dissesse "oh, claro." Você precisa fazer um esforço constante para se lembrar de coisas em que acredita, sabe? Então eu acho que esse tema sobre não ter medo... A vida não dura para sempre. Isso aparece muito, e a música é sobre isso.

10. Oceans

Acho que é uma música muito legal com um gosto de novas direções, mas ao mesmo tempo ela tem todo o clima do Evanescence. Ela tem um grande teclado sintético Moog. Nós usamos cinco teclados para conseguir aquele som. Eu realmente gosto dessa música porque tem um som diferente e eu meio que me apaixonei por instrumentos antigos nos últimos anos, então foi legal poder usar essas coisas. Eu acho que é uma grande música épica. De todas as músicas, essa é uma das quatro que escolhemos tocar ao vivo. Fizemos alguns shows recentemente e acho que fomos bem. Eu gostei! É divertido tocá-la.

11. Never Go Back

Ela foi inspirada pelos terremotos e tsunamis no Japão. Enquanto estávamos escrevendo muitas músicas na pré-produção, esse fato aconteceu e eu me lembro que assistimos à TV e olhamos fotos na TV. Nós ficamos... Eu me inspirei e sentindo uma empatia, ou simpatia, e pensando "nossa, como seria passar por isso?" Estava me colocando na situação, meio que acidentalmente quando vou para casa e faço o meu tema trabalhando nas letras. Eu só estava escrevendo sem pensar no motivo e depois de um minuto eu pensei "oh, okay, estou pensando no Japão e cantando sobre o Japão. Por que não deixar essa música ser sobre essa história?" Ela é sobre perder tudo e a vida além do seu controle.

12. Swimming Home

É definitamente a imagem mais fiel daquela fase eletrônica bem diferente pela qual eu passei por um tempo. Eu amo essa música. Acho que expressa uma emoção nova para mim, para o Evanescence, porque ela é triste, é um adeus. É meio como The Other Side, a faixa 4, a partir da perspectiva da pessoa que está indo para a outra vida. Mas ela traz paz. É uma aceitação dessa coisa louca e gigantesca que me fascina, me faz pensar "vida, morte, o que vem depois? e o que tudo significa?" É uma aceitação de um sentimento de paz, como a calmaria após uma tempestade..

Matéria Original: NME Music Tradução: @i_essence

28 de setembro de 2011

NME: Amy Lee diz que se sentiu "como Janet Jackson"

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Matéria feita a partir de uma entrevista com Amy Lee, onde ela confessa que ficou um pouco 'envergonhada' com o refrão do primeiro single do álbum Evanescence, o single What You Want. Veja a matéria:
Evanescence 'envergonhado' pelo novo single - vídeo
Amy Lee diz que se sentiu "como Janet Jackson" cantando a música


Amy Lee, do Evanescence, disse que ela estava inicialmente com 'vergonha' quando ela surgiu com o refrão do novo single "What You Want".

Falando ao NME, a cantora disse que se sentia auto-consciente sobre cantar o gancho da canção para colegas de banda, o baixista Tim McCord e o guitarrista Terry Balsamo.

No vídeo, que pode ser visto acima, a cantora explica: "Eu lembro de estar um pouco envergonhada quando escrevi o versículo [a música] e até mesmo a melodia, "Do what you, what you want".

"Eu estava tipo, 'eles vão tirar sarro de mim e achar que sou Janet Jackson ou algo assim, mas, dane-se, eu vou mostrá-la assim mesmo. (Mas) eles estavam como, 'não, isso é legal, o gancho é o que é legal sobre isso!"

O terceiro álbum auto-intitulado da banda tem lançamento previsto para 10 de outubro. O LP é o primeiro da banda em cinco anos e o sucessor do esforçado "The Open Door", de 2006. Lee disse que foi "muito longo", desde seu último álbum.

Matéria Original: NME Music

24 de setembro de 2011

[Vídeo] Amy Lee em: "Mulheres na regra do Rock!"

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Vídeo da entrevista feita com Amy Lee à Gibson Guitar, no ínicio do mês de setembro, pelo site britânico NME.
Evanescence - "Mulheres na Regra do Rock!" Vídeo

Amy Lee do Evanescence divulga sua banda, próximo terceiro álbum auto-intitulado de estúdio (principalmente: por que demorou tanto tempo?), bem como sua turnê com o The Pretty Reckless e o porque da regra das gatas do rock
.

21 de setembro de 2011

NME: EV anuncia tracklist de seu novo álbum

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Matéria publicada no site da revista britânica NME Music comentando a divulgação da tracklist do novo álbum, Evanescence.
Evanescence anuncia tracklist de seu novo álbum, auto-intitulado
Amy Lee e companhia revelam os detalhes de seu terceiro álbum de estúdio

Evanescence revelou a tracklist de seu terceiro álbum de estúdio, que é auto-intitulado.

O álbum, que é o sucessor do segundo álbum "The Open Door" da banda, de 2007, será lançado oficialmente em 10 de outubro, agora com um single 'What You Want' lançado.

O LP é de 12 faixas no total, com "What You Want" agindo como o abridor e "The Other Side", que a banda também fez pré-divulgação online, faixa número cinco.

A turnê do Evanescence no Reino Unido em novembro, sua primeira em quatro anos, a banda desempenhará uma série de sete shows que começam com a primeira de duas noites no HMV Hammersmith Apollo, em Londres, em 4 de novembro e terminam em 13 de novembro, quando a banda tocará no O2 Academy de Birmingham.

O tracklisting de "Evanescence" é a seguinte:

'What You Want'
'Made Of Stone'
'The Change'
'My Heart Is Broken'
'The Other Side'
'Erase This'
'Lost In Paradise'
'Sick'
'End Of The Dream'
'Oceans'
'Never Go Back'
'Swimming Home'

Fonte: NME News

15 de setembro de 2011

NME: "What You Want" Vídeo - Sucesso ou Erro?

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Matéria escrita por Laurie Tuffrey e publicada no site da revista britânica NME, especializada em música, sobre o retorno da banda, novo single seu vídeo clipe. Na matéria, o colunista lembra que cinco shows do Evanescence marcados para novembro no Reino Unido já estão esgotados! Confira:

Evanescence, "What You Want" Vídeo - Sucesso ou Erro?

Evanescence está de volta - Se lembra de 'Bring Me To Life'? - Com seu terceiro novo álbum auto-intitulado, previsto para lançamento em 11 de Outubro.

Eles ainda são grandiosos - eles já esgotaram cinco datas da sua turnê pelo Reino Unido, em novembro.

Dirigido por Meiert Avis, cujos créditos anteriores incluem divulgações para Bruce Springsteen e Bob Dylan, a cantora Amy Lee disse à MTV News que ele [vídeo] reflete a história da banda, 'simulando velhos shows que costumavam fazer no começo" e é também "espécie de como escapar de Nova York e... se voltar para o mundo."

continuação ...

"What You Want" é uma passagem gothic-pop bastante normal, cheio de rápidas quebradeiras de bateria, faixa difusa de riffs e um coro cativante, cantante e amigável.

É muito difícil dizer sobre o que a música fala, com muitas referências ao 'desconhecido' e à 'dor', e confusamente alternada entre sugestões de que as pessoas "façam o que quiserem, o que quiserem, se vocês tiverem um sonho para melhor" no primeiro verso e o refrão decididamente arrastante no final, onde aparentemente Lee recebe um ex-amante em frente do ventilador, só para lhes dizer "Olá, olá, apenas eu, infectando tudo o que você ama".

O vídeo é igualmente inspirador, alternando entre a banda de rock de um armazém do Brooklyn lotado de fãs e imagens CCTV com sequência deles andando em torno de Nova York. Lee corre pela Ponte do Brooklyn e vai toda Twilight em nossas bundas, saltando para o litoral, fervendo, fazendo caras e bocas enquanto, presumivelmente, à procura de um pouco de amor para infectar.

O vídeo termina com poucos pedaços CCTV da banda entrando no mar, que nos traz mais perguntas do que respostas. O que fará a banda nessa turnê? E, talvez mais urgente, têm começado a instalação de câmeras de segurança nas praias do Estado de Nova York? Honestamente, ninguém confia em ninguém em 2011.


Matéria Original: The Metal Blog/NME

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