Evanescence Rock Brasil – Quebrando barreiras entre você e o Evanescence
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| “Me senti um pouco superexposta” |
Evanescence fará uma celebração de roqueira
Entrevista exclusiva com a cantora Amy Lee, que, junto de sua banda, se apresentará pela primeira vez na Costa Rica dia 30 de outubro, depois de uma década de sucesso. Sobram razões para comemorarTerça-feira, 30 de outubro, os donos de hits como Bring Me to Life e Everybody’s Fool trarão seus sucessos e muito mais ao Estádio Saprissa.
A vocalista Amy Lee falou exclusivamente com Viva, via telefone, sobre o que representa esta visita ao nosso país, sua relação com a fama e a pausa iminente.
Nesta fase de sua carreira, o que representa para o Evanescence tocar num país onde nunca tocaram antes?
Isso significa muito. Tem sido um dos objetivos que traçamos no ano passado. Passamos por todo o mundo no passado, mas ainda há muitos lugares onde os fãs pedem-nos para ir, e nós não pudemos. Então fizemos uma lista de lugares que queríamos ir e Costa Rica, definitivamente, estava nessa lista por muito tempo, e estou muito satisfeita, finalmente vai acontecer.
"Nós estamos muito felizes, pois todas as nossas experiências, até agora, com os fãs na América do Sul têm sido muito positivas. Eles são muito apaixonados."
"Eu não estou dizendo que tudo vai ser o mesmo, mas eu estou animada para saber como vai ser." Tanta paixão - que é a palavra que eu quero usar - vai ser a melhor maneira de acabar com este ciclo da turnê, que será como uma festa para nós. "Costa Rica é um lugar bonito que eu sempre quis ir e vamos conhecer o que for possível daí".
Você vai ter tempo para passear?
Nós temos um pouco. Eu acho que nós temos dois dias além do show, então vamos tentar ver o que fazer, mas queremos ver um pouco do interior, ou algo assim.
Você preparou algo especial por ser a sua primeira vez aqui?
Em termos de repertório, vamos tocar um pouco de tudo. Vamos tocar o novo álbum, mas você também pode ouvir músicas dos álbuns The Open Door e Fallen. Vamos jogar todos os hits que as pessoas desejam ouvir e muitas das nossas canções favoritas. Então, um pouco de tudo (risos). Espero que gostem.
Seu álbum de estréia (Fallen, 2003) passou a vender mais de 17 milhões de cópias ao redor do mundo. Surpresa pela recepção?
Você nunca sabe o que esperar e, sem dúvida, eu não esperava nada parecido. Eu tive um sonho e acreditei em nossa música desde o início. Amava a música que estava fazendo com o Evanescence. Então, espera-se não ser o único no mundo que você goste, mas nunca imaginei que ia ser tanta gente (risos). Tem sido uma grande benção na minha vida ter tocado tantas pessoas de uma forma tão profunda; porque eu sei que a nossa música é profunda, não cantando sobre dança e esquecer problemas, mas sim falar da arte humana. As pessoas precisam se expressar, e a música permite isso, e as pessoas também tem sido capazer de usar a nossa música para fazê-lo. É algo muito poderoso.
Essa profundidade mencionada foi o que fez com que tantas pessoas se identificassem com suas letras. Mas como conseguiu lidar com essa fama repentina tão jovem, com 20 ou 21 anos?
Foi difícil. Foi realmente muito difícil para mim em primeiro lugar. Eu me senti um pouco superexposta. Eu amava o que fazia e eu queria continuar fazendo isso, mas às vezes é difícil quando se sente que nunca se para.
"No início, as coisas estavam indo muito bem e estávamos bastante famosos, por alguns minutos, e tivemos muitos fãs que se conectaram com a gente de uma forma muito profunda". É um relacionamento muito estranho quando as pessoas sentem que você ama, não apenas que você conhece, mas ama do mesmo jeito sem nunca visto a pessoa. Portanto, quando você encontra alguém pela primeira vez e tem esses sentimentos tão fortes, é estranho.
"É algo que eu usei, e consegui criar um ambiente mais confortável com os fãs, porque eu sinto algo de bom na música que faz com que as pessoas não sintam sozinha e tenham como liberar sua dor, ou, simplesmente, falar sobre seus sentimentos e ver que alguém sentiu o mesmo."
"Eu amo os fãs, mas ser famoso é difícil, porque acontece muito rápido". Tinha apenas 21 anos de idade, e ainda estava me conhecendo, então eu achei que tinha que crescer um pouco com o público (risos). "Mas acho que me saí bem."
Para todos os seus sucessos, um dos favoritos do público é My Immortal. Quão especial é essa música para você?
Para mim, acima de tudo, é uma memória. Lembra-me da época do primeiro álbum e todas as músicas que têm tantas lembranças junto, como no The Tonight Show, quando saí pela primeira vez no país; Quando fomos para a Romênia para gravar o vídeo para Bring Me To Life, e foi uma experiência surreal, então eu tenho boas lembranças da primeira vez com a equipe do Evanescence.
"My Immortal tem esse ar nostálgico que lembra-nos de onde viemos e muitos fãs também se sentem desse jeito, porque lembra-lhes a primeira vez que nos ouviram, assim nós recordando juntos".
É verdade que farão uma pausa após a turnê?
Oh sim, definitivamente. Depois de dois anos e meio de caminhada sempre se precisa de uma pausa (risos).
Você acha que estarão ausentes por mais cinco anos?
Eu não sei. Como eu disse, eu amo os fãs e me orgulho da música que podemos fazer, mas não tenho pressa de estar no centro da ação e ver o que acontece. Eu não estou interessada nesse jogo; Quando você tem uma grande ideia, sai de uma canção com uma obra de arte e deseja compartilhá-la, você o faz. Eu não sigo um cronograma, então, não tenho ideia.
Evanescence armará una celebración roqueraEntrevista exclusiva con la cantante Amy Lee, quien, junto a su banda, se presentará por primera vez en Costa Rica el 30 de octubre, tras una década de éxitos. Sobran razones para festejar
Será la primera vez que Evanescence toque en Costa Rica, pero la banda presiente que será toda una fiesta.
El martes 30 de octubre, los dueños de éxitos como Bring Me to Life y Everybody's Fool traerán sus éxitos y más al estadio Saprissa.
La vocalista Amy Lee conversó en exclusiva con Viva, vía telefónica, sobre lo que representa esta visita a nuestro país, su relación con la fama y la pausa que se avecina.
A esta altura de su carrera, ¿qué representa para Evanescence ir a tocar a un país como Costa Rica donde no lo han hecho antes?
Significa mucho. Ha sido una de las metas que nos hemos puesto en el último año. Hemos estado por todo el mundo en el pasado, pero todavía hay muchos lugares donde los fans nos están pidiendo que vayamos y que no hemos podido. Así que hicimos una lista de lugares a los que queríamos ir, y Costa Rica, definitivamente, ha estado en esa lista por mucho tiempo y me alegra mucho que por fin vaya a pasar.
”Estamos emocionados de verdad, porque todas nuestras experiencias, hasta ahora, con los fans en Suramérica han sido muy positivas porque son muy apasionados.
”No digo que todas vayan a ser igual, pero me emociona saber cómo será. Tanta pasión –que es la palabra que quiero usar– será la mejor manera de terminar este de ciclo de la gira, que será como una celebración para nosotros. Costa Rica es un hermoso lugar al que siempre he querido ir y nos vamos a asegurar de conocer la mayor cantidad posible”.
¿Tendrán tiempo para pasear?
Tendremos un poco. Creo que tenemos dos días allá aparte del show, así que trataremos de ver qué hacer pero queremos ver un poco del campo o algo así por el estilo.
¿Tienen preparado algo especial por ser la primera vez tocando acá?
En cuanto al repertorio, vamos a tocar un poco de todo. Vamos a tocar del nuevo álbum, pero también podrán escuchar canciones de los discos The Open Door y Fallen. Tocaremos todos los grandes éxitos que la gente tanto quiere escuchar y muchas de nuestras canciones favoritas. Así que un poco de todo (ríe). Espero que les guste.
Su álbum debut (Fallen, 2003) llegó a vender más de 17 millones de copias en todo el mundo. ¿Les sorprendió esa recepción?
Nunca se sabe qué esperar y, sin duda, yo no esperaba nada de eso. Yo tenía un sueño, y creía en nuestra música desde el principio. Amaba la música que estaba haciendo con Evanescence, así que esperaba no ser la única en el mundo a la que le fuera a gustar, pero nunca imaginé que iba a ser tanta gente (ríe). Ha sido una gran bendición en mi vida el haber tocado tanta gente de una forma tan profunda; porque sé que nuestra música es profunda, no se trata de cantar sobre bailar y olvidar los problemas, si no de hablar del arte humano. La gente necesita expresarse, y la música es cómo yo me expreso y la gente también ha podido usar nuestra música para hacerlo. Es algo muy poderoso.
Esa profundidad que menciona hizo que tanta gente se identificara con sus letras, ¿cómo logró manejar esa repentina fama a tan temprana edad, con 20 ó 21 años?
Sí, fue difícil. En realidad fue bastante difícil para mí al principio. Me sentí un poco sobreexpuesta. Amo lo que hago y quería seguir haciendo esto y actuar en vivo, pero es duro algunas veces cuando uno siente que nunca se detiene.
”Al principio, las cosas estaban pasando en grande y fuimos bastante famosos, por unos minutos, y teníamos muchos fans que se conectaban con nosotros de una forma muy profunda. Es una relación muy extraña cuando la gente siente que te ama, no solo que te conocen, sino que te aman aunque nunca los hayas conocido antes. Así que cuando uno conoce a alguien por primera vez, y tiene estos sentimientos tan fuertes, es extraño.
”Es algo a lo que me he acostumbrado, y he logrado crear una relación más cómoda con los fans, porque siento algo bueno en la música que hace que la gente no se sienta que está sola y que tienen cómo liberar su dolor o, simplemente, poder hablar de sus sentimientos y ver que alguien más sintió lo mismo.
”Amo a los fans, pero ser famoso es algo difícil porque sucede muy rápido. Apenas tenía 21 años y estaba aún conociéndome, así que creo que me tocó crecer un poco frente al público (ríe). Pero creo que salí bien”.
De todos sus éxitos, uno de los favoritos del público es My Immortal, ¿cuán especial es para usted?
Para mí, más que todo, es un recuerdo. Me recuerda de esa época del primer álbum y todas esas canciones que tienen tantos recuerdos unidos, como haber estado en The Tonight Show por primera vez o cuando salí por primera vez del país; cuando fuimos a Rumanía a grabar el video para Bring Me to Life y fue una experiencia irreal, así que tengo gratos recuerdos de la primera vez con el equipo de Evanescence.
”My Immortal tiene ese aire nostálgico que nos recuerda de dónde vinimos y muchos fans también se sienten así, porque les recuerda la primera vez que nos oyeron, así que estamos recordando juntos”.
¿Es cierto que van a tomarse una pausa después de este tour?
Oh, sí. Definitivamente. Después de dos años y medio de andar de gira, siempre necesito un descanso (ríe).
¿Cree que se volverán a ausentar por otros cinco años?
No lo sé. Como dije, amo los fans, y lo que hago y estoy orgullosa de la música que hacemos, pero no me apura estar en el centro de la acción y ver qué sigue. Ese juego no me interesa; cuando tenga una gran idea y salga una canción o una obra de arte que quiera compartirla con todos, lo haré. No me gusta ponerme un horario, así que, no tengo idea.
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| “Não tenho planos, não estou dizendo que iremos gravar outro disco do Evanescence” |
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| TOP 10 MTV: Amy Lee — “Garotas do Rock” |
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| “Fãs se tornaram parte da minha vida” |
Musa dark do Evanescence, Amy Lee diz que já planeja filhos
Amy Lynn Hartzler, a cantora e pianista Amy Lee, tornou-se muito cedo um ícone do rock gótico, com seus cabelos muito negros, a maquiagem carregada, as canções melodramáticas, o olhar sombrio. De uns tempos para cá, foi mudando um pouco essa imagem, pintando uns óleos coloridaços, tirando férias para namorar, diversificando o guarda-roupas.
A banda de Amy, o Evanescence, formada em 1995, é vencedora de dois prêmios Grammy e tem 25 milhões de CDs vendidos na carreira - o último foi "Evanescence", de 2011.
No ano passado, ela tocou no Rock in Rio com sua banda Evanescence. Agora, ela volta com um astral ainda mais celebratório. Quer ter filhos também. "Quero constituir uma grande família, é um dos meus sonhos. Mas não é para agora, ainda não estou pronta", diz.
Você é muito caçada pelos fãs, que acampam meses antes na porta dos estádios para ver seus shows, querem te tocar, puxam cabelo. Como aguenta isso?
Amy Lee - Desde o começo de minha carreira, os fãs se tornaram parte da minha vida. Eles me ajudam com minhas escolhas. Nesses anos todos, conheci tanta gente, tive tantas experiências boas. Grande parte da minha inspiração vem daí, então porque eu deveria reclamar?
E há um feedback? Quero dizer: eles se reconhecem no seu trabalho?
Amy Lee - Muito. Nesse último disco, particularmente, eu senti que era como se entendesse o jeito como meus fãs amam música. Eles não rejeitam a experimentação, sempre apoiam, são abertos. O que eu faço é arte, e ninguém faz arte para não dividir a apreciação disso com alguém. As pessoas se importam, e é por isso que sou sempre receptiva.
Os Rolling Stones estão comemorando 50 anos de rock. Você agora vai fazer 31 anos, está casada, já tem uma longa carreira musical. Imagina-se também ficando velhinha na cena do rock?
Amy Lee - O que tenho a dizer é que não consigo imaginar a vida sem a música. Espero que sim, que fique até o fim no palco. Até 15 anos atrás, eu não tinha a menor ideia de que estaria aqui hoje. ê assim que vivo: sempre buscando inspiração para a próxima música, para o próximo show. Só sei que amo a música, não me imagino aposentada.
Há alguns anos, você teve de demitir seu guitarrista e seu baterista, e eles responderam duramente. Como analisa aquele episódio hoje?
Amy Lee - Foi duro. Não é que eu me arrependa do que fiz, mas acho que já fui um pouco mais dura no passado. Não foi inútil, aprendi com isso. Estou sempre aprendendo, quero fazer as coisas melhor, quero ser justa. Isso é um processo, acho que estou mais madura agora. O importante é que eu gosto do que faço, e quero ser sempre abençoada de poder fazer isso por meio da arte. Sou grata por tudo.
Já estão trabalhando num novo disco?
Amy Lee - Não, nem pensar. Estou em casa pela primeira vez em meses, após a turnê do disco do ano passado. Tenho umas ideias, mas estou apenas pesquisando.
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| Amy's interview on MTV Brazil (07.10.12) |
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| Brasil: “os fãs mais calorosos do mundo” |
Voltando ao Brasil após tocar no festival Rock in Rio, em 2011, a banda norte-americana Evanescence apresenta para os fãs brasileiros a turnê do último álbum de estúdio --o homônimo 'Evanescence'. Além de tocar no dia 7 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo, a banda passa pelo Rio de Janeiro (6/10), Recife (11/10) e Fortaleza (13/10). O grupo, que já vendeu cerca de 25 milhões de discos e ganhou dois prêmios Grammy, tem como característica principal a mistura de música clássica, hard rock, e os vocais angelicais de Amy Lee."Nossas principais características são as composições épicas, algumas partes mais obscuras, e também as influências da música clássica e do hard rock, além, é claro, das letras que complementam bem tudo isso", descreve a vocalista à Folha. Leia abaixo a íntegra da entrevista com Amy Lee.Folha - Olá, Amy Lee, como você está?
Amy Lee - Muito bem, obrigada. É uma honra poder conversar com você, ainda mais do Brasil, que amo muito e onde tenho os fãs mais calorosos do mundo.Como você se sente voltando ao Brasil em tão pouco tempo?
Muito honrada. Nossos melhores fãs vêm do Brasil e também são mais "quentes" e amáveis do que os de qualquer outro país que já visitei. Além disso, uma das línguas que mais quero aprender a falar é o português. Fico muito ansiosa toda vez que temos uma turnê na América do Sul, principalmente no Brasil.E como foi tocar no festival Rock in Rio em 2011?
Foi excelente, mas essa foi a nossa primeira apresentação no país depois de um bom tempo, então resolvemos celebrar esse fato com os fãs tocando músicas de toda nossa carreira. Além disso, foi uma honra tocar com tantas bandas excelentes e a produção foi maravilhosa.Como você vê a sonoridade do Evanescence se comparada com outras bandas com mulheres no vocal?
Essa é uma pergunta bem difícil. Realmente existem muitas excelentes bandas com mulheres no vocal em todo o mundo e prefiro não comentar somente uma. Agora, falando exclusivamente sobre o Evanescence, nossas principais características são as composições épicas, algumas partes mais obscuras, e também com influências da música clássica e do hard rock, além, é claro, das letras que complementam bem a nossa música.No Brasil, por exemplo, no começo de carreira do Evanescence vocês eram bastante comparados com o Nightwish. Você conhece e gosta da banda?
Eu escutei boatos sobre isso na época, mas nada muito além. Eles vêm para o Brasil neste ano?Sim, o Nightwish vem em dezembro para o Brasil.
Bem legal saber disso! Eu escutei a banda poucas vezes e não tenho tanta familiaridade com o som do Nightwish, mas eles são muito bons no que fazem.Mudando um pouco de assunto, como é o processo de composição após a saída do guitarrista Ben Moody?
O processo de composição tem ido muito bem até agora, digamos assim. Evoluímos bastante como músicos. Além disso, estamos com menos pressão no estúdio e na hora de gravar, principalmente. Nos sentimos mais livres na hora de compor. Desde o disco 'The Open Door', de 2006, temos feito tudo da nossa maneira e muitas coisas positivas têm aparecido desde então.Você não pensou em colocar mais peso na banda depois de anos de carreira?
Eu acho que a banda mudou bastante durante esses anos, mas não exatamente nesse sentido. Acredito que quando começamos um processo de composição, temos que seguir nossos instintos. Colocar mais peso nos discos sempre é muito bom, é claro, porém não como foco principal. Temos que ser o mais honesta possível com os fãs porque eles sempre percebem isso.Em recentes entrevistas, você disse que o último álbum da banda, 'Evanescence', tem influências de Björk, Depeche Mode, Massive Attack, MGMT e Portishead. Como essas bandas mudam ou interferem na hora de compor as suas músicas?
Amo a Björk, ela é uma das minhas principais heroínas. Adoro os grupos Depeche Mode, Massive Attack, entre outras bandas, mas também escuto vários outros grupos gêneros diferentes como a música eletrônica. É claro que elas influenciam o Evanescence, mas na hora de compor eu não penso exatamente nelas. Sou muito fã de Michael Jackson, por exemplo, porém não necessariamente preciso soar como ele nos discos da banda.Como você divide sua carreira musical e a vida pessoal?
Essa é difícil, primeiro me diga como você faz que eu te falo a minha maneira de dividir (risos). Na verdade, é bem complicado porque tem muita gente envolvida. Alguns músicos podem achar que é somente um trabalho, mas não é um trabalho normal porque tem muito sentimento envolvido, fãs que se espelham em mim. Ao mesmo tempo, tenho minha família e meu jeito de viver. Às vezes é duro ficar muito tempo fora de casa, mas faz parte e agradeço todos os dias pela vida que tenho na estrada e com meus fãs.Por último, pode deixar um recado para seus fãs em todo o Brasil?
Eu agradeço o apoio incondicional dos meus fãs brasileiros por todos estes anos. Vejo vocês em breve nos shows do Evanescence!EVANESCENCE
QUANDO domingo (7), às 21h
ONDE Espaço das Américas (SP)
QUANTO de R$ 90 (pista) a R$ 340,00 (pista premium)
CLASSIFICAÇÃO 14 anos
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| “Amaria tentar outras coisas” |
Amy Lee: "Eu gostaria de fazer algo com menos guitarras"
Amy Lee falou sobre sua ambição de fazer música fora do Evanescence, revelando que ela gostaria de fazer algo "não conduzido por guitarras altas" e que ela está ativamente escrevendo canções folk. Os roqueiros do Arkansas lançaram seu último álbum de estúdio, "Evanescence", em outubro do ano passado. Após os shows na América do Sul em outubro e no Reino Unido em novembro, a banda pretende dar uma pausa indeterminada.
Amy Lee revelou que passou por uma fase de querer fazer música ambient, ao estilo do Portishead e Massive Attack. "Eu gosto de todos os tipos de música. O Evanescence é tudo o que eu amo, mas às vezes me sentia presa por não poder expressar algumas ideias que não cabem na banda. Eu percebo isso agora. Há muito mais coisas em mim do que cabe no Evanescence."
Ela continuou: "Eu amo folk, que é uma grande parte do meu passado. É muito mais simples e mais acústico. Também sou apaixonada por sons mais dançantes, como Massive Attack e Portishead. Eu gostaria de fazer algo que não seja impulsionado por guitarras altas, embora ame a agressividade que elas trazem. Mas amaria tentar outras coisas."
Mesmo com a possibilidade de tentar novos sons, Amy Lee descarta trabalhar em algo ligado ao dubstep, como muitas bandas vem fazendo. "Eu deveria ter feito isso quando ainda era novidade. Não quero soar repetitiva e decepcionar as pessoas com um trabalho não tão legal. Gosto de surpreender."
Evanescence's Amy Lee: 'I'd like to do something not driven by loud guitars'
The singer speaks about her hopes for making music outside of EvanescenceEvanescence singer Amy Lee has spoken about her ambition to make music outside of the band, revealing that she'd like to do something "not driven by loud guitars" and that she is actively writing folk songs.
The Arkansas rockers released their self-titled third studio album in October last year and Lee told NME yesterday that they will be taking a lengthy break after their UK arena tour in November.
Then asked if she had any musical ambitions outside of the band, Lee confirmed that she did and also revealed that she went through a phase of wanting to make dance music in the vein of Portishead and Massive Attack.
She said of this: "I like all types of music. I feel like Evanescence is a great outlet for what I love, I've never felt like I had to hold myself back. I have written with other people before and come up with ideas that don't work for Evanescence, I realize that now. There's more to me than what's in Evanescence."
She continued: "I love folk, that's a big part of my background. I've written music that's a lot simpler and more acoustic and I got into a moment where I'm obsessed with dance music, things like Massive Attack and Portishead. I'd like to do something that's not driven by loud guitars, I love the aggression they bring, but I'd like to try something out."
Lee then said that she'd ruled out any dubstep experimentation as there were too many bands doing that already.
She said when asked if she'd consider experimenting with dubstep: "I should have done it when it was first around, I can't do it now! I don't like doing what people expect, I'm not a bandwagon jumper."
Before they go on a break, Evanescence will play a UK arena tour in early November, playing four shows.
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| Vagalume: Evanescence fará pausa após turnê |
Evanescence fará pausa após turnê"Não tenho certeza do que fazer depois da turnê", diz Amy Lee
A vocalista do Evanescence, Amy Lee, revelou que a banda planeja uma pausa após terminarem sua turnê em novembro,
A banda lançou seu último álbum, "Evanescence", em outubro do ano passado, depois de cinco anos sem lançamentos. Segundo Amy Lee, a banda pode repetir o hiato.
"Sempre estou tocando piano e harpa, porque gosto, mas tenho feito isso sem um propósito. Não tenho escrito músicas", disse Amy. "Acho que faremos uma pausa primeiro. Não tenho certeza do que fazer depois. Após uma longa turnê, é preciso colocar a cabeça no lugar e acho que quando terminarmos, vamos parar um pouco".
A cantora também falou do intervalo de cinco anos entre álbuns: "Parar por muito tempo parece uma coisa ruim, mas não acho que seja. As pessoas tem essa ideia de que você tem que lançar música enquanto ainda lembram de você".
"Eu prefiro fazer algo fantástico e fazer as pessoas se lembrarem. Espero que não leve cinco anos, mas não quero estabelecer um prazo também", finalizou a voz de "My Immortal".
O Evanescence estará no Brasil em outubro, com shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Recife e Fortaleza.
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| “Ainda não sei o que o futuro nos reserva” |
Quase chegando
Atração mais aguardada do Ceará Music, o grupo Evanescence conversou com o Zoeira, na última terça, antes de dar início à nova turnê sul-americanaA popularidade do grupo liderado por Amy Lee segue em alta após o lançamento do terceiro álbum, "Evanescence" (2011). Prova disso é que, em menos de um ano, o quinteto está de volta agora como headliner do festival cearense, no dia 13 de outubro, cumprindo ainda uma vasta agenda de shows pela América do Sul.Troy McLawhorn (primeiro músico à esquerda) voltou em 2011 à formação do grupo Evanescence, depois de três anos Foto: DivulgaçãoEm entrevista exclusiva, o guitarrista Troy McLawhorn falou com entusiasmo, por telefone, do retorno ao Brasil. "A última turnê foi ótima, os fãs foram muito calorosos. Será a nossa segunda passagem pela América do Sul antes de terminamos essa turnê e estamos bastante empolgados por isso", destacou.Sobre a inédita apresentação em Fortaleza, o músico prometeu um repertório democrático e recheado de surpresas. "What you want", "Never go back", "Lost in Paradise" e "Made of Stone" são algumas das canções que vão figurar no set list. "Terá músicas de todos os álbuns. Tocaremos os hits favoritos dos fãs e muita coisa também do terceiro disco. Nós vamos incluir ainda canções que o Evanescence usualmente não costuma tocar. Inclusive, estamos trabalhando em uma faixa que acredito nunca ter sido antes tocada ao vivo", comentou, fazendo mistério.Ritmo intensoEm agosto, o Evanescence excursionou, pelos Estados Unidos, com o "Carnival of Madness Tour", evento de nome sugestivo e formato diferenciado, que teve no line-up bandas alternativas e góticas. Na terceira edição, a tour teve participação ainda de Chevelle, Halestorm, Cavo e New Medicine. Com quase 25 shows em um mês, a convivência foi pra lá de intensa! "Nos divertimos bastante. Tinha mais quatro bandas com a gente, passamos muito tempo juntos. E, sim, acho que fiquei um pouco louco (risos)", brincou.Apesar do ritmo puxado da turnê, baseada no terceiro disco, Troy contou que as apresentações têm sido estimulantes e garantiu que o Evanescence chegará cheio de energia ao Brasil. "No momento, estamos de ´férias´, estou em casa. Como estamos em turnê há mais de um ano, nós precisamos tirar um tempo para ir para casa algumas vezes, paradas essas que geralmente duram algumas semanas, antes de emendar uma nova série de shows. Por exemplo, depois do ´Carnival´, que terminou em 3 de setembro, estamos descansando para, a partir do dia 30, já estarmos preparados a turnê sul-americana", explicou o guitarrista.Conhecido por lançar álbuns com um largo intervalo de tempo (antes do último, de 2011, tiveram "Fallen"-2003 e "The Open Door"-2006), o quinteto não faz planos de quando sairá o próximo registro de estúdio, mas vontade é que não falta, se depender de Troy. "Eu ainda não sei o que o futuro nos reserva, a não ser que Amy já saiba... Mas acredito que teremos de terminar essa turnê antes. Tem muita coisa acontecendo e é complicado compor quando se está na estrada. São muitas viagens, entrevistas, ensaios. Acaba que não sobra tempo. Nós ainda não temos material, mas eu adoraria já começar a trabalhar imediatamente em um novo álbum", afirmou.Indagado se a banda consegue conhecer os lugares que visita, Troy comentou que nem sempre é possível. "Depende do tempo que nós temos na cidade, do dia que chegamos, do espaço entre os shows. Às vezes, só temos a noite, então saímos para um bar ou algo do tipo. Quando se está na estrada, não dá muito para passear. São negócios. Não é como estar de férias. É um trabalho. Sem falar, que ficamos ainda muito tempo na ponte aérea, em aeroportos".Mais informações: Ceará MusicO festival acontece nos dias 12 e 13 de outubro, no Marina Park Hotel. Vendas de ingressos nas lojas Renner Iguatemi e North Shopping ou nos sites Ingressando e Bilheteria Virtual. Confira a programação completa de atrações no www.cearamusic.com.br(85) 3230.1917
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| “I need to hide behind it” — Amy Lee |
[1] assustador, medonhoAmy Lee fala sobre inspiração para composição, roupas de palco + uso do cabelo como um suporteQuando questionada sobre a larga composição baseada em relacionamentos, Lee respondeu prontamente:"Bem, quem não? Eu sinto que, para mim, a composição realmente vem de encontro com o que está acontecendo no meu coração, é isso que me consome; acho grande parte do nosso coração são os relacionamentos. Não apenas com o namorado ou namorada, mas todos os relacionamentos que existem em sua vida — com outras pessoas e nossas interações com outros seres humanos"."Eu sinto que isso é o grande tema de nossa música, apesar de trabalhá-la constantemente e aperfeitçoá-la. Isso se relaciona com o quanto todos nós realmente somos parecidos".Sobre estar em turnê e a unificação de pessoas através da música:"Percorremos o mundo em turnê; tocamos em um monte de lugares. Podemos ver pessoas de todas as esferas da vida e de diversas partes do mundo unidas sobre um pedaço de música — é realmente muito legal. Unificadas, essas pessoas derramam seus corações. Acho que é uma coisa muito especial".Inspiração para o novo álbum e o que este difere dos anteriores:"A influência do novo CD foi a formação da banda, uma total colaboração. Neste disco, todos trouxeram coisas à mesa e tivemos diferentes tipos de sessões de composição. Acho que um dos sistemas mais importantes que tivemos neste disco foi o quão unidos ficamos; como um grupo, tocando como uma banda ao vivo, o que realmente somos"Quando chegaram algumas perguntas enviadas por fãs, a primeira a sair foi: Você pode colocar seu cabelo em tranças? Lee humorada respondeu:"Eu posso. Tenho certeza de que há fotos disso. Quando era mais nova, costumava fazer isso para ter um pouco mais de conteúdo funky [1] no palco. No começo, meu cabelo era uma espécie de suporte; precisava me esconder atrás dele e jogá-lo ao redor — era o meu efeito câmera lenta".Sobre as roupas que utiliza em suas apresentações:"Eu desenho um monte de coisas que uso no palco, mas sempre estou à procura de coisas únicas. Gosto de itens criativos, ou seja, qualquer coisa que eu possa encontrar em uma loja de artigos de segunda mão até uma loja Helmut Lang loja, não importa — apenas que seja um material original".Amy Lee fala sobre inspiração para composição, roupas de palco + uso do cabelo como um suporte
AMY LEE OF EVANESCENCE TALKS LYRICAL INSPIRATION, STAGE CLOTHES + USING HER HAIR AS A PROP
When asked about writing largely about relationships through her lyrics, Lee promptly replied, “Well who doesn’t?” She continued, “I feel like for me the lyric writing really comes from just what’s going on in my heart and that’s what consumes me think a lot of our heart is relationships. Not just with boyfriend or girlfriend but all your relationships in your life with other people and our interactions with other humans.”
She continued to talk about the lyrics, saying, “I feel like a big theme in our music at the bottom of things, and I’m constantly working through, and getting to, is about how we’re all actually a lot alike.” Lee gets to see this night after night on tour, explaining, “We go and tour the world and play all these places and we can see people from all walks of life and all over the world come together and be unified about a piece of music, it’s just really cool. Its people just sort of pouring their hearts out together, I think that’s a really special thing.”
On what drove the sound on the band’s latest self-titled disc, Lee largely credits the band. “The influence of the new cd was the band’s line up, it was a full collaboration,” Lee shared. “On this record everyone brought stuff to the table and I think we had a lot of different types of writing sessions and I think one of the most important systems that we had that was different about this record was all of us getting together as a group and jamming like a live band, which is what we are, what this lineup started as so for us to come together and apply that to new music and creativity and a new album really just, I don’t know it snowballed into something cool.”
When it came to some fan submitted questions, the first one on tap was: Can you put your hair in pigtails? Lee humored the question, answering, “I can, I’m sure there’s pictures of it. I use to do a lot more funky stuff on stage when I was a little younger. I’ve gotten to where my hair is like my onstage prop, I need to hide behind it and throw it around – it’s my slo-mo effect.”
Another point of interest among fans is where Lee finds the funky clothes she sports onstage. “I design a lot of things that I wear onstage but I’m always looking for unique stuff,” said Lee. “I like creative things so anything I can find at a secondhand costume shop to a Helmut Lang store, it doesn’t matter – just unique stuff.”
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| “Son muy apasionados” — Amy Lee |
Em 2007, a banda Evanescence se apresentou na Pista Atlética del Estadio Nacional para uma barulhenta e jovem audiência que se rendeu aos pés da pálida e bela Amy Lee. Dizem que, na época, a cantora estava doente e que isso afetou sua performance vocal. Entretanto, a líder do grupo parece não lembrar desse tipo de detalhe.Por telefone dos EUA, a vocalista do Evanescence conversou com o Terra.cl sobre o que guardou em sua memória desde a primeira visita. "O que me recordo do Chile é que os fãs eram extremamente, de forma esmagadora, apaixonados. Lá vivemos uma grande e louca experiência com eles [os fãs] e estamos muito felizes por estar de volta", diz Lee, com vista ao show que a banda dará em Santiago dia 23 de outubro, no Movistar Arena.O espetáculo chega ao Chile no meio da turnê que promove o terceiro álbum auto-intitulado dos americanos, que contém os singles "What You Want", "My Heart Is Broken" e "Lost In Paradise". "O show será incrível e mais poderoso do que o último. Temos crescido muito", promete a artista sobre o evento que, de acordo com o setlist das últimas apresentações ao vivo, inclui sucessos como "Bring Me To Life", "My Immortal", "Going Under" e "Call Me When You're Sober".Vários destes hits já atingiram quase dez anos, considerando-se que o álbum de estréia da banda, "Fallen", foi lançado em 2003 — porém, "fazer as coisas com calma" é uma sagrada política para Amy Lee. “Não se deve fazer algo porque está na hora ou porque as pessoas estão te pressionando. Estou muito orgulhosa do meu trabalho e não queria lançar um álbum que não fosse tão bom quanto os outros”, diz a artista que descarta ser uma trabalhadora “obsessiva”, e sim “naturalista”. “Creio que grandes coisas acontecem quando se há tempo. Prefiro ter poucas músicas, mas que sejam de qualidade, do que um monte de lixo”, diz sem rodeios.A formação atual da banda definida como "rock gótico" "dark metal" ou "rock alternativo" (eles preferem simplesmente "rock") é composta por Terry Balsamo, Will Hunt, Tim McCord, Troy McLawhorn e Amy Lee. "Nós somos amigos, temos uma relação muito divertida e rimos bastante. Nos sentimos muito bem por estar em turnê", diz Amy Lee sobe seus companheiros de banda que, ao longo dos anos, foram vários. A saída de Ben Moody, em 2003, que fundou o grupo juntamente com Lee em meados dos anos 90, liderou uma das primeiras crises da banda que, mais tarde, viu a partida de outros membros como David Hodges, Rocky Gray, John LeCompt e Will Boyd. Diferenças criativas, maus relacionamentos e falta de interesse se destacam como razões que, certamente, não são apontadas como desencadeamento de uma carreira solo. Amy manteve-se firme no comando do projeto Evanescence."Estar em uma banda por muitos anos não é fácil, é um trabalho muito duro. Se alguém que está com você não quer avançar como uma equipe e não está comprometido, não irá funcionar" — mentalidade que a cantora aplica para se manter uma banda ativa. "A chave para manter qualquer coisa viva é ter o coração sobre isso. Se é apaixonado por algo, o sacrifício envolvido é válido. Neste trabalho, temos de estar dispostos a sacrificar metade dos anos de sua vida e compartilhar com sua família", disse Lee que, precisamente, cresceu em um lar onde a música teve um papel fundamental.Seu pai incutiu a seus irmãos e a ela o amor pela arte — o que hoje mostra seus frutos. Uma de suas irmãs, chamada Lori, também dedica seu tempo a cantar, como Amy mostrou em um vídeo postado no Twitter — uma voz muito semelhante à da irmã rock star. "Minhas irmãs possuem vozes lindas, mas não temos planos de tocarmos juntas profissionalmente. Eu acho que isso não está em nossos planos futuros", disse ele.
Evanescence recuerda a Chile: “Son muy apasionados”En el 2007, la banda Evanescence se presentó en la Pista Atlética del Estadio Nacional ante una ruidosa y joven audiencia que se rindió a los pies de la pálida y bella, Amy Lee. Se dijo que, por esos días, la cantante estaba enferma y que eso afectó su desempeño vocal, pero la líder del grupo parece no recordar ese tipo de detalles.
Al teléfono desde EE.UU., la vocalista de Evanescence conversó con Terra.cl sobre lo que guardó en su memoria de aquella primera visita. “Lo que recuerdo de Chile es que los fans eran extremadamente, sobrecogedoramente, apasionados. Allá vivimos una gran y loca experiencia con ellos y estamos muy felices de volver”, dice Lee con vistas al concierto que la banda dará en Santiago el próximo 23 de octubre en el Movistar Arena.
El espectáculo llega a Chile en medio de la gira de promoción del tercer álbum homónimo de los estadounidenses que cuenta con los singles “What You Want”, “My Heart Is Broken” y “Lost In Paradise”. “El show será asombroso y más poderoso que el anterior. Hemos crecido mucho”, promete la artista acerca del evento que, según el setlist interpretado en sus últimas presentaciones en vivo, incluye grandes éxitos como “Bring me to life”, “My inmortal”, “Going under” y “Call Me when you’re sober”.
Varios de estos hits ya tienen casi diez años de antigüedad, considerando que el primer álbum de la banda “Fallen” fue publicado en el año 2003, pero “tomarse las cosas con calma” es una política sagrada para Amy Lee. “No debes sacar algo porque ya es tiempo y el resto te está presionando. Estoy muy orgullosa de mi trabajo y no quería sacar un álbum que no fuera tan bueno como los otros”, declara la artista que descarta ser una trabajadora “obsesiva”, sino que más bien “naturalista”. “Creo que las cosas grandes pasan cuando uno les da el tiempo. Prefiero tener poca música, que sea de calidad, a un montón de cosas que son basura”, dice sin tapujos.
La formación actual de la banda definida como “gothic rock” “dark metal” o “rock alternativo” (ellos prefieren simplemente “rock”) está compuesta por Terry Balsamo,Will Hunt, Tim McCord, Troy McLawhorn y Amy Lee. “Somos amigos, tenemos una relación muy divertida y nos reímos mucho. Lo hemos pasado muy bien en este tour”, cuenta Amy Lee sobe sus compañeros de banda que, a lo largo de los años, han sido varios. La salida de Ben Moody en el 2003, quien fundó el grupo junto con Lee a mediados de los 90, provocó una de las primeras crisis de la banda que más adelante enfrentó a partida de otros miembros como David Hodges, Rocky Gray, John LeCompt y Will Boyd. Diferencias creativas, malas relaciones y falta de interés se han indicado como razones que, ciertamente, no han logrado desencadenar una carrera solista de Amy que se ha mantenido firme al mando del proyecto Evanescence.
“Estar en una banda por muchos años no es fácil, es mucho trabajo. Si alguien que está contigo no quiere avanzar como equipo y no está comprometido, no puede funcionar”, es la mentalidad que aplica la cantante a la hora de mantener una banda activa. “La clave para mantener cualquier cosa viva es tener el corazón en ello. Si eres apasionado por algo, eso vale el sacrificio que implica. En este trabajo hay que estar dispuesto a sacrificar medio año de tu vida y compartir con tu familia”, ejemplifica Lee quien, justamente, creció en un hogar donde la música cumplía un rol fundamental.
Su padre le inculcó a ella y sus hermanos el amor por el arte y eso es algo que hoy en día muestra sus frutos. Una de sus hermanas, llamada Lori, también dedica parte de su tiempo a cantar, según mostró la propia Amy en un video que publicó en Twitter donde muestra una voz bastante similar a la de su pariente estrella de rock. “Mis hermanas tienen hermosas voces, pero no tenemos planes de tocar juntas profesionalmente. No creo que esté en sus planes además”, aclaró.
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| “Something that took a lot of blood, sweat and tears” |
Evanescence explodiu no cenário musical com seu grande álbum de estréia em 2003, "Fallen". Os poderosos vocais de Amy Lee o direcionaram ao estrelato internacional com mais de 17 milhões de cópias vendidas.Mesmo depois de significativas alterações em sua formação, a banda continuou a prosperar, com o sucessor, "The Open Door" de 2006, ficando no topo das paradas de vários países ao redor do mundo — incluindo os Estados Unidos — onde, novamente, conseguiu vender aos milhões.Mas quando o ciclo de turnê do "The Open Door" terminou, em 2007, o Evanescence saiu dos holofotes, não lançando nenhuma música nova — até que o grupo lançar um disco auto-intitulado no outono passado.Lee disse que a razão para o hiato da banda foi simples: "Eu queria ser normal. Amo o que faço, mas senti uma séria necessidade de simplesmente conhecer a Amy novamente — antes de sair, estar no palco e trabalhar a todo o tempo", disse ela durante uma recente teleconferência. "Muitas coisas acontecem nos bastidores. Há muito trabalho envolvido que os fãs não vêem. E eu me casei, precisei de um tempo de pausa antes de começar a escrever para este álbum"."Eu levei algum (tempo) para me achar... e isso me fez ficar inspirada a fazer outro álbum do Evanescence... O que nós terminamos envolveu muito sangue, suor e lágrimas — entretanto, foi algo que nós investimos muito e estamos completamente orgulhosos".Com o sucesso [do álbum] anterior do grupo, Lee não sentiu a pressão de fazer mais um sucesso de mercado. Em vez disso, ela tomou seu tempo para criar algo que ela sentisse que estaria ombro a ombro com os outros álbuns de sucesso da banda."Um disco do Evanescence é uma grande produção e eu sempre gastei muito tempo e dinheiro que no que pensei ser necessário para torná-los grandiosos e perfeitos, para serem, no meu coração, a melhor coisa que já tínhamos feito", ela disse. "É uma espécie de definição de alto padrão. Às vezes, pode ser enlouquecedor para mim e para as pessoas ao meu redor."Mas sempre quero estar crescendo e mostrando sinais de mudança. Eu acho que isso leva um certo tempo... Não há regras. Todo mundo trabalha a seu próprio ritmo, da sua própria maneira... por isso, continuarei a levar todo o tempo que for preciso para fazer algo que eu ache que seja novo, especial e que valha a pena ouvir".(...)
"Estamos na Carnival (of Madness) e, depois, acho que teremos três semanas de folga, ou algo assim, o que é legal. Logo em seguida, temos uma grande turnê sul-americana", disse Lee sobre os planos de seu grupo. "E isso será mais uma daquelas coisas sobre irmos a um monte de lugares onde nunca estivemos e sentimos falta [por não ter ido]. Estamos tentando ir à Colômbia e alguns outros lugares legais. Também tocaremos por quatro datas no Reino Unido, e acredito que seja somente isso para nós este ano."Temos feito disso uma meta: ir a lugares que nunca fomos antes. Estamos em turnê há uma década... e nós estivemos por diversos lugares, mas há sempre aqueles poucos que não davam certo, como Marrocos... e ainda não fomos à Polônia... e a todos esses países aleatórios onde nunca tínhamos ido."Tem sido muito gratificante ir a novos lugares e ter essa sensação de 'primeira vez'. Quando você está tocando pela primeira vez na frente de um grupo de fãs, isso é incrivelmente revigorante. Mas estamos fazendo isso há um tempo. É muito legal voltar e, não só ver novos fãs, mas também os que ainda estão lá, à sua espera".
Evanescence exploded on the music scene with its 2003 major-label debut, "Fallen," riding Amy Lee's powerful vocals to international stardom with more than 17 million copies sold.
Even after some significant lineup changes, the band continued to prosper, as its 2006 follow-up, "The Open Door," topped the album charts in countries around the world -- including the United States -- and again sold in the millions.
But when the touring cycle for "The Open Door" ended in 2007, Evanescence dropped out of the spotlight, not putting out any new music until the group released a self-titled record last fall.
Lee said the reason for the band's hiatus was simple: "I wanted to be normal.
"I love what I do, but I felt like in a way I seriously needed to get to just know Amy again before going out and putting myself out there, and being on stage, and working all the time," she said during a recent teleconference. "There is a lot that goes on behind the scenes. There is a lot of work involved that fans don't see. And I did get married and take some real time off before we started the writing for this record.
"I did spend some (time) finding myself ... and it made me get inspired to make another Evanescence album. ... What we ended up with was something that took a lot of blood, sweat and tears, but something that we were so invested in and completely proud of."
With the group's previous success, Lee felt no pressure to rush another Evanescence record into the marketplace. Instead, she took her time to create something that she felt stood shoulder-to-shoulder with the band's hit albums.
"An Evanescence record's a big production and I've always taken all the time and money that I thought that it needed to be great; to be perfect; to be, in my heart, the best thing we've ever done," she said. "It's sort of a high standard to set and sometimes it can be maddening for me and the people around me.
"But I always want to be growing and showing signs of change and I think it takes time. ... There are no rules. Everybody works at their own pace in their own way, ... so I'm going to continue to take all the time it takes to make something that I think is new, and special, and worth hearing."
Evanescence has been back on the road promoting the new record and is a headliner on the Carnival of Madness tour with Chevelle, Halestorm, Cavo and New Medicine. The tour will stop at the Mohegan Sun Arena on Thursday, Aug. 30.
"We have Carnival (of Madness) and then I think we have three weeks off or something, which is cool, and then we have a big South American tour," Lee said of her group's plans. "And that will be another one of those things where we are going to a lot of those place we haven't been to and we keep missing. We are trying to go to Colombia and some other cool places. And then we play like four dates in the (United Kingdom) and I think that will be it for this year for us.
"We've been making it a point to get to places that we've never been to before. We've been touring for a decade now ... and we've been all over the place, but there are always those few places that didn't work out, like Morocco and ... we still haven't been to Poland ... and all of these random places that we just hadn't been to.
"It's been really fulfilling to go to places and have that first-time feeling. When you are playing for the first time in front of a group of fans, it is incredibly invigorating.
"But we've been doing this for a while (and) it's really cool to come back and not only see new fans, but also the ones that are still there and that have been waiting."
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| “But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base” — Amy Lee |
Amy Lee e o resto do Evanescence permitiram-se a um leve suspiro de alívio desde que o grupo lançou seu álbum auto-intitulado há 10 meses.Reconhecendo que ela "não sabia como as pessoas iriam reagir, ou se ainda haveria uma audiência [para o Evanescence]", Lee estava enganada, porém prazerosa pelo "Evanescence", o primeiro álbum da banda em cinco anos, que estreou na posição número 1 da Billboard 200. [Amy] também recebeu um par de prêmios no Loudwire Music Awards, pelo 'Retorno do Ano' e 'Canção de Rock do Ano' ("What You Want") e foi nomeada como 'Melhor Vocalista' no Golden Gods Awards, da revista Revolver no início deste ano — também nº 1 no Hottest Chick in Hard Rock.E este sucesso, de Lee e companhia, os trouxeram como líderes da atual turnê Carnival of Madness — como uma marca de vitória — embora Lee não acredite que seja a única estrela do show."Eu tenho que ser honesta, eu me tornei uma grande fã do Halestorm" — e, especialmente, uma fã desse grupo de Lzzy Hale, notifica Lee. "É muito raro ter o prazer de estar em turnê com outra mulher. Mas a cima de tudo, ela é extremamente divertida e super pé-no-chão. Sendo assim, essa realmente tem sido a minha parte favorita até agora — e os shows foram ótimos".Carnival of Madness pega o Evanescence na sua campanha [de divulgação] do "Evanescence", o qual estreou no Top 10 de vários países. "Nós apenas demos uma pausa na turnê", diz Lee, 30 anos, que co-fundou o Evanescence em 1995 e continuou depois uma divisão acirrada com seu parceiro de composições, Ben Moody, em 2003."Nós estivemos por todo o mundo. Fomos a um monte de países que nunca tínhamos ido antes e atingimos um grande número de lugares que estavam em nossa lista de desejos — Líbano, Marrocos, Trinidad, Porto Rico, Coréia. Nós realmente fizemos muitas coisas interessantes nesta turnê e tivemos boas aventuras.Isso, acrescenta Lee, tem feito do "Evanesence" uma "coisa muito positiva em minha vida". Especialmente a sua longa gestação; incluindo abandonar um bocado de material que ela inicialmente havia escrito antes da troca de produtores — de Steve Lillywhite para Nick Raskulinecz — ao longo do caminho. "Foi um longo caminho até chegar aqui", Lee reconhece. "De certo modo, sempre foi. Nunca fiz um disco sem uma luta — e sempre valeu a pena".Ela, no entanto, reconhece que a definição de sucesso mudou desde o lançamento do último álbum do Evanescence. Embora "Evanescence" tenha feito um grande impacto, está sendo menor do que o número de vendas dos discos anteriores da banda — mais de 17 milhões em todo o mundo com "Fallen", de 2003, e mais de 6 milhões com "The Open Door", de 2006. Ambos os álbuns foram multiplatinados nos Estados Unidos, enquanto as vendas do "Evanescence" estão com, aproximadamente, 421 mil [cópias vendidas] no mercado interno. Mas Lee diz que esses números não mais refletem a verdadeira medida de sucesso."Eu acho que o número de seguidores que você tem no Facebook é mais verdadeiro do que ler quantos álbuns você vendeu — o que é meio hilário", diz ela. "Você não precisa comprar tanta música como antes, portanto, como artista, só temos de manter nossas mentes abertas. Não há como voltar atrás. É mais sobre a criatividade"."Mas nós somos muito sortudos por ter uma grande base de fãs tão apaixonada. Então, sinto que se fizermos qualquer coisa, nossos fãs irão ouvir... de uma forma ou de outra".Evanescence planeja dar aos seus fãs mais um pouco do "Evanescence". Ambas as canções "The Other Side" e "Lost in Paradise" estão sendo promovidas como singles do álbum, com um vídeo previsto para o último no "próximo intervalo de tempo livre". A banda está voltando para uma corrida no exterior, no Reino Unido, após o término da Carnival of Madness no início de setembro, com planos para terminar a turnê a tempo para os feriados [de fim de ano]. E nesse momento, diz Lee, ela começará a pensar em novas músicas — embora, acrescenta, "a minha primeira meta será um bom tempo com a família"."Eu só entro nesse modo [criativo] quando estou em casa e, finalmente, separada do caos da vida pública", diz Lee, que se casou em 2007. "Mas tem sido bom. Foi muito sobre sair, ver coisas novas e ser capaz de ter alguma nova inspiração. Sendo assim, a escrita virá, mas não estou preocupada com isso".
Amy Lee and the rest of Evanescence have allowed themselves a slight sigh of relief since the group released its self-titled third album 10 months ago.
Acknowledging that she “didn’t know how people were going to react, or if there was still an audience there at all,” Lee is nothing but pleased that “Evanescence,” the band’s first new album in five years, debuted at No. 1 on the Billboard 200. It also received a pair of Loudwire Music Awards, for Comeback of the Year and Rock Song of the Year (“What You Want”), and Lee was named Best Vocalist at Revolver magazine’s Golden Gods Awards earlier this year — as well as the No. 1 Hottest Chick in Hard Rock.
And that success has Lee and company treating its current headlining spot on the Carnival of Madness tour as a something of a victory lap — although in Lee’s mind she’s not the only star of the show.
“I have to be honest, I’ve become a huge Halestorm fan” — and especially a fan of that group’s Lizzy Hale, Lee notes. “It’s always a rare treat to be on tour with another female in the first place, but on top of that, she’s extremely fun to watch and super down-to-earth. So that’s been really my favorite part of it so far, and the shows have been great.”
Carnival of Madness catches Evanescence well into the “Evanescence” campaign, which has turned into a global concern thanks to the album’s Top 10 debut in many other countries. “We’ve just been touring our asses off,” says the classically trained Lee, 30, who co-founded Evanescence in 1995 and continued it after an acrimonious 2003 split with songwriting partner Ben Moody.
“We’ve been around the world now, gone to a bunch of places that we’d never been to before and hit a lot of places on our wish list — Lebanon, Morocco, Trinidad, Puerto Rico, Korea. We really have done a lot of interesting things on this tour and had quite an adventure.”
That, Lee adds, has made “Evanesence” “a really positive thing in my life,” especially since its long gestation included abandoning a batch of material she initially wrote for it and switching producers, from Steve Lillywhite to Nick Raskulinecz, along the way. “It was a long road getting there,” Lee acknowledges. “To some degree it always is. I’ve never made a record without a fight — and it’s always worth it.”
She does, however, acknowledge that the definition of success has changed since Evanescence last released an album. While “Evanescence” has certainly made an impact, it’s doing so without the kind of sales the group previously enjoyed — more than 17 million worldwide for 2003’s “Fallen” and more than 6 million for “The Open Door” in 2006. Both of those albums were multiplatinum in the United States, while “Evanescence” sales are at about 421,000 domestically. But Lee says those figures don’t feel like the true measure of success anymore.
“I almost think how many followers you have on Facebook is a more true read than how many records you’ve sold — which is kind of hilarious,” she says. “You don’t have to buy music as much anymore, so as an artist we just have to keep our minds open. There’s no set way to do things anymore. It’s more about creativity.
“But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base. So I feel if we make something, our fans are going to hear it ... one way or the other.”
Evanescence plans to give those fans more to hear from “Evanescence.” Both “The Other Side” and “Lost in Paradise” are being promoted as singles from the album, with a video planned for the latter “in the next break of time off we have.” The band is headed back overseas for a U.K. run after Carnival of Madness ends in early September, with plans to finish touring in time for the holidays.
And at that point, Lee says, she’ll start thinking about more new music — though, she adds, “my first order of business is going to be to soak up some good family time.”
“I only get into that (creative) mode when I’m home and finally separated from the chaos of public life,” says Lee who married in 2007. “But this has been good. There has been a lot of going out there and seeing new things and being able to have some new inspiration. So the writing will come. I’m not worried about that.”
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