Trabalhar. Eles precisam trabalhar! Will Hunt (Baterista) e Troy McLaworn (Guitarrista) estão com emprego temporário em outras bandas de rock. Conforme Amy, Tim e Terry tiram suas fogosas férias, sem previsão de fim, os outros rapazes do grupo resolveram não ficar parados.
WILL EM NOVO PLANO
Logo após o término da turnê do ano passado, o baterista da banda resolveu focar seu trabalho em outro grupo, chamado Device. Nova banda do gênero hard rock que está para lançar logo no dia 9 de Abril deste ano, o seu primeiro álbum auto-intitulado 'Device'. Um trabalho que segundo o vocalista da banda, David Draiman, disse para a mídia que terá musicas não metal, porém, terá uma onda eletrônica mais sombria, intensas e melódicas. - Será que vem coisa boa vindo aí, pessoal?
Guitarrista Geno Lenardo,o vocalista
David Draiman e o baterista Will Hunt
Isso sem contar que esse álbum contém participação de outros artistas do meio musical, como o vocalista Serj Tankian (System of a down), a Lizzy Hale (Halestormo), o guitarrista Tom Morello (Rage against the machine) e Geezer Butler, baixista do black sabbath. Demais, não?
Parece que os caras fizeram questão de que o baterista do Evanescence, participasse da turnê com eles. De uma olhada em que o David Draiman disse em uma matéria publicada no site brasileiro conceituado no mundo do rock Whiplass:
"Will é um monstro atrás de seu kit e ele definitivamente estava na curta, curta lista de caras que nós gostaríamos de ter."
Ficou interessado(a)? O grupo acabou de liberar a primeira faixa do álbum, chamada de 'You Think You Know', que você acompanha logo no vídeo abaixo. São no total de 10 músicas que compõe 'Device'. Veja as faixas: 01. You Think You Know | 02. Penance | 03. Vilify | 04. Close My Eyes Forever (cover de Ozzy Osbourne & Lita Ford) (com Lizzy Hale) | 05. Out Of Line (com Serj Tankian, Geezer Butler) | 06. Hunted |07. Opnion (com Tom Morello) | 08. War Of Lies | 09. Haze (com M. Shadows) | 10. Through It All (com Glenn Hughes).
O guitarrista da banda Evanescence parece que teve alguns meses difíceis. Chegou a declarar em seu Facebook que era ex-membro da banda de Amy Lee e que estaria procurando um novo canto para trabalhar. Pois bem, ele conseguiu. Viva!
Segundo o site de músicas: Loudwire, diz que seu novo trabalhado agora é a banda de heavy metal, chamada: Sevendust. No entanto, é temporário. Na verdade o guitarrista ofical do grupo, Clint Lowery, digamos que resolveu retirar sua licença paternidade por algum tempo indeterminado. Ele será pai pela segunda vez e por isso, queria curtir mais esse momento fraternal. Com um turnê logo para começar neste ano, o seu lugar foi oferecido ao Troy, que não pensou nem duas em aceitar.
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Será que pela frente teremos Tim McCord e Terry Balsamo seguindo esse caminho de seus outros colegas? Evanescence está de férias desde Dezembro do ano passado. Geralmente, as bandas têm costume de tirar um ano e meio de férias, até querer retomar novamente ao estúdio. Porém, quando se trata de Evanescence, podemos esperar até por 5 anos. Finalizando, bom serviço ao novo trabalho dos garotos.
Após uma turnê de um ano e meio, casamento e pressões, o isolamento se tornou algo fundamental. Mais do que isso: a busca pela própria identidade; Amy Lee por Amy Lee.
"Eu queria ficar um tempo afastada, estar com meu marido, ser normal. Não estar turnê, encontrar-me novamente, um tempo para mim, não a menina do Evanescence, muita pressão para ser essa pessoa o tempo todo. Esta é a primeira vez que fiz uma pausa na minha vida adulta, foi muito bom para mim. Passei alguns anos trabalhando em casa, morando em Nova York, fui a concertos, saí com amigos, coisas assim. Eu precisava disso" —Amy Lee (Amor Chilango, Janeiro 2012)
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Lembro-me de querer apenas uma grande pausa. Eu me senti como sendo outra pessoa nesse momento. Quem sabe abrir um restaurante e fazer algo artístico, porém, não música" —Amy Lee (The National, Junho 2012)
Com muitos pedidos dos fãs para banda, a cantora do Evanescence resolveu retornar ao seu trabalho. E com letras criadas ao decorrer dos anos de sua pausa, eis que começa a surgir o mais novo trabalho do grupo, mas sem base de ritmo ou criação para completá-las. Amy Lee em dúvida, queria um guia para concluir o seu novo trabalho que certamente, se identificava como Evanescence.
INÍCIO I: STEVE LILLYWHITE
Steve Lillywhite
"Steve Lillywhite ligou aleatoriamente pra minha gravadora e disse, “Hey... O que a Amy Lee e o Evanescence estão fazendo? Eu gostaria de trabalhar com ela.” Eu achei isso muito interessante. Eu sinceramente não teria pensado nele se ele não tivesse ligado. Então nós fomos almoçar e eu mostrei algumas músicas a ele. Ele realmente as amou e quis fazer isso!" —Amy Lee (SPIN.com, Março 2010)
Seu processo de escrita iniciado em Junho de 2009, advento de uma necessidade natural de Amy Lee fazer o que lhe agrada: música.
"Eu amo música, quando vi estava compondo de novo e sem a banda. Conforme escrevia, me apaixonei de novo pelo Evanescence e quis fazer um disco que fosse “Evanescence agora”, com tudo que a gente mais gosta do grupo" —Amy Lee (RollingStone Brasil, Setembro 2011)
Com o direcionamento e a certeza de um retorno, no dia 22 de fevereiro de 2010, Evanescence entra em estúdio na companhia do produtor Steve Lillywhite. Segundo Amy, novo trabalho uniria suas maiores influências: rock e música eletrônica; influências de Depeche Mode, Massive Attack, MGMT, Björk e Portishead. Will "Science" Hunt foi trazido para ajudar na escrita, mas acabou por não entrar na banda. David Campbell, que anteriormente trabalhou com a banda no álbum The Open Door, foi trazido de volta para lidar com os arranjos.
Banda Evanescence nos estúdios do produtor Steve Lillywhite
"As composições e sons são inspiradas por muitas das nossas paixões mútuas – Bjork, Nine Inch Nails, e músicas com muita programação e sons que parecem maiores que a vida (...) Nossa ideia é pegar sons sintéticos e atmosféricos e achar uma maneira de usá-los em uma linha entre orgânico e sintético" —Amy Lee (SPIN.com, Março 2010)
"Ao ouvir a nossa música velha, vejo que é onde eu estava na minha vida naquele momento. Esta tem sido uma longa viagem e partes foram difíceis. Mas é sobre “não levar tudo tão a sério” desta vez" — Amy Lee (SPIN.com, Março 2010)
RUPTURA COM STEVE LILLYWHITE: "Não era o encaixe certo com o produtor"
Programado para ser lançado entre agosto/setembro de 2010, Amy anuncia seu cancelamento e o retorno da banda para o processo de ajuste das composições. Desta vez, sem o produtor Steve Lillywhite, "não era o encaixe certo com o produtor". Em 21 de Junho de 2010, Lee anunciou no EvThreads que o Evanescence, temporariamente, deixaria o estúdio para trabalhar ainda mais no álbum e que era preciso "levar nossas cabeças para um espaço de direito criativo". Amy também indicou que a gravadora Wind-up Records estava passando por "tempos incertos", o que atrasaria ainda mais o lançamento do álbum. O Presidente da Wind-up Records, Ed Vetri, apoiou a decisão de Lee para começar a gravar tudo de novo: "é uma coisa que fazemos na Wind-up Records, somos pacientes. Se demorar um ano ou quatro, tomaremos o tempo necessário para gravar o material certo. " Tendo visitado o estúdio várias vezes para ver o progresso do álbum, Ed afirmou que "seus fãs de verdade ficarão realmente felizes".
"Naturalmente eu escrevi algumas músicas que realmente amo, mas algumas delas eram mais para o Evanescence, outras não. Eu acho que se elas terão de ser para o Evanescence, precisam ser de rock. Então, eu não podia fazer tudo sozinha, tinha que ter a banda, por isso, ela veio mais e mais a foco. Entretanto, quando entramos no estúdio pela primeira vez, elas não estavam finalizadas. Na verdade, não tinha o que se fazer com a gravadora. Não era o encaixe certo com o produtor. Foi muito agradável, mas realmente não era o encaixe certo e mais importante que isso: eu realmente percebi que entramos (no estudio) muito cedo, não tínhamos terminado as composições. Não começamos do zero. Ainda temos algumas músicas daquele tempo de gravação. Apenas permanecemos trabalhando nisso e deixamos a banda mais em foco" —Amy Lee (Metal Radio, Setembro 2011)
"Não estava como devia ser. Steve não era a pessoa certa. Nós estávamos experimentando, tentando novas coisas, vendo o que se encaixaria. Eu escrevi muito sem a banda e quando nós tentamos juntar os dois mundos, simplesmente não funcionou" — Amy Lee (SPIN.com, Março 2010)
INÍCIO II: NICK RASKULINECZ
Nick Raskulinecz
"É difícil, por vezes, fazer essa escolha ousada e embaraçosa, 'Não estamos prontos. Todo mundo calará a boca e voltará para casa'. Eu sei que isso é caro, mas precisávamos trabalhar um pouco mais e conseguir o envolvimento da equipe" — Amy Lee (WGRD, Agosto 2012)
No dia 11 de abril de 2011, Evanescence (já com formação completa e integrada), retornou ao estúdio ao lado do produtor Nick Raskuline (Foo Fighters, Alice in Chains, Rush, U2). Banda unida, participativa e colaborativa.
"Nick é um fã de rock verdadeiro apaixonado e produtor de rock. Ele realmente empurrou a banda para a frente. Era só nós e os nossos instrumentos (...) Começamos o som muito bem, e isso nos deu a confiança para fazer o álbum" — Amy Lee (Press of Atlantic City, Outubro 2011)
Cantora Amy Lee no estúdio do produtor Nick Rasklinecz
"Percebi só agora que estava fazendo como um disco solo, e se era para ser uma gravação do Evanescence, precisávamos nos unir e torná-lo uma banda. Foi um momento difícil para mim. Eu pensei que eu sabia o que eu queria não aconteceu exatamente como eu queria que acontecesse... Mas eu tenho que dizer que eu me sinto muito segura com estamos fazendo agora" — Amy Lee
EVANESCENCE: SIGNIFICADO & PAIXÃO
O processo de composição, colaborativo e integrado entre todos os membros, foi uma das razões para que o registro fosse auto-intitulado. Porém, a percepção de que ela amava o Evanescence, de maneira "real e plena", foi a principal razão; seus fãs também foram essenciais.
"Muito da minha inspiração dessa vez foi me apaixonar de novo pelo Evanescence; e uma parte disso é pensar no fato de que os fãs ainda estarão lá, ouvindo. Saber que isso ainda é importante para as outras pessoas da mesma maneira que é para nós (...) Há um sentimento positivo de nos reunirmos com cada um [da banda] e com nossos fãs. Eu sinto que isso se reflete completamente no álbum" — Amy Lee (Rock Sounds, Novembro 2011)
ARTE DO ÁLBUM: "É realmente sobre o Evanescence, e não apenas eu"
"Bem, em ambos os nossos álbuns anteriores eu estou na capa, e eu acho que é legal ter essa foto. Você sabe, que as pessoas possam olhar e dizer, 'OK, é isso [uma banda] que está lá'. Mas eu sinto que, agora, eles sabem quem somos, e eu queria algo realmente diferente (...) Eu não sinto como se tivéssemos que colocar uma foto na capa, eu queria que fosse mais misterioso e mais sobre o Evanescence em si, não somente eu (...) Achei a ideia de não ter nenhuma foto do lado de fora muito legal. E todas as imagens e a obra de arte é uma brincadeira com o significado da palavra 'Evanescence', que significa 'dissipar como vapor'. Então, eu decidi ir com luz e vapor... É realmente sobre o Evanescence, não apenas eu" — Amy Lee (MTV News, Setembro 2011)
Pequenas imagens do encarte do álbum Evanescence em sua versão Deluxe.
SONORIDADE & INSPIRAÇÕES: NOVOS HORIZONTES
Enquanto com produção de Steve Lillywhite, Amy descreveu o álbum como um "arco-íris de sons", com canções pesadas ou apenas vocais, além das influências eletrônicas, programação e sintetizadores. Já ao lado de Nick Raskulincecz, no ano seguinte, disse: "eu fico inspirada pela natureza.
"Acho que esse álbum está realmente capacitado. Ele está cheio de momentos que falam sobre estar perdido ou até mesmo impossibilitado. Mas, ao mesmo tempo, depois de tudo isso, o verdadeiro espírito que eu espero que todos possam ouvir é que eu acredito que há um resultado melhor e eu estou sempre buscando as respostas" — Amy Lee (Pop Crush, Novembro 2011)
O oceano tem sido um grande tema". Ela acrescentou que a banda usou um monte de novos instrumentos, como harpa, sintetizadores e teclados vintage, como o Moog Taurus Pedal. Em uma entrevista à revista Kerrang!, afirmou que foi inspirada pela experiência de vida: "A música é sobre mim e meus relacionamentos. A música e a letra tem sido mais agressivas do que nunca antes".
"Espero que sempre, com cada álbum, as pessoas estejam ouvindo um quadro mais claro do meu coração. Eu sempre faço, estou sempre tentando torná-los mais, e maior, de mim mesma, coisas que eu não disse antes. Apenas um espectro maior de idéias, emoções e sons", explicou ela. "Acho que esse álbum está realmente capacitado. Ele está cheio de momentos que falam sobre estar perdido ou até mesmo impossibilitado. Mas, ao mesmo tempo, depois de tudo isso, o verdadeiro espírito que eu espero que todos possam ouvir é que eu acredito que há um resultado melhor e eu estou sempre buscando as respostas".
"Fizemos um grande esforço para que todas as coisas se encaixassem na maneira correta. Eu demorei mais de um ano após o falso início da banda para retornar ao estúdio, porém, isso eventualmente aconteceu" — Amy Lee (Rock Sounds, Novembro 2011)
O álbum estreou no número um na parada Billboard 200 com 127.000 cópias em vendas. Ele também estreou no número um em quatro outras paradas da Billboard diferentes incluindo os álbuns de Rock, álbuns digitais, Alternative Albums e nas paradas de álbuns de Hard Rock.
O álbum também foi bem sucedida em todo o mundo aparecendo nas paradas de mais de vinte países. O Evanescence estreou com algumas músicas online em vários sites e aparecendo em vários shows na televisão. Em 2011, embarcaram em sua terceira turnê mundial do álbum junto com The Pretty Reckless e Just For Midland.
O primeiro single do álbum, "What You Want", foi lançado em 9 de agosto de 2011. "My Heart Is Broken", o segundo single do álbum, foi enviado à rádio Hot/Mod/AC em 31 de outubro de 2011 e à rádio pop em 1 de novembro de 2011. O terceiro single, "Lost in Paradise", foi lançado em 25 de Maio de 2012.
Lee disse á Billboard e à Rolling Stone que o novo álbum foi influenciado por Björk, Depeche Mode, Massive Attack, MGMT e Portishead. Ela acrescentou: "eu me lembro quando ouvi pela primeira vez MGMT, seu primeiro álbum – eu adorei, adorei. E eu realmente comecei a ficar inspirada durante esse tempo com sintetizadores e outras coisas. Eu sempre amei Portishead, Massive Attack, essas coisas de electro. Mas eu acho que quando eu finalmente encontrei que o doce caminho era combinar as duas coisas, combinando Evanescence com alguns elementos novos."
Músicas e letras
LANÇAMENTO E PROMOÇÃO
Diversas canções do álbum foram disponibilizadas on-line incluindo "The Other Side", que estreou em 21 de setembro no Hot Topic,"My Heart Is Broken" em 27 de setembro, e "End of the Dream" em 4 de outubro de 2011. Todas as canções foram disponibilizadas no Spin em 7 de outubro. Um remix Renholdër "Made of Stone" aparece na trilha sonora e nos créditos finais do filme Underworld: Awakening, e um remix de Photek de "A New Way to Bleed" foi incluído na trilha sonora de The Avengers.
Em 8 de agosto, Evanescence apareceu na MTV para estrear seu primeiro single "What You Want" com uma performance ao vivo e mais tarde uma entrevista. O evento inteiro foi chamado "MTV First: Evanescence". Lee foi para Toronto Liberty Studios em 22 de agosto, para visualizar cinco músicas masterizadas do novo álbum para um público selecionado de trinta pessoas. Foram tocadas "What You Want", "The Change", "The Other Side", "My Heart is Broken" e "Lost in Paradise".
O Evanescence também foi uma das atrações do festival Rock in Rio, no dia 2 de outubro de 2011. Tocou "What You Want", "Made of Stone", "The Change", "The Other Side", "My Heart Is Broken", "Sick" e várias canções de seus dois álbuns anteriores. Antes do lançamento do álbum nos Estados Unidos, Amy Lee apareceu na Billboard em 11 de outubro de 2011, para promover o Evanescence. Em 15 de outubro de 2011, Evanescence apareceu no Jimmy Kimmel Live! com as canções, "What You Want" e "Going Under". Em 12 de Dezembro de 2011, a banda apareceu no Nobel Peace Prize Concert onde tocaram "Lost in Paradise" e "Bring Me to Life" (2003). Em 1 de fevereiro de 2012, a banda tocou "My Heart Is Broken" durante o The Tonight Show com Jay Leno. Em 3 de fevereiro de 2012, eles tocaram "Made of Stone" e "The Other Side", em Conan.
O álbum recebeu críticas positivas dos críticos musicais. Metacritic atribuíu uma pontuação média de 63 para o álbum baseado em 8 avaliações, o que indica "geralmente opiniões favoráveis". Antes de seu lançamento, o álbum foi colocado em várias listas, incluindo "26 álbuns mais importantes" do Spin, e a Rolling Stone "Fall Music Preview: álbuns mais quentes da temporada". Rick Florino do Artistdirect escreveu que o álbum foi "o melhor álbum até à data e um novo clássico" e acrescentou, "Evanescence representa o rock moderno no seu melhor, e este álbum é mais uma prova. Eles gerenciam a experiência durante a sua estada. Isso não é um feito fácil, e alguns atos conseguem fazer isso." Em outra review, ele chamou o álbum "mind-blowing", dizendo que o alcance vocal de Lee "continua a ser impressionante como ela carrega melodias imortais para os céus e a além."
Stephen Thomas Erlewine do Allmusic elogiou a produção do Raskulinecz e acrescentou que a banda soava "menos torturada, mas continua a ser bastante dramática." Ele elogiou ainda mais o vocal de Lee e o "quinhão de ganchos de cruzamento."
Sessão de fotos realizados em 2011
Nick Catucci da Rolling Stone disse que o álbum é composto principalmente de "uma xaroposa mistura de piano, guitarra e cordas" que, segundo ele, não eram tão "atrevidos" como a banda do outro material. Theon Weber de Spin deu uma revisão mista do álbum, dizendo que a banda estava impedindo Lee de fazer boa música. Edna Gundersen do USA Today criticou produção do Raskulinecz e o som eletrônico do álbum, afirmando que "temperada, Lamúria emocional dela [Lee] aprimora a magia medieval hipnótica do Evanescence. PopMatters Dane Prokofiev deu uma revisão mista sobre a decisão de fazer um álbum auto-intitulado, dizendo que era um passo para uma banda recém-criada. No entanto, ele elogiou o "aumento perceptível na proeminência do coro cantando,." Steven Hyden do The A.V. Club deu uma revisão negativa para a gravação do álbum: "histericamente narcisista, Evanescence é brega. Só música triste e desanimada — e ainda irremediavelmente estúpidos."
Desempenho nas paradas
"O que posso dizer, estamos emocionados! Nós fizemos um álbum que estamos realmente orgulhosos agora vamos vê-lo decolar. Nós não estávamos esperando isso e nós somos muito gratos aos nossos fãs." — Amy Lee sobre o sucesso comercial do álbum.
Em 12 de outubro, foi anunciado que o álbum tinha liderado Billboard 200 em 16 de outubro de 2011, vendendo mais de 110.000 cópias nos Estados Unidos. Em 19 de outubro de 2011, o álbum liderou a Billboard 200 vendendo mais de 127.000 cópias de acordo com a Nielsen SoundScan e tornou-se o segundo álbum do Evanescence com melhor estréia no chart. No entanto, a primeira semana de vendas foi menor do que o último álbum The Open Door, que vendeu mais de 447.000 cópias em sua primeira semana.
Ele também conseguiu top álbuns digitais, Top Rock Albums, Alternative Albums e o Hard Rock Albums chart no mesmo país. Declinou ao número 4 na semana seguinte, vendendo mais de 40.000 cópias. Até Dezembro de 2011, Evanescence vendeu 284.000 cópias nos EUA. Se tornou o álbum mais vendido nº 141 de 2011 nos Estados Unidos. Evanescence vendeu mais de 2.000 cópias em seu primeiro dia de vendas no Reino Unido e mais tarde estreou no número quatro no UK Albums Chart, vendendo 26.221 cópias em sua primeira semana. Foi certificado “prata” pela British Phonographic Industry (BPI) em 11 de novembro de 2011, denotando embarques de mais de 60 mil cópias. Foi certificado ouro na Austrália em 2012, com mais de 35.000 cópias.
Singles
"What You Want", o primeiro single do álbum foi lançado digitalmente em 9 de agosto de 2011. A canção, que foi escrita por Amy Lee, Terry Balsamo e Tim McCord, fala sobre a liberdade que é um tema constante em todo o álbum."My Heart Is Broken" foi lançadoa para rádio Hot/moderno/AC em 31 de outubro de 2011 e a rádio pop em 1 de novembro de 2011, como o mainstream, primeiro single e o segundo single do álbum global. O vídeo oficial da música foi lançado em Janeiro de 2012. "My Heart is Broken" também oficialmente impactado rádio Modern Rock em 13 de fevereiro de 2012.
Elaboração & Composição:Victor Cavalcante Referências & Pesquisa: EvanescenceWebsite, EvReference, Wikipedia
“Nós vamos incluir ainda canções que o Evanescence usualmente não costuma
tocar. Inclusive, estamos trabalhando em uma faixa que acredito nunca
ter sido antes tocada ao vivo” — Troy McLawhorn em entrevista ao site Diário do Nordeste.
Quase chegando
Atração mais aguardada do Ceará Music, o grupo Evanescence conversou com o Zoeira, na última terça, antes de dar início à nova turnê sul-americana
A popularidade do grupo liderado por Amy Lee segue em alta após o lançamento do terceiro álbum, "Evanescence" (2011). Prova disso é que, em menos de um ano, o quinteto está de volta agora como headliner do festival cearense, no dia 13 de outubro, cumprindo ainda uma vasta agenda de shows pela América do Sul.
Troy McLawhorn (primeiro músico à esquerda) voltou em 2011 à formação do grupo Evanescence, depois de três anos Foto: Divulgação
Em entrevista exclusiva, o guitarrista Troy McLawhorn falou com entusiasmo, por telefone, do retorno ao Brasil. "A última turnê foi ótima, os fãs foram muito calorosos. Será a nossa segunda passagem pela América do Sul antes de terminamos essa turnê e estamos bastante empolgados por isso", destacou.
Sobre a inédita apresentação em Fortaleza, o músico prometeu um repertório democrático e recheado de surpresas. "What you want", "Never go back", "Lost in Paradise" e "Made of Stone" são algumas das canções que vão figurar no set list. "Terá músicas de todos os álbuns. Tocaremos os hits favoritos dos fãs e muita coisa também do terceiro disco. Nós vamos incluir ainda canções que o Evanescence usualmente não costuma tocar. Inclusive, estamos trabalhando em uma faixa que acredito nunca ter sido antes tocada ao vivo", comentou, fazendo mistério.
Ritmo intenso
Em agosto, o Evanescence excursionou, pelos Estados Unidos, com o "Carnival of Madness Tour", evento de nome sugestivo e formato diferenciado, que teve no line-up bandas alternativas e góticas. Na terceira edição, a tour teve participação ainda de Chevelle, Halestorm, Cavo e New Medicine. Com quase 25 shows em um mês, a convivência foi pra lá de intensa! "Nos divertimos bastante. Tinha mais quatro bandas com a gente, passamos muito tempo juntos. E, sim, acho que fiquei um pouco louco (risos)", brincou.
Apesar do ritmo puxado da turnê, baseada no terceiro disco, Troy contou que as apresentações têm sido estimulantes e garantiu que o Evanescence chegará cheio de energia ao Brasil. "No momento, estamos de ´férias´, estou em casa. Como estamos em turnê há mais de um ano, nós precisamos tirar um tempo para ir para casa algumas vezes, paradas essas que geralmente duram algumas semanas, antes de emendar uma nova série de shows. Por exemplo, depois do ´Carnival´, que terminou em 3 de setembro, estamos descansando para, a partir do dia 30, já estarmos preparados a turnê sul-americana", explicou o guitarrista.
Conhecido por lançar álbuns com um largo intervalo de tempo (antes do último, de 2011, tiveram "Fallen"-2003 e "The Open Door"-2006), o quinteto não faz planos de quando sairá o próximo registro de estúdio, mas vontade é que não falta, se depender de Troy. "Eu ainda não sei o que o futuro nos reserva, a não ser que Amy já saiba... Mas acredito que teremos de terminar essa turnê antes. Tem muita coisa acontecendo e é complicado compor quando se está na estrada. São muitas viagens, entrevistas, ensaios. Acaba que não sobra tempo. Nós ainda não temos material, mas eu adoraria já começar a trabalhar imediatamente em um novo álbum", afirmou.
Indagado se a banda consegue conhecer os lugares que visita, Troy comentou que nem sempre é possível. "Depende do tempo que nós temos na cidade, do dia que chegamos, do espaço entre os shows. Às vezes, só temos a noite, então saímos para um bar ou algo do tipo. Quando se está na estrada, não dá muito para passear. São negócios. Não é como estar de férias. É um trabalho. Sem falar, que ficamos ainda muito tempo na ponte aérea, em aeroportos".
Mais informações: Ceará Music
O festival acontece nos dias 12 e 13 de outubro, no Marina Park Hotel. Vendas de ingressos nas lojas Renner Iguatemi e North Shopping ou nos sites Ingressando e Bilheteria Virtual. Confira a programação completa de atrações no www.cearamusic.com.br
No twitter e facebook, algumas imagens dos membros do Evanescence se divertindo no backstage do Midland Horseshoe Arena, um antigo centro de convenções na cidade de Midland, estado do Texas.
YeeHAW! Amy, Tim e Troy se divertindo um pouco nos bastidores do Midland Horseshoe Arena
YEEHAW! Amy, Tim and Troy have a little fun backstage at the Midland Horseshoe Arena.
Que tal eu montar essa coisa hoje à noite no palco?
How about I ride this thing out onto the stage tonight?
Vocês sabem que estava agendado na turnê que tocaríamos no Midland Horseshoe Arena? Sim, realmente É uma arena de ferraduras [relativo a cavalos]
You know how in the tour schedule it says were playing Midland Horseshoe Arena? Yeah, it actually IS a horseshoe arena
"Faça o que, o que você quiser". Assim Amy Lee disse a si mesma e a todos que a esperaram durante longos sessenta meses. Em agosto de 2011, há um ano, ouvíamos aquele que rasgaria o hiato do Evanescence e de todos aqueles que, de alguma maneira, dele dependem.
INFORMAÇÕES
Gênero: Alternative metal Produtor: Nick Raskulinecz Gravadora: Wind-Up Records Lançamento: 09 de agosto, 2011 Duração: 3 minutos e 40 segundos
Composição/Gravação: 2010–2011 (Nova York) Lançamento do Videoclipe: 9 de Setembro, 2011 Composição: Amy Lee, Terry Balsamo e Tim McCord Live Premiere: MTV First Evanescence; 8 de agosto, 2011
CD Single (Tracklist)
"What You Want" – 3:40.
"What You Want" (Elder Jepson Remix) – 3:18
COMPOSIÇÃO
"What You Want" foi descrita, pela própria Amy, como a canção mais pesada e distinta da história do Evanescence. Trata-se de uma letra de alerta, uma mensagem de auto-experiências com seus fãs e sobre atitudes que ela deveria ter.
"Certo, What You Want. O que eu posso dizer sobre ela? Foi uma experiência de composição legal. Tim, Terry ficaram na minha casa por um mês. Ficamos só passando um tempo na minha sala. Eu estava no piano e eles trabalhavam nos riffs e nos versos instrumentais. Eu só comecei a tocar e meio que aconteceu tudo muito rápido, sabíamos que estávamos compondo algo legal e estávamos muito empolgados. Foi engraçado: ficamos em dois estúdios, um na sala e outro no sótão, então, eu podia ficar trabalhando nas letras enquanto eles escreviam a música. Eu me lembro de ter ficado um pouco envergonhada quandro escrevi o refrão, letra e melodia "Do what you what you want". Eu fiquei tipo "cara, vão rir de mim, vão pensar que sou a Janet Jackson. Mas que se dane, mostrarei de qualquer jeito". E eles disseram: "Não, está legal!" Fiquei muito feliz de terem pensado isso, pois é muito divertido de cantá-la."
- Amy Lee
Durante a entrevista concedida ao MTV News, Amy disse: "Então, a música que será o primeiro single é a canção que envolve tudo. Tem um significado legal, bastante conteúdo em seus versos, é pesada e ótima... Eu acho que há muitas músicas [do álbum] que atendem a esses mesmos critérios". Ela também acrescentou que "What You Want" foi algo totalmente diferente para a banda e eles que eles desejam que o novo single a seja muito mais que um hit. Amy também revelou que a música é sobre seu relacionamento com os fãs e percepção de que "isto era o que eu deveria fazer".
"É sobre a liberdade - a qual, definitivamente, é um tema constante em todo o disco - mas, é sobre Evanescence, sobre mim e minha relação com a música e os meus fãs. Vem de encontro com realização de "Isto é o que eu devo fazer... E eu quero fazer isso", e quando digo: "Remember who you really are", é exatamente tudo aquilo que você poderia supor que significasse". Outra inspiração para a canção veio da sua própria vida: "Essa música é como falar comigo mesmo sobre não ter medo, voltar a estas coisas e viver a vida que eu nasci para viver"
Musicalmente "What You Want" é uma canção up-tempo, um estilo de música com um ritmo acelerado, ou seja, à mais de 120bmp, que utiliza vários instrumentos em sua composição; guitarras, sintetizadores, piano, violino, contra-baixo e bateria.
MUSIC VIDEO
As filmagens de seu videoclipe começaram a partir do 30 de julho de 2011, no Brooklyn, Nova York, e foi escrito por Carrie Lee, irmã mais nova de Amy, e dirigido por Meiert Avis. "What You Want" foi tocada ao vivo pela primeira vez na MTV e, mais tarde, no live-show Jimmy Kimmel Live!.
"Este vídeo é uma espécie de, tipo, a história da banda. Este clube [set de gravação] está emulando antigos shows que costumávamos apresentar no começo [da carreira] - Costumávamos tocar em clube chamado Vino's, em Little Rock [Arkansas] - É uma espécie de retorno àquela época. Um clube enérgico, sujo e abrasador. E, basicamente, é também [sobre] New York, onde moro, [e] onde [o baixista] Tim [McCord] tem vivido nos últimos anos desde que paramos com a banda. É uma espécie de fuga de New York [...] e voltar para o mundo".
"Este será um vídeo mais um pessoal. No passado, fizemos clipes que eram muitos 'fantasia', e este será um tipo real de nós. [...] eu só queria fazer algo que realmente passasse a mudança pessoal. Obviamente, eu estou usando uma maquiagem louca, e essa não é a que eu uso todos os dias, mas, você sabe, eu quero me conectar com os fãs novamente. Todos nós queremos. Sentimos falta deles. Um monte de coisas neste álbum é sobre eles e é por isso que eles estarão aqui e aparecerão nele também".
SCRIPT WHAT YOU WANT - CARRIE LEE
“What You Want” evoca a liberdade e o espírito de luta do feroz retorno do Evanescence. A arquitetura da cidade de Nova York proporciona um cenário industrial para o vídeo, onde a banda tem permanecido desde o lançamento de seu último álbum. A configuração metropolitana soa seu primeiro vídeo, “Bring Me to Life”, mas o leva para outro nível, aumentando as apostas e colocando tudo em uma escala maior. As cenas da banda ocorreram em um pequeno espaço no subsolo arenoso, embalado com uma multidão de fãs gritando. Cenas mostram Amy rompendo com os limites bem espaçados da cidade e, eventualmente, correndo na ponte do Brooklyn, retornando ao mundo como a deusa reinante do rock. O vídeo tem acontece na escuridão da manhã, acabou culminando com a sugestão de um nascer do sol atrás do horizonte da cidade enquanto a banda olha através de uma expansão infinita do oceano – é o início de um novo dia para o Evanescence.
Nova York – Escuridão da manhã
A câmera se move lentamente pelos arranha-céus de Nova York enquanto o vídeo começa. A escuridão ainda satura a cidade nas primeiras horas antes do amanhecer. Os vocais assombrosos de Amy repercutem entre os prédios. A banda estava tocando em uma sala lotada durante toda a noite. A câmara faz zoom em uma corrida confusa e assim que as guitarras entram.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:19)
A banda está tocando um pequeno clube underground. As cores ainda são suaves, mas rajadas de flashes da iluminação cênica sobre a cena. O local um pouco arenoso lembra os primeiros shows do Evanescence. Uma multidão fanática surge contra o palco, os seus corpos apertados preenchem de parede a parede em um frenesi de alta energia. O cabelo da Amy é longo e varrido pelo vento, expressando uma liberdade selvagem. Ela tem uma faixa vermelha dramática da maquiagem em seus olhos. A banda toca com um entusiasmo febril.
Dentro do metrô – antes do amanhecer (0:35)
Amy está sozinha em um metrô vazio. As luzes piscam assustadoramente (a’la filme de terror), enquanto ela procura uma saída. A câmera segue por trás enquanto ela passa a mão ao longo das paredes de tijolos sujos que confinam ela.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:45)
A câmera dá close na Amy para “Every heart in my hands like a pale reflection”
Na escada – antes do amanhecer (0:51)
Amy está correndo em uma escada apertada e escura tentando sair da estação de metrô. Ela parece um pouco paranóica, mas confiante e determinada.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:55)
Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.
No beco – antes do amanhecer (1:07)
Amy escapou do metrô para se encontrar em um beco apertado com edifícios abainhando-la em ambos os lados. A cidade ainda está escura, mas os fluxos de luz de algumas janelas espalhadas e outras fontes de luz e sombras sinistras.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:11)
Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.
No beco – antes do amanhecer (1:26)
Amy ainda está andando pelo longo beco, ângulos de câmera inclinada refletindo o seu estado mental atormentado enquanto ela luta para sair do labirinto longo de edifícios.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:34)
Outra cena de toda a banda tocando no local.
Nas ruas de NY – antes do amanhecer (1:49)
Amy encontrou seu caminho para o enrolamento, ruas vazias de Nova York no início da manhã. Ela faz o seu caminho através dos obstáculos da cidade.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:58)
Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.
Ponte do Broklyn – amanhecendo (2:05) (atuando, sem dublê)
Enquanto a música atinge o seu clímax, Amy atravessa a Ponte do Brooklyn. No momento em que engloba a sua liberdade exuberante, com os cabelos fluindo atrás dela. Os cabos na ponte criam um efeito de estroboscópio como o nascer do sol começa a espreitar sobre o horizonte da cidade, cruzando os fios. Quando a letra atinge “forever spiraling”, Amy pula no ar e segue o vídeo dela em um close em câmera lenta. “Down, down, down”, com os seus cabelos e roupas agitando ao seu redor em uma queda surreal e bonita. Em 2:36, ela bate no chão duro, e aterrissa de quatro como uma super-heroína.
Dentro do local lotado – amanhecendo (2:37)
Um close curto no Will tocando bateria.
Abaixo da ponte do Brooklyn – amanhecendo (2:40) (atuando, sem dublê)
Enquanto ela canta “It’s only me”, nós vemos Amy onde ela caiu, de joelhos com a cabeça baixa, cabelos cobrindo o rosto. A câmara faz zoom em um close lentamente de lado. Ela lentamente e desafiadoramente levanta cabeça.
Dentro do local lotado – antes do amanhecer (2:52)
A banda está tocando mais forte do que nunca e a multidão está em um caos em êxtase. Closes individuais dos membros da banda.
Na praia – amanhecendo (3:17)
Amy andou para o litoral. Ela anda em câmera lenta para a beira da água com o horizonte de Nova Iorque atrás dela, os raios dourados apenas espreitando por cima dos arranha-céus. Em 3:24, a câmera segue-a por trás. Ela entra na água. Os outros membros da banda entram em quadro de trás da câmera, entram na água com ela. O vídeo termina com a banda de frente para uma expansão infinita de oceano.
Original: Clique aqui!
REVIEWS:
Recepção da Crítica - Internacional
1. Scott Shetler, do site Pop Crush, descreveu a canção como uma "faixa de rock enérgica que lembra aos fãs porque o grupo foi um dos maiores sucesso da última década". Também acrescentou que o riff usado na música é acompanhado pelos "fortes, porém bonitos vocais d Lee".
2. James Montgomery da MTV News, elogiou a música dizendo que a canção é um ótimo single de retorno da banda que por tanto tempo esteve longe dos fãs, mas que também "consegue capturar a essência do que os inspirou e moveu".
3. Um colunista da NME (UK) elogiou o riff da guitarra na canção; "construída em torno dos pseudos vocais operísticos de Amy Lee".
4. Bliss Karen da revista Rolling Stone elogiou Lee os "assustadores" e "cristalinos" vocais de Amy Lee na "música de força industrial" que é "What You Want".
5. Nick Catucci, também da Rolling Stone, deu à canção três estrelas. "Amy Lee troca a angústia pelo desafio, pelo grito de boas-vindas com atrevimento. Ela é invadida pela música, por uma colisão de duas toneladas guitarras, cordas e piano"
6. Steven Hyden do A.V Club escreveu: "Lee realmente pode cantar, e "What You Want" mostra que ela tem capacidade (e até mesmo a coragem) para se tornar a nova Pat Benatar que esta geração precisa desesperadamente".
7. Em outra review, do A.V Club, Matthew Perpetua escreveu que o "sofrimento está menor" nesta canção, antes de acrescentar que a banda "nunca soou tão viva e dinâmica".
8. Bill Lamb do site About.com deu à canção quatro estrelas e meia, num total de cinco, elogiando a sua poderosa e dançante batida de rock, vocais crescentes de Lee e versos de dor e mágoa. Bill também acrescentou que a canção foi definida em "melodia envolvente, que inspirará os ouvintes a participar no 'Hello, hello" dos coros. Ele terminou sua review dizendo que a canção "é um single perfeito para continuar o legado da banda".
9. Rick Florino do ARTIST Direct deu a música cinco de cinco estrelas dizendo que tinha um dos "melhores ganchos da carreira da banda até à data", que tornou-se "instantaneamente inesquecível". Florino terminou sua análise chamando a canção de "outro clássico do Evanescence", que iria reviver o rock novamente.
10. Robert Copsey, do Digital Spy, colocou a música em sua lista de "10 faixas que você precisa ouvir", acrescentando:" What You Want" é um poço de rock pesado e dramático que inclui guitarras de marcos elétricos e refrões melódicos".
11. Ao rever o álbum do Evanescence, Kyle Andersosn, do Entertainment Weekly, colocou a música em sua lista de músicas para download do novo álbum, descrevendo-a como "feroz".
12. Marc Hirsh do, The Boston Globe, chamou "What You Want" de "a mais forte declaração de que a banda está de volta".
13. O site The Runner diz que o primeiro não é uma má maneira de começar um álbum, soa como um hino. As guitarras com ritmo acelerado e de balanço bombeado. Mas é também como as faixas de abertura dos dois álbuns anteriores.
REVIEWS:
Recepção da Crítica - Nacional
1. Marcos Bragatto, do site Rock em Geral, disse que a introdução da bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas do álbum. "Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas".
2. Site Leitura Musical diz que What You Want foi escolhida corretamente para abrir o novo disco, como primeiro single com refrão “grudento” e boas linhas de guitarra e bateria a música sem dúvida alavancou o novo trabalho da banda, que estreou em 1º lugar na parada americana.
CHARTS: Desempenho
Acompanhe ao lado a tabela que contém o desempenho do single What You Want em rádios e outros veículos de divulgação. A canção chegou a ganhar a primeira posição na rádio de rock britânica.
Live Performances
1. Evanescence Live at MTV First: EVANESCENCE (08.08.2012)
2. Evanescence Live at Terminal 5 - New York (01.11.2011)
3. Evanescence Live at Rock in Rio Lisboa 2012 (25.05.2012)
A capacidade de inovar, de amadurecer, e também de manter a qualidade do som, são atributos que qualquer banda que queira ter seu trabalho reconhecido e recompensado deve possuir.
EXPECTATIVAS PARA O FUTURO
Vislumbrando os possíveis direcionamentos
O Evanescence é considerado um dos maiores nomes do rock mundial desde a década de 2000 graças ao atendimento a esses requisitos.
Contudo, ao conceber seu último trabalho, muitos afirmaram que já não é o bastante para o conjunto simplesmente crescer dentro dos limites da proposta de seu som, é preciso romper esses limites, pois o cenário do rock está decaído nos dias atuais.
NOVOS HORIZONTES
Seria essa a intenção de Amy Lee com o álbum eletrônico de 2010?
Muitos fãs fazem essa pergunta e muitos também automaticamente dão a resposta “sim” a ela. Porém, as coisas não são tão redutíveis assim. A própria Amy Lee admitiu estar dando uma direção que nada tinha a ver com tudo que a banda já fez, e isso poderia gerar consequências não muito positivas para ambos os lados: para a gravadora, que fornece suporte financeiro e de divulgação para eles, e para o Evanescence em si, que poderia perder o público que vinha cativando, além de incorrer em críticas que poderiam abalar sua reputação no cenário musical, o que seria um desastre, ainda mais depois de tanto tempo sem material novo lançado. Toda banda tem um núcleo sonoro, uma essência, que mesmo diante das mudanças em alguns elementos do som, se mantêm inalterados.
No caso do Evanescence, esse núcleo, essa essência, é o rock. O que Amy vinha fazendo nas sessões de gravação com Steve Lillywhite foi atestado como sendo para uma carreira solo não só por ela e pela gravadora, mas também pelos outros integrantes. Pelos trechos disponibilizados, já dava para ouvir que não havia rock naquelas músicas. Ela mesma já havia avisado que haveria menos guitarra, ou seja, isso não era uma mudança, rompimento de limites do som, mas deturpação do núcleo do som! É como se de repente, o Metallica dissesse que gravaria um álbum de pop rock, ou seja, é acabar com a proposta do projeto musical!
INFLUÊNCIAS
Músicas que registram o novo caminho
As influências que Amy Lee dizia ter naquela época em muito pouco ou em praticamente nada se ligam ao som do Evanescence: Portishead, Massive Attack, MGMT, Depeche Mode, M.I.A, etc. Não que seja dubitável a qualidade da obra vindoura naquele tempo (até porque não ouvimos nada além de trechos), mas sim de compatibilidade com o propósito da banda.
Tudo bem, temos Evanescence hoje, que não deixa de ser uma evolução, mas nada a ponto de romper limites, mas prestemos atenção: ali podem estar os prenúncios do que pode vir! Amy ainda se sente impulsionada a dar vazão a seu desejo latente de compor um som mais sintético. Nos concertos do grupo, Made of Stone e Sick tiveram acrescidas introduções eletrônicas com sonoridade atmosférica e envolvente, ambas trabalhadas no sintetizador e teclado, se encaixando perfeitamente às guitarras mais fortes das faixas. Outra é Oceans, que ao vivo toma uma potência incrível, cheia de sintetizadores fundidos às notas de guitarra que remetem ao rock/metal industrial.
OCEANS- EVANESCENCE
CONCLUSÃO
E em várias músicas do último trabalho há uma carga bem explícita de elementos eletrônicos. Partindo dessas pistas que o terceiro álbum nos dá, podemos imaginar uma linha de som menos orgânica que não distorceria o núcleo sonoro do Evanescence. Talvez algumas linhas vocais que remetam ao new age em algumas faixas (Amy já disse ser fã de Enya, e a introdução do show do festival Maquinária de 2009 soa bem entoada nesse estilo.
Guitarras eletrônicas fundidas às guitarras normais tão ou mais trabalhadas que as em Evanescence; baixo mais pronunciado (esse ainda é um ponto fraco na banda); bateria eletrônica alternada com a bateria na mesma qualidade e com a mesma presença de agora; e muitas ambientações sintéticas com diferentes elementos eletrônicos, que dariam um clima inebriante de prazer sonoro ao ouvir tudo isso reunido. Isso romperia os limites da proposta do conjunto, definitivamente.
Ante o exposto, para aqueles que gostaram da ideia de se fazer um álbum com instrumentação menos orgânica em 2010, eu finalizo este dossiê compartilhando algumas músicas da banda Alphaville, dona de uma carreira de sucesso nos anos 80 e 90 com hits como Forever Young, Big In Japan, Sounds Like a Melody e outras, e que é uma das poucas bandas que acho que sabem explorar muito bem esse lado, pois muito antes dos conjuntos hodiernos tentarem "brincar" com o sintetizador, ela já fazia um som super bem trabalhado e orientado para o futuro, isso em plena década de 80.
MYSTERION
Aborda a utopia do homem em desvendar os mistérios do universo, a morada do Ser Superior:
CRAZYSHOW
Bem obscura, aborda a vida como "um show louco ":
MONTEGO BAY
Também obscura, fala sobre uma rota de navegação perdida na neblina, cujos navegantes sonhavam em chegar à baía de Montego (Jamaica):
JERUSALEM
Um dos maiores clássicos do Alphaville, é bem futurista (mesmo tendo sido composta nos anos 80), aborda o lance da "Terra Prometida" da Bíblia, mas numa perspectiva futura:
SAVE TEMPELHOF
Toda trabalhada no sintetizador, super futurista, é a mais atual:
Cosmopolitician
Fala sobre alguém capaz de atravessar vários mundos, ver várias épocas, um cosmopolita universal, sem religião, sem bandeira, nem anjo nem demônio:
I DIE FOR YOU TODAY
Essa é a mais pop de todas essas, foi um estouro nas rádios europeias no final de 2010 e início de 2011, tem até videoclipe, mas por questões de disputa com a Universal Music, o vídeo foi embargado:
O que seria se o Evanescence seguisse a linha de atmosferização dessas canções e a fundisse ao rock?
Rafael Cevidanes, 26 anos, reside na cidade de Ipatinga, Região Metropolitana do Vale do Aço, leste de Minas Gerais. Exerce a função de Técnico de suporte administrativo na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais - JUCEMG e é acadêmico de Bacharel em Direito.
(Todos os direitos reservados aos autores e EvRockBrasil)
Evanescence Rock Brasil comemora um ano com os fãs da banda Evanescence. Com um novo formato e concepção de revista online, ao logo desses meses o blog/site devenvolveu diversas matérias especiais relacionadas diretamente ao Evanescence e e seus integrantes.
Em comemoração e agradecimento, nossa equipe selecionou as 13 matérias mais comentadas e com maior repercussão desses 12 meses.
#13 Angel Of Mine: A música que nunca existiu... (Agosto, 2011)
Linda, profunda, cativante... e foi assim que a música Angel of Mine cativou uma legião de fãs e admiradores do Evanescence. Ela exclusivamente não só cativou, mas acabou também enganando a maioria. Conhecida por ser uma música do Evanescence, Angel of Mine ainda faz ilusão a muitos visitantes de sites de música e vídeos. Mas por que isso ainda ocorre? LEIA MAIS
#12 Os homens da Era "Evanescence" - Terry, Tim, Will & Troy (Setembro, 2011)
Apesar de ocupar grande visibilidade e destaque – o que se torna inerente a partir do momento que se é a única mulher entre quatro homens – Amy Lee não é, sozinha, todo o Evanescence. Partindo do pressuposto lógico de que se define como banda um conjunto de músicos, não podemos de maneira alguma deixar de prestigiar, conhecer e analisar todos os outros integrantes. Os quatro homens que compõem o Evanescence: Terry Balsamo, Tim McCord, Will Hunt e Troy McLawhorn. LEIA MAIS
#11 Prato do dia: Tacos Mexicanos! (Janeiro, 2012)
Para uma grande parcela dos fãs, quando o assunto é Amy Lee + comida, a primeira coisa que vem à cabeça são os famosos Tacos! Prato típico da culinária mexicana, é um dos preferidos da Amy e sempre está presente em suas palavras quando o assunto é a hora do lanche!
"Todos nós amamos a comida mexicana dos Estados Unidos. É muito popular(risos), porém, a comida mexicana de verdade que há na Cidade do México é incrível" - Amy Lee. LEIA MAIS
#10 Diário de Turnê: Review de fã Brasileiro no show em Orlando, FL (Fevereiro, 2012)
De fato as músicas da banda com o piano como base são o ponto forte do show. A performance de Lost In Paradise foi simplesmente incrível, era possível sentir a emoção de Amy em cada palavra da música. Cheguei a sentir arrepios com tamanha perfeição! (...) O ponto mais fraco do show na verdade foi o próprio público americano, que é muito contido. Por isso mesmo mal posso esperar para voltar ao Brasil para ver o meu terceiro show da banda LEIA MAIS
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#9 Além do Evanescence, significado dos nomes de outras bandas de Rock (Janeiro, 2012)
Curiosidades sobre a banda preferida são sintomas bem vividos de qualquer fã que encontramos por aí. E se tem uma que chega a ser campeã, com certeza é o Evanescence. A curiosidade de buscar o significado do nome da banda ganha disparado, entre fãs e não fãs. É provavél que você que esteja lendo essa matéria já deva ter corrido por aí para saber de onde vem o significado "Evanescence", não é verdade? Se ainda não sabe, não há problema. O Evanescence Rock Brasil mata a sua curiosidade aqui mesmo. LEIA MAIS
#8 Descarte ou uma questão de tempo? (Maio, 2012)
Quais são e o que há por trás daquelas que não conhecemos? Até onde, quais e o que conhecemos sobre as músicas do Evanescence? Para uma única pergunta, diversas respostas. Simples justificativa. Em sua história, uma extensa lista de músicas se perderam no conhecimento ou até mesmo passaram desapercebidas dos fãs. Logicamente, algumas destas soubemos apenas o título; em alguns casos, pequenos trechos e outras, nem sabemos que existem. Nesta matéria, te convidaos a conhecer um pouco mais sobre essas canções que de alguma maneira temos algum tipo de conhecimento. LEIA MAIS
#7 A inspiração que vem de Filmes: Das telonas ao cenário musical (Junho, 2012)
Do começo ao fim o Evanescence foi influenciado por filmes que marcaram época. Amy Lee e Ben Moody, são assumidamente fãs de filmes. Na época pré-Fallen, a referência era mais presente nas obras ditadas por eles e as películas dramáticas e sombrias fizeram parte do que um dia viria a se formar a banda americana.
Sente-se confortavelmente em sua poltrona, pegue o combo pipoca e refrigerante e veja, abaixo, a lista dos filmes que fizeram parte das composições da banda e quem sabe, algumas não podem fazer parte de sua lista de programação no seu final de semana. LEIA MAIS
#6 Evanescence Fashion Month: Quando o assunto é Moda! (Abril, 2012)
No mês de abril, o Evanescence Rock Brasil abriu as portas para a inovação e trouxe para você leitor um especial sobre moda. Exatamente, moda! Uma matéria sobre algumas roupas, acessórios e sapatos usados por Amy Lee desde 2003 ao atual ano de 2012. Relembre alguns itens e conheça as grifes, estilistas, histórias da época em questão e, até mesmo, links para que você possa comprar algumas destas. LEIA MAIS
CONFIRA AS 5+
#5 O que eles têm a dizer sobre... EVANESCENCE? (Maio, 2012)
"Fale bem ou mal, mas fale de mim" - É com embasamento neste famoso ditado popular, que construímos uma coletânea de menções referentes a Amy Lee e, principalmente, ao Evanescence. Diante do reconhecimento, podemos descrever, também, que a imagem da banda já deu muito o que falar no meio musical. Críticas, opiniões e até mesmo comparações com outros grupos de rock. LEIA MAIS
#4 Tattoos Evanescence: Porque há coisas que o tempo não pode apagar...(Abril, 2012)
Pegar um caminho sem volta. Este foi, por muito tempo, o destino daqueles que se aventuraram a modificar o próprio corpo através de processo de dermopigmentação. A prática, que início há anos como forma de diferenciar uma cultura e tribo da outra, foi cultivada e anos mais tarde teve uma nova leitura por parte das pessoas. Tatuagem. Amada por uns, odiado por outros. Pintar o seu próprio corpo, através de processos que podem ser dolorosos. Com qual objetivo? Cultuar uma banda, demonstrar o seu amor por aquele ídolo. LEIA MAIS
#3 Biografia Evanescence: Passado, Presente & Futuro (Março, 2012)
"Eu acho que os melhores anos estão à frente. Eu sou uma musicista, vocalista e compositora melhor do que eu era há cinco ou 10 anos atrás. Eu sei mais sobre música. Eu sei mais sobre o que quero e espero saber mais com o passar dos anos. O grande drama que estava ao meu redor quando era mais jovem se foi. Eu não culpo mais ninguém. Eu finalmente sou madura" - Amy Lee
#2 Perfil "Fallen" - 9 anos desde então (Março, 2012)
Fallen vendeu mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo, desde o seu lançamento em 2003. Na Billboard 200, onde o álbum estreou no número 7 com mais de 141.000 cópias vendidas em sua primeira semana; nos Estados Unidos, vendeu mais de 7,6 milhões de cópias. O álbum foi o oitavo álbum mais vendido de 2004 e o décimo nono melhor álbum da década de 2000. A partir de outubro de 2011, passou 106 semanas na Billboard 200, com 58 semanas no top 20. LEIA MAIS
#1 Amy Lee, 30 anos: Infinito Particular (Dezembro, 2011)
Quem é Amy Lee? Você acha que a conhece o bastante? Como uma tímida e não compreendida menina conseguiu transformar seu nome em sinônimo de sucesso e, tão rapidamente, superar seus conflitos internos para que estes se transformassem em arte e, em seguida, espalhá-la por todo o mundo, cativando uma legião de fãs que permanecem fiéis a ela após 9 anos?
Fabulosa biografia montada por nossa equipe sobre essa, que em dezembro de 2011, completou 30 anos de idade e que, não mais que por acaso, possui uma enorme lista de acontecimentos conturbados e, sim, de calmaria. Matéria mais acessada da história do Evanescence Rock Brasil. LEIA MAIS
REDE SOCIAL
Antigamente, para quem não sabe, nossas redes sociais eram as únicas ferramentas para divulgação de notícias, vídeos, fotos e todo o conteúdo de promoção da banda. Durante este período, pudemos confiar ainda mais em nosso trabalho ao Evanescence. Como resposta, alcançamos incríveis resultados e números em alguns destes meios. Se você ainda não é nosso amigo e parceiro em algum destes meios, participe agora mesmo!
GALERIA
Confira abaixo a galeria de capas que criamos ao longo desses 12 meses com o retorno do Evanescence Rock Brasil.
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