Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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7 de setembro de 2012

Amy Lee no “Hottest Chicks In Hard Rock” de 2012

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Hottest Chicks In Hard Rock
“A cima de tudo, ela é extremamente divertida e super pé-no-chão” — Amy Lee

Após ser eleita a “Garota Mais Quente do Hard Rock” (Hottest Chicks In Hard Rock) no ano passado, Amy Lee está como segunda colocada na edição de 2012 da premiação promovida pela Revolver Magazine. Em primeiro lugar, a mais nova amiga de Amy, Lzzy Hale, do Halestorm. A revista já está disponível e traz outros nomes como Taylor Momsen, Ash Costello, Christina Scabbia, Maria Brink e muito mais.
  1. Lzzy Hale (HALESTORM)
  2. Amy Lee (EVANESCENCE)
  3. Taylor Momsen (PRETTY RECKLESS)
  4. Ash Costello (NEW YEAR’S DAY)
  5. Brooklyn (PICTURE ME BROKEN)
  6. Maria Brink (IN THIS MOMENT)
  7. Kimberly Freeman (ONE-EYED DOLL)
  8. Anissa Rodriguez (EYES SET TO KILL)
  9. Alexia Rodriguez (EYES SET TO KILL)
  10. Christina Scabbia (LACUNA COIL)
revolver magazine scan
Ela disse que era "gordinha e tinha o cabelo enorme" no ensino médio. Foi auto-proclamada a "nerd do coral" na escola, onde mateve-se fora dos problema — levando uma suspensão apenas uma vez — por andar de patins em um corredor ao lado da sala de aula quando tinha 17 anos. Tendo formado o Evanescence ainda uma adolescente (ela e fundador/guitarrista Ben Moody se conheceram em um acampamento juvenil), Lee cresceu para se tornar uma genuína deusa do rock, agraciando a capa desta edição anual no ano passado. O álbum auto-intitulado de sua banda esteve no topo das paradas em 2011, levando para casa o troféu de The Best Vocalist no show do Golden Gods em abril deste ano.
Tradução e adaptações: Evanescence Rock Brasil
“She has said that she was "chubby and had poofy hair" in middle school, and was a self-professed "choir nerd" in high school who stayed out of trouble and only got detention once - for roller-skating in a hall between class when she was 17. Having formed Evanescence as a teenager (she and founding guitarrist Ben Moody met at youth campo), Lee has grown up to become a bona fide rock goddness, gracing the cover of this annual issue last year, topping the charts with her  band's 2011 self-titled comeback album, and taking home the Best Vocalist trophy at April's Golden Gods award show” — Thanks to: Taylormomsenbrasil.com

6 de setembro de 2012

Backstage: Louva-a-deus + Festa de Karaokê

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No backstage da Carnival of Madness, momentos de descontração com um louva-a-deus após o show Stage AE de Pittsburgh, Pennsylvania, e  até mesmo uma festinha de karaokê com os membros do Evanescence, Halestorm, New Medicine e Cavo — companheiros de turnê — ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen.
 Encantada com o louva-a-deus em Pittsburgh
Enchanted by the Mantis in Pittsburgh
Quer realmente saber como rock stars festejam? Brincando com insetos após o show em Pittsburgh —  confira o mais novo amigo do Will —  Você é meu garoto, Blue!
Wanna know how rock stars really party? Playing with bugs after the show in Pittsburgh- check out Will's new little buddy- You're my boy, Blue!
 ÉPICA festa de Karaokê noite passada! @Halestorm @NewMedicine @Cavomusic
EPIC Karaoke party last night! @Halestorm @NewMedicine @Cavomusic
Rocking the shades! Carnival of Madness End of Tour Karaoke Party with Halestorm, Cavo and New Medicine
Carnival of Madness End of Tour Karaoke Party with Halestorm, Cavo and New Medicine
Carnival of Madness End of Tour Karaoke Party with Halestorm, Cavo and New Medicine

Youtube

Mohegan Sun Arena — Uncasville, Connecticut

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CARNIVAL OF MADNESS TOUR
Com uma área de apenas 14 371 km², Connecticut é o terceiro menor Estado dos Estados Unidos. Seu nome é proveniente da palavra nativo-americana “Quinnehtujqut”, que significa "Lugar do Longo Rio". Dentre todos os Estados estadunidenses, Connecticut é o que apresenta a maior renda per capita. O Estado é um grande centro da indústria seguradora. Sua capital, Hartford, é apelidada de Insurance City (Cidade Seguradora) em razão da grande quantidade de empresas do ramo presentes na cidade. A maior cidade do Estado é Bridgeport, que faz parte da região metropolitana da cidade de Nova York.
SETLIST
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Lost in Paradise
  8. My Heart Is Broken
  9. Whisper
  10. The Change
  11. Oceans
  12. Never Go Back
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
PICTURES


YOUTUBE
1. What You Want


  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Lost in Paradise
  8. My Heart Is Broken
  9. Whisper
  10. The Change
  11. Oceans
  12. Never Go Back
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal

2 de setembro de 2012

Enquanto isso, nos bastidores...

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“Tiramos muita expiração dos nossos fãs, mas é preciso um tempo para processar a fama. Nunca quis ser uma rock star ou algo do tipo” — Amy Lee

Banheiro: Amy Lee — SOMENTE!

30 de agosto de 2012

Stage AE — Pittsburgh, Pennsylvania (USA)

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CARNIVAL OF MADNESS TOUR
No final do século XIX, e isto até meados da década de 1960, Pittsburgh foi o maior pólo siderúgico e o maior produtor de aço do mundo. De fato, o cognome de Pittsburgh é "Cidade do Aço". Por causa das siderúrgicas instaladas na região - altamente poluidoras - Pittsburgh também foi cognomeada por alguns como "Cidade Enfumaçada". Porém, a maior parte das siderúrgicas - que passaram a enfrentar a concorrência cada vez maior de siderúrgicas estrangeiras - fecharam ou saíram da cidade. Em seu lugar, vieram indústrias de alta tecnologia, especialmente biotecnologia e robóticas, levando Pittsburgh a ser cognomeada pela Wall Street Journal como Roboburgh. Pittsburgh é uma das maiores produtoras de equipamentos robóticos do mundo, fora do Japão.
SETLIST
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Lost in Paradise
  8. My Heart Is Broken
  9. Sick
  10. Whisper
  11. The Change
  12. Never Go Back
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
PICTURES
YOUTUBE
1. Never Go Back

  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Lost in Paradise
  8. My Heart Is Broken
  9. Sick
  10. Whisper
  11. The Change
  12. Never Go Back
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal

“Envolveu muito sangue, suor e lágrimas” — Amy

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“Something that took a lot of blood, sweat and tears”
“Continuarei a levar todo o tempo que for preciso para fazer algo que eu ache que seja novo, especial e valha a pena ouvir” — Amy Lee em entrevista ao site ctpost.com.
Evanescence explodiu no cenário musical com seu grande álbum de estréia em 2003, "Fallen". Os poderosos vocais de Amy Lee o direcionaram ao estrelato internacional com mais de 17 milhões de cópias vendidas.

Mesmo depois de significativas alterações em sua formação, a banda continuou a prosperar, com o sucessor, "The Open Door" de 2006, ficando no topo das paradas de vários países ao redor do mundo incluindo os Estados Unidos — onde, novamente, conseguiu vender aos milhões.

Mas quando o ciclo de turnê do "The Open Door" terminou, em 2007, o Evanescence saiu dos holofotes, não lançando nenhuma música nova — até que o grupo lançar um disco auto-intitulado no outono passado.

Lee disse que a razão para o hiato da banda foi simples: "Eu queria ser normal. Amo o que faço, mas senti uma séria necessidade de simplesmente conhecer a Amy novamente — antes de sair, estar no palco e trabalhar a todo o tempo", disse ela durante uma recente teleconferência. "Muitas coisas acontecem nos bastidores. Há muito trabalho envolvido que os fãs não vêem. E eu me casei, precisei de um tempo de pausa antes de começar a escrever para este álbum".

"Eu levei algum (tempo) para me achar... e isso me fez ficar inspirada a fazer outro álbum do Evanescence... O que nós terminamos envolveu muito sangue, suor e lágrimas — entretanto, foi algo que nós investimos muito e estamos completamente orgulhosos".

Com o sucesso [do álbum] anterior do grupo, Lee não sentiu a pressão de fazer mais um sucesso de mercado. Em vez disso, ela tomou seu tempo para criar algo que ela sentisse que estaria ombro a ombro com os outros álbuns de sucesso da banda.

"Um disco do Evanescence é uma grande produção e eu sempre gastei muito tempo e dinheiro que no que pensei ser necessário para torná-los grandiosos e perfeitos, para serem, no meu coração, a melhor coisa que já tínhamos feito", ela disse. "É uma espécie de definição de alto padrão. Às vezes, pode ser enlouquecedor para mim e para as pessoas ao meu redor.

"Mas sempre quero estar crescendo e mostrando sinais de mudança. Eu acho que isso leva um certo tempo... Não há regras. Todo mundo trabalha a seu próprio ritmo, da sua própria maneira... por isso, continuarei a levar todo o tempo que for preciso para fazer algo que eu ache que seja novo, especial e que valha a pena ouvir".

(...)

"Estamos na Carnival (of Madness) e, depois, acho que teremos três semanas de folga, ou algo assim, o que é legal. Logo em seguida, temos uma grande turnê sul-americana", disse Lee sobre os planos de seu grupo. "E isso será mais uma daquelas coisas sobre irmos a um monte de lugares onde nunca estivemos e sentimos falta [por não ter ido]. Estamos tentando ir à Colômbia e alguns outros lugares legais. Também tocaremos por quatro datas no Reino Unido, e acredito que seja somente isso para nós este ano.

"Temos feito disso uma meta: ir a lugares que nunca fomos antes. Estamos em turnê há uma década... e nós estivemos por diversos lugares, mas há sempre aqueles poucos que não davam certo, como Marrocos... e ainda não fomos à Polônia... e a todos esses países aleatórios onde nunca tínhamos ido.

"Tem sido muito gratificante ir a novos lugares e ter essa sensação de 'primeira vez'. Quando você está tocando pela primeira vez na frente de um grupo de fãs, isso é incrivelmente revigorante. Mas estamos fazendo isso há um tempo. É muito legal voltar e, não só ver novos fãs, mas também os que ainda estão lá, à sua espera".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
ENGLISH
Evanescence exploded on the music scene with its 2003 major-label debut, "Fallen," riding Amy Lee's powerful vocals to international stardom with more than 17 million copies sold.

Even after some significant lineup changes, the band continued to prosper, as its 2006 follow-up, "The Open Door," topped the album charts in countries around the world -- including the United States -- and again sold in the millions.

But when the touring cycle for "The Open Door" ended in 2007, Evanescence dropped out of the spotlight, not putting out any new music until the group released a self-titled record last fall.

Lee said the reason for the band's hiatus was simple: "I wanted to be normal.

"I love what I do, but I felt like in a way I seriously needed to get to just know Amy again before going out and putting myself out there, and being on stage, and working all the time," she said during a recent teleconference. "There is a lot that goes on behind the scenes. There is a lot of work involved that fans don't see. And I did get married and take some real time off before we started the writing for this record.

"I did spend some (time) finding myself ... and it made me get inspired to make another Evanescence album. ... What we ended up with was something that took a lot of blood, sweat and tears, but something that we were so invested in and completely proud of."

With the group's previous success, Lee felt no pressure to rush another Evanescence record into the marketplace. Instead, she took her time to create something that she felt stood shoulder-to-shoulder with the band's hit albums.

"An Evanescence record's a big production and I've always taken all the time and money that I thought that it needed to be great; to be perfect; to be, in my heart, the best thing we've ever done," she said. "It's sort of a high standard to set and sometimes it can be maddening for me and the people around me.

"But I always want to be growing and showing signs of change and I think it takes time. ... There are no rules. Everybody works at their own pace in their own way, ... so I'm going to continue to take all the time it takes to make something that I think is new, and special, and worth hearing."

Evanescence has been back on the road promoting the new record and is a headliner on the Carnival of Madness tour with Chevelle, Halestorm, Cavo and New Medicine. The tour will stop at the Mohegan Sun Arena on Thursday, Aug. 30.

"We have Carnival (of Madness) and then I think we have three weeks off or something, which is cool, and then we have a big South American tour," Lee said of her group's plans. "And that will be another one of those things where we are going to a lot of those place we haven't been to and we keep missing. We are trying to go to Colombia and some other cool places. And then we play like four dates in the (United Kingdom) and I think that will be it for this year for us.

"We've been making it a point to get to places that we've never been to before. We've been touring for a decade now ... and we've been all over the place, but there are always those few places that didn't work out, like Morocco and ... we still haven't been to Poland ... and all of these random places that we just hadn't been to.

"It's been really fulfilling to go to places and have that first-time feeling. When you are playing for the first time in front of a group of fans, it is incredibly invigorating.

"But we've been doing this for a while (and) it's really cool to come back and not only see new fans, but also the ones that are still there and that have been waiting."

29 de agosto de 2012

“Uma grande base de fãs tão apaixonada” — Amy

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“But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base” — Amy Lee
“Eu acho que o número de seguidores que você tem no Facebook é mais verdadeiro do que ler quantos álbuns você vendeu — o que é meio hilário” — Para Amy Lee, números de vendas de discos não mais refletem a verdadeira medida de sucesso. Em entrevista ao site Daily Tribune, Amy diz que sempre houve “lutas” na elaboração de um álbum e se diz sortuda por ter uma base de fãs tão apixonada.
Amy Lee e o resto do Evanescence permitiram-se a um leve suspiro de alívio desde que o grupo lançou seu álbum auto-intitulado há 10 meses.

Reconhecendo que ela "não sabia como as pessoas iriam reagir, ou se ainda haveria uma audiência [para o Evanescence]", Lee estava enganada, porém prazerosa pelo "Evanescence", o primeiro álbum da banda em cinco anos, que estreou na posição número 1 da Billboard 200. [Amy] também recebeu um par de prêmios no Loudwire Music Awards, pelo 'Retorno do Ano' e 'Canção de Rock do Ano' ("What You Want") e foi nomeada como 'Melhor Vocalista' no Golden Gods Awards, da revista Revolver no início deste ano — também nº 1 no Hottest Chick in Hard Rock.

E este sucesso, de Lee e companhia, os trouxeram como líderes da atual turnê Carnival of Madness — como uma marca de vitória — embora Lee não acredite que seja a única estrela do show.

"Eu tenho que ser honesta, eu me tornei uma grande fã do Halestorm" — e, especialmente, uma fã desse grupo de Lzzy Hale, notifica Lee. "É muito raro ter o prazer de estar em turnê com outra mulher. Mas a cima de tudo, ela é extremamente divertida e super pé-no-chão. Sendo assim, essa realmente tem sido a minha parte favorita até agora — e os shows foram ótimos".

Carnival of Madness pega o Evanescence na sua campanha [de divulgação] do "Evanescence", o qual estreou no Top 10 de vários países. "Nós apenas demos uma pausa na turnê", diz Lee, 30 anos, que co-fundou o Evanescence em 1995 e continuou depois uma divisão acirrada com seu parceiro de composições, Ben Moody, em 2003.

"Nós estivemos por todo o mundo. Fomos a um monte de países que nunca tínhamos ido antes e atingimos um grande número de lugares que estavam em nossa lista de desejos — Líbano, Marrocos, Trinidad, Porto Rico, Coréia. Nós realmente fizemos muitas coisas interessantes nesta turnê e tivemos boas aventuras.

Isso, acrescenta Lee, tem feito do "Evanesence"  uma "coisa muito positiva em minha vida". Especialmente a sua longa gestação; incluindo abandonar um bocado de material que ela inicialmente havia escrito antes da troca de produtores — de Steve Lillywhite para Nick Raskulinecz — ao longo do caminho. "Foi um longo caminho até chegar aqui", Lee reconhece. "De certo modo, sempre foi. Nunca fiz um disco sem uma luta — e sempre valeu a pena".

Ela, no entanto, reconhece que a definição de sucesso mudou desde o lançamento do último álbum do Evanescence. Embora "Evanescence" tenha feito um grande impacto, está sendo menor do que o número de vendas dos discos anteriores da banda — mais de 17 milhões em todo o mundo com "Fallen", de 2003, e mais de 6 milhões com "The Open Door", de 2006. Ambos os álbuns foram multiplatinados nos Estados Unidos, enquanto as vendas do "Evanescence" estão com, aproximadamente, 421 mil [cópias vendidas] no mercado interno. Mas Lee diz que esses números não mais refletem a verdadeira medida de sucesso.

"Eu acho que o número de seguidores que você tem no Facebook é mais verdadeiro do que ler quantos álbuns você vendeu — o que é meio hilário", diz ela. "Você não precisa comprar tanta música como antes, portanto, como artista, só temos de manter nossas mentes abertas. Não há como voltar atrás. É mais sobre a criatividade".

"Mas nós somos muito sortudos por ter uma grande base de fãs tão apaixonada. Então, sinto que se fizermos qualquer coisa, nossos fãs irão ouvir... de uma forma ou de outra".

Evanescence planeja dar aos seus fãs mais um pouco do "Evanescence". Ambas as canções "The Other Side" e "Lost in Paradise" estão sendo promovidas como singles do álbum, com um vídeo previsto para o último no "próximo intervalo de tempo livre". A banda está voltando para uma corrida no exterior, no Reino Unido, após o término da Carnival of Madness no início de setembro, com planos para terminar a turnê a tempo para os feriados [de fim de ano]. E nesse momento, diz Lee, ela começará a pensar em novas músicas — embora, acrescenta, "a minha primeira meta será um bom tempo com a família".

"Eu só entro nesse modo [criativo] quando estou em casa e, finalmente, separada do caos da vida pública", diz Lee, que se casou em 2007. "Mas tem sido bom. Foi muito sobre sair, ver coisas novas e ser capaz de ter alguma nova inspiração. Sendo assim, a escrita virá, mas não estou preocupada com isso".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
ENGLISH
Amy Lee and the rest of Evanescence have allowed themselves a slight sigh of relief since the group released its self-titled third album 10 months ago.

Acknowledging that she “didn’t know how people were going to react, or if there was still an audience there at all,” Lee is nothing but pleased that “Evanescence,” the band’s first new album in five years, debuted at No. 1 on the Billboard 200. It also received a pair of Loudwire Music Awards, for Comeback of the Year and Rock Song of the Year (“What You Want”), and Lee was named Best Vocalist at Revolver magazine’s Golden Gods Awards earlier this year — as well as the No. 1 Hottest Chick in Hard Rock.
And that success has Lee and company treating its current headlining spot on the Carnival of Madness tour as a something of a victory lap — although in Lee’s mind she’s not the only star of the show.

“I have to be honest, I’ve become a huge Halestorm fan” — and especially a fan of that group’s Lizzy Hale, Lee notes. “It’s always a rare treat to be on tour with another female in the first place, but on top of that, she’s extremely fun to watch and super down-to-earth. So that’s been really my favorite part of it so far, and the shows have been great.”

Carnival of Madness catches Evanescence well into the “Evanescence” campaign, which has turned into a global concern thanks to the album’s Top 10 debut in many other countries. “We’ve just been touring our asses off,” says the classically trained Lee, 30, who co-founded Evanescence in 1995 and continued it after an acrimonious 2003 split with songwriting partner Ben Moody.

“We’ve been around the world now, gone to a bunch of places that we’d never been to before and hit a lot of places on our wish list — Lebanon, Morocco, Trinidad, Puerto Rico, Korea. We really have done a lot of interesting things on this tour and had quite an adventure.”

That, Lee adds, has made “Evanesence” “a really positive thing in my life,” especially since its long gestation included abandoning a batch of material she initially wrote for it and switching producers, from Steve Lillywhite to Nick Raskulinecz, along the way. “It was a long road getting there,” Lee acknowledges. “To some degree it always is. I’ve never made a record without a fight — and it’s always worth it.”

She does, however, acknowledge that the definition of success has changed since Evanescence last released an album. While “Evanescence” has certainly made an impact, it’s doing so without the kind of sales the group previously enjoyed — more than 17 million worldwide for 2003’s “Fallen” and more than 6 million for “The Open Door” in 2006. Both of those albums were multiplatinum in the United States, while “Evanescence” sales are at about 421,000 domestically. But Lee says those figures don’t feel like the true measure of success anymore.

“I almost think how many followers you have on Facebook is a more true read than how many records you’ve sold — which is kind of hilarious,” she says. “You don’t have to buy music as much anymore, so as an artist we just have to keep our minds open. There’s no set way to do things anymore. It’s more about creativity.

“But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base. So I feel if we make something, our fans are going to hear it ... one way or the other.”

Evanescence plans to give those fans more to hear from “Evanescence.” Both “The Other Side” and “Lost in Paradise” are being promoted as singles from the album, with a video planned for the latter “in the next break of time off we have.” The band is headed back overseas for a U.K. run after Carnival of Madness ends in early September, with plans to finish touring in time for the holidays.

And at that point, Lee says, she’ll start thinking about more new music — though, she adds, “my first order of business is going to be to soak up some good family time.”

“I only get into that (creative) mode when I’m home and finally separated from the chaos of public life,” says Lee who married in 2007. “But this has been good. There has been a lot of going out there and seeing new things and being able to have some new inspiration. So the writing will come. I’m not worried about that.”

28 de agosto de 2012

Backstage: Stage AE — Pittsburgh, Pennsylvania

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Nas redes sociais, imagens dos integrantes do Evanescence no backstage e na passagem de som para o show no Stage AE em Pittsburgh, Pennsylvania.

View from the office chair at soundcheck
Amy and Terry relaxing before the Pittsburgh #CarnivalofMadness tour tonight!


27 de agosto de 2012

Sob chuva, Amy Lee e Lzzy Hale realizam dueto

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Mesmo sob forte chuva em Chicago, Amy Lee subiu ao palco e cantou “Break In” ao lado de Lzzy Hale. Devido ao mau tempo, show do Evanescence foi cancelado (Saiba mais!). Confira um trecho da canção e duas imagens:

Singing in the RAIN! @LZZYHale and @AmyLeeEV photo by@Rob_Fenn


photo by@Rob_Fenn


26 de agosto de 2012

DTE Music Theater — Clarkston, Michigan (USA)

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carnival of madness tour
Michigan é um Estado americano localizado na região centro-oeste do país. O mesmo é conhecido como “The Great Lakes State” (o Estado dos Grandes Lagos), uma vez que se limita com o Lago Superior ao norte, Lago Huron a leste, Lago Michigan a oeste, além dos Estados de Indiana e Ohio ao sul. A região do Estado era de posse da França até 1764, quando foi cedida para o Reino Unido. Após a Guerra de Independência dos Estados Unidos em 1783, o território passou para o controle dos americanos, que criaram o Estado de Michigan em 26 de janeiro de 1837.

setlist
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone (Extended Intro)
  6. Good Enough (Intro Only)
  7. Lithium
  8. Lost In Paradise
  9. My Heart Is Broken
  10. Whisper (Extended Intro)
  11. The Change
  12. Oceans
  13. Never Go Back
  14. Call Me When You're Sober
  15. Imaginary
  16. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
pictures

youtube
1. What You Want




  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone (Extended Intro)
  6. Good Enough (Intro Only)
  7. Lithium
  8. Lost In Paradise
  9. My Heart Is Broken
  10. Whisper (Extended Intro)
  11. The Change
  12. Oceans
  13. Never Go Back
  14. Call Me When You're Sober
  15. Imaginary
  16. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal

Rock The Rapids — Grand Rapids, Michigan (USA)

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carnival of madness tour
Anthony Kiedis, vocalista dos Red Hot Chili Peppers e o ator Taylor Lautner, da série Crepúsculo, nasceram na cidade Grand Rapids, localizada no estado americano do Michigan, no Condado de Kent. Foi fundada em 1826 e incorporada em 1850. De acordo com o United States Census Bureau, a cidade tem uma área de 117,2 km², onde 115 km² estão cobertos por terra e 2,2 km² por água.

setlits
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Your Star
  8. Whisper
  9. The Change
  10. Never Go Back
  11. Call Me When You're Sober
  12. Imaginary
  13. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
pictures

youtube
1. Disappear


  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Your Star
  8. Whisper
  9. The Change
  10. Never Go Back
  11. Call Me When You're Sober
  12. Imaginary
  13. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal

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