Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

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11 de agosto de 2012

Especial “What You Want”

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"Faça o que, o que você quiser". Assim Amy Lee disse a si mesma e a todos que a esperaram durante longos sessenta meses. Em agosto de 2011, há um ano, ouvíamos aquele que rasgaria o hiato do Evanescence e de todos aqueles que, de alguma maneira, dele dependem.


INFORMAÇÕES

Gênero: Alternative metal
Produtor: Nick Raskulinecz
Gravadora: Wind-Up Records
Lançamento: 09 de agosto, 2011
Duração: 3 minutos e 40 segundos

Composição/Gravação: 2010–2011 (Nova York)
Lançamento do Videoclipe: 9 de Setembro, 2011
Composição: Amy Lee, Terry Balsamo e Tim McCord
Live Premiere: MTV First Evanescence; 8 de agosto, 2011

CD Single (Tracklist)
"What You Want" – 3:40.
"What You Want" (Elder Jepson Remix) – 3:18


COMPOSIÇÃO

"What You Want" foi descrita, pela própria Amy, como a canção mais pesada e distinta da história do Evanescence. Trata-se de uma letra de alerta, uma mensagem de auto-experiências com seus fãs e sobre atitudes que ela deveria ter.


"Certo, What You Want. O que eu posso dizer sobre ela? Foi uma experiência de composição legal. Tim, Terry ficaram na minha casa por um mês. Ficamos só passando um tempo na minha sala. Eu estava no piano e eles trabalhavam nos riffs e nos versos instrumentais. Eu só comecei a tocar e meio que aconteceu tudo muito rápido, sabíamos que estávamos compondo algo legal e estávamos muito empolgados. Foi engraçado: ficamos em dois estúdios, um na sala e outro no sótão, então, eu podia ficar trabalhando nas letras enquanto eles escreviam a música. Eu me lembro de ter ficado um pouco envergonhada quandro escrevi o refrão, letra e melodia "Do what you what you want". Eu fiquei tipo "cara, vão rir de mim, vão pensar que sou a Janet Jackson. Mas que se dane, mostrarei de qualquer jeito". E eles disseram: "Não, está legal!" Fiquei muito feliz de terem pensado isso, pois é muito divertido de cantá-la."
- Amy Lee

Durante a entrevista concedida ao MTV News, Amy disse: "Então, a música que será o primeiro single é a canção que envolve tudo. Tem um significado legal, bastante conteúdo em seus versos, é pesada e ótima... Eu acho que há muitas músicas [do álbum] que atendem a esses mesmos critérios". Ela também acrescentou que "What You Want" foi algo totalmente diferente para a banda e eles que eles desejam que o novo single a seja muito mais que um hit. Amy também revelou que a música é sobre seu relacionamento com os fãs e percepção de que "isto era o que eu deveria fazer".
"É sobre a liberdade - a qual, definitivamente, é um tema constante em todo o disco - mas, é sobre Evanescence, sobre mim e minha relação com a música e os meus fãs. Vem de encontro com realização de "Isto é o que eu devo fazer... E eu quero fazer isso", e quando digo: "Remember who you really are", é exatamente tudo aquilo que você poderia supor que significasse". Outra inspiração para a canção veio da sua própria vida: "Essa música é como falar comigo mesmo sobre não ter medo, voltar a estas coisas e viver a vida que eu nasci para viver"

Musicalmente "What You Want" é uma canção up-tempo, um estilo de música com um ritmo acelerado, ou seja, à mais de 120bmp, que utiliza vários instrumentos em sua composição; guitarras, sintetizadores, piano, violino, contra-baixo e bateria.


MUSIC VIDEO

As filmagens de seu videoclipe começaram a partir do 30 de julho de 2011, no Brooklyn, Nova York, e foi escrito por Carrie Lee, irmã mais nova de Amy, e dirigido por Meiert Avis. "What You Want" foi tocada ao vivo pela primeira vez na MTV e, mais tarde, no live-show Jimmy Kimmel Live!.

"Este vídeo é uma espécie de, tipo, a história da banda. Este clube [set de gravação] está emulando antigos shows que costumávamos apresentar no começo [da carreira] - Costumávamos tocar em clube chamado Vino's, em Little Rock [Arkansas] - É uma espécie de retorno àquela época. Um clube enérgico, sujo e abrasador. E, basicamente, é também [sobre] New York, onde moro, [e] onde [o baixista] Tim [McCord] tem vivido nos últimos anos desde que paramos com a banda. É uma espécie de fuga de New York [...] e voltar para o mundo".


"Este será um vídeo mais um pessoal. No passado, fizemos clipes que eram muitos 'fantasia', e este será um tipo real de nós. [...] eu só queria fazer algo que realmente passasse a mudança pessoal. Obviamente, eu estou usando uma maquiagem louca, e essa não é a que eu uso todos os dias, mas, você sabe, eu quero me conectar com os fãs novamente. Todos nós queremos. Sentimos falta deles. Um monte de coisas neste álbum é sobre eles e é por isso que eles estarão aqui e aparecerão nele também".


SCRIPT WHAT YOU WANT - CARRIE LEE

“What You Want” evoca a liberdade e o espírito de luta do feroz retorno do Evanescence. A arquitetura da cidade de Nova York proporciona um cenário industrial para o vídeo, onde a banda tem permanecido desde o lançamento de seu último álbum. A configuração metropolitana soa seu primeiro vídeo, “Bring Me to Life”, mas o leva para outro nível, aumentando as apostas e colocando tudo em uma escala maior. As cenas da banda ocorreram em um pequeno espaço no subsolo arenoso, embalado com uma multidão de fãs gritando. Cenas mostram Amy rompendo com os limites bem espaçados da cidade e, eventualmente, correndo na ponte do Brooklyn, retornando ao mundo como a deusa reinante do rock. O vídeo tem acontece na escuridão da manhã, acabou culminando com a sugestão de um nascer do sol atrás do horizonte da cidade enquanto a banda olha através de uma expansão infinita do oceano – é o início de um novo dia para o Evanescence.


Nova York – Escuridão da manhã

A câmera se move lentamente pelos arranha-céus de Nova York enquanto o vídeo começa. A escuridão ainda satura a cidade nas primeiras horas antes do amanhecer. Os vocais assombrosos de Amy repercutem entre os prédios. A banda estava tocando em uma sala lotada durante toda a noite. A câmara faz zoom em uma corrida confusa e assim que as guitarras entram.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:19)

A banda está tocando um pequeno clube underground. As cores ainda são suaves, mas rajadas de flashes da iluminação cênica sobre a cena. O local um pouco arenoso lembra os primeiros shows do Evanescence. Uma multidão fanática surge contra o palco, os seus corpos apertados preenchem de parede a parede em um frenesi de alta energia. O cabelo da Amy é longo e varrido pelo vento, expressando uma liberdade selvagem. Ela tem uma faixa vermelha dramática da maquiagem em seus olhos. A banda toca com um entusiasmo febril.

Dentro do metrô – antes do amanhecer (0:35)

Amy está sozinha em um metrô vazio. As luzes piscam assustadoramente (a’la filme de terror), enquanto ela procura uma saída. A câmera segue por trás enquanto ela passa a mão ao longo das paredes de tijolos sujos que confinam ela.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:45)

A câmera dá close na Amy para “Every heart in my hands like a pale reflection”

Na escada – antes do amanhecer (0:51)

Amy está correndo em uma escada apertada e escura tentando sair da estação de metrô. Ela parece um pouco paranóica, mas confiante e determinada.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (0:55)

Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.

No beco – antes do amanhecer (1:07)

Amy escapou do metrô para se encontrar em um beco apertado com edifícios abainhando-la em ambos os lados. A cidade ainda está escura, mas os fluxos de luz de algumas janelas espalhadas e outras fontes de luz e sombras sinistras.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:11)

Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.

No beco – antes do amanhecer (1:26)

Amy ainda está andando pelo longo beco, ângulos de câmera inclinada refletindo o seu estado mental atormentado enquanto ela luta para sair do labirinto longo de edifícios.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:34)

Outra cena de toda a banda tocando no local.

Nas ruas de NY – antes do amanhecer (1:49)

Amy encontrou seu caminho para o enrolamento, ruas vazias de Nova York no início da manhã. Ela faz o seu caminho através dos obstáculos da cidade.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (1:58)

Outra cena de toda a banda tocando no local. Closes individuais dos membros da banda.

Ponte do Broklyn – amanhecendo (2:05) (atuando, sem dublê)

Enquanto a música atinge o seu clímax, Amy atravessa a Ponte do Brooklyn. No momento em que engloba a sua liberdade exuberante, com os cabelos fluindo atrás dela. Os cabos na ponte criam um efeito de estroboscópio como o nascer do sol começa a espreitar sobre o horizonte da cidade, cruzando os fios. Quando a letra atinge “forever spiraling”, Amy pula no ar e segue o vídeo dela em um close em câmera lenta. “Down, down, down”, com os seus cabelos e roupas agitando ao seu redor em uma queda surreal e bonita. Em 2:36, ela bate no chão duro, e aterrissa de quatro como uma super-heroína.

Dentro do local lotado – amanhecendo (2:37)

Um close curto no Will tocando bateria.

Abaixo da ponte do Brooklyn – amanhecendo (2:40) (atuando, sem dublê)

Enquanto ela canta “It’s only me”, nós vemos Amy onde ela caiu, de joelhos com a cabeça baixa, cabelos cobrindo o rosto. A câmara faz zoom em um close lentamente de lado. Ela lentamente e desafiadoramente levanta cabeça.

Dentro do local lotado – antes do amanhecer (2:52)

A banda está tocando mais forte do que nunca e a multidão está em um caos em êxtase. Closes individuais dos membros da banda.

Na praia – amanhecendo (3:17)

Amy andou para o litoral. Ela anda em câmera lenta para a beira da água com o horizonte de Nova Iorque atrás dela, os raios dourados apenas espreitando por cima dos arranha-céus. Em 3:24, a câmera segue-a por trás. Ela entra na água. Os outros membros da banda entram em quadro de trás da câmera, entram na água com ela. O vídeo termina com a banda de frente para uma expansão infinita de oceano.

Original: Clique aqui!


REVIEWS:
Recepção da Crítica - Internacional


1. Scott Shetler, do site Pop Crush, descreveu a canção como uma "faixa de rock enérgica que lembra aos fãs porque o grupo foi um dos maiores sucesso da última década". Também acrescentou que o riff usado na música é acompanhado pelos "fortes, porém bonitos vocais d Lee".

2. James Montgomery da MTV News, elogiou a música dizendo que a canção é um ótimo single de retorno da banda que por tanto tempo esteve longe dos fãs, mas que também "consegue capturar a essência do que os inspirou e moveu".

3. Um colunista da NME (UK) elogiou o riff da guitarra na canção; "construída em torno dos pseudos vocais operísticos de Amy Lee".

4. Bliss Karen da revista Rolling Stone elogiou Lee os "assustadores" e "cristalinos" vocais de Amy Lee na "música de força industrial" que é "What You Want".

5. Nick Catucci, também da Rolling Stone, deu à canção três estrelas. "Amy Lee troca a angústia pelo desafio, pelo grito de boas-vindas com atrevimento. Ela é invadida pela música, por uma colisão de duas toneladas guitarras, cordas e piano"

6. Steven Hyden do A.V Club escreveu: "Lee realmente pode cantar, e "What You Want" mostra que ela tem capacidade (e até mesmo a coragem) para se tornar a nova Pat Benatar que esta geração precisa desesperadamente".

7. Em outra review, do A.V Club, Matthew Perpetua escreveu que o "sofrimento está menor" nesta canção, antes de acrescentar que a banda "nunca soou tão viva e dinâmica".

8. Bill Lamb do site About.com deu à canção quatro estrelas e meia, num total de cinco, elogiando a sua poderosa e dançante batida de rock, vocais crescentes de Lee e versos de dor e mágoa. Bill também acrescentou que a canção foi definida em "melodia envolvente, que inspirará os ouvintes a participar no 'Hello, hello" dos coros. Ele terminou sua review dizendo que a canção "é um single perfeito para continuar o legado da banda".

9. Rick Florino do ARTIST Direct deu a música cinco de cinco estrelas dizendo que tinha um dos "melhores ganchos da carreira da banda até à data", que tornou-se "instantaneamente inesquecível". Florino terminou sua análise chamando a canção de "outro clássico do Evanescence", que iria reviver o rock novamente.

10. Robert Copsey, do Digital Spy, colocou a música em sua lista de "10 faixas que você precisa ouvir", acrescentando:" What You Want" é um poço de rock pesado e dramático que inclui guitarras de marcos elétricos e refrões melódicos".

11. Ao rever o álbum do Evanescence, Kyle Andersosn, do Entertainment Weekly, colocou a música em sua lista de músicas para download do novo álbum, descrevendo-a como "feroz".

12. Marc Hirsh do, The Boston Globe, chamou "What You Want" de "a mais forte declaração de que a banda está de volta".

13. O site The Runner diz que o primeiro não é uma má maneira de começar um álbum, soa como um hino. As guitarras com ritmo acelerado e de balanço bombeado. Mas é também como as faixas de abertura dos dois álbuns anteriores.


REVIEWS:
Recepção da Crítica - Nacional


1. Marcos Bragatto, do site Rock em Geral, disse que a introdução da bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas do álbum. "Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas".

2. Site Leitura Musical diz que What You Want foi escolhida corretamente para abrir o novo disco, como primeiro single com refrão “grudento” e boas linhas de guitarra e bateria a música sem dúvida alavancou o novo trabalho da banda, que estreou em 1º lugar na parada americana.



CHARTS: Desempenho

Acompanhe ao lado a tabela que contém o desempenho do single What You Want em rádios e outros veículos de divulgação. A canção chegou a ganhar a primeira posição na rádio de rock britânica.






Live Performances

1. Evanescence Live at MTV First: EVANESCENCE (08.08.2012)



2. Evanescence Live at Terminal 5 - New York (01.11.2011)



3. Evanescence Live at Rock in Rio Lisboa 2012 (25.05.2012)



Elaboração: Victor Cavalcante
(Todos os direitos reservados aos autores e EvRockBrasil)

18 de julho de 2012

Live Chat: Amy Lee no Soundrop App

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Live Chat with Amy on Soundrop
Tim Burton; filme e video game favoritos; desenho animado; Your Love; If You Don't Mind e a inspiração da música Secret Door são algumas das respostas dadas por Amy Lee no live chat realizado com a cantora na tarde desta quarta-feira (18), em Nova York.
Não é verdade que estou trabalhando com o Tim Burton. POR FAVOR, ME AJUDEM A FAZER ALGO COM ELE! Isso sempre foi meu sonho

Eu amo a música "If You Don't Mind". Apenas esperando o momento certo [para lançá-la]. Será divertido. 

"Your Love" não foi devidamente gravada. Desejo que o Legends and Lyrics lancem apenas a versão ao vivo que fizemos para eles, online ou coisa do tipo!

Inspiração para "Secret Door": Recorrentemente, estava tendo um sonho. Quando eu  acordava, tudo o que podia lembrar era de uma porta redonda e um sentimento muito forte de amor por algo atrás da porta... Eu escrevi a música sobre o amor dentro de um sonho e a ideia de que a realidade é aquela que você escolhe.

Raramente uso perfume, mas quando utilizo, geralmente, é o Flowerbomb.

Meu filme favorito em todos os tempo: Edward Scissor Hands ("Edward, Mãos de Tesoura")

Disney World é meu vício. Eu nunca consigo aproveitá-lo o suficiente. Transporta você totalmente para um mundo de inocência

Meu video game favorito em todos os tempos: Legen of Zelda Ocarina

(música fav. para tocar ao piano) Eu amo tocar "My Heart is Broken" ao piano. Os riffs são difíceis, mas agora eu aprendi a memorizá-los e está diverto.

Estou ouvindo com você! Está em "Krakken" (eu quis dizer "Disappear"!) ;)

O último álbum que comprei foi o Chevelle, essa manhã. Eu quis conhecer sobre o que estaria falando, antes de realizarmos uma entrevista juntos.

Música favorita do álbum do Chevelle é, de longe, "Revenge".

Eu amor tartarugas também ;P

Claro que não me arrependo da música Cartoon Network! Certamente, será uma das coisas mais reais sobre mim que verá.

Favoritas músicas clássicas para tocar: The Pathetique, Moonlight Sonata

Ainda me lembro dos títulos de trabalho do [álbum] The Open Door. WOTW era "**** allyall"; The Only Onde era "Tuna Afternoon" e MHIB era "Metalocalarp".

Meu desenho animado favorito desses dias é o "Adventure Time". Amo a arte,  humor e criatividade.

POR FAVOR, DEUS, SIM. Eu ouvi que estavam regravando "Dark Crystal" e imediatamente liguei para o meu produtor. EU TENHO QUE FAZER UMA MÚSICA PARA ISSO.

Eu tenho [bonecas] Babushka que voces fizeram para nós. Estão na prateleira do meu quarto. Tão doce!

Coquitel favorito: Cuba Libre

Sim, eu amo o som de clarinetes.

Há muitas coisas que desejo fazer em minha vida. Se pudesse mudar algo no mundo, seria o nosso cinismo.
Tradução e adaptações: Evanescence Rock Brasil

Hi! Finally logged in! whew that stream is moving fast! ok...

Santiago Manuel Escabias García: I loved Madrid so much this time! I speak just enough Espanol to feel cool there ;)

My paintings: I would love to have a full show someday. I'm working on it, I have a lot of unfinished ideas.

weirdest ice cream flavor I've ever tried: wasabi

It is not true that I am working with Tim Burton. PLEASE HELP ME MAKE HIM! Its always been my dream.

Your Love hasn't been properly recorded. I wish Legends and Lyrics would just release the live version we did for them online or something!

I love the song If You Don't Mind. Just waiting for the right moment for it. Its a fun one.

Inspiration for Secret Door: I was having a recurrent dream. When I woke up every time all I could remember was this round door, overgrown with ivy and a really strong feeling of love- for something through the door. I wrote the song about love within a dream and the idea that reality is only the one you choose

[Chessiest song I liked and like now: wake me up before you go go from Wham] paraphrased

(fav piano song to play) I love playing My Heart Is Broken on the piano. The riff is hard but I've got it memorized now and it's fun to shred

Rachel Blaine: I am listening with you! It's on Krakken (I mean Dissapear!) ;)

Laura Luthe: Last album I bought was Chevelle's, this morning. I wanted to know what I was talking about before we did and interview together.

Fav song on Chevelle album so far is Revenge

I like turtles too ;p

Charlotte Atkinson; Of course I don't regret the Cartoon Network song! Strangely enough its probably the most youll ever see of the real me.

Reneaux Ruffin: My favorite cartoon these days is Adventuretime. Love the art, love the humor, love the creativity.

We have some VERY talented fans

I rarely wear perfume but when I do its usually Flowerbomb

Skating or skiing: I SUCK at skating I tried a few times when I was young. NOT happening. I'm pretty good at snow and water skiing though! yeah not a surfer either.

leigh manson: I haven't even started yet :)

Anastasia McGreggor :I will send that message on and find them!

Bay Chan: My favorite movie of all time might be be Edward Scizzorhands (ps. Amy was the one who wrote it with two z's, not me lol)

C.Elizabeth: In my home in NY, all the lights off and it just started pouring and thundering! My favorite kind of day

Lynne Jamieson. I don't think there's anything cooler. My piano teacher, mrs. Twombley would be SO proud!!

Aw, I love this little song (Breathe No More live @ ABH was playing)

Kayla Barnett: Fav classical songs to play: The Pathetique, Moonlight Sonata

Most favoritte video game of all time: Legend Of Zelda Ocarina of Time. Next up is Katamari
Also Little Big Planet! i wonder if I've ever played it with any of you [and you didn’t know it was me.

anastasia mcgreggor: LSP!!!!!

Gary Butcher: Disneyworld is my crack. I can't get enough of it. Totally transports you to a more innocent world.

Do I have any other PESTS besides cats! Haha. Nope. Tried to have birds several times and they were murdered by said pests.

Chase Grey: Its awesome. Whats rad about the power of music is how it unites us, makes us see that we’re not that different actually.

Jared Edward: PLEASE GOD YES. I heard they were remaking the dark crystal and immediately called my manager. I MUST MAKE MUSIC FOR IT

M a t t: I can still remember working titles from the open door. WOTW was “f*ckallyall”. The only one was “tuna afternoon”. MHIB was “Metalocalarp”

Ok, guys, just a few more!

Charlotte Podubin: I am 5'4

Billie Fortus: I have the Babushka you guys made us on the shelf in my bedroom. So sweet

Stephania Salladini :I'm gonna pick up the Ukulele. It's very portable and nice sounding. My dad plays, it's very sweet and homey sounding.

Also, don't laugh, I'd love to get into the accordian. Just for fun, and I hear its pretty complicated which intrigues me.

Fav cocktail: Cuba Libre

Pakulee: Yes, I LOVE the sound of the clarinet

Zed Sefi: I have alot left I want out of life. What I wish I could change about the world: our cynicism.

Well Shermie is insisting we hang out now, he's literally trying to lay down on the laptop on my lap! Love you guys. this was fun.

Many thanks to: @lucy_lacrymosa

13 de maio de 2012

Descarte ou apenas uma questão de tempo?

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Até onde, quais e o que conhecemos sobre as músicas do Evanescence? Para uma única pergunta, diversas respostas. Simples justificativa. Em sua história, uma extensa lista de músicas se perderam no conhecimento ou até mesmo passaram desapercebidas dos fãs. Logicamente,  algumas destas soubemos apenas o título; em alguns casos, pequenos trechos e outras, nem sabemos que existem. Nesta matéria, te convidaos a conhecer um pouco mais sobre essas canções que de alguma maneira temos algum tipo de conhecimento.   
Eu acho que algumas dessas músicas não são adequadas para o Evanescence. Algumas das músicas que tínhamos naquela época poderiam talvez ser uma coisa de trabalho solo no futuro. Nós realmente temos um monte de músicas extras a partir desse momento e também canções que a banda escreveu em conjunto. Nós apenas escrevemos uma tonelada alguns anos atrás e, especialmente, no último ano. Minha cabeça está totalmente focada no Evanescence agora, mas eu acho que é totalmente possível que algumas dessas músicas acabem em diferentes projetos, algum dia - talvez solo, talvez algo mais - Amy Lee


Catherine

Música possivelmente gravada, porém, nunca disponibilizada. Uma das únicas músicas que Amy Lee e Ben Moody escreveram juntos, e que se cogitou em adicionar ao Origin.

De acordo com um entrevista de Amy Lee para o EvanescenceWebsite.com, ela foi escrita em um violão acústico no estacionamento de um cinema. Eles só a tocaram umas poucas vezes para aproximadamente 25 pessoas em um café em Little Rock.

Ben e eu escrevemos Catherine em um violão acústico no estacionamento de um cinema. Eu realmente não me lembro se a gravamos ou não, mas eu sei que a tocamos umas poucas vezes para aproximadamente 25 pessoas em um café - Amy


Spanish


Sobre a música "Spanish", sabe-se apenas que se trata de um instrumental realizado em Little Rock, Arkansas, durante os primeiros dias do Evanescence. De acordo com o usuário Cfw828 do EvBoard (extinto), trata-se de um instrumental que foi tocado ao vivo, embora nunca tenha sido gravado. Denominou-se "Spanish" por causa da guitarra espanhola presente na canção.


Faixa Five

Pouco se sabe sobre esta música. Não lançada e, até à data, uma canção inédita. Mas sabe que os créditos da composição tem sido dada à Amy Lee, Ben Moody e David Hodges para a música como registrado pelo BMI Publishin.

No youtube, há o vídeo de uma canção tocada por Amy e Ben no no dia 7 de maio de 1999 no Vino's Bar, em Little Rock, que até hoje não se sabe qual o seu nome; muitos especulam que seja "Catherine" ou "Faixa Five". Backing vocals de Stephanie Pierce:


Eu odeio vê-lo [referindo-se ao vídeo do concerto], a nossa forma de apresentação naquela época me apavora! Eu sei qual a música que você está falando, no entanto, também acho que ela nunca teve um nome próprio. Foi uma canção semi-acabada, não iria a lugar algum porque não era muito boa. Naquele tempo, nós tocamos tudo o que tínhamos durante as nossas apresentações, embora ainda fosse um trabalho em progresso. Não era como se estivéssemos famosos. Todas as coisas acabam na internet... Whops. (Surpresa)
Ah, me recordo de ganhar pizzas grátis... - Amy Lee


Hi-Lo


Em uma entrevista para Spin Magazine, Amy anunciou o nome de uma música que estaria no terceiro álbum da banda, quando este possui inclinações para o lado eletrônico - períodos de produção com Steve Lillywhite.


"Hi-Lo". É um título provisório. Está indo em uma direção electro-pop - não há instrumentos orgânicos. É tipo Portishead ou Massive Attack, e liricamente é sobre seguir em frente, mas de uma forma não conflituosa, sem raiva. É tipo, "Hey, tudo que aconteceu, superei e não estou brava com você."


If You Don't Mind

Gravação: Setembro de 2005 - Março 2006
Escrito por: Amy Lee, Terry Balsamo e Will Boyd

Em maio de 2007, uma suposta introdução apareceu na internet, porém, no EvThreads logo se confirmou era falso. Esta canção em questão se chama 'True' de Akira Yamaoka, e está incluído na BSO do video game Silent Hill 2. Em resposta a um fã no twitter, em abril, o guitarrista Terry Balsamo afirmou que a canção foi gravada e que um dia seria lançada.



Your Love

Vinte e dois meses. Este foi o tempo que se passou desde o anúncio oficial do programa televisivo Legends And Lyrics que informou a participação de Amy Lee. Após problemas, diversas datas marcadas e canceladas, continuamos a esperar sempre por Your Love?
Leia também: Dossie Legends & Lyrics

A produção do programa disse ao EvTeam que a temporada com Amy Lee estaria disponível apenas no primeiro trimestre de 2012. A data não foi cumprida e, ironicamente – como diz a música – continuamos a esperar.



Perfect Dream - Vídeo: "Ladies and Gentlemen, Stompin' Steve"

E o que dizer deste vídeo divulgado por Amy Lee em março de 2010, ainda na pré-produção com Steve Lillywhite? O trecho nos permite ter uma noção do que estava sendo produzido com o então produtor Steve. Não incluída no álbum "Evanescence", a música é um grande mistério e desejo de muitos fãs. Pouco tempo depois, Amy Lee revelou no EvClub que o verdadeiro nome da música é "Perfect Dream".




You've Got a Lot to Learn 

Nome revelado por Amy Lee em uma participação no programa de rádio de Steve Lillywhite, até então, produtor do novo álbum. Amy também revela estar pensando em colocá-la como o primeiro single. Hoje, não se sabe se está no novo álbum com outro título ou se realmente foi descartada.

Steve: Oh, certo! Nós estamos indo para o estúdio... Sim! Nós vamos começar a cantar.
Você tem alguma idéia de como você gostaria de começar?
Amy: Eu acho que eu quero começar com "You've Got a Lot to Learn".
Steve: Certo, então você acaba de dar um título da canção.
Amy: Certo, eu acho. Isso é legal! Eu estava preparada para isso quando saiu da minha boca.
Steve: É, por isso há uma música chamada "You've Got a Lot to Learn" no álbum.
Amy: Sim.
Steve: Excelente.
Amy: Bateria especial por Quest Love.



Elaboração: Victor Cavalcante | Referências: EvanescenceRef

3 de maio de 2012

Amy Lee: "Obrigada por serem os melhores fãs"

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Amy: Confiança através de erros
Em entrevista ao site Vampire Freaks, Amy Lee fala sobre seus planos de ilustrar um livro infanto-juvenil, de autoria de sua irmã; rock na atualidade; como lida com o sucesso; experiências de vida; significado da música "Missing" e muito mais. Interessantemente, Amy diz que aprendeu a ganhar confiança a partir dos seus erros.

Quantas bandas você pode listar que não só conseguiu legiões de fãs, mas também não esqueceu de demonstrar seu amor e apreciação por cada um de seus soldados adorados? Bem, uma banda que poderia ficar no topo da lista é o Evanescence. O nível de sucesso deles é tão raro nesse meio que o único fato de serem assim é o quão pés-no-chão eles são. Em meio a lançar um álbum ano passado e embarcar em uma turnê ao longo do ano, Amy Lee reservou um tempinho para responder algumas das SUAS perguntas. Então, sem mais delongas, eu vos apresento a única Amy Lee:

Rafi: Então, vamos começar com a pergunta vencedora; com seu talento e sua criatividade, se você ilustrasse um livro de criança, sobre o que ele seria e qual seria o título?

Amy Lee: Isso é engraçado! Eu me pergunto se eles ouviram eu falar sobre isso antes. Minha irmã é uma ótima escritora de histórias e nós andamos falando muito sobre fazer isso. A gente ainda não começou nada, mas a gente anda pensando muito na ideia. Não seria algo inteiramente para crianças; teria um apelo adulto também. Eu sou uma grande fã de “A morte melancólica do garoto ostra e outras histórias”, do Tim Burton, e outra coisa que eu sempre amei foi “Stinky Cheese Man and Fairly Stupid Tales” (de Jon Scieszka e Lane Smith). Então eu acho que seria algo nesse estilo, uma coleção de pequenas histórias escritas por ela e ilustradas por mim. Isso vai acontecer um dia, eu só não sei o título ainda. (nós dois rimos)

Rafi: Outra pergunta que eu achei ótima foi: “Dada as controvérsias que os artistas como Marilyn Manson e outras pessoas do metal andam passando, sendo que eles foram bem expiatórios com as ações dos outros, se você encontrasse sua banda no meio de uma daquelas situações, o que você faria? O que você acha sobre a caça às bruxas com essas bandas?”

Amy Lee: É uma pergunta interessante. Eu acho que é muito importante que todos nós tenhamos um lugar onde nós podemos dizer o que realmente pensamos. Música, e especialmente o rock, por muito tempo tem sido lugar para isso, é uma saída. Nós devemos nos comportar o dia todo, esperar a nossa vez, e lidar com as frustrações da vida cotidiana. Então você precisa dar voz aos seus sentimentos, gritar “foda-se” e superar isso. Eu não acho que é culpa da música quando alguém fica meio maluco e faz coisas ruins. Essas tragédias teriam acontecido mesmo sem a música, na minha opinião.

Rafi: Outro fã perguntou: “Dado o seu sucesso ao longo dos anos, como você vê que isso te mudou? Você se enxerga de um modo diferente agora?”

Amy Lee: É uma pergunta complicada. Seria interessante se eu tivesse uma foto minha, se eu tivesse tomado um caminho completamente diferente. Eu gostaria de pensar que eu continuei sendo a mesma pessoa apesar de tudo. Eu sempre tive a mentalidade de que você precisa se manter no chão. Eu sempre mantenho pessoas honestas ao meu lado, mesmo que elas precisam me dizer que eu tenho um nariz enorme (risos). Mas eu diria que hoje eu sou uma pessoa melhor no palco, mas a personalidade eu tento manter a mesma. Ultimamente eu definitivamente tenho mais força para me apresentar em frente a 50,000 pessoas sem ficar nervosa. Eu sou muito grata por todos os lugares que essa banda e nossos maravilhosos fãs têm me levado.

Rafi: Você mencionou que você costumava ser mais nervosa. Há alguma coisa que você aprendeu e que possa ajudar as pessoas a passarem por isso?

Amy Lee: Honestamente, o melhor caminho é cair e bagunçar tudo, desde que você levante. Tudo é uma questão de aprendizado. É sobre isso que a vida é. Eu aprendi a ganhar confiança a partir dos meus erros mais do que qualquer outra coisa.

Rafi: Falando sobre experiências de vida, qual foi a melhor para você?

Amy Lee: Existem várias, mas uma que realmente me impressionou foi quando nós recentemente tocamos no Prêmio Nobel da Paz. Foi algo diferente, especial, um evento chique. Nós estávamos tocando para as pessoas que ganharam o prêmio e arriscaram suas vidas para fazer desse um mundo melhor, quero dizer, quem somos nós? (risos). Nós somos apenas uma banda que toca música e fala sobre música como se isso importasse (risos). Foi bem especial pra gente, e sei lá, eu senti durante a apresentação que algo dominou aquele lugar, como se fosse mágica. Houve um outro show, eu acho que foi minha primeira turnê em Atenas, e o local era uma cratera com pedras rochosas ao redor. O lugar estava esgotado e eu estava prestes a cantar “My Immortal” e a plateia estava cantando junto tão alto que eu não conseguia nem ao menos ouvir a minha voz, e isso foi incrível! Eles estavam segurando luzes coloridas e isso fez parecer com que o céu estava cheio de pessoas cantando para mim, eu senti como se fosse um show para mim.

Rafi: Alguns fãs expressaram o quanto suas músicas mudaram ou até mesmo salvaram suas vidas. Como isso te faz sentir? Você sente alguma pressão por ser uma espécie de modelo para eles?

Amy Lee: É meio estranho quando eu olho para trás na minha vida e me lembro que eu me sentia assim sobre alguns artistas, como o Nirvana. Eu me lembro de ter treze anos e escutar “In Utero” várias vezes. Eu me senti muito solitária durante um tempo, e a música me ajudou, dando palavras às emoções que eu estava sentindo. Quando as pessoas me dizem isso, tudo o que eu consigo pensar é, “uau, é incrível poder passar isso para você”. É o sentimento mais surreal e isso prova para mim que nós estamos fazendo alguma coisa certa.

Rafi: Uma fã foi mais longe ao dizer que depois que a mãe dela morreu, e ela escutava a música “Missing”, ela começava a se perguntar sobre o significado por trás dessa canção e se ela estava entendendo-a do modo certo.

Amy Lee: Eu diria que vocês sempre entendem certo. Quando se trata de música e arte, se trata sempre sobre como cada pessoa interpreta isso, individualmente. Algumas das nossas músicas são auto refletivas, mas algumas delas também contam histórias. Para mim, essa música era sobre ir embora, mas interprete-a do modo como quiser.

Rafi: Ok, vamos partir para as perguntas mais pessoais. Algumas pessoas querem saber se você tem tatuagens e se você não tiver, você consideraria a ideia de fazer o logotipo do Evanescence ou um “E”?

Amy Lee: (risos) Eu não tenho nenhuma tatuagem. Eu não acho que eu vou fazer alguma. Eu tenho trinta anos agora, então se eu não fiz nada até hoje, eu duvido que isso vá acontecer um dia. Eu amo tatuagens, quase todo mundo que eu conheço tem uma. Eu acho que talvez esse seja o problema. Todo mundo que eu conheço tem, então minha forma de ser rebelde é não ter nenhuma. (risos)

Rafi: Qual é a coisa mais estranha de se acontecer em uma turnê?

Amy Lee: Uau, essa é difícil. Tantas coisas acontecem na estrada. Uma vez, um fã nos mandou uma mecha de cabelo enrolado dentro de uma caixa de anel. Nós estávamos no carro e abrimos tudo muito rápido, e esse cabelo pulou da caixa e eu achei que era um animal. Então eu gritei e joguei a caixa enquanto o carro se movimentava loucamente pela estranha. (risos)

Rafi: E sobre histórias malucas de estúdio?

Amy Lee: Esse ultimo album, nós ficamos dentro do estúdio por mais ou menos um mês, onde nós entraríamos e só sairíamos de lá quando eu não aguentasse mais cantar. Um dia, eu estava sentada com o Nick Raskulinecz, e nós estávamos tentando nos preparar para mais um dia. Eu não estava no clima naquele dia. Nick olhou pra mim e disse, “você quer ligar o foda-se e ir pro boliche?” (risos) E eu respondi, “Na verdade, eu quero”. Então nós acabamos saindo do estúdio e fomos ao boliche.

Rafi: Para terminar, o que você gostaria de dizer aos fãs que estão lendo essa entrevista?

Amy Lee: Obrigada por serem os melhores fãs do mundo. Eu realmente acho que nós temos isso. Eu me sinto tão abençoada por ter tanta gente que não só me apoia, mas que também me entende. Eu acho que isso é incrível depois de tanto tempo, as pessoas continuam indo aos nossos shows e ficam esperando por nós darmos autógrafos e para que eles conheçam a gente. Nós estaremos com o pé na estrada o ano inteiro, então nós mal podemos esperar para ver todos vocês!
 Tradução: @Amy_LeeBrasil


How many bands can you list that not only have garnered legions of fans, but also not forgotten to show their love and appreciation for each and every one of their adoring troopers? Well one you should be putting at the top of the list is Evanescence. Their level of success is so rare in this industry that the only fact to rival it is how down to earth and frankly grateful they are. Amidst releasing an album last year and embarking on a tour through the year, Amy Lee took the time to answer some of YOUR questions. So without further ranting I hope to reintroduce you in a way to the one and only Amy Lee:

Rafi: So let’s start with the winning question; with your talent and creativity if you illustrated a children’s book, what would it be about, and what would the title be?

Amy Lee: That’s funny! I wonder if they heard me talk about this before. My sister is a great story writer and we have been talking about doing this. We haven’t started on anything, but we have been tossing around the idea. It wouldn’t be fully for children though; it would have an adult appeal as well. I am a really big fan of ‘The Melancholy Death of Oyster Boy & Other Stories’ by Tim Burton and another that I always loved was the ‘Stinky Cheese Man and Fairly Stupid Tales’ (by Jon Scieszka and Lane Smith). So I think they would be a lot like that, a collection of short stories written by her and illustrated by me. So this will actually happen, I just don’t know the title yet. (Both of us laughing)

Rafi: The other question I thought was great and a very close second was: “Given the controversies that artists such as Marilyn Manson and other metal acts have gone through, being that they were scapegoats for others’ actions, if you found your band in the middle of one of those situations what would you do? What do you think about the witch hunt on these bands?”

Amy Lee: That’s an interesting question. I think it is very important for all of us to have a place where we can say what we really think. Music and especially rock music for a longtime has been a place for that, it’s an outlet. All day long we are expected to behave; (both of us laughing) stand in line, wait our turn, and deal with the frustrations of everyday life. So you need something to voice your feelings, scream “****” (both of us laughing) and get it out. I don’t think it’s the music’s fault when someone goes crazy and does bad things. These tragedies would have happened without the music, in my opinion. If you take the outlet of music away from people it forces them to bottle up all the negativity, which I believe is worse.

Rafi: Another fan asked “Given your success through the years, how do you see that it has changed you? Do you see yourself differently now?”

Amy Lee: That is a hard question. It would be interesting if I had a picture of myself, had I taken a completely different path. I would like to think I remained the same person through it all. I always had the mentality through it all that you have to stay grounded (both of us laughing). I always keep people around me who are honest, even if they have to tell me I have a booger in my nose. (Both of us laughing) I would say though that I am a better performer, but the personality I try to keep the same. These days I definitely have more of the guts to play in front of 50,000 people without getting nervous. I am very thankful for all the places this band and our amazing fans have taken me.

Rafi: You mentioned that you used to have more of the nerves, is there anything that you have learned that helped you get past that?

Amy Lee: Honestly the best way is falling down and messing up. As long as you get up it’s all a learning experience. That’s what live is all about. I have learned to get my confidence from my mistakes more than anything.

Rafi: Speaking of live experiences what has been the greatest one for you?

Amy Lee: There are so many, but the one that really sticks out now is when we recently played the Noble Peace Prize concert. It was this very different, special, black tie event. We were playing for the individuals who got the award and had risked their lives to make this a better world, I mean who are we? (Both of us laughing) We are just a band who play and talk about music like it matters. (Both of us laughing) It was very special for us, and I don’t know, I felt during the performance that something else took over like it was magic.

There is one other show, I think it was on my first tour in Athens, and the venue was like a crater with rock formations surrounding it. The place was sold out and everyone was holding up not lighters but glow sticks, I was about start singing “My Immortal” and the crowd was singing along so loudly I couldn’t even hear myself, which was awesome! The glow sticks made it look like an almost starry sky of people who were singing for me, it almost felt like the performance was for me.

Rafi: Quite a few fans expressed how your music has changed or even saved their lives, how does that make you feel? Do you feel any pressure being such a role model?

Amy Lee: It’s a little awkward in that I look back on my life and how I felt like that about artists, like Nirvana. I remember being thirteen and listening to ‘In Utero’ over and over again. During a time that I felt very alone, the music helped give words to the emotions I was feeling and couldn’t quite voice. When people tell me that all I can think is “wow how amazing it is to be able to pass that on.” It is the most surreal feeling and proof to me that we are doing something right.

Rafi: One fan actually went so far as to say that after her mother passed away she would listen to the song “Missing”, she was wondering about the meaning behind the song and if she is understanding it right being the missing of someone lost?

Amy Lee: As far as if she got it right, I would say you always get it right. When it comes to music and art it’s always about how each individual interprets it. Some of our songs are self reflective but some of them are also story telling. For me that song was all about running away, but its poetry so please do take from it what you can.

Rafi: Ok so on to a little less personal questions, quite a few people wanted to know if you have any tattoos and if you do not, would you consider getting the Evanescence logo or “E” done?

Amy Lee: (laughing) I don’t have any tattoos. I don’t think I will. I am thirty now so if I haven’t got one now I doubt it will happen. I do love tattoos; pretty much everyone I know has one. I think that actually may be the problem. Everyone I know has one, so my form of rebellion is not to have one. (Both of us laughing)

Rafi: What is oddest thing to happen on tour?

Amy Lee: Wow that is a really hard one. So many things happen on the road. One time a fan sent us a lock of hair it was actually braided, coiled, and put into a ring box. We were in the car and opening everything really fast, and it ended up springing out of the box and I thought it was an animal. So I screamed and threw the box while the car went crazy all over the road. (Both of us laughing)

Rafi: What about crazy studio stories?

Amy Lee: This last album we were held up in the studio for about a month, where every day we would come in and do it till I couldn’t sing anymore. One day I was sitting there with Nick Raskulinecz and we were all trying to get ready for the day. I just was not feeling it that day. Nick looked at me, sighed, and said “do you want to just say **** it and go bowling?” (Both of us laughing) Which I replied: “actually yeah.” So we ended up leaving and going bowling. That wasn’t enough though; we had to pick up things to barbecue in the parking lot of the studio on the way back.

Rafi: Alright to wrap it up, what would you like to say to all your fans reading this?

Amy Lee: Thank you for being the best fans in the world. I really do think we have that. I feel so blessed to have so many people that not only support me, but I feel, truly get me. I think it is amazing after so much time that so many still come out for shows and even wait afterwards just to get an autograph and meet us. I am always humbled by it. We will be on the road all through the year so we can’t wait to see all of you!

23 de dezembro de 2011

Para Amy, está na hora de mostrar o álbum ao mundo

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Scans e tradução da entrevista feita com Amy Lee à revista Revolt In Style. Na entrevista, processo de gravação, músicas favoritas e turnê são um dos assuntos abordados.

É muito raro eu fazer uma entrevista com alguém que eu realmente respeito e admiro, não apenas como um artista e um cantor, agora falando com ela, como uma pessoa. Eu fui fã de Evanescence por um tempo. Agora, então tive a chance de falar com a vocalista Amy Lee, eu tenho que dizer que fiquei um pouco mais feliz. Entrevistar alguém cuja música você conhece e gosta, é ótimo, mas ouvir a emoção e o verdadeiro amor para a música que ela e a banda criaram.
Eu tenho que começar dizendo como estou animado para conversar com você. Você é um dos meus artistas favoritos e provavelmente uma das melhores vozes femininas que eu já ouvi.

Incrível, isso significa que você terá perguntas reais para mim, sem pressão.

Sim, eu tenho algumas perguntas reais para você. Qual sua comida favorita? Haha, estou brincando. Vamos começar. Já fazem 5 anos, como é a sensação de finalmente conseguir terminar este álbum?

Bom! Estamos em um bom lugar agora. Nós trabalhamos muito no álbum por muito tempo. Trabalhei pouco a pouco por um bom tempo. Mas nós, como uma banda, gastamos dois anos inteiros. Nossa! Já faz muito tempo mesmo. É muito legal ouvir as músicas, mas é assustador e emocionante saber que não haverá mais mudanças. Estamos muito orgulhosos do álbum.
Eu estava ouvindo o álbum e estou muito impressionado.

Você fez muito sucesso com ‘Fallen’ e com o espaço de tempo entre os álbuns; você acha que é dificil fazer um próximo álbum?

Nós fizemos muito sucesso com ‘Fallen’; muitas pessoas gostaram dele. Então, para mim a coisa mais importante foi a credibilidade. Para ter certeza de que o próximo álbum foi ainda melhor em um nível artístico. Eu sinto como fossemos abençoados e tão sortudos com o sucesso que tínhamos, porque a nossa música é muito diferente da que está no mainstream. É tão legal, temos muitos fãs, agora que eles estão surgindo. Em todo o mundo, os fãs estão tão animados, e eles se lembram de quem somos. Isso significa muito para mim.

Então, quando você entrou em hiato em 2007, você tinha afirmado que “você precisava entrar no espaço criativo certo”. O que aconteceu entre agora e depois que lhe permitiu lançar um novo álbum?

Para mim, eu não tinha um plano para o próximo álbum; eu nem pensava em fazer outro. Minha vida girava em torno do Evanescence desde de quando eu era adolescente, nessa época, tinhamos terminado a turnê do The Open Door em 2007, eu precisava muito fugir e me encontrar, como Amy de novo. Eu tinha acabado de se casar naquele ano e eu queria passar o tempo com meu marido. Então foi muito legal apenas viver a minha vida como adulto. Nós vivemos em Nova York, em um lugar incrível cheio de cultura e música. Nós realmente “vivemos” por um tempo e eu acho que isso é exatamente o tipo de coisa que “te coloca no espaço criativo certo.” Sendo capaz de ter tempo e ter a liberdade para ir descobrir que você é como uma pessoa com um todo, com ou sem a banda. Isso foi muito bom para mim. O que é realmente legal sobre isso agora, depois deste álbum é que eu percebi o quanto eu amo a banda. Não porque eu precisava disso, não por causa do tempo, porque é uma grande parte do meu coração e não estava terminada com isso. Estou pronta para entrar em turnê.
Em 2010, você deveria lançar este álbum, então você teve um desacordo com o produtor Steve Lillywhite, você afirmou que “Steve não era o ajuste certo.”

Como foi trabalhar com Nick Raskulinecz (que também produziiu Alice in Chains e Foo Fighters), fez diferença?

Nick era perfeito. Ele entendia a nossa visão. Nós tínhamos o corpo de trabalho, então dissemos “ok, é isso e temos muitas músicas, então vamos encontrar o produtor certo.” Eu lembro que eu tinha uma lista de alguns produtores. Então eu decidi ir e se encontrar com Nick primeiro em Nashville. Eu levei uma demo para ele. Eu realmente senti que ele sabia o que eu queria, mesmo que não gravamos nada como isso ainda. Isso faz sentido? Parecia que ele conhecia o Evanescence e ele poderia ver onde nós queríamos chegar. Eu sabia que ele seria o cara que nos levaria onde nós queríamos. Ele foi realmente desafiador. Todo o processo era sobre sair da minha zona de conforto e tentar novas coisas. Quando Nick falou sobre “nosso processo”, ele falou sobre nos colocar em uma sala e não confiar em qualquer produção. Ele gosta de ter a banda sentada em círculo e trabalhando nas músicas, mudando os arranjos. Todo mundo foi capaz de se exibir. Tenho sorte de ter uma banda cheia de ótimos músicos e funcionou. Acho que isso fez o álbum ficar mais forte e nos fez uma banda muito mais forte.

Uma das minhas músicas favoritas do álbum é ‘Lost in Paradise’, você poderia me contar sobre a música e quais são as músicas que você está mais orgulhosa?

Eu também gosto dessa música. Eu não esperava que tornaria uma música assim. Originalmente era lenta, apenas a minha voz e o piano. Eu escrevi muito sozinha, então eu tenho um monte de demos que gravei no meu iTunes. Eu nunca esperei gravar ‘Lost in Paradise’, não deveria ser uma música do Evanescence. Era muito crua e natural. Mas, eu acho que às vezes esses sãos os melhores momentos, quando você não está tentando fazer nada e apenas acontece por conta própria. Eu só continuei ouvindo ela porque eu gostei dela. Quando fomos para o estágio da pré-produção em Nashville, eu me lembro de pensar que eu tinha que mostrá-la para o Nick. Eu pensei, ‘Hey escute essa, eu gosto muito dessa música. Eu sei que temos muitas baladas’, que estávamos trabalhando muito na época. Ele ouviu a música e disse, ‘nós temos que gravar essa música, mas acho que a banda deveria entrar em cena’. Então gravamos ela, foi mágico. O Nick a trouxe para um novo nível. Essa é definitivamente uma das minhas músicas favoritas do álbum.

Então quais são as outras?

Eu gosto muito de ‘Never Go Back’.

Isso é engraçado, é a segunda no meu teste pós-parto.

Incrível, então você é alguém que gosta dos extremos também. Uma das coisas principais que amo sobre música é o seu contraste e extremos. Acho que ‘Never Go Back’ é um ótimo exemplo disso, é grande e épica e eu amo isso. Não posso evitar, sou dramática e você está ouvindo o som da banda. Na verdade, escrevi sobre o Japão. Quando o tsunami e terremotos estavam acontecendo, nós estávamos assistindo na TV enquanto estávamos escrevendo as letras e percebi no meio do caminho que eu estava escrevendo sobre isso, então fui em frente e deixei acontecer, porque isso que estava no meu coração naquela época. Então é só papo furado e isso não é sobre as “MINHAS” experiências.

Incrível, agora ‘Sick’ é outra que se destacou para mim. Me conte sobre ela.

Eu gosto muito dessa. Essa foi a primeira que escrevemos com Will, o nosso baterista. Foi a primeira vez que nos reunimos como uma banda para escrever. Você nunca sabe se isso irá funcionar e funcionou totalmente. Éramos capazes de ir em uma sala e tocar. Nós começamos vindo com algumas ideias legais. Eu lembro quando nós viemos com essa música, estávamos em um estúdio em Orlando, e logo que terminamos, gravamos uma demo. Nós estávamos escutando ela no nosso carro gritando: “Sim, estamos de volta! Estamos fazendo isso!”

Seu talento incrível e sua voz poderosa influenciam vários artistas novos. Quem foi a sua influência?

Björk sempre foi a número um. Eu a amo, eu tenho todos os álbuns dela e ela é uma grande influência para mim. Ela é incrivelmente corajosa musicalmente. Ela é realmente uma artista e ela tem uma voz incrivelmente poderosa. Tori Amos e Nine Inch Nails também são grandes influências para mim. Depeche Mode, Tears for Fears, oh e Michael Jackson, e Portishead. Hm, eu estou tentando pensar, Soundgarden e Nirvana também. Basicamente, eu gosto do Grunge dos anos 90 e da Era Alternativa. Eu sinto falta disso. Existem vários artistas bons agora, mas você realmente precisa caçá-los. Eu realmente gosto da M.I.A. Ela é super poderosa.

Quais são os planos do Evanescence para o futuro?

Nós estamos apenas focados nesse álbum e focados em tocá-lo ao vivo. É nisso que estamos obcecados. É hora de mostrá-lo para o mundo!

Créditos: @Amy_LeeBrasil

9 de dezembro de 2011

MTV: Behind The Video de 'My Heart Is Broken'

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James Montgomery, do canal de notícias do site da MTV americana (MTV News), recentemente respondeu a um fã clube que estava por dentro das gravações do novo vídeoclipe do Evanescence, My Heart is Broken. Hoje, ele liberou um pequeno vídeo sobre o que rolou nas filmagen e mais uma matéria falando sobre o conceito do vídeo da banda, que falará sobre uma garota que começa a viver a vida de seus sonhos que, porém, depois vira um pesadelo. Confira um trecho traduzido abaixo:

No início deste Verão, Evanescence pegou um armazém muito apertado no Brooklyn para filmar o vídeo básico de retorno, "What You Want", o primeiro single de seu álbum de retorno auto-intitulado (e, posteriormente, no topo das paradas). Durante várias horas suadas, Amy Lee e companhia abalaram e rugiram, tocando a música na frente de uma multidão abarrotada de superfãs, a maioria dos quais passaram o dia na fila do lado de fora, no calor, só para ter parte da produção.

No final, toda transpiração valeu a pena: O vídeo de "What You Want" foi definitivamente um dos mais viscerais que a banda já fez, capturando tanto a energia da otimização do seu conjunto ao vivo e a alegria genuína que o Ev (e seus fãs) estavam sentindo depois de quatro anos de distância. Foi um reencontro - super-carregado, um super-suado.

[...]

Evanescence está preparando o vídeo de "My Heart Is Broken", o segundo do álbum. E quando a MTV News falou com Lee no set em Los Angeles, ela explicou que, desta vez, eles não serão viscerais, irão para o delicado. E muito menos sufocante.

"Temos um ar condicionado desta vez", ela riu. "Esse [vídeo] terá um olhar muito diferente. Na verdade, eu meio que queria que fosse o oposto. O primeiro vídeo, "What You Want ", foi muito real e esse é muito surreal"

Para ajudar a obter essa sensação surreal, Lee explicou que ela se inspirou em uma fonte decididamente abaixo do esperado: o filme de britânico de horror/fantasia "Paperhouse" (1988), que a impressionou desde que viu pela primeira vez quando era adolescente.

"[É sobre] essa garota, e tudo o que ela desenharia viria à vida em seus sonhos, e ela foi criando este mundo de sonho para si mesma. E num primeiro momento, estava legal, mas depois é como se fosse este pesadelo", explicou. "Então, eu meio que achei que seria aplicável, e seria legal ter este sonho onde você esteja preso dentro. Então você está em um lugar que, a princípio, é um mundo mágico, mas ao mesmo tempo, você está isolado e preso, e essa é a razão de você querer voltar à realidade depois de algum tempo.

"Estamos tocando com fibra ótica e, por isso, é basicamente como se eu estivesse desenhando o mundo em torno de mim em meio à insignificância e quando eu desenho coisas com as minhas mãos, é como se eles realmente ganhassem vida", ela continuou. "Então, é muito divertido a criação deste mundo de sonho surreal, e o desempenho dos rapazes é uma espécie de sonho dentro do sonho, em um abismo da escuridão. É muito legal"

Mesmo que o clipe de "My Heart is Broken" mergulhe profundamente na fantasia, a música em si foi realmente inspirada em uma situação muito real (e muito ruim): tráfico sexual. Razão pela qual, disse Lee, a idéia de estar preso em um pesadelo ser aplicada tão bem. Um amigo da banda fundou uma organização em Nova York que ajuda a resgatar vítimas do tráfico sexual.

"Nós estávamos conversando com ela, e eu estava escrevendo ao mesmo tempo", Lee disse. "E muitas vezes quando eu escrevo, eu meio que formo palavras, e algo ficará, e eu estarei como: 'Oh, isso é do meu subconsciente. Isso é o que eu preciso para escrever a música'. E esse tipo de aconteceu pelo meio. Eu estava tipo, 'Eu acho que estou escrevendo sobre essa coisa, está no meu coração', apenas imaginando estar em um lugar tão presa e como poderia me sentir, portanto, a canção foi realmente inspirada nessa idéia"
Matéria na íntegra: MTV News

Vídeo: Behind The Video de 'My Heart Is Broken'



Na entrevista concedida à MTV News, Amy Lee afirma ter sua inspiração para o vídeoclipe no filme de 1988, Paperhouse. A seguir, leia a sinopse do filme e seu trailer:

Filme de fantasia "obscuro", que se pode inserir no Cinema Fantástico, realizado em 1988 por Bernard Rose. Foi baseado no conto intitulado "Marianne Dreams", de Catherine Storr e tem no elenco o ator Ben Cross (Chariots of Fire), como pai da personagem principal, Anna. Entram também Jane Bertish, Samantha Cahill, Glenne Headly e Gemma Jones. A atriz que faz de Anna (Charlotte Burke), em termos relevantes, pode-se dizer que só fez este filme. O ator Elliot Spears, que faz de Mark (o amigo da Anna), fez ainda um outro filme intitulado "Taxandria" antes de ter contraído uma doença do foro psicológico que o levou ao suicídio em 1994.

Trailer do filme "Paperhouse" (1988)



Também na entrevista divulgada hoje, Amy Lee reitera sobre o significado e inspiração da música: Tráfico sexual. Cita a fundação Restore NYC que atua na cidade de Nova York resgatando, auxiliando e trazendo dignada à mulheres que sofrem quaisquer tipo de violência e abuso sexual. Saiba mais sobre a organização Restore NYC

25 de novembro de 2011

Amy Lee: "Me desculpe, eu sou humana"

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Scans da revista Grita Mexico que trouxe uma matéria especial com o Evanescence, através de uma entrevista concedida por Amy Lee. Na entrevista, Amy Lee fala sobre o processo de gravação composição do novo álbum, turnê, planos para ter filhos e sobre duas músicas emblemáticas: Lost In Paradise e Your Love.

As melhores coisas não são fáceis e este terceiro álbum não foi fácil, com a entrada e saída dos integrantes em sua formação e após uma turnê cansativa, Amy decidiu que era melhor ter tempo para saber o sucessor de The Open Door.

Grita: A última vez que conversamos foi há quatro anos. Como você se sente no México novamente?

Amy: Temos um ótimo relacionamento com os nossos fãs no México e me sinto ótima estar de volta e recapturar esse sentimento, estou obviamente feliz com o lançamento do novo álbum e é muito bom retomar um contato com eles.

G: Que sentimentos o levaram a, finalmente, ser este álbum?

É um grande alívio, estávamos trabalhando há muito tempo, escrevendo, é bom fazer e receber tudo isso. Estou morrendo de vontade de compartilhá-lo em toda parte.

G: Como começou a história do álbum Evanescence?

Quando eu terminei a turnê, eu não faria nada, não sei se eu queria fazer um disco ou não. Desde minha adolescência, eu passei muitos anos sendo consumida pelo Evanescence, então eu precisava saber quem eu era sem a banda, a razão pela qual eu fiz todos esses álbuns, porque é certamente muito importante para mim, algo honesto. Eu cresci e eu não estou exatamente a mesma pessoa quando eu escrevi o Fallen (2003), mas ainda existem algumas músicas que estão dentro de mim. Então eu deixei tudo para trás, e voltou naturalmente, eu era capaz de apreciar tudo isso muito mais do que antes. Definitivamente tentei várias coisas diferentes e era inevitável, quanto mais eu trabalhava, mais animada e louca eu pensava no Evanescence. Eu ainda amo essa banda, então eu comecei a escrever material com Tim e com os caras e era bom estar de volta. Totalmente concluí mais uma vez, embora tenha demorado bastante tempo.

G: Você definiria fácil ou difícil o processo de criação desse álbum?

Difícil. Era como trabalhar, trabalhar, você vai, pensa em outra coisa e volta para o que estava fazendo. Eu não estou falando sobre ser perfeccionista, mas se eu tiver em mente uma idéia forte do que eu quero, leva tempo para chegar a isso e foi ótimo encontrar o som de muitas dessas canções. Uma música poderia ter umas três versões em um dia, olhando se todos os elementos estavam no lugar certo. Embora houvesse momentos em que era muito simples, tinha diversão, nos divertindo trabalhando juntos, tocando juntos, mas geralmente não é assim como fazemos.

G: Foi um desafio?

Normalmente eu não estou escrevendo com a banda. Antes era eu e Terry ou eu e Tim, é como eu me sinto mais segura, não compartilhar muito. Então eu disse, eu tenho que ser corajosa e eu posso, eu sou músico bom o suficiente para se sentar e fazer um estudo, especialmente quando todos estão oferecendo suas idéias. Fui mais fundo na música: guitarras, baixo, piano, bateria, tudo ao mesmo tempo criando, misturados na hora certa. Eu precisava que esse álbum fosse uma energia ao vivo e, obviamente, nós adicionamos orquestras, sintetizadores, e todos os cronogramas de produção, que resultou em algo especial. Depois, passei todas as fases, a última foi com a banda e eu estou mais animada, fizemos um disco mais pesado.

G: No início, nós sabíamos que seria um álbum com uma abordagem mais eletrônica, de onde veio isso?

Começamos com a idéia de fazer um álbum mais eletrônico com programação e sintetizadores, mas sempre foi uma parte importante do Evanescence e ainda está em algumas canções.

G: Amy Lee é uma figura e nós sabemos que às vezes não tem sido fácil para você lidar com a fama, como você se sente?

É intimidador ao mesmo tempo e eu tenho experiência para não sentir tanto medo. Obviamente, eu preciso de uma pausa e é estúpido todo mundo querer me criticar. Às vezes, você diz coisas estúpidas, mas quando você é famoso é um ataque cardíaco, me desculpe, eu sou humana, não pensava muito no que eu dizia na época. Eu costumava ter mais medo sobre isso, mas agora estou corajosa.

G: Atualmente você vive em Nova York, lá você pode passar despercebida?

Sim, é ótimo. Lá se pode, a atitude é legal e não louca. Você pode se reconhecido, eles dizem: ‘eu amo sua música’ e continuam andando, é incrível. Também me fez sentir muito bem gastando o tempo com minha família, porque quando você está nessa turnê, você perde muitas coisas… ser uma boa filha, irmã, neta.

G: Muitos de seus fãs estão se perguntando se você gostaria de ser mãe em breve.

Não agora, porque estou em turnê, mas eu adoro crianças e com certeza gostaria de ter um bebê. Faz parte do meu sonho, mas agora eu estou vivendo esta fase do álbum primeiro.

G: Que lição que você deixou esse álbum?

Foi a humildade. Entendi que não estou certa o tempo todo, eu percebi que estava errada e que estava tudo bem para tentar novamente e, às vezes não tomar a melhor decisão pode ser difícil, mas o melhor para você.

G: Vamos ver o Evanescence ao vivo em breve?

Estávamos no Rock In Rio, estamos também indo primeira vez em Porto Rico, em seguida, voltamos para os EUA, então a Europa e teremos um descanso para o Natal. Então, em janeiro iremos para o Japão e Austrália. México poderia ser para a Primavera. Nós definitivamente queremos voltar aqui, é sempre bom fazer um show no México e os fãs são tão apaixonados e bonitos, nós os amamos.

G: Com tanto material que você tem por aí, há uma possibilidade de lançar um álbum solo?

Algum dia, especialmente agora que eu escrevi músicas que eram mais para um álbum solo do que para o Evanescence. Poderia ser incrível lançar essas músicas em algum momento. É possível. Eu sempre dizia não, porque era esperado que a vocalista fizesse um álbum solo, mas eu não me importo com o que as pessoas dizem. Em algum momento eu vou fazer um álbum solo.

G: O que você gostaria de dizer aos seus fãs mexicanos?

Já estou ansiosa para vê-los novamente, definitivamente voltar para a turnê, obrigado por lembrar-se de nós e nos amar depois de todo esse tempo e nos apoiar sempre.

Músicas emblemáticas:

Lost in Paradise: “É uma das minhas músicas favoritas, porque é diferente, é a mais íntima, mais próxima ao meu coração, as letras são muito especiais para mim, é muito difícil, foi difícil gravá-la, eu passei muito tempo a escrevendo, mas também sugere a idéia inicial muito rápido. Era difícil cantá-la por aquilo que ela diz, mas é ótimo.”

Your Love: “É uma música que não foi gravada profissionalmente. Tenho uma demo em casa, mas não gravamos para o álbum, porque é algo diferente, tem um sentimento diferente que eu não colocaria para este álbum. É uma grande música e definitivamente vou gravá-la algum dia.”

Via: @NewsEvans

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