Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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12 de fevereiro de 2012

Não serão mais 5 anos antes do próximo álbum?

1 Comentário
Fazendo perguntas referente ao novo álbum e a questão dos fãs, a revista Rocktopia entrevistou Amy Lee. Além disso, Amy responde se passaremos mais cinco anos até o  próximo lançamento da banda. Logo abaixo, você tem a entrevista traduzida, e no final da matéria, o Scan.
Após o lançamento do álbum 'The Open Door', de 2006, o Evanescence parecia entrar em um período de auto-exílio. Depois de um período tão longo de inatividade, durante o qual a fundadora da banda e vocalista Amy Lee se casou, havia dúvidas se outro álbum seria realmente criado. Outubro 2011 viu as primeiras gravações novas do mesmo line-up que terminou turnê do 'The Open Door' e este CD auto-intitulado iria ser número 1 em quase todo o mundo.

Amy ficou um tempinho fora da atual turnê nos EUA para conceder a Dave Bott um bate-papo falando sobre como o seu tempo foi gasto durante os últimos anos e o making of do novo álbum.

Como têm sido as reações ao álbum até agora?

Têm sido muito boas. Esta é a primeira vez que realmente começamos a turnê antes do álbum ser lançado. Eu estava um pouco nervosa por causa de todos os vídeos do Youtube e tudo mais. Eu queria que as pessoas o ouvissem na sua melhor forma, mas também queríamos começar a turnê. Não havia nenhuma maneira de voltarmos depois de todo esse tempo e tocar apenas músicas antigas, certo? Então nós fomos para a turnê e, infelizmente, o álbum vazou um pouco antes do previsto.

A única coisa que era legal sobre isso foi que mesmo uma semana antes do show todos estavam cantando as músicas novas e amando-as. Então, isso é muito bom. Estamos orgulhosos de nosso material antigo, é sempre divertido cantar "Bring Me To Life" todas as noites, mas é realmente inspirador e emocionante quando as pessoas estão ficando animadas com quem você é agora, e a música que você fez recentemente. Eu acho que a recepção tem sido incrível, mais do que eu poderia ter esperado. Tem sido muito legal ser capaz de tocar um set incluindo muito material novo e ainda ter todo mundo se divertindo totalmente, não parecendo que gostaria que estivéssemos tocando qualquer outra coisa.

Parece que a banda tem sido o centro das atenções por um bom tempo, então eu só estava me perguntando se esse período longe provou ser revigorante em termos de criatividade? Você estava sempre escrevendo músicas durante esse tempo longe com mais uma gravação em mente?

Não, não mesmo. Nós terminamos a turnê em 2007 e eu tinha acabado de me casar. Tivemos uma conversa no final da turnê e os caras sabiam que eu estava tipo "ei, eu não sei qual é o plano, vamos levar nossas vidas por um tempo". Eu não tinha certeza se ia fazer outro disco. Tinha sido uma coisa muito abrangente, você sabe? Assim que o trem deixou a estação Evanescence ele nunca deixou de andar. Eu tinha que me afastar por um minuto. Isso foi realmente bom para mim. Por um tempo nós só passamos um tempo em Nova York.

Meu marido e eu trabalhamos em nossa casa, eu fui e vi um monte de shows, fui ver um pouco de arte, comer comida, viajei para me divertir. Uma das coisas que me trouxeram de volta à escrita foi meu marido me comprar uma harpa. Eu falei sobre o desejo de aprender um instrumento novo e conversamos sobre a harpa um pouco para o meu aniversário um ano. Ele alugou na verdade. Era como "hey, é caro. Então, você tem que me dizer se você não quer isso, depois nós podemos devolver!" (risos) Mas acabamos comprando. Eu tive aulas de harpa e comecei a gostar de aprender de novo. Eu perdi a educação musical da minha juventude, quando era como ter aulas de piano e no coral. É tão bom para mim fazer parte de algo novo! Eu tinha todos estes tipos de novas inspirações apenas por tocar um instrumento diferente. Então eu aprendi a tocar harpa. Eu não sou incrível com isso, mas há alguma harpa no álbum e fiz algumas das composições com ela. Eu não sei, isso me fez ir.

Comecei a escrever aleatoriamente para um novo álbum, mas também houve um período de escrever puramente por diversão, sem um plano, se era para o Evanescence, solo, ou qualquer outra coisa. Eu acho que com o tempo eu comecei a perceber que uma grande parte da minha vida tem sido Evanescence. Parece que é grande parte do caminho para ser eu mesma. Eu acho que eu estive nisso portanto tempo que comecei a me sentir fazendo um personagem. Após ficar longe e depois voltar era completamente natural e eu estava tipo WOW! Isso não é apenas um show, isso é realmente quem eu sou. Eu acho que eu passei um pouco por um período de auto-descoberta.

Algumas das canções mais aceleradas do álbum que eu realmente amo são 'Erase This', 'Oceans' e 'Never Go Back'. A mistura é, certamente, para o meu gosto. É ótimo ouvir. As guitarras avançaram muito. Obviamente, as guitarras sempre estiveram lá no passado, mas eu acho que elas são um pouco maior no mix desta vez, não é mesmo?

É isso mesmo, devido a trabalhar com Nick (o produtor Nick Rasculinecz) e Randy Staub, o mixer. São pessoas do rock. Nick é incrível. Ele é um grande fã de rock e definitivamente estava trazendo todos os elementos, que é o que nós queríamos, que é parte da razão pela qual optamos por ele. Nós sabíamos que ele iria empurrar-nos para ser uma banda forte e fazer um disco pesado, fazer algo que seria apenas um tapa no rosto das pessoas.

É como se depois de tanto tempo hibernando eu tivesse alguma energia para sair, eu acho que todos nós nos sentimos assim. Queríamos voltar mais fortes do que nunca. Eu acho que a mistura é para cima, os elementos da banda estão definitivamente elevados, sem depender de um monte de produção. Há ainda uma abundância beleza épica do Evanescence lá, a orquestra e programação estranha e teclados e outras coisas acontecendo.

Eu acho que o coração do álbum é verdadeiramente a banda, isso é algo que eu queria e acho que foi muito bem realizado.

'My Heart Is Broken' é o próximo single. Foi uma escolha banda ou a gravadora se envolve na escolha dos singles que serão lançados?

Sim, eles estão envolvidos. Nós sempre conversamos sobre isso juntos, você sabe e tentamos descobrir o que é melhor. É meio difícil de escolher singles especialmente neste disco. "What You Want" foi fácil, todos nós concordamos com isso. Nós sempre pensamos 'My Heart Is Broken'seria um single também, não sabíamos quando. O vídeo será lançado em breve. É muito legal e estamos realmente empolgados com o vídeo. Agora estamos começando a falar sobre um terceiro single e está ficando um pouco complicado porque há literalmente 7 músicas diferentes que a banda vê como singles. É difícil ter de escolher as músicas para as pessoas que não possuem o álbum e, possivelmente, apenas as músicas que querem ouvir.

É a nossa chance de trazer pessoas e levá-los a ouvir o disco todo. É difícil porque muitas vezes quando você está escolhendo singles a coisa realmente importante que a gravadora vai olhar é o que será um sucesso, o que é mais comercial ou o que vai ser, você sabe, fácil para as pessoas de engolir. Obviamente, nossa música é um pouco diferente. Eu acho que 'My Heart Is Broken' é definitivamente um que todos nós queríamos, ele tem os ganchos, com certeza.

É uma boa representação de nós, um pouco mais de uma faixa Evanescence clássico do que 'What You Want'. Eu acho que 'What You Want' foi perfeito para o primeiro single, pois, estava mostrando algumas das coisas diferentes que estão nesse álbum, tipo mostrar o novo "nós". 'My Heart Is Broken' é mais uma faixa clássica e bela do Evanescence e, em seguida, a próxima coisa, eu não sei, eu acho que nós iremos para algo mais pesado.

A edição especial do CD tem 4 faixas bônus. Eu acho que sua qualidade é tão elevada como os da versão padrão. Além das 16 músicas que fizeram o corte final existem outras que sobraram?

Sim, totalmente. Aquelas são tudo o que nós gravamos. Temos muito mais escrito e demos gravadas. Algumas delas são apenas ideias inacabadas. Acho que a maioria delas estão inacabadas. Nós escrevemos por tanto tempo que eu acho que é realmente importante colocar um tempo e encontrar o caminho. Nós ficamsos apenas com as que eram apenas as melhores músicas, porque há outras canções que ninguém ouviu ainda que eu acho que são muito, muito grandes. Ficamos com as canções que fizeram o melhor disco se isso faz sentido.

Elas são todas muito fortes e boas juntas. Existem algumas outras canções que estão em um lugar diferente ou apenas não terminamos. É incrível porque temos um grande avanço para o que a próxima coisa será. Foi tão difícil, mesmo para escolher as 16 músicas.

Tivemos 20 músicas que realmente queria fazer, que é parte da razão pela qual tivemos a verswão deluxe. Eu estava tipo OK, podemos fazer isso, mas temos que ter uma versão deluxe e colocar todas essas outras músicas lá. Em seguida, escolher quais seriam as 12 foi mortífero, foi realmente muito difícil.

Não serão mais 5 anos antes do próximo álbum, né?

Eu realmente não acho. Eu nunca quero dizer com certeza. Eu não sei o que estamos fazendo ainda. Estou realmente focada no que estamos fazendo agora e na turnê. Eu não vejo a necessidade de fugir novamente de qualquer forma.

Vejam o Scan da Revista:


Fonte:
Rocktopia | Créditos: Immortal Essence

17 de dezembro de 2011

Kerrang: Retornam com tempestade de emoções

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Scan da última edição da revista britânica Kerrang! Magazine que trouxe uma retrospectiva do ano e, com ela, uma matéria sobre o Evanescence. A banda ganhou KKKKK - que significa excelente. No título:
Os melancólicos gótico-roqueiros retornam com uma tempestade de emoções

Thanks: usuário Adz1988 @EvThreads

26 de novembro de 2011

Kerrang Magazine: 5 minutos com Amy Lee

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A seguir, scans da edição da Kerrang Magazine que fez uma review e uma pequena entrevista com Amy Lee enquanto o Evanescence estava em turnê pelo Reino Unido.


Amy: "Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno"

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A seguir, scans e tradução da entrevista feita com Amy Lee à revista Rock Sounds. Na entrevista, processo de gravação do novo álbum e o retorno da banda da banda são os assuntos mais enfatizados. Confira:
O retorno da rainha

Amy Lee e Evanescence estão de volta – Passaram-se anos desde seu auge mas, como músicas de rock são descobertas, o futuro parece brilhante novamente.

Em 2007, o Evanescence era mais que uma banda – eles eram uma força imparável. Tendo vendido mais de 20 milhões de álbuns ao redor do mundo, sobrevivido à partida de um dos membros fundadores no auge de sua fama (o guitarrista e compositor Ben Moody, que saiu de repente em 2003 no meio de uma turnê em Berlim) e percorrido o mundo várias vezes ao longo de shows lotados, o mundo era deles por assim dizer.

Mas tudo o que a vocalista Amy Lee queria era se esconder. Quando seu guitarrista e baterista saíram no mesmo ano – seguindo a partida do baixista Will Boyd em 2006 – Lee decidiu que bastava. Evanescence, uma das bandas de rock mais bem sucedidas da última década estava oficialmente em um hiato.

“Nós tivemos que lutar pelo nosso retorno”

“Para ser honesta, eu fugi por um tempo.” Amy diz, “Eu amo música e amo essa coisa que criamos, e isso era realmente uma parte enorme da minha vida, mas eu precisava me afastar para lembrar o motivo de eu amar isso em primeiro lugar. No final da turnê eu estava farta disso. Eu só queria ir para casa. E eu não queria me sentir assim em relação a isso...”

Quatro anos depois, e o ânimo de Amy não poderia estar mais diferente. Ela é amigável, tagarela, otimista e cheia de um entusiasmo contagiante e, o mais importante, ela mal pode esperar para voltar à estrada. “Eu estava fazendo uma lista ontem de todos os países que ainda não visitamos,” ela sorri, “então eu posso enviá-los para nossa agência de reservas e fazer deles uma prioridade!” A outra prioridade é se reconectar com a base de fãs que não perderam a oportunidade de deixá-la sabendo o quanto o Evanescence significa para eles.

“Nós somos tão gratos por eles,” ela suspira “No último ano e meio que viemos falando com os fãs sobre o nosso retorno, temos visto mais e mais deles vindo. E a presença deles depois desse intervalo tem sido uma bênção, um presente.”

Os fãs, pelo que parece, têm sido extremamente pacientes. E por uma boa razão, porque o quinteto – composta pelo ex-guitarrista do Cold Terry Balsamo, pelo baixista Tim McCord, guitarrista Troy McLawhorn e o ex-baterista do Black Label Society Will Hunt – estão de volta ao trabalho. Como você sabe até agora, o auto-intitulado terceiro álbum do Evanescence é um desafio, com todo o épico e extenso alcance que fez de Fallen (de 2003) e The Open Door (de 2006) um sucesso tão grande.

“Muito da minha inspiração dessa vez foi me apaixonar de novo pelo Evanescence, e uma parte disso é pensar no fato de que os fãs ainda estarão lá e ouvindo que isso ainda é importante para as outras pessoas da mesma maneira que é para nós”, Amy explica “Há um sentimento positivo de nos reunirmos com cada um [da banda] e com nossos fãs e eu sinto que isso se reflete completamente no registro. “

“Esse sentimento,” ela continua, “é como se fosse a primeira vez para a gente, quando estávamos fazendo música pela primeira vez, desejando conseguir um contrato com uma gravadora, escrevendo o melhor que podíamos e fazendo o possível para conseguirmos com que esse sonho impossível se tornasse realidade. Em The Open Door nós sabíamos que tínhamos permissão para fazer qualquer coisa que queríamos e simplesmente fizemos assim, porque estávamos apenas sucedendo o Fallen. Dessa vez, “ela observa, “passou tanto tempo e tivemos meio que um começo difícil. Então sentimos que tínhamos que lutar um pouco pelo nosso retorno de vez em quando”

A História

Amy conta sobre como o Evanescence voltou a sua existência fazendo seu som soar um pouco como uma superação. Depois de anunciar o hiato em 2007, a exausta vocalista voltou para sua casa em Nova York – um dos únicos lugares do mundo onde ela pode se sentir uma anônima – para seu novo marido.

Ela imediatamente abraçou o que ela chama de “apenas ser humano” – ela cozinhou, decorou seu apartamento, bebeu vinho com os amigos, e finalmente cumprindo um desejo de muito tempo, aprendeu a tocar harpa. Ela também levou algum tempo necessário para apreciar a música do outro lado da “barreira”. "Eu fui e vi a música em vez de ser o indivíduo no palco. Eu tenho que ser a garota no meio do grupo", diz ela. Mas ao mesmo tempo que estava fazendo o que ela chama de coisas normais, algo extraordinário começou a acontecer, Amy começou a compor música em casa – ‘cambaleando(?)’ ela diz – e num primeiro momento, ela estava apenas escrevendo para si mesma. Experimentando e permitindo a música vinda "a partir de um monte de lugares diferentes". Às vezes, se ela estava na maré de sorte particular, canções viriam duas de cada vez. "Eu faço isso." Amy explica de seu processo de composição. "Eu deito na cama com meus fones de ouvido, me caso com a música, no amor com a música. Minha vida é essa demonstração por um tempo. E uma vez que começou a acontecer comigo de novo era uma obsessão. É como uma droga - eu preciso de mais do que sentimento. Assim, a composição tornou-se minha vida diária...

E então aconteceu. "Eu comecei mais e mais a ter esse sentimento". Amy continua, "como um sentimento nostálgico, faltava a banda e percebi que havia tantas peças do Evanescence que continuavam naquilo [a música que eu estava escrevendo]. É realmente como uma parte de mim, não apenas uma parte que eu estava tocando”.

“Eu sempre lembro”, enfatiza Amy, “que eu nunca vou querer lançar algo ate eu estar completamente maravilhada e orgulhosa, para o ponto em que eu não queira lançar algo que não tenha chances de ser melhor do que qualquer outra coisa que já fizemos”

“Fizemos um grande esforço para que todas as coisas se encaixassem na maneira correta. Eu demorei mais de um ano após o falso início da banda para retornar ao estúdio, porém, isso eventualmente aconteceu finalmente”. Entre março e julho deste ano, Evanescence gravou seu terceiro album em Nashville no Bluebird Studios com Nick Rasckulinecz na cadeira de produção. Nick ja trabalhou com Foo Fighters, Deftones, Alice in Chains e Marlyn Manson, mas a Amy queria trabalhar com ele logo que o conheceu, porque ele tinha uma grande energia. Agora o ‘’Evanescence’’ está completo, Amy acredita que o contratempo que ocorreu no início das gravações foi realmente uma benção.

Através da luta e do pouco de mágoa (coracão partido), tivemos que passar a fazer tudo isso, nós criamos a profundidade que estava faltando em algumas das canções. Eu senti como se eu tivesse batido lá no fundo por um minuto, mas a partir daquele momento eu escrevi algumas das minhas músicas favoritas no álbum - como "Lost in Paradise". Lembro-me de escrever aquela música e pensar "Eu não sei se eu posso fazer isso 'e apenas estar, simplesmente sozinha, quebrada e tocando piano, cantando palavras que saíram da minha boca sem nada realmente censurá-las".

Ela fez uma pequena pausa. "Eu só estava fazendo isso por mim e sozinha, chorando. E eu me lembro de ter pensado. 'Wow, isso é muito cru". Letras e músicas são minhas tomadas, são a minha saída - é sempre assim, desse jeito. Mas agora há um pouco de angústia, desafio e dor no album. É definitivamente um pedaço de profundidade".

Perguntei a Amy o que ela quer as pessoas tirem como licãoo desse album? E, sua resposta é simples, mas profunda.

“Eu só espero que eles sintam o que eu sinto”, ela diz. “Sempre sou realmente profunda nas músicas, elas significam muito para mim pessoalmente (para a minha personalidade). Mas a coisa legal que eu tenho experimentado é que quando você está compartilhando isso e você sai em turnê e você está em algum país realmente longe a um milhão de milhas de distância, onde eles não falam Inglês, e eles estão cantando de volta para você, que isso e importante pra eles tanto quanto e para nós. Você pode ver em seus olhos que sentem o que você sente, que isto esta além da linguagem. Que é tão incrível. "Amy para brevemente e sorri. "E quando eu realmente sinto, 'Hey - missão cumprida".


Créditos: @EvShadow

25 de novembro de 2011

Amy Lee: "Me desculpe, eu sou humana"

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Scans da revista Grita Mexico que trouxe uma matéria especial com o Evanescence, através de uma entrevista concedida por Amy Lee. Na entrevista, Amy Lee fala sobre o processo de gravação composição do novo álbum, turnê, planos para ter filhos e sobre duas músicas emblemáticas: Lost In Paradise e Your Love.

As melhores coisas não são fáceis e este terceiro álbum não foi fácil, com a entrada e saída dos integrantes em sua formação e após uma turnê cansativa, Amy decidiu que era melhor ter tempo para saber o sucessor de The Open Door.

Grita: A última vez que conversamos foi há quatro anos. Como você se sente no México novamente?

Amy: Temos um ótimo relacionamento com os nossos fãs no México e me sinto ótima estar de volta e recapturar esse sentimento, estou obviamente feliz com o lançamento do novo álbum e é muito bom retomar um contato com eles.

G: Que sentimentos o levaram a, finalmente, ser este álbum?

É um grande alívio, estávamos trabalhando há muito tempo, escrevendo, é bom fazer e receber tudo isso. Estou morrendo de vontade de compartilhá-lo em toda parte.

G: Como começou a história do álbum Evanescence?

Quando eu terminei a turnê, eu não faria nada, não sei se eu queria fazer um disco ou não. Desde minha adolescência, eu passei muitos anos sendo consumida pelo Evanescence, então eu precisava saber quem eu era sem a banda, a razão pela qual eu fiz todos esses álbuns, porque é certamente muito importante para mim, algo honesto. Eu cresci e eu não estou exatamente a mesma pessoa quando eu escrevi o Fallen (2003), mas ainda existem algumas músicas que estão dentro de mim. Então eu deixei tudo para trás, e voltou naturalmente, eu era capaz de apreciar tudo isso muito mais do que antes. Definitivamente tentei várias coisas diferentes e era inevitável, quanto mais eu trabalhava, mais animada e louca eu pensava no Evanescence. Eu ainda amo essa banda, então eu comecei a escrever material com Tim e com os caras e era bom estar de volta. Totalmente concluí mais uma vez, embora tenha demorado bastante tempo.

G: Você definiria fácil ou difícil o processo de criação desse álbum?

Difícil. Era como trabalhar, trabalhar, você vai, pensa em outra coisa e volta para o que estava fazendo. Eu não estou falando sobre ser perfeccionista, mas se eu tiver em mente uma idéia forte do que eu quero, leva tempo para chegar a isso e foi ótimo encontrar o som de muitas dessas canções. Uma música poderia ter umas três versões em um dia, olhando se todos os elementos estavam no lugar certo. Embora houvesse momentos em que era muito simples, tinha diversão, nos divertindo trabalhando juntos, tocando juntos, mas geralmente não é assim como fazemos.

G: Foi um desafio?

Normalmente eu não estou escrevendo com a banda. Antes era eu e Terry ou eu e Tim, é como eu me sinto mais segura, não compartilhar muito. Então eu disse, eu tenho que ser corajosa e eu posso, eu sou músico bom o suficiente para se sentar e fazer um estudo, especialmente quando todos estão oferecendo suas idéias. Fui mais fundo na música: guitarras, baixo, piano, bateria, tudo ao mesmo tempo criando, misturados na hora certa. Eu precisava que esse álbum fosse uma energia ao vivo e, obviamente, nós adicionamos orquestras, sintetizadores, e todos os cronogramas de produção, que resultou em algo especial. Depois, passei todas as fases, a última foi com a banda e eu estou mais animada, fizemos um disco mais pesado.

G: No início, nós sabíamos que seria um álbum com uma abordagem mais eletrônica, de onde veio isso?

Começamos com a idéia de fazer um álbum mais eletrônico com programação e sintetizadores, mas sempre foi uma parte importante do Evanescence e ainda está em algumas canções.

G: Amy Lee é uma figura e nós sabemos que às vezes não tem sido fácil para você lidar com a fama, como você se sente?

É intimidador ao mesmo tempo e eu tenho experiência para não sentir tanto medo. Obviamente, eu preciso de uma pausa e é estúpido todo mundo querer me criticar. Às vezes, você diz coisas estúpidas, mas quando você é famoso é um ataque cardíaco, me desculpe, eu sou humana, não pensava muito no que eu dizia na época. Eu costumava ter mais medo sobre isso, mas agora estou corajosa.

G: Atualmente você vive em Nova York, lá você pode passar despercebida?

Sim, é ótimo. Lá se pode, a atitude é legal e não louca. Você pode se reconhecido, eles dizem: ‘eu amo sua música’ e continuam andando, é incrível. Também me fez sentir muito bem gastando o tempo com minha família, porque quando você está nessa turnê, você perde muitas coisas… ser uma boa filha, irmã, neta.

G: Muitos de seus fãs estão se perguntando se você gostaria de ser mãe em breve.

Não agora, porque estou em turnê, mas eu adoro crianças e com certeza gostaria de ter um bebê. Faz parte do meu sonho, mas agora eu estou vivendo esta fase do álbum primeiro.

G: Que lição que você deixou esse álbum?

Foi a humildade. Entendi que não estou certa o tempo todo, eu percebi que estava errada e que estava tudo bem para tentar novamente e, às vezes não tomar a melhor decisão pode ser difícil, mas o melhor para você.

G: Vamos ver o Evanescence ao vivo em breve?

Estávamos no Rock In Rio, estamos também indo primeira vez em Porto Rico, em seguida, voltamos para os EUA, então a Europa e teremos um descanso para o Natal. Então, em janeiro iremos para o Japão e Austrália. México poderia ser para a Primavera. Nós definitivamente queremos voltar aqui, é sempre bom fazer um show no México e os fãs são tão apaixonados e bonitos, nós os amamos.

G: Com tanto material que você tem por aí, há uma possibilidade de lançar um álbum solo?

Algum dia, especialmente agora que eu escrevi músicas que eram mais para um álbum solo do que para o Evanescence. Poderia ser incrível lançar essas músicas em algum momento. É possível. Eu sempre dizia não, porque era esperado que a vocalista fizesse um álbum solo, mas eu não me importo com o que as pessoas dizem. Em algum momento eu vou fazer um álbum solo.

G: O que você gostaria de dizer aos seus fãs mexicanos?

Já estou ansiosa para vê-los novamente, definitivamente voltar para a turnê, obrigado por lembrar-se de nós e nos amar depois de todo esse tempo e nos apoiar sempre.

Músicas emblemáticas:

Lost in Paradise: “É uma das minhas músicas favoritas, porque é diferente, é a mais íntima, mais próxima ao meu coração, as letras são muito especiais para mim, é muito difícil, foi difícil gravá-la, eu passei muito tempo a escrevendo, mas também sugere a idéia inicial muito rápido. Era difícil cantá-la por aquilo que ela diz, mas é ótimo.”

Your Love: “É uma música que não foi gravada profissionalmente. Tenho uma demo em casa, mas não gravamos para o álbum, porque é algo diferente, tem um sentimento diferente que eu não colocaria para este álbum. É uma grande música e definitivamente vou gravá-la algum dia.”

Via: @NewsEvans

3 de novembro de 2011

Amy Lee: "Sou realmente fã de comidas exóticas"

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Conforme havíamos adiantado, mais uma vez a revista britânica Kerrang publica algo sobre o Evanescence em sua edição. Desta vez, uma entrevista com Amy Lee, onde fala sobre turnê, comidas e bebidas. Confira o scan da revista e a sua tradução:
Amy Lee tem estado ausente por tanto tempo, ela se esqueceu de como ser uma estrela do rock.

Oi Amy! Você está animada para voltar para o Reino Unido?

“Estou tão animada! Nós amamos tocar em países diferentes. Eu amo os nossos fãs dos Estados Unidos, mas parece mais um evento especial quando saímos dos EUA. Os europeus tendem a ser um pouco mais barulhentos. Nós definitivamente temos uma base de fãs legal lá – nosso show de Londres se esgotou tão rápido que eles acrescentaram mais um show. Estamos animados para dar aos fãs o que eles querem.”

Você passou dois anos sem fazer nenhum show – foi estressante voltar ao palco?

“Sim, eu estava um pouco nervosa no início. Nós fizemos dois shows em 2009, mas outro depois desses, para mim, essa é a primeira vez que não estive no palco por um bom tempo. Eu tinha assimilado definitivamente voltar à vida normal, mas eu ainda estou tentando lembrar como ajustar em ser uma estrela do rock no palco e saber como dizer coisas entre as músicas que não soem estúpidas! (risos)”

Como é estar em turnê e ser uma estrela do rock diferente dessa vez?

“A maior diferença é que estamos nos divertindo muito. Da última vez, acho que estávamos bem cansados. Todos nós estamos em um lugar tão bom agora e nós só fizemos este ótimo disco juntos! Provavelmente está sendo muito divertido (risos). Estávamos no ônibus ontem à noite às 3 da manhã e só estávamos animados, gritando e agradecendo cada um de nós por termos o álbum em primeiro lugar nos EUA.”

Parabéns a propósito! Então, que bebidas você pede para comemorar?

“Captain Morgan [rum] e refrigerantes diet. Eu não costumo beber, mas depois de um show é legal ter uma bebida quando você se divertiu! Vamos ver, eu uso gengibre, limão e mel para minha voz. Além disso, alguns snacks, mas é só isso.”

Os americanos são famosos por odiar comida inglesa – você também?

“Ah, não! É uma experiência muito divertida entrar em um país diferente, experimentar tudo e provar comidas diferentes. Eu sou realmente uma fã de comidas exóticas. Eu adoro peixe, batatas fritas e comida de bar. Eu vou o tempo todo para esse bar na esquina da minha casa em Nova York. Eu definitivamente estarei com peixe e batatas fritas quando vamos lá.”

Créditos: @Amy_LeeBrasil

25 de outubro de 2011

Entrevista: Amy Lee ao jornal The Sun (UK)

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A baixo, tradução da entrevista realizada com a Amy Lee ao jornal britânico The Sun, e seu respectivo scan. Na entrevista, Amy fala sobre o novo álbum, processo de composição, gravação, turnê e outros. Confira:

Já faz cinco anos desde a última vez que ouvimos falar dos roqueiros do Evanescence.
Mas, provando que eles estão longe de serem esquecidos, o seu álbum de retorno está na nova tabela no número 4. O álbum auto-intitulado é o seu melhor álbum já lançado, com abundância de riffs monstruosos e vocais crescentes e suaves.

Aqui a cantora Amy Lee diz à Jacqui Swift o porquê que é um novo começo para a banda, por que ela está menos angustiada e sobre alguns dos temas contundentes que influenciaram as novas músicas.

Cinco anos é muito tempo para se estar afastado. Voltar é assustador?
Eu precisava deixar o Evanescence por um tempo e encontrar eu mesma de novo. Eu tinha que estar feliz comigo mesma, mesmo se eu nunca mais fizesse outro álbum de novo. Algo que descobri é que Evanescence é uma grande parte do verdadeiro eu. Depois de alguns anos, nós tínhamos algumas ótimas músicas e eu comecei a falar sobre vir com um novo álbum – Eu estava muito surpresa e tocada ao ver quantas pessoas se importavam, dedicadas, temos fãs para o longo da vida. Somos tão sortudos.

Como foi o processo de composição?

Tim se mudou para Nova York e escrevemos algumas músicas muito legais juntos. Eu fiz algumas composições experimentais com um amigo programador, então eu acabei escrevendo muito com Tim e Terry. Nos últimos dois meses de composição, nós trabalhamos e escrevemos músicas como uma banda. Aquilo era novo e desafiador e incrível, um momento decisivo para o álbum.
O seu álbum de estreia, Fallen, vendeu 15 milhões de cópias. Era difícil lidar com a fama?

Eu tinha 21 anos quando lançamos Fallen e estorou rápido. Eu não posso criticar, estou agradecida que muitas pessoas escutam a nossa música – é loucura. Mas tive momentos em que eu senti que não podia fugir – e eu amo ficar sozinha às vezes. Levou um tempo para me sentir confortável com a fama, mas eu amo nossos fãs e a música que fazemos – vale a pena totalmente.

Esse álbum é menos triste. Porquê?

Eu não sou mais adolescente! Tinha muita angustia que tinha que sair de mim. Agora estou mais saudável emocionalmente. O novo álbum tem muita dor e libertação, mas foi processado de uma forma diferente.
Como você mudou ao longo de seus álbuns?

A música é como um diário. Eu vi e senti muito na última década e eu definitivamente cresci. Não posso evitar, mas sorrir um pouco em algumas das músicas mais velhas – eu estava escrevendo sobre coisas muito sérias naquela idade. Era tudo verdadeiro, mas seus sentimentos como adolescente são ampliados.
Como você descreveria o novo som?

Tem um pouco mais de fé. Somos músicos e compositores mais fortes do que costumávamos ser. Você está ouvindo quatro pessoas curtindo tocar o nosso som e quebrando algumas regras. Foi divertido fazer. Nós escrevemos juntos – passou a ter uma sensação realmente única e urgente.
Porque você gravou em Nashville?
Eu fui a Nashville para conhecer Nick, quando estávamos procurando produtores. Ele vive lá e frequentemente grava no Blackbird Studios, onde nos conhecemos. Eu não só senti uma conexão imediata com Nick, eu me apaixonei com o estúdio. É uma classe mundial incrível e ao mesmo tempo você sente em casa onde ninguém pode te encontrar. Uma casa muito bonita com a maior coleção de microfone no mundo e todo o equipamento incrível que você poderia esperar.

Você já teve diferentes pessoas dentro e fora da banda, mas você vê essa formação mais estável?
Essa é a formação mais forte que já tivemos. Nós amamos uns aos outros e estamos aqui porque acreditamos nessa música. Trabalhando nesse álbum juntos, nos fez como uma banda e como amigos.

Você cresceu na banda. Como foi difícil?

Evanescence foi uma ótima aventura. Me levou ao redor do mundo, me levou para conhecer pessoas que eu não conhecia, me fez experimentar comida que nunca ouvi falar e deixa me expressar tão inteiramente quanto eu sou capaz. É muito trabalho e às vezes estresse, mas no final do dia eu não posso chamá-lo de difícil.

Nos conte sobre “Never Go Back”.

Nós escrevemos essa quando o desastre atingiu o Japão esse ano. Ver essas imagens de pessoas de partir o coração que perderam tudo. A música é sobre perda.

Você escreveu na harpa. Como foi isso?

A harpa é muito divertida para mim. É difícil, mas é um desafio muito grafificante. Me faz escrever músicas um pouco diferentes do que no piano, porque é um instrumento diferente. Eu escrevi a parte do piano de “My Heart is Broken” na harpa. Essa música foi inspirada pelas vítimas de tráfico sexual. Meu marido e eu estamos envolvidos com uma organização em Nova York chamada Restore que ajuda as mulheres a se libertarem e começarem a reconstruir as suas vidas.
Onde o Evanescence se encaixa hoje em dia?

Eu acho que nos encaixamos de um jeito que sempre tivemos – por NÃO se encaixar. A nossa música não se encaixa na caixa e acho que é essa parte que as pessoas gostam.

Como está sendo os seus shows?

Ótimos. Estamos tocando muitas músicas do novo álbum, mas algumas dos anteriores. Mal podemos esperar para voltar para o Reino Unido – tivemos ótimas noites tocando lá, muitas lembranças boas. Estou especialmente feliz por conseguir tocar em Glasgow desta vez. Já faz muito tempo!

[SCANS] Maxim Magazine: Evanescence

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A seguir, scans da revista mexicana Maxim Magazine, que em sua última edição traz uma matéria sobre o Evanescence, diante de uma entrevista com Amy Lee. Na entrevista, assuntos como comida mexicana, diretor preferido e a comparação entre Amy e Hayley Williams, vocalista da banda Paramore. Confira:

Via: @EvShadow

21 de outubro de 2011

DRUM MAGAZINE: Bateria de "My Heart Is Broken"

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Como postado aqui anteriormente, a revista DRUM MAGAZINE fez uma matéria especial com o baterista do Evanescence - Will Hunt - e o traz, inclusive, na capa de sua última edição. O site da revista também divulgou um vídeo-aula ensinando a tocar a música My Heart Is Broken, segundo do álbum Evanescence.
  • Scans:
Vídeo:


Via: @i_essence

19 de outubro de 2011

[Scans] Rock Hard Magazine: Evanescence

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Scans de uma matéria publicada na revista francesa Rock Hard.

Via: @i_essence

13 de outubro de 2011

[Scans] Evanescence: Revista Metal Maniac

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A seguir, scans da matéria feita sobre o Evanescence na revista italiana Metal Maniac. Confira:

6 de outubro de 2011

[EDIT] Scans e matéria Revolver Magazine

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Há um tempo atrás divulgamos que a Amy Lee estaria na capa da revista Revolver, vinculada a matéria As 25 mais gostosas do Hard Rock. Confira abaixo as scans liberada na web e tradução da matéria:




“Eu olho para a capa do Fallen e penso ‘Essa não sou eu. É aquela mesma garota?’”

“Várias vezes que eu encontro pessoas e elas pensam, ‘Nossa, você está ótima’”, diz uma Amy Lee radiante, vocalista do Evanescence. “Eles pensam que eu serei uma put* se eu não estou sorrindo na capa do nosso álbum?”
Se vocês conhecem Amy Lee, ela tem um olhar de morte penetrante, orgulhosa de seu vestido vitoriano fantasmagórico e o piso de botas, então você está longe. A mulher que uma vez cantou “Eu sonho na escuridão, eu durmo para morrer” é para rapidamente descrevê-la como “uma pessoal feliz”. Ela é sinistra, segura de si e um tornado no palco, mas privadamente admite, “É tão estranho ter o foco em você o tempo todo. De acordar e fazer o cabelo e maquiagem, todo dia, dar entrevistas sobre você mesmo e pensamentos íntimos… Eu não sou uma dessas celebridades que amam essa atenção no fim do dia. É uma droga quando é sobre você o tempo todo.”
E quanto a ser votada para a Garota mais Sexy do Hard Rock ou Metal da Revolver? “Vamos lá, essas coisas não são reais”, ela diz. “Ninguém pensaria que eu fosse uma garota mais sexy do metal se eu não colocasse um monte de maquiagem e tivesse uma equipe trabalhando em mim durante toda a manhã. Garantida.”
Nesse outono, a sua banda lança Evanescence (Wind-Up), seu primeiro álbum em cinco anos, magistralmente misturando sua obsessão ao longo da vida com a pulsação cósmica com uma versão edificante de seus hinos melancólicos da música eletrônica. Como a máquina da divulgação implacavelmente os coloca para frente, Lee pode apenas ri da ideia de ser o símbolo sexual mais visível da música pesada. “Ontem, nós estávamos assistindo a primeira edição para o clipe de [primeiro single] ‘What You Want’”, ela diz. “Eu assisti com os caras, e tem essa cena que eu tenho esse olhar durão no meu rosto e eu estou atravessando a ponte do Brooklyn, e Tim [McCord, baixista] apenas começou a rir. Você está fazendo aquele olhar sexy e então virando e rindo de você mesmo, porque é excessivamente dramático.
“Eu acho que seria legal ser pega se isso é o que importava para você, se você quer ser apenas famoso, se você só quer que as pessoas te amem de um jeito superficial”, continua Lee. “Mas acho que [os nossos fãs] gostam de mim especificamente como pessoa, é que eu não levo aquela coisa tão a sério, não acredito verdadeiramente que sou tão demais. Eu, na maior parte do tempo, estou sentada com meu pijama sem maquiagem no estúdio até as 4 da manhã fazendo sons estranhos.”
Lee a vê como marcadamente diferente dela em grande proporção, um personagem gótico melodramático. E isso é parcialmente a razão que, em 2007, ela aparentemente sumiu da face da terra, deixando para trás uma das bandas mais famosas da década. “Eu estava obcecada pelo Evanescence desde que eu era uma jovem adolescente”, diz a Amy Lee de 29 anos, que começou a banda em Little Rock, Arkansas em 1995. “Eu acho que, de algum jeito, eu senti que isso alegou a minha identidade um pouco e senti que tinha que fugir e ser eu mesma, apenas viver uma vida normal como adulta.”
Antes que ela auto-impos um hiatus, o Evanescence fez shows incansavelmente até 2006 e 2007. O trabalho árduo estava exaustivo, mas Lee diz que ser “Amy Lee do Evanescence”, 24 horas, 7 dias na semana, era possivelmente como uma drenagem. “É sempre difícil vestir um rosto sorridente e dizer, ‘Tudo está bem, compre meu álbum!’ quando há grande coisas acontecendo na sua vida”, ela diz. “Quero dizer, Evanescence é grande para mim, nas como vou fingir que minha família significa mais? Eu senti falta de todos os Dias de Ação de Graças e reuniões de família.
“Eu contei para os caras na turnê, ‘Hey, eu não sei se faremos isso novamente’”, disse ela. E no fim do ano, ela partiu para ela mesma, gastou 18 meses perdida em Nova York. O guitarrista de longa data Terry Balsamo não parecia chocado com a revelação e não estava certamente certo se ela retornaria.
“Sabe, honestamente, desde que temos tocado com Amy”, ela diz; “nós sempre sabemos que ela tinha que fazer algo por um segundo”.
Nesse meio tempo, Lee tranquilamente vasculhou Nova York com um quase anonimato. Assistindo bandas de indie rock com uma taça de vinho, cozinhando para seus amigos, e brincando com seus gatos. Ela começou a ter aulas particulares de harpa. Amy Lee, uma superstar com quase 20 milhões de álbuns vendidos sob o cinto de couro, contentava-se em silêncio no fundo.
“Eu estava sendo capaz de ser eu mesma de novo”, ela diz. “Ser um ótima neta.”
Contudo, Lee é rápida para adicionar, “Inevitavelmente, eu amo música.” Depois de um tempo, ela tentou reiniciar as suas composições, passando por algumas fases musical. Inspirada por bandas folk, ela e McCord escreveram um monte de músicas na veia de sensíveis dedilhados como Band of Horses e Ray LaMon. O próximo estágio de Lee era mais trabalhado: Ela entrou em um estúdio em Nova York com Steve Lillywhite em uma tentativa de fazer o próximo álbum do Evanescence, um cenário de músicas “sarcásticas” e “ritmicamente conduzidas” inspiradas pelo rock eletrônico de Depeche Mode, Massive Attack e Portishead. Descrevendo as sessões como totalmente indulgentes, Lee estava satisfeita com todos os seus caprichos, prendendo com texturas pré-programadas pelo colaborador Will “Science” Hunt (não confunda com o atual baterista), alugando alguns tambores taiko japoneses e comissionamento arranjos fortes. Havia só um problema: Não era um álbum do Evanescence.
“Fazendo o que eu queria fazer, eu percebi que faltava um grande pedaço do que amava sobre fazer música”, diz Lee. “que era a banda. Foi difícil voltar atrás e ir. Sabe, eu sou tão indulgente que isso não soa um pouco como eu queria que soasse. Eu não estava pronta, porque eu tava rebelando contra o Evanescence um pouco… eu estava no cruzamento onde eu poderia fazer um estranho álbum da Björk. Ou eu posso começar com o que sinto com a próxima grande inspiração que eu estava tendo: que é se apaixonar de volta com a banda. Eu fui muito longe. E então comecei a ter um renascimento sobre Evanescence.”
Para o segundo projeto, Lee mergulhou com sua banda. Pela primeira vez na história do Evanescence, o grupo compôs sentado em uma sala e praticando, saltando idéias de cada um, elaborando arranjos juntos. “Quando ela deu início, mas agora no espírito de trabalho parece com uma banda de rock. Os bipes vieram cortesia do mestre programador Chris Viena do Nine Inch Nails, cujas texturas aparecem em cada música. Evanescence está de volta e mais pesado do que nunca.
O primeiro single, o furioso Tooltronica “What You Want” é sobre o caos na vida, mas Lee é agradada pelo duplo sentido acidental no refrão: “Hello hello, remember me? I’m everything you can’t control”. “A música é sober ser corajoso e ter chances e uma banda que fez exatamente três shows desde sua pausa em 2007. “Eu estava nersova sobre isso, porque com todo aquele tempo, você começa a se sentir como ‘Espera um minuto, ainda sou uma estrela do rock? Isso é real? Posso não fazer mais aquilo porque eu mudei muito?’”, diz Lee. “Mas o primeiro show foi incrível. Assim que pisei no palco. Eu sabia o que fazer. Voltei no automático… eu ainda visto as botas e vou lá e arraso. A resposta é sim. Me sinto como eu. É só uma parte de mim que não estava explorando por um tempo.”

Créditos: @flavianolee

16 de setembro de 2011

Scan: Entevista à Rolling Stone

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A seguir, o scan da entrevista feita com Amy Lee à revista Rolling Stone Brasil. Esta edição traz três capas distintas, porém todas com mesmo conteúdo: Especial Rock in Rio 2011. A edição 60 traz Kate Perry, Metallica e Red Hot em cada uma dessas três capas. A entrevista com Amy Lee se encontra na página 32 e o preço da revista é R$ 10,90. Confira a entrevista e o scan:
5 PERGUNTAS
De volta à Obsessão
Amy Lee fala do novo álbum do Evanescence e sobre o Rock in Rio

“Sempre que ouço um disco antigo, é uma viagem no tempo. Essa é outra fotografia do tempo para mim”, diz a vocalista Amy Lee sobre o novo álbum do Evanescence, que leva o nome da banda. Falando animadamente, ela não lembra a cantora intensa, dark e teatral que sobe ao palco. O disco, com letras parcialmente inspiradas pela própria história de Amy com o Evanescence, sai dias depois da apresentação do grupo no Rock in Rio.

Foi um longo processo até "Evanescence" sair. Como foi esse período e quanto das características do som de vocês sobreviveu?

Começou quando terminamos a turnê de The Open Door, em 2007. Segui meu caminho, fui me redescobrir. O Evanescence me definiu, por muito tempo. Quando estou envolvida nisso, é tudo que faço. Não tem pela metade comigo. Passei esse tempo vivendo a vida com meu marido. Mas amo música, quando vi estava compondo de novo e sem a banda. Conforme escrevia, me apaixonei de novo pelo Evanescence e quis fazer um disco que fosse “Evanescence agora”, com tudo que a gente mais gosta do grupo.

Liberdade parece ser um tema nas letras. De onde vem isso?

"What You Want", o primeiro single, fala sobre como, se você está infeliz, precisa mudar sua vida, porque só tem uma. É uma mensagem para mim mesma, sobre sair do casulo e encarar o exterior. "Volte ao que ama, ao que você é." Ainda componho para me curar. Só estou mais madura e agora não acho mais que estou para morrer o tempo todo. Muito do disco é sobre a minha relação obsessiva com o próprio Evanescence e como, para me encontrar, tive que me afastar disso. No fim, liberdade não é liberdade se você é escravo de fugir de seus problemas.

O burburinho, quando começavam a gravar, era que seria um disco bem eletronico e com inflûencias de Depeche Mode. O quanto disso ficou?

Isso foi parte da jornada, mas não sobrou nada do que fizemos naquela época. A banda entrou muito na composição no fim, e essa é a grande diferença do disco, não é tão meu, por isso inova. E eu sempre fui influenciada por Depeche Mode e Massive Attack, por isso entrou um pouco, mas não é aquela coisa sonolenta. Misture desse groove com um rock agressivo.

Inicialmente, Steve Lillywhite (U2, Siouxsie and the Banshees) produziria o trabalho, mas Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Velvet Revolver) acabou assumindo. Por quê?

A Verdade é que era como se estivéssemos fazendo dois discos, ele não era a pessoa certa. Já tinhamos a maior parte das músicas quando descobri que um mesmo cara tinha produzido dois dos nossos discos preferidos dos últimos tempos: Black Gives Way to Blue, do Alice in Chains, e Diamond Eyes, do Deftones. Então, tinha de ser o Nick.

Este é o primeiro Rock in Rio brasileiro do Evanescence e o show pouco antes do disco sair. Como será?

Foi uma loucura em Portugal e imagino que deva ser ainda maior no Brasil, porque o festival está voltando pra casa. Planejamos tocar muitas músicas novas, não aguento mais esperar, cansei de tocar só as velhas. Não tem público melhor para ouvi-las do que os fãs brasileiros, que são muito entregues. Mesmo quando a gente estava fora de circulação, recebia muitos tweets em português pedindo shows.

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