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Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

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Na trilha do passado, outubro de 2003
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13 de outubro de 2012

Billboard: Evanescence e as juras de amor eterno

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“Na intro de cada uma, teatral, a vocalista levava a mão ao peito e fazia expressões de intensidade”
“Boa parte dos súditos de Amy são meninas de palidez gótica e longos cabelos negros que se esforçam para parecer com sua musa. Elas, ao lado de muitos rapazes também, professavam pela cantora em camisetas, bandanas e berros um amor eterno, incondicional e inabalável que somente a juventude – ou uma novela mexicana – proporcionam” — Review Billboard Brasil, Espaço das Américas — São Paulo (7).
Evanescence e as juras de amor eterno trocadas com o público brasileiro
A banda privilegiou canções mais recentes no show realizado em São Paulo, que pode ser um dos últimos, pelo menos por algum tempo

A marquise no Espaço das Américas dizia que o show era do Evanescence, mas a verdade é que aquele palco, por mais que os músicos talentosos, porém intercambiáveis, do grupo se esforcem, é praticamente todo da diva de pele alva e voz potente Amy Lee, nome pelo qual clamava a plateia depois do encerramento do número de abertura, The Used.

Boa parte dos súditos de Amy são meninas de palidez gótica e longos cabelos negros que se esforçam para parecer com sua musa. Elas, ao lado de muitos rapazes também, professavam pela cantora em camisetas, bandanas e berros um amor eterno, incondicional e inabalável que somente a juventude – ou uma novela mexicana – proporcionam. Esses fãs cantaram junto todas as letras, sem distinção entre singles e músicas pouco trabalhadas comercialmente (apesar de os maiores sucessos terem resultado em mais barulho), de forma a provar que o público cativo do Evanescence no Brasil mais do que justifica todas as vindas do grupo para cá em poucos anos.

Vestida com um figurino meio bailarina, com purpurina cobrindo os braços, Amy mostrou toda sua energia de bandleader no show realizado em São Paulo na noite deste domingo, 7. Abusando da expressividade corporal, agarrava o microfone, instrumento que ele leva ao público seus gritos, lamúrias e desabafos e retribuía o carinho de seus fãs paulistanos. A vocalista e pianista anunciou recentemente que a banda fará (mais uma) pausa a partir de novembro, então, a coisa toda teve um ar de final de temporada, com a possibilidade pendente de um cancelamento, para ficar em uma metáfora televisiva.

“What You Want”, primeiro single do disco que leva o nome da banda, abriu a barulhenta apresentação – o adjetivo, aqui, se refere tanto à sonoridade da atração que estava no palco quanto aos presentes. Esse trabalho, aliás, por ser o mais recente, foi o foco da noite: teve sete de suas 12 faixas executadas, sem contar uma música da edição de luxo, “Disappear”, que entrou no setlist de São Paulo de surpresa. Vale lembrar que na passagem do Evanescence pelo Rock in Rio há um ano, o álbum ainda estava para ser lançado e a plateia do festival serviu meio que de cobaia em relação às performances ao vivo das canções novas.

Em seguida, vieram “Going Under” e “The Other Side”. Amy falou pouco ao longo da noite e, quando o fez, não saiu muito do roteiro – não o roteiro dela, mas sim aquele script com bem poucas variações que os artistas internacionais colocam na bagagem toda vez que viajam a uma cidade (ou não, já que ele não é tão difícil de decorar). Agradeceu o carinho do público, a oportunidade de estar no Brasil de novo e elogiou o público local. A diferença é que em um caso desses, a devoção dos fãs daqui é tanta – nas redes sociais, em shows etc – e o retorno dela é tão constante que dá para crer na sinceridade dessa troca de afeto.

Ela continuou com “Weight Of The World”, “Made of Stone” e, em seguida, um piano passou a fazer companhia à performance de Amy. Lá, mostrou “Lithium”, “Lost in Paradise” e “My Heart Is Broken”, depois da qual o piano foi levado e um teclado fez as vezes do instrumento. Na intro de cada uma, teatral, a vocalista levava a mão ao peito e fazia expressões de intensidade. Paralelamente, os primeiros acordes das três geraram explosões de gritos lá embaixo.

Vieram ainda “Whisper”, “Oceans” e “The Change” antes de “Call Me When You Are Sober”, um grande hit do grupo. Amy tem mostrado uma música nova nos shows no Brasil e dito que não conseguiria pensar em um público melhor do que o daqui para apresentar a música, composta há sete anos mas para a qual “nunca conseguimos achar um lar”. “Imaginary” e um coro de “Bring Me to Life” encerraram a performance. Mas ainda tinha o bis, com a já citada Disappear” e, agora de volta ao piano mesmo, “My Immortal”. A música, que emocionou geral, com direito a muitos fãs aos prantos e se esgoelando, foi antecedida por um pedido de “cantam comigo?”, imediatamente seguido de “que pergunta boba, vocês cantaram tudo até agora”. Estava encerrado o show de menos de uma hora e meia.

The Used

Banda com muita estrada, The Used tem um público brasileiro próprio suficiente para uma turnê própria no país – que é o que eles prometeram para “logo mais”, no final deste show de abertura. No quesito atrações de aquecimento, a recepção dos fanáticos por Evanescence foi acima da média. Em pouco mais de 40 minutos, não pareceu em nenhum momento, ou música, que o Espaço das Américas estava dentro de um elevador, esperando para chegar do ponto “a” (antes de Amy Lee estar no palco) ao “b” (Amy Lee colocando o gogó para trabalhar), como pode acontecer durante shows de abertura. Talvez isso tenha se dado por causa da atitude da banda: “Para quem nunca ouviu The Used antes, estamos muito felizes de fazer novos melhores amigos aqui”, disse em certo momento o vocalista Bert McCracken. Nessa versão aperitivo do The Used, praticamente só singles passaram pelo setlist, entre eles "The Taste of Ink”, “I Caught Fire” e “Pretty Handsome Awkward”.

12 de outubro de 2012

Celebs Pernambuco: “Um show, só no nome”

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“público maciçamente feminino e menor de idade”
“A quimera, então esperada por um bom número de pessoas (dentre posers e não posers, em um público maciçamente feminino e menor de idade), transformou-se, entretanto, em frustração ao final do show (...) Amy Lee, desacostumada com o clima brasileiro, sofreu para cantar as cerca de 10 músicas que integraram o setlist do show. Os demais membros da banda entraram mudos e saíram calados” — Review Celebs Pernambuco.
UM SHOW, SÓ NO NOME. (Por Rodrigo Rigaud)

Há uns 10 anos, a vinda da banda Evanescence ao Recife seria considerada uma quimera, até para fãs mais aficionados. Quinta-feira, 11 de outubro de 2012, 23h18min e lá estão eles, em pleno palco do Chevrolet Hall. Convenhamos, porém, que a banda não é mais a mesma. Em 17 anos de existência , o grupo americano de metal alternativo lançou três álbuns (Fallen, 2003; The open Door, 2006; Evanescence, 2011), o mesmo número de guitarristas, baixistas e bateristas que já integraram o line up do quinteto (que originalmente era um sexteto). A quimera, então esperada por um bom número de pessoas (dentre posers e não posers, em um público maciçamente feminino e menor de idade), transformou-se, entretanto, em frustração ao final do show. Pelo menos para um grande número de fãs.

Amy Lee, desacostumada com o clima brasileiro, sofreu para cantar as cerca de 10 músicas que integraram o setlist do show. Os demais membros da banda entraram mudos e saíram calados. Inexpressivos a todo o momento, coube à vocalista, única remanescente da formação original, dar ao público um pouco do que ele queria: carinho, interação. Mas esse pouco foi muito pouco pra ser suficiente. Escolhendo um repertório com mais músicas do último álbum, Amy Lee dispersou, por diversas vezes, o público, que só voltava a vibrar ao som de hinos como “I’m Going Under” ou “Bring Me To Life”. Quem pagou caro pra ficar no front queria mais e muito desses se excederam. Três subiram no palco e tentaram agarrar a vocalista. Outros arremessaram camisas, garrafas, que foram prontamente postas de volta no chão aos chutes pelos integrantes da banda. Isso tudo porque Amy e companhia foram preguiçosos demais. Todo o show foi. No fim das contas, desde a abertura do The Used (que ainda empolgou mais do que a atração principal) à apresentação do Evanescence, parece não haver passado 1 hora. Isso porque o show da banda, que trouxe o metal às garotas de 12 anos, não se fez notar. Muito pelo contrário, assemelhou-se àquele tipo de filme que é feito pra durar meia-hora em sua mente e nunca mais ser lembrado.

Pernambuco já mostrou não ser nenhum tipo de cemitério musical (onde só vem os artistas “mortos” ou no caminho), mas bandas estrangeiras que vem ao estado, ao exemplo do Evanescence, precisam saber optar pelo marcante, pelo que já foi, é e ainda será sucesso amanhã, pois é muito possível que amanhã (e depois) essa banda (acabe ou) nunca mais volte ao estado. Afinal, Evanscence não é Immortal. Mas esse é o desejo da Amy Lee, que há anos, acaba seus shows do mesmo modo e com a mesma música: sentada ao piano e tocando a canção com a qual ganhou o mundo
Obrigado, Ângelo Silva

Whiplash: Review — E. das Américas, São Paulo

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Fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado
“Amy Lee e seu grupo despediram-se de São Paulo com a esplendida “My Immortal”, deixando os fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado, uma ótima produção da XYZ Live” — Review Whiplash, Espaço das Américas — São Paulo (7).
Evanescence (Espaço das Américas, São Paulo, 07/10/12)

Após apresentação no festival ROCK IN RIO, o EVANESCENCE retornou ao Brasil depois de um ano para uma série de cinco shows, sendo o terceiro deles em São Paulo. Formado em meados de 1995 por Amy Lee, a banda trouxe em sua bagagem a divulgação do álbum intitulado “Evanescence”, lançado no final do ano passado e trouxeram também, os norte-americanos do THE USED como banda de abertura.

Pontualmente às 20h o THE USED subiu ao palco e foi bem recebido pelo público, público este que permaneceu pouco animado até o sucesso “Put Me Out” dar início, momento em que foram à loucura e permaneceram agitados até o final do show. No repertório, ainda foram executados petardos de sua carreira como “The Taste of Ink” de seu álbum debut de 2002 e “Blood on My Hands” do famoso ‘Artwork’ de 2009. Após uma introdução da famosa “Smells Like Teen Spirit” do Nirvana, fecharam sua participação nesta incrível noite com o grande sucesso “A Box Full of Sharp Objects”, momento que grande parte do público cantou e ovacionou a banda.

Às 21h15min, a banda formada pela bela Amy Lee nos vocais, os competentes Terry Balsamo e Troy McLawhorn nas guitarras, Tim McCord no baixo e o excelente baterista Will Hunt iniciou sua noite aclamados pelo grande público, que lotava o Espaço das Américas. A primeira canção da noite foi a nova “What You Want” seguida pelo hit “Going Under” levando o público à loucura. Voltando ao seu recente álbum, a boa “The Other Side” foi tocada, com Amy sempre sorridente e batendo cabeça junto ao seu teclado, até mesmo na parte calma da música. Em “Weight Of The World”, ouvia-se o coro da plateia altamente entusiasmada, mas não mais animada que em “Made of Stone”, em que os gritos do público equiparavam-se ao som da banda.

Com um piano entrando à frente do palco, Amy sentou-se e deu início a clássica “Lithium”, faixa tida como a melhor do CD ”The Open Door”, 2006. Ainda neste piano, foram executadas “Lost In Paradise” e “My Heart Is Broken”, sendo as duas últimas de seu ultimo álbum. Com Amy levantando do piano, a banda iniciou a sombria e pesada “Whisper”, a bela “Oceans” em que o destaque foi para o baterista Will Hunt que exacerbava técnica ‘espancando’ sua bateria e também a ótima “The Change”. Para surpresa do público, Amy Lee anunciou “If You Don't Mind”, música inédita da banda que foi tocada pela primeira vez em Porto Alegre. Percebendo a agitação de seus fãs, a banda ainda executou grandes sucessos como “Call Me When You're Sober”, uma versão estendida de “Imaginary” e antes de se retirar do palco para o famoso bis, tocaram seu primeiro e maior hit, “Bring Me To Life”, com o público cantando em uníssono do início ao final da canção.

Voltando ao palco, a banda continuou muito comunicativa com os fãs e com a bateria de Hunt iniciou-se “Disappear”, outra surpresa da noite por se tratar de uma música bônus do álbum “Evanescence”. Com o piano retornando ao palco e com uma chuva de papeis a sorridente Amy Lee e seu grupo despediram-se de São Paulo com a esplendida “My Immortal”, deixando os fãs irrefutavelmente boquiabertos com o grande espetáculo presenciado, uma ótima produção da XYZ Live.

Set List EVANESCENCE

1.What You Want
2.Going Under
3.The Other Side
4.Weight Of The World
5.Made Of Stone
6.Lithium
7.Lost In Paradise
8.My Heart Is Broken
9.Whisper
10.Oceans
11.The Change
12.If You Don't Mind
13.Call Me When You're Sober
14.Imaginary
15.Bring Me To Life

Encore:
16.Disappear
17.My Immortal

Set List THE USED

1.Take It Away
2.The Bird and the Worm
3.Listening
4.Put Me Out
5.I Caught Fire
6.The Taste of Ink
7.All That I've Got
8.Blood on My Hands
9.Pretty Handsome Awkward
10.A Box Full of Sharp Objects

11 de outubro de 2012

Whiplash: Review — HSBC Arena, Rio de Janeiro

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"Obrigada, Brasil", diz Amy no Rio de Janeiro
“A vibe era tão contagiante entre os fãs que ali estavam que nenhum deles poderia reclamar do curto tempo de apresentação. Talvez eles tenham atentado para esse fato quando chegaram em casa, com o senso de realidade recuperado” — Review Whiplash, HSBC Arena — Rio de Janeiro (6).
Evanescence (HSBC Arena, Rio de Janeiro, 06/10/12)

Exatamente um ano depois de sua última vinda ao Brasil, o Evanescence retornou ao solo carioca na noite deste último sábado (6). Numa apresentação bem mais interessante do que a testemunhada na edição de 2011 do Rock in Rio, Amy Lee e cia reuniram um bom número de fãs na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, que demonstraram toda a sua paixão pela vocalista e consequentemente pelo restante da banda.

Acompanhada por Terry Balsamo (guitarra), Tim McCord (baixo), Troy McLawhorn (guitarra) e Will Hunt (bateria), Amy dominou o palco e concentrou toda a atenção de seus fãs. Com um figurino, digamos, diplomático, sua saia trazia a bandeira de diversos países, e cada braço exibia uma bandeira do Brasil e outra da Argentina (essa última seria facilmente dispensada por nós brasileiros), a vocalista agraciou os presentes com sua afinação e potência vocal ininterruptas.

Mas a noite começou mais cedo, às 20h30, quando o The Used, grupo responsável pela abertura, iniciou seu show. Tendo que driblar a hostilidade de boa parte dos fãs de Evanescence, a banda cumpriu o seu papel e fez um show vibrante na HSBC Arena. Embora o público tenha pouco reagido à maioria das canções, o quarteto americano se esforçou para atingir a plateia com singles animados como “I Caught Fire”, “The Taste of Ink” e “A Box Full of Sharp Objects”, que teve intro com “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana.

Ao final da apresentação, por volta de 21h10, Bert McCracken agradeceu ao público e disse que o The Used voltaria ao país em uma próxima oportunidade. A última apresentação da banda no Rio de Janeiro havia acontecido em 2007, no extinto Canecão.

Mais tarde, depois de cerca de 15 minutos de atraso, o show estava previsto para começar às 21h30, Amy Lee deu o ar de sua graça e surgiu no palco junto com os outros integrantes do Evanescence. A primeira música do set list foi novamente “What You Want”, do álbum homônimo da banda, lançado no ano passado. Em seguida, o grupo emendou em “Going Under”, que marcou o primeiro momento de grande comoção por parte dos fãs. Com seu refrão potente, a canção foi cantada aos berros pelo público presente na HSBC Arena.

Ânimos acalmados, Amy se dirigiu à plateia pela primeira vez na noite e revelou sua satisfação em voltar mais uma vez ao Brasil, país que ela classificou como “casa”. "Nós viajamos o mundo inteiro desde a última vez que nos vimos ano passado. É muito bom estar de volta em casa. Obrigada, Brasil", disse a vocalista, recompensada com muitos aplausos e gritos dos fãs cariocas. O repertório continuou seguindo o cronograma de faixas da turnê atual.

Vieram músicas mais recentes como “The Other Side” e “Made of Stone”, e também “Weight of the World”, presente no segundo disco da banda, “The Open Door” (2006). Depois, a apresentação ganhou um tom um tanto intimista quando o piano de Amy entrou no palco e ela cantou com muita sensibilidade faixas mais introspectivas como “Lithium”, “Lost in Paradise” e “My Heart is Broken”, com direito à bolas de encher vermelhas que foram erguidas pelos fãs e depois estouradas no fim da execução da música.

Já antes de “The Change”, a vocalista anunciou que aquela era sua canção preferida do novo álbum. Em “Call Me When You’re Sober” o público novamente enlouqueceu e cantou junto com Amy cada verso do single. A aclamação só não foi maior do que na hora do maior hit do Evanescence: “Bring Me to Life”. Sendo a última canção antes do bis, a faixa arrebatou os fãs e o grupo deixou o palco com a plateia totalmente extasiada.

Na volta, a banda mais uma vez atestou o seu carinho pelo público brasileiro e contou que, assim como ocorreu em Porto Alegre na quinta-feira (4), a próxima canção do set, no caso “If You Don’t Mind”, precisava ser apresentada pela primeira vez em um país querido como o Brasil. Para fechar, depois de quase uma hora e vinte de show, o Evanescence tocou “My Immortal”, com Amy de volta ao piano.

Enquanto os fãs se emocionavam com a melancolia transmitida pela letra e melodia, o Evanescence encerrava, logo depois de o relógio marcar 23h, o seu segundo show em terra tupiniquim neste ano. A vibe era tão contagiante entre os fãs que ali estavam que nenhum deles poderia reclamar do curto tempo de apresentação. Talvez eles tenham atentado para esse fato quando chegaram em casa, com o senso de realidade recuperado.

Set list:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- Lacrymosa
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life

Bis:

16- If You Don’t Mind
17- My Immortal

Evanescence reúne 7 mil fãs fervorosos em SP

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Repertório da banda é um pastiche de tudo o que foi rock e mainstream nos últimos 20 anos
“Estavam lá para pagar promessa, e nada mais louvável, para a patota goth paulistana, do que 52 dias passados em meio ao cheiro de urina de uma calçada na Barra Funda, à espera da endeusada líder do grupo, Amy Lee” — Review Estadão.
Evanescence reúne 7 mil fãs fervorosos em São Paulo
Repertório da banda é um pastiche de tudo o que foi rock e mainstream nos últimos 20 anos

Uma fila de barracas decorou a calçada oposta ao Espaço das Américas durante o último mês. Veio o VMB, o Sertanejo Pop Festival, um show da Ivete, outro dos Titãs, e elas continuaram lá, habitadas por cerca de 45 jovens. Seria ocupação? Protesto estudantil? Não, era fanatismo pelo grupo de rock metal pop gótico (insira aqui o seu adjetivo genérico), Evanescence. Nada de novo se fosse um show do U2, ou um de Sir Paul, em que acampar é estratégia, pois a competição por um lugar próximo do palco é acirrada. Mas no caso de Evanescence, que tocou no Espaço das Américas neste domingo, 7, à noite, foi um ritual de sacrifício.

Os ingressos não estavam esgotados e 7 mil compareceram, em grande parte mulheres, que sintonizam intensamente com o rock emotivo do grupo ("Estou tão cansada de estar aqui, reprimida por todos os meus medos infantis", é o verso de abertura de uma de suas canções mais famosas). Estavam lá para pagar promessa, e nada mais louvável, para a patota goth paulistana, do que 52 dias passados em meio ao cheiro de urina de uma calçada na Barra Funda, à espera da endeusada líder do grupo, Amy Lee.

À frente do Evanescence, a cantora de olhos vampirescos comanda uma impressionante onda de catarse com seu vozeirão. Mulheres desmaiam em cima do alambrado. São escoltadas para fora. E pelo menos uma saiu de maca, semiconsciente, na noite de domingo. Não importa que o som seja datado desde os primórdios da banda.

O repertório do Evanescence, que chegou à fama na primeira metade da década passada, com o disco Fallen, responsável por 17 milhões de cópias vendidas, é um pastiche de tudo o que foi rock e mainstream nos últimos 20 anos. Há ecos de Pearl Jam, riffs de Korn, baladas emotivas que misturam piano e guitarras (vide November Rain) e mais. Esta última modalidade, mais conhecida como a "power ballad", é a especialidade de Amy Lee. A cantora tem formação de piano clássico e sua voz não é menos técnica. Amy a solta como se fosse uma Enya do heavy metal, sempre em busca do épico, para o delírio das multidões.

O Evanescence tem quase duas décadas de estrada, desde sua primeira formação, e sabe administrar a dinamite sonora para fazer um show sucinto e explosivo. Sob o altar gótico do Espaço das Américas, neste domingo, Lee retribuiu o sacrifício com tudo de si, do início, ao bis, com o hit, My Imortal.

Evanescence inclui música obscura no show de SP

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Amy Lee aponta a apresentação como a ‘favorita em todos os tempos’
“Evanescence voltou a surpreender o público, com a inclusão de “Disappear”, música que aparece na versão “deluxe” do mais recente álbum, que leva o nome da banda” — Review Rock em Geral, São Paulo.

Evanescence inclui música obscura no show de São Paulo
Amy Lee aponta a apresentação como a ‘favorita em todos os tempos’; turnê continua no Recife e em Fortaleza. Foto (show do Rio): Luciano Oliveira.

No terceiro show da atual turnê pelo Brasil, o Evanescence voltou a surpreender o público, com a inclusão de “Disappear”, música que aparece na versão “deluxe” do mais recente álbum, que leva o nome da banda. O grupo também voltou a tocar a canção “If You Don’t Mind”, uma das sobras do álbum “The Open Door”, de 2006, como fez nos shows de Porto Alegre, pela primeira vez na história (saiba mais), e do Rio (resenha aqui). O número foi preparado especialmente para os fã brasileiros.

O show aconteceu neste domingo (7/10), no Espaço das Américas e, como é hábito no Brasil, foi marcado pela emoção. A apresentação foi apontada pela líder da banda, Amy Lee, como uma das melhores da banda. “Foi um dos meus shows favoritos em todos os tempos. Só me arrependo de não ter filmado”, disse a cantora, após a apresentação, no twitter. A abertura foi do grupo The Used.

Agora, a turnê passa pelo Recife, que recebe o grupo na quinta, dia 11, no Chevrolet Hall; e Fortaleza, como atração do Ceará Music, no sábado, dia 13. Ainda há ingressos para todos os shows.

Os shows pelo Brasil estão entre os últimos da turnê do álbum “Evanescence”, o terceiro do grupo americano, lançado no ano passado, e que marca o retorno com uma nova formação. Além da cantora Amy Lee, líder do grupo, estão na atual formação Terry Balsamo e Troy Mclawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria). Depois do trecho brasileiro, o grupo tem outras sete datas na América Latina, incluindo países como Argentina, Chile e Peru, e mais quatro no Reino Unido, até o início de novembro.

Esta pode ser a última oportunidade para os fãs brasileiros verem o Evanescence tocando ao vivo, uma vez que a líder da banda, Amy Lee, disse recentemente que a banda pode entrar em um recesso no final dessa turnê. “Eu realmente não tenho certeza do que faremos em seguida”, disse a cantora (leia matéria aqui).

Amy também sugeriu que pode se aventurar por uma carreira solo, segundo ela, com músicas “não guiadas por guitarras em volume alto” (saiba mais aqui). Curiosamente, o Evanescence, antes do lançamento do novo álbum, passou por uma parada de cinco anos, no qual o grupo foi todo reformulado.

O Evanescence foi uma das atrações do Rock In Rio, realizado no Rio, há pouco mais de um ano (veja como foi), quando mostrou boa parte do novo repertório - 13 músicas. Durante o festival, Amy Lee concedeu uma entrevista a este Rock em Geral; leia aqui. Antes, Amy Lee e acólitos vieram ao Brasil em 2009, em show atemporal em São Paulo, no Festival Maquinaria, e em 2007, quando tocou no Rio(veja como foi) e na capital paulista.

Veja abaixo o set list tocado ontem, em São paulo, e, em seguida, o serviço de cada cidade:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- If You Don’t Mind
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life

Bis

16- Disappear
17- My Immortal

Serviço
Recife
Chevrolet Hall: Rua Agamenon Magalhães, s/n – Complexo de Salgadinho – Olinda
Dia 11/10, quinta
Preços: R$ 180 (1o lote), R$ 200 (2o lote) ou R$ 220 (3o lote)
Infromações e vendas: www.ingressorapido.com.br (a partir de 16 de agosto)

Fortaleza
Ceará Music: Marina Park Hotel
Data: 13/10, sábado
Preços: R$ 198 (Brazuca Pista) ou R$ 360 (Brazuca Frontstage Burn)
Informações e vendas: www.cearamusic.com.br 

RG: Muita emoção e boa performance vocal

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Amy Lee: muita emoção e boa performance vocal, nas partes mais arrojadas e nas mais suaves
“A diferença entre o show do Rock In Rio, um dos primeiros da turnê, há um ano, e o desta sexta, é brutal. A banda insegura, com vocalista hesitante ao mostrar as novas músicas se foi, e deu lugar a um grupo coeso que teve uma evolução monstruosa, daquelas que só o palco e a estrada podem dar” — Review Rock em Geral, Rio de Janeiro.
Despedida
Em fim de turnê, Evanescence mostra grande forma e emociona plateia, antes de entrar em anunciado recesso. Fotos: Luciano Oliveira.

Uma imagem tocante. Amy Lee se senta para tocar piano bem na frente do palco e faz o pedido especial para que todos cantem junto – “sei que vocês vão cantar de uma forma ou de outra” – o sucesso “My Immortal”. Uma chuva de papel picado cai sobre a plateia, que aos berros, é tomada pela emoção, quando a banda toda entra, no gás. Era o fim da apresentação do Evanescence, ontem, na cheia HSBC Arena, no Rio. Mais que isso, o tom era de despedida, dadas as últimas notícias (leia aqui) que apontam para um novo e indeterminado recesso da banda.

Uma pena. Porque no show de ontem é que esse novo Evanescence, cuja formação se configurou para o lançamento do terceiro álbum e se consolidou durante a turnê, mostrou que está realmente afiado. A diferença entre o show do Rock In Rio, um dos primeiros da turnê, há um ano, e o desta sexta, é brutal. A banda insegura, com vocalista hesitante ao mostrar as novas músicas se foi, e deu lugar a um grupo coeso que teve uma evolução monstruosa, daquelas que só o palco e a estrada podem dar. “Rodamos o mundo todo desde que estivemos aqui, no ano passado. É muito bom estar de volta em casa”, disse a animada Amy Lee, antes de mandar “The Other Side”. A música recebe um renovado trabalho de guitarras de Troy Mclawhorn e revela uma cozinha pesadíssima, capitaneada, sobretudo, pelo batera Will Hunt, em grande forma.

O repertório do show foi o mesmo da apresentação de Porto Alegre (veja aqui), que marcou o início dessa turnê pelo Brasil, com a ordem das músicas sendo alterada. O roteiro prevê, no primeiro terço do show, a colocação do piano no meio do palco, quando se destaca a dobradinha “Lost In Paradise”/“My Heart Is Broken”. A primeira, omitida da última vez, supera o limiar do brega e realça a performance vocal de Amy Lee; é de impressionar como a mocinha mantém a afinação, tanto nas partes mais arrojadas quanto nas mais suaves. Na segunda, de refrão pegajoso, é o público quem aparece, erguendo balões vermelhos em forma de coração que são estourados após o término da música. Em cada braço da vocalista uma bandeira, uma do Brasil e outra da Argentina, fichinha perto da saia com bandeiras de vários países, como se fosse o pátio da ONU.

Sete músicas do novo álbum (resenha aqui) foram incluídas no set, com a troca de “Sick” por “Oceans”, em relação ao show do Rock In Rio (veja como foi). O que não precisaria ser feito, caso o show se estendesse um pouco mais; convenhamos que uma hora e 20 minutos é pouco para quem tem uma carreira de sucesso como a do Evanescence. A compensação do vem com a intensidade com que as músicas são apresentadas. A prova disso está na própria “Oceans”, cuja evolução instrumental é grandiosa, causando surpresa até para fãs de longa data, que não se furtaram e cantar cada verso da letra, mesmo sob o peso cavalar imposto pela banda. A base pesada do guitarrista Terry Balsamo, escorado pelo baixista Tim McCord marcou a apresentação, graças à boa qualidade do som, uma constante, aliás, nos shows da Arena.

A tal música nova, “If You Don’t Mind”, uma das sobras do álbum “The Open Door”, de 2006, mal encaixada no bis, era para ser o destaque, mas pense: se nunca foi tocada, não deve ser lá grande coisa. Valeu a intenção de trazer algo inédito para o Brasil, mas a canção passou batida e poderia tranquilamente dar lugar a outra. Há sempre aquelas que fazem falta, ainda mais quando a banda tem a mania e fazer shows curtos; em 2007, no Rio Centro, também foi assim (relembre). Não dava para pensar nesse tipo de coisa, no entanto, com a porrada em que se transformou “Going Under”, a segunda da noite”; no refrão de “Whisper”, outra renovada pelo grande momento da banda; ou ainda no blockbuster “Bring Me to Life”, cantada a plenos pulmões, já no encerramento. Nem a melancolia do bis, em tom de adeus, maculou um noite para ser anotada no caderninho.

Set list completo
1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- Lithium
7- Lost in Paradise
8- My Heart Is Broken
9- Whisper
10- Oceans
11- The Change
12- Lacrymosa
13- Call Me When You’re Sober
14- Imaginary
15- Bring Me to Life
Bis
16- If You Don’t Mind
17- My Immortal

25 de agosto de 2012

“Evanescence ainda é uma força motriz no rock”

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Evanescence shine and sparkle
“Quase 10 anos após sua estréia, Evanescence ainda é uma força motriz na música rock. Como sempre foi, sua base de fãs é muito sólida e crescente” — Sites examine e leadertelegram comentam performance do Evanescence no Eagles Ballroom de Milwaukee, Wisconsin.
Evanescence brilhou e encantou sob os holofotes da Carnival of Madness em Milwaukee

Amy Lee e sua banda Evanescence lideraram os shows da Carnival of Madness no The Rave de Milwaukee e teve o salão quase lotado. Encher o salão é uma tarefa impressionante para qualquer banda, mas, considerando que era uma noite de semana, significa muito para a  dedicação da fan-base do Evanescence no [região] centro-oeste. Para os presentes a recompensa foi grandiosa, Evanescence estava forte e Amy Lee, banhada em iluminação azul e roxo profundo, brilhou e encantou sob os holofotes. Sua maquiagem de olhos vermelhos profundos com glitter glitter destacaram sua roupa de palco. (...) Quase 10 anos após sua estréia, Evanescence ainda é uma força motriz na música rock. Como sempre foi, sua base de fãs é muito sólida e crescente.
Evanescence, Chevelle, Halestorm
 
A reinante princesa do rock gótico está de volta! Amy Lee e sua banda, Evanescence, estão de volta em turnê depois de uma ausência de seis anos, turnê de apoio ao seu terceiro  disco de estúdio. Evanescence, acompanhado por Chevelle e Halestorm, lotaram o Eagles Club em Milwaukee na terça-feira, tocando um impressionante set de 17 músicas, em 75 minutos (...) Eu já tinha  visto o Evanescence quatro vezes, mas a última vez foi, pelo menos, há seis anos. Eu escrevi um artigo mês passado, após o término do Rock Fest, dizendo que o Evanescence deveria ser reservado anualmente para o festival. Com sua voz poderosa e presença de palco incrível, a banda de Lee está no topo das banda deverão performar lá [no festival] no próximo verão.  

9 de abril de 2012

'Made Of Stone': dramática do início ao fim

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"Made of Stone" descreve a aura Evanescence
Em pequena review, o site Audio Ink Radio - destinado ao público fã de rock/metal - destaca que Made Of Stone é dramática do início ao fim e "descreve a aura Evanescence totalmente e completamente".

Vale a pena destacar que o site a trata como, de fato, o terceiro single do álbum Evanescence - o que nos confunde em relação à especulação em torno da possível permuta com The Other Side.
 
O mais recente single do Evanescence, "Made Of Stone", é dramática do início ao fim

Evanescence surgiu no início dos anos 2000 - era pós-grung - no momento em que a necessidade de uma poderosa banda de rock de liderança feminina estava em seu auge. Felizmente, Amy Lee e Evanescence encheram essa necessidade com agitação, hinos do rock metálico e apresentando o forte jogo de cintura Lee. Agora, o Evanescence já lançou o mais recente single, "Made of Stone", de seu [álbum] auto-intitulado de 2011. A canção carrega a tradição do Evanescence: épico, imponente condução de guitarras de rock e vocais emotivos.

Lee inicia a faixa silenciosamente, vocais delicados que sussurram alertas sobre o ritmo e os teclado disperso:

"Speak your mind, like I care / I can see your lips moving / I’ve just learned not to hear / Don’t waste your time" -  suspira Lee com um toque de abandono, antes do verso explodir em um refrão enérgico.

“It’s never enough for you baby / Don’t want to play your game anymore / No matter what you say / I’m all out of love for you, baby / And now that I’ve tried everything / I’ll numb the pain, ‘Til I am made of stone!” - Chamo isso de perfeita cantiga para um rompimento [de relacionamentos] para qualquer garota, ou garoto, se preparando para dizer que o último  "adeus".

"Made of Stone" continua sendo dramática do início ao fim, enquanto há um grande estrondo no refrão. A canção traz uma ampla gama de texturas musicais e sentimentos. "Made of Stone" descreve a aura Evanescence totalmente e completamente, tornando-se este um dos mais fortes singles do grupo de rock de Arkansas até hoje.

Avaliação: 4,5 de 5 


EVANESCENCE’S LATEST SINGLE, ‘MADE OF STONE,’ IS DRAMATIC FROM START TO FINISH

Evanescence broke out of the early 2000s, post-grunge era at a time when the need for a powerful, female-fronted rock band band was at its peak. Thankfully, Amy Lee and Evanescence filled that need with churning, metallic rock anthems showcasing Lee’s strong belt and roar. Now, Evanescence have released the latest single off their self-titled, 2011 release, “Made of Stone,” and the song carries the Evanescence tradition of epic, towering guitar-driven rock and emotive vocals.

Lee opens the track with hushed, delicate vocals that whisper something of a warning over deep rhythms and sparse keyboard: “Speak your mind, like I care / I can see your lips moving / I’ve just learned not to hear / Don’t waste your time,” Lee breathes out with a touch of edge before the verse explodes into a fist-pumping chorus.

“It’s never enough for you baby / Don’t want to play your game anymore / No matter what you say / I’m all out of love for you, baby / And now that I’ve tried everything / I’ll numb the pain, ‘Til I am made of stone!” Call this the perfect breakup ditty for any girl, or guy, looking to say the final “goodbye.”

“Made of Stone” remains dramatic from start to finish, and while there’s a major bluster in the chorus, the song carries a wide range of musical textures and feels. “Made of Stone” depicts the Evanescence aura fully and completely, making this one of the Arkansas rock group’s strongest singles to date. 

Ink Rating: 4.5 out of 5 Guitar Gauges
Source: Audio Ink Radio 

30 de março de 2012

[TripleM] Review: Banda amplamente subestimada

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Evanescence Live in Sydney - By Triple M
Review realizada pelo site Triple M do último show da turnê australiana do Evanescence, em Sydney. No texto, o autor destaca os fãs - chamados de "fanáticos" - todos os membros da banda e, principalmente, o baterista Will Hunt. Interessantemente, menciona que o Evanescence, apesar do sucesso, ainda é uma banda amplamente subestimada e finaliza dizendo que valeu a pena dinheiro gasto para assisti-los. Confira abaixo:

Review, fotos: Incrível show do Evanescence no Sydney Entertainment Centre

Eu tenho que admitir que estava mais curioso do que um grande fã do Evanescence antes do show na noite passada no Sydney Entertainment Centre.

Não tinha certeza de como eles estariam vivendo depois das mudanças na formação, mas tem havido alguns comentários interessantes sobre essas mudanças de formação.

Eu tenho que dizer que foram tratados com um show sólido de uma banda que ainda é amplamente subestimada, embora você não perceba isso pelo tamanho da multidão.

Seguro em dizer que Amy Lee teria amado o enxame de 'Evanesfans' quando as luzes se acenderam após a abertura com "What You Want" e "Going Under".

Sydney colocou uma multidão dura de matar, cuja paixão pela banda estava na exibição vocal de uma hora apertada. Amy Lee estava em grande forma vocal e soberba, voz incrível e mantida através de uma ópera, durante 60 minutos.

O novo baterista Will Hunt era um demônio na bateria... energia assassina e batidas muito divertidas de se assistir, enquanto ele continuava a bater o Entertainment Centre. Alguém mais viu suas baquetas caírem "Going Under"? Ele as recuperou... rápido!

Impressionante também foram as cordas, Tim, Troy e Terry que, em particular, dão ao palco uma sensação assustadora quando as luzes se ofuscam...

Eles cobriram os hits, tocaram o novo [álbum], mas as maiores reações foram salvas para "Going Under" e "My Immortal".

Foi um show de 80 minutos apertado, incluindo o bis. Dinheiro bem merecido por uma banda que está trabalhando duro para provar que pode balançar e ainda possui uma base fanática de fãs para manter o respeito vivo.

O que você achou do show?
Fonte: Triple M | Tradução: EvanescenceRockBr


REVIEW, PHOTOS: Evanescence Amazing Show At The Sydney Entertainment Centre

I have to admit I was more curious than massive fan of Evanescencebefore last night's show at the Sydney Entertainment Centre.

Not sure of what they would be like live after the lineup changes, but there has been some interesting reviews from shows overseas during those lineup changes.

I have to say we were treated to a solid show from a band who are still wildly underrated though you would not of picked it from the size of the crowd.

Safe to say Amy Lee would of loved the swarm of 'Evanesfans' when the lights went up after opening with "What You Want" and "Going Under".

Sydney put on a die hard crowd whose passion for the band was on vocal display for a tight hour. Amy Lee was in superb vocal form, incredible voice and maintained superbly through a vocal opera for 60 minutes.

New drummer Will Hunt was a demon on the drums… killer energy and beats and highly entertaining to watch as he kept the Entertainment Centre thumping. Did anyone else see him drop his sticks during "Going Under"? He recovered… swift!

Impressive also were the strings, Tim, Troy and Terry who in particular gives the stage a haunting feel when the lights go dim… the dreadlocked ambler guitarist.

They covered the hits, they played the new, but the biggest reaction was saved and showed for "Going Under" and "My Immortal".

It was a tight 80-minute show including the encore. Money well earned by a band who are working hard to prove they can rock and still have a rabid fan base to keep the respect alive.

What did you think of the show?
Source: Triple M

25 de março de 2012

Surpresa em review do show em Melbourne, AUS

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Em review publicada no site Take40, autor destaca sua surpresa quanto ao show e a própria banda. Dentre estas; seus fãs, seu estilo de roupa, letras e até mesmo com o peso de suas músicas. Confira:
Eu nunca estive em um show do Evanescence antes, e há várias coisas que me surpreenderam em relação ao show.

Número um? Os fãs. Fico encabulado em admitir que eu genuinamente não sabia que havia fãs apaixonados o suficiente pelo Evanescence em Melbourne para encher uma arena. Eles não somente apareceram aos montes, mas chegaram vestidos em estilo. Muitos em figurinos elaborados envolvendo espartilhos, batom preto, pisando em botas longas de couro e muito mais.

De onde essas pessoas vieram? Eu sem dúvida não dividi o mesmo bonde com elas nos últimos tempos. Eu fiquei impressionado com a sua paixão... E eu tenho que dizer que fiquei um pouco intimidado com os seus vestuários.

Número dois? Eu não esperava a vocalista Amy Lee emergir no palco vestindo um roxo, preto e cintilante tutu combinado com uma legging dourada. Eu realmente não esperar ver isso. Eu achava que o Evanescence era mais sobre roupas pretas e emoções sombrias, e o show me ensinou que na verdade não era nada disso.

Eles arrebentaram com um hit do seu novo álbum, chamado “What you Want”, e discretamente foram para "Going Under", faixa que foi resultado do seu álbum de estréia “Fallen” e que de fato deixou o público agitado.

A voz da Amy lee estava impecável, e a banda de apoio super pesada atrás dela (quem sabia que o Evanescence era tão pesado?) açoitou a multidão em sua apresentação. Não sei como todos os espartilhos sumiram na multidão ofegante... Mas eu estava feliz por não estar usando um!

Algumas músicas foram despojadas de volta, e começou uma sessão acústica no piano, que acrescentou uma outra dimensão musical para o seu som. Cada canção era perturbadora e hipnotizante, graças ao “romper-coração” da Amy Lee (como transformo isso em uma aliteração?). Melodias e letras... Eu também logo percebi que este sentimento também foi em grande parte devido ao seu uso evocativo e generalizada de nosso bom amigo escala menor.... Utilizado por qualquer nerd de música que toca em casa.

Longe da frente da senhora Amy Lee, a banda atrás dela era realmente impressionante. O baterista Will Hunt encarregava-se de ocupar todas as músicas com super percussões-acrobáticas. Estou falando de tambores Double Kick, ficar girando e cuspindo catarro esporádico. A banda como um todo provocou um monte de mãos de rock no meio da multidão (dedos indicador e mindinho para cima se você quiser experimentar).

Estranhamente eu achei que muitas das músicas me lembraram hinos "Louvado seja Deus" do *Hillsong... O que fez mais sentido quando me contaram mais tarde que alguns membros da banda têm um fundo musical baseado no metal cristão (outra descoberta de gênero surpreendente!).

Evanescence tocou um monte de músicas novas... Provavelmente mais do que a multidão queria ouvir, mas isso nunca é realmente uma surpresa quando uma banda tem um lançamento recente. Não havia dúvida de que o material mais antigo foi o que mais chamou aplausos, com "Bring Me To Life" e a bela e gran- acústica "My Immortal" no final do conjunto que incitaram uma completa aclamação de pé em torno do local.

Eu dou a este show 7 inesperados tutus em uma escala de 0 a 10.
Tradução: @i_essence

[Turnê] Rod Laver Arena - Melbourne, Austrália

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Evanescence realizou mais um show em terras australianas. Com a voz um pouco melhor, Amy Lee e seu grupo tocaram um total de 17 músicas para um público que quase esgotou os lugares do ambiente. Dessa vez, o setlist sofreu um pequena alteração, permuta da música Never Go Back por The Change.
Review
Sau um Review no site  Take40.com sobre esse show do Evanescence. Segundo o autor do texto, houve uma surpresa quanto ao figurino de Amy Lee, diferenciado dos demais fãs que se vestiram até de espartilho. Confira um trecho abaixo:
Tenho que dizer que fiquei um pouco intimidado com os seus vestuários.
(...) Eu não esperava a vocalista Amy Lee emergir no palco vestindo um roxo, preto e cintilante tutu combinado com uma legging dourada. Eu realmente não esperar ver isso. Eu achava que o Evanescence era mais sobre roupas pretas e emoções sombrias, e o show me ensinou que na verdade não era nada disso.
Confira o restante da matéria, clique aqui.
SetList
1. What You Want
2. Going Under
3. The Other Side
4. Weight of the World
5. My Last Breath
6. Made of Stone
7. Lost in Paradise
8. My Heart is Broken
9. Lithium
10. Swimming Home
11. The Change
12. Sick
13. Call Me When You’re Sober
14. Imaginary
15. Bring Me to Life
16. Your Star
17. My Immortal
Imagens
Amy Lee

Amy Lee

Amy Lee

Troy McLawhorn (Guitarra)

Terry Balsamo (Guitarra)

Will Hunt (Baterista)

Vídeos
Going Under



Lost in Paradise



28 de fevereiro de 2012

Diário de turnê: Evanescence no Japão

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Me lembro do dia em que conheci o Evanescence, acredito que tenha sido do mesmo jeito com muitos fãs mais antigos que ainda carregam a banda em seus tocadores de música; adolescência e MTV, ou pra quem já tinha acesso, internet, para expandir seu conhecimento sobre a biografia e "baixar as músicas autorizadas" do Origin.
Passam os anos, a banda anuncia o show no Brasil, mas eu, infelizmente e/ou felizmente, tive que vir ao Japão para iniciar uma nova fase da minha vida, e as datas da turnê pela America Latina eram justamente quando eu já estaria por aqui. Fiquei triste pelo fato, já que eu era (sou) um grande fã e não pude ir ao show que tanto esperava no Brasil, mas pensei comigo mesmo, - "Em breve eles virão ao Japão, e eu irei." - e embora tenha demorado pelo anúncio de algum show por aqui, eles finalmente divulgaram que a Evanescence Tour aconteceria em fevereiro de 2012.

No mesmo dia que anunciaram o show, eu lembro que um amigo me mandou uma mensagem via SMS dizendo que eu teria uma grande surpresa quando chegasse em casa, caso eu não lesse notícias do Japão pelo celular mesmo, então, pela curiosidade já pesquisei o que poderia ser. De início eu nem imaginava que seria algo sobre o Evanescence, até porque não tinha em mente que a banda passaria pela Oriente tão cedo,

Banner de divulgação para o show
de Evanescence no Japão
De repente, me surpreendi com a manchete da notícia de um site japonês que frequento - "Banda Evanescence divulga datas de shows para o Japão, em Nagoya, Tokyo, Sapporo e Osaka." - e lá estava eu, na rua, lendo pelo celular com o ar mais feliz possível.

Eu finalmente poderia realizar um dos sonhos da minha vida, e sim, assistir à um show da banda era sim um grande sonho. Minhas pernas até amoleceram, mas não conseguia pensar em mais nada a não ser mandar mensagem para meus amigos que também gostavam da banda por aqui, e na mesma hora, todos eles ficaram elétricos sobre a notícia e confirmaram presença, dizendo para todos comprarem os ingressos juntos o mais rápido possível para pegarmos um bom lugar. 



E foi o que aconteceu, as compras iniciaram numa certa data e na manhã desse dia nós já fomos enfrentar a fila para garantirmos uma boa visão do palco. Até o dia do show, eu ficava todos os dias olhando para os ingressos ali, na minha gaveta junto ao flyer de divulgação, super ansioso. Conversava com todo mundo e até atormentava alguns amigos que não eram fãs da banda dizendo que eu iria ao melhor show de todo o mundo, de todos os tempos (não, não sou um fanático, fazia isso por brincadeira) e eles retrucavam falando que o melhor show estava ainda por vir, Marilyn Manson, na brincadeira também, assim espero.



Assistia aos shows gravados por fãs de outros países no Youtube quase meu tempo inteiro de folga, montei uma possível setlist baseada nas performances que já estavam acontecendo e coloquei no meu iPod.



O dia estava finalmente se aproximando, e a banda coloca em sua setlist duas músicas que eu admiro muito, são elas "Erase This" e "My Last Breath", dos álbuns Evanescence e Fallen, respectivamente, e isso aumentou ainda mais a minha empolgação. Começamos a decidir um horário de encontro na fila e até o lugar onde jantariamos naquele dia, porém, só de pensar que seria depois do show eu preferia não combinar esse tipo de coisa. 10 de fevereiro vai ficar marcado, essa era a data, a grande data e tinha chegado! No dia anterior nem consegui dormir direito, meus amigos pegaram folgas no trabalho, assim como eu, mas o que importava naquele momento era que estávamos a caminho do show e iriamos ver nossa banda preferida performando no palco.

Para ter uma certa adrenalina antes do show, o trânsito estava um caos e faltava somente alguns minutos para a apresentação, e lá estávamos nós, presos, sorte nossa que o ingresso era numerado e tinha uma banda de abertura pelo qual não tinhamos interesse em assistir, Dazzle Vision.



Chegamos a tempo, a fila estava enorme, assim como eu imaginava, mas não importava, pois tinha pego um ingresso numerado para ficar na frente do palco. A entrada tinha produtos de merchan da banda e eu não me exitei e comprei uma camiseta para marcar o dia. Então finalmente, os portões abriram e conseguimos assistir à banda de abertura, que não fez feio no palco, mas não era um estilo de música que me agradava. Fiquei super elétrico quando Dazzle Vision se despediu do palco, mas não por eles serem ruins ou coisa do tipo, mas porque o Evanescence estava prestes a entrar no palco. Eles demoraram, houve alguns testes de microfonia, som, luzes, até que então, o ambiente se escuresse.


O som da bateria introduz a música "What You Want" e o público, que estava quieto, ficou eufórico com a entrada de Amy Lee. Gritos, mãos para cima, pessoas chorando de emoção, empurra-empurra, mas nada disso importava, a minha banda preferida estava ali, logo a minha frente e eu estava extremamente contente, foi uma sensação única.

Em seguida tivemos a performance da famosa "Going Under", o público cantava junto. A música seguinte foi "The Other Side", embora não seja uma das minha preferidas do novo álbum, ela realmente deve estar na setlist, foi uma boa escolha, o som dessa música nos leva à uma atmosfera muito diferente e boa na casa de shows. "The Change" foi tocada logo em seguida, a Amy parecia contente, Will fazia suas performances espetaculares jogando as baquetas para o ar e pegando a tempo de iniciar a seguinte nota da bateria. Um ponto negativo do show é que os outros integrantes, Terry, Tim e Troy não tiveram suas melhores presenças no dia, mas eu sabia que eles estavam lá, de alguma forma, naquela escuridão com show de luzes e acompanhando a poderosa voz da Amy.

Inicia "Weight of the World", uma das minhas músicas preferidas tanto de estúdio quanto ao vivo, fora uma das únicas no qual eu cantei junto, já que tinha gente do meu lado filmando e eu não queria atrapalhar, tinha o fato de querer ouvir a a banda claramente também, o que não acontecia quando eu berrava para acompanhar a letra. "Made of Stone", o futuro terceiro single traz a vibe que só ela consegue trazer, a performance foi ótima, me arrepiei todo na parte em que o tom vocal é mais amplo. Até que então, tivemos o piano colocado no meio do palco, eu e meus amigos que estávamos bem na grade conseguimos ver muito bem a habilidade da Amy Lee com as mãos em "Lost in Paradise", além da voz maravilhosa que acompanhava os belos acordes de piano.



O atual single "My Heart is Broken" agitou o público, que mesmo tenha sido pouca gente que acompanhou cantando, pude ver que a música está conhecida por aqui. "Lithium" foi apresentada, seguida de "Swimming Home", ambas as músicas espalhando seus ares dramáticos no público, que pararam no agito e escutaram com atenção cada instrumento e voz das músicas. "Sick" então toma conta do palco e logo depois toca "Oceans", que também merecem estar na setlist pela forma espetacular que é performada ao vivo. O hit "Call me when you're sober" trás de volta os gritos dos fãs mais antigos que acompanharam a letra com a Amy. Uma faixa incrível do álbum Fallen começa, "Imaginary" e logo em seguida tivemos "Bring me to Life", onde todos acompanhavam com a parte que atualmente está fora das performances ao vivo. O show parecia ter acabado, a banda simulou uma despedida, mas ninguém se moveu, parecia que todos sabiam do Encore que estava por vir, mas uma coisa que ainda me intrigava era; "As músicas My Last Breath e Erase This não estarão nessa setlist?!", pensei, e pra minha tristeza a tour no Japão não tinha essas faixas inclusas nas performances, um outro ponto negativo para mim.




O Evanescence volta ao palco, a Amy então diz que a música que eles iriam apresentar logo em seguida era uma homenagem ao Japão, "Never Go Back", o riff pesado da música agitou os japoneses que mesmo depois de tanto tempo em pé, conseguiam se animar com cada parte da música. "Your Star" do The Open Door então é performada ao vivo, as luzes que refletiam estrelas pelas paredes da casa fez os olhos de todos brilharem juntos à melodia incrível da canção. 





E o final estava por vir, embora eu ainda não concorde que a seguinte música seja encerramento do show, ainda mais da Evanescence Tour, eu me emocionei com cada palavra da bela melodia de "My Immortal". E então, a banda se despede do palco jogando as baquetas e materias autografados por eles ao público, eu infelizmente não consegui pegar nada. Eles então agradecem aos fãs e se retiram do palco. A depressão pós-show já havia tomado conta de mim, foi instantâneo.




Assim como todos os shows, apresentações, performances e qualquer outro tipo de entretenimento, o Evanescence Japan Tour teve seus pontos negativos já citados acima, como da ausência das faixas que eles tinham tocado em outros shows e que eu tanto gostava, a demora para a banda entrar no palco, embora tenha trazido um ar de suspense que só aumentava minha expectativa e outra questão, os outros integrantes, com excessão do Will, estarem tão apagados numa apresentação de um show de uma banda tão famosa.



Mas como todo fã, só enxerguei esses detalhes mais tarde, no momento que eu estava ali na frente da banda, só pude curtir cada movimento, cada nota, cada frase cantada. E para mim e também para os meus amigos, o show berou a perfeição e esperamos a presença do Evanescence pelo Japão mais vezes, ou quem sabe o dia que eu for para o Brasil e puder curtir junto com os brasileiros a banda que tanto admiramos e que vêm crescendo e amadurecendo a cada álbum.

Assista aos outros vídeos gravados do show:
Oceans:  http://www.youtube.com/watch?v=qc9bkHpmEAg

My Immotal: http://www.youtube.com/watch?v=I7ACQkCeaZs


Escrito com exclusividade ao Evanescence Rock Brasil por Newton Prates

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