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Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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28 de agosto de 2012

“Os fãs são os maiores motivadores” — Amy Lee

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“I’m a woman, I’m very complex”
“Eu sou uma mulher, sou muito complexa. Minhas emoções são uma espécie de montanha-russa o tempo todo” Amy Lee argumentando sua capacidade de performar músicas agitadas, em contraste com baladas características da banda. Em entrevista ao site Daily News Transcript, Amy fala sobre suas resposabilidades como líder da banda e exemplo para os jovens que a acompanham.
Amy Lee fala sobre a evolução da banda e sucesso contínuo

Tem sido um caminho duro e gratificante para a cantora e pianista Amy Lee. Como co-fundadora e vocalista do Evanescence, uma banda pop que confortavelmente faz um o hard rock em meio à baladas, ela viu um saldo de altos e baixos [em sua carreira]. A banda fez um ótimo álbum de estréia, "Fallen", ganhou um par de Grammy's e desenvolveu uma base de fãs grande e leal. Mas o também cofundador, Ben Moody, abandonou a banda há quase uma década e os membros originais que restaram, pararam ou foram demitidos.

Lee ainda arrasa. Ela lidera a versão atual do Evanescence.

Por telefone, de uma pausa da turnê em Atlanta, Lee falou sobre a vida na estrada,  pensamentos iniciais sobre sua carreira na música, responsabilidades como líder da banda e a origem do seu nome.

“‘Amie’, [do] Pure Prairie League, essa é a minha canção”, disse ela, querendo dizer que esta mesma canção a nomeou.

Lee vem de uma família musical. Ela mencionou, casualmente, que seu pai, John Lee, ganhou o “The Gong Show”, em 1979, cantando "Desperado" e que ela amava essa música o quanto pode lembrá-la.

“Eu sabia que queria ser uma musicista desde muito jovem”, disse ela. “Eu vi o filme 'Amadeus' quando era garotinha e Mozart se tornou uma das minhas inspirações. Eu queria ser uma compositora clássica. Quando fiquei um pouco mais velha, entrei na adolescência e grunge tipo que veio ao mesmo tempo. De repente ele ficou mais pessoal e muito mais profundo, então, comecei a escrever versos e a cantar, apenas porque precisava de um lugar para onde as palavras pudessem ir”

Ela já havia estudado piano clássico e seu pai lhe ensinou a tocar guitarra. A compositora [Amy] começou quando tinha 13 anos — na mesma época que, literalmente, encontrou sua voz cantando em corais — e não muito tempo antes, conheceu o guitarrista Ben Moody, formando o Evanescence.

Demorou um pouco até encontrar um público em sua própria casa, de Little Rock, Arkansas, em meados da década de 1990. Mas quase tão rapidamente quanto encontraram, a palavra sobre o som começou a se espalhar. Sua gravação de 2002, "Fallen", finalmente ganhou disco de platina - sete vezes.

“O sucesso tem sido uma coisa maravilhosa, e eu não gostaria de mudar isso”, disse Lee. “Mas eu não estava pronta para isso. A foto na capa da 'Fallen' foi tirada no meu aniversário de 21 anos, e tudo passou tão rápido e tão loucamente.

Foi difícil ter 21 ou 22 anos e simplesmente viver a vida aprendendo coisas, cometendo erros e sabendo que a pressão é muito maior, pois você está sob os olhos do público. Há muita responsabilidade envolvida nisso. Há um monte de jovens olhando para nós e eu não quero magoá-los. Sou a irmã mais velha de uma grande família e quero ser um bom exemplo. Portanto, tive que me ajustar a muitas coisas”.

Lee teve que fazer muitos ajustes enquanto sua banda estava em turnê promovendo o álbum "Fallen". Foi quando Moody optou por parar, e quando Lee imediatamente teve que fazer o salto de co-líder para líder.

“Você sabe, eu posso dizer com confiança que nunca foi fácil”, disse ela docimente. “[O controle] é algo  que você realmente precisa se preocupar em manter, e eu adoro isso. Tem que haver o momento em que alguém seja capaz de dizer 'OK, é isso que vamos fazer'. E que abranja todos esses tipos de coisas. Isso significa responsabilidade — quando alguém estraga algo, quando alguém sai, quando alguém faz alguma coisa que parece ruim.

“E tudo isso recai sobre mim”, disse ela, rindo levemente. “Você tem que pegar a estrada, estar forte para a banda e ser capaz de falar por nós de uma forma que seja positiva, boa, que nos faça permanecer motivados e mantenha nossos fãs acreditando em nós”.

Ela ficou em silêncio por um momento, depois acrescentou: “Mas a coisa mais importante é a música. Eu sempre quero que a música seja o foco, quero que ela sempre continue crescente e evoluindo. E os fãs são os maiores motivadores na estrada, pois sua felicidade nos alimenta totalmente”.

Questionada se é difícil pular pra lá e pra cá em uma canção pauleira, como “What You Want”, e cantar uma balada, como “Swimming Home”, Lee explicou que tudo sai muito naturalmente.

“Eu sou uma mulher, sou muito complexa. Minhas emoções são uma espécie de montanha-russa o tempo todo”, disse ela, e desta vez sua risada foi alta. “Então, de qualquer lugar mais agitado para outro mais calmo, eu sinto que posso chegar lá rapidamente com a nossa música”.

Mas Lee ainda acha que o maior desafio é lidar com o que acontece depois da música.

“A coisa mais importante para a sua voz é uma boa noite de sono, por isso, às vezes, pode ser difícil estar na estrada”, disse ela. “Você faz um show e está todo empolgado depois, mas já são meia-noite e você precisa relaxar em vez de sair pelas próximas três horas. Você tem que ser disciplinado, mas deve se divertir também, ou não será feliz. Então é só uma questão de equilíbrio. Eu sou muito boa nas diversões. Tendo uma bebida é só dizer: “OK, pessoal, amo vocês. Estou indo para a cama”.
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
english
Evanescence’s Amy Lee talks about the band’s upheaval and continued success

It’s been a rough and rewarding road for singer-pianist Amy Lee. As co-founder and frontwoman of Evanescence, a pop band that’s as comfortable with hard rock as with ballads, she’s seen a balance of ups and downs. The band made a huge first album, “Fallen”; won a couple of Grammys; and developed a large and loyal fan base. But Lee’s cofounder, Ben Moody, walked out on the band almost a decade ago, and the remaining original members eventually quit or were fired.

Yet Lee rocks on. She leads the current version of Evanescence.

Calling from a tour stop in Atlanta, Lee spoke of life on the road, her early thoughts of a career in music, the responsibilities of heading up a band, and the origin of her name.

“Pure Prairie League, ‘Amie,’ that’s my song,” she said, meaning that’s the song she’s named after.

Lee comes from a musical family. She casually mentioned that her dad, John Lee, won “The Gong Show” in 1979 by singing “Desperado.” (http://www.youtube.com/watch?v=aGzyXdqi8Tc)

And that she’s loved music for as long as she can remember.

“I knew that I wanted to be a musician from a really young age,” she said. “I saw the movie ‘Amadeus’ when I was a little girl, and Mozart became one of my inspirations. I thought I wanted to be a classical composer, but when I got a little older, I hit puberty and grunge happened kind of at the same time. All of a sudden it got more personal and a lot deeper, and I started writing lyrics and I started singing , just because I needed somewhere for the words to go.”

She had already been studying classical piano, and her dad taught her to play guitar. The songwriting began when she was 13, around the time she was literally finding her voice singing in choirs, and not long before she met guitarist Ben Moody, and the two of them formed Evanescence.

It took a little while to find an audience on their home turf of Little Rock, Ark., in the mid-1990s. But almost as soon as they did, the word about the sound started spreading. Their 2002 recording, “Fallen,” eventually went platinum - seven times.

“The success has been a wonderful thing, and I wouldn’t want to change it,” said Lee. “But I wasn’t really ready for it. The picture on the cover of ‘Fallen’ is actually my 21st birthday, and everything was going so fast and so crazy.

It was hard to be 21 or 22 and just living life and learning things and making mistakes and knowing the pressure’s so much greater because you’re in the public eye. There’s a lot of responsibility there. We have a lot of young people that look up to us, and I don’t want to hurt them. I’m a big sister from a big family, and I want to be a good role model. So there was definitely a lot to adjust to right away.”

Lee had to do a lot more adjusting while the band was still on tour promoting “Fallen.” That was when Moody opted to quit, and when Lee immediately had to make the leap from co-leader to leader.

“You know, I can confidently say it’s never been easy,” she said candidly. “It’s something you really have to care about to keep it going, and I do love it. There has to be some point where somebody’s got to be able to say ‘OK, this is what we’re gonna do.’ And that covers all manner of things. It means the responsibility of when anybody screws up, when anybody leaves, when anybody does anything that looks bad.

“It’s all on me,” she said, lightly laughing. “You have to take the high road, stand for the band, and be able to speak for us in a way that’s positive and good and gonna keep us motivated and going and keep our fans believing in us.”

She was quiet for a moment, then added, “But the most important thing is the music. I always want the music to be the focus, and I always want the music to be growing and evolving. And the fans are the biggest motivator on the road because their happiness totally feeds us.”

Asked if it’s difficult to jump back and forth between belting a rocker like “What You Want” and crooning a ballad like “Swimming Home,” Lee explained that it all comes out pretty naturally.

“I’m a woman, I’m very complex, my emotions are kind of a roller coaster all the time,” she said, and this time her laugh was loud. “So anywhere from way hot to way low, I feel like I can get there pretty quickly with our music.”

But Lee still finds that the biggest challenge is dealing with what happens after the music.

“The most important thing for your voice is a good night’s sleep, so sometimes it can be rough on the road,” she said. “You play a show and you’re all amped up afterward, and it’s midnight, and you’ve gotta get yourself to wind down instead of hanging out for the next three hours like you sometimes want to. You have to be disciplined, but you’ve gotta have fun too, or you won’t be happy. So it’s just a matter of balancing. I’m pretty good at hanging, having one drink, and then saying, ‘OK, guys, love you. I’m going to bed.’ “
Pure Prairie League — Amie

11 de agosto de 2012

Aaron's Amphitheatre at Lakewood - Atlanta, GA

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carnival of madness tour
Em janeiro, Evanescence se apresentou no Tarbenacle de Atlanta, capital de Georgia, e nesta semana a banda retornou à cidade para mais uma apresentação da Carnival of Madness Tour. O guitarrista Troy, sua mulher Amy McLawhorn e seu filho Michael moram em Atlanta.
Atlanta sedia a famosa emissora CNN e o quartel general da rede já virou também atração turística (...) Falar em Sul por aqui tem uma conotação não somente geográfica, mas também política e histórica, haja vista que Atlanta foi a capital dos Estados Confederados durante a guerra de secessão de 1861-1865. Ao final do conflito ela estava totalmente arrasada, e, como golpe de misericórdia, foi incendiada pelas tropas vitoriosas do norte. Mas, fiel ao estilo americano de ser, aquela Atlanta está mais nos livros de história que nas ruas e casas. A Atlanta que os visitantes de agora encontram ao chegar é moderna, bem tratada, rodeada por uma malha incrível de auto estradas, prédios imponentes e subúrbios com belas residências.

setlist
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. My Heart Is Broken
  8. Whisper
  9. The Change
  10. Never Go Back
  11. Your Star
  12. Lost in Paradise
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
pictures

youtube
1. What You Want


  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. My Heart Is Broken
  8. Whisper
  9. The Change
  10. Never Go Back
  11. Your Star
  12. Lost in Paradise
  13. Call Me When You're Sober
  14. Imaginary
  15. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal

Monster Energy Music Meet & Greet: GA & MS

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Imagens do Monster Energy Music Meet & Greet realizado com o Evanescence no Aaron's Amphitheatre at Lakewood em Atlanta, Georgia e no Jones Park de Gulfport, Mississipi.

pictures


16 de janeiro de 2012

Amy Lee: A multidão de Atlanta ARRASOU!

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0 comentários
No twitter, Amy Lee postou uma foto do público presente no show do Evanescence - The Tabernacle em Atlanta.
A multidão de Atlanta ARRASOU! Confira:


14 de janeiro de 2012

Turnê 2012: The Tabernacle - Atlanta, GA (EUA)

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Dia 14 de janeiro acontece o segundo show do Evanescence no ano de 2012. O local e a localidade escolhidos são o The Tabernacle em Atlanta, maior cidade e capital do estado norte-americano da Geórgia.


Imagens
(passagem de som)


Vídeos
1. Erase This



2. What You Want
3. Going Under
4. The Other Side
5. The Change
6. Made Of Stone
7. Lost in Paradise
8. My Heart Is Broken
9. Sick
10. Call Me When You're Sober
11. Bring Me To Life


Voltando no tempo...

Em maio de 2003, Evanescence se apresentou no Midtown Music Festival, em Atlanta, ainda com Ben Moody:

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