
A capacidade de inovar, de amadurecer, e também de manter a qualidade do som, são atributos que qualquer banda que queira ter seu trabalho reconhecido e recompensado deve possuir.
EXPECTATIVAS PARA O FUTURO
Vislumbrando os possíveis direcionamentos
O Evanescence é considerado um dos maiores nomes do rock mundial desde a década de 2000 graças ao atendimento a esses requisitos.
Contudo, ao conceber seu último trabalho, muitos afirmaram que já não é o bastante para o conjunto simplesmente crescer dentro dos limites da proposta de seu som, é preciso romper esses limites, pois o cenário do rock está decaído nos dias atuais.
NOVOS HORIZONTES
Seria essa a intenção de Amy Lee com o álbum eletrônico de 2010?
Muitos fãs fazem essa pergunta e muitos também automaticamente dão a resposta “sim” a ela. Porém, as coisas não são tão redutíveis assim. A própria Amy Lee admitiu estar dando uma direção que nada tinha a ver com tudo que a banda já fez, e isso poderia gerar consequências não muito positivas para ambos os lados: para a gravadora, que fornece suporte financeiro e de divulgação para eles, e para o Evanescence em si, que poderia perder o público que vinha cativando, além de incorrer em críticas que poderiam abalar sua reputação no cenário musical, o que seria um desastre, ainda mais depois de tanto tempo sem material novo lançado. Toda banda tem um núcleo sonoro, uma essência, que mesmo diante das mudanças em alguns elementos do som, se mantêm inalterados.
No caso do Evanescence, esse núcleo, essa essência, é o rock. O que Amy vinha fazendo nas sessões de gravação com Steve Lillywhite foi atestado como sendo para uma carreira solo não só por ela e pela gravadora, mas também pelos outros integrantes. Pelos trechos disponibilizados, já dava para ouvir que não havia rock naquelas músicas. Ela mesma já havia avisado que haveria menos guitarra, ou seja, isso não era uma mudança, rompimento de limites do som, mas deturpação do núcleo do som! É como se de repente, o Metallica dissesse que gravaria um álbum de pop rock, ou seja, é acabar com a proposta do projeto musical!
INFLUÊNCIAS
Músicas que registram o novo caminho

Tudo bem, temos Evanescence hoje, que não deixa de ser uma evolução, mas nada a ponto de romper limites, mas prestemos atenção: ali podem estar os prenúncios do que pode vir! Amy ainda se sente impulsionada a dar vazão a seu desejo latente de compor um som mais sintético. Nos concertos do grupo, Made of Stone e Sick tiveram acrescidas introduções eletrônicas com sonoridade atmosférica e envolvente, ambas trabalhadas no sintetizador e teclado, se encaixando perfeitamente às guitarras mais fortes das faixas. Outra é Oceans, que ao vivo toma uma potência incrível, cheia de sintetizadores fundidos às notas de guitarra que remetem ao rock/metal industrial.
OCEANS- EVANESCENCE
CONCLUSÃO
E em várias músicas do último trabalho há uma carga bem explícita de elementos eletrônicos. Partindo dessas pistas que o terceiro álbum nos dá, podemos imaginar uma linha de som menos orgânica que não distorceria o núcleo sonoro do Evanescence. Talvez algumas linhas vocais que remetam ao new age em algumas faixas (Amy já disse ser fã de Enya, e a introdução do show do festival Maquinária de 2009 soa bem entoada nesse estilo.

Guitarras eletrônicas fundidas às guitarras normais tão ou mais trabalhadas que as em Evanescence; baixo mais pronunciado (esse ainda é um ponto fraco na banda); bateria eletrônica alternada com a bateria na mesma qualidade e com a mesma presença de agora; e muitas ambientações sintéticas com diferentes elementos eletrônicos, que dariam um clima inebriante de prazer sonoro ao ouvir tudo isso reunido. Isso romperia os limites da proposta do conjunto, definitivamente.
Ante o exposto, para aqueles que gostaram da ideia de se fazer um álbum com instrumentação menos orgânica em 2010, eu finalizo este dossiê compartilhando algumas músicas da banda Alphaville, dona de uma carreira de sucesso nos anos 80 e 90 com hits como Forever Young, Big In Japan, Sounds Like a Melody e outras, e que é uma das poucas bandas que acho que sabem explorar muito bem esse lado, pois muito antes dos conjuntos hodiernos tentarem "brincar" com o sintetizador, ela já fazia um som super bem trabalhado e orientado para o futuro, isso em plena década de 80.
MYSTERION
Aborda a utopia do homem em desvendar os mistérios do universo, a morada do Ser Superior:
Aborda a utopia do homem em desvendar os mistérios do universo, a morada do Ser Superior:
CRAZYSHOW
Bem obscura, aborda a vida como "um show louco ":
Bem obscura, aborda a vida como "um show louco ":
MONTEGO BAY
Também obscura, fala sobre uma rota de navegação perdida na neblina, cujos navegantes sonhavam em chegar à baía de Montego (Jamaica):
Também obscura, fala sobre uma rota de navegação perdida na neblina, cujos navegantes sonhavam em chegar à baía de Montego (Jamaica):
JERUSALEM
Um dos maiores clássicos do Alphaville, é bem futurista (mesmo tendo sido composta nos anos 80), aborda o lance da "Terra Prometida" da Bíblia, mas numa perspectiva futura:
Um dos maiores clássicos do Alphaville, é bem futurista (mesmo tendo sido composta nos anos 80), aborda o lance da "Terra Prometida" da Bíblia, mas numa perspectiva futura:
SAVE TEMPELHOF
Toda trabalhada no sintetizador, super futurista, é a mais atual:
Toda trabalhada no sintetizador, super futurista, é a mais atual:
Cosmopolitician
Fala sobre alguém capaz de atravessar vários mundos, ver várias épocas, um cosmopolita universal, sem religião, sem bandeira, nem anjo nem demônio:
Fala sobre alguém capaz de atravessar vários mundos, ver várias épocas, um cosmopolita universal, sem religião, sem bandeira, nem anjo nem demônio:
I DIE FOR YOU TODAY
Essa é a mais pop de todas essas, foi um estouro nas rádios europeias no final de 2010 e início de 2011, tem até videoclipe, mas por questões de disputa com a Universal Music, o vídeo foi embargado:
Essa é a mais pop de todas essas, foi um estouro nas rádios europeias no final de 2010 e início de 2011, tem até videoclipe, mas por questões de disputa com a Universal Music, o vídeo foi embargado:
O que seria se o Evanescence seguisse a linha de atmosferização dessas canções e a fundisse ao rock?
Rafael Cevidanes, 26 anos, reside na cidade de Ipatinga, Região Metropolitana do Vale do Aço, leste de Minas Gerais. Exerce a função de Técnico de suporte administrativo na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais - JUCEMG e é acadêmico de Bacharel em Direito.
(Todos os direitos reservados aos autores e EvRockBrasil)
Eu acho que o Evanescence É rock e sempre vai ser, e tipo, no dia em que isso mudar, pode ser um fim pra banda.
ResponderExcluirMuita gente já fala que o Ev não é mais o mesmo desde o The Open Door e eu acho que sempre vai ter a incógnita pro fã: "eles acabaram de fazer um homônimo. ok, o que teremos agora?".
Espero que continuem nesse estilo atual, porque está realmente muito bom... O Ev mais eletrônico vai virar pop rock e, talvez, os caras não queiram tocar assim. Mais do que isso, e eu não vou ser mais tão apaixonada pelo Ev :(
(PARABÉNS PELA MATÉRIA)
Ótima matéria!!!
ResponderExcluirMinha opinião:
Acredito que o Ev tenha que se garantir muito no rock para poder direcionar futuros trabalhos nessa direção, mas levando em conta o estilo de letra que a Amy escreve, facilmente se tranformaria em um álbum pop(não que isso seja ruim, mas a mudaria a identidade da banda...)
Acho que o bom seria eles investirem em algo orgânico para que voltem a se tornar relevantes no cenário não somente do rock atual, mas também da música em geral. Claro que a Amy é livre para fazer o que quiser, mas acho que só assim as coisas ficaraiam razoavéis para todos (banda, gravadora, fãs) e só depois, quem sabe, o Ev se desvencilhar da grande gravadora e fazer o que quizer!! :D
Apenas minha opinião!
Bye!!!
continuando...
Excluir... Eu acredito muito no potencial artístico e criativo não somente da Amy, mas de toda a banda!
Então, estou na torcida para que sejam corrigidas possiveis falhas, que venha muita inspiraçãopara que as coisas tomem esse rumo.
Que venham ótimos álbum por ai!!!
Adoro Ev e torço muito para que eles creçam como artistas, individualmente e como a banda maravilhosa que é!!!
E se fosse eletrônico? Seria melhor e mais fiel ao momento artístico da Amy. O álbum Evanescence ficou sem a alma da Amy, que por sua vez é a alma da banda.
ResponderExcluirTudo que eu quero é que a Amy continue sendo sicera com sua arte, sinceridade que aconteceu nos álbuns anteriores e que tanto eu senti falta no EV3. E se essa sinceridade artística envolver uma necessidade constante de mudança no som, que assim seja. Não quero vê-la frustrada como eu a vejo nessa era.
O comprometimento do Evanescence não é com rótulos, é com os impulsos arísticos da Amy :)
acho que o comprometimento artístico da Amy que vc quer vai vim na forma de uma "carreira solo" dela (entre aspas pq o Ev ja seria uma especie de carreira solo né).
Excluirpelo que leio nas entrevistas dela,duvido que a banda mude musicalmente.ela vai experimentar mesmo eh sob o nome de "Amy Lee",solo.e comercialmente,eh o mais seguro.e mais divertido pra ela,tem dois caminhos pra brincar sem se comprometer mto com os fans.
obs:um exemplo disso eh o Sully Erna,vocalista do Godsmack.o trabalho solo dele eh BEM diferente da banda,ele lançou um disco acústico,quase folk.
Ela fazendo o que quer é o que importa, se vai ser em carreira solo ou pelo Evanescence é o de menos.
ExcluirA Amy é muito passional com a arte dela, se eventualmente ela começar a fazer o que tem vontade em carreira solo, acho muito difícil o Evanescence voltar a ativa :)
a coisa não eh tao simples assim,Evanescence eh uma marca mto forte.ela sentiu isso quando parou em 2008.o nome dela solo não vai suprir isso,tanto comercialmente quanto pelos fans.
Excluirate pq ela não descolou o nome dela da banda.ela ainda eh a "menina do Evanescence".ela devia ter feito mais parcerias e trabalhos paralelos;
E quem disse que ela quer suprir as vontades dos fãs ou a necessidade de fazer sucesso que o nome do Evanescence carrega? rs
ExcluirAmy já passou dessa fase de querer ser famosa, os anseios dela hoje como artista são outros e ela até gosta do anonimato.
De fato, enquanto o Evanescence estiver preso a Wind-Up, terá deveres de satisfazer os fãs e a gravadora, mas ao fim do contrato, acredito que a Amy não vai poupar esforço para dar prioridade aos anseios artísticos dela.
Se ela tiver a sorte de fazer um novo contrato com uma gravadora que confia nela como uma líder e nos instintos artísticos dela, poderá fazer tudo o que tem vontade no próprio Evanescence. Se não, a carreira solo além de se tornar uma opção, vai se tornar uma prioridade. Minha opinião ;)
Galera, escutem as músicas no final da coluna e tentem imaginar algo assim fundido ao som do Evanescence. Acho que ficaria magnífico!
ResponderExcluirÉ legal, mas não é o tipo de influência da Amy. Não sendo influência da Amy, é difícil que a banda faça um som parecido com o do Alphaville.
ExcluirAcho que seria mais parecido com isso: http://www.youtube.com/watch?v=aKvimUpyNwM
/\ Música da extinta banda do Will Science, parceiro da Amy.
Essa música lembra um pouco dos barulhos da intro do Maquinária, bem no inicinho. O resto da canção não me soa compatível com o som que o Evans vem fazendo até então, e não consigo vislumbrar uma mescla de elementos que foram usados nela com os outros típicos do som da banda que formaria um som adequado à proposta do Evanescence.
ExcluirNão soa com o som que o Evanes vem fazendo até então, mas pode soar com o som que a Amy quer que o Evanes tenha daqui em diante.
ExcluirA proposta da banda não é ter comprometimento com gêneros ou com determinados instrumentos, a proposta do Evanescence é ser o reflexo artístico de seus criadores. Como o Ben saiu, o Evanescence se tornou o reflexo artístico da Amy ;)
"A proposta da banda não é ter comprometimento com gêneros ou com determinados instrumentos, a proposta do Evanescence é ser o reflexo artístico de seus criadores." [+++]
ResponderExcluirMELHOR comentário q eu li aqui. É sempre bom lembrar q Ben Moody era o cara q primava pelo som padronizado, o papo de new metal veio dele e foi com ele para o We Are The Fallen. Amy NUNCA se referiu à banda com outra nomenclatura senão "rock" e "uma mistura de tudo q gostamos", q a grosso modo é o que a banda sempre fez desde sua criação.
E me expliquem como acentuar eletrônico no Evanescence vai DETURPAR o som deles? A banda usa isso desde sempre, não tem o menor sentido fazer uma colocação dessas.
O Origin, apesar de se tratar de uma coletânea de demos, é a melhor amostra do estilo da banda. Tem programação, uma pitada erudita, um flerte com metal, enfim, é um rock multifacetado. Não há uma definição pq a proposta deles nunca foi ser uma coisa só e sim fazer um som híbrido. A gravadora trabalhou uma matiz do som deles e padronizou pra q ficasse um produto mais comercial e menos alternativo do q aquele q faziam antes. O rap em BMTL foi incluído pq na época o q estava na moda era o LP e a mistura deles tinha dado certo. O Ev3 foi orientado para o new metal pq a gravadora insiste em mantê-los nesse padrão e não pq Amy decidiu assim. No começo da era ela dizia q havia chegado à conclusão sozinha q o som não estava de acordo com o Ev, provavelmente pra não ficar mal com os patrões, mas atualmente tá falando pra quem quiser ouvir q desta vez tiveram q convencer a gravadora de q "valia à pena investir neles".
Detalhe q a Wind-up tinha aprovado o álbum com o Steve, Amy inclusive afirmou em um comunicado q havia 16 faixas prontas(quando a gravadora tava em processo de venda, lembram?), mas depois q mudou de dono foi tudo por água abaixo. Trocaram produtor e refizeram o trabalho reaproveitando apenas as sobras da sessão anterior. Talvez o fato dela estar soltando a língua agora seja indício de q o contrato está chegando ao fim, mas só o tempo dirá(eu pelo menos torço pra q seja assim).
Há uma entrevista recente em que ela afirma q o álbum de 2010 não seria SÓ eletrônico. O negócio é q tem muita gente ouvia ela falar "eletropop" e entendia "pop farofa" por não conhecerem a maioria dos artistas citados. O rock industrial, por exemplo, é de onde veio a veia sintética da banda, então nada mais natural q revisitar isso.
O q teríamos de novo no álbum seria a pegada neofolk, q em nada alteraria a qualidade sombria e o clima misterioso característicos do som da banda(na verdade ficariam até mais evidentes). Não sou chegada em Enya, então deixo outro exemplo, uma faixa da minha banda favorita deste estilo: http://www.youtube.com/watch?v=BAkmhfRUdWo
Percebam como a batida lembra aquela usada em um dos trechos (a q o povo falava q parecia música pop, mas q não tem nada de pop).
Uma balada da mesma banda: http://www.youtube.com/watch?v=g2uUYAaXkEk
O neofolk explora o misticismo das culturas antigas(como os celtas) e bebeu muito da música experimental, daí esse jeitão medieval e etéreo, mas apesar da carinha new age não é tudo música boring e nem tão distante assim do som do Ev já q tbm trabalha com atmosferas sombrias. E é bom observar q "influência" não quer dizer será igual ao q serviu de inspiração e sim q o elemento será somado ao estilo de origem(coisa q o Ev faz há anos).
De modo geral, acho q é mais lucro esperar pra conferir o resultado pq tudo q a gente pode fazer é especular e botar pilha sem ter ouvido nem a metade do q teria naquele álbum pode muito bem ser um erro.
Ótimo comentário. Complementou minha opinião melhor do que eu mesmo complementaria. ;)
ExcluirRelendo o texto, achei que houve um preconceito com os artitas que fazem música eletrônica atualmente. Amigão, a música eletrônica feita hoje em dia não é ruim não, você só não está sabendo procurar direito.
Só como amostra: Lykke Li, Zola Jesus e Eskmo/Welder (aka Brendan Angelides), são 3 artistas que, apesar de jovens, não usam o sintetizador para "brincar", eles fazem um trabalho sério e muito bem feito :)
Onde eu assino?
ExcluirTodas as influências da Amy Lee têm um flerte enorme com o eletrônico (Bjork, Massive Attack, Lykke Li, CSS, Portishead, MGMT), é mais que natural ela querer se inspirar nisso. Eletrônico NADA tem a ver com pop, confundir isso é de uma ignorância assustadora.
Outro ponto que citaram é a perda de identidade da banda. Como assim? Estamos falando da banda que explorou exaustivamente esses elementos no Origin e Fallen. Perda de identidade foi o que a gravadora os obrigou a fazer no último álbum. A Amy Lee se demonstrou extremamente desconfortável dizendo que o Nick os obrigava a compôr todos juntos no estúdio, coisa que ela nunca tinha feito antes.
aonde a Amy disse que o Nick OBRIGAVA eles a compor juntos no estúdio?mto pelo ao contrario,a ideia foi da banda.e ela super elogiou isso.
Excluirolha,aqui tem uma entrevista com o Will e o Tim que eles falam sobre esse periodo:
"So, for the album, you started off with Steve Lillywhite as a producer and then some problems developed that caused a clash. Was it YOUR decision to let him go; was it HIS decision to go?
Tim: Actually, we weren’t really there. Well, a couple of us weren’t really there. Amy had gone into the studio with a guy that she wrote some of the music with, and they started making the record and had been going strong for a couple of months. Then they brought the band in to play, so we did, and we tracked for a week or so and then next thing I knew everyone was like, “Everybody go home, we’re taking a break from this. We’ll call you in a week or so when everything gets figured out”. I really don’t know what the official statement was, that was all pretty cloudy to me.
Will: I think she was doing something that was very different at the time, so I think she was going to make it some kind of a solo record. But then when we played the show in Brazil, it left a good taste in her mouth about doing Evanescence again and she said, “Okay this’ll be an Evanescence record”. It’s very different and it’s amazing material."
Tim: Yeah, I think it was geared to be more of a solo thing.
isso ai explica mta coisa,o disco com o Steve(que foi um produtor "sugerido" pela Wind Up.o Nick foi escolhido pela Amy,se querem demoniza-lo,culpem ela) era um projeto solo.
link da entrevista
http://www.lithiummagazine.com/interview-will-hunt-and-tim-mccord-evanescence-%E2%80%93-october-25-2011
obs:eu nao ligo mto pra essa historia de direcionamento musical.eu escuto oq eu acho bom independente do estilo.
obs curioso:MGMT nao eh mais eletronico.virou banda de rock psicodelico.alguem viu o show no Lollapalooza Br
ah,e o Nick Raskulinecz eh um produtor elogiadíssimo por todo mundo que ele trabalha.caras como o Dave Grohl e os caras do Rush,gente acima de qualquer suspeita,ama ele.
Excluire se vc ver qualquer entrevista dele vai ver que ele eh um cara legal,nunca OBRIGARIA uma banda a fazer oq não quer.
falando diretamente com o cara do primeiro post,de que neofolk vc esta se referindo?coisas como death in june e current 93? o evanescence nunca iria ir pra esse lado, não tem nada haver com as influencias da amy!
Excluire vc sabia que esse estilo tem uma ligação "subliminar" com o neonazismo?
#viajounamaionese kkkk
Olha o nível... rs
ExcluirMostra uma entrevista onde a Amy disse que escolheu o Nick para ser produtor. O Nick veio no pacote do estúdio. Ele trabalha no Blackbird Studios, estúdio que a Wind-Up escolheu para ser gravado o álbum =*
E ninguém aqui contestou a capacidade dele como produtor, acontece que ele não absorveu a essência da banda :)
o Nick não trabalha no Blackbird Studios.ele não trabalha em estúdio nenhum,isso eh escolha do artista.o disco que ele produziu do Stone Sour foi feito no estúdio do Dave Grohl em L.A. por exemplo.agora o Blackbird eh um estúdio mto famoso,aonde vaaaaaarios artistas já gravaram,e os donos são a cantora country Martina Mcbride eo marido dela.
Excluiraqui oh
http://www.blackbirdstudio.com/#/about/
sobre a Amy ter escolhido,eu vou achar a entrevista e posto isso aqui dps.mas na entrevista que eu postei do Will e do Tim eles falam sobre isso
Laurie: So then Nick Raskulinecz was brought in, with a production resume of bands a mile long that includes Foo Fighters, Marilyn Manson, Trivium, Deftones and on and on. Was he brought on because Amy is a fan of the bands he’s produced?
Tim: We were all big fans of the last few albums he made, especially Deftones and Alice in Chains. Its like, “Wow, this is amazing, the tones are so crisp. Sonically, this is exactly how I want my stuff to sound.” So she gave him a call.
Will: She met with three people, and the thing we all agreed about on his last two records was that he brought those bands back to sounding like how they were originally when we fell in love with them. He brought them back to sounding like their true selves, so that’s the guy we wanted for Evanescence.
mas tem uma entrevista aonde a propria Amy fala isso,dizendo que escolheu o Nick por conta dos ultimos discos do Deftones e Alice in Chains.ela separou os produtores dos discos recentes que ela gostou e fez uma lista.acabou escolhendo o Nick.
falando de novo com o cara do primeiro post de novo,esse negocio de evanescence ter influencia de industrial eh discutível. só se for influencia de Nine Inch Nails.eh a unica influencia de industrial da Amy.
Excluirindustrial eh Ministry,Skinny Puppy,Front Line Assembly,Front 242,KMFDM...duvido que a Amy goste disso.
o Trent Reznor eh influenciado por todas essas bandas,mas não faz "industrial puro".ele misturou com outras influencias.
só pra deixar claro que sou mto fã de NIN e nao estou desmerecendo o trabalho dele(NUNCA!)
É discutível sim, mas inegável amigo. Creio q deixei bem claro lá no final do texto q influência é totalmente diferente de chupinhação. As inspirações de um artista são mera referência de como construiu o próprio estilo. A banda tem várias influências, algumas nem tão perceptíveis, mas se são citadas é pq de alguma forma contribuíram para a formação da identidade musical deles.
ExcluirSobre seu outro post, o Current 93 e o Death in June são considerados precursores do gênero, eles forneceram as bases da criação desse estilo por assim dizer, mas como em toda linha musical, o resultado não é a síntese do som deles. No Neofolk há uma variedade de temas como em todo gênero musical, sendo o mais comum o misticismo, como mencionei anteriormente, e as tradições culturais.
Quanto a sua última colocação, vc não viajou, vc derrapou na maionese. Pfvr, não sei quem lhe deu essa dica, mas saiba q ela tem tanto sentido quando dizer q tudo q engloba o gênero Metal faz apologia ao satanismo.
essa entrevista do tim e do will tem bastante resposta em relacao a isso!
ResponderExcluirSo, for the album, you started off with Steve Lillywhite as a producer and then some problems developed that caused a clash. Was it YOUR decision to let him go; was it HIS decision to go?
Tim: Actually, we weren’t really there. Well, a couple of us weren’t really there. Amy had gone into the studio with a guy that she wrote some of the music with, and they started making the record and had been going strong for a couple of months. Then they brought the band in to play, so we did, and we tracked for a week or so and then next thing I knew everyone was like, “Everybody go home, we’re taking a break from this. We’ll call you in a week or so when everything gets figured out”. I really don’t know what the official statement was, that was all pretty cloudy to me.
Will: I think she was doing something that was very different at the time, so I think she was going to make it some kind of a solo record. But then when we played the show in Brazil, it left a good taste in her mouth about doing Evanescence again and she said, “Okay this’ll be an Evanescence record”. It’s very different and it’s amazing material.
Tim: Yeah, I think it was geared to be more of a solo thing.
Will: People would’ve squeezed a bottle of ketchup and mustard would’ve come out.
Laurie: So that’s why she went back and wrote more material?
Will: Yeah, I think she realized and we realized that Evanescence should be Evanescence. She’s so talented and so multi-faceted so she can keep that stuff and revisit it later if she wants to do a solo. But for the band, we started over, and some of the stuff was left over.
Tim: But it all got re-worked. These were songs that were not rock and roll at all, but the band got hold of the material and it was like, “This is how we think this should sound.
http://evthreads.proboards.com/index.cgi?board=press&action=display&thread=347
Os caras falam de acordo com a situação. Esse mesmo Will disse que achava incrível a nova direção que a Amy estava dando para o EVANESCENCE em 2010, e ele ainda destaca que o material soaria como Evanescence e que só teriam "novas cores no padrão"
ResponderExcluirhttp://www.amyleebrasil.com/2010/10/entrevista-com-will-hunt/
Os caras só defendem o dele. A única pessoa que está no Evanescence por amor é a Amy ;)
eu concordo com vc,mas so pra informar,nessa epoca da entrevista do will(outubro de 2010?) o trabalho com o steve lillewhite(escrevi certo?) ja tinha sido encerrado a alguem tempo,a amy avisou no evthreads (r.i.p)que o disco estava suspenso em junho.
Excluirhttp://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=142654
http://www.evanescencewebsite.com/?p=1700
Aí é que você se engana cara. Essa entrevista do Will mostra que a Amy continuou trabalhando nas músicas eletrônicas mesmo depois da paralisação nas gravações. Ela deve ter tentado até o último momento lançar aquelas canções, mas não conseguiu convencer a gravadora :(
ExcluirWill: I think she was doing something that was very different at the time, so I think she was going to make it some kind of a solo record. But then when we played the show in Brazil, it left a good taste in her mouth about doing Evanescence again and she said, “Okay this’ll be an Evanescence record”. It’s very different and it’s amazing material.
Excluirbem,se vc não acredita no Will, não posso fazer nada =(
Não é não acreditar, cara. É como eu disse aí em cima e você até concordou, eles falam de acordo com a situação. Se amanhã ou depois a Amy lançar aquela músicas de 2010 pelo Evanescence, ele volta a dizer que acha o som matador e que é a cara da banda :*
Excluirno treco da entrevista que eu postei,ele não esta só elogiando o som da banda,ele esta contando um fato.q tudo mudou por causa do show do brasil.
ExcluirEntão não dá para acreditar mesmo no Will, sorry. O show do Brasil aconteceu em novembro de 2009, Amy foi linda e convicta para o estúdio gravar as músicas sintéticas em fevereiro de 2010. A paralisação e a mudança de foco não ocorreu por causa do show do Brasil não '-'
ExcluirSim, o Nick é um dos produtores do estúdio. Lógico que ele trabalha em outros estúdios, mas ele é contratado de lá sim. O mesmo caso que o Ben no NRG Studios
ExcluirMas nessa entrevista o Will não tinha falado que o direcionamento do som mudou por causa do show no Brasil e sim que foi com este show q Amy decidiu que queria fazer um novo álbum do Evanescence. Em várias entrevistas até hj ela menciona esse período em q ainda não tinha certeza se faria algo solo ou para a banda.
ExcluirNa outra pra Radio Metal, ele deixou explícito ao falar das músicas q ainda estavam na vibe eletrônica nessa época. O Ev3 não veio com quase nada daquilo, é de longe o álbum com menos eletro na discografia da banda. Com certeza ele voltará a enaltecer a qualidade delas se chegarem a lança-las(ele q fale mal. "tá demitido!" -Amy kkkk), mas não é como se não respeitasse o trabalho das bandas q integrou. Ele mesmo já falou q se importa apenas em estar fazendo o que gosta ao lado de pessoas q ele goste, independente da banda. ;)
Tem mta opiniao aqui e eu vou tentar dar a minha de uma maneira clara:
ResponderExcluirTem muito fã de Evanescence que ACHA que sabe oque a Amy quer fazer no futuro,baseado em entrevistas que ela deu sei la,em 2006,2008,2009.Não da.
O tempo passa e as situações fazem as pessoas mudarem de ideia.
Em 2009 a Amy queria lançar um disco eletrônico,EM 2009.A gente não sabe oq ela vai querer fazer agora e no futuro.Lembrando que em 2008 ela escreveu um monte de musicas acústicas/folk com o Zach Williams.
Pensar no futuro agora eh besteira.Eh abrir espaço pra frustração, ninguém sabe de verdade oque a Amy quer e oque aconteceu no passado.Deletem isso.Curtam o agora.Eu já vi ela disser tanta coisa que voltou atras....na época do TOD(2006!) ela disse que sempre iria compor uma musica pra irma.no "Evanescence" não tem e tinha gente no Evthreads COBRANDO isso dela,como se fosse OBRIGAÇÃO ela ter vontade e inspiração pra fazer a musica.
Nao gostou do "Evanescence"?Isso acontece,um monte de banda que eu gosto já lançou discos que eu detestei.Nossos ídolos não pensam com a nossa cabeça e isso e um saco as vezes.Mas isso passa e todo mundo sobrevive(tem fã do Metallica que não gosta de nada que eles lançaram nos últimos 20 anos...mas ta todo mundo vivo!kkk)
Desencanem.A Amy eh super talentosa,mas eh super contraditória.O que tiver que acontecer vai acontecer.
Não é questão de achar, é questão de somar A+B. Amy continua demonstrando uma enorme vontade de fazer algo eletrônico, tanto que até os shows da banda sofreu esse reflexo. E ainda tem as entrevistas recentes, onde ela mete o pau na gravadora e diz querer reaproveitar aquele material de 2010, só não sabe se será solo ou no Evanescence.
ExcluirSó para sentir a diferença, em 2008 ela disse para a Spin que compôs umas músicas celtas, só que depois dessa entrevista ela NUNCA MAIS voltou a tocar no assunto, diferentemente do eletrônico, que volta e meia ela toca no assunto.
Olha recentemente eu não vi ela falar nada sobre o futuro da banda.NADA.So sobre a tour atual.
ExcluirInclusive ela disse que não sabe mesmo o que vai fazer depois de Dezembro.
E pessoalmente, não sinto a mesma energia de 2009.Pode ser que ela volte a focar num disco solo ano que vem e ai a gente vê =)
e eu acompanho o Evanescence desde de 2003, já vi a Amy falar 237775 coisas diferentes.
Amanha ela lança um disco instrumental de musica clássica e nego vai cocar a cabeça e reclamar(desde de 2003 que e assim, fãs sofredores!)
abs:falando de 2009, alguém já reparou que quando a Amy e fã de verdade,ela repete o artista como influencia MTAS VEZES?e eh sempre Portishead,Depeche Mode,Nine Inch Nails,Bjork,Tori Amos,Nirvana,Soundgarden e recentemente Deftones e Alice in Chains.Sempre essas,desde de 2003.Acho que ela parou de ouvir MGMT,M.I.A e CSS,duvido ate que tenha ouvido os últimos lançamentos desses artistas(os últimos do MGMT e do CSS são horrorosos!).So um devaneio de fã x)
eu que postei acima.so pra identificar.
ResponderExcluirEu também acompanho a banda desde 2003 e nunca vi a Amy tão engajada em fazer algo como ela está em querer fazer com os sintetizadores. Falar e desfala realmente é uma característica dela, mas nesse caso não é nem o que ela diz, é o que ela demonstra, e pra mim, ela continua demonstrando interesse em fazer algo mais sintético. Vale lembrar que ela também participou do remix de Made Of Stone ;)
ResponderExcluirA questão não é o eletrônico, é a sede que a Amy tem de inovar. Se um dia ela lançar um álbum sintético, não tenho dúvida que o sucessor terá outra característica sonora, ela só não gosta de se repetir :)
Ah sim,e falando sobre isso,nem sempre sintetizador significa totalmente musica eletrônica.Da pra brincar mto ali.
Excluirah,e a minha contribuição pra matéria:
ResponderExcluirEu fiquei muito feliz pq o Evanescence não trabalhou com o Steve Lillywhite.Serio mesmo.Nao sei se o Nick Raskulinecz era o cara certo,pessoalmente preferiria o David Bottrill,acho um cara mais "progressivo".
Mas voltando ao Steve,fui conhecer o trabalho dele e fiquei ate com medo.Bom produtor,mas tudo dele ficar com cara de coxinha:bem pop,polido,limpinho,certinho demais.O This is War do 30 Seconds to Mars saiu BEM legal pq tb foi produzido pelo Flood,um GÊNIO da produção(fik a dik de produtor legal!).
Mas tirando isso,o Steve só produziu BOMBA na ultima década.Incluindo o Carry On do Chris Cornell,um dos PIORES discos de todos os tempos.
Pra produzir coisas modernas e artísticas,tem MUITOS produtores mais indicados.
Mas o Steve era um dos produtores, o Will Science também estava envolvido na produção. Procure pesquisar os trabalhos do Will Science, são MUITO interessantes e distintos ;)
ExcluirQuanto ao Steve, ainda acho ele seria melhor que o Nick para o Evanescence, ele é mais maleável, trabalha com mais estilos. Evanescence faz um som híbrido, quanto mais o produtor for flexível, melhor para a banda. Ter Trabalhado com um produtor enraizado em um estilo tornou o som da banda uniforme, coisa que nunca tinha sido antes. Maas sem dúvidas, existem produtores melhores que o Nick e o Steve e mais indicados para o Evanescence no mercado :)
Que preguiça. Quando é que vocês vão perceber que a Amy Lee estava sendo absurdamente pressionada? Ninguém compõe dezenas de música, entra em estúdio, grava, e depois ~percebe que aquilo não era o estilo da banda~. Óbvio, ululante que ela não ia falar que foi imposição da gravadora, ela é funcionária, tem um contrato a cumprir, agora é que ela vem demonstrando descontentamento com eles, provavelmente o contrato tá terminando ou ela chutou o balde. Ela disse SIM que o Steve os obrigava a compor juntos, e ficou muito claro que foi uma decisão dele.
ResponderExcluirSe a Amy tivesse contente com a situação, não teria composto Sick, New Way to Bleed e Lost In Paradise metendo a ripa na gravadora. Acordem.
*não Steve, Nick
ExcluirMinha opinião é a seguinte:
ResponderExcluirEles mudaram tudo por causa da Wind-Up!!!
Tomara que a Amy chute o balde mesmo!!!
Quando eu disse que talvez seria melhor pro Ev fazer algo mais orgânico, eu não me referia que se fosse algo eletrônico ficaria ruim ou que não acreditasse no talento deles(acabei esquecendo mencionar o Origim, que de longe é o melhor "álbum do Ev", mas que "graças" a Wind-Up querer encher os bolsos, o ev ficou visto como produto, mas enfim),só que na minha opinião, devido o modo que a Amy compõe suas músicas, facilmente seria confundido com algo mais comercial, mas isso nos nunca vamos saber até eles se libertarem das amarras da Wind-Up!
E isso de que a Amy é contraditória, acredito que deve ser por causa da gravadora mesmo, até pq tem essa questão da Imagem da banda e tal...
Longo assunto esse, a verdade é que nunca saberemos tudo que acontece...
Se eles voltarem a compor com a liberdade do Origim, certamente sairam músicas magnificas, indiferentente me das influências que serão usadas por eles! É o que acredito!
q prepotência afirmar q se a banda lançasse o material de 2010 o evanescence poderia perder fãs e reputação. p/ saber isso aconteceria, precisaríamos ser dotado de vidência ou sermos viajantes do tempo, o q ngm aqui é. o único modo de saber como de fato seria a reação de tds, seria lançando o material e fim. e por mais q ñ tivesse uma boa recepção dos fãs e da crítica, ñ seria um desastre, como foi dito no texto... seria soh + um cd na discografia da banda...pff... isso foi mais dramático q novela mexicana, pfvr. banda nenhuma perde reputação por causa de um único cd. fãs? esses vão e vem independente do q a banda faça, bjs.
ResponderExcluirAcho que seria o máxino se eles conseguissem fundir essas atmosféras com o rock!
ResponderExcluirO problema é a gravadora, pois dúvido eles deixarem a Amy e a banda livres pra criarem o que quiserem!
Acho que o jeito é o Evanescence tornar-se independente!!!
Para mim, o início da Mysterion lembra ligeiramente o que o Ev era na Era Origim (talvez pelos corais).
ResponderExcluirQue saudade!! fico imaginando coisas do tipo com a voz da Amy e um pouco mais rock! Seria fantástico na minha opinião!
Entrevistador: Por que você acha que não há mais mulheres no rock?
ResponderExcluirAmy: Elas são muito espertas; elas têm coisas melhores para fazer!
/\ Entrevista dada ontem (15/08)
Mais um desabafo da Amy :b É nesses pequenos detalhes que a gente vê o quanto ela está cansada de ser estereotipada de rockeira. Estereotipada = "limitada".
Não que ela não goste ou não faça rock, o rock é um dos muitos tipos de música que ela se inspira e pratica. Amy só quer fazer música independentemente de como ela venha soar, e ela sendo a alma da banda, nada mais natural o som do Evanescence seguir os impulsos artísticos dela.
Ponham na cabeça de uma vez por todas: Evanescence não é uma banda de um único gênero. É errado e injusto achar que a essência da banda é feita só de rock ;)
Não consigo enxergar motivo mais condizente com "falta ou incapacidade de interpretação de texto" que justifique a visão daqueles que não sabem distinguir "PODERIA acontecer isso e aquilo" de "VAI acontecer isso e aquilo". O texto está quase todo com o verbo "poder" no futuro do pretérito/condicional, indicando uma possibilidade (e não certeza) de ocorrência de fato futuro em relação a certas condicionantes do passado (nesse caso, não necessariamente em relação ao passado da banda, mas das tendências do meio musical). Antes de tacharem os outros de "videntes" ou "roteiristas de novela mexicana" (para os que assim se expressaram), aprendam a ler e interpretar o que se lê.
ResponderExcluir;)
kkkkkkkkkkk
ResponderExcluirno meu post eu manti tds os seus verbos e as indicações deles intactas. eu entendi sim, dahlin'... e continuo achando prepotência, sabe pq? pq vc considerou apenas uma hipótese de duas possíveis reações de fãs, crítica e público comum. achar q quelas msks poderiam ser um material bem sucedido comercialmente e criticamente vc ñ acha neh? vc anulou a segunda hipótese de possíveis acontecimentos, o q eh incorreto e dah a impressão de q ela ñ possa existir (;
Eu não anulei a possibilidade de que um Evanescence mais alternativo pudesse ser bem recepcionado criticamente, tanto que no final ainda SUGERI algumas combinações que seriam bem-sucedidas se fossem fundidas à sonoridade da banda, com vídeos de músicas de uma banda bem alternativa, inclusive (os quais eu acho que a maioria sequer pegou para ver/ouvir). O que a coluna está passando é que, diante das declarações de todos envolvidos no processo de composição, gravação e lançamento das músicas de 2010, estas não seriam compatíveis com o perfil da banda. Quem disse isso não fui eu, mas a Amy, Will, Tim, Troy e a gravadora. Quem está exercitando os "dons de vidência e premonição" ao dizer que "isso é coisa da gravadora, pressão dela", "Amy foi obrigada a dizer isso e aquilo", "Amy quer mesmo é isso", "Amy quer aquilo", não sou eu.
ResponderExcluirApontaram a coluna como sendo tendenciosa simplesmente pelo fato de ela não ir ao encontro do que querem ler sobre um possível futuro da banda, enquadrado e moldado a gostos pessoais. Será que é o que foi escrito que é tendencioso ou quem lê e espera ler sobre o que quer?
Críticas são construtivas quando partem de pontos de vista objetivos.
pfvr, dormindo. e vc tb acha q ela qr algo eletrônico, tanto q fez esse post (;
ResponderExcluirIsso é praticamente fato: primeiro um álbum todo nessa vibe, depois as introduções acrescidas nas músicas citadas no texto da coluna, a participação de Amy nos remixes do EV3(o que não foi abordado aqui, pois isso é apenas uma parte de um documento de 19 páginas sobre a banda que fiz, que talvez posteriormente seja liberado em partes), os artistas que ela tem elogiado e já elogiou muito no Twittere em outros meios de comunicação, e por aí vai.
ExcluirAcontece que diferente de constatar algo, é atestar algo, ainda mais quando se trata de coisas às quais não se tem total acesso de informações.
Esse papel de leitura mental da cabeça de Amy Lee eu não fiz e nem me proponho a fazer.
:D
aposto q vc contesta e nos q atestamos, neh? kkkkkkkkkkkk oh céus, oh vida
ResponderExcluirvc atestou q a essência da banda eh rock, amy nunca disse isso kkkkk tds aqui praticaram a vidência e colocaram palavras na boca da amy. ñ tira o seu da reta ñ kkkkk
“We’re definitely a rock band,” says the 20-year-old Lee. “But the twist is that the band’s music is epic, dramatic, dark rock.”
Excluirhttp://www.evanescencewebsite.com/?page_id=165
;)
"People told me I can't dress like a fairy. I say, 'I'm in a rock band and I can do whatever the hell I want.'"
Excluirhttp://www.maxim.com/todays-girl/amy-lee
Obrigado a todos pelos comentários, inclusive aqueles não muito aprazíveis! :)
ResponderExcluir“We’re definitely a rock band,” says the 20-year-old Lee. “But the twist is that the band’s music is epic, dramatic, dark rock.”
ResponderExcluirhttp://www.evanescencewebsite.com/?page_id=165
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4ª linha.
Excluirnesse declaração claramente ela estava descrevendo o fallen, ñ a essência da banda. xoxo
ResponderExcluirO Origin é trance do princípio ao fim.
ResponderExcluirAh sim, o TOD é o quê? Triphop com música céltica, claro...
O EV3 é industrial do começo ao fim, com alguns poucos momentos de dubstep, sem dúvidas.
Pior cego é o que não quer ver, assim como o péssimo surdo não quer ouvir.
Deixa eu retomar meu tempo gasto com paredes virtuais...
Fui!
'4ª linha'
ResponderExcluirlet's draw ~~~~
https://lh3.googleusercontent.com/-GeAIoJjk5I8/UDAUlUSBaMI/AAAAAAAAAM4/y2LzaTJ5jy8/s912/essencevish.jpg
q eles são rock ngm aqui duvida, mas nunca vi a amy atestar q a >>>>>essência<<<<< da banda eh feita soh desse gênero em específico.
Vale lembrar q o gênero em si é um dos mais elásticos no q se refere a "regras sonoras". O Rock Alternativo é o maior exemplo, já q basta ter um som q se aproxime do rock pra ser considerada como tal.
ExcluirO exagero do texto tá em dizer q o som viria deturpado por ter menos guitarra, ser uma banda de rock não obriga eles a fazer o álbum todo "temperado" com esse instrumento, só isso. '-'
'Vale lembrar q o gênero em si é um dos mais elásticos no q se refere a "regras sonoras". O Rock Alternativo é o maior exemplo, já q basta ter um som q se aproxime do rock pra ser considerada como tal.
ExcluirO exagero do texto tá em dizer q o som viria deturpado por ter menos guitarra, ser uma banda de rock não obriga eles a fazer o álbum todo "temperado" com esse instrumento, só isso. '-'
'
https://lh6.ggpht.com/-pCJl3ugx0Mw/UCMmOMT87tI/AAAAAAAABuI/i8JuuPMgcjc/s208/a.gif
Blá, blá, blá sem fim! Nós nunca vamos estar na mente da Amy!
ResponderExcluirQueria saber por que colocaram SÓ Alphaville nas demonstrações eletrônicas '-' Nada contra eles, mas existem outras opções que são até mais cabíveis no caso do Evanescence.
ResponderExcluirArmy Of Me da Björkão e Closer do NIN caberiam fácil nessa demonstração hehe. Duas músicas que podem ser encaixada nas descrições que a Amy dava do material eletrônico.