Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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4 de agosto de 2012

SPIN: Amy Lee reflete sobre lançamentos digitais

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Lançamento digitais?!
Em entrevista, Amy Lee revela não ter receio de projetar lançamentos digitais o que, segundo ela, facilitaria a divulgação de singles. Amy também reforça seu sonho em trabalhar em trilhas sonoras e com o universo cinematográfico. Confira a seguir a matéria publicada no site da revista Spin. E vocês, o que achariam da ideia?
Qual será o próximo passo do Evanescence? Amy Lee reflete sobre lançamentos digitais

Desde o lançamento do terceiro LP, auto-intitulado, do Evanescence no ano passado, Amy Lee e companhia fizeram vídeos brilhantes, como o próprio vídeo de "My Heart Is Broken", e turnê pelo mundo. Atualmente, eles são a principal atração do Carnival of Madness Tour, com o apoio do Chevelle, Halestorm, Cavo e New Medicine (datas abaixo). Antes do show em Columbus, Ohio, Lee sentou-se para uma entrevista com Mike Jones da estação de rádio X106.7. Depois de passar por algum momentos embaraçosos com Jones querendo ouvir histórias sobre "você e Lzzy [Hale, vocalista Halestorm] passeando, conversando, fazendo coisas de menina" atrás do ônibus, a entrevista transformou-se em algo bem interessante.

Um deles [assuntos] é que um dia Lee espera participar da trilha sonora de um filme. "É um sonho meu", disse ela. "Mas isso é uma tarefa gigantesca... Eu tenho que começar com alguém que possa me deixar sozinha assistindo ou, eventualmente, me ajude ou que apenas deixe-me assistir pela primeira vez antes de atirar-me completamente nisso". A idéia não está totalmente fora de questão, uma vez que ela acrescenta: "Antes de assinarmos [o contrato], eu estava em uma escola de teoria e composição, e com a esperança de ir por esse caminho, caso a banda não acabasse".

Algo que poderia mantê-la adequadamente ocupada, obviamente, seria gravando novas músicas com o Evanescence. Na entrevista, ela sugere que não se importaria de experimentar alguns formatos não tradicionais em um futuro próximo. Quando o entrevistador elogia o LP do Evanescence por ser coeso e uma envolvente experiência de 'álbum-completo', Lee respondeu: "Eu estou começando a mudar minha mente sobre o que é essencial para cada projeto de single. [Fazer um álbum] é um enorme empreendimento, especialmente da maneira como fizemos no passado... Isso significa gravar 18 músicas e depois selecionar aquelas que realmente irão compor o álbum".

Sua solução, ao que parece, está na aproximação com a música digital. "Este é o futuro", Lee disse ao entrevistador. "Talvez estejamos nos movendo para um lugar onde seja legal fazer algo a mais — como cinco músicas, basta fazer apenas uma versão digital e será mais fácil passar para o próximo single mais rápido".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil

English version
What's Next for Evanescence? Amy Lee Muses on Digital EP

Since the release of Evanescence's self-titled third LP last year, Amy Lee and Co. have been making glossy videos, like their own for "My Heart Is Broken," and touring the world. Currently, they're headlining the Carnival of Madness tour, with support from Chevelle, Halestorm, Cavo, and New Medicine (dates below), and in advance of their Columbus, Ohio, date, Lee sat down for an interview with Mike Jones of the radio station X106.7. After getting past some sort of awkward moments about Jones wanting to hear stories about "you and Lzzy [Hale, Halestorm's frontwoman] just hanging out, talking, doing girl things" in the back of the bus, the interview turned up some interesting tidbits.

One is that Lee someday hopes to score a movie soundtrack. "It's a dream of mine," she said. "But that's a huge undertaking… I have to get in with somebody who can let me tag along and watch or possibly help or just let me watch the first time around before throwing myself into that completely." The idea isn't totally out of the question either since, she adds, "Before we got signed, I was in school for theory and composition and hoping to go down that road if the band didn't break."

Something that could keep her adequately occupied obviously would be recording more music with Evanescence. In the interview, she hints that she wouldn't mind experimenting with some nontraditional formats in the near future. When the interviewer praises the LP Evanescence for being cohesive and an engaging whole-album experience, Lee countered, "I'm starting to change my mind about that being essential to every single project. [Making a record] is a huge undertaking, especially the way we've done it in the past… It means recording 18 songs and whittling it down to the ones that will actually make the album."

Her solution, it seems, is embracing digital music. "This is the future," Lee told the interviewer. "Maybe we're moving to a place where it could be cool to do something else — like five songs, just do a digital release only, and it's easier to move on to the next single quicker."

8 de outubro de 2011

SPIN MAGAZINE: Entrevista com membros do EV

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Em entrevista ao site da revista SIPN MAGAZINE, os homens do Evanescence dizem quais são suas músicas favoritas, presente no álbum Evanescence. Confira abaixo:

ÁLBUM PREMIERE: Retorno Auto-Intitulado do Evanescence

Amy Lee do Evanescence nos surpreende quando o assunto é o novo álbum de sua banda: "O álbum é divertido - e isso é uma coisa totalmente nova para nós", diz ela à SPIN. Quanta diversão? Descobra por si mesmo com a nossa entrevista exclusiva sobre o LP auto-intitulado com o nome da banda, quatro dias antes de chega às lojas, em 11 de outubro.

Lee também enfatiza, apesar de ser muito divulgado seu desgaste com os ex-membros da banda ao longo dos anos, o Evanescence é um esforço verdadeiramente colaborativo: "Todo mundo tem uma parte neste álbum, estamos partindo do zero, é uma abordagem totalmente nova para nós. Não há ninguém entrando na banda só para tocar guitarra. Todo mundo está investindo. Mais do que nunca, somos mais uma banda verdadeira agora".

Com isso em mente, pedimos aos outros quatro membros do Evanescence para falar sobre suas músicas favoritas do novo álbum.

E se você quiser ouvir mais de Amy, verifique a nossa última entrevista, da edição de outubro da SPIN.

TERRY BALSAMO, GUITARRA: "SICK"

Pra mim, é uma das canções mais importantes no álbum porque foi uma das primeiras a serem escrita e dá uma direção pesada para o resto do álbum.

WILL HUNT, BATERIA: "NEVER GO BACK"

Para mim, esta canção tem todos os elementos de uma banda que sabe que é, mas não tem medo de inovar e aceitar os riscos. Esta é minha favorita no álbum porque é pesada e intransigente, mas bonita e épica ao mesmo tempo. Me leva a uma montanha russa emocional.

TROY McLAWHORN, GUITARRA: "THE CHANGE"

Tem uma sensação completamente diferente sem ir muito longe daquilo que os fãs da banda iriam esperar de nós, enquanto abre portas pra explorarmos músicas com mais groove. Eu amo a maneira que o verso perde intensidade e quase tem uma sensação da reggae e, então, se abre para um grande coro. Quando chegamos na ponte, fica completamente rock com uma pitada de metal. Se nós tentássemos escrever com aqueles parâmetros na mente, isso nunca aconteceria. Daí o porquê de eu gostar dela!

TIM McCORD, BAIXO: "THE OTHER SIDE"

Tem groove e rock e o assunto tem a ver comigo. Me faz pensar e sentir falta de alguem que eu perdi.

Matéria Original: SPIN Magazine

4 de outubro de 2011

SPIN divulga música 'End of the Dream'

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O site da revista Spin postou uma matéria sobre Evanescence, onde podemos já escutar a nova música End of the Dream na página. Confira uma parte do texto traduzido abaixo:

"End of the Dream" lança uma passagem plena com a guitarra monstruosa, em seguida, cai em um campo, se chocando com os vocais inconfundíveis de Lee sustentada pelo o piano. "Siga seu coração até sangrar", ela grita em coro, evidenciando um jeito de como "aproveitar o dia". "É sobre a compreensão de que esta vida não é para sempre, e como você tem que vivê-la, abraçe-a mesmo com a dor, antes que tudo acabe!", diz Lee para SPIN. "Por mais que doa, isto significa apenas que você está vivo. Portanto, não tenha tanto medo de se machucar."
Matéria e música na íntegra: SPIN Magazine

Na próxima semana, Evanescence irá lançar o seu terceiro álbum para os fãs já comprarem o seu.

13 de setembro de 2011

Amy: "Fãs do EV não são crianças populares"

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"Meus visuais encaixam-se na música"
Entrevista feita com Amy Lee à revista SPIN Magazine.

Perguntas difíceis para Amy Lee, do Evanescence

Após uma década de vendas multiplatinum, dois Grammys, e a partida confusa do cofundador Ben Moody. A sereia do Evanescence, Amy Lee, deu um intervalo de sua dolorosa e série existência pública para ser uma esposa, aprender a tocar harpa, e, talvez, contra a sua intuição, ouvir M.I.A. - "Ela é estupidamente poderosa e temível" - a cantora pianista diz. "Eu amo a voz dela porque é estranho, quase como se ela não se importasse". Mas Lee, 29 anos, se importa. Tanto que o perfeccionismo admitiu necessários 5 anos para finalizar esse "outubro do Evanescence".

Com que frequência você se arrepende de nomear a sua banda com uma palavra que ninguém consegue pronunciar?

É muito engraçado na verdade. É sempre um teste para avaliar uma verdadeira base de fãs. É como "Deuses, eu sou o seu maior fã, eu curto Effervescence desde os meus 12 anos." Eu ajo como: "Hnn, sério, você curte?"

Um dos seus maiores sucessos é "Call me When You're Sober". Você bebe?

Eu não diria que eu sou uma bêbada ou qualquer coisa do tipo. Quando eu era mais nova e estávamos na nossa primeira turnê mundial havia muito mais disso. Eu acho que eu incorretamente necessitava me soltar porque tudo era louco. Mas eu me acalmei muito.

Grupos de Alcoólicos Anônimos se aproximaram de você por causa dessa música?

Não, é quase sempre um hino da mulherada. "Você só me quer quando você está bêbado. Você só me quer quando eu não estou lá." Eu definitivamente tenho muitas garotas que falam "É a minha música. Eu a uso como ringtone para o meu namorado".

Você tem uma personalidade publica muito séria. Isso cria algum equívoco sobre você?

Eu não acho que seja equivocada porque a música é séria. Quando eu estou posando para uma sessão de fotos é claro que eu não vou ficar com a minha língua para fora e com os meus olhos cruzados. Os meus visuais encaixam-se na música. Na vida real, sou uma gama de variedades muito mais ampla. Sou uma boboca. Eu sou uma pessoa que mata os outros de rir.

Mas o Evanescence não é também uma parte da "vida real"?

É difícil de descrever. É como uma peça teatral da minha própria vida. Tudo veio de um lugar muito pessoal e honesto dentro de mim. Mas ao mesmo tempo, é apenas uma imagem de extremos. Se eu apenas colocar um chinelo e uma camisa e ir assistir "Se beber, não case" com amigos é completamente normal e divertido. Mas eu não faria isso em um vídeo do Evanescence.

Você consegue se lembrar da última vez que conversou com o Ben Moody?

Oh, nós não nos falamos. Nós não temos um relacionamento. Não me lembro da última vez.

Ele postou um pedido de desculpas indiferente em 2010. Eu fiquei me perguntando se isso te fez pensar sobre dar uma ligada pra ele.

[Suspiros] Eu não quero dizer o porquê, mas não, eu não respondi. Eu acho que provavelmente ambos estamos em melhores circunstâncias não estando na vida um do outro.

Você se sente como se você e a sua música representassem o time dos mais fracos?

Definitivamente. Os fãs do Evanescence não são as crianças populares da escola. Eles não são os líderes de torcida. São as crianças artistas e os nerds que crescem para serem as pessoas criativas mais interessantes. Isso era eu na escola, então nós temos uns aos outros em um nível onde as coisas que eu estou cantando sobre são mais profundas. Mas sim, eu constantemente vejo um time recorrente de pessoas que se sentem diferentes ou incompreendidos.

Palavras como "Incompreendido" e "diferente" são as mesmas palavras que o Insane Clown Posse* [grupo de hip hop] usa para descrever Juggalos*

Oh meu Deus. Eu não sei se eu deveria estar falando sobre isso. Eu não posso acreditar que eu sei o que Juggalos* são, mas eu sei. Eu gostaria de dizer que nós não somos exatamente igual a isso. Eu não quero falar merda.

É como se os fãs do Evanescence fossem as crianças que compraram no Hot Topic**?

Totalmente! Eu também.

Eu acho que um monte de Juggalos* compram lá também.

Eu sei. Você está certa sobre isso. Acho que estamos perto, talvez, dos fãs do Korn. É, sem comentários... A sua base de fãs pode ser Hot Topic**, mas você está por volta dos 30 anos de idade. Este marco muda as coisas ou faz você reexaminar a sua carreira?

É estranho. Sabe quando você é criança e começa a imaginar com que idade você vai estar quando fizer certa coisa? Eu interpretei isso muito errado: Seus 20 anos foi [pressumindo ser] cheio de idade adulta e você está casada e você tem filhos e você vive feliz para sempre. E você chega lá e está como "Eu ainda não sou uma adulta." Se eu nunca mais fizer nada além do que eu fiz, eu estou totalmente orgulhosa com o que aconteceu.

*Juggalos: link 1; link 2 **Hot Topic: link1

Matéria Original: SPIN Magazine Tradução: @i_essence

13 de abril de 2011

Amy Lee em entrevista para Revista SPIN

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Parece que a cantora do Evanescence está realmente empolga em informar fãs e admiradores da banda sobre o processo do novo álbum que começou no dia 11 desse mês.

Diante da nova entrevista divulgado pelo site da Revista SPIN, Amy Lee revela sobre a troca de produtores, reformulações e nomes de algumas músicas que estarão no terceiro álbum do grupo americano de rock. E ela ainda reforça pelo o seu twitter, que está mais pesado do que nunca.

Confira abaixo a matéria traduziada na integra pelo Imortal Essence.


Amy Lee fala sobre a volta de Evanescence
Título original: Amy Lee Talks Evanescence's Comeback LP

A palavra-chave para o álbum da banda com roupas gothic-pop Evanescence, há tanto tempo aguardado, é um pouco inesperada. Não é "angustiado" ou "ameaçador" ou "pesado".

"O álbum é divertido - e isso é uma coisa totalmente nova para nós", a cantora Amy Lee, 29 anos, disse para a SPIN. "Quando eu escuto a nossa música antiga, vejo que é onde eu estava na minha vida naquele momento. Esta tem sido uma viagem longa e algumas partes foram difíceis. Mas trata-se de não levar tudo tão a sério desta vez."

Desde que começou em Little Rock, Arkansas, em 1995, a banda foi definida pelo drama, tanto no palco quanto fora dele. Houve a saída confusa do co-fundador e compositor Ben Moody em 2003 e, em seguida, a demissão ainda mais confusa do baterista Rocky Gray e do guitarrista John LeCompt em 2007, levando a rumores de que Lee estava com mão de ferro em sua liderança na banda, que passou a estar nas mãos de recém contratados. Na verdade, mais de 10 músicos diferentes já tocaramo no Evanescence, Lee é a única constante.

Na primavera passada, depois de uma pausa tão necessária após o lançamento de seu segundo álbum de 2006, com cinco milhões de cópias vendidas, The Open Door, o Evanescence foi para ume stúdio em New York com o veterano produtor Steve Lillywhite (U2, Rolling Stones) para gravar um álbum de músicas experimentais, ligadas ao lado eletrônico que, conforme ela disse antes à SPIN, seriam inspiradas por Massive Attack e Portishead. Então começaram os problemas... novamente.

"Nós pegamos as melhores músicas que tínhamos, adicionamos mais e reformulamos elas como um grupo. Eles são mais fortes do que antes."


"Não estava dando certo" Lee diz. "Steve não era o ajuste direito. Estávamos nessa viagem experimental, tentando um monte de coisas novas, vendo o que iria se encaixar. Eu compus muito sem a banda. E então, quando tentamos unir esses mundos, não estava funcionando. "

O Evanescence parou as suas sessões e por um momento o seu futuro era incerto. Lee diz que ela "não sabia o que ia acontecer, se iriam fazer um álbum todo novo."


Em seguida, o Evanescence, esse grupo de contratados liderado pela visão de Lee, se tornou uma verdadeira banda de trabalho. Lee, o guitarrista Terry Balsamo, o baixista Tim McCord, o baterista Will Hunt e o programador "Science" Hunt (sim, dois rapazes partilham o mesmo nome) se uniram e começaram a retrabalhar suas músicas e escrevendo material novo junto.

"Eu nunca me senti tão apoiado pelos membros da minha banda", diz Lee. "Nós realmente contamos uns dos outros. E todos fazendo parte deste álbum, a partir do zero, foi uma abordagem totalmente nova para nós. Não há ninguém que só veio para tocar a guitarra. Todos estão investido. Somos mais verdadeiramente uma banda do que nunca. "

Ela acrescenta "Nós pegamos as melhores músicas que tínhamos, adicionamos mais e reformulamos elas como um grupo. Eles são mais fortes do que antes... quando era mais unidimensionais."

Com 19 músicas, a banda entrou novamente em estúdio este mês, mas desta vez com o produtor de rock Nick Rasculinecz. "Meus discos favoritos que foram lançados recentemente foram de Alice in Chains e Deftones - e ele produziu estes", diz Lee. "Adoramos trabalhar com ele - Nick faz com que tudo seja tão divertido".

"Escrever com a banda e trabalhar com um produtor de rock pesado fez o álbum ser mais de rock", diz ela. "É Evanescence, mas com todos esses novos sons", incluindo sintetizadores e teclados vintage como o Moog Taurus Pedal.

Lee escreveu um punhado de novas faixas com harpa, incluindo a balada "Secret Door" e "My Heart Is Broken". Outra faixa, "Oceans", "começa com um sintetizador alto e baixo e um vocal, e daí a banda entra em cena", diz Lee. "É grande e viçosa. Nós temos nos divertido muito tocando essa".

Há uma variedade de temas nas letras no álbum. "Eu me inspiro com a natureza", diz Lee. "O oceano tem sido um tema. Estar partido tornou-se um pouco também um tema, mas sem necessariamente ter de oferecer uma solução."

Ela acrescenta: "A vida pode ser difícil às vezes mas eu acho que só começa com ag ente admitindo 'Ok, o mundo não é perfeito, como nós podemos viver nossas vidas dentro disso e não ser infelizes?"

"Houve um esforço real para tentar descobrir o que eu queria que essa banda fosse. Eu quero que o Evanescence seja passional. Trata-se de procurar pelas respostas e nem sempre encontrá-las."

Fica cada vez mais claro e interessante sobre esse novo álbum de Evanescence. Amy Lee parece que o resetou para dar origem a novas ideias e contextos para supreender a todos que estão aguardando por esse álbum. Vamos ver como ficará o final desse todo processo.

Fonte: Spin.com Créditos: Immortal Essence

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