Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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22 de setembro de 2012

Preview de “If You Don't Mind”?

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Acaba de ser postado uma possível preview da música “If You Don't Mind”, B-Side do álbum “The Open Door” e jamais lançada. Na legenda, há a informação de que foi divulgada pelo próprio produtor da Amy Lee; especula-se, também, que a canção seja a tão aguardada surpresa da South American Tour.

If You Don't Mind

Gravação: Setembro de 2005 - Março 2006
Escrito por: Amy Lee, Terry Balsamo e Will Boyd
Em maio de 2007, uma suposta introdução apareceu na internet, porém, no EvThreads logo se confirmou era falso. Esta canção em questão se chama 'True' de Akira Yamaoka, e está incluído na BSO do video game Silent Hill 2. Em resposta a um fã no twitter, em abril, o guitarrista Terry Balsamo afirmou que a canção foi gravada e que um dia seria lançada.

4 de julho de 2012

Amy Lee: Photoshoot "The Open Door" (NY, 2006)

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Disponível na internet imagens de Amy Lee, correspondentes à Era "The Open Door",  tiradas em 2006 na cidade de  Nova York.    
 
Pictures
 



































Fonte: Atlas Icons 

13 de maio de 2012

Amy Lee & Josh Hartzler: 5 anos de casamento

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Há exatos 5 anos Amy Lee e seu amigo longa data, Josh Hartzler, se casaram. Após decepções e desilusões: o amor, compreensão e a lição: "Espere para sempre pelo seu amor. Faça acreditar que vocês são os únicos".

Josh Hartzler

 Josh Hartzler
35 anos. Está ao lado de Amy desde meados de 2005. "Pra ser honesta, eu sentia que não era boa o suficiente para ele", ela diz. "Ele é desse tipo, um bom ouvinte, me faz fazer exercicios de respiração quando piro. É o primeiro relacionamento estavél que estou tendo".

Contribuindo em algumas letras da carreira solo de David Hodges, ex-membro do Evanescence, no álbum “Musical Demonstrations Vol.1”, Josh possuiu co-autoria em Crowd of Me (“Minha Multidão”, com Hodges e Stuart Upchurch), Fly (Vôo), e Thursday (“Quinta-Feira”. Ele também co-escreveu o último single de Daughtry, de seu álbum “Daughtry”, What About Now (E Agora), junto com Ben Moody e David Hodges



Bring Me To Life: "Como você pode ver através dos meus olhos?"

"É o tipo de música que nos fez ficar juntos, de um modo engraçado. Nós nos conhecíamos de um jeito amigável, através de amigos, e sei lá, tínhamos uma paixonite secreta. Sempre amei Josh de um modo diferente. Eu me lembro que estava no meio de um relacionamento muito ruim, e então nós sentamos no restaurante e nós mal nos conhecíamos, e ele apenas olhou pra mim e disse “você está feliz?” (risos). E foi muito, muito difícil de conciliar a realidade. Não queria mostrar. Por dentro, eu estava pensando todas aquelas coisas, tipo: “ele pode ver através da minha alma” . Mais tarde, naquela mesma semana, eu me lembro de estar compondo o primeiro verso e o refrão, e foi tipo aquilo mesmo, “How can you see into my eyes, like open doors?” (Como você pode ver através dos meus olhos, como portas abertas?). E depois, mais tarde, anos mais tarde eu disse para ele, sabe, tipo “essa música se tornou o hit número 1”. Saí e fechei a porta (risos). Foi bem infantil, quero dizer, anos depois a gente acabou namorando e então a gente se casou, mas é, é uma boa história"



Good Enough: "Deseje meu coração e ele estará sangrando na sua mão"

"Quando eu a ouvi pela primeira vez, imaginava algo como 'Isso está tão fora de moda, não combina com nossa imagem. Mas você sabe o que eu percebi? Algumas vezes tudo sai bem para ter um final feliz" - Amy Lee







Sob seu feitiço de novo
Eu não consigo dizer não para você
Deseje meu coração e ele estará sangrando na sua mão
Eu não consigo dizer não para você
Não devia ter deixado você me torturar tão docemente
Agora não consigo me livrar desse sonho
Não consigo respirar, mas eu me sinto

Boa o bastante
Eu me sinto boa o bastante para você
Beba a doce decadência
Eu não consigo dizer não para você

E eu me perdi completamente e eu não me importo
Eu não consigo dizer não para você
Não devia ter deixado você me conquistar completamente
Agora não consigo me livrar desse sonho
Não acredito que eu me sinto

Boa o bastante
Eu me sinto boa o bastante
Há muito tempo esperava por isso, mas eu me sinto bem

E eu ainda estou esperando a chuva cair
E derramar a vida real sobre mim
Porque eu não consigo me apegar a algo que é bom o
Bastante

Eu sou boa o bastante?
Para você me amar também?
Então tome cuidado com o que você me pede
Porque eu não consigo dizer não





Casamento: Sr. & Sra. Hartzler


Amy e Josh se casaram no dia 6 de maio de 2007 em Little Rock, Arkansas. O pedido foi feito no dia 8 de janeiro após um show em Toronto(Canadá), no Air Canada Centre. Na restrita cerimônia, apenas familiares e grandes amigos como David Hodges (padrinho), Terry Balsamo e Beth Wilson.


“Antes de qualquer coisa, e mais importante, agora sou oficialmente Mrs. Hartzler! Estamos casados, e esta é a coisa mais incrível que aconteceu na minha vida até agora (e eu já vi coisas realmente incríveis)” - Amy Lee no EvThreads.


A celebração matrimonial foi destaque em um jornal local de Little Rock, que destaca pequenos detalhes da cerimônia. Pouco tempo depois, algumas imagens do casamento foram postadas, indevidamente, na internet. A pedido de Amy, a maioria destas foi removida de fã-site e afins.

"Para uma cerimônia á 1 da tarde, o quintal foi transformado em um cenário de absoluta perfeição repleto de flores e, não, a deusa gótica não usar preto, mas optou por uma estilo vestido marfim-colorido vitoriana e véu. Avô Bob Cargill, de Fort Worth realizou a cerimônia. As irmãs Lori e Carrie e a amiga Beth Wilson ficaram ao seu lado, enquanto os irmãos de Josh: Caleb e Aaron e seu amigo (e ex membro do Evanescence ) David Hodges ficaram ao seu. O guitarrista do Evanescence Terry Balsamo também estava entre os convidados. A recepção, com música de Brian Nahlin e Nick Devlin, foi servido por Alcaparras e incluiu um bolo de casamento , o bolo Blue Company. Depois de uma noite de casamento no Peabody, o casal partiu para uma lua de mel em uma ilha ao sul das Bahamas"


Futuro: Filhos



"Eu quero ter filhos. É algo que eu sempre quis, só que eu não tenho um trabalho comum e preciso de algum tempo para ser [mãe]. Se não estou em turnê, estou trabalhando em um álbum, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Eu gostaria, inclusive, de adotar uma criança, mas antes eu quero engravidar"

Evidentemente, o desejo de ter um filho se torna algo presente em um casal recém-casado, advento de um processo de amadurecimento, auto-confiança e, acima de tudo, certeza do amor que sente pelo outro.

"Obrigada por todos pelos desejos de feliz aniversário [de casamento]! 5 anos casada com meu amor, meu melhor amigo. Estou indo pra casa, querido! - Amy Lee (6 de Maio, 2012)" - Amy Lee


Elaboração: Victor Cavalcante
Referências: EvanescenceRef & AmyLeeBrasil

8 de abril de 2012

DIÁRIO DE TURNÊ ESPECIAL

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Cinco anos. Este é o tempo desde que o Evanescence passou, pela primeira vez, no Brasil. O evento, que teve início em Porto Alegre e passou por Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, marcou não só os milhares de fãs que compareceram: mas também os integrantes da banda.

Não vemos a hora de chegar ao Brasil. Há muito tempo queremos ir! (...) Normalmente, as pessoas acham que demoramos muito. Na turnê de 2003 não deu, estávamos exaustos depois de um ano e meio viajando. Mas a América do Sul pediu muito e nós estamos aqui!

- Amy Lee


A emoção ainda está presente em nossas memórias e corações, tão vívida e ricas em detalhes como se tivesse ocorrido ontem. É por isso que o Evanescence Rock Brasil te convida, agora, a retornar ao passado e 'cair profundamente' no mar de emoções que nos marcaram em 2007 e que irá permanecer por toda a vida.


17 de abril de 2007:

Ginásio do Gigantinho

Porto Alegre, Rio Grande do Sul


Saber que a minha cidade teve a honra de ser a escolhida para abrir a turnê "EV WORLD TOUR" no Brasil era algo que eu nunca imaginava que poderia acontecer, foi uma maravilhosa surpresa. Só de fechar os olhos eu me lembro, como se fosse hoje. Este foi o primeiro show de minha vida, ficará para sempre gravado no coração.
Logo quando cheguei ao Ginásio do Gigantinho, meu coração disparou porque eu sabia que a Amy Lee estava lá e que eu poderia vê-la a qualquer momento. Naquele dia, meu sonho se tornaria realidade.

De acordo com os jornais locais de Porto Alegre, ao total, foram sete mil pessoas presentes no show. Para mim, foi muita emoção ver todos os fãs reunidos. Mas minha emoção não começou apenas no dia, fiquei ansioso muito antes, desde que a banda confirmou que viria.

Não havia compromisso mais importante para mim naquele dia. A noite, já esperando pelo show, a hora parecia não passar. O show do Slicon Fly parecia não ter fim e, quando menos esperava, ele terminou.

Com atraso, a cortina listrada de branco e preto, que separava as pessoas do palco, se abriu e então foi possível ver toda a equipe do Evanescence verificando os equipamentos. Faltavam poucos minutos para a banda estremecer Porto Alegre!

As luzes apagaram, o coração bateu como nunca. A emoção era grande demais! Foi o momento mais eufórico da minha vida. E o show finalmente começa. Amy aparece cantando Sweet Sacrifice; John, Terry, Tim e Rocky também estavam lá. O show havia começado oficialmente. É difícil descrever este momento com outras palavras a não ser “totalmente perfeito”.

Todos cantando, gritando, chorando, todos os sentimentos possíveis em um só. Em seguida veio Weight Of The World, tornando o show mais emocionante com a super energia da Amy Lee no palco.

A partir daí foi um sucesso atrás do outro: Going Under, onde a Amy deu espaço para os fãs cantarem junto com ela; The Only One; e, finalmente, Lithium, onde pela primeira vez o piano de Amy apareceu no palco. Foi lindo ver o coral que os fãs se tornaram e acompanharam ela por toda a música.

Depois surgem suas primeiras palavras em português em solo brasileiro, ela agradeceu dizendo “Muito obrigada!”. A emoção não parou por aí, pois o piano entrou em cena mais uma vez e Good Enough nos arrebatou - foi o momento que olhei para o teto do Gigantinho e fechei meus olhos. Se eu fechar agora como estou fazendo, posso lembrar-me de tudo isso. Pensei: “Estou no show do Evanescence, isso não é um sonho! Amy está cantando na minha cidade”. Então, lágrimas de felicidade surgiram.

As outras músicas vieram e arrebataram o meu coração, emocionando-me a cada momento. Com toda a certeza não há palavras para descrever tudo que senti. E depois, como num piscar de olhos, a banda se despediu.



Lembro-me da ultima imagem que tive de Amy: olhei para ela, que estava com uma garrafa de água na mão. Senti que ela olhou para mim e sorriu – o que foi o suficiente para fazer eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.

Clica aqui e confira as fotos do show!

Este foi o único e melhor show da minha vida, sempre me lembrarei dessa data. Sempre. Agora é só esperar o destino – e o futuro, me presentearem com mais um dia de show: quem sabe neste ano, com a nova turnê?



Escrito por: Anderson Lima


Após um dia de Show, Evanescence corre para outro estado do Brasil para marcar sua presença por lá.



19 de abril de 2007

Pedreira Paulo Leminski
Curitiba, Paraná



Estou em casa quando vejo um comercial anunciando show do Evanescence aqui em Curitiba, foi o maior susto de minha vida e, obviamente, o início de toda a minha ansiedade.

Foi inexplicável, a emoção de ver um comercial na televisão me fez tremer e quase chorar, mas me segurei. Na hora fui até o Orkut, rede social da época, e contei a novidade aos meus amigos. Mas ainda havia mais um problema: conseguir comprar o ingresso. Sofri, economizei mais do que sabia que poderia e, finalmente, comprei o ingresso dois dias após as vendas terem iniciado. Com medo, comprei camarote, pois queria garantir o meu lugar – mas, por fim, fiquei na pista, onde poderia curtir melhor o show e ficar mais próximo da banda.

Clica aqui e confira as fotos do show!
No dia do show fiz o que imaginei, fui para a pista e me emocionei a cada momento do show. A Amy estava ótima! Vê-la ao vivo, pela primeira vez, foi memorável. Escutar a voz dela ali, não era apenas mais uma música que eu estava ouvindo no computador ou no rádio, era real! Há poucos metros de mim estava toda a banda, estava o Evanescence! Foi simplesmente emocionante.

A parte mais marcante para mim, sem dúvida, foi quando Amy sentou no piano e começou a tocar My Immortal. Foi nesse momento que ela errou e falou: ‘Oh, fuck!” e começou tudo de novo. Foi maravilhoso. Ficará para sempre na memória, com certeza.

Escrito por: Marcela Toledo





21 de abril de 2007

Parque Antárctica
São Paulo, São Paulo


Lembro até hoje quando estava assistindo Fantástico no final de 2006 e começou a entrevista com o Evanescence (que eu nem sabia que iria ao ar), até aí eu achava que seria mais uma entrevista comum, mas a maior surpresa foi ao final da entrevista confirmarem que a banda estaria pela primeira vez no Brasil, em 2007. Nem consigo descrever a emoção. Daí em diante, várias comunidades do Orkut começaram a surgir sobre os shows no Brasil, uma delas propôs um encontro dos fãs em Janeiro de 2007 que iriam ao show em abril, para o pessoal ir se conhecendo e até mesmo se organizarem para irem juntos. Eu fui a um desses encontros e lá conheci diversas pessoas que hoje são meus melhores amigos.

Em outra oportunidade, participei de outro encontro de fãs, agora uma semana antes do show, onde visitamos o local do show em São Paulo (Palestra Itália) e descobrimos que vários grupos de fãs já estavam acampando para o show para conseguirem um bom lugar. Ali mesmo também começamos nosso acampamento, nos revezando e guardando o lugar na fila do pessoal do nosso grupo.
Clica aqui e confira as fotos do show!

Valeu muito a pena tanto esforço, afinal de contas conseguimos ficar na grade. Assim que abriram as cortinas e a Amy começou a cantar “It’s true, we’re all a little insane...”, eu perdi até a noção de quem eu era de tão forte que foi a emoção, apesar do forte empurra-empurra, consegui curtir o show e me emocionar diversas vezes durante a apresentação.


O show de São Paulo, em particular, marcou também muito a banda. A própria Amy Lee disse após o show, em entrevistas, que foi o melhor show que eles já tinham feito por conta da animação do público, isso não é fantástico? Outro momento que me recordo bastante – e que me marcou durante o show – foi a execução de Good Enough, não tenho como descreve tanta emoção! Com certeza foi um marco pra banda ver o tamanho do amor dos fãs e depois daquele dia o Brasil se tornou um ponto que eles jamais deixarão passar em branco nas futuras turnês. Foram momentos muito especiais e que guardarei pra sempre na memória.

Escrito por: Ítalo Gomes




22 de abril de 2007

Rio Centro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro


Nunca imaginei que o Evanescence viria ao Brasil, mas me surpreendi quando percebi que já estavam vendendo os ingressos para a apresentação. Foi, de fato, uma surpresa agradável. No dia, acordei bem cedo e fui comprar o ingresso, cheguei tão cedo que o ponto de venda ainda não estava aberto, mas não liguei. Esperei, afinal de contas não adiantaria voltar para casa, já que eu mal havia conseguido dormir na noite anterior.

No dia do show, foi como ir pra uma aventura na selva. Levei uma bolsa cheia de comidas e bebidas. Por causa da distância, cheguei às 7:30 (tardíssimo!) na fila. Lá, encontrei alguns fãs e nos divertimos tanto que formamos um grupo denominado "300", cujo objetivo era fazer uma corrente até chegar na grade e então curtirmos o show juntos, bem de perto. Quando os portões se abriram, o “300”, virou “cada um por si”. Corri como se o mundo estivesse acabando e consegui um bom lugar, contudo fiquei por horas esmagado na grade esperando a banda começar o show.

Embora meu corpo não aguentasse mais, meu sonho estava para ser realizado. Aguentei firme! As banda de abertura já tinham tocado (Silicon Fly e Luxúria) e a cortina preta e branca estava fechada. Quando começou “It's true...”, senti uma explosão acontecer. Juntei toda a energia que me restava e cantei alto. Não importava o quanto eu estava cansado, todos os meus problemas sumiram e lá estava eu curtindo o show. Um momento único.
Clica aqui e confira as fotos do show!

Depois de Sweet Sacrifice, eles tocaram Weight of the World, Going Under, The Only One, Lithium, Haunted, Tourniquet, Call Me When You're Sober, Imaginary, Bring Me to Life (ainda com os vocais de John LeCompt), Whisper, All That I'm Living For, Lacrymosa (adorei cantar as partes em português), My Immortal (momento olhinhos cheios de lágrimas, mãos pro alto e isqueiro aceso); e, por fim, Your Star (que já não tinha mais voz para acompanhar).


Depois do show estava tão feliz e completo que parecia que eu tinha acabado de acordar de um sonho. Mas a dor era bem real. Fiquei 3 dias de cama após o show, mas com um sorriso de orelha a orelha. Não posso dizer que o show de 2007 foi o melhor show que eu já fui do Evanescence, mas ficou com certeza marcado na minha história, fico orgulhoso de poder falar que já fui para um concerto com John LeCompt e Rocky Gray (embora eles estivessem super estranhos e sérios durante todo o show). Viveria tudo mais uma vez, com certeza.

Escrito por: Jonas Pimenta




Eu acho que temos os melhores fãs do mundo, e realmente temos. Não sei o que dizer... Pediram para virmos ao Brasil e a outros lugares da América do Sul durante quatro anos. Conseguir finalmente chegar aqui é muito especial porque os fãs estão completamente animados por nunca terem nos visto tocar e não nos conhecerem. Tem sido insano. Os shows têm sido descontrolados. O que, com certeza, é o que queremos. Tem sido ótimo, os fãs são loucos!
- Amy Lee

Esteja conosco você também. Deixei aqui, pelo espaço de comentários, suas lembranças; recordações dos momentos que antecederam o show, bem como as que permanecem em você até hoje. Se você não teve a oportunidade de estar em algum destes quatro show, conte-nos quais são suas expectativas para os próximos que virão e que, com toda certeza, você estará presente!

Elaboração: Diego Piovesan  Revisão: Victor Cavalcante

24 de fevereiro de 2012

''Eu amei The Open Door, foi um grande passo''

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A seguir, uma entrevista que fizeram com a Amy quando a banda passou por Osaka - Japão, para o site Channel News Asia. Confira Abaixo:


SINGAPURA: No palco, Amy Lee, a cantora americana de banda de rock Evanescence, é uma sereia sexy quando canta os hits da banda.

No telefone, Lee é tagarela e querida quando fala sobre o que aconteceu entre o álbum anterior do Evanescence, "The Open Door" (2006), e seu álbum de 2011 auto-intitulado, bem como a sua atual turnê.

A banda está programada para realizar aqui um show no Singapore Indoor Stadium no dia 27/02.

"Eu amei The Open Door. Para mim, foi um grande passo", disse ela por telefone de Osaka, onde eles estavam em turnê.

"E levou um tempo para fazer a próxima parte porque eu estava tão feliz com 'The Open Door", tipo,' Você sabe, eu não sei como fazer Evanescence melhor do que isso'. "

"E depois de tudo, eu casei e eu só queria ser normal, e não ser uma estrela do rock. (Eu queria) fazer coisas normais como trabalho de casa, só estar em Nova York, assistir a shows de outras pessoas."

Ela acrescentou: "Mas então, eu não sei, acho que não posso me sentir satisfeita se eu não estou criando coisas e eu estava escrevendo mais e mais e comecei a ter todos os tipos de novas idéias e inspiração. Nós acabamos assim escrevendo algumas das minhas músicas favoritas (para o novo álbum)."

E não é apenas o novo álbum que ela ama. Lee também disse que ama a atual formação da banda, que inclui Terry Balsamo e Troy McLawhorn nas guitarras, Tim McCord no baixo e Will Hunt na bateria. (Lee é o único membro original desde que a banda foi formada em 1995, quando ela tinha 14 anos de idade.)

Mas ela disse que não esperava uma reação tão positiva de seus fãs, especialmente porque o seu último álbum saiu há cinco anos.
 
"Nós sabíamos que tinha passado muito tempo, e você sabe, eu acho que em muitas maneiras, o mainstream está mudando constantemente", disse ela.

"Eu sei qu soa muito diferente de um monte de coisas que está no rádio. Nós não temos grandes expectativas para (o álbum), e quando foi para o n º 1, todos nós estávamos muitíssimos felizes. Para nós, ainda significava algo, sabe? Você trabalha com o seu coração por dois anos e você fica tipo, 'Uau, espero que valha a pena' e é muito legal que as pessoas apreciam isso".

E parece que as pessoas apreciam mais do que apenas música. Lee foi recentemente eleita a garota mais quente do Hard Rock pela revista Revolver, e apareceu na capa.

"Quando isso acontece, eu costumo pensar: 'Sim, mais pessoas vão conhecer nosso álbum e comprá-lo!' " ela ri.

"Quer dizer, você tem que olhar para tudo isso como apenas mídia. Eu não sou a garota mais quente em nada. Eu sou uma garota normal e tem um monte de maquiagem e retoques para fazer com que a cobertura fique bem."

Ainda assim, ela admitiu que tipo de atenção da mídia teve seus pontos positivos.

"Há muitas meninas que são mais quentes do que eu. E pelo padrão americano magro de beleza - eu não vejo assim."

"(Mas) Eu pensei que era legal que eles estavam listando alguém que não pese 45kg e pareça estar morrendo de fome. Portanto, faz sentido, e eu acho que enquanto as pessoas estiverem se ligando em direção à nossa música, eu ficarei feliz."

Infelizmente, uma das vantagens de ser um astro do rock não inclui não necessitar de um passe de segurança para entrar em lugares, tais como, por exemplo, os locais onde Evanescence está tocando.

"A única vez que eu tentei entrar no local do ônibus sem o meu passe de segurança - e o segurança me viu sair do ônibus - ele disse, 'Não, você tem que ter o seu passe' ", ela ri

"Eu fiquei tipo, 'Vamos lá cara, eu sou o vocalista da banda... E ele dizia 'Não'. Então eu voltei para o ônibus, e o ônibus tem um teclado onde você tem que digitar o código para abrir as teclas, e eu esqueci o código! E eu não podia entrar no ônibus também! E meu celular (estava) no ônibus e eu não podia chamar ninguém!"

"Eu fique tipo, 'Bem, eu acho que eu não sou cool o suficiente para estar no meu próprio show'."

Tais "momentos loucos" acontecem "o tempo todo", disse Lee. "Mas é bom, porque você se mantém com os pés no chão"
Créditos pela tradução: @i_essence

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