No vídeo, alguns nomes esportivos e da televisão australiana declaram possuir a doença ou ter um familiar com este diagnóstico. Amy diz “meu irmão tem [a doença]” e, logo no final, diz “fazer parte disso [campanha]”.
Evanescence Rock Brasil – Quebrando barreiras entre você e o Evanescence
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| CLICK FOR KIDS - Community Service Announcement |
The Click Foundation recently filmed a commercial to promote their Click for Kids program for Year 5 & 6 Australian Primary School children. The commercial begins airing on most major television networks in Victoria and New South Wales from Sunday 5th August.Here is a sneak peek of a web-exclusive cut, featuring an extra segment by Amy Lee from 'Evanescence'.
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Durante sua passagem por Praga, Amy Lee concedeu entrevista ao site Hudba. Hiato do Evanescence, futuro da banda, inspiração musical de Michael Jackson, Björk, Mozart, assédio dos fãs e epilepsia são alguns dos temas abordados. Interessantemente, Amy diz que espera pela "oportunidade através da qual possa sair da concha do rock". Antes que embasse na gravação do último álbum, você disse que precisava de algum tempo para ser apenas Amy - não mais a "Amy Lee do Evanescence". Qual é a diferença dessas duas pessoas?
Agora eu sou Amy Lee do Evanescence. Se estivéssemos conversando na rua ou apenas tomando uma xícara de café, informalmente - falaríamos sobre tudo mas, agora, falaremos principalmente sobre música, e essa é precisamente a diferença: o distanciamento do mundo real. Às vezes eu me sinto um pouco restrita, especialmente em momentos em que tudo gira em torno de mim e não olham para os outros. Então, precisei desse momento mas, também, de minha privacidade - poder estar em casa, sem estar de preto e com uma camada grossa de maquiagem. Eu amo animais e adoro cozinhar.
Passar um período de quatro anos entre os álbuns pode ser identificado como uma "pausa artística"?Eu não sei. Eu compus novas canções mas, deve-se destacar, que sem qualquer intenção específica - apenas como única maneira para meu próprio entretenimento e fruição de arte. Entendo que compor música não deve ser algo subordinada a lançar um novo álbum a cada ano. Esses quatro anos foram o tempo que eu precisei para algum tipo de regeneração criativa. Estou no Evanescence há dez anos, então, precisava de um pouco de descanso.
E o futuro do Evanescence, o que saber por agora...
Estou ciente de que os nossos fãs estão morrendo de curiosidade para saber o que vai acontecer, mas sinceramente eu não sei. Soa como uma frase horrível, mas eu sigo a voz do meu coração e ele ainda não diz nada. Mas posso dizer que estamos trabalhando em um novo videoclipe - para a canção Lost in Paradise - que deve estar pronto em poucos meses.Haviam rumores de que o álbum seria composto de obras sinfônicas. O que é verdade nisso?
Presente: bandeira da República Tcheca
Absolutamente nada, embora eu espere por uma coisa dessas para daqui a algum tempo. Meu sonho secreto é fazer música para cinema. No passado, eu mesma estudei composições, mas, depois, recebi uma oferta para gravar o álbum e me tornei uma estrela do rock. (Risos)
Mas você sempre quis ser parte de "uma colaboração interessante". O que você tem com a atual?
Eu sou uma roqueira, então gostaria de tentar algo novo - algo completamente diferente. Gostaria de trabalhar com alguém que me mostrasse uma página diferente da música. Claro que é ótimo reunir-se com músicos que estão fazendo o mesmo gênero que você, mas para eu seguir em frente, preciso do impulso de alguém completamente diferente. Recebo muitas ofertas para vários duetos e similares, que, naturalmente, eu respeito tremendamente, mas eu ainda estou esperando pela oportunidade através da qual possa sair da concha do rock.
Em uma entrevista falou sobre Björk e expressou admiração por Mozart. O que te fascina neles?
Eu acho que Björk é de outro planeta. Admiro-a porque não tem medo de experimentar, mesmo ao preço de que as pessoas não lhe deem melhor. Não deve ser incluída em qualquer rótulo. Para um álbum foi retratada como uma grande estrela e, no álbum seguinte, a identificam como uma plena artista underground. Então quando eu volto aos paralelos da música clássica - assim que penso sobre nisso - Mozart é o mais provável de ser o protagonista. Basta imaginar suas músicas tocadas em guitarras - o que estaria cheio de thrash metal. (Risos)
Pelas tuas palavras, foi muito influenciada por Michael Jackson. Em que especificamente?
Primeiro foi a minha grande inspiração como cantor. Em muitos aspectos, mas também afetou como artista visual. Seus vídeos são caracterizados pela produção em massa, fazendo deles um trabalho monumental. O Evanescence tenta algo semelhante - uma grande base de produções.
Os fãs nos shows muitas vezes você tentam tocar ou abraçá-la. Como você lida com isso?
Levei alguns anos até me acostumar com isso. Claro que eu tenho para prestar atenção nisso, especialmente em certos casos em que alguns deles tentam demais e querem pegar um pedaço da minha roupa. Lembro-me de nosso primeiro show, quando eu estava fora dessa rotina. Foi muito assustador e eu não consegui me acostumar com isso, todo mundo querendo falar e tirar fotos.
Eu não quero que ninguém pense errado e, portanto, eu tenho que dizer que temos grandes fãs. Mesmo antes do show de hoje (relatório), cerca de vinte pessoas nos esperavam em uma sala e queriam tirar fotos com a gente. Nós decidimos que faríamos a passagem de som com eles por alguns minutos. Em última análise, nós somos os únicos que devem ser gratos - porque afinal de contas, se as pessoas não nos ouvissem e não comprassem nossos álbuns, não estaríamos onde estamos agora.
Você apoia a campanha "Out Of The Shadow", que visa lutar contra a epilepsia. Qual é exatamente a sua contribuição?
É principalmente sobre a luta contra a ignorância humana. Seu amigo, colega ou chefe no trabalho também podem ter epilepsia - você não deve fechar os olhos para isso. Na educação, é importante entender os que sofrem desta doença. Eles pensam que não é nada, por isso, se envergonham ou se escondem dos olhos dos outros. Quando uma pessoa é diferente, sente-se sozinha - o que também é o meu caso. Eu sempre lutei com o fato de ser diferente dos outros.
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Em vídeo, a UCP de Nova York (United Cerebral Palsy) prestou uma homenagem a Amy Lee pelo recebimento do prêmio "Luella Bennack", por suas atitudes e influência em benefício de pessoas que sofrem algum tipo de tortura, violação de seus direitos ou simplesmente estejam com baixas perspectivas.UCP of NYC presented the 2012 Luella Bennack Service Award to Amy Lee
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O comitê escolheu Amy por seus esforços em trazer a atenção para os problemas da educação e da dignidade das pessoas que vivem com deficiência; Amy é porta-voz internacional do “Out Of The Shadows”, uma organização que lida com problemas relacionados à epilepsia. Além disso, a mensagem e a integridade da música de Amy Lee, sem dúvida, ajudou e inspirou milhões de mulheres pelo mundo
No almoço do Women Who Care em homenagem a Amy Lee. Me sinto muito honrado por ter trabalhado com uma cantora que tem afetado e mudado tantas vidas com sua música.
Parabéns, Amy!!
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| Amy Lee at Women Who Care |
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| Amy Lee at Women Who Care |
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| Amy Lee at Women Who Care |
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"O comitê escolheu Amy por seus esforços em trazer a atenção para os problemas da educação e da dignidade das pessoas que vivem com deficiência; Amy é porta-voz internacional do “Out Of The Shadows”, uma organização que lida com problemas relacionados à epilepsia. Além disso, a mensagem e a integridade da música de Amy Lee, sem dúvida, ajudou e inspirou milhões de mulheres pelo mundo"
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| Ashley Arrison & Amy Lee: Restore Freedom Gala 2012 |
Restore NYC, uma organização sem fins lucrativos criada em 2006 para reconstruir as vidas dos sobreviventes do tráfico sexual em Nova York, celebrou seu terceiro baile anual na terça à noite e as artistas Amy Lee, Paula Cole e Ashley Arrison estavam lá para se apresentarem no evento.
The Christian Post participou do evento e teve a oportunidade de conversar com as três vocalistas sobre a razão por elas terem se voluntariado para se apresentarem na Restore NYC e o que a fé tem a ver com suas músicas.
“Eu me inspirei pela Restore quando eu a descobri – Eu acho que fazem dois anos agora. Meu marido e eu estamos realmente apaixonados por isso”, Lee, do Evanescence, disse para o CP. “Esse ano, eles estavam tentando encontrar alguém e eu estava tipo: ‘vocês sabem que eu quero fazer isso e eu vou chamar alguns amigos bem legais que talvez possam cantar comigo.’ ”
“Qualquer coisa que possamos fazer para ajudar, ilumina as coisas que andam acontecendo aqui em Nova York e no resto do mundo, e nós estamos realmente felizes ao fazer isso”, disse Lee.
Arrison e Cole ouviram sobre o evento através de Lee e se inspiraram a participar do Restore NYC anual depois de aprenderem um pouco mais sobre o tráfico sexual.
“Eu sou uma defensora ao apoioar mulheres e a nos ajudar a sermos iguais no mundo. Então, quando eu ouvi sobre todas essas estatísticas de que há mais escravos agora do que em qualquer época no passado, e que 80% delas são mulheres e geralmente o tipo de escravidão é a sexual, eu fiquei apenas estupefata”, Cole, que ganhou um Prêmio Grammy como Artista Revelação em 1998, disse para a CP.
“Essa causa precisa de conscientização. Isso merece atenção, então eu estou muito orgulhosa por fazer parte dessa causa”, adicionou a cantora e compositora.
Quando perguntadas sobre a mensagem espiritual de suas músicas, as artistas dividiram que criar e apresentar uma música pode ter um significado espiritual.
“Eu me sinto comovida e eu escrevo – você se inspira e escreve algo. Eu definitivamente acho que minha música tem uma mensagem espiritual”, Lee disse para a CP.
“Eu definitivamente me senti meio espiritual essa noite, e isso é algo bom. Qualquer coisa que nos faça ficar juntos e nos traga de volta à Terra e nos faça olhar para fora de nós mesmos é sempre algo bom”, disse Lee.
“Música é uma responsabilidade”, disse Cole. “Eu sinto um espírito se mover através de mim quando eu canto e eu o sinto se movendo para a platéia e isso é uma conexão maravilhosa e isso cura e isso eleva, e para mim esse é o ponto.”
“Eu gostaria de pensar que é por isso que nós escolhemos as músicas particulares – as músicas que são as mais emocionais ou reais, então quando as pessoas respondem e se conectam com isso – isso é algo espiritual e isso é a cura. É para isso que a música foi criada, em primeiro lugar”, Arrison disse para a CP.
Centenas de jovens profissionais, artistas e filantropos marcaram presença no evento.
A organização também realizou um leilão durante o evento para arrecadar fundos para permitir que a organização continue com seu trabalho.
O diretor executivo Jimmy Lee também compareceu ao evento e falou sobre a missão da Restore e sua visão para a organização para os próximos anos.
Restore está atualmente trabalhando para abrir uma segunda instituição para sobreviventes do tráfico sexual e continuar a trabalhar para ser “mais do que apenas um abrigo, mas o lar seguro que todas as vítimas do tráfico precisam”.
Amy Lee, Paula Cole and Ashley Arrison Perform to 'Shine a Light' for Victims of Sex TraffickingNEW YORK - Restore NYC, a faith-based nonprofit created in 2006 to help rebuild the lives of foreign-born survivors of sex trafficking in New York City, celebrated its third annual gala Tuesday night and artists Amy Lee, Paula Cole, and Ashley Arrison were on hand to perform at the event.
The Christian Post attended the event at New York City's City Winery in downtown Manhattan and had the opportunity to speak to the three vocalists about why they volunteered to perform for Restore NYC and what faith has to do with their music.
"I got inspired by Restore when I found out about it – I think it's been two years now. My husband and I have both been really passionate about it," Lee, of Evanescence, told CP. "This year they were trying to find someone and I was like, ' you know what I want to do this and I am going to call some really cool friends who might sing with me.'"
"Anything we can do to help shine a on light what's going on here in New York and all over the world, we're very happy to do that," Lee said.
Both Arrison and Cole heard about the event through Lee and became inspired to participate in Restore NYC's annual gala after learning more about sex trafficking.
"I'm an advocate for supporting women and helping us be equal in the world. So when I heard about all of these statistics that there are more slaves now than at any other time, and that 80 percent of them are women and its generally sexual slavery, I was just dumbfounded," Cole, who won a Grammy Award for Best New Artist in 1998, told CP.
"This cause needs consciousness. This needs attention so I'm very proud to be shining a light on this cause," the singer and songwriter added.
When asked about the spiritual message of their music, the artists all shared that creating and performing music can have spiritual meaning.
"I feel moved and I write – you get inspired and write something. I definitely think it (my music) has a spiritual message," Lee told CP.
"I definitely felt humbled and felt some spirit tonight, and that's a good thing. Anything that brings us back together and brings us back down to earth and makes us look outside ourselves is a good thing," Lee said.
"Music is a responsibility," Cole suggested. "I feel a spirit moving through me when I sing and I feel it moving to the audience and it's just an amazing connection and it heals and it elevates, and to me that's the whole point."
"I'd like to think that's why we chose the particular songs – the songs that are the most emotional or real so when people respond and connect with that – that is spiritual and that is healing. That's why music is created in the first place," Arrison told CP.
Hundreds of young professionals, artists, and philanthropists were in attendance for Restore's annual Freedom Gala.
The organization, which opened the first ever long-term safe house for foreign-born survivors of sex trafficking on the eastern seaboard, also held a silent auction and raffle at the event to raise funds to enable the organization to continue providing long term housing and culturally and linguistically tailored holistic care to its clients.
Executive Director Jimmy Lee was also on hand for the event at City Winery and spoke about the mission of Restore and his vision for the organization over the next several years.
Restore is currently working on opening a second safe house for survivors of sex trafficking and continues to diligently work to be "more than just a shelter, but a loving a secure home that all victims of trafficking need," according to Lee.
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| Amy Lee e Paula Cole (2009) |
Se possível, considere apoiar o nosso [concerto] beneficente pela "Restore", uma importante organização que auxilia vítimas de tráfico sexual em Nova York. O evento será no dia 10/04/2012 no City Winer de NYC. Amy Lee, do Evanescence, Ashley Arrison e eu faremos músicas juntas (tocando músicas uma das outras) na festa de gala. Será uma noite especial. Se reunir para ajudar um pouco o nosso mundo. E esse é o ponto total, certo? Isso realmente é sobre o que a música é! xo, Paula. ps - Amy Lee é uma cantora FANTÁSTICA, e eu estou empolgada para conhecer Ashley - quem aqui nesta página a conhece? xo, P.
If possible, please consider supporting our benefit for "Restore"; an important organization that empowers victims of sex trafficking in NYC. The event is 4/10/2012 at NYC's City Winery. Amy Lee from Evanescence, Ashley Arrison and I will be performing songs together (playing on each other's music) at the gala. It will be a special night as we come together to help our world a little. And that is the whole point, right?? That's what music really is about! xo, Paula. ps - Amy Lee is a FANTASTIC singer, and I'm interested in meeting Ashley - who here on this page knows her? xo, P.
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To Write Love On Her Arms: The MusicEsperança. Ajuda. Suporte. Estas são algumas das palavras que descrevem To Write Love On Her Arms [Em português: Para escrever o amor em seus braços] (TWLOHA), uma organização sem fins lucrativos que visa apresentar esperança e ajuda para as pessoas que lutam contra a depressão, o vício, a autolesão e o suicídio. Encorajando, informando, inspirando e, diretamente, investindo no tratamento e recuperação. Sua visão é clara, e é nobre nisso.A organização fundada por Jamie Tworkowski em 2006 tem tido um destaque recente através de diversas menções de celebridades e bandas, incluindo Miley Cyrus, Joaquin Phoenix, Perri Cristina, Skillet, e muitos outros, e continua a angariar fundos para ajudar na prevenção do suicídio.
Mas o que isso tem a ver com música?
"A música é uma grande parte da nossa história. Acreditamos nas músicas de nossos amigos"
Quem são estes amigos do TWLOHA que apoiaram a organização? Alguns desses artistas podem ser familiares, outros podem revelar-se diamantes em estado bruto. De qualquer maneira, os veja abaixo e descubra em quais instituições de caridade eles se envolveram e se transformaram em alto-falantes!
EVANESCENCE
A banda e vocalista Amy Lee tem sido abençoada pelo apoio ao TWLOHA. Lee também tem sido uma porta-voz da fundação Out Of The Shadows.
caridade:
TWLOHA
Out Of The Shadows
Campanha contra tráfico sexual
Música escrita para causas de caridade, incluindo o Haiti Relief Fund [Fundo de Socorro ao Haiti]
Itens doados para instituições de caridade locaisVersos esperançosos:
Somewhere beyond the pain
There must be a way to believe
We can break through
[Em algum lugar além da dorTem de haver um modo de acreditarQue nós podemos nos libertar]
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Amy Lee, a estrela do Evanescence, foi homenageada com um prêmio especial de uma instituição de caridade por seu compromisso com projetos comunitários.
A cantora ganhará o Luella Bennack Awards em Nova York (em maio) no almoço Women Who Care da [instituição] United Cerebral Palsy, que celebra as mulheres que deram o seu tempo para ajudar a "projetos comunitários e instituições de caridade".
Um representante da entidade disse em um comunicado: "O comitê escolheu Amy para esse prêmio por causa do seu compromisso em chamar a atenção para as questões da educação e da dignidade pessoal das pessoas que vivem com deficiência, servindo como porta-voz internacional do Out Of The Shadows (caridade de conscientização da epilepsia)"
"Além disso, a mensagem e a integridade da música de Amy Lee, tem inegavelmente curado, inspirado e transformado milhões de mulheres no mundo"
Os prêmios foram instituídos em homenagem à Luella Bennack, que dedicou mais de 20 anos de sua vida ajudando crianças desfavorecidas e adultos com paralisia cerebral.
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Mais uma vez Evanescence é assunto no portal da Globo, o site G1.com. Em pequena matéria, o site comenta o envolvimento de Amy Lee em ONGs e organizações que promovem o fim do tráfico de seres humanos, além de comentar que o single My Heart Is Broken foi inspirando neste tema. Este assunto foi abordado durante a coletiva de imprensa concedida há dois dias atrás na Cidade do México.Evanescence pede o fim do tráfico de pessoas
México, 25 jan (EFE).- O grupo de rock Evanescence disse nesta quarta-feira no México estar preocupado com o aumento do tráfico de pessoas e destacou a importância de divulgar esse 'horrível' flagelo para conseguir detê-lo.
A banda americana, liderada pela cantora Amy Lee, se encontra no México seguindo uma turnê mundial para apresentar seu terceiro álbum, 'Evanescence', que contém o single 'My Heart Is Broken' (Meu coração está partido), dedicado às vítimas de tráfico humano.
Amy Lee explicou em entrevista coletiva que, atualmente, o grupo trabalha com ONGs, particularmente em Nova York, para resgatar pessoas que foram vítimas de grupos envolvidos no tráfico sexual.
No entanto, ela reconheceu que a ação individual da banda é insuficiente e, por isso, pediu mais esforços da sociedade civil para pôr fim a esse tipo de crime. EFE
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Em turnê, Evanescence faz apelo pelo fim do tráfico de pessoasO grupo de rock Evanescence disse na última quarta-feira (25), no México, estar preocupado com o aumento do tráfico de pessoas e destacou a importância de divulgar este "horrível" flagelo para conseguir detê-lo.
A banda americana, liderada pela cantora Amy Lee, se encontra no México seguindo uma turnê mundial para apresentar seu terceiro álbum, Evanescence, que contém o single My Heart Is Broken, dedicado às vítimas de tráfico humano.
Amy Lee explicou em entrevista coletiva que, atualmente, o grupo trabalha com ONG's, particularmente em Nova York, para resgatar pessoas que foram vítimas de grupos envolvidos no tráfico sexual.
No entanto, ela reconheceu que a ação individual da banda é insuficiente e, por isso, pediu mais esforços da sociedade civil para pôr fim a esse tipo de crime.
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