Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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2 de agosto de 2012

“Não diga 'gótico'. Não quero ser rotulada” - Amy

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"Sem ser rotulada. Eu só quero fazer música"
“Eu tenho somente 30 anos e há muitas coisas que eu quero fazer na minha vida. Espero conseguir fazê-las no futuro”, diz Amy Lee ao site Atlanticcityweekly. Para a cantora e compositora, nos momentos de forte chuva consegue alcançar seu melhor estado de criatividade e conforto. Além disso, Amy fala sobre o mercado fonográfico, seus fãs e a vida doméstica.

Evanescence: “Ópera-Rock” Moderno 


"Estamos realmente ansiosos para o Carnival of Madness Tour deste verão", diz Lee. "Nós amamos o Chevelle e não caímos na estrada juntos há anos. Estou muito feliz por finalmente tocar com Halestorm em alguns shows."

Chevelle, que se apresentou em Atlantic City no início deste ano, está no meio de um novo período de sucesso. O single atual da banda, "Hats Off To The Bull", estava na 6ª posição do chart de músicas de rock da Billboard na última semana. Enquanto isso, outra banda do Carnival of Madness, Halestorm, está na posição 16ª do mesmo chart com a música "Love Bites".

E ainda há o Evanescence.

O mais recente [trabalho da] banda, auto-intitulado (e quinto no geral) atingiu o topo das paradas de álbuns pop da Billboard, logo após seu lançamento em outubro passado.

"Fizemos bem para nós mesmos", Lee diz ao Atlantic City Weekly. "Tem sido ótimo".

Cavo e New Medicine também fazem parte do projeto, que passará sexta-feira, 3 de agosto, no House of Blues de Showboat, em Atlantic City, com uma apresentação extra no sábado, 4 de agosto.

Lee, 30 [anos], tem o prazer de estar de volta aos palcos depois de um longo hiato.

"Eu amo o que faço, mas eu precisava conhecer a Amy mais uma vez antes de me colocar [de volta] nos palcos", diz Lee colocando-se na terceira pessoa.

"Levei um tempo para me encontrar e ficar inspirada novamente. Isso me incentivou a fazer música e, então, fizemos o álbum do Evanescence. Eu estava muito feliz. A banda tem sido muito bem sucedida, apesar da mudança. Os fãs o aceitaram, embora não tenham tido um álbum do Evanescence após o outro".

Cinco anos se passaram entre o mega-sucesso de 2006, The Open Door, e o álbum da banda de 2011, de mesmo nome. Mais de seis milhões de cópias de The Open Door foram vendidos.

"Eu não posso me preocupar com a quantidade de álbuns que se vende", Lee diz. "Os números do The Open Door são extraordinários, mas eu penso que realmente viemos com algumas canções que se relacionaram com o público".

As músicas "Call Me When You're Sober" - inspirada no seu relacionamento com ex-namorado, Shaun Morgan do Seether - "Lithium" e "Sweet Sacrifice" também entraram nos charts. O obscuro, piano assustador e a guitarra conduzem as músicas a um equilíbrio na linha entre gótico e pop-rock.

"Não diga 'gótico'", Lee diz, enquanto ri. "Eu não quero ser rotulada com este selo. Eu posso fazer [arte] sem ser rotulada. Eu só quero fazer música".

Lee está de volta fazendo exatamente isso com o mais recente álbum de sua banda, que não se afasta muito da fórmula familiar do Evanescence.

As novas músicas - sérias, angustiantes, cativantes e melancólicas - soam como o bom e antigo Evanescence, que foi formado em Arkansas, em meados de 1990.

"Eu acho que fazemos bem", diz Lee, da banda com influências pop-rock.

"Nós temos um som e o feedback que recebemos é fabuloso. Ele [o feedback] ajuda a alimentar o fogo criativo. Os álbuns do Evanescence são uma grande produção. Gostamos de ir tão grande quanto for possível".

Lee também gosta de arriscar.

"Eu acho que os músicos devem ter coragem para sairem de suas caixa [zona de específica]", Lee diz. "Como você pode saber do que é capaz se ainda não tentou de tudo? Eu estou replata exploração [musical]. Se você não se arriscar ao máximo, tanto quanto você puder, não estará fazendo tudo o que pode. Você precisa se desafiar. A música é tudo sobre ser o mais criativo possível".

"I’m Only Happy When It Rains", o antigo hit do Garbage, provavelmente poderia ter sido escrito por Lee, que afirma que ela está em seu estado mais criativo nos momentos de chuva.

"É apenas a maneira que é", Lee diz. "Quando está trovejando, estou no meu melhor [estado]. Sinto-me realmente confortável quando está chovendo forte. É o tipo de dia em que ninguém espera nada de você, e é quando eu vou e faço meu melhor trabalho, seja de música/pintura, ou qualquer outra coisa. O mau tempo é bom para mim. É uma sensação mágica e muito maravilhosa".

Quando está tenebroso do lado de foto, Lee também trabalha em seus trajes de palco, faz com suas próprias mãos as roupas que ela veste em suas apresentações.

"Eu desenho a maiorias dessas roupas", Lee diz. "Também venho com a maioria dos conceitos de vídeos da banda. Eu [também] trabalho em [nossas] capas de álbuns. Há muitas coisas que me movem a criá-las".

É difícil acreditar que Lee tenha apenas 30 anos, considerando tudo o que ela já realizou.

"Eu sinto que tenho levado uma vida plena", diz ela. "Eu sou muito grata por ter feito tantas coisas até este momento. O mais interessante é que ainda há muitas coisas que ainda preciso fazer. Eu tenho somente 30 anos e há muitas coisas que eu quero fazer na minha vida. Espero conseguir fazê-las no futuro".

Mas, por agora, a vida de Lee será dedicada à turnê. Carnival of Madness Tour, que começou 31 de julho, irá até início de setembro.

"Isso é bom para mim", Lee diz. "Faz parte do território. Eu amo ir para a estrada e adoro ver os fãs, [eles] têm sido tão agradáveis. Eu amo ir lá e me expressar na frente de todos eles. Eu dou tudo que eu tenho quando estou no palco".

Quando Lee não está na estrada, ela gosta de fazer coisas domésticas.

"Eu gosto de estar casada", diz ela. "Eu estou bem com tudo isso. Gosto de cozinhar e gosto da estabilidade. Talvez não seja assim para todos mas, definitivamente, é para mim. Eu não tenho queixas. Eu comecei a ter vidas separadas. É uma coisa muito boa".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil


Evanescence: Modern Rock Opera


Amy Lee’s Evanescence headlines Carnival of Madness Tour, 
which makes Atlantic City stop Aug. 3 & 4.

Summer jaunts appeal to Evanescence vocalist-pianist Amy Lee.


“We’re really looking forward to the Carnival of Madness tour this summer,” Lee says. “We love Chevelle and haven’t hit the road together in years. I’m really stoked to finally be playing some shows with Halestorm.”


Chevelle, which performed in Atlantic City earlier this year, is in the midst of a new period of success. The band’s current single, “Hats Off To The Bull,’ was at No. 6 last week on the Billboard rock music chart. Meanwhile, the band’s Carnival of Madness tour mates, Halestorm, is at No. 16 on the rock music chart with the song “Love Bites.” 


And then there is Evanescence. 


The band’s latest, self-titled (and fifth overall) disc hit the top of the Billboard pop album chart upon its release last October.


“We’ve done well for ourselves,” Lee tells Atlantic City Weekly. “It’s been great.”


Cavo and New Medicine Show are also part of the bill, which will stop Friday, Aug. 3, at the House of Blues at Showboat in Atlantic City with an encore performance on Saturday, Aug. 4.


Lee, 30, is pleased to be back onstage after taking a long hiatus. 


“I love what I do, but I needed to get to know Amy again before putting myself [back] on stage,” Lee says breaking into third person. 


“I spent time finding myself and getting inspired. It inspired me to make music and so we made theEvanescence album. I’ve been very fortunate. The band has been successful despite change. The fans have stayed with it even though there hasn’t been one Evanescence album after another.”


Five years passed between 2006’s mega-successful The Open Door and the band’s eponymous 2011 album. More than six million copies of The Open Door were sold.


“I can’t worry about the amount of albums that sell,” Lee says. “The numbers for The Open Door are extraordinary, but I think we really came up with some songs that connected with the audience.”


The songs “Call Me When You’re Sober” — inspired by her relationship with ex-boyfriend Shaun Morgan of Seether — “Lithium” and “Sweet Sacrifice” each charted. The dark, haunting piano and guitar-driven songs straddle the line between goth and pop-rock.


“Don’t say ‘goth,’” Lee says while laughing. “I don’t want to be tossed in that bin. I can do without being pigeonholed. I just want to make music.”


Lee is back doing just that with her band’s latest album, which doesn’t stray far from Evanescence’s familiar formula. 


The new songs — earnest, angst-ridden, catchy and melancholy — sound like good ol’ Evanescence, which was formed in Arkansas in the mid 1990s.


“I think we do it well,” Lee says of the band’s signature pop-rock flavor. 


“We have a sound and the feedback we get is tremendous. It helps fuel the creative fire. Evanescence records are a big production. We like to go as big as we possibly can.”


Lee also likes to take chances. 


“I think musicians should be brave and step out of the box,” Lee says. “How can you know what you’re capable of if you haven’t tried everything? I’m all about exploring. If you haven’t pushed it as far as you can, you’re not doing all that you can. You need to challenge yourself. Music is all about being as creative as possible.”


“I’m Only Happy When It Rains,’ the old Garbage hit probably could have been written by Lee, who claims that she is at her most creative when it’s pouring.


“It’s just the way it is,” Lee says. “When it’s storming, I’m at my best. I just get really comfortable when it’s raining hard. It’s the kind of day when nobody expects anything of you and that’s when I go and do my best work, whether it’s music or painting or whatever. Bad weather is good for me. It feels magical and just so wonderful.”


When it’s miserable outside Lee also works on her stage attire, making by hand the performance clothes she wears. 


“I design most of those clothes,” Lee says. “But I also come up with most of the concepts for the band’s videos. I work on [our] album covers. There are so many things that move me to create.”


It’s hard to believe that Lee is only 30 considering all that she has accomplished. 


“I feel that I’ve led a full life,” she says. “I’m so grateful that I’ve done so much by this point. The great thing is that I still have so much left in me. I’m only 30 and there is so much that I want to do in my life. I hope I get to do so many things in the future.”


But for now, Lee’s life will be all about touring. Evanescence headlines this year’s Carnival of Madness Tour, which kicked off July 31 and runs through early September. 


“That’s fine with me,” Lee says. “That’s part of the territory. I love going out on the road and I love seeing the fans; [they] have been so supportive. I love going out there and expressing myself in front of all of those fans. I throw everything that I have when I hit that stage.”


When Lee is not on the road, she enjoys doing the domestic thing.


“I like being married,” she says. “I’m good with all of that. I like to cook and I like the stability. Maybe it’s not for everyone, but it’s definitely for me. I have no complaints. I get to have separate lives. It’s a pretty good thing.”

Carnival of Madness Tour with 
Evanescence, Chevelle, Halestorm, Cavo and New Medicine 


Where: House of Blues at Showboat, 
Atlantic City


When: Friday, Aug. 3; Sat. Aug. 4, 6pm


How Much: $49.50, $54.50 and $64.50


30 de outubro de 2011

Não chame isso de "gótico", diz Amy Lee

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Primeira parte da matéria publicada no site Atlantic City Weekly, diante de uma entrevista com Amy Lee. Nesta parte, ela comenta sobre os álbuns passados, mudanças na banda e a questão do rótulo de grupo "gótico". Para ler a segunda parte da matéria, clique aqui.

Balanço do Evanescence: Entrevista com Amy Lee

Depois dos primeiros 15 anos tumultuados, vocalista da banda parece deixar para trás o drama, e encontrar um sentido de equilíbrio em sua música. E, diz ela, não chame isso de "gótico".


Deveria haver uma porta giratória no ônibus da turnê do Evanescence. Membros da banda vêm e vão, mas há uma constante há 15 anos de gravação e ações em turnê.

Vocalista e pianista Amy Lee.

Lee falou ao Atlantic City Weekly na semana passada antes de parar com sua banda em turnê por Atlantic City, na noite anterior do Halloween. Remascente no grupo, ela co-fundou [a banda] em sua cidade nativa Little Rock, Arkansas.

O grupo sobreviveu a uma série de partidas importantes, como a demissão de co-fundador Ben Moody, em 2003, em plena turnê. Muito tempo atrás, o Evanescence esteve tumultuado para Lee, mas ela conseguiu mantê-lo unido e o grupo continua a florescer.

"Eu tenho sido muito feliz", diz Lee. "A banda tem sido bem sucedida, apesar das mudanças. Os fãs ficaram com ele, embora não tenha ocorrido um álbum do Evanescence após o outro".

Cinco anos se passaram entre 2006 do "The Open Door" e o novo álbum "Evanescence" de mesmo nome, lançado há duas semanas.

O mais recente trabalho teve um lançamento monstruoso. Mais de seis milhões de cópias de "The Open Door" foram vendidos.

"Não posso me preocupar com a quantidade de álbuns que vendemos", diz Lee, direto de Toronto. "Os números do The Open Door são extraordinários, mas eu acho que nós realmente viemos com algumas canções que se relacionam com o público".

"Call Me When Você está Sober" do "The Open Door", inspirado no relacionamento de Lee com o ex-namorado Shaun Morgan (Seether); "Lithium" e "Sweet Sacrifice" em paradas. No obscuro, assombrado piano e guitarras conduzentes nas canções para equilibrar a linha entre o gótico e pop-rock.

"Não diga gótico!", Diz Lee com uma risada. "Eu não quero ser jogada em um bin. Posso fazer isso sem ser rotulada. Eu só quero fazer música".

Lee, 29, está de volta fazendo exatamente isso com seu mais recente álbum e não se afastou muito de sua fórmula familiar. As novas músicas são principalmente sérias, angustiantes e melancólicas.

Evanescence irá se apresentar no domingo, 30 de outubro, no House of Blues (7:00; Sons Rival abertura), não tem nenhum problema alternando entre entrega muscular e material delicado.

"Eu gosto de torná-lo interessante para mim", diz Lee.

"Eu não gosto de fazer a mesma coisa duas vezes. Fazer este álbum foi uma grande experiência desde que senti que a banda estava tão conectada como nunca antes.

Nós apenas demos nossas vísceras por este álbum. Sou grande fã de não ter mapas quando você começa a trabalhar em um álbum, mas nós realmente tivemos partir do zero nesse e apenas fizemos o que parecia certo. Eu queria fazer este álbum como uma banda e nós fizemos isso. Nós ricocheteamos idéias e nisso surgiu uma música atrás da outra".

Esperamos Lee e sua banda, que inclui os guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn, o baixista Tim McCord e o baterista Will Hunt, para apresentar a maior parte do álbum auto-intitulado, em Atlantic City.

Mas a banda também se aprofundará em seus outros álbuns.

Lee pode voltar há muito tempo trás como ela e a banda fizeram no ano passado, quando prestaram uma versão ao vivo de "Understanding", uma canção escrita quando ela estava em sua pré-adolescência.

"Há músicas gravadas que eu escrevi quando eu tinha apenas 14 anos", diz Lee. "Eu estava tão amarga e cheia de angústia naquela época. Não é tão fácil de voltar lá, mas nós fizemos isso. Porém, eu estou com quase 30 agora. Eu sou uma pessoa diferente. Eu voltarei às coisas antigas, por vezes, mas temos tantas músicas novas. Você pode contar conosco tocando músicas dos [últimos] três álbuns. Vou tentar equilibrar tudo. Nesta fase da minha vida e carreira, equilíbrio soa como uma coisa boa".

Lee não acredita que ainda tenha atingido seu auge.
[+] Tradução da segunda parte da matéria, clique aqui!
Matéria Original: Atlantic City Weekly

Amy: "Banda direcionada para onde precisa estar"

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Matéria publicada no site Atlantic Weekly, diante de uma pequena entrevista realizada com Amy Lee. Na entrevista, Amy fala sobre seu amadurecimento e do Evanescence, parcerias musicais e comenta, também, esperar que o próximo álbum não demore cinco anos para ser lançado, como o último. Confira a tradução:
Balanço do Evanescence: Entrevista com Amy Lee

Depois dos primeiros 15 anos tumultuados, vocalista da banda parece deixar para trás o drama, e encontrar um sentido de equilíbrio em sua música. E, diz ela, não chame isso de "gótico".

"Eu acho que os melhores anos estão à frente", diz Lee. "Sou um músico melhor, vocalista e letrista do que quando eu estava há cinco, dez anos atrás. Eu sei mais sobre música. Eu sei mais sobre o que eu quero, e espero saber mais com o passar dos anos. O grande drama que esteve em torno de mim quando eu era mais jovem está desaparecido. Eu não culpo ninguém mais. Eu estou finalmente madura".

Lee diz que gostaria de sair e ter experiências com outros artistas.

"Seria muito legal fazer algo com um grupo como Daft Punk," diz Lee.

"Estou aberta à novas experiências, mas eu quero que o ponto focal seja o Evanescence. Estamos confiando totalmente em cada um e nos alimentamos uns dos outros. Eu não quero parar de trabalhar com eles nem tão cedo".

Isso pode significar que o grupo vai lançar seu próximo álbum em menos de cinco anos?

"Espero que sim", diz Lee. "Eu não vejo porque não. A única coisa é que pode estar em turnê por algum tempo e se estivermos, isso significa que o álbum está indo bem, mas eu preferiria voltar para o estúdio mais cedo do que tarde. Eu gostei muito de fazer este álbum. Vamos voltar a gravar assim que pudermos, mas, enquanto isso, estamos nos divertindo na estrada. Estamos tocando em alguns lugares em que não estivemos há algum tempo".

"Eu não tenho queixas. A banda está direcionada para onde ela precisa estar".

Matéria Original: Atlantic City Weekly

Enfim, algo pequeno, porém, com grandes palavras que nos colocam animados e esperançosos quanto ao destino da banda.

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