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"Sem ser rotulada. Eu só quero fazer música" |
Evanescence: “Ópera-Rock” Moderno"Estamos realmente ansiosos para o Carnival of Madness Tour deste verão", diz Lee. "Nós amamos o Chevelle e não caímos na estrada juntos há anos. Estou muito feliz por finalmente tocar com Halestorm em alguns shows."Chevelle, que se apresentou em Atlantic City no início deste ano, está no meio de um novo período de sucesso. O single atual da banda, "Hats Off To The Bull", estava na 6ª posição do chart de músicas de rock da Billboard na última semana. Enquanto isso, outra banda do Carnival of Madness, Halestorm, está na posição 16ª do mesmo chart com a música "Love Bites".E ainda há o Evanescence.O mais recente [trabalho da] banda, auto-intitulado (e quinto no geral) atingiu o topo das paradas de álbuns pop da Billboard, logo após seu lançamento em outubro passado."Fizemos bem para nós mesmos", Lee diz ao Atlantic City Weekly. "Tem sido ótimo".Cavo e New Medicine também fazem parte do projeto, que passará sexta-feira, 3 de agosto, no House of Blues de Showboat, em Atlantic City, com uma apresentação extra no sábado, 4 de agosto.Lee, 30 [anos], tem o prazer de estar de volta aos palcos depois de um longo hiato."Eu amo o que faço, mas eu precisava conhecer a Amy mais uma vez antes de me colocar [de volta] nos palcos", diz Lee colocando-se na terceira pessoa."Levei um tempo para me encontrar e ficar inspirada novamente. Isso me incentivou a fazer música e, então, fizemos o álbum do Evanescence. Eu estava muito feliz. A banda tem sido muito bem sucedida, apesar da mudança. Os fãs o aceitaram, embora não tenham tido um álbum do Evanescence após o outro".Cinco anos se passaram entre o mega-sucesso de 2006, The Open Door, e o álbum da banda de 2011, de mesmo nome. Mais de seis milhões de cópias de The Open Door foram vendidos."Eu não posso me preocupar com a quantidade de álbuns que se vende", Lee diz. "Os números do The Open Door são extraordinários, mas eu penso que realmente viemos com algumas canções que se relacionaram com o público".As músicas "Call Me When You're Sober" - inspirada no seu relacionamento com ex-namorado, Shaun Morgan do Seether - "Lithium" e "Sweet Sacrifice" também entraram nos charts. O obscuro, piano assustador e a guitarra conduzem as músicas a um equilíbrio na linha entre gótico e pop-rock."Não diga 'gótico'", Lee diz, enquanto ri. "Eu não quero ser rotulada com este selo. Eu posso fazer [arte] sem ser rotulada. Eu só quero fazer música".Lee está de volta fazendo exatamente isso com o mais recente álbum de sua banda, que não se afasta muito da fórmula familiar do Evanescence.As novas músicas - sérias, angustiantes, cativantes e melancólicas - soam como o bom e antigo Evanescence, que foi formado em Arkansas, em meados de 1990."Eu acho que fazemos bem", diz Lee, da banda com influências pop-rock."Nós temos um som e o feedback que recebemos é fabuloso. Ele [o feedback] ajuda a alimentar o fogo criativo. Os álbuns do Evanescence são uma grande produção. Gostamos de ir tão grande quanto for possível".Lee também gosta de arriscar."Eu acho que os músicos devem ter coragem para sairem de suas caixa [zona de específica]", Lee diz. "Como você pode saber do que é capaz se ainda não tentou de tudo? Eu estou replata exploração [musical]. Se você não se arriscar ao máximo, tanto quanto você puder, não estará fazendo tudo o que pode. Você precisa se desafiar. A música é tudo sobre ser o mais criativo possível"."I’m Only Happy When It Rains", o antigo hit do Garbage, provavelmente poderia ter sido escrito por Lee, que afirma que ela está em seu estado mais criativo nos momentos de chuva."É apenas a maneira que é", Lee diz. "Quando está trovejando, estou no meu melhor [estado]. Sinto-me realmente confortável quando está chovendo forte. É o tipo de dia em que ninguém espera nada de você, e é quando eu vou e faço meu melhor trabalho, seja de música/pintura, ou qualquer outra coisa. O mau tempo é bom para mim. É uma sensação mágica e muito maravilhosa".Quando está tenebroso do lado de foto, Lee também trabalha em seus trajes de palco, faz com suas próprias mãos as roupas que ela veste em suas apresentações."Eu desenho a maiorias dessas roupas", Lee diz. "Também venho com a maioria dos conceitos de vídeos da banda. Eu [também] trabalho em [nossas] capas de álbuns. Há muitas coisas que me movem a criá-las".É difícil acreditar que Lee tenha apenas 30 anos, considerando tudo o que ela já realizou."Eu sinto que tenho levado uma vida plena", diz ela. "Eu sou muito grata por ter feito tantas coisas até este momento. O mais interessante é que ainda há muitas coisas que ainda preciso fazer. Eu tenho somente 30 anos e há muitas coisas que eu quero fazer na minha vida. Espero conseguir fazê-las no futuro".Mas, por agora, a vida de Lee será dedicada à turnê. Carnival of Madness Tour, que começou 31 de julho, irá até início de setembro."Isso é bom para mim", Lee diz. "Faz parte do território. Eu amo ir para a estrada e adoro ver os fãs, [eles] têm sido tão agradáveis. Eu amo ir lá e me expressar na frente de todos eles. Eu dou tudo que eu tenho quando estou no palco".
Quando Lee não está na estrada, ela gosta de fazer coisas domésticas."Eu gosto de estar casada", diz ela. "Eu estou bem com tudo isso. Gosto de cozinhar e gosto da estabilidade. Talvez não seja assim para todos mas, definitivamente, é para mim. Eu não tenho queixas. Eu comecei a ter vidas separadas. É uma coisa muito boa".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
Evanescence: Modern Rock Opera
Amy Lee’s Evanescence headlines Carnival of Madness Tour, which makes Atlantic City stop Aug. 3 & 4.
Summer jaunts appeal to Evanescence vocalist-pianist Amy Lee.“We’re really looking forward to the Carnival of Madness tour this summer,” Lee says. “We love Chevelle and haven’t hit the road together in years. I’m really stoked to finally be playing some shows with Halestorm.”Chevelle, which performed in Atlantic City earlier this year, is in the midst of a new period of success. The band’s current single, “Hats Off To The Bull,’ was at No. 6 last week on the Billboard rock music chart. Meanwhile, the band’s Carnival of Madness tour mates, Halestorm, is at No. 16 on the rock music chart with the song “Love Bites.”And then there is Evanescence.The band’s latest, self-titled (and fifth overall) disc hit the top of the Billboard pop album chart upon its release last October.“We’ve done well for ourselves,” Lee tells Atlantic City Weekly. “It’s been great.”Cavo and New Medicine Show are also part of the bill, which will stop Friday, Aug. 3, at the House of Blues at Showboat in Atlantic City with an encore performance on Saturday, Aug. 4.Lee, 30, is pleased to be back onstage after taking a long hiatus.“I love what I do, but I needed to get to know Amy again before putting myself [back] on stage,” Lee says breaking into third person.“I spent time finding myself and getting inspired. It inspired me to make music and so we made theEvanescence album. I’ve been very fortunate. The band has been successful despite change. The fans have stayed with it even though there hasn’t been one Evanescence album after another.”Five years passed between 2006’s mega-successful The Open Door and the band’s eponymous 2011 album. More than six million copies of The Open Door were sold.“I can’t worry about the amount of albums that sell,” Lee says. “The numbers for The Open Door are extraordinary, but I think we really came up with some songs that connected with the audience.”The songs “Call Me When You’re Sober” — inspired by her relationship with ex-boyfriend Shaun Morgan of Seether — “Lithium” and “Sweet Sacrifice” each charted. The dark, haunting piano and guitar-driven songs straddle the line between goth and pop-rock.“Don’t say ‘goth,’” Lee says while laughing. “I don’t want to be tossed in that bin. I can do without being pigeonholed. I just want to make music.”Lee is back doing just that with her band’s latest album, which doesn’t stray far from Evanescence’s familiar formula.The new songs — earnest, angst-ridden, catchy and melancholy — sound like good ol’ Evanescence, which was formed in Arkansas in the mid 1990s.“I think we do it well,” Lee says of the band’s signature pop-rock flavor.“We have a sound and the feedback we get is tremendous. It helps fuel the creative fire. Evanescence records are a big production. We like to go as big as we possibly can.”Lee also likes to take chances.“I think musicians should be brave and step out of the box,” Lee says. “How can you know what you’re capable of if you haven’t tried everything? I’m all about exploring. If you haven’t pushed it as far as you can, you’re not doing all that you can. You need to challenge yourself. Music is all about being as creative as possible.”“I’m Only Happy When It Rains,’ the old Garbage hit probably could have been written by Lee, who claims that she is at her most creative when it’s pouring.“It’s just the way it is,” Lee says. “When it’s storming, I’m at my best. I just get really comfortable when it’s raining hard. It’s the kind of day when nobody expects anything of you and that’s when I go and do my best work, whether it’s music or painting or whatever. Bad weather is good for me. It feels magical and just so wonderful.”When it’s miserable outside Lee also works on her stage attire, making by hand the performance clothes she wears.“I design most of those clothes,” Lee says. “But I also come up with most of the concepts for the band’s videos. I work on [our] album covers. There are so many things that move me to create.”It’s hard to believe that Lee is only 30 considering all that she has accomplished.“I feel that I’ve led a full life,” she says. “I’m so grateful that I’ve done so much by this point. The great thing is that I still have so much left in me. I’m only 30 and there is so much that I want to do in my life. I hope I get to do so many things in the future.”But for now, Lee’s life will be all about touring. Evanescence headlines this year’s Carnival of Madness Tour, which kicked off July 31 and runs through early September.“That’s fine with me,” Lee says. “That’s part of the territory. I love going out on the road and I love seeing the fans; [they] have been so supportive. I love going out there and expressing myself in front of all of those fans. I throw everything that I have when I hit that stage.”When Lee is not on the road, she enjoys doing the domestic thing.“I like being married,” she says. “I’m good with all of that. I like to cook and I like the stability. Maybe it’s not for everyone, but it’s definitely for me. I have no complaints. I get to have separate lives. It’s a pretty good thing.”Carnival of Madness Tour with Evanescence, Chevelle, Halestorm, Cavo and New MedicineWhere: House of Blues at Showboat, Atlantic CityWhen: Friday, Aug. 3; Sat. Aug. 4, 6pmHow Much: $49.50, $54.50 and $64.50