Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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Essa seção será atualizada aos finais de semana conforme as últimas que sairem.

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25 de agosto de 2012

“Evanescence ainda é uma força motriz no rock”

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Evanescence shine and sparkle
“Quase 10 anos após sua estréia, Evanescence ainda é uma força motriz na música rock. Como sempre foi, sua base de fãs é muito sólida e crescente” — Sites examine e leadertelegram comentam performance do Evanescence no Eagles Ballroom de Milwaukee, Wisconsin.
Evanescence brilhou e encantou sob os holofotes da Carnival of Madness em Milwaukee

Amy Lee e sua banda Evanescence lideraram os shows da Carnival of Madness no The Rave de Milwaukee e teve o salão quase lotado. Encher o salão é uma tarefa impressionante para qualquer banda, mas, considerando que era uma noite de semana, significa muito para a  dedicação da fan-base do Evanescence no [região] centro-oeste. Para os presentes a recompensa foi grandiosa, Evanescence estava forte e Amy Lee, banhada em iluminação azul e roxo profundo, brilhou e encantou sob os holofotes. Sua maquiagem de olhos vermelhos profundos com glitter glitter destacaram sua roupa de palco. (...) Quase 10 anos após sua estréia, Evanescence ainda é uma força motriz na música rock. Como sempre foi, sua base de fãs é muito sólida e crescente.
Evanescence, Chevelle, Halestorm
 
A reinante princesa do rock gótico está de volta! Amy Lee e sua banda, Evanescence, estão de volta em turnê depois de uma ausência de seis anos, turnê de apoio ao seu terceiro  disco de estúdio. Evanescence, acompanhado por Chevelle e Halestorm, lotaram o Eagles Club em Milwaukee na terça-feira, tocando um impressionante set de 17 músicas, em 75 minutos (...) Eu já tinha  visto o Evanescence quatro vezes, mas a última vez foi, pelo menos, há seis anos. Eu escrevi um artigo mês passado, após o término do Rock Fest, dizendo que o Evanescence deveria ser reservado anualmente para o festival. Com sua voz poderosa e presença de palco incrível, a banda de Lee está no topo das banda deverão performar lá [no festival] no próximo verão.  

28 de maio de 2012

SRZD: Amy Lee desafinada e Metallica arrasador

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Imagem: @LeeGusta
Em matéria publicada no site SRZD, do jornalista e apresentador Sidney Rezende, o colunista Cláudio Francioni não poupou críticas à atuação do Evanescence no Rock in Rio e à vocalista Amy Lee. Segundo o autor, "Amy Lee, coitada, esteve em uma noite pra lá de infeliz".
Amy Lee desafinada e Metallica arrasador, pra variar

Tocando a caravela, aí vem o Evanescence. A banda apresentou poucas diferenças em relação ao set list mostrado aqui na noite de encerramento do festival em 2011. Amy Lee, coitada, esteve em uma noite pra lá de infeliz. Com uma voz que já é irritante em condições normais, semitonou em várias ocasiões e não alcançava seus agudos característicos. E um som que para os meus ouvidos já soava chato, tornou-se insuportável. Enfim, Metallica.

27 de maio de 2012

DN: Rock mais agressivo não é só feito por homens

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DN: "Rock mais agressivo não é só feito por homens" 
Em publicação sobre o show do Evanescence no Rock in Rio Lisboa, o site português Diário de Notícias destaca o fato de Amy Lee mostrar que o 'rock mais agressivo' não é uma capacidade apenas dos homens.
Pouco depois dos norte-americanos Evanescence terminarem a sua atuação no Rock in Rio-Lisboa a organização do festival apontava para mais de 40 mil pessoas no recinto do certame, que regressou hoje a Lisboa pela quinta vez. Num dia dominado por homens, Amy Lee, a vocalista dos Evanescence, mostrou que o rock mais agressivo não é só feito por homens, tendo sido mesmo a primeira mulher a subir ao Palco Mundo do festival neste dia dedicado "à celebração do heavy metal", como horas antes afirmou Derrick Green, vocalista dos Sepultura. 

O tema mais mediático do grupo, Bring Me To Life, foi estrategicamente escolhido para o final do concerto, mas ainda assim foi claro desde o início que as mais de 40 mil pessoas que acorreram à Cidade do Rock estavam à espera dos Metallica. Aliás, mesmo durante o concerto dos Evanescence, alguns admiradores da banda de Nothing Else Matters não se coibia de mostrar os seus cartazes, um deles junto ao palco com uma mensagem simples e eficaz: "Metallica Yes". Não só de metal (mesmo que com um evidente apelo pop) viveu o concerto dos Evanescente.


Houve mesmo oportunidade para revelar um lado mais singelo, com Amy Lee sentada ao piano. Foi neste preciso momento que a cantora demonstrou o seu afecto pelo público português, mostrando a bandeira de Portugal, que colocou sobre o piano. Este foi o segundo concerto dos Evanescence no Palco Mundo do Rock in Rio-Lisboa, depois de terem marcado presença na primeira edição do festival, há oito anos.


26 de maio de 2012

CMJornal: "A força da banda já não é a mesma"

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Em pequena matéria sobre o primeiro dia do Rock in Rio Lisboa, o site do jornal Correio da Manhã afirmou que a força do Evanescence já não é a mesma.
Amy Lee, dos Evanescence, esforçou-se mais do que há oito anos
Os Evanescence também tiveram entrada forte, com a vocalista Amy Lee, de saia de tule, a esforçar-se mais para contornar os problemas de voz revelados em 2004. "Foi há oito anos! É bom voltarmos a ver-nos", disse. A adesão do público a temas como ‘Going Under' comprovou, contudo, que a força da banda já não é a mesma.

25 de maio de 2012

MYWAY: "Foi bom, porém não memorável"

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Evanescence Live at Rock in Rio Lisboa 2012
A segunda review da apresentação do Evanescence no Rock in Rio Lisboa ficou a cargo do site MYWAY. Segundo o autor do texto, Evanescence ofereceu um bom show, porém, "entusiasmo do público" e "morno".

Evanescence no Rock in Rio: concerto "morno"

Os Evanescence regressaram hoje ao Rock in Rio Lisboa, 8 anos depois da sua estreia no Palco Mundo.

A banda de metal alternativo liderada por Amy Lee abriu o concerto com “What You Want”, o primeiro single do seu mais recente álbum, homónimo, lançado no ano passado, dando início a um concerto que foi apenas «morno».

Numa noite em que a atracção principal são os Metallica já se previa que os Evanescence tivessem uma recepção mais “difícil” por parte do público, maioritariamente constituído por metaleiros. No entanto, o grupo não facilitou, dedicando mais de metade do concerto a temas novos, na sua maioria desconhecidos para o público.

Apesar de terem mostrado a energia habitual e da performance vocal de Amy Lee ter sido muito boa e incomparavelmente melhor do que no concerto de 2004, os Evanescence não conseguiram manter o entusiasmo do público, que ansiava nitidamente por músicas conhecidas. Isto foi evidenciado pela forma eufórica com que o público gritava e batia palmas quando reconhecia os primeiros acordes dos temas, algo que aconteceu raramente. A diferença das reacções físicas do público em relação aos concertos anteriores era visível... e gritante.

Destacamos obviamente os temas “Going Under”, “Lithium”, “Sober” e, claro, o mega êxito “Bring Me To Life”, que fechou o concerto (com Amy Lee a aproximar-se do público, que a recebeu com euforia), os verdadeiros pontos altos de um concerto que foi bom, porém não memorável.

Alinhamento:

1 – What You Want
2 – Going Under
3 – The Other Side
4 – Weight of the World
5 – Made of Stone
6 – Your Star
7 – My Heart is Broken
8 – Lithium
9 – Sick
10 – The Change
11 – Sober
12 – Oceans
13 – Imaginary
14 – Never Go Back
15 – Bring Me To Life

30 de março de 2012

[TripleM] Review: Banda amplamente subestimada

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Evanescence Live in Sydney - By Triple M
Review realizada pelo site Triple M do último show da turnê australiana do Evanescence, em Sydney. No texto, o autor destaca os fãs - chamados de "fanáticos" - todos os membros da banda e, principalmente, o baterista Will Hunt. Interessantemente, menciona que o Evanescence, apesar do sucesso, ainda é uma banda amplamente subestimada e finaliza dizendo que valeu a pena dinheiro gasto para assisti-los. Confira abaixo:

Review, fotos: Incrível show do Evanescence no Sydney Entertainment Centre

Eu tenho que admitir que estava mais curioso do que um grande fã do Evanescence antes do show na noite passada no Sydney Entertainment Centre.

Não tinha certeza de como eles estariam vivendo depois das mudanças na formação, mas tem havido alguns comentários interessantes sobre essas mudanças de formação.

Eu tenho que dizer que foram tratados com um show sólido de uma banda que ainda é amplamente subestimada, embora você não perceba isso pelo tamanho da multidão.

Seguro em dizer que Amy Lee teria amado o enxame de 'Evanesfans' quando as luzes se acenderam após a abertura com "What You Want" e "Going Under".

Sydney colocou uma multidão dura de matar, cuja paixão pela banda estava na exibição vocal de uma hora apertada. Amy Lee estava em grande forma vocal e soberba, voz incrível e mantida através de uma ópera, durante 60 minutos.

O novo baterista Will Hunt era um demônio na bateria... energia assassina e batidas muito divertidas de se assistir, enquanto ele continuava a bater o Entertainment Centre. Alguém mais viu suas baquetas caírem "Going Under"? Ele as recuperou... rápido!

Impressionante também foram as cordas, Tim, Troy e Terry que, em particular, dão ao palco uma sensação assustadora quando as luzes se ofuscam...

Eles cobriram os hits, tocaram o novo [álbum], mas as maiores reações foram salvas para "Going Under" e "My Immortal".

Foi um show de 80 minutos apertado, incluindo o bis. Dinheiro bem merecido por uma banda que está trabalhando duro para provar que pode balançar e ainda possui uma base fanática de fãs para manter o respeito vivo.

O que você achou do show?
Fonte: Triple M | Tradução: EvanescenceRockBr


REVIEW, PHOTOS: Evanescence Amazing Show At The Sydney Entertainment Centre

I have to admit I was more curious than massive fan of Evanescencebefore last night's show at the Sydney Entertainment Centre.

Not sure of what they would be like live after the lineup changes, but there has been some interesting reviews from shows overseas during those lineup changes.

I have to say we were treated to a solid show from a band who are still wildly underrated though you would not of picked it from the size of the crowd.

Safe to say Amy Lee would of loved the swarm of 'Evanesfans' when the lights went up after opening with "What You Want" and "Going Under".

Sydney put on a die hard crowd whose passion for the band was on vocal display for a tight hour. Amy Lee was in superb vocal form, incredible voice and maintained superbly through a vocal opera for 60 minutes.

New drummer Will Hunt was a demon on the drums… killer energy and beats and highly entertaining to watch as he kept the Entertainment Centre thumping. Did anyone else see him drop his sticks during "Going Under"? He recovered… swift!

Impressive also were the strings, Tim, Troy and Terry who in particular gives the stage a haunting feel when the lights go dim… the dreadlocked ambler guitarist.

They covered the hits, they played the new, but the biggest reaction was saved and showed for "Going Under" and "My Immortal".

It was a tight 80-minute show including the encore. Money well earned by a band who are working hard to prove they can rock and still have a rabid fan base to keep the respect alive.

What did you think of the show?
Source: Triple M

25 de março de 2012

Surpresa em review do show em Melbourne, AUS

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Em review publicada no site Take40, autor destaca sua surpresa quanto ao show e a própria banda. Dentre estas; seus fãs, seu estilo de roupa, letras e até mesmo com o peso de suas músicas. Confira:
Eu nunca estive em um show do Evanescence antes, e há várias coisas que me surpreenderam em relação ao show.

Número um? Os fãs. Fico encabulado em admitir que eu genuinamente não sabia que havia fãs apaixonados o suficiente pelo Evanescence em Melbourne para encher uma arena. Eles não somente apareceram aos montes, mas chegaram vestidos em estilo. Muitos em figurinos elaborados envolvendo espartilhos, batom preto, pisando em botas longas de couro e muito mais.

De onde essas pessoas vieram? Eu sem dúvida não dividi o mesmo bonde com elas nos últimos tempos. Eu fiquei impressionado com a sua paixão... E eu tenho que dizer que fiquei um pouco intimidado com os seus vestuários.

Número dois? Eu não esperava a vocalista Amy Lee emergir no palco vestindo um roxo, preto e cintilante tutu combinado com uma legging dourada. Eu realmente não esperar ver isso. Eu achava que o Evanescence era mais sobre roupas pretas e emoções sombrias, e o show me ensinou que na verdade não era nada disso.

Eles arrebentaram com um hit do seu novo álbum, chamado “What you Want”, e discretamente foram para "Going Under", faixa que foi resultado do seu álbum de estréia “Fallen” e que de fato deixou o público agitado.

A voz da Amy lee estava impecável, e a banda de apoio super pesada atrás dela (quem sabia que o Evanescence era tão pesado?) açoitou a multidão em sua apresentação. Não sei como todos os espartilhos sumiram na multidão ofegante... Mas eu estava feliz por não estar usando um!

Algumas músicas foram despojadas de volta, e começou uma sessão acústica no piano, que acrescentou uma outra dimensão musical para o seu som. Cada canção era perturbadora e hipnotizante, graças ao “romper-coração” da Amy Lee (como transformo isso em uma aliteração?). Melodias e letras... Eu também logo percebi que este sentimento também foi em grande parte devido ao seu uso evocativo e generalizada de nosso bom amigo escala menor.... Utilizado por qualquer nerd de música que toca em casa.

Longe da frente da senhora Amy Lee, a banda atrás dela era realmente impressionante. O baterista Will Hunt encarregava-se de ocupar todas as músicas com super percussões-acrobáticas. Estou falando de tambores Double Kick, ficar girando e cuspindo catarro esporádico. A banda como um todo provocou um monte de mãos de rock no meio da multidão (dedos indicador e mindinho para cima se você quiser experimentar).

Estranhamente eu achei que muitas das músicas me lembraram hinos "Louvado seja Deus" do *Hillsong... O que fez mais sentido quando me contaram mais tarde que alguns membros da banda têm um fundo musical baseado no metal cristão (outra descoberta de gênero surpreendente!).

Evanescence tocou um monte de músicas novas... Provavelmente mais do que a multidão queria ouvir, mas isso nunca é realmente uma surpresa quando uma banda tem um lançamento recente. Não havia dúvida de que o material mais antigo foi o que mais chamou aplausos, com "Bring Me To Life" e a bela e gran- acústica "My Immortal" no final do conjunto que incitaram uma completa aclamação de pé em torno do local.

Eu dou a este show 7 inesperados tutus em uma escala de 0 a 10.
Tradução: @i_essence

27 de fevereiro de 2012

"Orgulhosa de vocês por terem nos esperado"

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Review do show realizado em Jakarta no dia 25 de fevereiro, feita pela site indonésio Artis. No texto, destacam os agradecimentos feitos por Amy Lee aos fãs que esperaram por tanto tempo pela banda.
Evanescence, banda de rock de Arkansas, Estados Unidos, realizou uma apresentação incrivelmente bem sucedida para 2.500 fãs no Pekan Raya Jakarta Hall, em Jakarta, sábado à noite (25/2).

Sem muitas palavras, Amy Lee interpretou "Going Under", música que se tornou hit na Indonésia. Os espectadores que lotaram o Pekan Raya Jakarta Hal vibraram e cantaram juntos, gritando histericamente.

Depois de duas músicas, para uma programação show foi adiado cerca de 30 minutos, Amy Lee pediu desculpas e expressou seu orgulho poderia fazer um show em Jacarta.

"Obrigada, Jakarta. obrigada por terem vindo e por estarem dispostos a esperar tanto tempo pela nossa presença. Na verdade, nós realmente queríamos vir aqui. Muito orgulhosa de vocês por terem nos esperado"

Além de ouvir música de Amy Lee vocal, o público, estimado em 2.500 pessoas, também se surpreendeu com colorida iluminação.

A combinação do negro com a luz azul, verde, vermelho aumentou a presença de palco de Amy Lee (vocal, teclados, harpa), Terry Balsamo (guitarra), Troy McLawhom (guitarra rítmica), Tim McCord (baixo) e Will Hunt (bateria) nas sombras espessas do rock. Com um cenário perfeito que leva o nome da banda de Arkansas, Estados Unidos.

Algumas das músicas do álbum antigo e mais recente do Evanescence também foram tocadas. Amy Lee começou a tocar teclados na canção "The Other Side", continuado com "Weight Of The World", bem como a canções do álbum auto-título, "The Change". Enquanto a música "My Last Breath" foi cantada mais tarde.

O piano Baldwin também acompanhou Amy Lee em "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken" e "Lithium".

Após essas canções, trouxeram o rock sinfônico com canções como "Sick", "Call Me When You Sober", "Imaginary" e a música carro-chefe "Bring Me To Life".

"Obrigada. Nós viemos de tão longe e estamos satisfeitos com a recepção calorosa de vocês", disse Amy depois da música "Bring Me To Life".

Após a platéia gritou: "Nós queremos mais, queremos mais". Retorna Amy ao palco e se senta ao piano, cantando a música "Your Star". Todo pessoal do Evanescence sobe ao palco. Som de piano soando algo místico novamente.

Um concerto de música bastante curto celebrado com a última canção intitulada "My Immortal". Todos os espectadores se empolgam e esquecem o mundo lá fora com o som do piano e a bela voz de Amy Lee.

24 de fevereiro de 2012

Review do show do Evanescence nas Filipinas

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O site www.pep.ph fez uma resenha do show do Evanescence em Manila que aconteceu no dia 19/02/2012. Leia abaixo:
Amy Lee assume os vocais e realizou sua performace aos teclados e piano durante o recente concerto do Evanescence no coliseu Smart Araneta


A banda Evanescence se apresentou em Manila e ‘’trouxe vida’’ no show que ocorreu no último domingo, 19 de fevereiro, no Smart Araneta Coliseum.

Todos os assentos foram transferidos de lugar, deixando a área central aberta para servir como pista para os fãs da banda de rock vencedora do Grammy.

Por volta das 20:30, Lovi Poe entrou no Smart Araneta Coliseum com rumores de Ronald Singson ser seu namorado. Troy Montero e Miles Aubrey também foram vistos no Dome Big naquela noite.

A banda Bush, liderada pelo vocalista Gavin Rossdalem realizou o show de abertura.

Ás 21:45, as luzes se apagaram, marcando o início do show do Evanescence.

A vocalista Amy Lee entrou no palco usando um vestido preto combinando com uma calça legging violeta e botas pretas da altura do joelho.

Os fãs cantaram junto com a banda que abriu o show com ‘’What You Want’’ e depois ‘’Going Under’’.

A voz rouca de Amy era mantida em movimento de um lado do palco para o outro, enquanto ela cantava as letras: ‘’I’m Going Under (Going Under), Drowning In You (drowning in you), I’m falling forever (falling forever).’’

E então ela vai até o teclado para servir como acompanhamento para canção ‘’The Other Side’’.

O grupo de metal cantaram músicas, como ‘’Weight Of The World’’, ‘’The Change’’, ‘’My Last Breath’’ e ‘’Made Of Stone’’.

No meio do show daquela noite, Amy apresentou um convidado especial. ‘’Desta vez eu gostaria de chamar o Dave Eggar para subir ao palco. Ele tocou violoncelo em nosso álbum do Evanescence’’

A banda continuou o show com o seguinte repertório: ‘’Lost In Paradise’’, ‘’My Heart Is Broken’’, ‘’Lithium’’, ‘’Erase This’’, ‘’Sick’’, ‘’Call Me When You Are Sober’’ e ‘’Imaginary’’.

Assim que a melodia familiar de ‘’Bring Me To Life’’ começou a tocar, o público aplaudiu e eles começaram a cantar junto com a banda.

A banda repercutiu com os refrões: ‘’Wake Me Up (Wake me up inside), I can’t wake up (wake me up inside), Save Me (Call my name and save me from the dark), Wake me up (bid my blood to run), I can’t wake up (Before I come undone), Save me (save me from the nothing I’ve become)’’.

Ás 22:40, e então Amy Lee disse á multidão: ‘’Obrigada Manila!’’ antes de ir ao camarim com o resto da banda.

O público esperou pela volta da banda, enquanto gritavam: ‘’Queremos mais!’’

Logo, um piano foi trazido para o palco e Amy Lee voltou para impressionar a multidão mais uma vez.

Ela disse com entusiasmo: ‘’Eu não posso acreditar que todos vocês vieram aqui esta noite’’

Para o encore, a banda tocou ‘’Never Go Back’’, Swimming Home’’, e ‘’Your Star’’

29 de janeiro de 2012

Guadalajara ressoa com o rock do Evanescence

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 Review do show em Guadalajara feita pelo site Informador: 
Guadalajara ressoa com o rock do Evanescence  
Energia, metal e melancolia foram entregues no concerto da noite passada
Golpes violentos contra a bateria seguidos de guitarras agéis e uma Amy Lee gritando a canção “What You Want” marcaram o retorno esmagador do Evanescence a Guadalajara ontem à noite no Audiotorio Telmex.

De uma hora para outra, o espaço foi invadido pelo enigmático rock americano, que agitou mais de sete mil pessoas que esperavam a banda desde às 21:00 horas, mas que só apareceu 60 minutos depois.

“Hola Guadalajara, muchas gracias (Olá Guadalajara, muito obrigada)”, disse a vocalista de pele branca em um espanhol perfeito, e seguiu em inglês “Sentimos a falta de vocês, já faz muito tempo desde a última vez que nos vimos. Sejam bem-vindos mais uma vez!”, obtendo como resposta uma gritaria abrasadora.

Demostrou ser uma banda de dualidades, contrastando com as regras dos grupos focados no metal. O Evanescence começou pisando forte com as suas músicas mais enérgicas, como “Going Under” e “The Other Side”, também sileciou a cadência da noite para seguir com “Lost in Paradise”, em que Amy Lee ficou sozinha no piano.

Sentada em frente a ele, a artista de voz potente abriu uma sessão onde o tão excêntrico instrumento foi o protagonista, e ao seu lado deu voz à “My Heart is Broken”, canção que escreveu pensando nas pessoas que foram sexualmente molestadas e que pertence ao seu terceiro álbum.

E enquanto Amy ordenava sua garganta a fazer contrastes com sua voz tênua e obscura, sua comitiva de fãs, que não respeitam idades e nem estereotipos, observavam-a quietos e contemplativos, com amostras breves de adrenalina.

Enquanto os quatro músicos metaleiros ostentavam o domínio de seus instrumentos, a líder e única sobrevivente da formação inicial da banda que já faz mais de 12 anos, se agitava no palco para se conectar com o público.

E quando as interpretações das músicas começaram a cair na mesmice, Amy se dirigiu ao teclado e arrancou as notas que anunciaram “Bring Me To Life”, e como se essa também controlasse o público, esse, pulou em êxtase.

E nessa terminaria o show, mas os fãs não estavam dispostos a sair sem pelo menos um par de bis. E sua espera foi recompensada com quatro há mais, entre elas “My Immortal”, e “Swimming Home”, que encerrou o reencontro “Evanescence-Guadalajara”
Fonte: Informador | Via: @i_essence

27 de janeiro de 2012

Evanescence estremece seus fãs regiomontanos

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Uma pequena review do show de ontem na Arena Monterrey - em Monterrey, México - pelo site Vanguardia.
Evanescence estremece seus fãs regiomontanos

A banda tocou na frente de seis mil e quinhentos espectadores na Arena Monterrey, fazendo vibrar o recinto com seus acordes impactantes.

Monterrey - Em um concerto de acordes impactantes, Evanescence balançou mais de seis mil e quinhetas pessoas na Arena Monterrey, onde a voz inconfundível da cantora Amy Lee entusiasmou os participantes de seu concerto de ontem.

Com seu estilo gótico, que caracteriza os seus membros, e um impressionante show, Amy Lee e seu grupo não deixou de surpreender os seus fãs, depois de iniciar o concerto com "What You Want", e continuar com "Going Under" e "The Other Side".

Depois de cumprimentar os fãs apaixonados, após cinco anos de ausência dos palcos, a banda também ofereceu "Weight Of The World", "The Change" e "My Last Breath".

Em meio a um show de luzes simples, os fãs esperaram aquelas singulares melodias acompanhadas pelo piano original, como "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken","Lithium" e "Erase This", para assim, definir o estilo do instrumento percussão que caracteriza a paixão da vocalista do Evanescence.

Diversos instrumentos como contrabaixo, guitarras, piano e bateria foram suficientes para Lee convidar os seus fãs a cantar com ela músicas como "Sick", "Sober", "Imaginary", "Never go back" e "Your Star".

No final do show, o mais esperado pelo público foram "Bring Me To Life" e "My Immortal", que foram acompanhadas pelo grande piano preto no palco, e a voz única de Amy Lee e seu grupo, que foi acompanhada com de seus participantes, e terminando com um "Thank you, Monterrey"
Fonte: Vanguardia

20 de dezembro de 2011

Evanescence traz Trinidad e Tobago à vida

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Matéria publicada no site do jornal Guardian de Trinidad e Tobago logo após o show do Evanescence no país, no último sábado.

Lifehouse, [banda] local brilhou, mas Evanescence traz T&T à vida

O momento que os fãs mais aguardavam - ocorreu quando a vocalista do Evanescence, Amy Lee, saltou no palco sem nenhum aviso prévio juntamente com sua banda. A banda mundialmente popular tocou para um público grato de T&T no auge de seu terceiro álbum. O álbum foi direto para a primeira posição dos charts da Billboard após o seu lançamento em Outubro.

Vestida de preto, com destaque para um tutu roxo com babados e botas de motociclista, Lee apresentou quatro de suas canções tocando um piano Baldwin ao qual ela cobriu com uma bandeira de T&T. Durante o set ela disse à platéia que completou 30 anos há algumas semanas atrás.

O Evanescence apresentou uma mescla bagagem de seus já bem conhecidos sucessos e algumas do último CD autointitulado. Os fãs vibraram com Going Under, Lithium, Call Me When You’re Sober e muitos outros ao lado de composições mais recentes de Lee. Ela deixou um de seus mais conhecidos sucesso para o final, fechando o show com 'Bring Me To Life', que lançou o Evanescence. O público exigiu um encore e Lee e a banda se entregaram até às 1 da manhã.

Via: @i_essence

22 de novembro de 2011

Review: Show em Offenbach (AL), 17/11/2011

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Review do show realizado no Stadthalle, em Offenbach. Escrita pelo blog do festival alemão Rock am Ring, o qual a banda já participou por três vezes (2003, 2004 e 2007).
E que uma mulher poderosa! O meu último concerto do Evanescence foi há mais de quatro anos atrás. Então, mesmo assim eu pensei: "Uau.. o antigo deve vir bonito". Assim também foi desta vez. Introdução muito, muito legal. E como esperado, "What You Want" foi o abre-alas do concerto.

Então, o baterista e Amy são todos provenientes de humor... Perfeito e a multidão vai à loucura! As músicas que eram tocadas foram realmente muito bem escolhidas. Então, no meio houve mais 3 músicas com a presença do piano, que também ficou muito legal. [...]

Não como de costume, ficamos na primeira fila, mas centrados em colunas atrás do homem do som. As imagens não ficaram tão boas, mas o som realmente era uma beleza. Só posso dizer que esqueça o CD! Ao vivo é realmente melhor do que o álbum, que já é muito bom! Amy tem uma voz incrível ao vivo e soa perfeita para mim - minha impressão de 2007, foi assim confirmada.

Review Original: Rock am Ring Blog | Obrigado, @Augusto_ev

21 de novembro de 2011

[+] Review: Show em Berlin (AL), 20/11/2011

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Pequena review do show realizado ontem no Columbiahalle de Berlin, na Alemanha, feita pelo site Regioactive. Confira:
Evanescence atualmente está presente em palcos alemães. Congratulamo-nos com o seu feedback.

Evanescence é um dos maiores fenômenos da cena rock norte-americana da última década. Desde o início, são os fãs da pianista, cantora e compositora Amy Lee e seus associados estão aos seus pés. Dois prêmios Grammy, mais de 21 milhões de álbuns vendidos e sucesso em todo o mundo. Singles explicam seu sucesso mundial. Atualmente, Evanescence está presente em palcos alemães. Incluído no pacote, o novo álbum intitulado com o nome da banda. Vindo de Offenbach e Dusseldorf, a banda sacudiu em 20 de Novembro, o Berlin Columbiahalle. As primeiras vozes que pego no Twitter soam muito felizes.
Review Original: Regioactive

Review: Show em Berlin (Alemanha), 20/11/2011

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Review do show realizado ontem no Cloumbiahalle, em Berlin (Alemanha), feita pelo site BZ News aus Berlin. Confira a tradução:
Rock Grandioso com Evanescence
3.500 fãs entusiasmados enfureceram-se com o show da banda de rock Evanescence, em Cloumbiahalle.

Perfeito. Simplesmente perfeito. Caso contrário, não seria uma apresentação do Evanescence, banda de rock americana, que nos chamaria no domingo à noite ao Columbiahalle. Impulsionado pelo metal gótico, soou grandioso e mais poderoso do que nunca. A cantora Amy Lee dominou as canções religiosas e com um vocal bombástico.

O primeiro single de seu novo álbum, "What You Want", começou seu set e as cinco metaleiras [músicas] seguintes rasgaram os 3.500 fãs de uma vez só. A metada deliberadamente foi um pouco mais calma, onde Lee foi capaz de demonstrar suas habilidades musicais ao piano e ,no final do show, "Bring Me To Life" fez o público enlouquecer. Após, a banda voltar para quatro encores depois de 75 minutos, cantou seu maior hino, "My Immortal". Cantou feliz com todo o salão acompanhando.
Review Original: BZ News aus Berlin

19 de novembro de 2011

Confirmado: Evanescence no Prêmio Nobel 2011

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Como dito aqui anterior, havia a possibilidade de uma performace do Evanescence no Prêmio Nobel deste. Hoje, há a confirmação deste, segundo o jornal britânico Belfast Telegraph. Confira um trecho da nota publicada hoje no site do jornal:

Os organizadores anunciaram que Dame Helen Mirren será a anfitriã dos concertos do Prêmio Nobel da Paz na Noruega Noruega, no próximo mês.

Atualmente, a atriz britânica está filmando um drama sobre produtor musical americano Phil Spectorcom Al Pacino, comparecerá uma line-up que inclui Evanescence e a estrela de Glee MatthewMorrison.

Fonte: Belfast Telegraph

  • O Nobel da Paz é um dos cinco Prémios Nobel, legado pelo inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Os prémios de Física, Química,Fisiologia/Medicina e Literatura são entregues anualmente em Estocolmo, sendo o Nobel da Paz atribuído em Oslo. O Comitê Nobel norueguês, cujos membros são nomeados pelo Parlamento norueguês, tem a função de escolher o laureado pelo prêmio, que é entregue pelo seu presidente.
  • Em 2011 há 241 candidatos ao Nobel da Paz, um número recorde na história do galardão centenário. Dos indicados, 188 correspondem a pessoas individuais e 53 a coletivos ou organizações.

17 de novembro de 2011

[Review] Show em Leeds (UK) 12/11/2011

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Review do show realizado no O2 Academy, em Leeds (Reino Unido) no dia 12 de novembro, feita pelo site Evening Post.

"WHAT YOU WANT" é
apenas o que a multidão quer ouvir do Evanescence e, assim, a recepção é imediatamente explosiva.

Em seguida, o quinteto mergulha em "Going Under". É um som agradavelmente apertado com vocal de Amy Lee ainda mais forte e impressionante ao vivo. Balsamo brilha em seu curto solo de guitarra e Hunt na bateria. O baixo de mcCord é pesado e gratificante e o guitarra McLawhorn conduz o ritmo das músicas para a frente.

Em nova canção, "The Other Side", a voz de Lee soa. Batendo todas as notas entre os olhos. E ainda assim, ela consegue tirar tons profundos da alma no minuto seguinte.

Para nova canção "Lost in Paradise", seu vocal é profundo e sincero, e quando bateria e guitarra dão o ponta-pé, o efeito é agridoce e transfixante.

"Bring Me To Life" entra no show na hora certa, mas infelizmente falta um ingrediente vital - o vocal masculino! Foi estranho ver e ouvir uma outra versão da forma perfeita, sem qualquer um dos ícones "Wake me up... Eu não consigo acordar ... I can’t wake up... Save me", linhas que Paul McCoy trouxe à vida e que ajudaram a tornar a música um hit.

Uma breve pausa breve para retornarem com "Your Star" e "My Immortal", que envolvam, elevam e mostaram a habilidade de Lee no piano.

"Evanescence" pode se traduzir em "desaparecimento", mas esta banda está brilhante e potente esta noite.

Review Original: Evening Post

15 de novembro de 2011

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Review do show realizado no último dia 13 em Birmingham (Reino Unido), feita pelo site britânico Alt Sounds.
'Fallen', o primeiro álbum do Evanescence, vendeu mais de 17 milhões de cópias, nada fácil para uma estréia e gerou uma enxurrada de Gótico/Metal/Bandas do estilo Sinfônico que gostam de Within Temptation, Nightwish e After Forever. Após o dificultado segundo álbum e as constantes alterações na sua formação, a banda está de volta, após um hiato de cinco anos, com o Evanescence auto-intitulado.

A Academy está abarrotado, principalmente, de meninas adolescentes velhos góticos. Nova música "What You Want" abre o show, esta é uma dos nove novas canções para serem tocadas esta noite. Vocais de Amy Lee poderiam descascar a pintura das paredes. Sem esforço, bate qualquer nota que precise, com poder e precisão.

A multidão irrompe nos riffs de "Going Under", antes de Amy apresentar outra nova música "The Other Side". Uma coisa está aparente até agora, o som. Está muito baixo e na ocasião, diminui o resto dos instrumentos com a ressonância do baixo. Também, a iluminação estava irritante com holofotes enormes iluminado que está na parte de trás do palco para a platéia. Às vezes, era como olhar para o sol, você simplesmente não podia ver a banda. Obviamente, para dissuadir qualquer um que pudesse ser cineasta de video no show (mais sobre isso mais tarde). Não era apenas a música ímpar, ou parte dela, era constante que eu tive que sair da linha de fogo.

O alívio da luz veio quando o piano de Amy foi levado ao palco balada. Poderosa balada "Lost in Paradise", "My Heart Is Broken" e terminando com "Lithium". Amy deu espaço para respirar e nos deixou ouvir a clareza de sua voz sem ter que competir com o P.A. "Sick and Oceans" trazem o nível da energia de volta, em seguida, Amy volta ao teclado com "Call Me When You're Sober" terminando o set de hora de duração com "Bring Me To Life". Se não pudesse ter ficado melhor o retorno da banda com mais 3 músicas, um passeio raro com "Never Go Back", "Your Star" e a assombrosa "My Immortal".

Evanescence tocou um set impecável e Amy Lee deu uma lição de desempenho vocal. Minhas críticas apenas seriam o som em alguns lugares e a iluminação. Também com três longos álbuns poderiam facilmente ter sido mais longos. Mas, parece ser a norma hoje em dia. Lembro-me de um tempo em que se a banda não tocasse por 2 horas, seria vaiada. Além disso, foi uma vergonha para os fãs que estavam na fila desde 09:00 daquela manhã para chegar para chegar no primeiro lugar da fila e foram impedidos de tirarem fotos. A regra que foi imposta pelo regimento de segurança das bandas. Afinal de contas.. quem paga seus salários?

14 de novembro de 2011

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Mais uma review do show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham. Desta vez, feita pelo site Purple Revolver. Confira a tradução e algumas imagens divulgadas pelo site:
Foi uma noite extraordinária de feminino liderando o rock pesado, como os vencedores de prêmios Grammy, Evanescence, rolando pela cidade.

Evanescence começou seu set com "What You Want", a primeira faixa a ser liberada a partir do seu novo álbum auto-intitulado.

Desde o início, ficou claro que eles estavam indo para garantir a última noite da turnê britânica, que seria uma para lembrar e, Amy Lee limitada pelo palco, cantou vocais como se sua vida dependesse disso.

Evanescence fez um mix excelente de músicas antigas e novas em todo o seu set de 90 minutos. A produção de palco era impressionante, sem sombra do talento musical incrível desta banda e tudo mais em consideração, é surpreendente encontrá-los tocando ainda em academias, quando todos os sinais apontam para serem capazes de encher arenas facilmente.

A parte principal do conjunto foi celebrado com o épico "Bring Me To Life", antes de uma pequena pausa e um bis fenomenal com "Never Go Back", "Your Star" e "My Immortal".


Imagens: Purple Revolver

Review: Show em Birmingham (UK), 13/11/2011

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Review feita pelo site britânico Express& Star sobre o show realizado ontem no O2 Academy, em Birmingham (Reino Unido).
Concert review: Evanescence, O2 Academy, Birmingham

Tem sido cinco anos longos para os fãs do Evanescence, mas valeu a pena esperar [para ver] como os roqueiros góticos invadiram o O2 Academy de Birmingham, na última noite de sua turnê pelo Reino Unido. Alguns podem ter pensado que a banda tinha vivido até a definição de seu nome, "desvanecimento, gradual desaparecimento de vista", depois de estar fora dos holofotes por muito tempo. Porém, eles voltaram como se estivessem prontos para provar um ponto.

"What You Want", a faixa de abertura do recém lançado terceiro álbum banda, foi uma declaração de pura intenção, todas baterias tribais e guitarras crocantes tinham a multidão pulando desde o início. A cantora Amy Lee, sem dúvida, a líder da banda, foi totalmente hipnotizante do modo que levou o Evanescence através de um set-list de aproximadamente 90 minutos. Bem equilibrado entre o novo, o álbum auto-intitulado e seus antecessores de vendas milhonárias, "Fallen" e "The Open Door".

Foi uma performance construída sobre o uso da sua assinatura de luz e sombra. No piscar de piano, Lee deu caminho para o ataque total dos guitarristas Terry Balsamo e Troy McLawhorn em grandes sucessos como "Bring Me To Life" e "My Immortal".
O efeito foi arrebatador, dramático e quase operístico. A voz de Lee subiu acima da tempestade que rugia fora do palco, como se o próprio futuro do planeta dependesse disso e a multidão de Birmingham respondeu na mesma moeda, cantando junto.

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