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Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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14 de novembro de 2011

'Eu não gosto de X Factor', diz Amy ao MSN UK

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Pequena matéria publicada pelo site MSN do Reino Unido. Na matéria, Amy Lee diz não gostar de programas do estilo "X Factor", programa que revela talentos (uma espécie do programa "Ídolos" brasileiro). Confira:
Amy Lee: Eu não gosto de X Factor

Amy Lee do Evanescence, revelou que ela não é uma fã de shows séries como The X Factor.

A vocalista de 29 anos de idade, que co-fundou o grupo de rock com o amigo adolescente Ben Moody, prefere assistir potenciais candidatos musicais evoluirem por conta própria, sem a ajuda de um programa de TV.

"Eu não sou uma grande fã, eu tenho que ser honesta. Não é realmente minha coisa", disse ela.

"Eu sou apenas uma fã de pessoas que criam suas próprias coisas. Eu não fui escavada por isso e eu não o sigo."

A banda acaba de lançar seu terceiro álbum, o Evanescence auto-intitulado, após um hiato de cinco anos.

Amy, que apresentou o desempenho do Red Hot Chili Peppers no MTV Awards European Music, em Belfast, explicou: "Este é o primeiro álbum que a banda completa esteve envolvida de forma criativa, e eu acho que dá um novo poder e energia".

"Eu não gostaria de ter um plano. No começo, eu estava apenas fazendo minhas coisas, me casei em 2007 e não sabia qual era o plano para o Evanescence. Mas eu meio que descobri que Evanescence é uma parte gigante de mim e que eu perdi".

Ela acrescentou: "Escrever acontece se quesir ou não, então eu comecei a escrever algum material com a banda, até chegarmos ao material que temos agora".

Matéria Original: MSN UK

  • O “X-Factor” é uma franquia de reality show originária do Reino Unido. Ele foi concebido como o substituto para o Pop Idol, o programa que deu origem ao que hoje são o American Idol e todos derivados dessa franquia da Fremantle Media. É uma competição de canto que já é realizada em diversos países.

    Os programas são produzidos pela empresa Syco TV, de Simon Cowell. O “X Factor” (Fator X) que dá nome ao programa significa o “algo mais” que representa a qualidade de uma verdadeira estrela. O prêmio é geralmente um contrato com uma gravadora (além da publicidade trazida nas fases posteriores do show, não só para o vencedor, mas também para os outros concorrentes classificados). O criador do formato é Simon Cowell, que também jurado e mentor na série. A versão britânica é responsável pelo lançamento de um grande sucesso internacional, a cantora Leona Lewis. Em fevereiro de 2010, foram contabilizados 49 vencedores do X-Factor em todo o mundo.

    A versão americana do X-Factor foi negociada em 2009 e será exibida a partir de 2011 também pela FOX, canal responsável pela transmissão do American Idol. Simon Cowell, mentor e criador do X-Factor já foi confirmado na versão americana.

15 de setembro de 2011

MSN: "fãs de EV continuaram ao lado de Amy"

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Matéria especial publicada no site do MSN Brasil sobre o Evanescence. Tal publicação faz parte de um conjunto de matérias que o site está fazendo sobre as bandas que estarão na programação do evento Rock in Rio. Confira:
SÃO PAULO – Vencedora de dois Grammys, Evanescence é uma das principais bandas de metal alternativo dos Estados Unidos. Formada em 1995 pela cantora e pianista Amy Lee e o guitarrista Ben Moody, a banda estourou rapidamente, tornando o grupo mundialmente conhecido.

“Fallen”, álbum de estreia do Evanescence, rendeu mais de 17 milhões de cópias vendidas, seguido por “Anywhere but Home”, gravado ao vivo um ano mais tarde. Já em 2006, “The Open Door” mostrou a consolidação da banda, com a vendagem de mais de 6 milhões.

O grupo sofreu várias modificações ao longo dos anos. Moody, co-fundador do Evanescence, deixou os companheiros em 2003. Seguido pela saída de Will Boyd, em 2006, e Rock Gray, em 2007.

Contando com influências de Danny Elfman, Type O Negative, Portshead e Sarah McLachlan, a música “Understanding” ficou definida por Moody como “um gótico ridículo de sete minutos”. Apesar disso, a canção fez muito sucesso e, a partir dela, a carreira do Evanescence só melhorou.

O auge da banda chegou no início dos anos 2000, já com David Hodges integrado ao grupo, quando “Fallen” foi gravado. “Bring Me to Life” e “My Immortal” decolaram e deram a visibilidade necessária para o início de uma carreira de sucesso. Já com a formação estabilizada, John LeCompt, na guitarra, Rocky Gray, na bateria, e Will Boyd, no baixo, completaram a banda.

Apesar dos altos e baixos, os fãs de Evanescence continuaram ao lado de Amy mesmo depois da saída de Moody, em 2003, e o desligamento dos outros integrantes. Por isso, a banda é muito esperada aqui do Brasil e estará no Rock in Rio dia 2 de outubro, apresentando-se no Palco Mundo juntamente com Detonautas, Pitty, System of a Down e Guns N’Roses.

Matéria Original: Especiais MSN Brasil Créditos: @Augusto_ev

30 de agosto de 2011

"Isso é sobre a banda. Eu os amo", diz Amy Lee

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Entrevista feita com Amy Lee ao site canadense do msn. Nela, Amy fala sobre o processo de gravação, composição e a ausência da banda no cenário musical, durante esses últimos quatro anos. Confira:

Onde esteve Amy Lee? Aproveitando a vida, seu marido, amigos, cozinhando, aprendendo a tocar harpa e tirando um tempo pra si mesma. A lider do Evanescence não se importa se ele nunca mais retornasse aos holofótes. Sua banda de rock vendeu 15 milhões de cópias do seu debut álbum de 2003, "Fallen", e 5 milhões com o seguinte, The Open Door" de 2007. Quando o ciclo daquela turnê acabou, ela disse "sayonara" por um tempo. Então o fato de que o novo álbum vai ser lançado dia 11 de outubro significa que ela está pronta, disposta e feliz.

"É incrível estar de volta aqui agora por que eu me peguei fugindo e seguindo, 'Okay, Estou disposta a jogar tudo fora nesse ponto...' Lee disse ao MSN. "Tendo aquele sentimento de seguir em frente e aquela desconexão, eu acho que, a liberdade de poder seguir em frente, me fez amar isso novamente...isso fez eu me lembrar do Evanescence, as gravações que fizemos, o modo que nós soávamos. Isso não foi um personagem que criei. É realmente eu. Mas depois de um tempo, isso começou a parecer com um personagem. Eu não estou sempre cantando sobre a fenda mais escura da minha alma, você entende o que eu quero dizer? É tudo tão dramático, o que é real mas depois de um tempo, eu fiquei tipo, 'Cara, eu to cansada disso.'

"Isso é sobre a banda. Eu os amo. Eles são demais," Lee continua. "E essa é a exatamente a mesma formação que tinhamos quando terminamos a turnê antes mas, no geral, quando todo mundo ao redor de você ao mesmo tempo está girando ao meu redor, eu não estou na fama. É legal. Só não é real. Isso não é bem a realidade. É tudo completamente auto-centrado e eu não sou assim. Eu gosto de fazer pelas outras pessoas.

Lee é falante, amigável, pés no chão e muito aberta, sentando numa sala de exibição privada no nível mais baixo de uma um fino hotel Yorkville em Toronto. Ela está na cidade com antecedencia do lançamento do "Evanescence", o terceiro álbum auto-intitulado da banda. A banda - Lee, o baterista Will Hunt, o baixista Tim McCord e os guitarristas Troy McLawhorn e Terry Balsamo - acaba de tocar no Rock On The Range em Winnipeg e retornarão para visitar o Canadá, marcado na Sound Academy de Toronto no dia 25 de outubro e na Metropolis de
Montreal no dia 26. Lee mal pode esperar.

Evanescence - produzido por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush) e mixado pelo canadense Randy Staub (Metallica, Nickelback, Bon Jovi) - é um grande álbum em sonoridade que vai desde o voraz primeiro single introdutório, "What You Want" para a intensa balada "Lost In Paradise". Lee, uma pianista clássica treinada com uma voz de rock excelente e cristalina, também toca harpa em "Swimming Home" e "A New Way To Bleed".

Lee sempre quis aprender a tocar um novo instrumento, mas nunca teve tempo depois da banda ser tornar um sucesso. Então quando o Evanescence saiu da estrada em 2007, seu marido comprou uma naquele natal. "Eu entrei em contato com uma instrutora realmente grande e ela vinha uma vez por semana e eu estava preticando cerca de uma hora por dia e só fazendo isso," diz ela.

Eventualmente ela voltou para o piano escrevendo músicas por si só, enquanto também colaborava com McCord, Balsamo e uma programador amigo deles, também chamado Will Hunt (pra confundam com o baterista do Evanescence). "Essa foi uma jornada experimental muito legal, mas foi realmente como música solo que eu estava trabalhando," Lee percebe agora. Na época, no entanto ela pensou que aquilo fosse para o Evanescence.

"Eu não nos dei tempo o bastante pra realmente criar juntos pra fazer disso um album do Evanescence", Lee explicou. "Então eu saquei a arma. Aquilo foi parte disso. Steve Lellywhite não era o produtor certo (ela originalmente contratou Lillywhite, um produtor veterano para o U2, Peter Gabriel e 30 Seconds To Mars). Nós só não estavamos prontos. No fim do dia, eu estava tipo, 'Okay, por alguma razão isso não tá funcionando. Não está soando como eu pensei que seria e eu não consigo lançar algo que não me deixa feliz' Eu nunca vou fazer isso."

A partir do momento que Raskulinecz entrou em cena, Lee teve uma visão mais clara da direção.

Depois de ir para o estudio pela primeira vez e nãoe estarmos prontos, nós apenas ficamos cheios. Desperdiçamos meses na época juntos - Tim, Terry e eu - do ultimo verão em diante," disse Lee. "Nós ficamos na minha casa por um mês; fomos para um lugar remoto na California por um mês; fomos e trabalhamos com um baterista na Florida por um tempo e ficamos constantemente martelando sessões e finalmente conseguimos.

"Eu realmente acredito que cada pessoa na banda trás algo único a mesa", adiciona Lee, que teve muitos colegas de banda deixando a formação desde que o Evanescence foi formado em 1995, incluindo o co-fundador Ben Moody.

"É sutil, mas honestamente, eu acho que a maior diferença dos outros álbuns é que apenas uma ou duas pessoas escreveram as músicas e então todo mundo também meio que chegou no último minuto, tocou seus instrumentos, o que é totalmente normal; não há nada errado com isso. Isso não significa que não somos uma banda," ela disse ironicamente, obviamente recordando ouvir esse tipo de comentário no passado. "Muitas bandas fazem isso. Existem os principais compositores. Mas dessa vez há investimento nas composições, giros reais e partes criadas por todos e um monte de músicas que criamos com todos nós sentados ao redor de nosso instrumentos em um set ao vivo apenas improvisando. Isso foi totalmente novo pra mim. Isso fez com que parecesse uma banda ao vivo, uma energia ritmica.

"Esse tipo de entusiasmo é contagioso e sai de todos, fazendo disso o time perfeito para o retorno do Evanescence ao mercado - após, descansarem bem e ficarem revigorados. "Bem eles investiram," diz Lee. "Somo um time. Paremos mais um time. E sou a diretora, mas nós todos estamos a bordo e investimos e se algo não funcionar, nós todos vamos ficar tristes; se as cosias forem bem, nós todos vamos celebrar. É mais como isso."

Matéria Original: MSN Entertainment Tradução: @Ruan_Ell

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