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Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

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Quando amor e trabalho se unem

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Na trilha do passado, outubro de 2003
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23 de junho de 2012

"Sou a mesma pessoa, com o mesmo coração"

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Amy: No "Fallen" há muita insegurança
Em entrevista ao site Rolling Stone Middle East, Amy admite não pensar em próximo disco imediatamente, porém, garante que não levará mais cinco anos; e que álbum solo é muito provável. Para ela, algumas pessoas pensam que Evanescence resume apenas à “Bring Me to Life”, “My Immortal” - o que a deixa com raiva.
É difícil de acreditar que Amy Lee, fundadora do Evanescence, ainda fique nervosa antes do show. Mas abrir para lendas do rock acontece isso: “Nós estamos em Lisboa para tocar no Rock in Rio”, disse Lee, por telefone. “Vai ser uma grande noite, vamos abrir para o Metallica. Só um pouquinho de pressão”. Isso, e novos públicos – algo que o Evanescence vai experienciar esse mês quando tocarem em Dubai e Beirute. “Estou nervosa para tocar nesses dois países e estou animada, porque eu sei que as pessoas vão nos ver tocar pela primeira vez. E eu quero que nós façamos o nosso melhor.”

Tem sido muito tempo entre os álbuns do Evanescence. Por que?

Sempre acreditei em qualidade e não em quantidade. Eu apenas senti que não valia a pena lançar algo que não estava bom. Algumas pessoas podem escrever cinco músicas por dia, mas eu não sou assim. Eu vou gastar semanas trabalhando nas letras de uma música. Quando eu fico criativa, isso significa que é hora de lançar um álbum. Não, “Ok, nós fizemos tudo bem e as pessoas ainda sabem quem somos. Vamos lançar outro álbum”. Eu só estava pensando sobre isso recentemente, porque o Garbage voltou. E eu estava pensando, “Tem sido sete anos desde o último álbum deles, não posso acreditar que as pessoas não estejam se interessando em mim.”

Isso também significou que seus álbuns soam mais diferentes.

Acho que meus gostos estão mudando. Ainda sou a mesma pessoa; Eu tenho o mesmo coração. Eu ainda sou a mesma pessoa que foi influenciada por Nine Inch Nails, Björk, Portishead e Nirvana quando eu era jovem. Mas não é que eu esteja escutando essas bandas o tempo todo. Além disso, quando fizemos o Fallen, eu estava tentando descobrir quem eu era – eu era uma adolescente. Quando eu escutava o nosso som, eu via muita insegurança em mim. Eu tinha medo de fazer coisas que poderiam ser percebidas como não ‘heavy’, ou ‘rock & roll.’ Quando fiquei mais confiante, e mais velha, eu comecei a fazer mais o eu queria. O que eu gostava. Eu acho que isso nos levou, musicalmente, em uma direção mais pesada, espantosamente.

Haverá outra longa espera para o próximo álbum?

Não tenho nenhum plano. Eu não sei o que dizer, com exceção que eu tenho que esperar novamente, mas não quero prever esperar mais cinco anos. Entres os dois primeiros álbuns, nós saímos de uma turnê mundial para escrever, gravar e tal. Então, eu precisava de umas férias, e precisava me conhecer fora da banda. Eu não sinto mais essa necessidade louca. Então não, não acho que vai demorar. Mas vou ficar com a mente aberta. Teremos que esperar e ver.

Você já contornou o rumor de um álbum solo?

Acho que isso é totalmente possível. É possível. Quando estávamos escrevendo na última vez, eu estava escrevendo músicas que não se encaixavam no Evanescence. E eu nunca senti isso antes. Há músicas no álbum, como “Swimming Home”, que se encaixaram. Eu pensava, “Não sei se é uma música do Evanescence ou não. Talvez seja só uma solo.” Então eu sei que há música em mim que soa de outro jeito, eu acho. Eu não tenho um plano ou tempo específico, mas acho que isso [o álbum solo] vai acontecer em algum momento.

Você se preocupa que as pessoas tentam separar você da banda?

Espero que não. Às vezes sinto que não importa o quão boas as nossas músicas novas são, sempre haverá pessoas que pensam que nós só temos “Bring Me to Life”, “My Immortal”, e  nem se importam em ver as novas músicas. Eu odeio isso. Eu sinto que crescemos, como banda, até à plena maturidade depois desse momento. Estou sempre tentando nos colocar em novos lugares, sair em turnê com bandas diferentes, tocar em festivais diferentes onde as pessoas não necessariamente podem nos ouvir por escolha – mas eles podem ouvir e pensar, “Nossa! Esse é o Evanescence agora? Eu gostei, vou ver as músicas novas deles.”

Você sente pressão ao tocar as músicas velhas na turnê?

Eu tenho confiança nelas. Eu vim a perceber que elas são como pepitas de ouro que mantêm as pessoas que não são fãs ficarem interessadas. Quando você está em um show e você escuta uma músicas que você conhece, você vai entrar na vibe porque é ao vivo, e é divertido. Nós podemos tocar um monte de músicas novas, mas adicionamos “Bring Me to Life” para manter todo mundo interessado, para que eles não percam o foco [risos]. Ela é também uma ótima música para terminar o show.
Tradução: @Amy_LeeBrasil

It’s hard to believe that Evanescence founder Amy Lee still gets nervous before a show. But opening for rock legends can do it: “We’re actually in Lisbon to play Rock in Rio,” Lee says, over the phone. “It’s going to be a big one tonight, we’re opening for Metallica. Just a little bit of pressure.” That, and new audiences – something Evanescence will experience this month when they play in Dubai and Beirut. “Those are the ones that I get the most nervous and excited for, because I know a lot of people are getting to see us for the first time. And I really want it to be us at our best.”

There’s been quite a gap between Evanescence albums. Why is that?

I’ve always been a believer in quality not quantity. I just feel like it’s not worth putting something out if it’s not great. Some people can knock out five songs a day, but I’m not that person. I’ll spend weeks laboring over the lyrics of a song. I just wait until I need to write. When I get creative, that means it’s time to put out a record. Not, “OK, we just did really well and people still know who we are. Let’s put out another record.” I was just thinking about this recently because Garbage is coming back. And I was thinking, “It’s been seven years since their last album, I can’t believe everybody’s giving me so much shit.”

It’s also meant your records sound quite different.

I guess my tastes are always changing. I’m the same person; I have the same heart. I’m still the same person that was influenced by Nine Inch Nails, Björk, Portishead, Soundgarden and Nirvana when I was young. But it’s not like I’m listening to those bands all the time anymore. Plus, when we madeFallen, I was definitely still trying to figure out who I was – I was a teenager. When I listen to it, I hear a lot of insecurity in myself. I was afraid to do things that could be perceived in any way as not being ‘heavy,’ or not ‘rock & roll.’ As I got more confident, and grown up, I started doing more of whatever I want. Whatever I like. I think that’s actually driven us, musically, in a heavier direction, surprisingly.

Will there be another long wait for the next record?

There’s no plan. I don’t know what to say other than I have to wait again, but I don’t anticipate waiting five years. Between the first two records we went straight from touring the world for a year-and-a-half, into writing, into the studio, into doing it all again. So, I needed a break, and I needed to know myself outside of the band a little bit. I don’t feel that crazy need like I did back then. So no, I don’t think it will be that long. But I’ll stay open-minded. We’ll have to wait and see.

Will you ever get round to the long-rumored solo LP?

I think it’s totally possible. I think it’s probable. When we were writing [for the band] the last time, I was writing songs that I didn’t feel fit for Evanescence. And I’d never felt that way before. There are songs on the record, like “Swimming Home,” that made it through, but were kind of in that place. I was like, “I don’t know if this is an Evanescence song or not. Maybe this is just a solo song.” So I know that there is music in me that is something else. I think. I don’t have a specific plan or time, but I think it will probably happen at some point.

Do you worry that people struggle to separate you from the band?

I hope not. I sometimes feel like, no matter how great I think our new songs are, there will always be people who think of us in terms of “Bring Me To Life,” and “My Immortal,” and they don’t even bother checking out the new stuff because they’ve written it off already. I hate that. I feel like we really grew, as a band, to full maturity after that point. I’m always trying to put us in new places, touring with different bands, playing at different festivals where people might not necessarily listen to us by choice – but they might hear it and think, “Oh. That’s Evanescence now? I like it, I’m going to check them out.”

Do you feel pressure to play those tunes on tour?

I rely on them. I’ve come to realize that there are these golden nuggets that keep people who aren’t even fans interested. When you’re at a show and you hear a song you know, you’re going to get into it because it’s live, and it’s fun. We can play a bunch of new material, but insert “Bring Me To Life” to keep everybody interested if they were starting to lose it [laughs]. It’s also a great show-ender – that’s what it’s really become for us. We can end with a big bang where everybody can sing along

8 de janeiro de 2012

Em terceiro disco, Amy Lee busca o lado pop

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Com o título "Em terceiro disco, Amy Lee busca o lado pop", a edição brasileira da revista Rolling Stone fez uma pequena matéria sobre o novo álbum do Evanescence. Confira:
Em terceiro disco, Amy Lee busca o lado pop

Das duas, uma: ou o evanescence está desesperado para fugir de rótulos ou quer pegar um atalho para algum caminho que só vai encontrar, talvez, no quarto disco. Neste terceiro CD de estúdio e o primeiro desde The Open Door (2006), a banda soa um pouco mais pop do que nos dois álbuns anteriores e, apesar de uma ou outra letra que ainda a associe ao gênero, também parece buscar cada vez mais distância do chamado metal gótico.

Funciona como um trabalho de transição e denuncia o que se poderia ser considerado um amadurecimento indeciso da banda. A vocalista e pianista Amy Lee, única que sobrou da formação original de 16 anos atrás, ressurge meio perdida entre melodias que a aproximam de cantoras do pop rock.

Ainda há riffs de hard rock e metal como em “Never Go Back”, mas na maior parte das canções as guitarras funcionam apenas como uma base que não chama muito a atenção. Já a voz e as melodias impostas pela vocalista decretam que perdeu definitivamente o sentido chamá-la de musa do gótico. Está mais apropriado encaixá-la na lista de ascendentes ao patamar pop.

O Evanescence tocou no Rock in Rio 2011 na noite de bandas pesadas como Guns N’ Roses e System of a Down. Mas, se o repertório fosse exclusivamente com faixas deste novo CD, a banda não faria feio na noite do Coldplay.


22 de outubro de 2011

Evanescence traz rock de volta ao topo

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Confira a matéria publicada no site Rolling Stone Music:
VENCEDOR DA SEMANA: Rock.
Confira o rank (artistas de rock) de venda de álbuns da semana no iTunes:

1º - Evanescence
3º - Five Finger Death Punch
5º - Ryan Adams
8º - Coldplay
Na Billboard, Evanescence lidera com 127 mil cópias vendidas!

A Rolling Stone Music aposta em Evanescence e Coldplay para as próximas semanas e anuncia que o perdedor da semana foi a velha guarda pop (Lady Gaga, Lil Wayne).
VENCEDOR DA SEMANA: Rock. Dê uma olhada no chart de álbuns do Itunes dessa semana: Evanescence (Número um), Five Finger Death Punch (Número três), Ryan Adams (Certo, ele é county-rock, mas ainda assim, Número quatro) e Coldplay (Número oito). Além do mais, na Billboard 200, o álbum top-ranking do Evanescence vendeu 127,000 cópias, com um único single, “What You Want”, que pulou do Número 15 para o Número 13 no chart de Rock. Todos os anos, nomes do rock, dos Strokes ao Cake, têm feito grandes estréias mas logo em seguida caem, mas parece que pelo menos alguns deles como o Evanescence e o Coldplay tiveram a chance de mudar isso. Além disso, nós não apostariamos muito no poder de permanência do Five Finger Death Punch, embora a banda de metal de Los Angeles tenha vendido 91,000 copias na primeira semana.

Matéria Original: Rolling Stone Music

1 de outubro de 2011

RollingStone Brasil entrevista Amy Lee

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Aproveitando a passagem da banda Evanescence para realizar show no Rock in Rio 2011, o site brasileiro da revista Rolling Stone, entrevista a cantora Amy Lee. Ela chega a falar um pouco sobre visão de telespectadora diante do episódio 5 do show do Rock in Rio 2011 e exclama que virá ano que vem para América Latina. Confira abaixo um trecho retirado da matéria:
Voltando ao assunto Rock in Rio, Amy Lee comentou o festival um pouco do ponto de vista de expectadora. “Ontem assisti ao show do Lenny Kravitz. Ele foi incrível. Adoraria trabalhar com ele. Aliás, quem não gostaria? Vi o show da Ivete Sangalo, gostei também.” Quando a frontwoman fica sabendo que Pitty, uma cantora roqueira e que já foi bastante comparada à ela, até pelo tipo físico, se apresenta logo antes do Evanescence, se empolgou parar assistir. “Parte do que é tão legal de festivais é poder ver essas coisas, especialmente quando eles são fora do país. Em outros locais, existem atrações que são gigantescas, mas que a gente desconhece. Muitas vezes, vamos embora com um novo artista favorito.”

No mais, Amy Lee prometeu voltar ao país no ano que vem, com essa mesma turnê, para uma apresentação só do Evanescence. Ela comentou que recebe mensagens no Twitter de fãs de toda a América Latina aflitos pela confirmação de datas em países como México, Colômbia, Argentina e Chile. “Não fechamos os dias ainda, mas é certo que vamos. É que antes estamos comprometidos com as datas nos Estados Unidos.”
Confira a matéria na integra, aqui!

30 de setembro de 2011

Pitty: "Garotas cantando em banda de rock"

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Em uma entrevista dada ao site da revista Rolling Stone Brasil, a cantora baiana Pitty fala sobre sua apresentação no Rock in Rio 2011 e comenta sobre as comparações que existem entre ela e Amy Lee.
Pitty comenta sua apresentação no Rock in Rio

Cantora sobe ao Palco Mundo no dia 2 de outubro; "É muito foda pra qualquer banda participar de um festival desse porte", afirma

Pitty e sua banda integram o line-up da edição de 2011 Rock in Rio no dia 2 de outubro, mesma noite do Guns N’ Roses. A cantora conversou com a Rolling Stone Brasil sobre sua primeira vez no festival.

“É muito foda pra qualquer banda participar de um festival desse porte. Transmissão em TV, internet, um alcance muito grande, um público massivo. Sinto-me honrada em pisar naquele palco. Teremos uma hora de show, então será bem direto ao assunto”, diz. O repertório, segundo ela, passará pelas diversas fases da banda. “Por ser um público heterogêneo, acho legal tocar as músicas mais conhecidas; não é um show só para fã, que sabe todos os lados B.”

Pitty e sua banda sobem ao palco Mundo às 20h10, antecedendo a apresentação do Evanescence – banda também comandada por uma mulher, a norte-americana Amy Lee. Sobre as comparações com a cantora gringa, Pitty afirma achar "que vem mais do fato de sermos garotas cantando em banda de rock, do que musicalmente falando". "Um pouco da identidade visual que eu tinha no começo, talvez. O som deles é mais calcado em metal melódico, vocais líricos. O nosso também tem influência de metal, mas mistura com um monte de coisa que a gente ouve; de punk rock a grunge, e coisas mais indie.”

Matéria Original: Rolling Stone Brasil

28 de setembro de 2011

Rolling Stone: Os álbuns mais quentes da estação

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Lista feita pelo site Rolling Stone com os álbuns mais esperados e mais "quentes" que serão lançados nesse segundo semestre. O álbum Evanescence se encontra na listagem.
Evanescence – ‘Evanescence’ (11/10)

Depois de quatro anos longe da música, Amy Lee está de volta com uma nova banda. “Eu estava tentando me encontrar”, a cantora diz. “Eu só precisava ser normal um pouco”. No terceiro álbum do Evanescence, Lee adicionou um toque de electro-pop em sua sonoridade. “Eu comecei a ficar inspirada pelo MGMT e eu sempre amei Portishead e Massive Attack”, ela diz. “Eu finalmente encontrei o ponto ideal quando eu combinei isso com o Evanescence.”

Matéria Original: Rolling Stone Music

21 de setembro de 2011

Rolling Stone: EV divulga tracklist de novo álbum

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Nota publicada no site da revista Rolling Stone Brasil sobre a divulgação da tracklist do álbum Evanescence, pelo próprio site oficial da banda.
Evanescence divulga tracklist de novo álbum
Disco homônimo conta com doze faixas e chega às lojas em 11 de outubro; assista ao clipe de "What You Want"

Foi divulgada nesta quarta, 21, a tracklist do novo disco do Evanescence, que não lançava material inédito desde The Open Door, de 2006. O disco, homônimo, será lançado no dia 11 de outubro, pela Wind-Up Records.

"'What You Want', o primeiro single, fala sobre como, se você está infeliz, precisa mudar sua vida, porque só se tem uma", contou a vocalista Amy Lee à Rolling Stone Brasil na edição de setembro.

Muito do disco é sobre a minha relação obsessiva com o próprio Evanescence e como, para me encontrar, tive que me afastar disso. No fim, liberdade não é liberdade se você é escravo de fugir de seus problemas."Assista abaixo ao clipe de "What You Want" e veja a tracklist de Evanescence:


1 - "What You Want"
2 - "Made of Stone"
3 - "The Change"
4 - "My Heart Is Broken"
5 - "The Other Side"
6 - "Erase This"
7 - "Lost in Paradise"
8 - "Sick"
9 - "End of the Dream"
10 - "Oceans"
11 - "Never Go Back"
12 - "Swimming Home"

Matéria Original: Rolling Stone Brasil Créditos: @Augusto_ev

16 de setembro de 2011

Scan: Entevista à Rolling Stone

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A seguir, o scan da entrevista feita com Amy Lee à revista Rolling Stone Brasil. Esta edição traz três capas distintas, porém todas com mesmo conteúdo: Especial Rock in Rio 2011. A edição 60 traz Kate Perry, Metallica e Red Hot em cada uma dessas três capas. A entrevista com Amy Lee se encontra na página 32 e o preço da revista é R$ 10,90. Confira a entrevista e o scan:
5 PERGUNTAS
De volta à Obsessão
Amy Lee fala do novo álbum do Evanescence e sobre o Rock in Rio

“Sempre que ouço um disco antigo, é uma viagem no tempo. Essa é outra fotografia do tempo para mim”, diz a vocalista Amy Lee sobre o novo álbum do Evanescence, que leva o nome da banda. Falando animadamente, ela não lembra a cantora intensa, dark e teatral que sobe ao palco. O disco, com letras parcialmente inspiradas pela própria história de Amy com o Evanescence, sai dias depois da apresentação do grupo no Rock in Rio.

Foi um longo processo até "Evanescence" sair. Como foi esse período e quanto das características do som de vocês sobreviveu?

Começou quando terminamos a turnê de The Open Door, em 2007. Segui meu caminho, fui me redescobrir. O Evanescence me definiu, por muito tempo. Quando estou envolvida nisso, é tudo que faço. Não tem pela metade comigo. Passei esse tempo vivendo a vida com meu marido. Mas amo música, quando vi estava compondo de novo e sem a banda. Conforme escrevia, me apaixonei de novo pelo Evanescence e quis fazer um disco que fosse “Evanescence agora”, com tudo que a gente mais gosta do grupo.

Liberdade parece ser um tema nas letras. De onde vem isso?

"What You Want", o primeiro single, fala sobre como, se você está infeliz, precisa mudar sua vida, porque só tem uma. É uma mensagem para mim mesma, sobre sair do casulo e encarar o exterior. "Volte ao que ama, ao que você é." Ainda componho para me curar. Só estou mais madura e agora não acho mais que estou para morrer o tempo todo. Muito do disco é sobre a minha relação obsessiva com o próprio Evanescence e como, para me encontrar, tive que me afastar disso. No fim, liberdade não é liberdade se você é escravo de fugir de seus problemas.

O burburinho, quando começavam a gravar, era que seria um disco bem eletronico e com inflûencias de Depeche Mode. O quanto disso ficou?

Isso foi parte da jornada, mas não sobrou nada do que fizemos naquela época. A banda entrou muito na composição no fim, e essa é a grande diferença do disco, não é tão meu, por isso inova. E eu sempre fui influenciada por Depeche Mode e Massive Attack, por isso entrou um pouco, mas não é aquela coisa sonolenta. Misture desse groove com um rock agressivo.

Inicialmente, Steve Lillywhite (U2, Siouxsie and the Banshees) produziria o trabalho, mas Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Velvet Revolver) acabou assumindo. Por quê?

A Verdade é que era como se estivéssemos fazendo dois discos, ele não era a pessoa certa. Já tinhamos a maior parte das músicas quando descobri que um mesmo cara tinha produzido dois dos nossos discos preferidos dos últimos tempos: Black Gives Way to Blue, do Alice in Chains, e Diamond Eyes, do Deftones. Então, tinha de ser o Nick.

Este é o primeiro Rock in Rio brasileiro do Evanescence e o show pouco antes do disco sair. Como será?

Foi uma loucura em Portugal e imagino que deva ser ainda maior no Brasil, porque o festival está voltando pra casa. Planejamos tocar muitas músicas novas, não aguento mais esperar, cansei de tocar só as velhas. Não tem público melhor para ouvi-las do que os fãs brasileiros, que são muito entregues. Mesmo quando a gente estava fora de circulação, recebia muitos tweets em português pedindo shows.

13 de setembro de 2011

Amy: "Evanescence me definiu por muito tempo"

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O site brasileiro da Rolling Stone trará em sua próxima edição uma matéria com o Evanescence. Nela, uma pequena entrevista com Amy Lee, onde ela responderá cinco perguntas. A revista estará disponível a partir do dia 16 de Setembro. Confira o trecho publicado no site da revista:
5 PERGUNTAS - De Volta à Obsessão
Amy Lee fala do novo álbum do Evanescence e sobre o Rock in Rio

Leia abaixo um trecho da matéria publicada na edição 60 da Rolling Stone Brasil, setembro/2011
“Sempre que ouço um disco antigo, é uma viagem no tempo. Essa é outra fotografia do tempo para mim”, diz a vocalista Amy Lee sobre o novo álbum do Evanescence, que leva o nome da banda. Falando animadamente, ela não lembra a cantora intensa, dark e teatral que sobe ao palco. O disco, com letras parcialmente inspiradas pela própria história de Amy com o Evanescence, sai dias depois da apresentação do grupo no Rock in Rio.

Foi um longo processo até Evanescence sair. Como foi esse período e quanto das características do som de vocês sobreviveu?

Começou quando terminamos a turnê de The Open Door, em 2007. Segui meu caminho, fui me redescobrir. O Evanescence me definiu, por muito tempo. Quando estou envolvida nisso, é tudo que faço. Não tem pela metade comigo. Passei esse tempo vivendo a vida com meu marido. Mas amo música, quando vi estava compondo de novo e sem a banda. Conforme escrevia, me apaixonei de novo pelo Evanescence e quis fazer um disco que fosse “Evanescence agora”, com tudo que a gente mais gosta do grupo.

Nota Original: Rolling Stone Brasil

23 de agosto de 2011

Artigo sobre o novo álbum pela Rolling Stone

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O site da revista Rolling Stone elaborou um artigo sobre o novo álbum do Evanescence, resumindo bem sobre o conceito da origem desse terceiro da banda e sobre o trabalho criado nas músicas. Confira abaixo o texto traduzido pelo o Immortal Essence:

Amy Lee faz um preview de novas música do Evanescence

O fãs de Evanescence esperarm cinco anos para a banda lançar um novo álbum - isso não é nenhuma surpresa já que a vocalista Amy Lee está obcecada para lançar o terceiro álbum direito. Antes de ir para Liberty Studios em Toronto na noite passada para uma sessão de reprodução de cinco faixas já masterizadas, ela passou a manhã mostrando ouvindo as músicas do álbum Evanescence, que sai dia 11 de outubro e foi produzido por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush).
"Eu literalmente estava refinando um mix passado, enquanto nós estávamos prontos e por isso estou 15 minutos atrasada. Até o último momento é como 'Espere! Só mais uma coisa! Uma coisinha mais!" Lee disse para a Rolling Stone.

Na Liberty, porém, ela parecia animada para compartilhar finalmente a nova música com a multidão de cerca de 30 pessoas. "Acabamos trabalhando muito duro durante muito tempo neste disco e estamos totalmente orgulhos e animados por estar em turnê novamente", ela disse enquanto a sessão começava.

A cantora e pianista, em seguida, entrou em uma pequena sala de controle e começou a tocar o primeiro single, "What You Want" (que está nas rádios agora). A canção abre com a voz de Lee, assombrando cristalinamente, implorando "Do what you what you want if you have a dream for better." Lee levantou-se e ouviu, com um copo de vinho tinto na mão, balançando a cabeça ao som daquela grande força industrial, mormurando junto a algumas das palavras. Quando a música terminou, ela deixou escapar um "woo-hoo".

Próximo passo: "The Change", que começa com uma vibração suave que cresce mais insistente, mas quando chegou ao fim e a próxima faixa, "The Other Side", começou logo em seguida, Lee reclamou: "Vamos lá! Cortou o final?" Mas ela foi logo batendo levemente a mesa com seu punho esquerdo junto da terceira música, com seu groove mais afiado, e continuou.

"My Heart Is Broken", que começa suave com piano e vocais, rapidamente elevou a intensidade e Lee voltou para a sala principal e mostrou as duas últimas músicas lá. Ela voltou para a sala de controle para o final da balada apaixonada "Lost In Paradise", um candidato provável para um single. "Cara, eu quero ouvir a coisa toda", ela exclamou depois que todas as cinco canções tinham sido tocadas. "Mais uma!"

Matéria Original: Rolling Stone

20 de julho de 2011

Evanescence em matéria do RollingStone Music

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O Evanescence ganhou mais uma matéria no site RollingStone. Dessa vez, a cantora revela um pouco do que afastou de Evanescence por alguns tempo e também de sua volta com músicas dark e épicas. Leia a matéria abaixo traduzida pelo o site AmyLeeBrasil.


Amy Lee animada com o retorno após jejum de cinco anos.

Evanescence não vinha com um novo álbum desde The Open Door de 2006 – mas a vocalista Amy Lee está preparada para o lançamento de Evanescence em 11 de outubro. Lee, mudou para Nova York antes de se casar perto do fim da última turnê da banda em 2007, diz que passou a maior parte do tempo “tentando se encontrar novamente como humano. A fama toda, ser celebridade, ser o centro das atenções, não é totalmente ser eu. Eu prefiro ser amiga de alguém e ser normal só um pouco. Eu precisava comprar a minha própria comida um pouco e não ter um carro e ser apenas como todos os outros Nova Yorkinos. Então isso foi uma grande parte disso, apenas eu sendo eu novamente sem a parte do Evanescence.”

Mas agora, ela está feliz de estar de volta. “Eu meio que fugi disso no meu próprio coração e do cérebro um pouco”, diz Lee. “E para voltar a isso e tê-lo apenas ser, para mim, agora, melhor do que nunca, me sinto muito bem.”

Ela até conseguiu encontrar algumas maneiras de incorporar sua pausa dentro do novo álbum, que foi produzido por Nick Raskulinecz (Deftones, Foo Fighters, Alice In Chains). Lee faz sua estréia no álbum tocando harpa, que ela assumiu depois que seu marido deu a harpa de presente. Depois, há o seu próprio gosto musical diversificado. “Eu me lembro quando ouvi MGMT pela primeira vez, o primeiro álbum deles – Eu amei, amei. E eu realmente comecei a ficar inspirada em torno desse tempo, com sintetizadores e coisas que eu sempre amei: Portishead, Massive Attack, essas coisas eletrônicas”, diz ela. “Um pouco disso foi feito [no álbum]. Mas eu acho que quando eu finalmente encontrei o ponto ideal, era combinar as duas coisas, combinando Evanescence com alguns elementos novos.”

Lee diz que tem mais confiança agora como músico do que ela nunca teve antes – e isso é refletido no novo álbum. “Estamos tendo uma explosão fazendo música dark épica”, diz ela. “Eu não preciso sentir que tem que ser alguma coisa certa, isso não tem que ser tudo dark e assustador ou algo assim. Pode ser apenas ótimo.”
Para conferir a matéria original, clica aqui.

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