Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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30 de abril de 2013

Cabelos vermelhos e de volta ao palco, por uma noite

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Figurando cabelos vermelhos, Amy surpreende e retorna aos palcos para cantar "Break In" ao lado de Lzzy Hale do Halestorm, por uma noite. Show ocorre no Roseland Ballroom de  Nova York.


Halestorm, ex-companheiros do Evanescence na Carnival of Madness Tour 2012, está em turnê pelos Estados Unidos pela HardDrive Live Tour 2013 ao lado de bandas como Bullet for My Valentine, Young Guns e  Stars In Stereo.

Thanks to: @arejayhale
rElembrando...

11 de fevereiro de 2013

Grammy 2013: Halestorm — "Hard Rock/Metal"

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Halestorm: Hard Rock/Metal Performance winner - Grammy Awards 2013
Companheiros de turnê do Evanescence em 2012, Halestorm vence categoria 'Hard Rock/Metal Performance' no Grammy Awards 2013 — com o single ‘Love Bites (So do I)’.
O HALESTORM- maior força do hard rock estadunidense que apareceu na última década- teve seus esforços reconhecidos pela indústria fonográfica e arrebatou o prêmio GRAMMY nessa noite do dia 10 de fevereiro, na categoria ‘Melhor Performance Hard Rock/Metal’, com a faixa ‘Love Bites [So do I]’. A faixa está no último álbum da banda, ‘The Strange Case Of‘, lançado em 2012.

A banda – liderada pela semideusa LZZY HALE – compareceu à cerimônia para receber o prêmio.
Imagem 
Fonte: Whiplash Net

7 de setembro de 2012

Amy Lee no “Hottest Chicks In Hard Rock” de 2012

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Hottest Chicks In Hard Rock
“A cima de tudo, ela é extremamente divertida e super pé-no-chão” — Amy Lee

Após ser eleita a “Garota Mais Quente do Hard Rock” (Hottest Chicks In Hard Rock) no ano passado, Amy Lee está como segunda colocada na edição de 2012 da premiação promovida pela Revolver Magazine. Em primeiro lugar, a mais nova amiga de Amy, Lzzy Hale, do Halestorm. A revista já está disponível e traz outros nomes como Taylor Momsen, Ash Costello, Christina Scabbia, Maria Brink e muito mais.
  1. Lzzy Hale (HALESTORM)
  2. Amy Lee (EVANESCENCE)
  3. Taylor Momsen (PRETTY RECKLESS)
  4. Ash Costello (NEW YEAR’S DAY)
  5. Brooklyn (PICTURE ME BROKEN)
  6. Maria Brink (IN THIS MOMENT)
  7. Kimberly Freeman (ONE-EYED DOLL)
  8. Anissa Rodriguez (EYES SET TO KILL)
  9. Alexia Rodriguez (EYES SET TO KILL)
  10. Christina Scabbia (LACUNA COIL)
revolver magazine scan
Ela disse que era "gordinha e tinha o cabelo enorme" no ensino médio. Foi auto-proclamada a "nerd do coral" na escola, onde mateve-se fora dos problema — levando uma suspensão apenas uma vez — por andar de patins em um corredor ao lado da sala de aula quando tinha 17 anos. Tendo formado o Evanescence ainda uma adolescente (ela e fundador/guitarrista Ben Moody se conheceram em um acampamento juvenil), Lee cresceu para se tornar uma genuína deusa do rock, agraciando a capa desta edição anual no ano passado. O álbum auto-intitulado de sua banda esteve no topo das paradas em 2011, levando para casa o troféu de The Best Vocalist no show do Golden Gods em abril deste ano.
Tradução e adaptações: Evanescence Rock Brasil
“She has said that she was "chubby and had poofy hair" in middle school, and was a self-professed "choir nerd" in high school who stayed out of trouble and only got detention once - for roller-skating in a hall between class when she was 17. Having formed Evanescence as a teenager (she and founding guitarrist Ben Moody met at youth campo), Lee has grown up to become a bona fide rock goddness, gracing the cover of this annual issue last year, topping the charts with her  band's 2011 self-titled comeback album, and taking home the Best Vocalist trophy at April's Golden Gods award show” — Thanks to: Taylormomsenbrasil.com

29 de agosto de 2012

“Uma grande base de fãs tão apaixonada” — Amy

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“But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base” — Amy Lee
“Eu acho que o número de seguidores que você tem no Facebook é mais verdadeiro do que ler quantos álbuns você vendeu — o que é meio hilário” — Para Amy Lee, números de vendas de discos não mais refletem a verdadeira medida de sucesso. Em entrevista ao site Daily Tribune, Amy diz que sempre houve “lutas” na elaboração de um álbum e se diz sortuda por ter uma base de fãs tão apixonada.
Amy Lee e o resto do Evanescence permitiram-se a um leve suspiro de alívio desde que o grupo lançou seu álbum auto-intitulado há 10 meses.

Reconhecendo que ela "não sabia como as pessoas iriam reagir, ou se ainda haveria uma audiência [para o Evanescence]", Lee estava enganada, porém prazerosa pelo "Evanescence", o primeiro álbum da banda em cinco anos, que estreou na posição número 1 da Billboard 200. [Amy] também recebeu um par de prêmios no Loudwire Music Awards, pelo 'Retorno do Ano' e 'Canção de Rock do Ano' ("What You Want") e foi nomeada como 'Melhor Vocalista' no Golden Gods Awards, da revista Revolver no início deste ano — também nº 1 no Hottest Chick in Hard Rock.

E este sucesso, de Lee e companhia, os trouxeram como líderes da atual turnê Carnival of Madness — como uma marca de vitória — embora Lee não acredite que seja a única estrela do show.

"Eu tenho que ser honesta, eu me tornei uma grande fã do Halestorm" — e, especialmente, uma fã desse grupo de Lzzy Hale, notifica Lee. "É muito raro ter o prazer de estar em turnê com outra mulher. Mas a cima de tudo, ela é extremamente divertida e super pé-no-chão. Sendo assim, essa realmente tem sido a minha parte favorita até agora — e os shows foram ótimos".

Carnival of Madness pega o Evanescence na sua campanha [de divulgação] do "Evanescence", o qual estreou no Top 10 de vários países. "Nós apenas demos uma pausa na turnê", diz Lee, 30 anos, que co-fundou o Evanescence em 1995 e continuou depois uma divisão acirrada com seu parceiro de composições, Ben Moody, em 2003.

"Nós estivemos por todo o mundo. Fomos a um monte de países que nunca tínhamos ido antes e atingimos um grande número de lugares que estavam em nossa lista de desejos — Líbano, Marrocos, Trinidad, Porto Rico, Coréia. Nós realmente fizemos muitas coisas interessantes nesta turnê e tivemos boas aventuras.

Isso, acrescenta Lee, tem feito do "Evanesence"  uma "coisa muito positiva em minha vida". Especialmente a sua longa gestação; incluindo abandonar um bocado de material que ela inicialmente havia escrito antes da troca de produtores — de Steve Lillywhite para Nick Raskulinecz — ao longo do caminho. "Foi um longo caminho até chegar aqui", Lee reconhece. "De certo modo, sempre foi. Nunca fiz um disco sem uma luta — e sempre valeu a pena".

Ela, no entanto, reconhece que a definição de sucesso mudou desde o lançamento do último álbum do Evanescence. Embora "Evanescence" tenha feito um grande impacto, está sendo menor do que o número de vendas dos discos anteriores da banda — mais de 17 milhões em todo o mundo com "Fallen", de 2003, e mais de 6 milhões com "The Open Door", de 2006. Ambos os álbuns foram multiplatinados nos Estados Unidos, enquanto as vendas do "Evanescence" estão com, aproximadamente, 421 mil [cópias vendidas] no mercado interno. Mas Lee diz que esses números não mais refletem a verdadeira medida de sucesso.

"Eu acho que o número de seguidores que você tem no Facebook é mais verdadeiro do que ler quantos álbuns você vendeu — o que é meio hilário", diz ela. "Você não precisa comprar tanta música como antes, portanto, como artista, só temos de manter nossas mentes abertas. Não há como voltar atrás. É mais sobre a criatividade".

"Mas nós somos muito sortudos por ter uma grande base de fãs tão apaixonada. Então, sinto que se fizermos qualquer coisa, nossos fãs irão ouvir... de uma forma ou de outra".

Evanescence planeja dar aos seus fãs mais um pouco do "Evanescence". Ambas as canções "The Other Side" e "Lost in Paradise" estão sendo promovidas como singles do álbum, com um vídeo previsto para o último no "próximo intervalo de tempo livre". A banda está voltando para uma corrida no exterior, no Reino Unido, após o término da Carnival of Madness no início de setembro, com planos para terminar a turnê a tempo para os feriados [de fim de ano]. E nesse momento, diz Lee, ela começará a pensar em novas músicas — embora, acrescenta, "a minha primeira meta será um bom tempo com a família".

"Eu só entro nesse modo [criativo] quando estou em casa e, finalmente, separada do caos da vida pública", diz Lee, que se casou em 2007. "Mas tem sido bom. Foi muito sobre sair, ver coisas novas e ser capaz de ter alguma nova inspiração. Sendo assim, a escrita virá, mas não estou preocupada com isso".
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
ENGLISH
Amy Lee and the rest of Evanescence have allowed themselves a slight sigh of relief since the group released its self-titled third album 10 months ago.

Acknowledging that she “didn’t know how people were going to react, or if there was still an audience there at all,” Lee is nothing but pleased that “Evanescence,” the band’s first new album in five years, debuted at No. 1 on the Billboard 200. It also received a pair of Loudwire Music Awards, for Comeback of the Year and Rock Song of the Year (“What You Want”), and Lee was named Best Vocalist at Revolver magazine’s Golden Gods Awards earlier this year — as well as the No. 1 Hottest Chick in Hard Rock.
And that success has Lee and company treating its current headlining spot on the Carnival of Madness tour as a something of a victory lap — although in Lee’s mind she’s not the only star of the show.

“I have to be honest, I’ve become a huge Halestorm fan” — and especially a fan of that group’s Lizzy Hale, Lee notes. “It’s always a rare treat to be on tour with another female in the first place, but on top of that, she’s extremely fun to watch and super down-to-earth. So that’s been really my favorite part of it so far, and the shows have been great.”

Carnival of Madness catches Evanescence well into the “Evanescence” campaign, which has turned into a global concern thanks to the album’s Top 10 debut in many other countries. “We’ve just been touring our asses off,” says the classically trained Lee, 30, who co-founded Evanescence in 1995 and continued it after an acrimonious 2003 split with songwriting partner Ben Moody.

“We’ve been around the world now, gone to a bunch of places that we’d never been to before and hit a lot of places on our wish list — Lebanon, Morocco, Trinidad, Puerto Rico, Korea. We really have done a lot of interesting things on this tour and had quite an adventure.”

That, Lee adds, has made “Evanesence” “a really positive thing in my life,” especially since its long gestation included abandoning a batch of material she initially wrote for it and switching producers, from Steve Lillywhite to Nick Raskulinecz, along the way. “It was a long road getting there,” Lee acknowledges. “To some degree it always is. I’ve never made a record without a fight — and it’s always worth it.”

She does, however, acknowledge that the definition of success has changed since Evanescence last released an album. While “Evanescence” has certainly made an impact, it’s doing so without the kind of sales the group previously enjoyed — more than 17 million worldwide for 2003’s “Fallen” and more than 6 million for “The Open Door” in 2006. Both of those albums were multiplatinum in the United States, while “Evanescence” sales are at about 421,000 domestically. But Lee says those figures don’t feel like the true measure of success anymore.

“I almost think how many followers you have on Facebook is a more true read than how many records you’ve sold — which is kind of hilarious,” she says. “You don’t have to buy music as much anymore, so as an artist we just have to keep our minds open. There’s no set way to do things anymore. It’s more about creativity.

“But we’re really lucky in that we have a very large, very passionate fan base. So I feel if we make something, our fans are going to hear it ... one way or the other.”

Evanescence plans to give those fans more to hear from “Evanescence.” Both “The Other Side” and “Lost in Paradise” are being promoted as singles from the album, with a video planned for the latter “in the next break of time off we have.” The band is headed back overseas for a U.K. run after Carnival of Madness ends in early September, with plans to finish touring in time for the holidays.

And at that point, Lee says, she’ll start thinking about more new music — though, she adds, “my first order of business is going to be to soak up some good family time.”

“I only get into that (creative) mode when I’m home and finally separated from the chaos of public life,” says Lee who married in 2007. “But this has been good. There has been a lot of going out there and seeing new things and being able to have some new inspiration. So the writing will come. I’m not worried about that.”

27 de agosto de 2012

Sob chuva, Amy Lee e Lzzy Hale realizam dueto

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Mesmo sob forte chuva em Chicago, Amy Lee subiu ao palco e cantou “Break In” ao lado de Lzzy Hale. Devido ao mau tempo, show do Evanescence foi cancelado (Saiba mais!). Confira um trecho da canção e duas imagens:

Singing in the RAIN! @LZZYHale and @AmyLeeEV photo by@Rob_Fenn


photo by@Rob_Fenn


24 de agosto de 2012

“Todo mundo faz suposições sobre tudo” — Amy

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“I am a true believer in inspiration”
“As pessoas estão assumindo coisas [pensamento] antes de conhecê-las melhor. É isso que tem que acabar” — Amy Lee sobre um certo machismo que ainda há em relação às mulheres do universo do rock. Em entrevista ao site da estação WGRD, Amy fala sobre o processo de composição do novo álbum e o que este significa para ela.
(...) A história por trás da criação do Evanescence é muito interessante. A banda inicialmente entrou em estúdio para trabalhar com o produtor Steve Lillywhite. Eventualmente, as coisas não deram certo entre o Evanescence e Lillywhite, o que fez o grupo voltar às pranchetas. Eles convidaram o produtor Nick Raskulinecz, do Alice In Chains e Foo Fighters,  para a segunda sessão e criaram o que hoje conhecemos como o álbum "Evanescence". Lee não estava preocupada com as várias direções criativas e quis se certificar de que tudo desse certo.

"Eu verdadeiramente creio na inspiração, quando algo parece estar certo e se trata de música e arte", afirma Lee. "Você sabe quando algo está certo e você está preparado. Você [também] sabe quando está forçando algo. Eu odeio forçar [alguma coisa]. Eu sinto que chegamos a um ponto em que simplesmente não estava certo. Todas as peças eram uma espécie de "quase lá", mas isso não aconteceu quando fomos para o estúdio pela primeira vez, quase um ano antes de lançar o álbum".

Ela continua: "É difícil, por vezes, fazer essa escolha ousada e embaraçosa, 'Não estamos prontos. Todo mundo calará a boca e voltará para casa'. Eu sei que isso é caro, mas precisávamos trabalhar um pouco mais e conseguir o envolvimento da equipe. Estou orgulhosa do que fizemos, pois eu realmente amo o disco que elaboramos. Acho que é o melhor de todos. Eu ainda adoro ouvi-lo. (...) Eu amo todas as nossas músicas, mas está sendo legal tocar muitas das músicas novas nesta última turnê".

Amy Lee e sua colega de mesmo sexo, a roqueira Lzzy Hale do Halestorm, têm levando a carga de meninas que arrasam no rock. Enquanto alguns podem dizer que as mulheres na indústria ainda são vistas como menos poderosas em relação aos seus colegas do sexo masculino, Lee acha que é tudo devido à percepção.

"Todo mundo faz suposições sobre tudo", diz a cantora. "Os primórdios do rock and roll foram predominantemente masculinos. Eu acho que, naturalmente, as pessoas te assumem como apenas um tipo associado ao rock clássico. Quero dizer, pense nisso: sexo, drogas e rock and roll. Bebida também, entende? Parte dessa coisa [desse pensamento], é ser como uma espécie de porco sexista, o que nos permite rir disso. Lzzy também é capaz [de pensar como eu], acha tudo isso engraçado, estúpido e faz tão bem ou melhor do que um monte de gente lá fora. Então, é como: 'Tudo bem! Conserte-se. Visite-nos mais tarde".

Lee continua: "Sempre será assim? Eu não sei. Eu acho que tudo está em sua mente. As pessoas estão assumindo coisas [pensamento] antes de conhecê-las melhor. É isso que tem que acabar. Você não conhece algo até que veja por si mesmo, e é por isso que fazemos o nosso melhor todas as noites para todo mundo"
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil

english
Evanescence Singer Amy Lee Shares Thoughts on Band Life, Relationships, Gender Equality + More

The story behind the making of Evanescence is pretty interesting. The band initially went into the studio to work with producer Steve Lillywhite. Eventually things didn’t work out between Evanescence and Lillywhite, so the group went back to the drawing board. They tapped Alice In Chains and Foo Fighters producer Nick Raskulinecz for the second session and created what is now the album Evanescence. Lee wasn’t worried about being pulled in too many creative directions and wanted to make sure everything felt right.

“I am a true believer in inspiration and when something feels right when it comes to music and art,” states Lee. “You know when something is right and you’re in the groove, and you know when you’re forcing it. I hate forcing it. I feel like we got to a point when it just wasn’t right. All the pieces were kind of almost there but it wasn’t happening right when we went to the studio for the first time, almost a year before we put out the record.”

She continues: “It’s hard to sometimes make that bold and embarrassing choice going, ‘We’re not done. Everybody shut up and go home.’ I know that’s expensive but we needed to work some more and get the right team involved. I’m proud that we did that because I really, really love the record we made. I think it’s the best one yet. I love listening to it still, and that’s certainly a good thing because we had to play the crap out of it over the past year now. I love all of our songs, but it’s been cool playing so many of the new songs on this last tour.”

Amy Lee and fellow female rocker Lzzy Hale of Halestorm have been leading the charge of girls who kick ass in rock. While some may say women in the industry are still seen as less powerful compared to their male counterparts, Lee thinks it’s all due to perception.

“Everybody makes assumptions about everything,” the singer says. “The beginnings of rock and roll were heavily male. I think naturally people assume you just kind of associate that, especially classic rock. I mean, think about it: Sex, drugs and rock and roll. Also booze, you know? Part of the thing is being kind of a sexist pig and we all can laugh at that. Lzzy can too and think it’s funny and stupid and do just as good or better than a lot of people out there. So it’s like, ‘Fine! Screw yourself. Check us out.’”

Lee goes on: “Is it ever going to be equal? I don’t know. I think that’s all in your mind. I think it’s just about people assuming things before they know any better in general. That is what should go away. You don’t know something until you see it for yourself, and that’s why we do our best to bring it harder than anybody else every night.”
interview

18 de agosto de 2012

Amy Lee & Lzzy Hale: Dueto em “Break In”

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 @AmyLeeEV and @LZZYHALE on stage together after their duet! photo by @Rob_Fenn
Enfim, Amy Lee e Lzzy Hale fizeram um dueto. Amy subiu ao palco e cantou com Lzzy a música “Break In”, do próprio Halestorm. No twitter, elogios mútuos entre as duas vocalistas. Conheça a canção, sua letra e tradução!
@AmyLeeEV o prazer foi todo meu! Foi tão bonito! Você arrebenta, querida! Estou tão grata pela sua amizade. Você trouxe uma vida nova para #BreakIn
@AmyLeeEV the pleasure was all mine! It was so beautiful! You rule babe! Im so grateful for your friendship.You brought new life to#BreakIn
@LZZYHALE eu adorei cantar com você, sua voz arrasou e essa é a minha CANÇÃO agora! Obrigada por me deixar #BreakIn na sua apresentação esta noite ;)
@LZZYHALE I loved singing w you, your voice shreds and that is my SONG right now! Thanks for letting me #BreakIn on your set tonight ;)
El Paso, hoje à noite foi a primeira vez que fiz um dueto com uma mulher. @AmyLeeEV arrasou comigo em #BreakIn! Amo-a! @evanescence
El paso, tonight was the first night I've ever had a duet with a woman.@AmyLeeEV rocked it with me on #BreakIn! Love her!@evanescence




Break In

Put your lighter in the air and lead me back home
When it's all said and done and follow where the air goes
I hear you night after night calling out my name
And i'm finding myself running to meet you
I didn't want to escape
From the bricks that i laid down

You are the only one
The only to tease me
That trusts me and believes me
You are the only one
The only one that knows me
And in the dark you show me
It's perfectly reckless
Damn you leave me defenseless
So break in
Break in

You let me fall apart without letting go
Than you pick up the pieces and you make whole
I didn't want to escape
From the bricks that i laid down

You are the only one
The only to tease me
That trusts me and believes me
You are the only one
The only one that knows me
And in the dark you show me
It's perfectly reckless
Damn you leave me defenseless
So break in

And take everything i have
Until there is nothing left
Until it's just your voice in my head
And when the lights come on
You see me as i am
You're still inside me

You are the only one
The only to tease me
That trusts me and believes me
You are the only one
The only one that knows me
And in the dark you show me
It's perfectly reckless
Damn you leave me defenseless
So break in
Break in
Se Acostume

Coloque o seu isqueiro no ar e me leve de volta para casa
Quando está tudo dito e feito e seguimos onde for o ar
Ouvi dizer que noite após noite você tem chamado o meu nome
E eu estou me encontrando correndo para te encontrar
Eu não quero fugir
Dos tijolos que eu estabeleci

Você é o único
O único a me provocar
Que confia em mim e acredita em mim
Você é o único
O único que me conhece
E no escuro, você me mostra
Que é perfeitamente irresponsável
Droga, você me deixa sem defesa
Então se acostume
Se acostume

Você me deixou desmoronar sem abrir mão
De juntar os pedaços e me completar
Eu não quero fugir
Dos tijolos que eu estabeleci

Você é o único
O único a me provocar
Que confia em mim e acredita em mim
Você é o único
O único que me conhece
E no escuro você me mostra
Que é perfeitamente irresponsável
Droga você me deixa sem defesa
Então se acostume

E tome tudo o que tenho
Até que haja mais nada
Até que haja apenas a sua voz na minha cabeça
E quando as luzes se acendem
Você me vê como eu sou
Você ainda está dentro de mim

Você é o único
O único a me provocar
Que confia em mim e acredita em mim
Você é o único
O único que me conhece
E no escuro, você me mostra
Que é perfeitamente irresponsável
Droga, você me deixa sem defesa
Então se acostume
Se acostume



“Ela é capaz de arrebentar” — Lzzy Hale sobre Amy

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Lzzy Hale — Halestorm
Lzzy Hale, vocalista do Halestorm, volta a elogiar Amy Lee e comenta que é a primeira vez que entra em turnê com outra vocalista, em entrevista ao norfolkdailynews.com. Segundo Lzzy, Amy Lee “é capaz de arrebentar”.
"Esta é a primeira vez que saio em turnê com outra vocalista, e deixe-me lhe dizer algo. . . definitivamente, ela é capaz de arrebentar", disse Hale, em referência à vocalista do Evanescence, Amy Lee. "Estou orgulhosa de fazer parte de tudo isso".

“This is the first time in a while that I’ve been able to tour with another girl lead singer, and let me tell you something . . . she can definitely throw down,” Hale said in reference to Evanescence vocalist Amy Lee. “I’m just proud to be a part of it all.”

10 de agosto de 2012

“Estive totalmente focada no Evanescence” - Amy

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Amy Lee on Fuse TV
“Voltei porque queria. E quando comecei a compor de novo sem um plano ou a gravadora me forçando, começou a soar como Evanescence”, diz Amy Lee em entrevista à Fuse TV. Carnival of Madness Tour, Lzzy Hale (Halestorm), processo de composição e o “novo Evanescence” são alguns dos temas abordados.
Carnival of Madness Tour
“Essa formação tem uns 5 anos, somos uma banda ao vivo e já estávamos confortáveis tocando as músicas velhas e as colocando nessa vibe ao vivo. Gosto delas assim do que do jeito que estão gravadas. Então, queríamos fazer um álbum, pegar essa mesma vibe e energia que já tínhamos e jogar nas músicas novas. Sinto que todo mundo veio com novas ideias, então as músicas estão voltadas para essa energia.”

Saindo em turnê com o Halestorm
“Fui ao palco só para ver a Lzzy cantar, ela é fantástica, a voz dela parece uma daquelas do rock clássico. Eu pensei, ‘Uau! Ela é incrível’, é legal ter outra mulher na turnê. Além disso, ela é muito realista.”

Compondo
“A música é minha saída para os meus próprios problemas, descobri que quando escrevo música, poesia, ou algo criativo, amo as coisas que estou fazendo, então sinto que as transformo em algo bonito. Virou essa coisa [o Evanescence] que eu não tinha a intenção de fazer, isso tem sido uma grande bênção na minha vida. Mais tarde, vi que afeta as outras pessoas do mesmo jeito que isso é como uma terapia para mim.”

Tirando umas férias de cinco anos
“Quando comecei a fazer música, foi como descobrir naturalmente, porque você gosta e quer fazer isso. Depois de um tempo, se torna mais como um trabalho, isso é uma coisa estranha porque é como a minha válvula de escape. Sempre estive totalmente focada no Evanescence, desde a minha adolescência tendo o pensamento, ‘isso tem de acontecer!’. Não queríamos ir direto para o próximo álbum, tiramos umas férias e gastamos esse tempo compondo. Nesse tempo, me casei e queria ter um tempo, contei aos outros da banda que não sabia o que queria fazer porque estando fora da fama, fez-me sentir livre, mas voltei porque queria. E quando comecei a compor de novo sem um plano ou a gravadora me forçando, começou a soar como Evanescence.”

Parte favorita quando se está compondo
“Quando você termina de compor uma música, é aquele momento, a ponte está pronta, o refrão é bom, o verso tem o swing, é o melhor sentimento de todos. Não posso explicar, é algo que você nem sequer pode imaginar viver sem.”

Onde o Evanescence se encaixa?
“Não acho que nos encaixamos, eu gosto disso. Acho que o que está acontecendo é que o rock está indo ao underground de novo. Há tantas coisas que são incríveis, as pessoas estão ouvindo por causa do jeito como as coisas funcionam na internet, tudo se trata de encontrar aquela coisa específica, a qual você ama. Estou feliz que estamos nesse lugar agora depois do momento que tivemos no mainstream, isso criou nossa base de fãs, porque eles estão conosco, mas é como se tivéssemos essa comunidade underground secreta que é maior do que você imagina.”

O novo Evanescence
“Um monte de sentimentos que tivemos eram sobre renascimento. O álbum auto-intitulado foi uma afirmação de fazer o que gostamos, sinto que, como banda, nós atingimos a maturidade. Acho que todos nós temos uma melhor compreensão do que o Evanescence é.”
Tradução: @Amy_LeeBrasil


1 de agosto de 2012

COMT: Evanescence e Halestorm no mesmo ônibus

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Carnival of Madness Tour 2012
Após quebra do ônibus que transporta o Evanescence durante a turnê do Carnival of Madness Tour, seguirão juntos, no mesmo transporte, os integrantes do Evanescence e da banda Halestorm. No twitter, Amy posta uma foto do interior do ônibus e comenta a situação.
O ônibus quebrou. Halestorm fez um resgate triunfal e salvou nossas almas! Abandonamos o navio e, agora, prosseguimos… juntos!
Bus broke down. Halestorm made a triumphant rescue & saved our souls! We abandoned ship & now press on...together!

[+] Além disso, veja fotos de Lzzy Hale e Amy Lee juntas em sessão de Meet&Greet.



30 de julho de 2012

Possibilidades de dueto entre Amy Lee e Lzzy Hale

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Veruca Salta (1992)
Em coletiva para o site The State Journal-Registe, Amy Lee e Lzzy Hale conversam sobre a possibilidade de apresentarem um dueto-cover da música “Volcano Girls”, da banda Veruca Salt (década de 90) durante os shows do Carnival of Madness. Confira um trecho do bate-papo o conheça a música em questão.

Você sabe que você alcançou [sua meta] como um músico quando não pega solicitações [de músicas]. Sério, provavelmente há cerca de 17 anos Dave Matthews teve que suportar: "Play some Skynyrd!" de alguém que tinha bebido demais em um de seus shows.

Ah, mas não tão rápido. Quando eu entrevistei os membros do Evanescence, Chevelle e Halestorm para o artigo de hoje na nossa seção de A&E sobre seu próximo show em Springfield, o final da coletiva de imprensa transformou-se em um bate-papo cativante entre os músicos que, coletivamente, venderam cerca de 37 milhões de álbuns.

E um dos temas foi covers. Amy Lee, vocalista e pianista do Evanescence, e a vocalista e guitarrista do Halestorm, Lzzy Hale (isso mesmo, sem "i" em seu primeiro nome), entraram no assunto de tocar uma música juntas durante o show.

Amy Lee: Você gosta de Veruca Salt, Lzzy?

Lzzy Hale: Sim, eu gosto.

Amy Lee: Você gosta mesmo?

Lzzy Hale: Sim, absolutamente.

Amy Lee: Você deseja fazer um cover?

Lzzy Hale: Sim, eu estou começando a aprender tocar guitarra muito rápido, então, nós poderíamos tocar “Volcano Girls”. Isso seria fantástico... Cara, você poderia fazê-la no piano. Atualmente, estamos levando um pequeno teclado conosco.

Amy Lee: Isso não vai funcionar no piano. Terei que arrasar nos acordes e você terá que rasgar o solo. Esse é o caminho que terá que ser.

Lzzy Hale:
OK, não é tão difícil. Apenas um pouco mais de poderes vocais.

Amy Lee:
Sim, eu estava pensando isso.

Lzzy Hale: Ou podemos apenas ajustá-la para algo mais calmo e tudo o que você precisará é de um dedo.

Amy Lee: Totalmente. Isso seria fantástico.

Lzzy Hale: Amy, poderíamos totalmente discutir isso. Deveríamos fazer alguma coisa.

Lzzy Hale: Sim, absolutamente.
Tradução e adaptações: Evanescence Rock Brasil



Veruca Salt surgiu em 1992, liderada por Louise Post e Nina Gordon, as duas principais compositoras, quando o baixista Steve Lack e o bateristaJim Shapiro completaram a formação original. O nome "Veruca Salt" foi retirado de uma personagem do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate.

O som segue uma linha bastante similar ao dos Pixies e principalmente ao dos Breeders, misturado a melodias bastante acessíveis e de inegável apelo pop. Após alguns shows como banda de abertura da turnê do Hole, o Veruca Salt desperta a atenção de várias grandes gravadoras e acaba assinando com a Geffen, que relança "American Thighs". No verão de 1994, o single de "Seether" se torna um grande hit nos EUA. Era o início de uma carreira bastante promissora. No entanto, a banda passou a ser alvo de críticas que os acusavam de oportunistas por usarem a cena independente da época como caminho mais fácil para o sucesso comercial.

26 de julho de 2012

"Sempre gastei muito tempo e dinheiro" - Amy Lee

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“Eu queria ser normal"
Em matéria, o site The Dedham Transcript publicou trechos da entrevista feita com Amy Lee, Sam e Pete Loeffler (Chevelle) e Lzzy Hale (Halestorm) na estação Rockline Radio. Segundo Amy Lee, “Os álbuns do Evanescence são uma grande produção” e ela sempre gastou muito tempo e dinheiro para que se tornassem “bons, perfeitos e a melhor coisa que já fizeram”.
Evanescence abraça as mídias sociais pela turnê nacional do Carnival of Madness

Chevelle, Halestorm, New Medicice e Cavo são as bandas que estarão com o Evanescence no Carnival of Madness Tour 2012 a partir do dia 29 deste mês até o início de setembro.

Quando a vocalista do Evanescence, Amy Lee, começou a sair em turnê, ela disse que estava entre os músicos que queriam que os fãs prestassem atenção no show ao invés de tentarem disfarçadamente gravar um vídeo ou tirar fotos.

“Os vídeos mostram se você pode tocar ao vivo, se você está trazendo isso”, disse Lee – ou seja, há uma prova instantânea, sem ser filtrado por blogueiros ou críticos ou qualquer outra pessoa, se o Evanescence é tão bom quanto parece.

Evanescence começa uma turnê chamada Carnival of Madness, que começa dia 31 de julho, em Springfield, Illinois, e vai viajar pelo país no mês de agosto. Chevelle, Halestorm, Cavo e New Medicine tocam ao lado do Evanescence no primeiro show da turnê.

Durante uma entrevista telefônica com Lee, irmãos Sam (bateria) e Pete Loeffler (guitarra/vocais), do Chevelle, e vocalista/guitarrista Lzzy Hale, do Halestorm, os roqueiros concordaram que a mídia social mudou muito em relação como eles fazem seus trabalhos.

Embora a capacidade de compartilhar informações na internet de graça esteja se tornando mais difícil para as gravadoras terem lucro, os músicos concordaram que a mídia social tem os deixados ainda mais perto de seus fãs.

Lee disse que o Evanescence está escolhendo as datas de seus shows lendo o que os fãs pedem pela internet.

“Nós estivemos em tudo que é lugar, mas existem aqueles lugares que não pudemos ensaiar – Trinidad e Porto Rico, lugares que nunca estivemos antes”, ela disse. “Estive vendo os comentários na internet por muito tempo. Sei que temos fãs lá. Eu quero ir lá.”

“Nós nos abrimos para os nossos fãs, e eles se abrem para nós”, disse Hale. “Eu estava em Montana na noite passada, e tinhas umas crianças incríveis no show. Uma delas era uma garotinha baterista e seus pais me mostraram um vídeo dela tocando bateria. É incrível ver a conexão que podemos ter com as pessoas.”

As bandas mais conhecidas do Carnival of Madness lançaram músicas novas no ano passado. O novo single do Chevelle, “Hats Off To The Bull”, esteve em 6º lugar na Billboard. “Love Bites”, do Halestorm, recentemente esteve em 16º lugar nas paradas de rock. E o álbum autointitulado do Evanescence, lançado no ano passado, ficou em 1º lugar nas paradas de álbuns pop da Billboard.

Chevelle e Halestorm lançaram vários álbuns desde a última vez que o Evanescence lançou um álbum, “The Open Door”, de 2006.

Lee disse que parte do motivo para a longa pausa é porque ela quis deixar de ser Amy Lee, a estrela do rock, para ser apenas normal, ser Amy Lee todos os dias – inclusive se casar.

“Eu queria ser normal. Eu amo o que faço, mas senti que eu precisava muito saber quem era a Amy antes de subir ao palco de novo”, ela disse. “Eu passei um tempo me descobrindo e me inspirando. Isso me inspirou a fazer a música que fizemos e fazer um álbum do Evanescence.”

Outra razão é, francamente, a música que o Evanescence faz – quase um hard rock lírico com um som grande e abrangente. Demora algum tempo para fazer isso direito, disse Lee.

“Os álbuns do Evanescence são uma grande produção. Sempre gastei muito tempo e dinheiro para serem bons, perfeitos e a melhor coisa que já fizemos”, ela disse.

Agora que as bandas têm músicas novas para compartilhar com o público, todos eles disseram que estão ansiosos para saírem em turnê juntos. Evanescence e Chevelle já fizeram uma turnê antes, e eles tiveram um reencontro feliz na Carolina do Sul.

“Não há nada melhor do que sair em turnê e ter amizades com bandas”, disse Pete Loeffler. “Quando todos estão separados, não é assim tão divertido. Será uma turnê divertida. Conhecemos uns aos outros. Estaremos batendo uns nos outros e brigando pelo último Hot Pocket. Vai ser divertido.”

Hale, reconhecendo que ela trabalha num gênero musical dominado por homens, disse que está ansiosa para estar em turnê com outra banda liderada por uma mulher.

“Amy, tenho certeza de que vou passar por você no corredor e dizer, ‘Olha os meus sapatos’“, disse Hale.

“É uma coisa legal e rara estar em turnê com outra mulher,” diz Lee.

Evanescence embraces social media for national Carnival of Madness tour

When Evanescence lead singer Amy Lee first started touring, she says she was among the musicians who wanted fans to pay attention to the concert rather than trying to surreptitiously shoot video or photographs.

Nearly a decade of increasingly portable social media devices have pretty much made that impossible to enforce. And now, the singer who made “Bring Me To Life” and “Call Me When You’re Sober” rock music hits says those videos that populate YouTube actually help.

“They show if you can play live, if you’re bringing it,” Lee said — meaning, there’s instant proof, without being filtered by bloggers or critics or anyone else, if Evanescence is on top of its game night to night.

The Grammy Award-winning Evanescence tops a five-band rock bill dubbed the Carnival of Madness, which kicks off July 31 in Springfield, Ill., and will travel around the country throughout August. Joining Evanescence on the tour’s first show are Chevelle (“The Red,” “Hats Off To The Bull”), Halestorm (“I Get Off,” “Love Bites”), Cavo and New Medicine.

During a recent conference telephone call with Lee, brothers Sam (drums) and Pete Loeffler (guitar/vocals) of Chevelle, and singer/guitarist Lzzy Hale of Halestorm, the rock musicians agreed that social media has changed a lot about how they do business.

Although the ability to share information across the Internet for free is making it more difficult for record labels to turn profits (and keeping some bands from getting recording contracts), the Carnival of Madness tourmates generally agreed social media has let them get even closer to their fans.

Lee said one way Evanescence is selecting concert sites on its tour is by reading what fans are saying on the Internet.

“We’ve been all over the place, but there are those places that didn’t work out — Trinidad and Puerto Rico, places we hadn’t been to,” she said. “I’ve been seeing it on the Internet for so long. I know we have fans there. I want to go.”

And those same camera phones have allowed the musicians to see what kind of music their fans can play.

“We’ve opened ourselves up to our fans, and they’ve opened up to us,” Hale said. “I was in Montana last night, and there were these amazing little kids at the show. One was a little girl drummer, and her parents were showing me a video of her drumming. It’s amazing, the connection we can have with people.”

Sam Loeffler said he watches other bands’ concert videos shot by fans, and he thinks it helps Chevelle when fans have “those personal things” like a few moments from a concert they can watch again. His brother Pete said he started a Twitter account about a year and a half ago, and “it wasn’t until I started my own that I realized the impact it could have. … Especially now more than ever, it’s great to connect with your fan base and grow that.”

Time away and back again

The more well-known acts on the Carnival of Madness tour have released new music in the past year or so. Chevelle’s current single, “Hats Off To The Bull” was at No. 6 last week on the Billboard rock music chart.
Halestorm’s “Love Bites” recently hit No. 16 on the rock music chart. And Evanescence’s self-titled album released last fall hit No. 1 on the Billboard pop album chart.

Chevelle and Halestorm released multiple albums since the last time Evanescence released a full-length LP, 2006’s “The Open Door.”

Lee said part of the reason for the long break is because she took time from being Rock Star Amy Lee to being just regular, everyday Amy Lee — including getting married.

“I wanted to be normal. I love what I do, but I felt like in a way, I seriously needed to get to know Amy again before putting myself out there on stage,” she said. “ … I did spend time finding myself and getting inspired. It inspired me to make the music we made and make an Evanescence album.”

Another reason is, frankly, the music Evanescence makes — almost operatic hard rock with a big, sweeping, layered sound. It takes awhile to get that right, Lee said.

“Evanescence records are a big production. I’ve always taken all the time and money we need to be great, to be perfect, to be the best thing we’ve ever done,” she said.

Now that the bands have new music to share with audiences, they all said they are looking forward to touring together. Evanescence and Chevelle have toured together before, and they had a happy reunion not long ago in South Carolina.

“There is nothing better than touring and having relationships with bands,” Pete Loeffler said. “When it’s really segregated, it’s obviously not nearly as much fun. This is going to be a fun tour. We all know each other. We’ll be bumping into each other and fighting over the last Hot Pocket. It’ll be fun.”

Hale, acknowledging she works in the male-dominated genre of hard rock music, said she’s looking forward to being on tour with another band fronted by a woman.

“Amy, I’m sure I’ll pass you in the hallway and say, ‘Check out my shoes,’” Hale said.

“It’s a nice, rare thing to be on tour with another female,” Lee said.

3 de maio de 2012

Vídeo: Evanescence em turnê com Halestorm?

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Em entrevista à estação Rockville, organizadora do Welcome to Rockville Festival, Amy Lee revela haver planos para que a banda Halestorm esteja em turnê junto com o Evanescence no final do ano. Recentemente, Amy Lee elogiou a vocalista Lzzy Hale, quem apresentou a perfomance do Evanescence no Revolver Golden Gods 2012  e fez dueto com Seether na música Broken, um dia cantada por Amy Lee.



30 de abril de 2012

Amy para Lzzy Hale: "Voz incrível"

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Lzzy Hale - Halestorm
No twitter, Amy Lee elogiou Lzzy Hale, vocalista da banda Halestorm. Coincidentemente, no Welcome to Rockville de 2011, Lzzy realizou um dueto com Shaun Morgan da música Broken. Além disso, a cantora, juntamente com Cristina Scabbia (Lacuna Coil),  apresentaram o Evanescence antes de sua performance no Revolver Golden Gods 2012.
Link
@LZZYHALE you were on fire last night! Killer voice.

@LZZYHALE você estava em chamas noite passada! Voz incrível.


Seether feat. Lzzy Hale - Live at Welcome to Rockville (2011)



Seether feat. Amy Lee - Live at Rock in Rio Lisboa (2004)

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