Especial:
Após um ano de seu lançamento,
Disco marca "reapaixonamento" pelo Evanescence

Estilo:
Quando amor e trabalho se unem

Desabafo:
Na trilha do passado, outubro de 2003
na versão de Ben Moody

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25 de outubro de 2012

Movistar Arena — Santiago, Chile

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Evanescence Live at Movistar Arena — Santiago, Chile (October 23, 2012)
No dia 23 de outubro foi realizado o segundo show do Evanescence em solo chileno, sendo o primeiro em 2007, durante a curta turnê sul-americana. Na estréia, palco atlética do Estadio Nacional del Chile; em 2012, Movistar Arena. Leia mais informações sobre o show logo abaixo:
REVIEW
Evanescence: Menos fãs, mas o mesmo sentimento

Para a primeira visita de Amy Lee e companhia, em 2007, o Estádio Nacional teve um público de 15.000 jovens fãs. Ontem à noite, cinco anos depois, a banda foi assistida por apenas metade do público na Movistar Arena, que tinha lacunas [espaços vazios] visíveis em suas localidades.

No entanto, o número de audiência pode ser devido a uma avaria ou milhares de fatores externos. O que surpreende e é curioso, é o público novamente ser tão jovem quanto antes, este show pode ainda ser visto novamente como um “adolescente viveiro”.

A faixa etária do público que veio à arena ontem não só prova que muitos dos fãs do Evanescence curtem a banda desde a infância, mas também que é uma banda que tem sofrido por mudanças de gerações entre seus fãs o que, sem dúvida,  é auspicioso para qualquer carreira e favorável para um show — em termos de gritos e emoção.

Neste contexto, a banda americana que entrou às 21:18 h, sob a clara liderança da bela Amy Lee, que, nesta ocasião, foi muito melhor que em sua primeira visita ao Chile, quando foi muito criticada. A repetição de “gracias”  fez parte da interação que a doce líder teve com seu público, que vibrou com as 17 canções executadas em um pouco mais de uma hora de show.

Os hits “Going Under”, “Lithium”, “Call me whe está sóbrio” e “Bring Me To Life” foram logicamente as que soaram mais alto, seguidas por outras canções favoritas dos fãs, como “imaginary” ou “Whisper”. No encerramento, tiros de confete para a empolgante “My Immortal”. Sem dúvida a banda foi bem sucedida, apesar de ter passado por muitas diferenças criativas e mudanças em sua formação.

Em seu estado atual, o grupo estava seguro, preciso e com um estilo que se impôs sobre os “Talibãs” da música que não querem classificá-los nem como metaleiros e nem como góticos, sendo que sempre se esforçaram para serem reconhecidos apenas como uma banda de rock. Conforme apresentado nesta visita à Santiago, deixaram mais do que feliz os seus seguidores.

Fonte: Terra.com
SETLIST
  1. What You Want
  2. Going Under
  3. The Other Side
  4. Weight of the World
  5. Made of Stone
  6. Lithium
  7. Lost in Paradise
  8. My Heart Is Broken
  9. Whisper
  10. The Change
  11. Never Go Back
  12. Your Star
  13. Swimming Home
  14. Call Me When You’re Sober
  15. Imaginary
  16. Bring Me to Life
Encore:
  1. Disappear
  2. My Immortal
pictures

1 de setembro de 2012

“Me inspiro fazendo as pessoas felizes” — Amy Lee

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“Me inspiro haciendo a la gente feliz” — Amy Lee
“Não consigo pensar em uma maneira melhor de terminar esta turnê do que com a América do Sul” — Amy Lee em entrevista ao site chileno Diario Latercera.
Amy Lee: "Não sabia se voltaríamos a fazer um disco com o Evanescence"

"Há dias em que você só quer ir para casa", diz Amy Lee por telefone (30), compositora, vocalista e fundadora do Evanescence. Por quase um ano em turnê, promovendo suas novas canções do álbum auto-intitulado, está cansada — "Mas eu não consigo pensar em uma maneira melhor de terminar esta turnê do que com a América do Sul", explica ela.

Evanescence retornará ao Chile dia 23 de outubro para se apresentar no Movistar Arena. Já se passaram mais de cinco anos desde o seu show de estreia no Chile. "Há muito tempo", diz Lee. Anos difíceis, em que a existência de sua banda esteve ameaçada.

"Honestamente, requeriu-se muito esforço para voltar a gravar [um álbum] após a turnê do The Open Door (2006). Não sabia se iria fazer outro disco. Eu queria ser uma pessoa normal e viver a vida por um tempo", explica ele.

Enquanto isso, o grupo não estava bem: após o lançamento do seu segundo álbum, o guitarrista John LeCompt e o baterista Rocky Gray deixaram a banda. Lee passou esses dias a escrever canções.

"Eu não sei se essas músicas eram para o Evanescence", diz ela. "Todavia, à medida que se avançava, mais eu sentia o som do grupo nestas composições. Me fez lembrar quem eu era. Me reencontrei com essa relação que tenho com o grupo: fama, fãs e muito mais. Afinal, é a maior relação que já tive em minha vida. Eu não conseguiria pensar em um nome mais apropriado que Evanescence [para o terceiro álbum]".

Após a queda

Após o surgimento do Evanescence (2011), Amy Lee figura como a única sobrevivente da formação que deu vida ao 'Fallen' (2003), álbum de estreia que vendeu 14 milhões de cópias.

A cantora assegura nem pensar números. "Não creio que os números [de vendas] possam ser os mesmo, pois a indústria mudou bastante com a tecnologia atual", diz ela. A única pressão, ela diz, "é a que sinto dentro de mim, que me faz querer fazer um álbum melhor do que anterior".

Ela também sente o dever de atender a seus fãs. "Estamos muito animados por regressar", diz ela. Dos chilenos, em 2007, lembra-se de um "resposta esmagadora". E para eles, possuem uma surpresa.

"Estamos ensaiando uma música especial", alerta. Não dirá — pois toda a angústia pesa em suas canções e em todo o seu estilo gótico — Amy Lee se desfruta com a cara de surpresa de seus seguidores: "A verdade é que me inspiro fazendo  as pessoas felizes"
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
SPANISH
Amy Lee: "No sabía si volveríamos a hacer un disco con Evanescence"

La vocalista del grupo vuelve a Chile en octubre para presentar un álbum homónimo, con el que se reencontró con su banda.

“Hay días en que sólo te quieres ir a casa”, cuenta al teléfono Amy Lee (30), cantante, fundadora y compositora de Evanescence. Lleva casi un año de gira, promoviendo las nuevas canciones de su disco homónimo. Está cansada. “Pero no puedo pensar en una mejor manera de cerrar este tour que con Sudamérica”, explica.

Evanescence volverá a Chile el 23 de octubre para presentarse en Movistar Arena. Pasaron más de cinco años desde su concierto debut en Chile. “Demasiado tiempo”, dice Lee. Años duros, en que la existencia de su banda estuvo amenazada.

“Honestamente, requirió un gran esfuerzo volver a grabar después de la gira de The open door (2006). Yo no sabía si alguna vez haríamos otro disco. Quería ser una persona normal y vivir la vida por un rato”, explica.

Mientras, el grupo no lo pasaba mejor: tras la aparición de su segundo disco, el guitarrista John LeCompt y el baterista Rocky Gray abandonaron la formación. Lee pasó esos días escribiendo canciones.

“No sabía si estas canciones eran para Evanescence”, cuenta. “Pero a medida que avanzaba, más sentía el sonido del grupo en esas composiciones. Me hizo recordar quién era yo. Me reencontré con esta relación que tengo con el grupo: la fama, los fanáticos y mucho más. Después de todo, es la relación más grande que he tenido en mi vida. No pude pensar en un nombre más apropiado que Evanescence”.

Después de la caída

Tras la aparición de Evanescence (2011), Amy Lee figura como la única sobreviviente de la formación que dio vida a Fallen (2003), un álbum debut que vendió 14 millones de copias.

La cantante asegura que ya ni piensa en esas cifras. “Ni siquiera creo que los números se puedan mirar igual, porque la industria ha cambiado demasiado con la tecnología actual”, dice. La única presión, señala, “es la que siento en mí, que me obliga a un mejor disco que el anterior”.

También siente el deber de cumplir con sus fanáticos. “Estamos muy emocionados de volver allá”, cuenta. De los chilenos, en 2007, recuerda “una respuesta abrumadora”. Y para ellos tiene una sorpresa guardada.

“Estamos ensayando una canción especial”, avisa. No lo dirá, porque -pese a toda la angustia que cargan sus canciones y todo el maquillaje gótico que ocupe- Amy Lee disfruta con la cara de sorpresa de sus seguidores: “La verdad es que me inspiro haciendo a la gente feliz”.

“São muito apaixonados” — Amy sobre fãs chilenos

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“Son muy apasionados” — Amy Lee
“Estar em uma banda por muitos anos não é fácil, é um trabalho muito duro. Se alguém que está com você não quer avançar como uma equipe e não está comprometido, não irá funcionar” Amy Lee em entrevista ao site Terra Chile.
Em 2007, a banda Evanescence se apresentou na Pista Atlética del Estadio Nacional para uma barulhenta e jovem audiência que se rendeu aos pés da pálida e bela Amy Lee. Dizem que, na época, a cantora estava doente e que isso afetou sua performance vocal. Entretanto, a líder do grupo parece não lembrar desse tipo de detalhe.

Por telefone dos EUA, a vocalista do Evanescence conversou com o Terra.cl sobre o que  guardou em sua memória desde a primeira visita. "O que me recordo do Chile é que os fãs eram extremamente, de forma esmagadora, apaixonados. Lá vivemos uma grande e louca experiência com eles [os fãs] e estamos muito felizes por estar de volta", diz Lee, com vista ao show que a banda dará em Santiago dia 23 de outubro, no Movistar Arena.

O espetáculo chega ao Chile no meio da turnê que promove o terceiro álbum auto-intitulado dos americanos, que contém os singles "What You Want", "My Heart Is Broken" e "Lost In Paradise". "O show será incrível e mais poderoso do que o último. Temos crescido muito", promete a artista sobre o evento que, de acordo com o setlist das  últimas apresentações ao vivo, inclui sucessos como "Bring Me To Life", "My Immortal", "Going Under" e "Call Me When You're Sober".

Vários destes hits já atingiram quase dez anos, considerando-se que o álbum de estréia da banda, "Fallen", foi lançado em 2003 porém, "fazer as coisas com calma" é uma sagrada política para Amy Lee. “Não se deve fazer algo porque está na hora ou porque as pessoas estão te pressionando. Estou muito orgulhosa do meu trabalho e não queria lançar um álbum que não fosse tão bom quanto os outros”, diz a artista que descarta ser uma trabalhadora “obsessiva”, e sim “naturalista”. “Creio que grandes coisas acontecem quando se há tempo. Prefiro ter poucas músicas, mas que sejam de qualidade, do que um monte de lixo”, diz sem rodeios.

A formação atual da banda definida como "rock gótico" "dark metal" ou "rock alternativo" (eles preferem simplesmente "rock") é composta por Terry Balsamo, Will Hunt, Tim McCord, Troy McLawhorn e Amy Lee. "Nós somos amigos, temos uma relação muito divertida e rimos bastante. Nos sentimos muito bem por estar em turnê", diz Amy Lee sobe seus companheiros de banda que, ao longo dos anos, foram vários. A saída de Ben Moody, em 2003, que fundou o grupo juntamente com Lee em meados dos anos 90, liderou uma das primeiras crises da banda que, mais tarde, viu a partida de outros membros como David Hodges, Rocky Gray, John LeCompt e Will Boyd. Diferenças criativas, maus relacionamentos e falta de interesse se destacam como razões que, certamente, não são apontadas como desencadeamento de uma carreira solo. Amy manteve-se firme no comando do projeto Evanescence.

"Estar em uma banda por muitos anos não é fácil, é um trabalho muito duro. Se alguém que está com você não quer avançar como uma equipe e não está comprometido, não irá funcionar" mentalidade que a cantora aplica para se manter uma banda ativa. "A chave para manter qualquer coisa viva é ter o coração sobre isso. Se é apaixonado por algo, o sacrifício envolvido é válido. Neste trabalho, temos de estar dispostos a sacrificar metade dos anos de sua vida e compartilhar com sua família", disse Lee que, precisamente, cresceu em um lar onde a música teve um papel fundamental.

Seu pai incutiu a seus irmãos e a ela o amor pela arte o que hoje mostra seus frutos. Uma de suas irmãs, chamada Lori, também dedica seu tempo a cantar, como Amy mostrou em um vídeo postado no Twitter uma voz muito semelhante à da irmã rock star. "Minhas irmãs possuem vozes lindas, mas não temos planos de tocarmos juntas profissionalmente. Eu acho que isso não está em nossos planos futuros", disse ele.
Tradução e adaptações: EvanescenceRockBrasil
SPANISH
Evanescence recuerda a Chile: “Son muy apasionados”

En el 2007, la banda Evanescence se presentó en la Pista Atlética del Estadio Nacional ante una ruidosa y joven audiencia que se rindió a los pies de la pálida y bella, Amy Lee. Se dijo que, por esos días, la cantante estaba enferma y que eso afectó su desempeño vocal, pero la líder del grupo parece no recordar ese tipo de detalles.

Al teléfono desde EE.UU., la vocalista de Evanescence conversó con Terra.cl sobre lo que guardó en su memoria de aquella primera visita. “Lo que recuerdo de Chile es que los fans eran extremadamente, sobrecogedoramente, apasionados. Allá vivimos una gran y loca experiencia con ellos y estamos muy felices de volver”, dice Lee con vistas al concierto que la banda dará en Santiago el próximo 23 de octubre en el Movistar Arena.

El espectáculo llega a Chile en medio de la gira de promoción del tercer álbum homónimo de los estadounidenses que cuenta con los singles “What You Want”, “My Heart Is Broken” y “Lost In Paradise”. “El show será asombroso y más poderoso que el anterior. Hemos crecido mucho”, promete la artista acerca del evento que, según el setlist interpretado en sus últimas presentaciones en vivo, incluye grandes éxitos como “Bring me to life”, “My inmortal”, “Going under” y “Call Me when you’re sober”.

Varios de estos hits ya tienen casi diez años de antigüedad, considerando que el primer álbum de la banda “Fallen” fue publicado en el año 2003, pero “tomarse las cosas con calma” es una política sagrada para Amy Lee.  “No debes sacar algo porque ya es tiempo y el resto te está presionando. Estoy muy orgullosa de mi trabajo y no quería sacar un álbum que no fuera tan bueno como los otros”, declara la artista que descarta ser una trabajadora “obsesiva”, sino que más bien “naturalista”. “Creo que las cosas grandes pasan cuando uno les da el tiempo. Prefiero tener poca música, que sea de calidad, a un montón de cosas que son basura”, dice sin tapujos.

La formación actual de la banda definida como “gothic rock” “dark metal” o “rock alternativo” (ellos prefieren simplemente “rock”) está compuesta por Terry Balsamo,Will Hunt, Tim McCord, Troy McLawhorn y Amy Lee.  “Somos amigos, tenemos una relación muy divertida y nos reímos mucho. Lo hemos pasado muy bien en este tour”, cuenta Amy Lee sobe sus compañeros de banda que, a lo largo de los años, han sido varios. La salida de Ben Moody en el 2003, quien fundó el grupo junto con Lee a mediados de los 90, provocó una de las primeras crisis de la banda que más adelante enfrentó a partida de otros miembros como David Hodges, Rocky Gray, John LeCompt y Will Boyd. Diferencias creativas, malas relaciones y falta de interés se han indicado como razones que, ciertamente, no han logrado desencadenar una carrera solista de Amy que se ha mantenido firme al mando del proyecto Evanescence.

“Estar en una banda por muchos años no es fácil, es mucho trabajo. Si alguien que está contigo no quiere avanzar como equipo y no está comprometido, no puede funcionar”, es la mentalidad que aplica la cantante a la hora de mantener una banda activa. “La clave para mantener cualquier cosa viva es tener el corazón en ello. Si eres apasionado por algo, eso vale el sacrificio que implica. En este trabajo hay que estar dispuesto a sacrificar medio año de tu vida y compartir con tu familia”, ejemplifica Lee quien, justamente, creció en un hogar donde la música cumplía un rol fundamental.

Su padre le inculcó a ella y sus hermanos el amor por el arte y eso es algo que hoy en día muestra sus frutos. Una de sus hermanas, llamada Lori, también dedica parte de su tiempo a cantar, según mostró la propia Amy en un video que publicó en Twitter donde muestra una voz bastante similar a la de su pariente estrella de rock.  “Mis hermanas tienen hermosas voces, pero no tenemos planes de tocar juntas profesionalmente. No creo que esté en sus planes además”, aclaró.
Youtube

10 de agosto de 2012

Ingressos & Divulgação: Evanescence no Chile

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Evanescence já confirmou sua segunda apresentação em Santiago para o dia 23 de outubro na Movistar Arena e, como não poderia deixar de ser, fãs compartilham imagens dos ingressos e até mesmo da divulgação feita em um ponto de ônibus, no centro da capital chilena. Em Lima, Peru, não foi diferente. Clique aqui e veja as imagens dos ingressos e dvulgação!

Thanks to Ev en Linea
Thanks to: @Danibal619


28 de julho de 2012

Evanescence em Movistar Arena - Santiago, Chile

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Evanescence vuelve a Chile: 23 de octubre - Movistar Arena
Evanescence regressará à cidade de Santiago (Chile) no dia 23 de outubro para uma apresentação única no Movistar Arena. Ingressos começam a ser vendidos a partir deste domingo (29).
Evanescence está de regresso e se apresentará no dia 23 de outubro no Movistar Arena

A banda de Little Rock, Arkansas, conhecida por sucessos como "Bring Me to Life", "My Immortal", "Going Under", etc... regressará ao nosso país com seu novo álbum, liderado por Amy Lee e do qual destaca-se "What You Want", "My heart Is Broken" e "Lost In Paradise".

Sua última visita ao Chile foi na pista de atletismo em 2007, onde apresentaram seu álbum "The Open Door" (2006), cujas vendas chegaram a 10.000 cópias no país. Deste trabalho, destacam-se os singles "Call Me When You're Sober" e "Lithium".
Fonte: DGMedios.com

Evanescence está de regreso y presentarán el 23 de Octubre en el Movistar Arena

La banda originaria de Little Rock, Arkansas, conocida por éxitos como “Bring me to life”, “My Immortal”, “Going Under”, entre otros … vuelve a nuestro país con un nuevo trabajo discográfico liderado por Amy Lee y del cual ya destaca “What You Want”, “My Heart Is Broken” y “Lost In Paradise”.

Su última visita a Chile fue en la Pista Atlética el 2007, donde presentaron su disco “The Open Door” (2006), cuyas ventas superaron las 10.000 copias en el país. De esta placa destacan los singles “Call me when you’re sober” y “Lithium”, que consagraron una carrera cimentada en 2003 cuando conquistaron a millones de seguidores con su disco debut “Fallen”, que vendió más de 14 millones unidades en todo el mundo. 

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